Streets of Rage - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Fri, 08 Dec 2023 13:51:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Streets of Rage - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 SEGA: Iniciativa para produzir novos títulos de franquias queridas https://animesonlinebr.org/noticias/sega-iniciativa-para-produzir-novos-titulos-de-franquias-queridas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sega-iniciativa-para-produzir-novos-titulos-de-franquias-queridas https://animesonlinebr.org/noticias/sega-iniciativa-para-produzir-novos-titulos-de-franquias-queridas/#respond Fri, 08 Dec 2023 13:51:03 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=37744 Durante o The Game Awards 2023, um dos maiores eventos anuais da indústria de videogames no mundo, a SEGA of America divulgou uma

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Durante o The Game Awards 2023, um dos maiores eventos anuais da indústria de videogames no mundo, a SEGA of America divulgou uma iniciativa para produzir novos títulos de franquias queridas do baú de tesouros da empresa. Atualmente, novos jogos estão em desenvolvimento para cinco franquias clássicas da empresa: Crazy Taxi, Golden Axe, Jet Set Radio, Shinobi e Streets of Rage – todos reimaginados para o público moderno.

“Nos últimos anos, Sonic the Hedgehog abriu novos caminhos para a SEGA, dando vida à franquia e alcançando novos públicos de maneiras com as quais apenas sonhávamos no passado. Construindo esse sucesso, estamos vasculhando nosso legado e reimaginando várias franquias para levar esses jogos para mais públicos pelo mundo todo”, diz o Co-COO da SEGA Corporation e CEO da SEGA of America, Shuji Utsumi. “O anúncio de hoje é apenas o começo de nossa iniciativa. Em primeiro lugar, nossa ambição será criar ótimos jogos com personagens e mundos memoráveis. Esperamos que os fãs de todas as idades olhem para o nosso futuro com empolgação ao lançar esses projetos nos próximos anos”.

Os próximos projetos abrangem uma variedade de gêneros, estão atualmente em diferentes estágios de desenvolvimento e serão lançados nos próximos anos. Os primeiros desses jogos será baseado nas seguintes franquias clássicas:

  • Crazy Taxi – Série de aventura com carros em alta velocidade, onde os jogadores devem driblar o tráfego em um ambiente de jogo aberto para entregar passageiros a seus destinos antes que o tempo acabe.
  • Golden Axe – Série estilo “Hack and Slash” com combates corpo a corpo em um mundo de fantasia com monstros, espadas e magia.
  • Jet Set Radio – Esta franquia combina travessia muita ação em uma Tóquio vibrante com patinação, grafites, cultura de rua e temas rebeldes.
  • Shinobi – Uma série que utiliza shurikens ninja, ninjutsu, ataques especiais e muito mais para derrotar os inimigos em uma mistura de ação e ambientes desafiadores.
  • Streets of Rage – Uma série de estilo “Beat ‘Em Up” que combina punhos em ritmo acelerado com música moderna em um ambiente urbano sem lei.

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Fight’N Rage – Beat ‘Em Up bem charmoso https://animesonlinebr.org/review/fightn-rage-beat-em-up-bem-charmoso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fightn-rage-beat-em-up-bem-charmoso https://animesonlinebr.org/review/fightn-rage-beat-em-up-bem-charmoso/#respond Tue, 28 Feb 2023 09:00:43 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35010 Se tem um gênero de jogos bem famoso na década dos anos 90 é o “Beat ‘Em Up”, tanto que nos últimos anos

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Se tem um gênero de jogos bem famoso na década dos anos 90 é o “Beat ‘Em Up”, tanto que nos últimos anos acabou reaparecendo ótimos games do tal gênero, e um que vale destaque é o Fight’N Rage, jogo indie lançado pelo estúdio uruguaio SebaGamesDev, e posteriormente publicado e portado pra consoles com apoio da BlitWorks (que já trabalhou em ports, como a versão HD de Jet Set Radio), vamos comentar um pouco sobre o game.

No jogo você controla os personagens Gal (uma garota lutadora), Ricardo (uma espécie de touro) e/ou F. Morris (um lutador que tem uma jogabilidade melhor que os anteriores), e a história do game se passa num mundo futurista onde os seres humanos foram escravizados por monstros e animais sob efeito de mutação (como porcos, lobos e ratos, que usam até armas de corpo à corpo).

É possível jogar tanto no Single Player, como também em co-op.

Trecho de gameplay do Fight'N Rage

Os controles você usa os botões de esquerda e direita pra andar pra frente e trás (e apertando duas vezes você dá uma corridinha), além de apertar cima e baixo pra caminhar pra profundidade do cenário (enfim, comandos básicos pra um Beat ‘Em Up), botão de ataque, de pulo onde você também pode atacar no ar, e também o botão de ataque especial. Sobre o ataque especial, é recomendável que você usufrua dele apenas quando a sua barrinha com as siglas “SP” estiver cheia, caso contrário, você acaba consumindo sua vida no lugar, e pode te prejudicar bastante principalmente com a presença de vários inimigos.

