Squaresoft - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Tue, 27 Aug 2024 19:12:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.1 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Squaresoft - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Visions Of Mana – REVIEW: O Retorno de uma aclamada série da SQUARE ENIX https://animesonlinebr.org/review/visions-of-mana-review-o-retorno-de-uma-aclamada-serie-da-square-enix/ https://animesonlinebr.org/review/visions-of-mana-review-o-retorno-de-uma-aclamada-serie-da-square-enix/#respond Tue, 27 Aug 2024 18:50:48 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=39044 No dia 29 de Agosto, a SQUARE ENIX lançará o game ‘VISIONS OF MANA‘, trata-se de um jogo novo da franquia de Ação

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No dia 29 de Agosto, a SQUARE ENIX lançará o game ‘VISIONS OF MANA‘, trata-se de um jogo novo da franquia de Ação e RPG ‘Mana’, e o primeiro da “linha principal” depois de 18 Anos com o Dawn of Mana de PlayStation 2. O jogo foi co-produzido pela SQUARE ENIX com a Ouka Studios (divisão japonesa da NetEase), e vamos contar um pouco dele aqui no MDA.

Antes de mais nada, queremos agradecer à SQUARE ENIX Latam pelo envio do material e do game, e por ser tratar de uma análise, iremos comentar mais acerca da gameplay e mecânicas do que da história de forma tão aprofundada, para evitar SPOILERS aos leitores, espero que compreendem.

Enredo

A História desse game é protagonizada por Val, o jovem guerreiro residente do Vilarejo do Fogo (e o personagem principal que controlamos) junto da sua amiga de infância Hinna, ela que foi nomeada a “Alm de Fogo” por Faerie, e no controle de Val devemos embarcar numa jornada até à Arvore de Mana e sendo o guardião de Hinna.

As “Alms” são pessoas selecionadas por Faerie na qual estão destinadas à um processo de peregrinação para reestabelecer o fluxo de Mana pelo mundo, e cada Alm representa um elemental diferente, sendo que a Hinna é a representante de fogo, e ao longo de nossa jornada vamos encontrando Alms de outros elementos pelo caminho (como a Careena, Alm de Vento) e assim sendo guiados por Val.

Val, Hinna e Careena ©SQUARE ENIX
Val, Hinna e Careena ©SQUARE ENIX

Controles, Gameplays e Mecânicas

O jogo tem muitas áreas com territórios bem amplos, não sugerido como um Open World, mas grandes o bastante para o jogador desfrutar dos belos cenários e sair derrotando inimigos, e coletando itens pelo caminho, vale lembrar que trata-se de um game produzido na Unreal Engine.

Visão Panorâmica dos cenários ©SQUARE ENIX
Visão Panorâmica dos cenários ©SQUARE ENIX

Se estiver jogando pelo controle, apertando o analógico esquerdo você pode correr, A (XBOX)/X (PlayStation) para pular e B (XBOX)/Bolinha (PlayStation) para dar uma esquiva, desviando de inimigos ou tentando alcançar lugares mais altos.

No canto superior direito tem um mini-mapa que vai te guiando para cada objetivo ou item/coletável, lembrando que o símbolo de estrela representa o seu objetivo principal, enquanto os de bandeirolas pretas são side-quests secundárias.

Mapa do jogo - ©SQUARE ENIX
Mapa do jogo – ©SQUARE ENIX

Por mais que a franquia ‘Mana‘ se originou como um Spin-Off de FINAL FANTASY lá em 1991 pra Game Boy, todos os jogos da franquia são de combate em tempo real ao invés de batalhas de turno, e no novo jogo não é diferente, temos os comandos de ataque normal (com X/Quadrado), ataque especial (com Y/Triangulo), direcional cima/baixo serve para trocar os personagens, direcional esquerda/direita para selecionar algum poder especial para soltar magia ou aprimorar o Val ou algum aliado com base em algum elemental (e assim gastando a barra de MP), e o Class Strike que é um ataque estrondoso contra algum inimigo forte onde tens de apertar o RT/R2, e tem de estar 100% carregado pra executa-lo.

UM PONTO IMPORTANTE: Mesmo tendo o papel de Co-Protagonista, Hinna não é personagem jogável, mas sim de suporte, e é responsável eu reencher a quantidade de HP e MP de Val e outros aliados durante as batalhas.

Class Strike - ©SQUARE ENIX
Class Strike – ©SQUARE ENIX

Logo após o final de cada batalha, você é recompensado com EXP para aprimorar o nível de Val e seus aliados, além de ouro para ser gasto nas lojas dos vilarejos.

E o EXP pode ter um pequeno bônus de acréscimo se realizar alguma ‘façanha’ na batalha, como derrotar todos os inimigos em menos de 30 segundos, não levar dano, usar o Class Strike etc.

