racismo - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Sat, 20 Nov 2021 17:07:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg racismo - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Identidade – Mais do que os olhos podem ver https://animesonlinebr.org/review/identidade-mais-do-que-os-olhos-podem-ver/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=identidade-mais-do-que-os-olhos-podem-ver https://animesonlinebr.org/review/identidade-mais-do-que-os-olhos-podem-ver/#respond Wed, 24 Nov 2021 15:00:01 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=28123 Identidade (Passing) é um filme de drama em preto e branco dirigido, escrito e produzido por Rebecca Hall. O roteiro é baseado no

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Identidade (Passing) é um filme de drama em preto e branco dirigido, escrito e produzido por Rebecca Hall. O roteiro é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 1929, e escrito por Nella Larsen.

SINOPSE

Irene Redfield (Tessa Thompson) e Clare Kendry (Ruth Negga) têm algo em comum: ambas são mulheres negras de pele clara que podem se passar por brancas. Essa, porém, é a única similaridade entre elas. Após perderem contato durante a adolescência, as duas se reencontram por acaso em uma cafeteria de um hotel em Chicago. Um encontro que muda para sempre a dinâmica entre as duas mulheres, suas famílias e suas comunidades.

©Netflix

SUTILEZAS

O filme tem uma fotografia muito bonita e o fato de ser preto e branca passa a impressão de que estamos vendo um filme realmente feito nos anos de 1920. Identidade não é um filme que se aprofunda tanto no tema proposto, mas expressa suas ideias através de sutilezas.

Desde os olhares das personagens até a forma como elas se comportam dentro da comunidade negra quanto fora dela. Os enquadramentos também auxiliam nisso, principalmente quando foca diretamente no rosto das personagens. Algo que me chamou muito a atenção foi a forma como Irene esconde o rosto atrás de seu chapéu. Isso passa muito bem o desconforto que ela sente mesmo que ela não diga nada.

Já sua amiga, Clare, é o total oposto. Ela não se esconde e sente-se mais à vontade próxima de qualquer pessoa. Isso provavelmente se deve ao fato de ela se passar por branca. Já Irene não faz isso, e mesmo que não negue suas origens, ela se esconde. As cenas em que seu marido fala para os filhos sobre os ataques violentos a pessoas negras deixa isso claro. Ela tenta fugir do assunto.

©Netflix

SUPERFÍCIE

Muito do que somos vai além da superfície, daquilo que outras pessoas enxergam de fora. Identidade é muito sobre isso. Em um momento há um diálogo que fala sobre isso. Que alguém de fora não tem como ter certeza daquilo que somos apenas com o que mostramos na superfície.

Por mais que aparentamos ser algo, podemos acabar sendo algo totalmente diferente. Como as duas personagens, que por mais que pudessem se passar por brancas, elas não são realmente. Além disso, podemos enganar outras pessoas e até a nós mesmos. O filme retrata muito bem isso, o quanto podemos nos perder ao interpretar um papel daquilo que não somos. O que importa realmente é aquilo que verdadeiramente somos por dentro, e não o que os outros veem.

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Son of the South – Escolha um lado https://animesonlinebr.org/curiosidades/son-of-the-south-escolha-um-lado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=son-of-the-south-escolha-um-lado https://animesonlinebr.org/curiosidades/son-of-the-south-escolha-um-lado/#respond Wed, 30 Jun 2021 15:00:39 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=22297 Desafiando sua família, um jovem neto de líderes da Ku Klux Klan começa a questionar o racismo da sua cultura e lutar contra

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Desafiando sua família, um jovem neto de líderes da Ku Klux Klan começa a questionar o racismo da sua cultura e lutar contra a injustiça social nos Estados Unidos da década de 1960.

Baseado na autobiografia de Bob Zellner. O filme Son of the South é escrito e dirigido por Barry Alexander Brown e estrelado por Lucas Till no papel principal. O longa é produzido por Spike Lee.

