Sócrates - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 04 Nov 2020 15:01:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Sócrates - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Cronologia AC Parte 9 – Assassin’s Creed Odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey/#comments Wed, 04 Nov 2020 19:00:15 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15375 Olá, e cá estamos novamente, dessa vez para encerrar, até agora, esse quadro chamado cronologia. Conhecemos juntos, um pouco mais da franquia de

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Olá, e cá estamos novamente, dessa vez para encerrar, até agora, esse quadro chamado cronologia. Conhecemos juntos, um pouco mais da franquia de jogos principais da franquia Assassin’s Creed, da Ubisoft. Tudo se iniciou com Altaïr, em Assassin’s Creed I e de forma momentânea, terminará nos próximos parágrafos com Kassandra (ou Alexios) em Assassin’s Creed Odyssey.

Meu muito obrigado!

Antes de começarmos a história do jogo em si, eu quero te agradecer. Sim, você mesmo, que está desse outro lado da minha tela. Você foi uma das razões que me motivaram a fazer esse especial. A cada memória que tive, junto com as pesquisas que tive de fazer para me lembrar de passos dessa extraordinária franquia, foi para você, que passou a me acompanhar desde o meu primeiro texto sobre Metal Gear V, lá atrás, nos primórdios das colunas de Games do NSV Mundo Geek.

Também, quero agradecer a Ubisoft, que comprou a ideia do especial. Espero que vocês tenham gostado, e que eu pude passar minhas percepções de alguém que aprendeu a amar essa franquia.

E principalmente, ao pessoal do NSV Mundo Geek, em especial ao Raul. Que foi quem me sugeriu que essa série pudesse sair. Graças a ele, a você, aos meus amigos, chegamos até aqui, e não vamos parar. Valhalla estará entre nós em breve, com muito mais coisa para se fazer, histórias que deverão ser contadas. E fique tranquilo (a), isso não é o fim, muito em breve nós nos veremos novamente, mas dessa vez, contando outras histórias de guerra na Grécia e em terras Nórdicas. Aguarde.

Por fim, chegou a hora de viajarmos, para uma época rica, e contos maravilhosos a serem contados. Um tempo, onde a filosofia, a matemática, a sociedade nascia. Conheceremos mais figuras antigas, que você, eu, certamente nossos antepassados leram e ouviram falar sobre eles, alguns muitos te fazem rir e podem parecer um pouco diferente do que você pensa. Claro, tudo dentro da mitologia desse jogo.

Mas antes, tenho mais um recado, a dinâmica desse texto será diferente. Você conhecerá a história, o caminho que eu fiz, e você terá a chance de escolher o seu próprio destino. Como? Simples, escolhendo as alternativas que lhe será dada e deixando suas escolhas nas caixas de comentários.

Assassin’s Creed Odyssey é um jogo rico, cheio de linhas de diálogos nos quais podem e vão afetar suas escolhas, mas isso claro, estamos falando das escolhas chaves, as quais vão moldar a sua história, bem como moldou a minha. Combinados? Então, vamos lá!

[…] Somos Assassinos. […]

Contexto Histórico – Assassin’s Creed Odyssey

No ano de 431 a.C no Século V, nós somos levados até a briga entre Espartanos e os Gregos, no que foi chamada Guerra do Peloponeso, uma guerra caseira entre cidades-estados da Antiga Grécia.

Esse conflito marcou um momento crucial na vida da humanidade, especialmente dos gregos. Os Espartanos, lideravam a Liga do Peloponeso, que era formada por seu lar, Esparta e cidades da península, como Corinto, Elis e Argos, e muitas outras. Essa “aliança”, porém, era nada mais do que um meio de Esparta controlar cidades próximas, fazendo com que eles não evoluíssem, assim, impondo seus interesses a frente.

Com a Guerra, os Espartanos tiveram ajuda das outras cidades que compunham a Liga, fazendo assim com que eles tivessem o exército mais temido do mundo, há época.

Já os Gregos, faziam parte da Liga de Delos, liderada por Atenas. Essa liga foi criada para meio que controlar as cidades-estados dos ataques dos Persas. A Liga de Delos tinha como objetivo fortalecer seus poderes marítimos, assim fazendo com que fosse mais fácil chegar aos locais formados pela liga.

Esparta, após derrotar os Persas, e sair da Liga de Delos, na qual ela fazia parte e passou a querer tomar terras gregas, como Corinto. Porém, Grécia tinha Megara em seu controle e no meio dessas grandes cidades, havia pequenas ilhas, nas quais sofriam com as consequências da Guerra ou se juntavam na briga.

O inicio

No começo de Assassin’s Creed Odyssey, somos levados até o campo de Batalha de Termópilas, 480 a.C (antes de Cristo) eu sei, me segurei o jogo todo para não fazer a piada Antes do Credo, mas quer saber de uma coisa? Odyssey se passa 400 anos antes da história de Assassin’s Creed Origins.

Talvez você, fã antigo da franquia, como eu se pergunte, “Mas então Luiz, não é um o Odyssey não é para se considerar um jogo da franquia Assassin’s Creed”. Eu poderia concordar, e certamente concordaria antes de ter jogado. Mas, vamos com calma aí, meu (minha) Misthios.

Leônidas e seus trezentos estão diante de seu combate, o exército Persa de Xerxes. E temos o primeiro ato do jogo, onde Leônidas assassina com sua lança com “certos” poderes místicos. E descobre a verdade que havia entre eles um traidor. Leônidas então faz todo um discurso, um tanto semelhante ao que vimos no filme 300 e após isso, somos levados até os dias atuais, precisamente, em 2018.

