The Last Of Us - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 17 May 2023 14:07:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg The Last Of Us - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Piticas: Nova coleção PLAYSTATION https://animesonlinebr.org/noticias/piticas-nova-colecao-playstation/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=piticas-nova-colecao-playstation https://animesonlinebr.org/noticias/piticas-nova-colecao-playstation/#respond Wed, 17 May 2023 14:07:57 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35718 Após o sucesso de vendas das duas primeiras camisetas da nova coleção PLAYSTATION, inspiradas no game “The Last Of Us”, a Piticas, preparou novas peças

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Após o sucesso de vendas das duas primeiras camisetas da nova coleção PLAYSTATION, inspiradas no game “The Last Of Us”, a Piticas, preparou novas peças para os fãs do console responsável por dezenas de excelentes jogos na indústria de videogames. Confira:

CAMISETA PLAYSTATION CLASSIC | R$ 79,90

A Playstation lançou o seu primeiro console em 1994, e, até hoje, já chegou ao impressionante número de mais de 450 milhões unidades vendidas em todo o mundo e mais de 2 bilhões de jogos vendidos.

O jogo de ação-aventura “The Last Of Us”, ambientado num mundo pós-apocalíptico com seres humanos hostis e criaturas canibais, infectadas por um fungo chamado Cordyceps, conta com duas versões, sendo a segunda parte considerada o Jogo do Ano e se tornou o jogo mais premiado da história do videogame. A trama de seus personagens principais se passa 20 anos após a quase extinção da humanidade devido a essa infecção. Joel, um sobrevivente solitário em luto pela perda de sua filha, é contratado para levar Ellie, única pessoa aparentemente imune ao vírus, para fora de uma zona de quarentena, mas o que deveria ser um simples trabalho para ele se torna uma jornada brutal pelos Estados Unidos, onde ambos dependem um do outro para sobreviver.

Em janeiro deste ano, o serviço de streaming HBO Max adaptou o jogo “The Last Of Us” para uma nova série de mesmo nome, estrelada por Pedro Pascal (“The Mandalorian” e “Game of Thrones”) no papel de Joel e Bella Ramsey (“Game of Thrones”, “His Dark Materials” e “Hilda”) como Ellie.

“God of War” é um jogo de ação-aventura que aborda mitologia grega e nórdica, desenvolvido pela Santa Monica Studio e reproduzido pela Sony. A franquia recebeu diversos prêmios, incluindo vários reconhecimentos de Jogo do Ano para os títulos de 2005 e 2018. Depois dos acontecimentos do primeiro game da saga nórdica, reencontramos Kratos e Atreus alguns anos depois, lidando com as consequências da profecia descoberta por eles, que tem relação com o Ragnarök, o fim dos Nove Reinos na Mitologia Nórdica provocado por uma guerra entre os deuses.

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Crash Bash – O Party Game mais controverso de todos https://animesonlinebr.org/review/crash-bash-o-party-game-mais-controverso-de-todos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=crash-bash-o-party-game-mais-controverso-de-todos https://animesonlinebr.org/review/crash-bash-o-party-game-mais-controverso-de-todos/#respond Tue, 28 Mar 2023 13:39:41 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35259 A franquia Crash Bandicoot foi criada originalmente pela Naughty Dog (produtora de The Last Of Us) em 1996, e que conquistou milhares de

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A franquia Crash Bandicoot foi criada originalmente pela Naughty Dog (produtora de The Last Of Us) em 1996, e que conquistou milhares de jogadores desde seu primeiro jogo, porém nem sempre o marsupial viveu apenas dias de glória, e hoje iremos falar especificamente de Crash Bash, o ultimo game do Crash lançado para o PlayStation 1, e o primeiro sem o envolvimento da Naughty Dog, já que a mesma estava focada desenvolvimento de Jak and Daxter: The Precursor Legacy, e teve seu contrato com a Universal na produção de qualquer Crash expirado.

Crash Bash (ou Crash Bandicoot Carnival, no Japão) foi lançado em Novembro de 2000, ele foi desenvolvido pela Eurocom Entertainment Software e Cerny Games, sob produção e publicação da Universal Interactive Studios e Sony Computer Entertainment, a sua proposta é baseada no Mario Party, onde é um jogo recheado de mini-games e alguns misturam elementos da trilogia original.

A história dele começa com as mascarás Aku Aku e Uka Uka discutem para saber se o bem e o mal é o mais forte, Uka Uka promove uma luta entre os dois, mas o Aku Aku diz que isso não seria permitido (o que contradiz com o boss final do Crash Bandicoot 3 Warped, mas vamos ignorar isso), então Uka Uka promove uma competição com os personagens da franquia representando os dois lados:

Aku Aku (Lado do Bem)Crash Bandicoot, Coco Bandicoot, Tiny Tiger e Dingodile (Tiny e Dingo são vilões, mas foram passados pro lado do bem para a competição ter um equilíbrio)

Uka Uka (Lado do Mal)Dr. Neo Cortex, Dr. N. Brio, Koala Kong, Rilla Roo (personagem estreante)

Então são 4 personagens de cada lado, e quando você seleciona um personagem do bem (exemplo: o próprio Crash), automaticamente os demais serão personagens do mal, e vice-versa.

Sobre o jogo, Crash Bash tem modo batalha, modo torneio, modo campanha e é recheado de mini-games, alguns você pega caixas e arremessa pra acertar o adversário (Crate Crush), uns são de acertar bolas no gol (Ballistix), outros que são guerra de tanque etc. No modo campanha, à cada mini-game que você joga você tem que ganhar 3 vezes pra pegar um troféu à cada fase, depois de pegar o troféu você libera a opção de pegar a Gema, Cristal e Relíquias (essas só aparecem mais pro final do jogo), esses desafios ainda possui uma dificuldade elevada comparado à pegar os troféus. Boa parte desses mini-games já estão disponíveis, mas outros você vai tendo que liberar, e à cada sala de fases existe um chefe, onde ele vai exigir uma quantidade específica de troféus, gemas e cristais pra enfrentar o chefe.