Além do modo campanha, Fight’N Rage também tem um Battle Mode, onde você luta contra a CPU ou com um amigo assumindo o Player 2, além disso o jogo também tem um menu extra, conforme você vai acumulando muitos pontos durante sua jogatina (antes de possivelmente tomar um Game Over), você pode desbloquear skins pros protagonistas e personagens novos (que seriam os inimigos do game).

Fight'N Rage - Modo Batalha

Bem, o Fight’N Rage é um jogo bacana de se experimentar, com gráficos 16-Bits, ele lembra bastante o clássicos de NES, Master System, Mega Drive e Super Nintendo, como Streets Of Rage, Battletoads, os jogos das Tartarugas Ninja feitos pela Konami, Final Fight, Fatal Fury etc, porém ele é um jogo com uma dificuldade desbalanceada demais, em uns momentos acabam aparecendo uma onda de inimigos até mesmo quando você está no meio de um boss, e exige bastante do raciocínio do jogador pra usar o ataque especial. Isso não torna o jogo ruim, mas muito desafiador principalmente pra jogadores novos do gênero, porém vale a pena dar chances ao game.

Vale lembrar que Fight’N Rage levou alguns anos pra ser desenvolvido até o seu lançamento no ano de 2017 (PC) e 2019 (consoles), e feito originalmente por uma pessoa só, o Sebastián García (dono da SebaGamesDev) e trilha sonora composta pelo Gonzalo Varela.

Você pode comprar o Fight’N Rage pra PC via Steam e GOG.com, PlayStation 4, XBOX One e Nintendo Switch.

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DLC “O PESADELO DE MR. X” para Streets of Rage 4 está disponível no Nintendo Switch https://animesonlinebr.org/noticias/dlc-o-pesadelo-de-mr-x-para-streets-of-rage-4-esta-disponivel-no-nintendo-switch/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dlc-o-pesadelo-de-mr-x-para-streets-of-rage-4-esta-disponivel-no-nintendo-switch https://animesonlinebr.org/noticias/dlc-o-pesadelo-de-mr-x-para-streets-of-rage-4-esta-disponivel-no-nintendo-switch/#respond Tue, 27 Jul 2021 00:06:01 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=23359 A publisher e co-desenvolvedora Dotemu, ao lado dos co-desenvolvedores Lizardcube e Guard Crush Games, anunciou que o bug que impossibilitava a compra do

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A publisher e co-desenvolvedora Dotemu, ao lado dos co-desenvolvedores Lizardcube e Guard Crush Games, anunciou que o bug que impossibilitava a compra do aguardado DLC O Pesadelo de Mr. X na e-shop do Nintendo Switch finalmente foi corrigido, possibilitando a chegada do sucesso de críticas aos fãs da Nintendo que não aguentavam mais esperar. O conteúdo adicional especialmente criado para Streets of Rage 4 ficou disponível originalmente para Playstation 4, Xbox One e PCs (via Steam, GOG, e a Microsoft Store) no último dia 15 de julho, com preços a partir de R$14,10.

Para ativar a DLC, os jogadores de Nintendo Switch precisarão entrar primeiro em Streets of Rage 4 para então localizar a opção DLC. Para facilitar a vida, a Dotemu preparou um vídeo para os fãs mostrando um passo a passo de como ativar o novo conteúdo.

O Pesadelo de Mr. X

“Gostaríamos primeiro de pedir desculpas aos nossos jogadores do Switch – isso não deveria ter acontecido e lamentamos muito tê-los deixado esperando”, explicou Cyrille Imbert, diretor executivo da Dotemu. “Agradecemos a cada um de vocês pelo apoio e podemos garantir que trabalharemos diligentemente para que isso jamais aconteça novamente.”

A DLC O Pesadelo de Mr. X já está disponível no Nintendo Switch com um desconto promocional de 15%.

Trailer O Pesadelo de Mr. X

 

A DLC O Pesadelo de Mr. X traz uma infinidade de novidades e recursos à Streets of Rage 4 que abrangem várias áreas diferentes:

Novos lutadores jogáveis: apresentando a estreia jogável da poderosa oficial Estel Aguirre, juntamente com o esperado retorno de versões jogáveis ​​totalmente renovadas de Max Thunder e Shiva, ambos personagens amados de Streets of Rage 2 e Streets of Rage 3.

Modo de sobrevivência: um desafio inventivo e imensamente rejogável, onde os lutadores derrotam ondas infinitas de inimigos e ganham vantagens enquanto puderem permanecer vivos. O Modo Aleatório mantém cada luta imprevisível por meio de jogadas geradas de forma procedural e o Modo Semanal é uma série de desafios únicos gerados a cada semana que deixarão os jogadores em alerta enquanto lutam pelas ruas de Wood Oak City em busca do primeiro lugar. Cada nível concluído oferece uma escolha de vantagens cumulativas aleatórias para deixar tudo mais interessante.