E sim, Layla Hassan is back, bitches! Ela encontra a lança de Leônidas, e a mesma leva o artefato até a Doutora Victoria Bibeau, uma ex-funcionária da Abstergo que assim como Layla, tomou o caminho e entrou para o Credo dos Assassinos. Layla após uma conversa, resolve entrar no Animus e pede para que a doutora use o artefato junto com o aparelho para descobrirem mais sobre ele.

É aqui então que temos a oportunidade de escolher entre Alexios ou Kassandra. Sua escolha será definitiva. *Eu fui de Kassandra, portanto, direi a história na ótica dela*. Layla diz que ela pode ajudar na busca de algo que elas estão atrás e somos levados até a Grécia Antiga.

Kassandra e Cefalônia

Layla passa a reviver o ano de 431 a.C, na pequena Ilha de Cefalônia e as memórias de Kassandra. Uma Misthios, que em Português bem-dito, seria uma mercenária espartana que lutou durante a Guerra de Peloponeso, ano que se inicia inclusive a Guerra é esse.

Kassandra então é apresentada em sua casinha simples, admirando uma lança que ela mantinha em posse, dois caras chegam gritando por ela, dois capangas do cara que comandava a Ilha, Ciclope. Após matar eles, Phoibe, uma garotinha que admirava muito Kassandra, chega para perguntar o que houve.

Phoibe então fala que Markos estava chamando por ela e que Ciclope havia emprestado dinheiro para que Markos comprasse um Vinhedo, mas nunca conseguia paga-lo, logo, ele mandava capangas para cobrar a dívida. Kassandra se enfurece, já que Markos foi o cara quem criou ela durante a infância e quando ela chegou na Ilha, quase que um pai adotivo para ela.

Kassandra se encontra com Markos e uma mulher chama a mercenária dizendo que Phoibe havia sido sequestrada. Após uma breve busca, e com ajuda de Ikaros, a Águia que auxiliava desde pequena, ela encontra a garota, dando um fim em mais capangas de Ciclope e salvando Phoibe.

É aqui que Kassandra tem um flashback de sua infância em Esparta, onde ela treinava com seu padrasto Nikolaos enquanto Myrrine, sua mãe olhava com Alexios no colo. Na conversa de volta com Markos, ela tem um novo flashback, de quando encontra a lança e pega um barco e acaba chegando numa ilha, onde Markos a encontra.

Ele diz que tem um plano para conseguir quitar sua dívida. Mas envolvia algumas coisas, como roubar o olho de obsidiana de Ciclope e matar e roubar uns amigos próximos de Ciclope que estavam na Ilha.

O mundo lhe espera

No meio de tudo isso, Kassandra conhece Elpenor, que se aproxima dela sabendo já seu nome e diz que a quer contratada para fazer uns serviços. E no final de tudo isso, ele oferece muito mais dinheiro para a jovem, só que dessa vez, era matar um General Espartano em Megaris, conhecido como “O Lobo”. Kassandra aceita, mas precisa de um barco para viajar até Megaris.

Assassin’s Creed® Odyssey

Ela descobre que Ciclope tem um, mas não seria fácil. Após entrar no forte do Ciclope, e derrota-lo, ela conhece Barnabás, que estava sendo aprisionado por Ciclope e por coincidência, era Capitão do Navio chamado Adrasteia e oferece não só seu navio para Kassandra, mas como sua tripulação em troca da gentileza dela de ter salvado sua vida.

Feito tudo, Phoibe e Markos aparecem no porto, onde se despedem de Kassandra. Quando o navio parte, Barnabás pergunta qual é a missão que ela parte para cumprir. Ela diz que que era para matar o tal general chamado Lobo.

Barnabás então intervêm perguntando se Kassandra queria matar o Nikolaos de Esparta. Kassandra olha assustada para seu novo colega e tem um novo flashback.

Passado

Nele, voltamos até a ponta do Monte Taigeto, onde estava rolando algo meio sinistro. Uma pessoa, com um bebê enrolado nos braços dizendo que a oráculo estava certa, que aquela criança (Alexios) traria a derrocada de Esparta, e que ela precisava morrer.

Myrrine gritava para que parecessem com aquilo, que queria seu filho mais novo de volta. Myrrine pediu ajudar para que Nikolaos interferisse, mas parado sem fazer nada, ele vê aceitando o destino de seu filho. Kassandra então, pequena, mas já com espirito guerreiro, consegue escapar das mãos de um dos hoplitas e empurra a pessoa monte abaixo. Porém Alexios também cai no processo.

Então os civis começam a gritar para que Nikolaos a jogue também, já que esse ato, despertaria a fúria dos Deuses contra Esparta. Sem, digo “SEM Escolhas”, Nikolaos cumpre com o dever com Esparta e solta a garota desfiladeiro também abaixo.

Kassandra até o momento da conversa com Barnabás, não tinha mais notícias de seus pais, nem muito menos de seu irmão. Vale ressaltar, que na cena em que aparece levantando da queda e fugindo, no flashback que comentei mais acima, ela corria de soldados Espartanos que haviam ido até o local de sua morte certificar de que a garota e seu irmão estivessem mortos.

Hello, Dad!