E aí que o jogo peca nisso, pois com o passar do tempo que joga, o jogo não só fica difícil como também extremamente repetitivo, a Eurocom e seus desenvolvedores não pensaram nessa parte, nas fases pra pegar troféu você tem que vencer 3 vezes, o problema todo é se perder 3 vezes de algum personagem, o mini-game terá de ser reiniciado.

Outra coisa que incomoda bastante é que em alguns desafios ficam praticamente impossíveis de completar por causa que a dificuldade dos bots do jogo simplesmente aumenta, é puro RNG, tu não depende de habilidade, e sim de sorte pra zerar esse jogo! Aliás, pra você zerar Crash Bash por completo você tem que terminar nada mais que 200% (além do Crash Bash, só o Castlevania: Symphony of the Night que tem uma porcentagem tão altíssima)!

Em resumo: Crash Bash NÃO é um bom jogo, os jogadores podem ter um afeto nostálgico por ele (como eu já tive no passado), no começo ele pode ser “legal” na perspectiva do jogador, mas ele com certeza vai enfurecê-lo com passar de horas pela repetitividade, tirando o Mark Cerny (que hoje é o arquiteto do PlayStation 4 e 5), esse jogo não teve envolvimento nenhum dos desenvolvedores da Naughty Dog. Mas apesar do modo campanha ser horrível, é bacana jogar esse jogo via multiplayer, e com suporte à 4 jogadores (via Multitap).

Capa do Crash Bash Japonês

Ok, falamos dos pontos negativos, mas agora vamos falar de algumas curiosidades bacanas sobre o game. Na versão japonesa (onde nós usamos pra fazer a review) tem 1 personagem extra em relação às versões ocidentais, o Fake Crash, como o próprio nome já diz, ele é uma variante falsa do Crash, e ele surgiu na franquia através do Japão na época dos lançamentos de Crash 2 e Crash 3 (mas isso é história pra outro momento), ele é nada mais que uma skin modificada do Crash original, já que seu estilo de gameplay é igual do Crash e da Coco.

Um fato curioso é que tanto o Crash quanto o Fake Crash foram dublados no Japão pelo Kappei Yamaguchi (Seiyuu do Ranma Saotome, InuYasha, Subaru Sumeragi e Shinichi Kudo).

Outra coisa bacana de se mencionar é que várias pessoas que tiveram contato com Crash Bash foi por meio de uma versão europeia modificada pelo grupo demoscene “Static”, essa versão vinha com patch pra você alternar entre os vídeos PAL 50Hz e NTSC 60Hz, além disso, nela você tinha acesso ao Cheat Menu (ou modo Debug do jogo), onde você tinha acesso à todos os mini-games do jogo, e você pode selecionar opções pra te deixar imortal, deixar os inimigos sem se mexer e bugar os cenários.

Ainda sobre o Cheat Menu, existe uma demo do Crash Bash dentro do Spyro 3 onde é possível liberar o Cheat Menu, e com isso a demo acaba se transformando num jogo quase completo (sem a necessidade do jogo original).

Lembrando que Crash Bash é um jogo exclusivo do PS1, mas ele também está disponível na PS Store japonesa do PlayStation 3.

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The Last Of Us – Encerra qualquer Debate sobre qual é a melhor Adaptação de Videogame https://animesonlinebr.org/review/the-last-of-us-encerra-qualquer-debate-sobre-qual-e-a-melhor-adaptacao-de-videogame/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=the-last-of-us-encerra-qualquer-debate-sobre-qual-e-a-melhor-adaptacao-de-videogame https://animesonlinebr.org/review/the-last-of-us-encerra-qualquer-debate-sobre-qual-e-a-melhor-adaptacao-de-videogame/#respond Mon, 27 Mar 2023 13:39:17 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35251 A série da HBO foi especialmente feita para acertar, preciosamente pensada para o público e também para os fãs do game, The Last

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A série da HBO foi especialmente feita para acertar, preciosamente pensada para o público e também para os fãs do game, The Last Of Us é um manual de instruções para qualquer obra que queira adaptar material dos games.

Sinopse: The Last of Us é uma série distópica da HBO baseada na franquia de jogos de videogame de mesmo nome criada por Neil Druckmann. O drama narra um futuro pandêmico que foi devastador para humanidade, deixando os seres humanos à beira da extinção. O vírus transforma pessoas em canibais e se espalha rapidamente com uma simples mordida. Algumas décadas depois, os poucos sobreviventes que restaram vivem viajando ou em quarentenas protegidas por oficiais do governo. Este é o cenário em que acompanhamos Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente durão que é contratado para levar a jovem Ellie (Bella Ramsey) para fora da zona de quarentena opressiva onde vive. Os dois devem encontrar um grupo de rebeldes paramilitares que se rebelou contra as autoridades.

Tão dolorosamente fiel quanto fascinante e cheio de suspense, The Last of Us é um triunfo que encerra qualquer debate sobre qual é a melhor adaptação de videogame de todos os tempos. Liderada pelo aclamado criador do game, Neil Druckmann, e também pelo genial Craig Mazin, de Chernobyl, a série é meticulosamente projetada para satisfazer fãs e novatos. 

A série conta uma história pós-apocalíptica que, como sua fonte, é ao mesmo tempo familiar e original, ação embalada e triste. 

A série está repleta de easter eggs para os fãs da obra, especialmente em quadrinhos e pôsteres de filmes, a um livro de trocadilhos que fornece humor esporádico em meio à tensão esmagadora. Mais importante do que esses momentos, no entanto, é o drama que se intensifica a cada cena na tela.

Seja reproduzindo incidentes com precisão ou criando novos, os criadores canalizam estética e narrativamente o espírito de seu predecessor por meio de encontros e obstáculos que ecoam os elementos que tornaram a obra um grande sucesso. Esgueirar-se silenciosamente em torno dos inimigos, proteger-se atrás de carros em ruínas, vasculhar prédios e lojas destruídas são todos elementos fundamentais perfeitamente entrelaçados no material roteirizado da dupla.

