Remaster - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Tue, 13 Jun 2023 13:35:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Remaster - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 We Love Katamari REROLL+ Royal Reverie: Um remaster muito divertido https://animesonlinebr.org/review/we-love-katamari-reroll-royal-reverie-um-remaster-muito-divertido/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=we-love-katamari-reroll-royal-reverie-um-remaster-muito-divertido https://animesonlinebr.org/review/we-love-katamari-reroll-royal-reverie-um-remaster-muito-divertido/#respond Tue, 13 Jun 2023 13:35:06 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35939 No dia 2 de Junho, a BANDAI NAMCO e a MONKEYCRAFT lançaram o jogo We Love Katamari REROLL+ Royal Reverie para os consoles

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No dia 2 de Junho, a BANDAI NAMCO e a MONKEYCRAFT lançaram o jogo We Love Katamari REROLL+ Royal Reverie para os consoles modernos, a sua versão original foi lançada em 2005 pra PlayStation 2, e nós vamos comentar sobre os aspectos gerais do game e sua nova versão.

É importante salientar de que We Love Katamari é sequência direta de Katamari Damacy (jogo de 2004, também lançado pra PS2 e que já ganhou remaster), sendo assim o segundo jogo da franquia “Katamari”. No jogo, o Rei de Todos os Cosmos e o seu filho (o Príncipe de Todos os Cosmos) conseguiram o apoio de muitas pessoas do Planeta Terra inteiro depois que o Príncipe ficou rolando a Katamari (uma bola gigante que o jogador tem que sair rolando e grudando os objetos) e restaurou as estrelas e constelações do universo no primeiro jogo, já em “We Love Katamari” os habitantes da Terra são os fãs (ou súditos/seguidores), o Rei quer realizar todos os desejos desses fãs com a ajuda do Príncipe, coletando os objetos com a Katamari, o jogador tem que conversar com um fã no mapa principal pra começar a fase.

Tela de Seleção de Fãs (fases)

Bem, o objetivo de qualquer jogo Katamari é bem simples, é só coletar os objetos com a bola Katamari, quanto maior o seu tamanho mais fácil para coletar objetos maior, começando por simples cones, origamis e prendedores de roupa, aí aumentando cada vez de tamanho é possível pegar até carros, seres humanos, casas, prédios etc. Lembrando que o tempo inteiro você sempre irá controlar os dois analógicos do controle para controlar o Príncipe e mover a bola Katamari.

A obrigação do jogador é atingir um tamanho específico pra bola Katamari (exigidos pelo Rei e o fã) no decorrer da coleta de objetos, e exige um tempo limite, quando completar o objetivo você conclui a missão e a sua bola Katamari vira um planeta ou constelação.

Mas além das missões comuns citadas anteriormente, existem também missões onde você tem que coletar um número maior de objetos específicos (como comida, origami, vagalumes para iluminar o ambiente pra uma pessoa, doces, flores etc), cada fase do jogo também tem o fator replay, tem fases onde você tem que atingir um tamanho exigido pra Katamari no menor tempo possível (esse seria o modo Time Trial do game).

Cena de Gameplay - We Love Katamari

O Jogo também tem coletáveis pra você pegar na maioria das fases, como presentes, que são itens cosméticos pro personagem, e também tem os parentes do Príncipe espalhados em todo o mapa, aonde você pode escolher jogar com eles também.

Final da Fase - We Love Katamari

Além da campanha principal de conquistar os desejos de seus fãs, e das evoluções gráficas em comparação ao PlayStation 2, o jogo também oferece o modo “Royal Reverie”, aonde conta a história do passado do Rei de Todos os Cosmos (quando ele ainda era o Príncipe de sua linhagem) quando ele passou por um treinamento rigoroso pelo seu pai, e nessa versão remasterizada você controla o Rei quando ele era mais novo.

Uma coisa interessante de comentar, na tela de carregamento do progresso tem 3 saves, e nela tem a logomarca da “Namco” aonde você move a Katamari pra frente, e assim então escolhendo o seu save (isso está presente desde a versão do PlayStation 2).

Tela de Carregamento - Namco

E essa foi a nossa análise de We Love Katamari REROLL+ Royal Reverie, o jogo é super divertido e muito viciante, e parabenizamos a BANDAI NAMCO por nos últimos anos terem preservado a memória de seus games clássicos com ports e remasterizações, como PAC-MAN Museum+, Mr. DRILLER DrillLand, Klonoa Phantasy Reverie Series e PAC-MAN World Re-PAC. E agradecemos a produtora por nos enviar a chave da versão de XBOX One para a realização dessa Review.