Após umas tretas marítimas contra os Atenienses, Kassandra chega até uma praia de Megáris, onde encontra um guerreiro chamado Stentor, que lhe pergunta se foi ela que havia derrubado o bloqueio ateniense. Ela diz que sim e pede para ir ao encontro do Lobo, que estava no topo de uma montanha observando todos a luta de seus guerreiros contra os atenienses.

Stentor informa que não é assim que as coisas funcionam, mesmo ela afirmando ser filha dele, bem como ele era também o filho adotivo do Lobo. Stentor então pede para que Kassandra faça algumas coisas, para ele ter certeza de que ela é de confiança.

Ela cumpre os objetivos e volta até seu “meio-irmão” e ele permite que a jovem suba para falar com seu pai. Lá, Kassandra não mede palavras e já chega chamando o General de Pater, ele reconhece Kassandra e pede desculpa e diz que foi tudo por Esparta. E aqui, temos as seguintes opções.

  1. Matar Nikolaos
  2. Poupar Nikolaos

*Kassandra mata seu pai que revela ela nunca foi sua filha e que a mãe dela deveria responder todas as perguntas* e Stentor chega até o local em busca de tentar entender o que Kassandra fez, ela foge dali para se tornar anônima e volta até seu barco, e conversa com Barnabás. Ela diz que vai procurar sua mãe, mas que primeiro irá até Fócida para falar com Elpenor.

Ele concorda com a jovem e diz que assim que o fizesse, era para ela encontrar com ele no Templo de Apolo em Delfos para eles falaram com a Oráculo sobre o paradeiro de sua mãe.

De volta com Elpenor, ele diz que sabia do feito de Kassandra e que conhecia todo o passado de sua família. E que ele usou ela para matar o Lobo. Kassandra tenta ter mais respostas, mas a figura deixa dos guardas para se resolverem com ela e vai embora.

Após derrotar os guardas, Kassandra entra onde estava Elpenor, e lá, ela lê alguns papiros que dizia que ele estava atrás de Myrrine também, a mãe de Kassandra. Mas sem pistas, ela decide ir até Barnabás no Templo de Apolo.

Novas amizades e Sombra do Passado

Ao chegar no local, Kassandra encontra Barnabás que apresenta Heródoto, grande historiador e geografo da humanidade. Ele dá as caras em Assassin’s Creed Odyssey para ajudar a Kassandra na sua busca e também querer ver o final do conflito que assolava aquelas terras.

Barnabás então diz para que Kassandra vá até a Oráculo, assim ela poderia obter mais respostas e onde sua mãe estaria. Apesar de não acreditar em “bobagens”, Kassandra ainda sabia que a responsável pela separação de sua família, estava naquele templo.

Ainda assim, ela é convencida e vai até o encontro da Oráculo. Ao entrar no templo, Pítia, a Oráculo, se lembra de Kassandra, a qual ela se referia como “A criança da Montanha” de suas visões. Ela ainda fala algo sobre o Culto dos Cosmos, mas é imediatamente interrompida por seus guardas, que a levam do local.

Depois de sair do templo, Kassandra conversa com Heródoto que tinha algumas informações sobre tal Culto. Esse mesmo culto manipulava a Oráculo e que estavam tentando controlar o mundo através da moça. Kassandra então descobre com Heródoto a localização da casa de Pítia, e lá elas conversam um pouco mais de forma privada.

Ao chegar no local, ela enche a Oráculo de perguntas, e dentre as respostas, ela afirma que o tal do Culto se encontravam sempre com uma máscara em um local secreto na região do Templo de Apolo. E que eles estariam atrás da criança que sobreviveu a queda no Monte Taigeto.

Ela decide então invadir o local, mas não seria possível sem as vestimentas adequadas. Havia um membro do Culto que morava por ali, ele era nada mais que Elpenor. Kassandra então começa a juntar as peças, e diz entender que Elpenor queria a família de Kassandra morta, e que ele a usou e provavelmente a mataria depois de tudo isso.

A Oráculo então dá a localização de Elpenor, Kassandra vai até ele e o mata, pegando assim suas vestimentas e sem perder tempo vai direto para a tal reunião secreta do Culto dos Cosmos.

Ree…ncontro?

Lá, ela chega no centro da reunião, que não havia sido iniciada, já que faltava o líder, Deimos. Ela encontra uma espécie de pirâmide de luz no meio do local, e a mesma completa o enigma do milê… digo, a pirâmide com um pedaço que estava junto com Elpenor.

É então que ela tenta se “enturmar” com a galera para saber mais da razão na qual o Culto está atrás dela e Deimos aparece, urrando com o pé na porta e a cabeça arrancada de Elpenor na mão esquerda. Ele chega no local dizendo que havia um traidor entre eles e queria saber quem era.

Ele então, puxa alguns membros para então tocar, com ele o tal artefato, e acabando escolhendo Kassandra depois. Os dois colocam as mãos na pirâmide e acabam tendo um flashback juntos. Eles retiram a mão imediatamente e Kassandra pergunta por seu irmão. Deimos responde perguntando quem era ela. Mas aparentemente foi baixo o suficiente para que ninguém soubesse que era Kassandra ali (ou será que não?). Deimos então puxa outra pessoa para o lugar de Kassandra, e acaba matando a mesma ali numa batida da pirâmide.

Fora da câmera, Kassandra conversa com Heródoto sobre tudo o que viu e passou. Ele então diz para ela que um homem, chamado Péricles poderia ajuda-la em reencontrar sua mãe. Ele então diz que mesmo ela tendo origens espartanas, ela era uma mercenária, assim, ela poderia lutar por ambos os lados.