©HBO MAX

Em outras palavras: se você gostou de jogar The Last of Us, provavelmente vai adorar vê-lo se desenrolar ao longo de nove cativantes episódios da série. Aqueles que nunca jogaram o game, entretanto, não terão nenhum problema em mergulhar neste mundo, cujo a história de uma pandemia global envolvendo um fungo mutante que, como explicado por um talk-show de TV no prólogo da série, pode controlar e devorar seu hospedeiro.

Como nos jogos, o vínculo da dupla protagonista vai amadurecendo lentamente, com cada passo ao longo de seu caminho fornecendo pequenas, mas significativas chances de baixar a guarda e, ao fazê-lo, sentir coisas que há muito tempo deixaram para trás. O otimismo é uma força e uma fraqueza em The Last of Us, assim como a moralidade é um conceito constante e perigoso.

O empurrão entre o certo e o errado, o egoísmo e o altruísmo está sempre presente quando Joel e Ellie se aventuram por um Estados Unidos devastado, entrando em contato com os mais diversos personagens: um casal gay carinhoso, um adolescente traidor e seu irmão mais novo surdo, uma implacável líder da resistência e um fanático religioso. Sejam tiradas diretamente do jogo ou inventadas especificamente para a série, essas figuras são tratadas pelos roteiristas com uma empatia e profundidade que expandem a realidade do programa e os dilemas éticos que as definem.

©HBO MAX

A proximidade de Joel e Ellie é o ponto crucial de The Last of Us, e Pascal e Ramsey compartilham uma química que vende suas evoluções conjuntas, a respeito do afeto um com o outro. A relação deles passa por uma transição enfatizada pelo fato de que eles têm segredos sombrios e feios que preferem manter enterrados. 

Exibindo uma sutileza que tipifica a narrativa da série, os protagonistas assumem a maior parte do processo lado a lado, embora haja episódios onde abordam suas vidas individualmente e as suas respectivas histórias e os fardos que carregam.

As adaptações de videogame tiveram uma má reputação por 30 anos porque, na maioria das vezes, eram péssimas. Geralmente o erro que acontecia nessa adaptações era que os estúdios que produziram esses projetos adquiriram o hábito de fazer apostas ruins em diretores instáveis e que não respeitavam as obras originais. 

É por isso que a tarefa mais difícil para Druckmann, relatada por ele, foi encontrar um diretor adequado, de cacife para o tamanha da obra. Ele acabou escolhendo Mazin, fã de longa data do jogo original. Conseguir o cara que acabou de fazer Chernobyl (Uma série Aclamada) para adaptar The Last of Us foi obviamente a melhor decisão. Mazin ser um fã de longa data de The Last of Us foi obviamente uma força criativa. 

A série é um marco e deixa lições do sucesso da adaptação a todas as adaptações mal feitas que estavam à espreita por décadas à vista de todos, além de encerrar qualquer debate sobre qual é a melhor Adaptação de Videogame de todos os tempos.

The Last of Us está disponível no HBO Max.

Nota: 5/5

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Piticas: coleção The Last Of Us https://animesonlinebr.org/noticias/piticas-colecao-the-last-of-us/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=piticas-colecao-the-last-of-us https://animesonlinebr.org/noticias/piticas-colecao-the-last-of-us/#respond Wed, 08 Mar 2023 17:26:30 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35139 A Piticas está preparando para o mês de março duas camisetas do game The Last Of Us, franquia de jogos de ação-aventura da PlayStationambientado num

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Piticas está preparando para o mês de março duas camisetas do game The Last Of Us, franquia de jogos de ação-aventura da PlayStationambientado num mundo pós-apocalíptico com seres humanos hostis e criaturas canibais, infectadas por um fungo chamado Cordyceps. Além disso, em breve teremos mais novidades com outros produtos da coleção chegando nas lojas, tudo para fazer os fãs do game se sentirem dentro dessa aventura.

The Last Of Us marcou muita gente, e aproveitando o hype da série homônima, decidimos lançar uma coleção inspirada nos dois jogos da franquia. A coleção conta com duas camisetas, uma ilustrando a capa do remake do primeiro jogo, dando destaque para Joel e Ellie (principais personagens da saga) e outra baseada no segundo game, com uma Ellie mais velha, e com o detalhe da tatuagem da personagem na manga. A coleção traz também uma caneca, um cordão e uma meia, inspirados na tela de criação de itens que vemos nos jogos! A ideia é aproximar-se dos fãs da franquia, agradando tanto os que conheceram pela série, quanto os velhos jogadores que acompanham a história desde o primeiro jogo!“, afirmou Luani Guarnieri, gerente de produtos da Piticas.

The Last Of Us se tornou mundialmente conhecido no começo deste ano, quando a HBO Max adaptou o jogo para uma nova série de mesmo nome, que está sendo exibida semanalmente em seu serviço de streaming, e estrelada por Pedro Pascal (“The Mandalorian” e “Game of Thrones”) no papel de Joel e Bella Ramsey (“Game of Thrones””, “His Dark Materials” e “Hilda”) como Ellie. Os primeiros produtos da coleção PLAYSTATION já estão disponíveis nas lojas físicas, quiosques e também em nosso site oficial.

 CAMISETA JOEL & ELLIE | R$ 79,90
CAMISETA ELLIE | R$ 89,90

 O jogo The Last Of Us conta com duas versões, sendo a segunda parte considerada o Jogo do Ano e se tornou o jogo mais premiado da história do videogame, a trama de seus personagens principais se passa 20 anos após a quase extinção da humanidade devido a essa infecção. Joel, um sobrevivente solitário em luto pela perda de sua filha, é contratado para levar Ellie, única pessoa aparentemente imune ao vírus, para fora de uma zona de quarentena, mas o que deveria ser um simples trabalho para ele se torna uma jornada brutal pelos Estados Unidos, onde ambos dependem um do outro para sobreviver.