Recompensas Pós-Batalha - ©SQUARE ENIX
Recompensas Pós-Batalha – ©SQUARE ENIX

E pra finalizar, em muitas partes espalhadas pelos cenários exploráveis tem alguns pontos luminosos, eles servem como pontos de Save, reabastecer todo o seu HP e MP, além de pontos de viagem rápida, facilitando a locomoção até à outros vilarejos e cenários da qual você já tenha passado, isso é util principalmente para coletar mais itens (principalmente para gastar nas lojas dos vilarejos) e derrotar inimigos mais fracos pra não dificultar suar jornada e aumentar o nível de Val de pouco em pouco.

Pontos de Save - ©SQUARE ENIX
Pontos de Save – ©SQUARE ENIX

Edição de Colecionador

Além da Edição Padrão, temos a Edição Deluxe vendida digitalmente que vem com itens cosméticos e trilha sonora de outros jogos da série ‘Mana(vendida à 399 Reais), e na SQUARE ENIX Store temos a Edição de Colecionador Física, e nela contém o jogo, artbook de 80 páginas, trilhas sonoras em CD e uma pelúcia de Ramcoh (fera de estimação da Careena).

Edição de Colecionador do VISIONS OF MANA - ©SQUARE ENIX
Edição de Colecionador do VISIONS OF MANA – ©SQUARE ENIX

Enfim, vale muito à pena jogar VISIONS OF MANA, é um game que pode entreter por muitas horas pela história de Val e Hinna em sua jornada, e pela sua gameplay divertida (e jogos de combate em tempo real com elementos RPG dão um pouco de hiperfoco), gráficos excelentes, além disso, o jogo é marcado pela estreia da série ‘Mana‘ ao XBOX, e por ser um jogo totalmente novo da franquia depois de anos (da linha principal, diga-se de passagem).

O maior ponto fraco de VISIONS OF MANA é na verdade o maior ponto fraco de muitos jogos da SQUARE ENIX, que é a questão da ausência de localização em Português (de Portugal, do Brasil, enfim). A SQUARE ENIX é totalmente “seletiva” na questão da localização de seus jogos, em sua maioria que recebeu localização pro nosso idioma, temos por exemplo Forspoken e alguns dos jogos de FINAL FANTASY, e os jogos produzidos pela Square Enix Limited (sua filial europeia responsável por Life Is Strange, o selo ‘Square Enix Collective‘, e dona de alguns dos ativos/assets da Eidos Interactive, como o Just Cause 3 e 4 que ganharam até dublagem pro nosso idioma), com os jogos de RPG se popularizando no Brasil, e a série ‘Mana‘ tendo uma nova etapa, acho um tanto frustrante um jogo desse calibre não ter nosso idioma, seria interessante que chegasse a localização em um futuro patch! Além disso, infelizmente não encontrei leitor de vozes ou qualquer tipo de configuração de acessibilidade (navegando pelas opções).

Tirando esses fatores, é um jogo bem interessante e um dos grandiosos lançamentos de Agosto. A análise foi feita pela versão da Steam, e agradecemos mais uma vez à SQUARE ENIX pelo envio da chave.

VISIONS OF MANA está disponível para PlayStation 4 e 5, XBOX Series X | S e PC via Steam

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Kingdom Hearts: O começo da franquia https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-o-comeco-da-franquia/ https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-o-comeco-da-franquia/#respond Wed, 24 Feb 2021 19:00:18 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17890 Olá amigos, vamos falar hoje sobre Kingdom Hearts! A franquia começou em 2002 com o jogo homônimo para o Playstation 2, sendo um

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Olá amigos, vamos falar hoje sobre Kingdom Hearts! A franquia começou em 2002 com o jogo homônimo para o Playstation 2, sendo um RPG de Ação. O jogo traz a aventura de Sora, um garoto que acaba em mundo desconhecido após ser atacado por seres misteriosos. Em busca por seus amigos, Riku e Kairi, Sora viaja por diversos mundos com o Pato Donald e Pateta, que procuram Mickey.

“Ultimamente eu venho tendo esses pensamentos estranhos, isso é real ou não?”

Kingdom Hearts é o resultado entre a cooperação das empresas Squaresoft (atualmente SquareEnix) e Disney Interactive Studios e traz uma proposta inusitada à época: colocar em um mesmo jogo os personagens da série Final Fantasy, assim como diversos mundos e personagens da Disney.