O MOVIMENTO DOS DIREITOS CIVIS

Entre 1950 e 1960 foi grande o crescimento do movimento dos direitos civis. O movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos foi a campanha por direitos civis e igualdade para a comunidade afro-americana. Esse movimento está diretamente ligado a Guerra Civil Americana, pois ela que deixou essa divisão entre norte e sul, sendo o sul a favor da escravidão e o norte contra. Até hoje essa divisão afeta como os negros são tratados nesses lugares lá nos EUA.

O nosso protagonista, Bob Zellner, vem do Alabama, que fica no sul, um estado bastante racista. Tanto que as pessoas se surpreendem quando ele diz de onde é. Além de ele ser branco, claro. Seus amigos de faculdade primeiramente se interessam pelo movimento e chegam a ir em um culto aonde só negros estão presentes. Eles quase acabam presos, e no fim quem acaba se comprometendo mais é Bob.

Bob chega a conhecer Rosa Parks, que se recusou a ceder seu lugar no ônibus para um passageiro branco e acabou presa. Inspirado por ela e outras personalidades e pessoas ao seu redor, ele acaba se tornando voluntário do movimento, trabalhando em um escritório recebendo recados. Além de participar de passeatas e protestos.

ESCOLHA UM LADO

Primeiramente, na história, o roteiro nos mostra que Bob ainda está em dúvida e com receito de entrar de cabeça no movimento. Somos apresentados ao seu passado, contado diretamente por ele, mostrando suas atitudes racistas de quando ele era mais novo. Bob havia sido pressionado por amigos para tomar atitudes horríveis. Ele se arrepende e não se identifica com seu avô, por exemplo, que é membro do KKK. Apesar de sua criação, vemos que ele quer quebrar esse ciclo e tomar uma atitude.

É a partir da fala de pessoas de dentro do movimento que Bob acaba abrindo os olhos para o problema que existe dentro dele mesmo e do racismo que o cerca. Todos que estão no movimento sabem dos sacrifícios que precisam ser feitos. Rosa Parks chega a falar para ele: “está na hora de escolher um lado”. É aquilo que é sempre dito e importante lembrar: não adianta nos omitirmos em situações como essa, senão estamos escolhendo o lado do opressor.

É a partir da fala de pessoas de dentro do movimento que Bob acaba abrindo os olhos para o problema que existe dentro dele mesmo e do racismo que o cerca. Todos que estão no movimento sabem dos sacrifícios que precisam ser feitos. Rosa Parks chega a falar para ele: “está na hora de escolher um lado”. É aquilo que é sempre dito e importante lembrar: não adianta nos omitirmos em situações como essa, senão estamos escolhendo o lado do opressor.

Mas o caminho para entrar no próprio movimento não é fácil. É interessante nesse filme termos essa visão de uma pessoa branca que resolveu apoiar o movimento civil. Era muito raro, na época, ver-se brancos se posicionando ao lado de pessoas negras. Bob precisa provar que realmente está levando a sério o movimento e não é uma pessoa infiltrada, por exemplo. O medo era grande, e com razão, de que pessoas brancas não estariam realmente ao lado dos negros.

É vivendo a violência diretamente e sofrendo que Bob fica cada vez mais próximo das outras pessoas. Ele finalmente decide com toda certeza que vai agir ao lado dos negros e acaba ganhando a confiança de todos ao seu redor.

Son of the South
©Clear Horizon Entertainment

A NARRATIVA

Numa visão geral, o filme Son of the South é uma boa apresentação de como foi para uma pessoa branca estar dentro do movimento negro americano. O problema é que o roteiro as vezes parece se perder, sem saber no que se aprofundar. Sinto que a história ficou bastante superficial e passou muito rapidamente pelas situações. Cenas bem típicas de violência em filmes desse tipo são mostradas, como forma de dar essa motivação extra ao protagonista para se posicionar. Não acho que as atuações tenham sido muito boas também, nenhuma se destaca a ponto de deixar o filme marcante. Acaba sendo apenas mais um filme ,Son of the South, que se passa nessa época. A única diferença é que aqui temos a visão de uma pessoa branca.