O We Love Katamari REROLL+ Royal Reverie está disponível pra XBOX One, Series X e Series S, PlayStation 4 e 5, Nintendo Switch e Steam.

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Lucrando com passado, a indústria dos Jogos Remasters https://animesonlinebr.org/post/lucrando-com-passado-a-industria-dos-jogos-remasters/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lucrando-com-passado-a-industria-dos-jogos-remasters https://animesonlinebr.org/post/lucrando-com-passado-a-industria-dos-jogos-remasters/#respond Fri, 24 Sep 2021 19:00:17 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25144 Jogos remasterizados(remasters) têm gerado muito lucro! Todos nós sabemos que o mercado de jogos digitais tem crescido e cada vez mais pessoas têm

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Jogos remasterizados(remasters) têm gerado muito lucro!

Todos nós sabemos que o mercado de jogos digitais tem crescido e cada vez mais pessoas têm chegado, segundo a CNN mais de 178 bilhões de dólares, se traduzido fica entorno de  cerca de 923 Bilhões de reais foram movimentados pelas indústria somente no ano de 2020! 

A história dos jogos remasterizados

Remasters de jogos antigos não é algo novo tendo seu início na do Nintendo original (Nintendinho) com o jogo Ys I: Ancient Ys Vanished JP, um RPG lançado em 1987 para PC e em 1988 remasterizado para Sega Master System e Nintendo, a popularização começou geração do Playstation 3 (PS3) e do Xbox 360 com jogos antigos de seus consoles anteriores (PS2 e Xbox) onde do lado do Playstation 3 tivemos o muito famoso Shadow of the Colossus e God of War Collection já do Lado da Microsoft após a compra da Rareware criadora de várias séries consagradas como Banjo-Kazooie que originalmente foi lançado para Nintendo 64 em 2008 teve seu jogo lançado com o mesmo nome para Xbox 360, já em 2011 foi a vez de Halo: Combat Evolved Anniversary, remaster do jogo de 2001 comemorando seus 10 anos de franquia Halo!

Remaster 2

Caso queira saber mais sobre Remake, Reboot e Remaster temos um artigo falando só sobre isto aqui.

Remasters a todo vapor!

Em 2018 quando foi anunciado para PS4 o novo remaster de Shadow of the Colossus vendeu um valor estimado de 434.517 unidades em apenas uma semana, trazendo uma receita aproximada de mais de 17 milhões de dólares. Onde era possível reviver novamente as aventuras no comando de Wander desta vez em 4k por apenas 39,99 dólares.

Somente no Ano de 2016 tivemos 19 remasters entre todas as plataformas (Android, iOS, Microsoft Windows, Linux, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox One), já em 2020 tivemos mais de 36 títulos! Um aumento de 225,00% se comparado a 2016, e como sempre a tendência é aumentar só para 2022 já tivemos os dois jogos da franquia Life is Strange que será lançado para as plataformas: Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5, Stadia, Xbox One e Xbox Séries X e S.

Remaster 1

A Rockstar vai chutar a porta?

Remaster 4

Visando Atender os vários pedidos de seus clientes e fãs parece que foi a vez da Rockstar entrar de vez para o mundo dos remasters com a sua maior franquia a popular Grand Theft Auto ou simplesmente GTA, lançando não somente 1 mas sim três remasters simultaneamente, dos seus jogos mais populares da sua era de “Ouro”, sendo eles, GTA III, GTA Vice City e GTA San Andreas, sendo que o próprio GTA San Andreas é até hoje o jogo mais vendido na história do Playstation 2. Estima-se que a Rockstar pode lucrar até 10 Bilhões de dólares segundo um levantamento da Super Data Research.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=icrHjZvS2SE[/embedyt]

Tudo indica que nos próximos anos iremos cada vez mais ver remasterizações de franquias antigas e muitas vezes esquecidas pelas empresas mas nunca por nós fãs.

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Final Fantasy IX (9): Vale a pena conhecer essa jornada hoje? https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-ix-9-vale-a-pena-conhecer-essa-jornada-hoje/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=final-fantasy-ix-9-vale-a-pena-conhecer-essa-jornada-hoje https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-ix-9-vale-a-pena-conhecer-essa-jornada-hoje/#respond Tue, 14 Jul 2020 20:24:28 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10412 Final Fantasy IX (9) é o nono jogo da franquia Final Fantasy (ou só FF), reconhecida mundialmente como uma das maiores franquias de

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Final Fantasy IX (9) é o nono jogo da franquia Final Fantasy (ou só FF), reconhecida mundialmente como uma das maiores franquias de RPG, e também um dos maiores nomes de sua empresa mãe, a Squaresoft, que mais tarde se tornaria a tão conhecida e amada Square Enix.