Concepção da ideia

O produtor Shinji Hashimoto (Final fantasy VIII e IX) já havia conversado com o criador da franquia Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi, sobre a possibilidade de criar um jogo de mundo aberto nos moldes de Super Mario 64, porém a ideia havia sido descartada após perceberem que o mesmo só fazia sucesso devido ao Mario já ser um personagem bem estabelecido e com uma grande base de fãs. Por um acaso do destino, o mesmo Shinji Hashimoto acabou entrando em um elevador com um executivo da Disney ­- nesta época os escritórios da Disney e da Square ficavam no mesmo prédio. Após esse encontro, Hashimoto conseguiu marcar uma reunião com a Disney apresentando a ideia do que viria a ser Kingdom Hearts.

!!ATENÇÃO PARA SPOILERS!!

O Mundo de Kingdom Hearts

Começamos o jogo após essa belíssima cena de abertura, onde nos deparamos em um lugar aparentemente vazio, exceto pelo chão, que parece um tipo de vitral com a imagem da Branca de Neve. Esse é o cenário do tutorial, somos apresentados às mecânicas do jogo, alguns inimigos e também a algumas escolhas: qual arma queremos usar para enfrentar os monstros? Uma espada, um escudo, ou uma varinha mágica? E qual abriríamos mão? A escolha feita aqui interferirá nos seus atributos no decorrer do game. Concluindo o tutorial, realizamos nossa primeira Boss Fight!!

Destiny islands

Após o tutorial acordamos em uma ilha (Destiny Islands) e ficamos sabendo que o nome do protagonista é Sora. Ele, junto de seus amigos Kairi e Riku, estão construindo uma jangada para realizar o sonho de conhecer o que está além de sua ilha, acreditando haver outros mundos além do que eles conhecem. Daí surge nossa primeira tarefa: conseguir os materiais necessários para construir a jangada, suprimentos para viagem, nome da jangada e tudo mais.

O ponto principal do começo do jogo é entendermos a relação entre os 3 amigos. Sora, sendo o mais alegre e atrapalhado, construir sua rivalidade com Riku que é mais sério e focado, e Kairi é a responsável de cobrar Sora do trabalho.  Na ilha, encontramos também os personagens Tidus, Wakka (Final Fantasy X) e Selphie (Final Fantasy VIII), que estão lá para fazermos alguns mini-games, mas principalmente estabelecer que personagens de Final Fantasy existem nesse universo.

Tudo pronto para a viagem, jangada abastecida, os amigos decidem voltar para suas casas e ir viajar no dia seguinte. Já de noite, Sora percebe que tem algo de errado com a ilha e vai lá garantir que a jangada fique segura (se eles tinham barcos, por que precisavam construir uma jangada? Ninguém sabe…). Chegando lá, vemos Riku sem medo ser engolido por um portal cheio de escuridão, e tenta puxar Sora para ir junto, sem sucesso.

Após mais uma Boss fight contra o mesmo chefe do tutorial, acordamos em um lugar desconhecido e agora temos uma espécie de espada com forma de chave, a Keyblade.

Traverse Town – O verdadeiro ato I de Kingdom Hearts

Sora é acordado por Pluto, e conversando com Cid (Final Fantasy VII), descobre que está em Traverse Town, e que todos os que estão ali tiveram seus mundos consumidos pelas trevas. Ao decorrer do jogo acabamos encontrando Squall (Final Fantasy VIII), aqui chamado de Leon, que nos explica que os inimigos que vêm aparecendo são chamados Heartless, e que estão atrás da Keyblade, a chave que abre todas as fechaduras.

Após serem atacados por heartless, Leon e Sora fogem e acabam encontrando Pato Donald (o mago da corte) e Pateta (o cavaleiro da corte). Estes dois estão a procura de ajuda daquele que porta a Keyblade, para achar seu rei, Mickey, e impedir que os mundos sejam consumidos pelas trevas. Sora concorda em ajudar esperando encontrar seus próprios amigos, partimos então em nossa jornada.

O pior do jogo – Gummy Ships

Para seguirmos nossos objetivos devemos viajar pelos mundos da Disney e pelos mundos próprios do jogo, para isso precisamos embarcar nas Gummy Ships, as naves. Elas são customizáveis e são construídas por algo que se parece com peças de lego que podemos comprar ou ganhar conforme destruímos as naves inimigas, mas o problema aqui é que o método de construção é confuso e demorado, ao ponto de preferirmos usar a nave de qualquer jeito ou algum modelo pré-pronto.

As viagens também são demoradas e muito repetitivas, além de que até a metade do jogo para irmos de um mundo ao outro, sempre temos que fazer as mesmas viagens, mesmo sendo um mundo e/ou um caminho que já seguimos.

Onde Kingdom Hearts Brilha

Agora o que realmente atrai no jogo: os mundos e os personagens. Para quem nunca jogou ou não sabe nada de Kingdom Hearts, imagina que a junção dos personagens da Disney, que são mais infanto-juvenis, e os personagens de Final Fantasy, que seguem uma linha mais madura, acabaria dando errado ou perdendo a mão, o resultado é totalmente o oposto.