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HBO Max: Novo Poster de THE LAST OF US https://animesonlinebr.org/noticias/hbo-max-novo-poster-de-the-last-of-us/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=hbo-max-novo-poster-de-the-last-of-us https://animesonlinebr.org/noticias/hbo-max-novo-poster-de-the-last-of-us/#respond Wed, 23 Nov 2022 18:49:11 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=34505 THE LAST OF US, série dramática original da HBO baseada no game de mesmo nome, desenvolvido pela Naughty Dog exclusivamente para plataformas PlayStation,

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THE LAST OF US, série dramática original da HBO baseada no game de mesmo nome, desenvolvido pela Naughty Dog exclusivamente para plataformas PlayStation, estreia em 15 de janeiro de 2023 na HBO Max e HBO.

A série se passa 20 anos após a destruição da civilização moderna e apresenta Joel, um sobrevivente experiente com um passado doloroso, que é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, pois ambos devem atravessar os Estados Unidos e depender um do outro para sobreviver.

Esta superprodução original da HBO é estrelada por Pedro Pascal, que interpretará Joel. Na história, Bella Ramsey interpretará Ellie, Gabriel Luna interpretará Tommy, enquanto Anna Torv interpretará Tess. Também participam Nico Parker como Sarah, Murray Bartlett como Frank, Nick Offerman como Bill. Storm Reid como Riley, Merle Dandridge interpretará Marlene. Enquanto Jeffrey Pierce interpretará Perry, Lamar Johnson interpretará Henry e Keivon Woodard interpretará Sam. Além disso, a produção também contará com atuações marcantes de Graham Greene como Marlon, Elaine Miles como Florence, Ashley Johnson e Troy Baker.

THE LAST OF US foi escrita e produzida por Craig Mazin e Neil Druckmann. A série é uma coprodução com a Sony Pictures Television e tem produção executiva de Carolyn Strauss, Evan Wells, Asad Qizilbash, Carter Swan e Rose Lam. PlayStation Productions, Word Games, The Mighty Mint e Naughty Dog também fazem parte do time de produtores.

THE LAST OF US estreia dia 15 de janeiro na HBO MAX e HBO

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Duplas icônicas dos games https://animesonlinebr.org/games/duplas-iconicas-dos-games/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=duplas-iconicas-dos-games https://animesonlinebr.org/games/duplas-iconicas-dos-games/#respond Mon, 25 Oct 2021 19:00:29 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=26886 “Quem tem um amigo tem tudo”, um dito antigo mas atemporal, seja na vida real ou na ficção, nada como ter um parceiro

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“Quem tem um amigo tem tudo”, um dito antigo mas atemporal, seja na vida real ou na ficção, nada como ter um parceiro ao seu lado para ajudar em momentos difíceis ou simplesmente passar bons momentos juntos. E é nesse clima de amizade que hoje vamos lembrar de algumas duplas icônicas dos games.

Donkey Kong e Diddy Kong – Donkey Kong

Vamos começar por uma dupla familiar, o tio e sobrinho : Donkey e Diddy Kong. Como tio, Donkey proporciona a diversão de uma figura paterna, mas sem nenhuma responsabilidade, levando o sobrinho para uns rolês questionáveis para crianças. formam uma dupla boa de briga e divertida de se acompanhar, mesmo que não tenham diálogos super elaborados e emocionantes. Donkey traz a força bruta esperada do primata, e Diddy por sua vez oferece uma gampelay mais diferenciada.

Ryu e Ken – Street Fighter

Street Fighter atualmente possui quase 100 personagens jogáveis que foram apresentados até agora. Ryu e Ken marcam presença desde o primeiro jogo da franquia, mas na época eles não tinham história ou diferenças na gameplay, o que os diferenciava era a cor de roupa e cabelo. Com o tempo suas diferenças foram estabelecidas, tanto na gameplay quanto na história pessoal de cada um deles, hoje são melhores amigos, e rivais. Ken e Ryu cresceram e treinaram juntos, com o mesmo mestre, o que justifica a semelhança em alguns movimentos e as roupas parecidas. Atualmente são os únicos personagens que apareceram em todos os jogos Street Fighter , e deve continuar assim, Street fighter não é street fighter sem Ken ou Ryu.

Sonic e Tails – Sonic

E por falar em velhos amigos, não dá pra deixar Tails e Sonic fora dessa lista. Não é incomum ver novos personagens sendo  adicionados ao universo sonic são constantemente adicionados ao universo de Sonic, mas a dupla Sonic e Tails funciona como nenhuma outra, a velocidade do ouriço e os voos tranquilos da raposinha garantem dinâmicas distintas na gameplay e os diálogos sempre entregam boas conversas entre eles. Não sei vocês, mas mal posso esperar para ver a dinâmica dos dois no próximo filme do Sonic.

Ellie e Joel – The last Of Us

As duplas anteriores foram formadas com base em amizade e família,  mas  para Ellie e Joel essa conexão acorre de forma muito mais abrupta, e precedida por muitos traumas. Formam uma dupla improvável que se reúne por pura necessidade em um primeiro momento. Mas após algum tempo  e batalhas juntos, Joel e Ellie finalmente enxergam além de sua dor mútua e isolamento, e mesmo em um mundo completamente devastado, formar um dos laços mais fortes e bonitos que já vi em jogos.

Mario e Luigi – Mario Bros

É clubismo? Não né? Mario e Luigi formam uma das duplas mais icônicas dos games e não teria como deixá-los de fora dessa lista. O fato de a dupla ser conhecida como “Mario” Bros. já deixa claro quem é o filho preferido. Assim como Ken de Street Fighter, em um primeiro momento o jovem Luigi era apenas um Mario mais mirradinho e verde, sem muita distinção, então ficou fácil classificá-lo como o “personagem do segundo jogador”. Felizmente Luigi acabou conquistando mais espaço aos poucos, com uma personalidade própria, e papeis distintos em certas histórias. A dupla atua lado a lado nos jogos da Saga Superstar e nos jogo Mario e LuigiSeries (inclusive, saudades), esses jogos colocam os dois em tela simultaneamente, e foram bons para desenvolver a relação dos irmãos.