O jogo foi anunciado no evento Square Millenium, um evento que segundo a empresa, iria ditar quais seriam os próximos passos para ela nos anos a seguir, e sem sombra de dúvidas, foi um grande evento para a Square e para os fãs de FF na época, porque de maneira surpreendente na conferência, a empresa anunciou três jogos da série Final Fantasy, sendo os respectivos Final Fantasy IX, Final Fantasy X (10), e o Final Fantasy XI (11). Essa escolha surpreendente na verdade não foi por acaso, porque cada jogo foi apresentado como um passo diferente para a franquia na sua escada para o novo milênio. Final Fantasy X foi apresentado como “O próximo passo e também a evolução natural de Final Fantasy”, Final Fantasy XI foi apresentado como sendo “Uma experiência totalmente única e nova para a franquia e seus jogadores”, e finalmente, Final Fantasy IX foi uma comemoração e celebração de Final Fantasy, além de uma volta às origens a série, e isso é claro.

De fato, principalmente na época de seu lançamento, FFIX foi um destaque. Durante os anos, depois do tão aclamado e amado até hoje Final Fantasy VII (7), a série começou a ter mais enfoque em elementos mais futuristas, com mais elementos Cyberpunk e Sci-Fi, exemplos claros dessa época além do FFVII foram o Final Fantasy VIII, que se possui um ambiente bem mais tecnológico, e o filme Final Fantasy Spirit Within, que conta uma história com pouquíssimos elementos mágicos  e fantasiosos em sua narrativa. 

A produção de FFIX também foi especial, não só pelo motivo comemorativo, mas também porque Final Fantasy IX seria o último título da série original a ter somente um dígito em seu nome, e não somente isso também, mas esse seria um dos últimos totalmente dirigidos por Hironobu Sakaguchi, um dos principais responsáveis e considerado o “Pai” da série, já que depois, por mais que ele fosse continuar se envolvendo com a franquia por mais alguns anos, a direção e projeção começaria a passar para outros membros da Square, principalmente Yoshinori Kitase, que já tinha um grande nome na época.

E o jogo fez sucesso? Ele foi lançado 7 de Julho do ano 2000, e por mais que a crítica mundial e os jogadores que o experimentaram tenham amado o jogo, o considerando até mesmo um dos melhores de toda a história da franquia, ele não foi tão reconhecido ou tão popular como era esperado, e não era por menos, não só ele tinha uma temática muito diferente dos jogos anteriores, devido a volta às origens, mas também porque o tão aguardado jogo da nova geração, FFX, já estava batendo a porta, já que FFIX foi lançado bem no final da vida do PSX, e de fato, em comparação, principalmente na época, o visual era de encher os olhos de qualquer um que cruzasse e os comparasse.

Recentemente, o jogo completou 20 anos, e desde o seu lançamento original, ele se tornou um jogo bem acessível, sendo relançado e remasterizado em todos os consoles da atual geração, e até mesmo os dispositivos móveis, mas vale a pena se aventurar nessa jornada de mais de 20 anos atrás? Vamos descobrir agora!

Narrativa

Um dos principais pontos fortes da série, em maioria dos títulos da série Final Fantasy é a sua narrativa e a sua história, e em FFIX, isso não é diferente.

A narrativa de FFIX se passa na terra de Gaia, um mundo mágico, onde há diversos continentes, cada um com seus reinos, e terras fantasiosas, sendo a primeira que conhecemos, a terra de Alexandria. O jogo começa com uma bela princesa que, estava sonhando acordada enquanto apreciava a vista de seu castelo sobre o reino, que é habitado por diversos seres fantásticos que vivem ao lado dos humanos, desde homens hipopótamo, homens pássaro a até mesmo Moogles, criaturas adoráveis do mundo de Final Fantasy. Em meio a esta vista, o foco passa a ser dado a um navio voador, no qual encontramos o grupo dos Bandidos de Tantalus, onde encontramos o principal protagonista dessa história, Zidane Tribal.

Diferente do que se pode esperar em uma narrativa de RPG, principalmente para os padrões de Final Fantasy naquela época, Zidane não é o herói mais “heróico” que se possa esperar, ele é um ladrão, que junto dos seus companheiros, tem como a principal missão daquela noite, sequestrar a princesa Garnet, de Alexandria. O plano era o seguinte, o grupo iria se infiltrar no reino como um grupo de teatro, que então, chegaria em Alexandria para apresentar ao público a aclamada peça “I want to be your Canary”, não só para entreter o reino, mas também para comemorar o aniversário de 16 anos da princesa, logo, a peça teria que acontecer perto do castelo. Enquanto a peça aconteceria, um grupo iria se infiltrar no castelo, sequestrar a princesa, e sair antes que os cavaleiros do castelo percebam.