Cada mundo funciona com suas próprias regras e atmosfera, podemos voar no mundo do Peter Pan ou nadar em Atlantis, com a Pequena Sereia. Dito isto, os personagens são inseridos no contexto do jogo, porém preservam as personalidades de seus respectivos jogos/filmes. Isso fica ainda mais evidente no Olympus Coliseum, quando Hades tenta se aproveitar de Cloud ser um mercenário para derrotar Hércules. Em cada mundo aprendemos uma lição sobre amizade, perda, humanidade, ganância e afins.

Gráficos e trilha Sonora

O Diretor e Character Design do jogo é o Tetsuya Nomura (Final fantasy VII, Advent Children), os personagens originais são muito emblemáticos e característicos e seguem a linha já vista nos jogos da série Final Fantasy, porém um pouco mais cartunescos, as cores são bem vivas e a ambientação de cada mundo acaba mudando.

O tema de abertura Simple and Clean foi composto pela cantora Hikaru Utada, já a trilha sonora conta com músicas originais compostas pela Yoko Shimomura (Parasite Eve, Xenoblade Chronicles), versões de músicas clássicas da Disney, e até a icônica One-Winged Angel de Final Fantasy VII (E também a surpresa que vem com ela).

Jogabilidade

A jogabilidade é bem fluida, tem um menu lateral onde podemos escolher as ações entre atacar, usar itens, invocações ou magias, tudo em real-time, diferente do sistema tradicional de turno dos JRPGS. Como todo bom RPG, temos diferentes tipos de itens equipáveis.

Há um sistema de níveis que vai subindo conforme vamos derrotando inimigos,  assim liberando habilidades para aprender magias, e subindo os atributos como as barras de HP e de MP.

A party neste jogo é formada por 3 personagens, normalmente sendo esses Sora, Donald e Pateta, mas em alguns mundos podemos colocar os personagens da Disney, como por exemplo o Tarzan na floresta.

O post-game é vasto e inclui muitas coisas para se fazer, como sintetizar as armas mais fortes dos personagens, derrotar os chefes opcionais, terminar todos os torneios, coletar os 101 dálmatas, liberando assim a possibilidade de ver o final secreto do jogo.

Kingdom hearts vale a pena?- O Veredito

Kingdom Hearts é uma ótima porta de entrada para quem nunca teve contato com nenhum JRPG. O jogo é leve e bem ritmado com a história, o enredo possui a simplicidade que consegue agradar crianças, e nuances que agradam os mais velhos. A jogabilidade é intuitiva e simples de entender e, se colocarmos as gummy ships de lado, a trilha sonora consegue reviver sentimentos de filmes que víamos quando crianças e até mesmo emocionar dependendo do seu estado de espírito. O jogo encontra-se disponível em suas coletâneas em HD para Playstation 3, Playstation 4, Xbox One e em março estará chegando para PC.

NOTAS

Gráficos: 4/5
História: 4/5
Jogabilidade: 4/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Geral: 4,4/5

 

 

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Final Fantasy IX (9): Vale a pena conhecer essa jornada hoje? https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-ix-9-vale-a-pena-conhecer-essa-jornada-hoje/ https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-ix-9-vale-a-pena-conhecer-essa-jornada-hoje/#respond Tue, 14 Jul 2020 20:24:28 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10412 Final Fantasy IX (9) é o nono jogo da franquia Final Fantasy (ou só FF), reconhecida mundialmente como uma das maiores franquias de

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Final Fantasy IX (9) é o nono jogo da franquia Final Fantasy (ou só FF), reconhecida mundialmente como uma das maiores franquias de RPG, e também um dos maiores nomes de sua empresa mãe, a Squaresoft, que mais tarde se tornaria a tão conhecida e amada Square Enix.

O jogo foi anunciado no evento Square Millenium, um evento que segundo a empresa, iria ditar quais seriam os próximos passos para ela nos anos a seguir, e sem sombra de dúvidas, foi um grande evento para a Square e para os fãs de FF na época, porque de maneira surpreendente na conferência, a empresa anunciou três jogos da série Final Fantasy, sendo os respectivos Final Fantasy IX, Final Fantasy X (10), e o Final Fantasy XI (11). Essa escolha surpreendente na verdade não foi por acaso, porque cada jogo foi apresentado como um passo diferente para a franquia na sua escada para o novo milênio. Final Fantasy X foi apresentado como “O próximo passo e também a evolução natural de Final Fantasy”, Final Fantasy XI foi apresentado como sendo “Uma experiência totalmente única e nova para a franquia e seus jogadores”, e finalmente, Final Fantasy IX foi uma comemoração e celebração de Final Fantasy, além de uma volta às origens a série, e isso é claro.