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Days Gone: Primeiras Impressões https://animesonlinebr.org/review/days-gone-primeiras-impressoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=days-gone-primeiras-impressoes https://animesonlinebr.org/review/days-gone-primeiras-impressoes/#respond Wed, 11 Aug 2021 19:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=23763 Desenvolvido pela SIE Bend Studio e lançado inicialmente para Playstation 4, Days Gone se tornou um novo filho na família de exclusivos da Sony e trouxe

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Desenvolvido pela SIE Bend Studio e lançado inicialmente para Playstation 4, Days Gone se tornou um novo filho na família de exclusivos da Sony e trouxe uma abordagem mais ampla aos jogos de zumbis. E é sobre isso que vamos falar um pouquinho sobre esse jogo hoje. 

Sim, eu sei que se trata de um jogo já antigo, mas que eu tive a oportunidade recente de jogar graças aos jogos gratuitos do mês da Playstation. Estava curioso para poder Days Gone, que gerou uma certa divisão por parte de alguns na sua época de lançamento. 

Então comecei a jogar e entendi a dúvida que paira por alguns gamers sobre ele. Ainda tenho muita coisa para fazer dentro do jogo, mas, digo inicialmente que é um jogo que você deve dar uma atenção sim. Mas esteja avisado, ele não é para todos. 

Vamos as razões: 

Days Gone diferente de qualquer jogo do seu nicho é um jogo cadenciado. Você vai ter seus momentos de frenesi (e essa escolha de palavra não foi atoa), mas vai ter muito mais momentos táticos. Jogar uma pedra para despistar um inimigo humano ou um frenético para um determinado canto do cenário que você estiver, vai ser a sua maior arma. 

Além disso, o uso de armas brancas, também serão uma excelente opção para enfrentar um número reduzido de inimigos. Mas não se engane, o uso das armas de fogo também pode te auxiliar, já que irá atrair a atenção dos frenéticos para cima daqueles que estiverem tentando te acertar.  

Mas isso também é um problema. Uma das graças de jogos do gênero de sobrevivência é você… sobreviver mesmo, não tem muito o que falar em relação a isso. Mas, vou exemplificar o meu ponto, o que eu citei acima, até o momento em que joguei, é utilizado apenas no open map do rolê, ou seja, uma estratégia que você pode usar fora de missões. 

Map

Durante uma missão na qual estava jogando, onde havia frenéticos “crianças”, eles estavam por perto, mas ninguém reagia, a não ser que eles fossem previamente atacados. E no final dessa missão, onde inimigos humanos estavam me atacando, eles ficavam lá, apenas observando o pau torando.  

É preciso dizer que no final dessa fase, acabei encontrando um “boss”, onde alguns frenéticos que misteriosamente apareceram ali o atacaram, mas, é pouco por se tratar de um lugar onde havia muitos frenéticos e um só boss, eu e a pessoa que ajudei na missão. 

Outra razão para o jogo não ser para qualquer um é a síndrome de “Dovahkiin”. Sim, você não leu errado. Qual é a síndrome de Dovahkiin, Luiz? É aquela velha e não tão boa tática dos jogos te fazerem ir do ponto A ao ponto B, fazendo qualquer tipo de coisa.  

Em Days Gone isso se torna um problema muito maior, já que a sua moto, seu único veículo no jogo gasta combustível. Eu não sou especialista em carros, mas a moto consome muuuuito combustível durante o jogo, você encontra galões ao longo do mapa para encher o tanque, e você precisa planejar bem sua viagem até os pontos, se não, vai ter que caminhar no mapa, e eu não recomendo. 

O que me leva a mais um ponto, o mapa. Você precisa tomar cuidado com tudo ao seu redor nesse jogo. Uma coisa que me incomodava muito em Mad Max, que é um jogo que eu comparo mais ou menos com esse, é que você tem um mapa “semimorto”, em Mad Max era muito morto, aqui não.  

Days Gone

Aqui é mais ou menos por aí. Ao longo do mapa obviamente você vai encontrar muitos zumbis e literalmente uma passeada deles se você der azar, mas também, você vai encontrar lobos, veados e snipers, sim. Você pode e vai ser emboscado com a sua moto por um grupo “liderado” por um sniper que fica escondido pronto para te matar com os companheiros dele. E vou dizer, uma coisa, jogar com os dois fones de ouvido vai ser de grande ajuda em certos momentos no mapa. 

Por fim, a história. Por enquanto a história de Days Gone não me pegou muito emocionalmente, acho que não vai, mas tenho esperança de que isso mude. 

Com uma história simples até o momento, a desenvolvedora nitidamente bebeu de uma fontezinha de The Last of Us para se inspirar em St. Jones. Consigo ver muito uma versão um pouco mais violenta e igualmente humanizada com o Joe, por exemplo. 

Se você gosta de jogos que te fazem pensar em como sair de situações difíceis, errar, tentar de novo, errar, e uma hora conseguir, esse ó lugar certo para você. Se não, recomendo deixar para outro momento de arriscar com Days Gone. 

Zombie Time, Bitches!

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9 jogos com representatividade LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=9-jogos-com-representatividade-lgbtqia https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/#respond Tue, 01 Jun 2021 19:00:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21452 Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a

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Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a Rebelião de Stonewall (EUA), em que uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York ao bar Stonewall Inn. Porém, a celebração e visibilidade tradicionalmente se estendem ao longo do mês.

Se você se pergunta o porquê: é tudo sobre se valorizar. Um mês de orgulho pode trazer força e esperança para quem se sente isolado nos outros 11 meses do ano.  30 dias em que uma comunidade de apoiadores se dedicam a nos trazer ânimo e acolhimento sobre quem somos. Quatro semanas para imaginarmos uma vida de aceitação e livre de medo (ou ao menos uma semana, se possível).

Para mim, a representatividade transmite um pouco dessa sensação. De que há mais gente comigo ou que já viveram ou poderiam viver aventuras dignas de  games. Aos poucos, vamos conquistando mais voz e espaço. Cada vitória é comemorada como uma Copa do Mundo. 