A partir daí, o grupo se prepara para o evento, e então somos apresentados a mais um personagem, o Vivi. Vivi é uma criança tímida e inocente, que se encontra pela primeira vez em um reino tão grande em Alexandria, para assistir a peça que tanto queria ver, porém, ao entrar na bilheteria, ele descobre que o ingresso que ele comprou era falsificado, portanto ele não poderia ver o show. Em tamanha tristeza, Vivi acaba andando pela cidade e conhece Puck, que concorda em ajudar o Vivi a ver o show se o mesmo o lhe prometer servidão a ele, o’que Vivi inocentemente concorda, e então eles partem para ver o show, e conseguem, mesmo que sorrateiramente.

De noite, durante o evento, o plano dos ladrões toma ação, e durante o espetáculo, Zidane e seu colega Blank de fato entram no castelo e conseguem se infiltrar com sucesso, e seguem atrás da princesa, que sumiu misteriosamente durante o evento.

Contudo, a rainha e sua mão Queen Brahne não deixou de perceber o sumiço de sua filha, e então pediu outro personagem, Steiner, capitão dos Cavaleiros de Pluto, uma das principais forças de segurança da rainha, ir atrás da garota.

Em meio a perseguição de Zidane, ele encontra a princesa, e ela parte a fugir deles, porém, misteriosamente, ela também estava fugindo do castelo, e sem muitas explicações, entra no navio voador, e surpreende todo mundo, ao afirmar que ela quer sim ser sequestrada, para fugir de Alexandria.

Durante a confusão, Steiner consegue entrar no navio, e mesmo não entendendo a situação, percebe o sequestro e vai salvar a princesa, mas as coisas não vão como o planejado. Enquanto do lado de dentro do navio ocorria esse conflito, Vivi estava fugindo dos seguranças que queriam impedir o garoto de assistir o show, porém, ele acidentalmente durante a fuga, entra no palco, que para fugir a todo custo com a princesa, começa a decolar, levando o Vivi, que nada tinha haver com a situação, e ela iria só piorar, porque, enquanto o navio deslocava e saia do reino, a rainha, para impedir os ladrões de fugirem, lança uma bomba, e ao atingi-los com sucesso, eles acabam tendo que fazer um pouso emergencial, em uma floresta fora do reino.

Assim começa a história de Final Fantasy IX, e por mais que eu queira contar mais detalhes super divertidos e interessantes que acontecem durante e após o ocorrido, eu não quer estragar a possível surpresa de muitos, mas quero apontar alguns detalhes da narrativa, mas não se preocupe, será rápido.

Nesse começo de jogo eu só consegui apresentar os 4 primeiros personagens principais, mas há muitos outros, todos bem interessantes e bem trabalhados, isso por sinal é algo que eu quero acrescentar, todos os personagens principais, e até mesmo alguns coadjuvantes são muito bem trabalhados, com histórias bem marcantes e muito profundos, com raríssimas exceções.

Durante o jogo, outra maneira interessante e única na época que foi utilizada para contar a história, é o ATE (Active Time Events), que em suma, em certos pontos da história, o ponto de vista da narrativa passa de um personagem para o outro, enriquecendo ela, e os personagens.

Por mais que boa parte da história apresente elementos sérios, e até mesmo pesados em alguns momentos, o jogo consegue muito bem balancear a seriedade e o humor na narrativa, sempre fazendo o balanço emocional ficar bem equilibrado, e eficiente nas horas certas.

E por fim, foi lançado ano passado um vídeo documentário oficial da Square Enix, chamado “Inside FINAL FANTASY IX” que conta os com alguns detalhes e curiosidades dos bastidores do jogo, e lá foi dito que um dos temas principais do jogo é “Viva” (Living), e isso é bem presente durante o jogo todo.

Jogabilidade

A jogabilidade de Final Fantasy IX não é muito diferente de outros jogos de RPG da época, principalmente dos outros jogos Final Fantasy.

Em suma, Final Fantasy IX utiliza o sistema ATB (Active Time Battle), que foi introduzido a franquia desde Final Fantasy IV (4). Resumindo, diferente dos RPGs de turno, onde cada personagem tem sua ação determinada pelo turno da partida, cada personagem tem seu próprio “turno”, que sempre ocorre em um determinado período de tempo, dependendo da velocidade do personagem, ou seja, mesmo sendo necessário esperar turnos para realizar ações durante as batalhas, cada personagem tem o seu próprio tempo específico de turnos, influenciando bastante o ritmo das batalhas.