De fato, principalmente na época de seu lançamento, FFIX foi um destaque. Durante os anos, depois do tão aclamado e amado até hoje Final Fantasy VII (7), a série começou a ter mais enfoque em elementos mais futuristas, com mais elementos Cyberpunk e Sci-Fi, exemplos claros dessa época além do FFVII foram o Final Fantasy VIII, que se possui um ambiente bem mais tecnológico, e o filme Final Fantasy Spirit Within, que conta uma história com pouquíssimos elementos mágicos  e fantasiosos em sua narrativa. 

A produção de FFIX também foi especial, não só pelo motivo comemorativo, mas também porque Final Fantasy IX seria o último título da série original a ter somente um dígito em seu nome, e não somente isso também, mas esse seria um dos últimos totalmente dirigidos por Hironobu Sakaguchi, um dos principais responsáveis e considerado o “Pai” da série, já que depois, por mais que ele fosse continuar se envolvendo com a franquia por mais alguns anos, a direção e projeção começaria a passar para outros membros da Square, principalmente Yoshinori Kitase, que já tinha um grande nome na época.

E o jogo fez sucesso? Ele foi lançado 7 de Julho do ano 2000, e por mais que a crítica mundial e os jogadores que o experimentaram tenham amado o jogo, o considerando até mesmo um dos melhores de toda a história da franquia, ele não foi tão reconhecido ou tão popular como era esperado, e não era por menos, não só ele tinha uma temática muito diferente dos jogos anteriores, devido a volta às origens, mas também porque o tão aguardado jogo da nova geração, FFX, já estava batendo a porta, já que FFIX foi lançado bem no final da vida do PSX, e de fato, em comparação, principalmente na época, o visual era de encher os olhos de qualquer um que cruzasse e os comparasse.

Recentemente, o jogo completou 20 anos, e desde o seu lançamento original, ele se tornou um jogo bem acessível, sendo relançado e remasterizado em todos os consoles da atual geração, e até mesmo os dispositivos móveis, mas vale a pena se aventurar nessa jornada de mais de 20 anos atrás? Vamos descobrir agora!

Narrativa

Um dos principais pontos fortes da série, em maioria dos títulos da série Final Fantasy é a sua narrativa e a sua história, e em FFIX, isso não é diferente.

A narrativa de FFIX se passa na terra de Gaia, um mundo mágico, onde há diversos continentes, cada um com seus reinos, e terras fantasiosas, sendo a primeira que conhecemos, a terra de Alexandria. O jogo começa com uma bela princesa que, estava sonhando acordada enquanto apreciava a vista de seu castelo sobre o reino, que é habitado por diversos seres fantásticos que vivem ao lado dos humanos, desde homens hipopótamo, homens pássaro a até mesmo Moogles, criaturas adoráveis do mundo de Final Fantasy. Em meio a esta vista, o foco passa a ser dado a um navio voador, no qual encontramos o grupo dos Bandidos de Tantalus, onde encontramos o principal protagonista dessa história, Zidane Tribal.

Diferente do que se pode esperar em uma narrativa de RPG, principalmente para os padrões de Final Fantasy naquela época, Zidane não é o herói mais “heróico” que se possa esperar, ele é um ladrão, que junto dos seus companheiros, tem como a principal missão daquela noite, sequestrar a princesa Garnet, de Alexandria. O plano era o seguinte, o grupo iria se infiltrar no reino como um grupo de teatro, que então, chegaria em Alexandria para apresentar ao público a aclamada peça “I want to be your Canary”, não só para entreter o reino, mas também para comemorar o aniversário de 16 anos da princesa, logo, a peça teria que acontecer perto do castelo. Enquanto a peça aconteceria, um grupo iria se infiltrar no castelo, sequestrar a princesa, e sair antes que os cavaleiros do castelo percebam.

A partir daí, o grupo se prepara para o evento, e então somos apresentados a mais um personagem, o Vivi. Vivi é uma criança tímida e inocente, que se encontra pela primeira vez em um reino tão grande em Alexandria, para assistir a peça que tanto queria ver, porém, ao entrar na bilheteria, ele descobre que o ingresso que ele comprou era falsificado, portanto ele não poderia ver o show. Em tamanha tristeza, Vivi acaba andando pela cidade e conhece Puck, que concorda em ajudar o Vivi a ver o show se o mesmo o lhe prometer servidão a ele, o’que Vivi inocentemente concorda, e então eles partem para ver o show, e conseguem, mesmo que sorrateiramente.

De noite, durante o evento, o plano dos ladrões toma ação, e durante o espetáculo, Zidane e seu colega Blank de fato entram no castelo e conseguem se infiltrar com sucesso, e seguem atrás da princesa, que sumiu misteriosamente durante o evento.