Sim, ainda estamos caminhando, mas é possível encontrar conteúdo emocionante e de qualidade. Se você veio aqui pela lista de jogos com representatividade LGBT, siga o arco-íris!

1 – Life Is Strange

Max e Chloe no quarto, ambas segurando uma mesma câmera na mão

Primeiramente, não existe falar em representatividade sem citar um dos maiores sucessos da última década. Life Is Strange é uma emocionante franquia e exemplo de como a representatividade pode tocar a todos. O primeiro jogo, além de ser uma rara história sobre jovens mulheres, também é uma descoberta sobre a sexualidade. 

A franquia manteve a premissa de dar opções de romance homo afetivo em seu segundo título e promete manter a inclusão LGBTQIA+ para o terceiro título, True Colors (qual é, com esse nome seria um pecado não ter).

2 – Gone Home

Um dos quartos na casa em Gone Home. Há colagens de mulheres em um armário na frente, ao fundo uma bandeira de pirata estendida na janela.

Gone Home é um jogo de exploração em primeira pessoa. Você chega em casa depois de um ano no exterior, mas a casa está vazia. Onde está sua família? O que aconteceu? 

Um dos jogos narrativos mais bonitos que já joguei – especialmente pois o experimentei totalmente alheia ao fato de incluir a história de um romance sáfico.

3 – Dragon Age: Inquisition

Krem de pé dentro de um edifício

Dragon Age: Inquisition não só promove a diversidade em seus personagens e possibilidades amorosas, mas também ensaia educar o público sobre como lidar com as diferenças através das histórias e diálogos – especialmente nas interações com Krem, um mercenário transgênero.

4 – Bully

Jimmy hopkins beija um estudante no corredor da escola

Seção nostalgia! No controverso jogo que provavelmente seria cancelado se lançado nos dias de hoje (mas que muita gente amou jogar), vivemos na pele Jimmy Hopkins, um aluno de ensino médio buscando a si mesmo e o seu lugar. Além de causar muita desordem, Jimmy também era um galanteador e podia ficar tanto com meninas quanto com meninos. Aliás, a Rockstar Games incluiu a conquista “Over the Rainbow” ao jogo, concluída ao beijar 20 meninos.

5 – The Last of Us

Ellie segurando uma espingarda em meio a floresta

Um pouco de spoiler, mas quem não ficou sabendo certamente estava em uma caverna.  Seguindo o sucesso do primeiro título, The Last of Us 2 é considerado o jogo mais premiado da história e conta com a representatividade lésbica junto a Ellie, protagonista da saga.

6 – Assassin’s Creed: Odyssey

Kassandra e um interesse romântico em Odyssey

Apesar das controvérsias no título grego da Ubisoft – incluindo uma polêmica DLC – ao longo da história é possível tomar decisões relacionadas a sexualidade de ambos os personagens jogáveis (Kassandra e Alexios). Eventualmente, o personagem escolhido será abordado por diversos interesses românticos e são as escolhas do player que definem a orientação sexual do personagem.

7 – Stardew Valley

Casamento LGBTQIA+ na praça de Stardew Valley, com os moradores participando da cerimônia

RPG da vida no campo, a diversidade em Stardew Valley é simples como deveria ser a vida: normal. O game deixa em aberto todas as opções de personagens casáveis, independentemente do gênero do personagem, sem nada interferir na narrativa, nas falas ou interações. Do mesmo modo, outros jogos seguem esse modelo de simples representatividade: Skyrim, The Sims, Fallout, Fable, dentre outros.

8 – Overwatch

Close do rosto de Tracer sorrindo e olhando para o lado.

Em 2015, a Blizzard anunciou que diversos personagens em Overwatch são LGBTQIA+. O vencedor do jogo do ano de 2016 apresentou Emily na HQ “Reflexos”, namorada da personagem Tracer. Do mesmo modo, em 2019 foi a vez do Soldado 76 ser revelado como gay (na HQ “Bastet” conhecemos um antigo amor do herói, Vincent).

Aliás, eu era main Tracer antes de saber sobre isso. Representatividade importa até para o subconsciente.

9 – Apex: Legends

Imagem de divulgação de apex legends, com os dois personagens LBGTQIA+, dois dos primeiros lançamentos.

No Battle Royale da Eletronic Arts, dois dos personagens promovem a diversidade LGBTQIA+, de acordo com suas biografias: Gibraltar, a fortaleza blindada, um homem homossexual, bem como Bloodhound, a rastreadora tecnológica, se identifica como não-binário.

Histórias LGBTQIA+

Antes de tudo, games são histórias que se baseiam na dinâmica e imaginário humano. Inserir e dar protagonismo a personagens LGBTQIA+ é representar a vida como ela é, fomentando a inclusão e o respeito ao próximo.

Entretanto, há quem vire o rosto para a diversidade alegando ser “jogada de marketing”. Spoiler: vivemos em uma sociedade capitalista. Tudo é marketing. A minha representatividade foi feita para vender, mas e a sua? Também não é? O propósito do entretenimento não é vender/convencer sobre uma narrativa, seja lá sobre o que for?

Finalmente: não, jogar com uma personagem trans não vai matar nem “influenciar” ninguém. A proporção que essas representatividades tomam é grande por sua natureza – afinal, se fosse proporcional à vida real não haveria tanta comoção sobre nossas pequenas conquistas.

Sendo assim, seguiremos comemorando e dando visibilidade para cada representação, para cada personagem e para cada história. Sim, nós existimos e temos orgulho disso!

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O Trem da hype: Cyberpunk 2077 https://animesonlinebr.org/games/o-trem-da-hype-cyberpunk-2077/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-trem-da-hype-cyberpunk-2077 https://animesonlinebr.org/games/o-trem-da-hype-cyberpunk-2077/#respond Wed, 07 Oct 2020 19:00:48 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=14063 Hoje em dia é comum termos sites, propagandas que podem ser meio apelativas para alcançar públicos, e nos games isso não é diferente.