Novos movimentos: desbloqueie novos ataques permanentes e novos movimentos para uso em qualquer um dos modos do Streets of Rage 4, permitindo que os jogadores personalizem as listas de movimento para seus personagens favoritos. Até personagens Retro agora têm novos movimentos!

Novos armamentos: o progresso desbloqueia novas armas devastadoras no Modo de Treinamento, bem como no conteúdo da galeria.

O Pesadelo de Mr. X

Os placares mostram quem é o chefe: os placares de líderes do modo também acompanham as batalhas mais disputadas da comunidade; quem será o melhor lutador de Wood Oak City?

Novas músicas: continue curtindo o game com músicas originais inéditas de Tee Lopes (Sonic Mania, League of Legends).

E espere, tem muito mais: uma atualização gratuita separada adiciona um Modo de Treinamento profundo, opções de paleta de cores, a diabólica dificuldade New Mania +, além de uma riqueza de refinamentos e mudanças de equilíbrio que abordam o feedback da comunidade apaixonada do Streets of Rage 4.

Sobre o Jogo

Streets of Rage 4 é o revival da clássica série beat em ‘up que foi lançado em 2020. Depois de mais de 25 anos, Streets of Rage 4 trouxe a série para a era moderna, recebendo elogios da crítica pela evolução nas características que são marcas registradas. O jogo bateu a marca de mais de 2,5 milhões de cópias apresentando personagens novos e figurinhas carimbadas, além de uma excepcional arte desenhada à mão, novas habilidades e mecânicas de combate, desbloqueio de personagens em pixel art retrô e uma trilha sonora criada em homenagem ao som e estilo que tornaram os jogos originais tão populares

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Streets Of Rage 4: Eles voltaram às ruas! https://animesonlinebr.org/review/streets-of-rage-4-eles-voltaram-as-ruas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=streets-of-rage-4-eles-voltaram-as-ruas https://animesonlinebr.org/review/streets-of-rage-4-eles-voltaram-as-ruas/#respond Wed, 16 Sep 2020 19:00:13 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=13199 Streets Of Rage (Conhecida no Japão como Bare Knuckle) é uma clássica série de jogos no estilo Beat Em up, em que os

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Streets Of Rage (Conhecida no Japão como Bare Knuckle) é uma clássica série de jogos no estilo Beat Em up, em que os jogadores controlavam ex-policiais que lutavam por conta própria em uma cidade caótica, cheia de inimigos, para deter os planos do grande vilão, Mr.X.

Contando com 3 jogos, essa série foi um marco na época em que foi lançada, e tem vários motivos para isso, desde a sua incrível trilha sonora, como também personagens marcantes e um ótimo visual para o seu console, o Mega Drive, mas com certeza um dos principais motivos que mais chamavam atenção ao jogo, foi o fato de que ele conseguiu trazer de maneira autêntica e muito bem feita, o dinamismo dos jogos Beat Em up que ocupavam os Arcades para os consoles caseiros, já que na época, nenhuma empresa conseguiu fazer um jogo de porradaria tão bom quanto para os consoles de mesa, ou até mesmo uma conversão que fosse tão fiel como a versão original que se encontrava nas casas de jogos.

Mas infelizmente, se passaram vários anos, e a série nunca deixou de ser uma trilogia lançada para o console clássico da SEGA, mesmo com uma grande quantidade de fãs e jogadores que foram marcados ao conhecerem a série de jogos pelo mundo todo, até agora!

Finalmente, anos depois de seu anúncio, que pegou a todos, principalmente os fãs de longa data da SEGA de surpresa, foi lançado Streets Of Rage 4 em 2020, um jogo produzido pela DotEmu, Lizard Cube, e pela Guard Crush Games, trazendo um visual completamente repaginado, novas músicas, novos personagens e uma nova história, procurando trazer de volta tudo que agradou os fãs de longa data, mas ainda sim se adequando aos jogos da era moderna.

Mas como ficou esse retorno? Ele conseguiu mesmo trazer a franquia de volta em boa forma? Ele pode mesmo agradar tanto os fãs antigos quanto os novos? Valeu a pena esperar tanto tempo por esse jogo? E se você nunca jogou um jogo da série? Vale a pena conhecer a série por esse? Essas perguntas e muito mais serão respondidas aqui, na análise de Streets Of Rage 4!

Narrativa

A narrativa de Streets of Rage 4 é bem simples. 10 anos se passaram desde os acontecimentos de Streets of Rage 3, e desde então, após conseguirem de uma vez por todas derrotar o terrível Mr.X, a cidade onde os heróis vivem finalmente conseguiu paz, mas não por muito tempo.