Mas antes de ir até Atenas, Heródoto pede para tocar na lança de Kassandra e ambos conseguem ter uma visão das últimas horas de Leônidas. Ele então comente que existe um lugar em Andros, uma pequena Ilha que havia uma tecnologia que se parecia com os das pessoas que vieram antes.

Kassandra então não perde tempo e vai até lá, onde usa a lança para abrir a porta e tem um flashback. Sua mãe estava ensinando ela a caçar e a mesma diz que sua linhagem era especial. Após a lembrança, Kassandra coloca a lança em um pedestal onde faz com que sua lança fique mais forte.

De volta a Layla

Então, de volta aos tempos atuais, elas conversam sobre a lança e a mesma resolve descansar um pouco. Já que o Animus causava efeito sangria, lembram-se dos primeiros Assassin’s Creed com o Desmond? Pois bem. Layla que já havia passado muito tempo no seu próprio Animus em Assassin’s Creed Origins ganhou certas skills de Bayek e Aya. Elas então conversam sobre um livro de Heródoto que Layla havia encontrado, que falava sobre os artefatos da primeira civilização e que eles deveriam achar primeiro do que os templários.

Novo reencontro?

Ao sair do local, Kassandra é alertada com uma flecha por seu irmão, digo, Deimos. Que a seguiu até ali. Ele diz que o “truque” que ela usou ao tocarem na pirâmide foi interessante, ela o confronta dizendo que não ouve truque algum e diz que eles são uma família. Deimos diz que não tem família, já que ele foi criado pelo Culto dos Cosmos.

Mesmo assim, Kassandra diz que tudo poderia voltar ao normal, ao reunir a família. Ele então que irá perseguir e matar Kassandra em algum momento, voltando assim para o culto, enquanto ela, de volta para o seu barco.

Com Heródoto, eles chegam em Atenas. Onde eles encontram Péricles e Cléon discutindo sobre os métodos de como ganhar a guerra contra os Espartanos. Após a discussão, Kassandra é apresentada para Péricles que diz que pode ajudar, após uns favores da mesma, ele então arruma um lugar onde estariam pessoas importantes que poderiam ajudar na missão de Kassandra de achar sua mãe.

O lugar nada mais era que a casa de Péricles, e haveria muita gente lá, era uma festa, e como tal, ela deveria se vestir para a ocasião, como diz Phoibe que nos encontra por lá falando que agora trabalha para Aspásia. Kassandra aceita e entra e fala com Heródoto que diz para ela se enturmar para ganhar a confiança de certas pessoas.

Dentre os convidados, Kassandra conversa com algumas pessoas, dentre elas, Sócrates e Eurípedes. Sim, ambos estão discutindo sobre coisas da vida e filosofando sobre dramaturgia e filosofia e pedem ajuda da moça para resolver umas questões, sem ação, dessa vez.

Eurípedes diz que ela, Myrrine foi ao encontro de um doutor chamado Hipócrates em Argos. Alcibíades fala que poderia achar algo com uma mulher, chamada Anthousa em Corinto. Sócrates era o último “alvo” de Kassandra, mas é aí que Aspásia adentra ao local. Ela diz que se Kassandra fosse até Ceos, ela poderia procurar informações com uma mulher chamada Xenia.

Pistas

Com três pistas em mãos, Kassandra vai até Ceos atrás de Xenia. Chegando lá, a mesma diz querer em troca informações, dracmas. Ao conseguir, ela informa Kassandra que a mulher agora se chama Fênix e que fez parte de sua tripulação, mas depois de um tempo foi embora para o sudeste.

Ao seguir as pistas de Alcibíades e vai até Corinto. No encontro com Anthousa, Phoibe aparece dizendo que Aspásia a enviou como uma emissária, Kassandra fica meio receosa pois a garota estava ali. Anthousa então pede ajuda para que Kassandra resolva umas tretas para ela na região contra um tal de Tratante e nisso ela conhece Brásidas, que também havia interesse no alvo de Kassandra.

Ao encontrar com o Tratante, Kassandra tem uma luta com ele e deixa que as cortesãs de Anthousa matem o membro do Culto dos Cosmos. Agora, Anthousa poderia ajudar a espartana com sua missão. Myrrine havia passado por Corinto sim, mas que ficou por pouco tempo, já que havia ganhado um navio chamado “O encanto da Sereia” num jogo de dados.

E finalmente em Argos, Kassandra conhece Hipócrates, que precisava de muitas ajudas para com seus pacientes e obviamente, o ajudamos em sua missão em troca de informação. Ele diz que realmente conheceu a mãe de Kassandra, mas não tinha muito para oferecer em troca, mas que talvez ela achasse algo num templo ali por perto.

Lá então, ela se depara com uma figura com um bebê no colo. Se tratava de Chrysis, uma mulher membro do Culto que conta para Kassandra que Myrrine encontrou Alexios vivo, mas muito ferido após a queda do Monte Taigeto e o levou até Argos. Lá, Chrysis mentiu para Myrrine dizendo que Alexios havia morrido e assim cuidando do bebê, o criando dentro dos dogmas do Culto e escondendo toda a verdade para o jovem.

Kassandra consegue matar Chrysis e volta para Atenas.

Terra, mãe de todos, eu a saúdo

De volta em Atenas, algo estava fora dos eixos corpos queimados, uma doença havia se espalhado. Péricles estava mal das pernas e Phoibe a pedido de Aspásia pediu para ir atrás de um homem que pudesse ter um barco para levar Péricles para um local seguro.