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Hoje em dia é comum termos sites, propagandas que podem ser meio apelativas para alcançar públicos, e nos games isso não é diferente. Mas, aí eu te pergunto, você acha isso certo? Vamos discutir sobre isso um pouco.

Meses atrás, tivemos um conteúdo falando das nossas expectativas sobre Cyberpunk 2077, e desde então muita coisa aconteceu, mas muita mesmo. Novas informações, trailers, comerciais, e até mesmo trailers de outros jogos falando sobre Cyberpunk, o marketing dando aquele gás maroto, e não poderia deixar de ser diferente.

Mas, o meu objetivo aqui, é fazer com que você tenha calma e respire quando o assunto for Cyberpunk 2077. Durante uns dias, em meus conteúdos no Youtube, me deparei com uma thumb que falava algo do tipo “Jogo do século: Cyberpunk 2077” e umas coisinhas a mais. E aí, ao falar com um grande amigo, me fiz o questionamento… “Jogo do século”? Talvez você aí do outro lado possa achar que sim, mas eu acho que precisamos ter calma.

Cyberpunk 2077

Desde que a internet trouxe cada vez mais informações para todos nós, é fácil descobrir coisas sobre qualquer coisa com uma rapidez enorme, e no mundo dos games, o trem do hype se tornou uma das coisas mais normais entre nós, gamers.

E aí, quero dizer uma coisa, jogo do século? É muito tempo, não? São incontáveis jogos desde os 1 de janeiro de 2001 que poderiam entrar nessa briga. E claro, até 1 de janeiro de 2101 muita coisa acontecerá, portanto, não dá para cravar algo assim.

Uma lista imensa de nomes certamente será observada no futuro como os mais importantes, influentes e inesquecíveis da história dos games. E vou mais além, se houver uma indústria dos games e se houver, como será que ela será mudada, não dá para saber.

Por outro lado, eu entendo que muitos sites, canais do youtube, precisam sim chamar atenção de alguma forma. E muitas vezes, não chamam atenção pelos seus conteúdos de qualidade, pois, no caso, e isso é uma posição do Luiz e não do NSV, perde para muita gente por aí.

Sobre Cyberpunk 2077, sim, acho que tem um potencial enorme, será um dos marcos da história dos games, bem como foi The Elder Scrolls V: Skyrim, Legend of Zelda: Breath of the Wild, The Last of Us, a série FORZA e muitos outros que você pode colocar além dessa lista aqui.

As novidades apresentadas nos últimos meses, você pode ver no site da NSV. Foram notícias e mais notícias sobre esse jogo que todos nós esperamos. E o hype é real sim, já que se trata da mesma produtora de The Witcher 3, que se vacilar, vai continuar ganhando prêmios quando for relançado para a nova geração.

Sim, eu também estou muito curioso para jogar Cyberpunk 2077 e saber tudo o que o jogo e Night City podem nos oferecer. Mas evito ver muitas coisas para que a minha experiência com o jogo não seja estregada por momentos de não surpresa e principalmente pelo monstro da hype, que pode ser mais duro que o Naruto às vezes, to certo?

Bom, da minha parte é isso, deixo como mensagem, tomem cuidado com os canais que fazem simplesmente você cair no bait de um título forçado ou uma thumb que pode não ser bem a realidade de algo. Espere o jogo lançar, e vamos começar a concluir as coisas por nós mesmos.

E claro, Cyberpunk 2077 será um jogo incrível, não tenho dúvidas, mas, como sempre, tenham cuidado com o monstro da hype.

Cyberpunk 2077 está pronto, portanto, sem mais adiamentos. O jogo será lançado dia 19 de Novembro para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X & S, PC e Stadia.

Até semana que vem com a Cronologia AC Parte 7: Assassin’s Creed Syndicate.

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10 Fatos e Curiosidades sobre The Last Of Us https://animesonlinebr.org/curiosidades/10-fatos-e-curiosidades-sobre-the-last-of-us/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-fatos-e-curiosidades-sobre-the-last-of-us https://animesonlinebr.org/curiosidades/10-fatos-e-curiosidades-sobre-the-last-of-us/#respond Tue, 09 Jun 2020 19:00:41 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=8931 The Last Of Us é um jogo de Sobrevivência, Ação, e Survival Horror, lançado originalmente em 2013, o jogo foi publicado pela Sony

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The Last Of Us é um jogo de Sobrevivência, Ação, e Survival Horror, lançado originalmente em 2013, o jogo foi publicado pela Sony Interactive Entertainment e foi desenvolvido pela Naughty Dog, empresa responsável por franquias clássicas e adoradas pelo mundo todo, como por exemplo as franquias Jak and Daxter, Crash Bandicoot e Uncharted.

É muito provável que você já tenha ouvido falar de The Last Of Us, o jogo foi reconhecido e adorado desde seu lançamento até hoje, sendo considerado um dos melhores jogos da plataforma onde foi primeiramente lançado, o Playstation 3, mas também é considerado por muitos até mesmo um dos melhores jogos do século em que foi lançado, com vários pontos positivos que sustentam esse argumento por parte dos fãs.

Mas por mais que o jogo seja sim vastamente conhecido pela comunidade fã de jogos, e até mesmo de fora dela, há diversas curiosidades, fatos, e até mesmo detalhes que valem a pena dar uma olhada de tão interessantes que são.

Então, sem mais delongas, eu lhes apresento 10 Fatos e Curiosidades sobre The Last Of Us.

Referências a Uncharted

O jogo possui diversas referências a franquia Uncharted, e são tantas referências que há a teoria de que as duas série de jogos se passam no mesmo universo! Aqui vão elas:

Depois de encontrar Sam e Henry, na casa, é possível encontrar pelúcias em um dos quartos, sendo uma dessas pelúcias, uma de Nathan Drake, protagonista de Uncharted.

Em uma das lojas de brinquedo que você pode visitar no jogo, é possível ver o Uncharted: The Board Game, um jogo de tabuleiro de Uncharted, que existe de verdade!