Os filhos e sucessores de Mr.X, Os gêmeos Y, decidiram continuar o legado de seu falecido pai e ergueram juntos um novo império de criminalidade para apavorar e causar o terror na cidade, assim como ele havia feito antigamente.

Mas, assim como nos velhos tempos, os ex-policiais que salvaram a cidade no passado, Axel Stone e Blaze Fielding voltaram para mais uma vez por um fim nessa onda de criminalidade, e como sempre, eles não voltaram sozinhos para as lutas. Junto deles, estão dois personagens novos, Cherry Hunter e Floyd Iraia, sendo Cherry a filha do grande amigo e companheiro de briga de Axel e Blaze, Adam Hunter, e Floyd Iraia, um enorme e poderoso ciborgue que é o aprendiz de Dr.Zan, o antigo aliado deles que lutou contra o Mr.X no último jogo.

E a partir dessa união, os 4 heróis partem novamente para as ruas, para mais uma vez salvar a cidade, encontrando velhos rivais, novos inimigos, e uma nova aventura.

Essa é a premissa básica de Streets Of Rage 4, e como afirmei antes, ela não é muito complexa, e isso não é um problema, já que ele segue o padrão de assim como os jogos que seguem esse estilo, e até mesmo dos Streets Of Rage anteriores, sendo que você já consegue entender o necessário no começo para partir pra jogatina e se divertir, e falando na jogatina…

Jogabilidade

 

A jogabilidade, assim como os jogos anteriores e os jogos do estilo Beat Em Up, é tão clássica e marcante como se pode imaginar.

Você tem vários botões de ataque à sua disposição, e seu principal objetivo é, sem dó nem piedade, descer a porrada em todos que cruzarem seu caminho, com o personagem a sua escolha. Cada personagem tem características e movimentos únicos, que não só ajudam a diferenciar eles em jogabilidade, como também diversifica bastante como você vai lutar, sendo o impacto de qual personagem você vai escolher para a partida um fator a se levar em conta, mas não se preocupe, nenhum deles é muito difícil de jogar, o’que é ótimo também.

Uma regra que funciona para todos os personagens por exemplo, é como eles atacam. Além dos ataques padrão, há ataques especiais, que gastam um pouco da sua vida, e que é recuperável enquanto você luta, e também todos têm ataques super especiais, que fazem um enorme estrago, mas para utilizá-los, você precisa pegar estrelas durante a partida, e falando sobre itens que você deve pegar, há muitos deles aqui. 

Durante a aventura, assim como todo e qualquer bom Beat Em Up, estarão disponíveis a você diversos itens para coletar enquanto progride, variando de moedas e sacos de dinheiro para aumentar sua pontuação, as clássicas comidas que recuperam sua vida, a até mesmo armas, como facas, tacos de baseball, shurikens, e muito mais!

Mas não só de elementos clássicos vive Streets Of Rage 4, há também nele vários elementos novos para a série!

Um dos destaques mais chamativos dele é em questão ao número de jogadores disponíveis. Desde o primeiro jogo, sempre foi possível jogar em duplas, sendo possível ter dois jogadores em tela para se divertir, mas aqui a opção literalmente se elevou ao quadrado, já que é possível que até 4 pessoas possam se reunir para jogar o jogo juntos, trazendo uma diversão inédita a franquia.

Além disso além disso, há também modos únicos pro jogo. Além do modo história, na qual você acompanha história por meio de Cutscenes, há também o Modo Arcade, no qual você joga as fases livremente, um modo Boss Rush, no qual você enfrenta somente os chefes, um seguido do outro, e o Modo Batalha, que ao invés de você enfrentar os diversos inimigos e chefes da campanha, você enfrenta o seu amigo, em uma partida onde cada um escolhe o seu personagem e os dois lutam entre si.

Resumindo, Streets Of Rage 4 traz consigo o melhor dos jogos anteriores e do gênero, mas ainda sim trazendo consigo novidades que se encaixam muito bem a ele, não só como uma sequência, como também para um jogo lançado nos dias de hoje.

Trilha sonora

Seria um verdadeiro crime eu não destacar a trilha sonora de Streets Of Rage 4.

Desde o primeiro jogo da série, as trilhas e composições sempre foram um dos destaques mais fortes dos jogos, e isso se deve ao grande trabalho que era efetuado pelo responsável dessas músicas, Yuzo Koshiro, que não só era compositor, mas também tinha conhecimentos sobre tecnologia, Hardware e Software, logo, ele sempre se aproveitava ao máximo do console da SEGA para colocar suas músicas, que sempre eram cheias de ótimas batidas, dignas das baladas e casas de cerimônias.

Aqui, Yuzo Koshiro está de volta para a alegria dos fãs, mas ele não está sozinho aqui, muito pelo contrário, ele não poderia estar melhor acompanhado.