Porém, a garota demora, e encontra Phoibe sendo atacada por uns bandidos, e ao matar eles, vemos que Phoibe havia sido morta…

Furiosa levanta em busca de vingança do Culto. Ao continuar sua jornada, Kassandra adentra até um templo ao lado de Aspásia e Sócrates que se deparam com Deimos finalizando Péricles e deixando o corpo dele no chão. Kassandra não alcança seu irmão e eles saem dali, e se encontram no porto, onde Kassandra pede para que eles, Aspásia, Hipócrates e Sócrates saíssem de Atenas, já que ela estava sendo tomada. Sócrates e Hipócrates resolvem seguir na cidade, enquanto Aspásia foi junto com ela.

Elas se atualizam e Aspásia informa que o navio de sua mãe havia desembarcado em Naxos e é para lá que nós vamos finalmente reencontrar nossa mãe.

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Depois de um papo, Kassandra promete trazer Alexios de volta. Alguns dias depois resolvendo uns problemas na ilha, Kassandra encontra uns documentos que alertava que Esparta também foi tomada pelo Culto e que além disso, um dos reis espartanos fazia parte do Culto.

Em casa, por enquanto

De volta para sua terra natal, mãe e filha se veem perto de sua casa, e Brásidas aparece dizendo que elas poderiam recuperar sua casa, se ajudassem os Reis de alguma forma. Essa forma seria matando alguns atenienses e antes de partirem, descobrimos pela boca de Myrrine que Kassandra nada mais é que a neta de Leônidas e que o mesmo havia batido de frente com o Culto em sua época. E que de certa forma, a linhagem de Kassandra estava predestinada a lutar contra o Culto.

Após fazer algumas missões, elas ganham o direito de se encontrar com os Reis de Esparta, Arquídamo e Pausânias que pedem alguns simples favores. Kassandra teria que vencer as Olimpíadas e ganhar a região de Beócia para Esperta, só isso.

Para as Olimpíadas, Kassandra vai atrás de um guerreiro, chamado Testikles para disputar as Olimpíadas, mas acidentalmente o grandão acaba caindo no mar e é comido por um tubarão, sobrou para quem ir disputar as Olimpíadas? Sim, Kassandra! Que leva nas costas a disputa e ainda de quebra mata mais um dos Cultistas (nessa altura, muitos já haviam morrido) e dentro da missão para tomar Beócia, ela encontra Stentor, que poderia lhe ajudar na missão.

Assassin's Creed Odyssey
Campeã Olimpíca

Ele mesmo p*&¨%$ com Kassandra, decide ajudar sua meia irmã a tomar Beócia para Esparta. No término, eles acabam tendo um desentendimento por conta da morte de Nikolaos e brigam entre si, fazendo com que Kassandra mate Stentor. *Vale ressaltar aqui que caso você não tenha matado Nikolaos no começo do jogo, ele aparece interrompendo a briga entre os irmãos*.

Nesse meio tempo, Kassandra também conseguiu juntas provas para incriminar um dos Reis que fazia parte do Culto, e nada mais era que Pausânias. E em uma luta, ela o mata e assim, Arquídamo devolve as terras da família.

Briga entre irmãos

Com as atenções voltadas para Alexios agora, Kassandra foca em trazer seu irmão de volta, onde Brásidas diz precisar de ajuda contra uns Atenienses em Pilos, ela aceita e partem até lá. No campo de batalha, acabamos encontrando Deimos e uma briga das boas acontecem. No final, você tem a oportunidade salvar seu irmão ou deixa-lo ali para morrer, independentemente de sua linha de diálogo, uma arvore cairá sobre você e será capturado.

Ao acordar, você conversa com seu irmão, onde vai decidir de novo mata-lo ou tentar salvar ele, o que você faria.

  1. Deixaria Demos voltar para o Culto
  2. Salvar Alexios

*Essa eu não me recordo bem o que eu fiz, mas acredito que foi tentar salvar ele*

E após um bate papo uol, Cléon aparece dizendo que foi ele quem ordenou que Alexios matasse Péricles, assim sendo, ele se mostra fazer parte do Culto dos Cosmos e antes de ir, ele deixa dois guardas para matar Kassandra que viram pastel fáceis na mão dela.

Os amigos de Kassandra então chegam até ela, a libertando e decidem derrubar Cléon. Kassandra então se vê novamente num campo de batalha entre Esparta e Atenas, onde coloca os irmãos novamente frente a frente, mas dessa vez, Alexios mata Brásidas na frente de Kassandra que tenta ir até o seu irmão, mas uma flecha, que era destinada para ela, acaba acertando Alexios, o deixando inconsciente. A flecha foi disparada por Cléon.

Com Alexios fora de jogo, Kassandra parte contudo para cima de Cléon e na beira do mar, ela mata mais um cultista.

Hora da verdade

Kassandra de volta até sua mãe, é chamada para ir até onde tudo começou, no Monte Taigeto. Lá, Alexios estava esperando por elas, e uma série de diálogos acontecem e você tem como opção lutar contra seu irmão ou falar que não irá lutar contra ele. O que você faria?