Há um momento no jogo, que você irá visitar um bar, que não só é o mesmo bar que está presente em Uncharted 3, mas o nome do bar aqui se chama “ O’Sullivan’s Pub”, sendo  uma referência a um personagem frequente da série Uncharted, o Victor Sullivan

Por fim, em diversos momentos do jogo, é possível ver edições do jornal “Uncharted 13”, sendo mais uma vez, uma clara referência a Uncharted.

The Last Of Us: One Night Live

Por volta de 2014, 1 ano depois do lançamento original do jogo, foi realizado o The Last Of Us: One Night Live, um evento teatral e musical que recriou os principais e mais importantes momentos do jogo, tendo como participação todo o elenco original da captura de movimentos do jogo atuando seus respectivos personagens, a participação Gustavo Santaolalla, responsável pela composição da trilha sonora do jogo, tocando suas composições ao vivo, a participação de Neil Druckmann, o diretor criativo do jogo, e até mesmo teve a revelação ao vivo de um final secreto, que se passa após o final do jogo, de fato, foi um evento único para os fãs, mas não se preocupe, se você ainda não viu, é possível achar fácil oficialmente pelo Youtube (Menos o final secreto, a transmissão do evento infelizmente é encerrado antes que ele aconteça).

O Fungo

Sabia que o fungo que é o principal responsável por toda a situação e todo o cenário do jogo foi inspirado em um fungo real? 

De fato, no nosso mundo, existe um fungo chamado Ophiocordyceps sinensis, um fungo parasita que, assim como no jogo, mata e manipula o hospedeiro que foi infectado, se alastrando pelo cérebro dele, onde pode se espalhar e gerar mais vítimas. Mas não se preocupe, esse fungo ataca somente formigas e artrópodes similares, ou seja, diferente do jogo, não é possível para esse parasita infectar os humanos e causar um estrago tão grande como no jogo que lhe usou como base.

Gustavo Santaolalla

O responsável pela trilha sonora do jogo, é o compositor argentino Gustavo Santaolalla, um compositor renomado, que não só trabalhou em diversos filmes, mas também até mesmo já conseguiu 2 prêmios do Oscar na categoria “Melhor trilha sonora original”, com seus trabalhos nos filmes Babel e O Segredo de Brokeback Mountain. Mas, o fato interessante sobre ele é que, o trabalho realizado por ele em The Last Of Us foi o seu primeiro trabalho para um Game. Outro fato também interessante da produção da trilha sonora, é que Santaolalla compôs as trilhas de uma forma mais experimental, trabalhando principalmente com instrumentos que ele não sabia tocar, ou que ele tinha pouco contato e experiência.

Outras Inspirações

O jogo teve inspiração em várias obras de diversas mídias diferentes, desde quadrinhos e filmes, a até mesmo documentários.

Dentre os vários nomes, estão os livros  “The World Without Us”, “A estrada” e “City of Thieves”, o documentário “Planet Earth (Planeta terra) da BBC, e vários filmes, como “A lista de Schindler”, “Gravidade” e “Onde os fracos não têm vez”.

Estudos sobre Pandemias

Neil Druckmann, o diretor criativo do jogo, não só se inspirou em fungos e outras obras pós apocalípticas para criar o seu universo, mas também estudou e pesquisou sobre as diversas pandemias que atacaram o mundo ao decorrer da história, como por exemplo a Gripe espanhola de 1918, sendo um dos principais intuitos dele ao realizar essas pesquisas, reparar qual era a reação dos seres humanos durante esses tempos difíceis, como que a gente historicamente tentou parar essas situações, e até mesmo o medo e desespero sentido na época, servindo assim de base para o jogo. 

Sonhos Americanos

No mesmo ano do lançamento do jogo, meses depois foi lançada a série em quadrinhos The Last Of Us: American Dreams (Sonhos Americanos), uma história que se passa antes dos acontecimentos principais do jogo, sendo protagonizado pela personagem Ellie, e a sua amiga Riley Abel

Em sua produção, a sua narrativa foi escrita por Neil Druckmann (Diretor criativo do jogo) e Faith Erin Hicks, animadora e cartunista responsável por diversas histórias em quadrinhos, como “The Nameless City”, “Friends With Boys”, e os quadrinhos de “Avatar, a lenda de Aang”.

Caso você tenha interesse pelos quadrinhos, eles foram publicados aqui no Brasil pela Editora New Pop, pelo nome de The Last Of Us: Sonhos Americanos.

Premiações

O jogo venceu várias premiações desde seu lançamento, acumulando mais de 200 deles!

Dentre os vários prêmios, muitos deles vão para Melhor interpretação Masculina, Melhor interpretação Feminina, Melhor jogo do ano, Melhor trilha Sonora, Melhor áudio, Melhor personagem Masculino, Melhor personagem Feminino, Melhor Narrativa, dentre vários outros.

A Capa do Jogo

Uma curiosidade bem legal, é que em relação a capa do jogo, a Naughty Dog, produtora dele, foi pressionada para que a Ellie, uma das protagonistas do jogo, não ficasse em destaque na capa, para quê o outro protagonista, o Joel, ocupasse o lugar de destaque.

A Naughty Dog, não só se recusou a fazer isso, mas fez questão que a Ellie ficasse em destaque não só na capa do jogo, mas também em materiais promocionais e até mesmo na capa da edição remasterizada do jogo para Playstation 4.

O “vazamento” da sequência

Por fim, eu gostaria de contar o caso em que a Parte 2 de The Last Of Us foi acidentalmente confirmado antes de seu devido anúncio.

Em Agosto de 2015, a Naughty Dog realizou uma Live com a participação de vários membros da casa, mas o vazamento aconteceu em um momento quando Josh Scherr, um dos escritores da empresa, acidentalmente se referiu ao jogo como “A primeira parte de The Last Of Us”, o’que gerou muitas dúvidas por parte dos fãs mais aficionados, sendo possível afirmar que, se essa era a “Primeira parte”, é bem provável que de fato vá existir a segunda parte, e de fato os fãs estavam certos, já que no ano seguinte de 2016, foi de fato anunciada a sequência “The Last Of Us: Part 2

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