O grupo responsável pela trilha sonora de Streets Of Rage 4 é tão incrível, talentoso e extenso, que vale a pena informar aqui quem são eles, mas sem detalhar muito, para esse tópico não ficar gigante, mas se você gosta das músicas de games, vale a conhecer cada um deles, já que todos, sem exceção, tem por trás de seu repertório, um histórico enorme de músicas incríveis e icônicas, principalmente no mundo dos jogos. Na verdade, é até provável que você já tenha ouvido o trabalho de algum deles em seus jogos favoritos.

Junto de Koshiro estão: Olivier Deriviere, Motohiro Kawashima, Yoko Shimomura, Keiji Yamagashi, Harumi Fujita, Das Mörtal e Groundislava.

E bem, como é de se esperar, o resultado dessa união matadora não poderia resultar em algo diferente, a trilha sonora é simplesmente linda, cheia de ótimas músicas e composições, mas sempre focando na música eletrônica, que é o foco da trilha sonora dos jogos de Streets Of Rage desde o primeiro jogo, mas com certeza, o conjunto de músicas é um dos melhores, se não o melhor que essa série já recebeu. 

Visual

O estilo artístico e visual de Streets Of Rage 4 talvez tenha sido um dos resultados desse retorno que ficaram mais diferentes em sua apresentação, se comparado com seus antecessores, mas ainda sim o visual ficou lindo.

O estilo artístico de Streets Of Rage 4 se assemelha bastante ao visual das HQs, das Graphic Novels, e até mesmo de algumas animações, sendo essa inspiração bem clara nas Cutscenes do modo de história, e faz sentido que o jogo possua esse visual bem marcante, já que um dos estúdios responsáveis pelo jogo, a Lizard Cube, também trabalhou em Wonder Boy: The Dragon’s Trap, que possuía um estilo visual muito similar.

Também é possível reparar de diferente em comparação com os jogos anteriores, que o próprio Design dos personagens mudaram, principalmente os protagonistas dos jogos anteriores, que aparentam estar mais velhos. Enquanto os personagens lutam, os efeitos especiais, principalmente nos ataques especiais estão bem bonitos também, já que eles possuem cores e iluminação bem chamativas e belas.

Em suma, o visual de Streets Of Rage 4 é sim bem diferente de seus antecessores, mas ainda sim é um jogo bem bonito de se ver, e isso independente do quanto de personagens estão na tela.

Positivos VS Negativos

Bom, agora os pontos que podem atrapalhar na diversão.

Acredito sinceramente que não há muitos pontos negativos aqui, tanto para os veteranos como para os novatos.

Algo que vale a pena citar aqui, é que o jogo é sim um pouco repetitivo, já que a sua jogabilidade é simples, e por natureza repetitiva. Além disso, por mais que os modos a mais sejam sim bem agradáveis, eles não causam uma diferença tão brusca ou enorme em sua experiência, já que algumas das fases e alguns dos inimigos acabam sendo um pouco similares entre si.

Então, mas mesmo que esses pontos realmente existam, é importante citar que há um motivo para isso. O jogo é um Beat Em Up, e como todo Beat Em Up, ele acaba possuindo esses elementos, logo, acredito que julgar esses fatores como pontos negativos por si só, é algo mais complicado, já que os jogos nesse estilo sempre são assim, seja um jogo da série Streets Of Rage ou não, com isso, eu quero dizer que eu, pessoalmente, não considero esses pontos negativos, já que eles existirem e estarem presentes faz parte da norma, mas ainda vale citar, principalmente se você não está acostumado com esse tipo de jogo. 

Outros destaques

O jogo possui vários desbloqueáveis, sendo esses, inúmeras referências aos jogos anteriores de Streets Of Rage, que vão desde fases secretas que imitam o estilo visual dos jogos mais antigos, a até mesmo novos personagens, que são versões diferentes e mais antigas protagonistas, além de outros personagens únicos, que são os que pertencem aos jogos anteriores da série, mas não apareceram na história.

Conclusão

Streets Of Rage 4 é com certeza uma verdadeira carta de amor a série Streets Of Rage, que finalmente depois de tantos anos voltou ao mundo dos jogos, e não podia ter voltado melhor, com uma ótima jogabilidade, um visual belíssimo, uma trilha sonora impecável, modos divertidos, e novidades para os fãs de longa data.

Se você gosta de jogos de luta, estilo Beat Em Up, esse jogo é uma ótima pedida para você, e se você é um fã de Streets Of Rage, com certeza é um jogo indispensável.