  1. Não lutaria contra seu irmão
  2. Lutaria com ele

*Em minha gameplay, eu escolhi salva-lo, porém, algo durante a minha gameplay não saiu bem como o esperado, então, Deimos matou Myrrine, logo, forçando com que eu o matasse também depois de uma batalha*. Com isso, o final ruim foi o meu durante a jornada, fazendo com que Kassandra terminasse em sua casa, na mesa de jantar sozinha. Assim terminando seu primeiro arco.

Arco II

Kassandra ainda teria que ir atrás de todos os cultistas. Cada um deles deixava uma pista de outro e por aí vai. Era formado uma teia de cultistas na qual você ia liberando a cada pista e matando o outro, até chegar no fantasma, que era o centro de tudo.

Aspásia

No final, o Fantasma do Cosmo era nada menos que Aspásia. Kassandra após retornar para o local secreto de reuniões do Culto, encontra ela lá, onde a mesma diz que fez isso para ter o controle da Grécia e que estaria fazendo bem. Por isso, eles (Culto estavam atrás da linhagem de Kassandra), assim deixando com que essa linhagem não atrapalhasse nos seus planos. Por fim, o jogador ter a opção de:

  1. Matar Aspásia
  2. Beijar Aspásia
  3. Deixar Aspásia fugir

Me lembro bem que minha alternativa foi matá-la depois de uma treta.

Rede de Cultistas

Arco III

Durante algumas missões, ao encontrar sua mãe, ela pede que você vá atrás do seu verdadeiro Pai, nas profundezas de uma caverna na Ilha de Tera. Após chegar lá, temos o encontro com seu verdadeiro Pai. Pitágoras.

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Ikaros e Pitágoras

Sim! Pitágoras é seu pai e se encontra diante de um local misterioso, com o Cajado de Hermes em posse. Eles têm uma grande conversa sobre tudo o que aconteceu. E é explicado que Pitágoras deixou sua família pois queria conhecimento, fazendo assim com que ele chegasse até o Portal para Atlântida, mas que o mesmo deveria ser fechado por quatro chaves que estavam espalhadas pela Grécia.

Antes de partir, ficamos sabendo que Ikaros era parceiro de Pitágoras, e que ao saber o de seu nascimento, ele mandou a ave até a garota para que ela a protegesse em seu lugar.

Kassandra então parte em busca dessas quatro chaves que envolviam figuras mitológicas, como a Esfinge, Ciclope, Medusa e o Minotauro. Todos eles haviam missões e locais específicos, de dar calafrios em muitos momentos. E após derrotar todos, você conseguia fechar Atlântida e seu pai lhe entregava o Cetro de Hermes assim, morrendo.

Fim

O bastão do Hermes era nada mais que uma relíquia da primeira civilização. Ele dá a imortalidade ao usuário e não poderia cair em mãos erradas.

Layla então encontra o Templo e algo surreal acontece.

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Sim, Kassandra diz suas últimas palavras para que Layla continue seu legado. E agora, é esperar para saber o que será de Layla nos próximos jogos da franquia Assassin’s Creed.

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Assassin’s Creed Odyssey – A experiência https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assassins-creed-odyssey-a-experiencia https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/#respond Wed, 01 Jul 2020 19:00:17 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=9966 Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante

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Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante em sua vida, certo? Pois bem, Assassin’s Creed: Odyssey, game da Ubisoft lançado em  2018 responde todas essas perguntas e ainda é uma forma encantadora de mostrar um pouco de história.

Vou começar essa review fazendo uma indagação que ao longo de Assassin’s Creed Odyssey me fez parar por alguns minutos antes de responder:

“[…] se um homem mata outro para salvar muitos, suas ações podem ser consideradas justas? Ou deve o homem ser punido”?

Sim, essa figura, bem como outras, históricas que passaram pela franquia Assassin’s Creed deixam sempre uma marca no jogador. Mas talvez essa, em especial seja a que mais mexeu comigo ao longo de todos os jogos da saga.

Geralmente, NPC’s não fazem questionamentos ou te fazem parar e refletir, mas aqui amigo (a):

Assassin's Creed Odyssey

Prefácio

Assassin’s Creed Odyssey começa já com a batalha de Leônidas e seus trezentos diante do exército Persa de Xerxes em 480 A.C. Aqui, as mecânicas de combate são apresentadas e a história é contada com uma dramaticidade e você sente o peso de uma batalha que não pôde ser vencida pelos Espartanos. E é aqui onde conhecemos o item que viria ser importante anos mais tarde, a Lança de Leônidas.

Assassin's Creed Odyssey
Referências

História

Após um salto de tempo, em 431 A.C. Você pode assumir o papel de Alexios ou Kassandra, sua irmã mais velha. Ambos são conhecidos no jogo como “Misthios”, que em tradução não literária pode ser: empregado contratado (a) ou contratado (a). Ou simplesmente mercenário (a).

Muitos dizem internet afora qual seria o personagem “ideal” para começar a Odyssey. Uns defendem que é Alexios, outros dizem que é Kassandra. Eu, fui de Kassandra.

E é na ilha de Cefalônia (Κεφαλληνία), que jogador começa sua aventura. E me surpreendeu o fato de que ao longo de 5 horas após o começo do jogo, ao sair da Ilha, o logo da Ubisoft e o título do jogo estampavam a tela da minha tv. O que significaria que a estrada realmente seria longa.

Antes de sair de seu “lar”, Kassandra é abordada por Elpenor, que traça o destino da protagonista ao pedir para que ela vá atrás de seu pai. Nikolaos de Esparta, ou o “Lobo de Esparta” como é conhecido pelos seus comandados.