Outro sistema que é apresentado nas lutas que também é importante é o sistema de Trance, que resumindo, enquanto você vai recebendo dano durante as partidas, uma segunda barra, a de Trance, vai enchendo, e ao ficar cheia, seu personagem irá mudar de aparência e os seus poderes ficarão bem mais fortes e eficientes, contudo, a cada turno essa barra vai decrescendo, e ao acabar, o personagem volta ao estado padrão.

Durante o jogo, além de lutar, você irá explorar diversos cenários e todo o mundo de Gaia, e essa exploração não é muito diferente de outros títulos de Final Fantasy, com isso eu quero dizer que, em alguns momentos você terá que explorar continentes a pé, outras vezes com veículos, e se você quiser, até mesmo com Chocobos, que são montarias clássicas da série FF.

Mas para lutar e explorar, você terá que evoluir e ficar forte, e aí de fato Final Fantasy IX torna as coisas um pouco diferentes. As suas habilidades, ao invés de consegui-las naturalmente conforme alcançar certos níveis, você obtém ela conforme os itens que você compra ou encontra no caminho. Cada item no jogo possui uma habilidade em si, e ao equipar o item, ele tem acesso a essa habilidade, mas, se o personagem utilizar bastante o equipamento com a habilidade, ele irá adquirir permanentemente a habilidade, e terá ela a disposição sempre que quiser. Isso serve tanto para habilidades ativas (as que você comanda e seleciona em lutas) como as passivas (as que garantem melhorias e características aos personagens), mas para as passivas, você pode equipar e desequipar elas quando quiser, sendo que cada uma delas tem um custo específico de AP (Ability Points”, ou pontos de habilidade) para usar.

Em suma, a jogabilidade de FFIX é boa e eficiente, seguindo os padrões da série, mas também possuindo um sistema único para ele, que por mais que não seja tão complicado de entender, possui possibilidades bem amplas de customização, o’que é ótimo.

Trilha sonora

A trilha sonora de Final Fantasy IX é espetacular, até mesmo para os dias de hoje, mas se você é um fã da série, provavelmente isso não é surpresa.

O responsável pela trilha sonora de FFIX foi Nobuo Uematsu, compositor considerado até mesmo lendário pelos fãs, que foi também responsável pela trilha sonora de maioria dos jogos de Final Fantasy até aquele ponto, e como sempre, ele não fez um trabalho meia boca, e muito pelo contrário, está excelente.

Os temas dos personagens são ótimos e combinam muito bem com cada um deles, as músicas de batalha e de chefes conseguem incrementar muito bem o clima de toda a ação, as músicas para eventos específicos da história também são muito boas e muito bem posicionadas, e há músicas que sinceramente, são de emocionar, dou destaque principalmente para “You´re not alone” e “Melodies of Life”, que são simplesmente lindíssimas, mas há muitas outras tão boas quanto no jogo, juntando ao todo uma trilha quase impecável, cheia de músicas marcantes, e não sei como enfatizar mais.

Visual

O visual de Final Fantasy IX é lindo e único para a época, mas até mesmo para os fãs, isso é um pouco controverso porque ele é bem diferente dos jogos anteriores, e isso não é por acaso.

Os principais responsáveis pelo visual e design do jogo foram 3. Primeiramente, houve o aguardado retorno do consagrado artista Yoshitaka Amano, que foi responsável pelo visual de maioria dos jogos da série, mais especificamente, do 1 ao 6, onde a arte dele era belíssima e ótima para a série naquela etapa, contudo, nos jogos posteriores, o 7 e o 8, quem ficou responsável pelo visual dos personagens e do mundo foi Tetsuya Nomura, que vocês provavelmente podem reconhecer, porque no futuro, além de ter trabalhado em outros jogos da série Final Fantasy, ele foi um dos principais projetista de outras séries da Square Enix, mais notoriamente Kingdom Hearts, e o estilo visual dele foi único, e muito impactante naqueles jogos, principalmente pelo estilo dos traços de Nomura, e também porque ele conseguiu de certa forma, ajudar a revigorar um pouco a série naquele ponto, ao trazer esse novo estilo artístico. Porém, a saída de Nomura nesse título foi proposital, já que como a proposta do jogo era retornar às origens, chamaram de volta o Yoshitaka Amano para cuidar do mundo e dos personagens do jogo, mas ele não veio sozinho.

Acompanhado de Yoshitaka Amano veio também outro artista, Toshiyuki Itahana, sendo Final Fantasy IX o seu primeiro trabalho com a série Final Fantasy. Mas por mais que ele não tenha participado na produção da série até aquela época, sua entrada também não foi a toa, principalmente pelo seu currículo e expertise, já que ele trabalhava com design e visual de brinquedos e outros produtos originários para crianças.