Streets Of Rage 4 está disponível para Switch, por $24.99, Xbox One por R$92,45, PS4 por R$103,90 e PC por R$92,45 pela Steam, R$92,49 pela GOG, e $24,99 pela Humble

Notas:
Gráficos: 4,5/5
Jogabilidade: 4,5/5
Diversão: 4/5
Som: 5/5
Narrativa: 3,5/5
Geral: 4,3/5

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Amor de Gamer para Gamer https://animesonlinebr.org/curiosidades/amor-de-gamer-para-gamer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=amor-de-gamer-para-gamer https://animesonlinebr.org/curiosidades/amor-de-gamer-para-gamer/#respond Wed, 10 Jun 2020 19:00:18 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=8990 Pense no seu primeiro amor, aquele te fez brilhar os olhos na primeira vez em que vocês uniram suas mãos. Esse amor, te

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Pense no seu primeiro amor, aquele te fez brilhar os olhos na primeira vez em que vocês uniram suas mãos. Esse amor, te levou para lugares nunca antes explorados, te apresentou seus amigos, que por sua vez, lhe contaram suas histórias. Esse amor, te fez chorar, dar risadas, compartilhou com você momentos de amor, angústia, medos e até mesmo testemunhar a morte.

Em meio ao caos, o amor faz seu papel: Unir pessoas, tribos e gêneros. Com os gamers não é diferente, e nessa semana que se comemora o dia dos namorados, tenho uma pergunta para você: Qual game, personagem, console ou história fez com que seu coração se transformasse em um coração gamer? Hoje vamos partilhar o amor de gamer para gamer

E hoje, não será o Luiz que vai trocar aquele papo de toda quarta com você aí do outro lado. Não, o Luiz vai trazer histórias diferentes, de pessoas diferentes, que quiseram compartilhar com você o amor de gamer para gamer que vocês têm em comum. Sente-se, prepare os lenços, talvez você precise e vamos começar.

Vamos começar com o Luan Ely, que falou diretamente para a indústria:

De gamer para gamer – Indústria

“Vídeo Games eu te amo. Falar que jogar é minha vida seria o resumo perfeito. Pois ao acordar penso em jogar, e vou dormir pensando que poderia jogar um pouco mais. Desde que me conheço por gente tem um controle na minha mão, e independentemente da plataforma o que importa é jogar, seja singleplayer ou multiplayer o importante é estar no mundinho. Seja na era medieval sombria em The Witcher, seja no velho oeste em Red Dead Redemption, nas loucuras online que GTA On-line pode te proporcionar, ou até a simplicidade, mas profunda de Journey. Vivenciar todas essas experiências é o que me faz ser um apaixonado por games das suas mais variadas formas.”

O amor de gamer para gamer ultrapassa gerações, como o exemplo de Rafael Tosi:

Mega Drive

Quatro letras, um mesmo sentimento.

Sou um jovem “tiozinho” que nasceu no início da década de 1980 e que teve o privilégio de experimentar os universos lúdicos dos jogos eletrônicos ainda novo. Aquelas telas coloridas dispostas em gabinetes de madeira se encontravam nos mais plurais e heterogêneos locais da cidade onde eu moro (São Paulo), acompanhando-me em vários dos destinos onde eu ia com o meu pai: lava-rápidos, botecos e shoppings centers.

Era muito comum encontrar amigos da escola com consoles e eu, particularmente, tive dois antes de descobrir minha primeira paixão da pré-adolescência. Em comum com o sentimento, a produtora deste console tem duas vogais e duas consolantes, assim como a palavra A-M-O-R. Também carrega em mim a mesma irracionalidade que todos os poetas já descreveram, uma vez que minha escolha pode ser desconstruída por diversos especialistas em seus mais racionais argumentos. Mas minha predileção pela SEGA e seu Mega Drive transcende as especificações técnicas e desemboca diretamente no coração.

Consoles em casa

Com a promessa de trazer os fliperamas para sua casa, a aposta da produtora japonesa foi a de captar a grande base de fãs de games como Golden Axe e Altered Beast para os consoles domésticos. Claro que eu, como fã de jogos cooperativos que eram sempre acompanhados de meu irmão mais velho, fui fisgado pela promessa de ter aqueles games tão legais na televisão de minha casa.

Como um jovem apaixonado, fiz promessas e sacrifícios para conseguir ganhar o tão desejado prêmio no natal. Era 1990 e abdicando dos meus presentes de aniversário e de Natal, associado com um desempenho escolar exemplar, eu e meu irmão fomos presenteados com o console retangular preto com bordas arredondadas. Assim como no amor, do sacrifício e esforço saíram a satisfação.

Naquelas letras A, B e C existentes no joystick, eu encontrei epopeias inteiras de resgate de animais de um cientista louco, uma corrida contra o tempo à bordo de uma Ferrari vermelha ou mesmo a destruição de uma organização criminosa que oprimia uma cidade. Nos cartuchos de Sonic the Hedgehog 1 e 2, Out Run, Streets of Rage 2, só para citar alguns, eu continuo mantendo viva aquela emoção de passar tardes acompanhado e fazer a manutenção do amor.