Fantasmas do Passado

Ao fazer isso, Kassandra não só viaja para encarar o fantasma de seu pai, mas também ao encontro de toda a sua família e do Culto do Cosmos, que tem ligação direta com a família de Kassandra. Ao encontrar Nikolaos, o jogador é colocado na primeira grande situação de escolha.

Ao finalizar o “primeiro arco” de Kassandra, você é levado mais fundo do mundo aberto do jogo. Ilhas e mais ilhas estão espalhadas para seu deleite, basta você ir explorar e ser feliz. Mas um conselho de amigo, faça isso com a dificuldade não nivelada, pois ao entrar num território como Beócia em nível baixo é morte na certa.

O que nos leva ao próximo ponto. A exploração.

Exploração em Assassin’s Creed Odyssey

Para começar tenha em mente que esse é o Mapa em AC Odyssey:

Assassin's Creed Odyssey

Já deu para reparar no quão enorme ele é, imagina você ter que navegar de Cefalônia até a ilha de Samos. Alguns lugares ficam fáceis de chegar por terra mesmo, com Phobos, seu cavalo que te acompanha durante a jornada.

Barco

Já por água é possível graças ao barco, que você adquire ajudando Barnabás e sua tripulação agora trabalha para você. E aqui eu tenho que destacar algumas coisas. Você consegue alterar sua tripulação a hora que quiser, tanto para o gênero masculino ou para uma tripulação feminina. Ou apenas manter a tripulação original do Barnabás.

Assassin's Creed Odyssey
Tripulação longo do jogo pode ser mudada

Ao explorar o mar, sua tripulação cantarola músicas, vibram com Kassandra a cada barco derrotado. Na hora de abordar um navio que está prestes a afundar, Kassandra solta um grito para motivar sua tripulação que responde batendo suas lanças, pés e gritando prestes ao entrar em combate.

Além disso, skins de personagens famosos da saga, como a da assassina Evie de Syndicate e outros personagens podem se tornar seus tenentes marítimos e até mesmo te ajudar em combate em terra firme, através de habilidades que você libera durante o seu progresso.

Tenentes esses, que você pode simplesmente recrutar abordando personagens de forma que os atordoe e você simplesmente vai lá e os recruta. Cada um dá sua contribuição para o navio, seja melhorando o casco do barco, até mesmo o dano de flechas de fogo que sua tripulação dispara em combate.

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Alto Mar em Odyssey

Ikaros e Phobos

Por terra, você tem dois aliados, sua águia, Ikaros e Phobos, seu cavalo. E por ambos, você sente um carinho enorme, pois, um tem como função, ser seus olhos pelo ar, facilitar a identificação de itens, alvos e auxiliar atacando bichos. O outro, te leva por quilômetros quando é possível e você sente uma raiva enorme de quando ele é atacado enquanto você está nele. Felizmente, ele não morre.

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Ikaros, os olhos de Kassandra nos céus.

Além disso, Odyssey coloca de volta uma função já explorada em Origins, a de domar animais. Ao usar flechar de atordoamento, você pode trazer os animais selvagens para o seu lado até quando você quiser, eles morrerem em batalha ao seu lado, ou simplesmente você pode liberar os bichinhos na natureza.

E conforme você melhora a habilidade de domar animais, mais espécies podem te ajudar. Mas vale dizer que, só vale um por vez. Não vá achando que você pode fazer a revolução dos bichos que não vai rolar.

Combate

Assassin’s Creed Odyssey não é fácil. Desde o Origins, o jogo teve uma curva de dificuldade em combates aumentada, e aqui não é muito diferente. Lógico que com o tempo, tudo pode ficar mais fácil, mas não significa que vai, graças ao sistema de nivelamento, o que isso significa Luiz? Simples. Conforme você vai aumentando seu nível durante o jogo, todos os outros inimigos serão do mesmo nível ou superior a você.

Na teoria isso é ótimo, já que isso significa que você não vai ficar forte sozinho, e garante um desafio maior quando você bate de frente com TODOS os seus oponentes, seja um lobo, até um capitão de acampamento.

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E conforme você vai melhorando as habilidades, elas serão o fato decisivo para você ganhar uma batalha ou luta. Já que você conta com técnicas que podem tirar escudo de inimigos, usar elemento de fogo e veneno em suas laminas, que podem e vão, se acertada com frequências, ser a sua carta na manga diante de seus oponentes.

Assassin's Creed Odyssey

O arsenal que Kassandra ou Alexios podem usar no jogo é vasto. Um par de adagas pequenas, espadas (uma em cada mão também é permitido), lanças, bastões e machados grandes fazem parte do seu inventário.

Ou seja, quem molda a jogabilidade é você, não existe uma maneira correta de jogar Assassin’s Creed Odyssey, a não ser, a sua maneira. Seja abordando de forma silenciosa ou mesmo entrando em confronto direto.

Gráficos e Áudio

Eu preciso dizer algo aqui. Assassin’s Creed sempre foi uma saga com o visual estupendo. Mas aqui é diferente, tudo é elevado a uma potência insana no quesito visual. Por todo canto que você simplesmente queira ir, tem uma visão de encher os olhos, e sério, é de aplaudir a forma que a Ubisoft consegue trazer de forma fiel como era o berço da civilização moderna.

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Estátuas, altares, templos, alto das montanhas, estradas que dão em bosques e visão para o mar. O próprio mar, que você simplesmente consegue ver a sombra do seu navio quando está em águas cristalinas. Ou até mesmo ao mergulhar em cavernas subterrâneas, onde os tubarões te atacam (rsrs de nervoso).