Por fim, também teve a participação de Hideo Minaba, esse também é um pouco mais conhecido, não só porque ele já trabalhou em outros FF, como o 4, o 5, e o 6, mas também porque futuramente ele foi trabalhar para outras empresas e outros jogos no futuro, sendo hoje em dia um dos seus trabalhos mais conhecidos, o em Granblue Fantasy.

A proposta para a criação do mundo de FF IX foi a de trazer um mundo mágico, como os de contos de fadas, um tipo de mundo no qual crianças pudessem imaginar, mas ainda sim que eles possuem vida, e que toda aquela imaginação e fantasia fizesse sentido, e honestamente, acredito que eles não poderiam ter conseguido trabalho melhor.

Os três artistas conseguiram de forma exemplar criar um mundo lindo, carismático, e acima de tudo, rico, tanto em detalhe quanto em vida, já que por mais que o visual seja sim um pouco mais fantasioso que os títulos anteriores, sem sombra de dúvida, há sim vida neles, em cada detalhe, e isso é enfatizado por detalhes do jogo, como NPCs que andam pela cidade direto, ao invés de ficarem parados, por exemplo.

Concluindo, o visual de Final Fantasy IX é único, mas ainda sim é bem bonito.

Positivos VS Negativos

Bom, agora vamos para os pontos do jogo que pecam em algum detalhe ou outro.

Para começar, eu quero apontar um detalhe que, por mais que pareça óbvio, eu acho necessário deixar claro. Final Fantasy IX foi lançado originalmente para PSX, fazendo 20 anos esse ano, e com isso eu quero dizer que, em certos aspectos, o jogo não envelheceu tão bem.

O primeiro deles, é em questão de jogabilidade, que por mais que seja divertida e fácil de entender, possui um ritmo muito lento, isso até mesmo em comparação aos outros jogos anteriores e posteriores de Final Fantasy, e ele é notoriamente reconhecido por isso.

Também em questão de jogabilidade, é que, devido a ser um jogo mais antigo, Final Fantasy IX possui um dos problemas de jogos de RPG da época, que é a escala de dificuldade não sendo tão bem regulada em alguns pontos, fazendo com que você precise fazer um pouco de Grind em certos momentos, porém, esses momentos são bem poucos e eles foram contornados no Remaster, graças às novas funções que ele proporciona, facilitando e ajudando nesses quesitos.

Um detalhe também que tenho que falar é em relação ao visual, porque por mais que ele tenha sido bem bonito para a época de seu lançamento original, e que tenha sim, um bom conceito por trás, hoje em dia, eu acho que infelizmente, mesmo com uma remasterização, ele não envelheceu muito bem, principalmente em questão aos cenários. Na época, muitos jogos da Square eram pré-renderizados, ou seja, eles eram como se fossem vídeos e imagens que eram pré-carregados, e interagiam junto com os personagens, que são renderizados, porém, na remasterização, os cenários não acabaram com um cuidado muito bem feito, fazendo com que em alguns momentos o ambiente possa até mesmo ser destoante e possa distrair o jogador da imersão na história. 

Por fim, Final Fantasy IX possui vários segredos e mistérios, que irão lhe entregar recompensas ao explorar e aproveitar ao máximo esses pontos no jogo, porém, há certas recompensas que só são possíveis adquirir se você completar certos requerimentos bem difíceis e específicos, um exemplo notório disso é a Excalibur II, que é a arma mais forte de Steiner, porém, para você conseguir adquirir ela, você deve completar certos desafios e chegar em um ponto específico da história em menos de 12 horas de jogo, ou seja, se o relógio passar das 12 horas, você nunca mais poderá adquirir esse item por exemplo, com isso eu quero dizer que, por mais que não tenha mal nenhum em trazer certa dificuldade em alguns desafios, alguns deles podem te desencorajar a ir atrás, já que os requerimentos são meio chatos de completar.

Outros Destaques

O jogo possui VÁRIAS referências a Final Fantasy, desde elementos e personagens, a até mesmo falas, o jogo é cheio de “Easter eggs” e outros detalhes para os fãs.

Para facilitar o jogo, possui várias opções que ajudam os jogadores, desde a possibilidade de acelerar o tempo e impedir encontros aleatórios, a até mesmo a possibilidade de dar dano máximo nas batalhas.

Na versão de Playstation 4, junto com o jogo, na compra vem incluso um tema exclusivo, com uma arte inédita, e muito bonita.

Conclusão

Em conclusão, Final Fantasy IX é uma verdadeira carta de amor a série Final Fantasy, e a seu legado antes do novo milênio, e mesmo depois dele, ele ainda é único e especial.