Contudo, a rainha e sua mão Queen Brahne não deixou de perceber o sumiço de sua filha, e então pediu outro personagem, Steiner, capitão dos Cavaleiros de Pluto, uma das principais forças de segurança da rainha, ir atrás da garota.

Em meio a perseguição de Zidane, ele encontra a princesa, e ela parte a fugir deles, porém, misteriosamente, ela também estava fugindo do castelo, e sem muitas explicações, entra no navio voador, e surpreende todo mundo, ao afirmar que ela quer sim ser sequestrada, para fugir de Alexandria.

Durante a confusão, Steiner consegue entrar no navio, e mesmo não entendendo a situação, percebe o sequestro e vai salvar a princesa, mas as coisas não vão como o planejado. Enquanto do lado de dentro do navio ocorria esse conflito, Vivi estava fugindo dos seguranças que queriam impedir o garoto de assistir o show, porém, ele acidentalmente durante a fuga, entra no palco, que para fugir a todo custo com a princesa, começa a decolar, levando o Vivi, que nada tinha haver com a situação, e ela iria só piorar, porque, enquanto o navio deslocava e saia do reino, a rainha, para impedir os ladrões de fugirem, lança uma bomba, e ao atingi-los com sucesso, eles acabam tendo que fazer um pouso emergencial, em uma floresta fora do reino.

Assim começa a história de Final Fantasy IX, e por mais que eu queira contar mais detalhes super divertidos e interessantes que acontecem durante e após o ocorrido, eu não quer estragar a possível surpresa de muitos, mas quero apontar alguns detalhes da narrativa, mas não se preocupe, será rápido.

Nesse começo de jogo eu só consegui apresentar os 4 primeiros personagens principais, mas há muitos outros, todos bem interessantes e bem trabalhados, isso por sinal é algo que eu quero acrescentar, todos os personagens principais, e até mesmo alguns coadjuvantes são muito bem trabalhados, com histórias bem marcantes e muito profundos, com raríssimas exceções.

Durante o jogo, outra maneira interessante e única na época que foi utilizada para contar a história, é o ATE (Active Time Events), que em suma, em certos pontos da história, o ponto de vista da narrativa passa de um personagem para o outro, enriquecendo ela, e os personagens.

Por mais que boa parte da história apresente elementos sérios, e até mesmo pesados em alguns momentos, o jogo consegue muito bem balancear a seriedade e o humor na narrativa, sempre fazendo o balanço emocional ficar bem equilibrado, e eficiente nas horas certas.

E por fim, foi lançado ano passado um vídeo documentário oficial da Square Enix, chamado “Inside FINAL FANTASY IX” que conta os com alguns detalhes e curiosidades dos bastidores do jogo, e lá foi dito que um dos temas principais do jogo é “Viva” (Living), e isso é bem presente durante o jogo todo.

Jogabilidade

A jogabilidade de Final Fantasy IX não é muito diferente de outros jogos de RPG da época, principalmente dos outros jogos Final Fantasy.

Em suma, Final Fantasy IX utiliza o sistema ATB (Active Time Battle), que foi introduzido a franquia desde Final Fantasy IV (4). Resumindo, diferente dos RPGs de turno, onde cada personagem tem sua ação determinada pelo turno da partida, cada personagem tem seu próprio “turno”, que sempre ocorre em um determinado período de tempo, dependendo da velocidade do personagem, ou seja, mesmo sendo necessário esperar turnos para realizar ações durante as batalhas, cada personagem tem o seu próprio tempo específico de turnos, influenciando bastante o ritmo das batalhas.

Outro sistema que é apresentado nas lutas que também é importante é o sistema de Trance, que resumindo, enquanto você vai recebendo dano durante as partidas, uma segunda barra, a de Trance, vai enchendo, e ao ficar cheia, seu personagem irá mudar de aparência e os seus poderes ficarão bem mais fortes e eficientes, contudo, a cada turno essa barra vai decrescendo, e ao acabar, o personagem volta ao estado padrão.

Durante o jogo, além de lutar, você irá explorar diversos cenários e todo o mundo de Gaia, e essa exploração não é muito diferente de outros títulos de Final Fantasy, com isso eu quero dizer que, em alguns momentos você terá que explorar continentes a pé, outras vezes com veículos, e se você quiser, até mesmo com Chocobos, que são montarias clássicas da série FF.

Mas para lutar e explorar, você terá que evoluir e ficar forte, e aí de fato Final Fantasy IX torna as coisas um pouco diferentes. As suas habilidades, ao invés de consegui-las naturalmente conforme alcançar certos níveis, você obtém ela conforme os itens que você compra ou encontra no caminho. Cada item no jogo possui uma habilidade em si, e ao equipar o item, ele tem acesso a essa habilidade, mas, se o personagem utilizar bastante o equipamento com a habilidade, ele irá adquirir permanentemente a habilidade, e terá ela a disposição sempre que quiser. Isso serve tanto para habilidades ativas (as que você comanda e seleciona em lutas) como as passivas (as que garantem melhorias e características aos personagens), mas para as passivas, você pode equipar e desequipar elas quando quiser, sendo que cada uma delas tem um custo específico de AP (Ability Points”, ou pontos de habilidade) para usar.