Amor de gamer para gamer

Transcendendo Gerações

Só que ao invés de ter um amor fraternal e ser o player 2 do meu irmão, hoje o amor transfigurou para o paternal e o segundo controle hoje pertence à minha filha. O amor, assim como a energia, é algo que não desaparece, mas sim, se transforma. Neste meu caso, ele não some, mas sim, se passa para a próxima geração. ”

Como dito no início, o amor pelos games nos levam a conhecer histórias, e no amor de gamer para gamer de Victor Hugo, ele fala quando conheceu seu herói:

Big Boss

Minha carta é dedicada ao médico que salvou a vida do meu herói, Big Boss, que por ventura acabou se tornando meu herói também junto com o próprio Big Boss, alguns já devem suspeitar que estou falando do Venom Snake e de como ele se tornou o homem que vendeu o mundo.

Eu estava lá te acompanhando em cada missão que você se empenhava pela reconstrução da Morther Base e do desejo de criar um mundo livre, e vi o quanto se esforçou e sofreu, mas o mais importante eu vi você morrendo aos poucos.

Deixando de ser alguém e se tornando apenas um fantasma de alguém que você amava, virando Phantom Snake. Mas para mim mesmo não sendo sua intenção, este foi um dos atos mais nobres que pude ver, pois mesmo ao descobrir a verdade por trás da sua falsa identidade, você continuou firme e mantendo o nosso sonho vivo, o seu, o meu e do Big Boss.

Eu sei como é duro perder tudo e as vezes até nos perder de nós mesmos. Mas você foi forte o suficiente para continuar e suas forças me deram forças para continuar também, a me descobrir novamente e entender que se eu quiser, eu posso ser uma pessoa melhor todos os dias, se eu quiser, eu posso ser também um Big Boss.

Eu sinto pena pela sua história, mas sinto orgulho de quem você se tornou, para mim você é o verdadeiro homem que vendeu o mundo, e com razão. ”

Nem sempre nossas vidas podem estar no melhor momento, mas é nessas horas que recebemos algo de entes queridos e nossas vidas ganham mais cores, é isso que Giselle Alves nos conta:

De gamer para gamer – Nintendo DSiXL

“Em 2011 pedi um Nintendo DS de aniversário, foi a primeira vez que meus pais puderam me dar um videogame. Ganhei um DSiXL porque XL era meu apelido na escola. Foi uma época difícil na minha vida, mas com esse DS tive centenas de momentos felizes, foi com ele que minha paixão por jogos realmente cresceu, conheci amigos preciosos graças a ele. 9 anos depois, ainda jogo com ele. Esse DSiXL sempre terá um lugar especial no meu coração. ”

Os últimos dois depoimentos, descrevem para seus jogos, o quanto eles foram importantes em suas vidas, jogos da mesma franquia, mas de numeração diferente. Vamos começar pela Thais Spierr e sua dedicatória à Final Fantasy VII:

Final Fantasy VII

“O jogo foi lançado em 1997 e, o meu primeiro contato com ele foi por volta dos anos 2000, quando eu tinha cerca de 5 anos de idade. Quando viajávamos, eu via meu irmão jogando, coisa e tal… naquela época de colégio, a gente ficava muito nessa de “você só pode jogar quando terminar o dever de casa”, esse tipo de coisa, sabe? Eu sempre via a galera mais velha jogando. Meu irmão, meus primos e não entendi muita coisa. […], eu era vidrada com Final Fantasy VII, por causa da trilha sonora. Porque, a trilha sonora de Final Fantasy VII, para mim, foi uma coisa muito marcante.

Então, meio que você acabando entendendo os contextos também das coisas por causa da música, sabe? Se uma cena era tensa, se uma cena não era tensa. Se a cena era bonita, ou não era bonita, você acabava matando a charada, bem ou mal, por causa da música. Porque, naquela época, não era todo mundo que entendia inglês.

Tifa

Então, comecei a ter mais noção do que realmente estava acontecendo no mundo de Final Fantasy. E foi amor à primeira vista. Aí, peguei para jogar e logo fiquei louca com a Tifa, porque eu achava que ela não era aquela personagem clichê. Que servia apenas como uma “muleta emocional”. Apesar de servir, sim, como uma “muleta emocional”, mas muito, além disso também.

Ela era uma baita de uma protagonista com senso de humor, sensibilidade, ela é forte, quer a vingança do jeito dela, quer ajudar os amigos do jeito dela. E aquilo, para mim, foi muito mais do que eu imaginava, era aquilo que eu queria ser. Era muito match com o que eu pensava, com as ideias que eu tinha dos meus amigos, se estou com eles, vou protegê-los até o fim, quero ser a melhor amiga ao máximo e não tenho vergonha de admitir quem são as pessoas que eu realmente admiro.

De gamer para gamer

Membros da Avalanche

Não apenas a Tifa, como também, o Barret, a Aerith, com o senso dela de “coração mole”. Eu acho que, todo o grupo avalanche, no geral, para mim, foi um baita de um marco. E, bem ou mal, você tem que pensar que, naquela época, os jogos não tinham fala, eram apenas quadrinhos. E, quando entendia alguma coisa, eu ficava emocionada. Inclusive, agora, estou quase morrendo ao falar sobre isso.