Assassin's Creed Odyssey
Vida marinha mais viva do que nunca.

Áudio

O áudio do jogo precisa ser destacado, como brilhante. Eu comecei o jogo com a dublagem em PT-BR ao longo do começo do jogo, pude perceber duas vozes muito conhecidas entre os brasileiros. Ricardo Juarez, o Kratos dos dois últimos God of War fazendo o Rei Leônidas e Letícia Quinto, a Deusa Atena (Αθηνά) de Cavaleiros do Zodíaco como Kassandra (e sim, aos que tenham a dúvida, eu gritei SAORI, quando eu a ouvi pela primeira vez) e fiquei chocado ao saber que uma Deusa também fala palavrões.

Além do mais, todas as ambientações estão perfeitas, desde os passos de Phobos, aos cânticos da tripulação e os diálogos.

Eu jamais vou esquecer a primeira vez que mergulhei em alto mar, e simplesmente em meus ouvidos ecoou o som de uma baleia azul e eu a vi. Foi uma sensação diferente de tudo o que já vi em jogos de mundo aberto.

Assassin's Creed Odyssey

Missões secundárias e curiosidades

Aqui é onde mora o calcanhar de todos os jogos de mundo aberto para o Luiz, as missões secundárias. Mas aí, eu sou obrigado a invocar um dos memes precursores da internet.

Eu não tenho nenhuma crítica para as missões secundárias desse jogo.

Assassin's Creed Odyssey

Tudo o que se refere a missões secundárias em AC Odyssey é algo fluído e principalmente, não obrigatório! Isso aqui é de se aplaudir. Você vai, conversa com o NPC, ele te passa a missão e você simplesmente fala “fo*&#@$” não vou fazer. E está tudo bem. O NPC, na maioria das vezes Espartanos diz que você não é um Guerreiro de Verdade? Fala, mas quem disse que o problema dele é problema meu?

Brincadeiras à parte, Odyssey está cheio de missões secundárias, algumas podem ser repetitivas, mas vou falar uma coisa, todos os NPC’s têm suas próprias motivações. Não é algo que você vai ver sempre. Cada um tem o seu background para pedir algo para a Misthios, e você, com o sistema de escolha, pode barganhar se fará ou não, saber mais detalhes da razão por trás daquele pedido, cara, é fantástico.

Em todo o canto, aparece uma missão, e algumas são de cortar o coração, como a “Fazendo Amizades” da garota Khloe. Outras, te fazem pensar e muito, como as missões que envolvem Sócrates (Σωκράτης). Algumas engraçadas, pelo o que o personagem é, como Alcibíades (Ἀλκιβιάδης).

Além dessas figurinhas históricas citadas acima, temos também muitos outros, já que estamos falando de Grécia não é mesmo? Platão (Πλάτων), Heródoto (Ἡρόδοτος), Péricles (Περικλῆς), só para citar algumas.

Curiosidades sobre Assassin’s Creed Odyssey

É muito incrível como o mundo em Assassin’s Creed Odyssey toma vida ao entrar nele. Todos os NPC’s têm diálogos para serem ouvidos. Dentro de cavernas, durante explorações, itens podem e vão aparecer diante de você, o que torna prazeroso andar por aí em cavernas e explorar seus mistérios.

  • O jogo tem um modo história, que simplesmente você entra de cabeça na Grécia Antiga e só tem uma missão, ver a história, literalmente ser contada na sua frente.
  • Caçadas especiais são postas para que o jogador encontre animais lendários, se assemelhando e muitos, os doze trabalhos de Hércules.
  • Fatos curiosos acontecem quando você está andando pelo mapa e começa a observar a vida no jogo, como por exemplo a foto a seguir que mostra algo bem peculiar.

Assassin's Creed Odyssey

Eu queria destacar como é sútil os relacionamentos em AC Odyssey. Para você que não sabe, é possível se relacionar com determinados Npc’s durante a jornada, e é impressionante ver certas linhas de diálogos, e suas reações podem ser das mais diversas. Mas sempre de forma sútil, ás vezes nem tanto, mas faz parte do flerte.

Sua relação com os Npc’s que Kassandra conhece ao longo do caminho, os torna importante para o jogador, você se preocupa, normalmente não recusa seus pedidos e faz suas missões secundárias sem titubear.

Kassandra e considerações finais

Como eu bem disse no começo do texto, eu escolhi Kassandra como a protagonista de AC Odyssey, e é tão gostoso quando você se importa com uma personagem forte, que ao mesmo tempo mostra seu lado frágil, humano, confuso (principalmente ao trocar uma ideia com Sócrates), não precisa sofrer com uma sexualização desnecessária para mostrar que ela pode ser, se ela, ou você quiser.

Kassandra, bem como Bayek em Origins, é um acerto em cheio da Ubisoft que precisava de um excelente protagonista desde a saga Ezio (pode discordar se quiser).

Eu só tenho que destacar um pequeno detalhe ruim durante minha experiência com Odyssey. O jogo por muitas vezes no Playstation 4 normal, dá uma leve travada, mas acredito que isso se deva ao fato de muita coisa ser gerada ao mesmo tempo. Tirando isso, minha experiência com Odyssey foi incrível e eu saio de sorriso mais que aberto, bem como foi com Assassin’s Creed Origins.

Notas:
Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 5/5
Nota Geral: 5

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