Em suma, a jogabilidade de FFIX é boa e eficiente, seguindo os padrões da série, mas também possuindo um sistema único para ele, que por mais que não seja tão complicado de entender, possui possibilidades bem amplas de customização, o’que é ótimo.

Trilha sonora

A trilha sonora de Final Fantasy IX é espetacular, até mesmo para os dias de hoje, mas se você é um fã da série, provavelmente isso não é surpresa.

O responsável pela trilha sonora de FFIX foi Nobuo Uematsu, compositor considerado até mesmo lendário pelos fãs, que foi também responsável pela trilha sonora de maioria dos jogos de Final Fantasy até aquele ponto, e como sempre, ele não fez um trabalho meia boca, e muito pelo contrário, está excelente.

Os temas dos personagens são ótimos e combinam muito bem com cada um deles, as músicas de batalha e de chefes conseguem incrementar muito bem o clima de toda a ação, as músicas para eventos específicos da história também são muito boas e muito bem posicionadas, e há músicas que sinceramente, são de emocionar, dou destaque principalmente para “You´re not alone” e “Melodies of Life”, que são simplesmente lindíssimas, mas há muitas outras tão boas quanto no jogo, juntando ao todo uma trilha quase impecável, cheia de músicas marcantes, e não sei como enfatizar mais.

Visual

O visual de Final Fantasy IX é lindo e único para a época, mas até mesmo para os fãs, isso é um pouco controverso porque ele é bem diferente dos jogos anteriores, e isso não é por acaso.

Os principais responsáveis pelo visual e design do jogo foram 3. Primeiramente, houve o aguardado retorno do consagrado artista Yoshitaka Amano, que foi responsável pelo visual de maioria dos jogos da série, mais especificamente, do 1 ao 6, onde a arte dele era belíssima e ótima para a série naquela etapa, contudo, nos jogos posteriores, o 7 e o 8, quem ficou responsável pelo visual dos personagens e do mundo foi Tetsuya Nomura, que vocês provavelmente podem reconhecer, porque no futuro, além de ter trabalhado em outros jogos da série Final Fantasy, ele foi um dos principais projetista de outras séries da Square Enix, mais notoriamente Kingdom Hearts, e o estilo visual dele foi único, e muito impactante naqueles jogos, principalmente pelo estilo dos traços de Nomura, e também porque ele conseguiu de certa forma, ajudar a revigorar um pouco a série naquele ponto, ao trazer esse novo estilo artístico. Porém, a saída de Nomura nesse título foi proposital, já que como a proposta do jogo era retornar às origens, chamaram de volta o Yoshitaka Amano para cuidar do mundo e dos personagens do jogo, mas ele não veio sozinho.

Acompanhado de Yoshitaka Amano veio também outro artista, Toshiyuki Itahana, sendo Final Fantasy IX o seu primeiro trabalho com a série Final Fantasy. Mas por mais que ele não tenha participado na produção da série até aquela época, sua entrada também não foi a toa, principalmente pelo seu currículo e expertise, já que ele trabalhava com design e visual de brinquedos e outros produtos originários para crianças.

Por fim, também teve a participação de Hideo Minaba, esse também é um pouco mais conhecido, não só porque ele já trabalhou em outros FF, como o 4, o 5, e o 6, mas também porque futuramente ele foi trabalhar para outras empresas e outros jogos no futuro, sendo hoje em dia um dos seus trabalhos mais conhecidos, o em Granblue Fantasy.

A proposta para a criação do mundo de FF IX foi a de trazer um mundo mágico, como os de contos de fadas, um tipo de mundo no qual crianças pudessem imaginar, mas ainda sim que eles possuem vida, e que toda aquela imaginação e fantasia fizesse sentido, e honestamente, acredito que eles não poderiam ter conseguido trabalho melhor.

Os três artistas conseguiram de forma exemplar criar um mundo lindo, carismático, e acima de tudo, rico, tanto em detalhe quanto em vida, já que por mais que o visual seja sim um pouco mais fantasioso que os títulos anteriores, sem sombra de dúvida, há sim vida neles, em cada detalhe, e isso é enfatizado por detalhes do jogo, como NPCs que andam pela cidade direto, ao invés de ficarem parados, por exemplo.

Concluindo, o visual de Final Fantasy IX é único, mas ainda sim é bem bonito.

Positivos VS Negativos

Bom, agora vamos para os pontos do jogo que pecam em algum detalhe ou outro.