Eu não consegui expressar com todos os detalhes possíveis, para de novo, evitar spoiler, mas a narrativa é riquíssima, profunda e linda, podendo até mesmo gerar algumas lágrimas.

A jogabilidade, por mais que não seja perfeita ou muito diferente, é ótima, principalmente por ser bem funcional. A trilha sonora é fantástica, e o visual, por mais que seja sim um pouco diferente, tem o seu charme único e especial.

Se você não conhece a série ou nunca jogou um Final Fantasy, eu recomendo você conhecer esse título, de fato ele pode até ser um pouco velho e não ter envelhecido bem em alguns pontos, mas se você conseguir passar e superar esses problemas, você não irá se arrepender.

Se você já é um fã de Final Fantasy e ainda não jogou, O’Que você está esperando? De fato esse foi um dos melhores títulos da série, que mesmo que tenha ficado na sombra de outros grandes lançamentos, acredito que ele merece tanto reconhecimento e amor quanto os outros grandes nomes da franquia, como sempre esteve sendo amado e lembrado nos corações de quem o conheceu e se apaixonou por seus personagens e pelo seu mundo.

Final Fantasy IX está disponível para Nintendo Switch, Xbox One, Playstation 4, IOS, Android, e PC.

Notas:
Gráficos: 3,5/5
Jogabilidade: 3,5/5
Diversão: 5/5
Trilha: 5/5
Narrativa: 5/5
Geral: 4,4/5

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As confusões por trás dos termos Remake, Reboot e Remaster https://animesonlinebr.org/curiosidades/as-confusoes-por-tras-dos-termos-remake-reboot-e-remaster/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=as-confusoes-por-tras-dos-termos-remake-reboot-e-remaster https://animesonlinebr.org/curiosidades/as-confusoes-por-tras-dos-termos-remake-reboot-e-remaster/#respond Fri, 01 May 2020 19:00:57 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=7746 Os termos Remake , Reboot e Remaster serem confundidos por jogadores o tempo inteiro não é novidade nenhuma,  mesmo que não seja muito

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Os termos Remake , Reboot e Remaster serem confundidos por jogadores o tempo inteiro não é novidade nenhuma,  mesmo que não seja muito difícil você encontrar na internet a diferença entre esses termos, sendo em vídeos ou matérias de Blog. Porém o que pretendo fazer nesse post é ir um pouco mais adiante, além de explicar os termos vou mostrar exemplos de quando as próprias empresas profissionais acabam erando no título de seus games, usando a nomenclatura errado sendo em sua publicidade ou em seu título. Então vou recontar o significado de cada termo (Porque sei que já foram explicados muitas vezes) de onde surgiram e exemplos de empresas que usaram os termos de maneira errada , ou os próprios fãs. No final do post deixarei as respectivas fontes e referencias.

Remake

O Remake no mundo dos jogos é um termo derivado do termo utilizado no cinema com o mesmo nome, que em português pode ser traduzido como refilmagem. No cinema era utilizado para filmes antigos  que eram refilmados anos depois com uma nova tecnologia, novos atores, novos diretores e novos conceitos, porém utilizando o filme original como principal base, seguindo os mesmos conceitos e cânon. O Remake pode acrescentar novas ideias porém mantendo os elementos e cenas chave do material original. O Remake mantem a mesma história que o material original mas pode ter alterações temas e público alvo. Um exemplo é adaptar seu filme para a realidade da nova geração, ou tentar ampliar seu público.

Os Remakes no mundo dos  games seguem os mesmos princípios, um game  adaptado de um título anterior, geralmente com o objetivo de modernizar o jogo para hardware mais recente e  o público  conteporâneo. Normalmente, o Remake de tal software de jogo compartilha essencialmente o mesmo título, conceitos fundamentais de jogabilidade e elementos principais da história do jogo original. O Remake mesmo alterando o motor gráfico e mantendo a jogabilidade, pode incluir novos elementos como para expandir a história e o Gameplay.

Uma característica principal de um Remake de jogos que é semelhante ao Remake de filmes é o acréscimo de novos elementos e modernização de conceitos anteriores. Enquanto os filmes reformulavam seu elenco e direção, os games reformulam seu motor gráfico e jogabilidade, assim como desenho de jogo. O Remake é um jogo refeito do zero com os elementos do game original .

Um dos maiores exemplos de Remake de um jogo é Resident Evil 1 Remake. Nesse game o cânon do material original é preservado, a mesma história,  o mesmo desenho de jogo, o mesmo Gameplay. Porém o jogo é refeito do zero com novas mecânicas, novos inimigos, níveis e personagens. Assim como um controle de jogo mais atualizado.  Um jogo refeito para uma nova geração mas com os mesmos elementos do original.