Porque, para mim, um depoimento sobre Final Fantasy VII é uma coisa muito particular, sabe?! Mexe com muita coisa e, eu acho que foi o meu primeiro baque, com jogos, no geral, foi quando a gente teve aquela cena emblemática com Aerith. Porque, até então, os jogos naquele momento não costumavam dar “cabo” em personagens, assim, de uma hora para outra, sabe?! E, aquilo me marcou muito. Porque fiquei me questionando “como assim?”. Esse tipo de coisa realmente acontece. Porque, bem ou mal, você levava aquilo para a vida. Os games eram uma espécie de refúgio, porque você sabia que aquilo não ia acontecer nos games, porém, passou a acontecer nos games também. Aquilo, para mim, foi um headshot, entende?

Crisis Core e Zack

Crisis Core eu o joguei logo no lançamento, porque assim, a gente fica sabendo mais do background do Zack. Da própria Aerith com o Zack e toda a história mais peculiar sobre Jenova e o próprio Sephiroth. […] depois de mais madura, eu decidi jogar novamente o Final Fantasy original. E, novamente, quando peguei para jogar de novo, foi mais um baque emocional. Bem maior do que eu poderia imaginar. Porque, aquele personagem que estava ao lado do Cloud, em certos momentos, você via o background dele, você via o sofrimento dele, tudo pelo que ele passou, sabe? Então, para mim, foi literalmente, um marco. ”

Matheus Lourenço comenta sobre seu amor em andar por Ivalice e como os games podem ser um refúgio poderoso em momentos de incertezas em nossas vidas:

Amor de gamer para gamer – Final Fantasy XII

“Junho de 2020, ao Final Fantasy XII.

Prezado, escrevo essas palavras e tenho ao fundo tocando sua trilha sonora, minha companheira de tantas horas. Esse som me faz lembrar de quando nos conhecemos. Sabe que esse ano completamos uma década da primeira vez que vi as memórias do Marquês e andei sobre Ivalice?

Nesses 10 anos você me acompanhou pelas minhas maiores dificuldades da adolescência, foi meu parceiro no momento de pensamentos sombrios e perturbadores. Afastou de mim o mal e me trouxe paz. Mais tarde, na faculdade, você foi meu parceiro durante a breve solidão, enquanto tentava me adaptar à nova vida, novos amigos, nova casa.

Me acompanhou pelas mudanças e novos ambientes e durante a dificuldade me ajudou, precisei vendê-lo para tratar de outros problemas, mas nunca desisti de você, nunca te esqueci e assim que pude eu comprei de volta. Dez anos se passaram, o mesmo console, o mesmo cd, o mesmo controle. Vários “saves”, centenas de horas.

Parte de mim nunca quis que a história terminasse, parte de mim se agarrou nesses bons momentos e memórias que tive ao seu lado. Talvez se eu salvasse Ivalice não haveria mais motivação para nos vermos de novo, talvez o fim desse jogo significasse um adeus a um de meus mais queridos amigos.

O final

Por um breve momento penso se é bobagem chamar um mundo virtual de amigo, mas afinal o que é um amigo? Não é alguém que participa da sua vida? Que te ajuda nos momentos de necessidade? Que escreve uma história ao seu lado? Sim, você é meu amigo. Enfim, em meio ao caos e o mundo conturbado que vivemos, decidi que era hora de derrotar a fortaleza de Bahamut e enfim ver seus créditos.

Amor de gamer para gamer

O final me emocionou e diferente do que pensei não trouxe um fim, mas sim um novo começo, nosso “new game +” começou e espero que ainda tenhamos muito pela frente. Encerro aqui com um muito obrigado por tudo. Atenciosamente, seu amigo de longa data. ” 

Com tudo isso que você leu acima, eu, agora sim o Luiz, queria te falar que toda forma de amor é válida nesse mundo. Nós gamers, não aceitamos nenhum tipo de preconceito diante de religião, tonalidade da pele, opção sexual nem nada do tipo. Muito menos temos preconceito se você joga no PC, em consoles de mesa, portáteis ou celulares, você é como a gente, partilha do mesmo amor e faz com que a indústria continue crescendo. Você não é diferente de ninguém.

E se quiser, a caixa de comentário será o seu espaço para compartilhar seu amor de gamer para gamer com a gente, ficaremos felizes de te “ouvir”.

Portanto, na próxima sexta, se puder partilhar o amor do seu jeito, o faça. Seja sozinho, em família, com os amigos (online, afinal #fiqueemcasa), ou com a pessoa que você ama. Feliz dia dos namorados, antecipadamente, aqui foi seu amigo gamer, Luiz.

Imagem principal por Letícia Mesquita

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