Para começar, eu quero apontar um detalhe que, por mais que pareça óbvio, eu acho necessário deixar claro. Final Fantasy IX foi lançado originalmente para PSX, fazendo 20 anos esse ano, e com isso eu quero dizer que, em certos aspectos, o jogo não envelheceu tão bem.

O primeiro deles, é em questão de jogabilidade, que por mais que seja divertida e fácil de entender, possui um ritmo muito lento, isso até mesmo em comparação aos outros jogos anteriores e posteriores de Final Fantasy, e ele é notoriamente reconhecido por isso.

Também em questão de jogabilidade, é que, devido a ser um jogo mais antigo, Final Fantasy IX possui um dos problemas de jogos de RPG da época, que é a escala de dificuldade não sendo tão bem regulada em alguns pontos, fazendo com que você precise fazer um pouco de Grind em certos momentos, porém, esses momentos são bem poucos e eles foram contornados no Remaster, graças às novas funções que ele proporciona, facilitando e ajudando nesses quesitos.

Um detalhe também que tenho que falar é em relação ao visual, porque por mais que ele tenha sido bem bonito para a época de seu lançamento original, e que tenha sim, um bom conceito por trás, hoje em dia, eu acho que infelizmente, mesmo com uma remasterização, ele não envelheceu muito bem, principalmente em questão aos cenários. Na época, muitos jogos da Square eram pré-renderizados, ou seja, eles eram como se fossem vídeos e imagens que eram pré-carregados, e interagiam junto com os personagens, que são renderizados, porém, na remasterização, os cenários não acabaram com um cuidado muito bem feito, fazendo com que em alguns momentos o ambiente possa até mesmo ser destoante e possa distrair o jogador da imersão na história. 

Por fim, Final Fantasy IX possui vários segredos e mistérios, que irão lhe entregar recompensas ao explorar e aproveitar ao máximo esses pontos no jogo, porém, há certas recompensas que só são possíveis adquirir se você completar certos requerimentos bem difíceis e específicos, um exemplo notório disso é a Excalibur II, que é a arma mais forte de Steiner, porém, para você conseguir adquirir ela, você deve completar certos desafios e chegar em um ponto específico da história em menos de 12 horas de jogo, ou seja, se o relógio passar das 12 horas, você nunca mais poderá adquirir esse item por exemplo, com isso eu quero dizer que, por mais que não tenha mal nenhum em trazer certa dificuldade em alguns desafios, alguns deles podem te desencorajar a ir atrás, já que os requerimentos são meio chatos de completar.

Outros Destaques

O jogo possui VÁRIAS referências a Final Fantasy, desde elementos e personagens, a até mesmo falas, o jogo é cheio de “Easter eggs” e outros detalhes para os fãs.

Para facilitar o jogo, possui várias opções que ajudam os jogadores, desde a possibilidade de acelerar o tempo e impedir encontros aleatórios, a até mesmo a possibilidade de dar dano máximo nas batalhas.

Na versão de Playstation 4, junto com o jogo, na compra vem incluso um tema exclusivo, com uma arte inédita, e muito bonita.

Conclusão

Em conclusão, Final Fantasy IX é uma verdadeira carta de amor a série Final Fantasy, e a seu legado antes do novo milênio, e mesmo depois dele, ele ainda é único e especial.

Eu não consegui expressar com todos os detalhes possíveis, para de novo, evitar spoiler, mas a narrativa é riquíssima, profunda e linda, podendo até mesmo gerar algumas lágrimas.

A jogabilidade, por mais que não seja perfeita ou muito diferente, é ótima, principalmente por ser bem funcional. A trilha sonora é fantástica, e o visual, por mais que seja sim um pouco diferente, tem o seu charme único e especial.

Se você não conhece a série ou nunca jogou um Final Fantasy, eu recomendo você conhecer esse título, de fato ele pode até ser um pouco velho e não ter envelhecido bem em alguns pontos, mas se você conseguir passar e superar esses problemas, você não irá se arrepender.

Se você já é um fã de Final Fantasy e ainda não jogou, O’Que você está esperando? De fato esse foi um dos melhores títulos da série, que mesmo que tenha ficado na sombra de outros grandes lançamentos, acredito que ele merece tanto reconhecimento e amor quanto os outros grandes nomes da franquia, como sempre esteve sendo amado e lembrado nos corações de quem o conheceu e se apaixonou por seus personagens e pelo seu mundo.

Final Fantasy IX está disponível para Nintendo Switch, Xbox One, Playstation 4, IOS, Android, e PC.

Notas:
Gráficos: 3,5/5
Jogabilidade: 3,5/5
Diversão: 5/5
Trilha: 5/5
Narrativa: 5/5
Geral: 4,4/5

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