Remaster

Remaster pode ser traduzido em português como remasterização.  Assim como no Remake se trata de uma modernização de um material para um público mais moderno. Também um termo muito usado no mundo do cinema que é utilizado no mundo dos jogos. No Remaster o foco é a melhoria do som e imagem, no caso dos jogos uma melhoria em seus gráficos e som. Que pode ser apenas uma melhoria do mesmo motor gráfico, um motor gráfico refeito que simula o origina ou apenas mudanças de cutscenes (Cinemáticas do jogo) refeitas. No elemento sonoro pode ter um áudio melhorado digitalmente ou uma redublagem.

O Remake assim como o Remaster também possui o elemento de melhoria gráfica.  A diferença é que o Remaster se foca apenas no elemento gráfico e sonoro, não acrescenta novos elementos e fases , não pretende alterar ou modificar o jogo original e se pretende costuma ser uma mudança mínima.  Outra diferença é que um Remake recria o jogo do zero e o Remaster é o mesmo game.

Reboot

O Reboot pode ser traduzido em português como reinicialização.  Diferente do Remake e Remaster é uma reinicialização completa do material original.  Usa o game ou filme original como base mas cria um universo próprio completamente único e um novo cânone. O Reboot não respeita as regras estabelecidas anteriormente e cria algo completamente novo. Nele os personagens podem mudar de personalidade, a história pode ser completamente original e o universo pode ser refeito do zero. O Reboot pode referenciar e usar elementos do material que se baseia mas é algo novo.

O Reboot no mundo dos jogos é traduzido com uma mudança completa não só no motor gráfico, como na jogabilidade, história, desenho de jogo e personagens, assim como ideias e temas.  Dos três antes citados o Reboot é o que menos segue as regras do material original, em alguns casos dando um olhar mais fresco  ao jogo e em outros criando fazendo elementos tão diferentes que deixam o jogo quase irreconhecido em relação ao material original.

Um exemplo de Reboot irreconhecível é Bomberman que não possuí semelhanças com o material original

Quando as empresas erram na nomenclatura:

 CrashTeam Racing Nitrofure é um Remake e não um Remaster

O game Crash Team Racing Nitro Fured foi vendido como um um Remaster do game original de Crash Bandicoot da geração de Playstation One para consoles de nova geração. Em toda publicidade do jogo foi utilizado o termo Remaster, quando não é verdade. CrashTeam Racing Nitro Fured tem todas as características de  um Remake.  O jogo não só foi mudado elementos gráficos e sonoros, o jogo foi refeito do zero, além de acrescentar novos elementos que não existiam no original  tanto em história como em jogabilidade. Esse jogo tem um número enorme de pistas originais, customizações de Karts,  mudanças no cânon da franquia original e personagens refeitos do zero.  É um jogo que acrescenta muito mais ao original ao invés de apenas recriar graficamente. Por o título de remaster é mau utilizado.

Resident Evil 2 e 3 Remake é um Reboot

O recente Remake de Resident Evil 2 e 3, embora sejam continuação do Remake de Resident Evil 1, não deveriam ter o título de Remake e sim Rebook. O motivo é que são completas reimaginações do material original.  A jogabilidade muda para uma completamente nova, o motor gráfico também , os elementos do material original são mais referenciados que replicados ( Uma característica comum re Reboots), os personagens, história e cânone foram completamente reformuladas.  O universo inteiro desses jogos segue uma linha do tempo diferente dos games originais, assim como a gameplay e mecânicas e desenho de jogo.

Um Remake deve seguir a jogabilidade e história do material original enquanto um Remake cria um jogo próprio com seus próprios usando o material original apenas como referencia. É por isso que o título de Remake nesses jogos foi mau colocado pelos desenvolvedores.  O Resident Evil 3 Remake por exemplo chega a ser um jogo completamente diferente em jogo e histórias, não mantem os elementos de seu jogo original apenas referencia ( O que gerou bastante críticas pelos fãs).

  Medievil não tem dois Remakes

´É um erro cometido tanto pelos fãs quanto na Wikipedia referente a Medievil. Em 2019 foi lançado um Remaster do game de Playstation 1 Medievil, um jogo bastante elogiado pelos fãs.  Acontece que em 2006 no console Playstation Portatil um Remake de Medievil havia sido lançado o que gerou bastante discussão entre os fãs comparando ambos como Remakes o que não é verdade. O game para Playstation Portátil é sim um Remake pois acrescenta novos elementos e é um jogo recriado do zero, já a versão de Playstation 4 é um completo Remaster pois apenas recria o antigo jogo com novos gráficos e elementos sonoros.

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