É legal sabermos dessas pessoas, pelo menos. Bob Zellner está vivo até hoje e foi o primeiro secretário branco do SNCC, o Student Nonviolent Coordinating Committee. É inspirador ver uma pessoa como ele, que se manteve firme no que acreditava e conseguiu usar o seu privilégio para fazer a diferença.

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Dois Estranhos – O ciclo do racismo https://animesonlinebr.org/curiosidades/dois-estranhos-o-ciclo-do-racismo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dois-estranhos-o-ciclo-do-racismo https://animesonlinebr.org/curiosidades/dois-estranhos-o-ciclo-do-racismo/#respond Wed, 28 Apr 2021 15:00:35 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20317 Two Distant Strangers (Dois Estranhos), nome original do curta, foi escrito por Travon Free e dirigido por ele mesmo e Martin Desmond Roe.

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Two Distant Strangers (Dois Estranhos), nome original do curta, foi escrito por Travon Free e dirigido por ele mesmo e Martin Desmond Roe. Estrelado por Joey Badass e Andrew Howard,  a obra escancara o racismo nos Estados Unidos.

SINOPSE

Carter é um designer gráfico que, depois de passar uma noite com uma jovem, quer voltar para casa e encontrar seu cachorro, contudo, a tarefa simples se mostra mais complicada do que parece. Carter é morto repetidas vezes por um policial branco, ficando preso em um looping temporal, acordando sempre no mesmo dia para reviver sua morte.

O filme possui 29 minutos e está disponível na Netflix. Além disso, Dois Estranhos está indicado ao Oscar 2021 de Melhor Curta Metragem de Ficção.

INOVANDO O CLICHÊ TEMPORAL

Essa premissa de uma pessoa reviver um dia de novo e de novo não é original. Mas o filme consegue usar muito bem essa premissa para trazer ainda mais atenção a um tema muito importante. Claramente inspirado pelo movimento Black Lives Matter e o assassinato de George Floyd, Dois Estranhos resume muito bem a situação pela qual os Estados Unidos passaram no ano passado. Não só no ano passado, claro. O racismo sistêmico e a violência policial sempre existiram e continuam existindo. A perseguição da polícia está escancarada no filme.

Ao sair do apartamento da namorada, Carter para na calçada, acende um cigarro e mexe em sua mochila. Dela caem um maço de dinheiro dele e Carter esbarra em um estranho. Tudo isso é suficiente para chamar a atenção de um policial, que aborda a personagem fazendo várias perguntas. Por fim, acaba o matando.

Depois disso, Carter acorda sempre no mesmo dia e morre de diferentes formas. Não importa a ordem em que acontecem as coisas ou o que ele faz de diferente, o policial sempre o mata. Depois que percebe a situação, Carter faz de tudo para evitar sua morte. Até mesmo conversar diretamente com o policial, mas nada adianta. Vemos aí que, na maioria das vezes, mesmo conversando com essas pessoas, o preconceito delas não muda.

©Netflix

UM CICLO INQUEBRÁVEL?

O fato de o protagonista reviver várias vezes o mesmo dia tem um significado ainda maior no contexto desse curta. O looping temporal não deixa de ser um looping do que acontece todos dias. Todos dias vemos notícias de assassinatos de pessoas negras pela polícia.

Em Carter está cada pessoa que perdeu sua vida para a violência policial. Carter vive o mesmo dia sempre, pois é como se todo dia fosse o mesmo, de verdade. Vemos que nada muda. Nenhuma forma de evitar o que acontece funciona e Carter sempre acaba morrendo. É isso que acontece, dia após dia, com vidas negras.

Algo interessante de se notar, e algo que fiquei pensando muito depois de ver o curta, é que, no filme, só quem tenta mudar a situação é Carter. Nenhuma terceira pessoa interfere no que acontece. Estaria aí a solução? Não seria essa uma forma de quebrar o ciclo do racismo? Se uma terceira pessoa tivesse interferido na situação, tentado ajudar Carter, conversar com o policial, será que algo de diferente aconteceria?

Cabe a todos nós fazer algo para tentar quebrar esse ciclo. Somente ficando de braços cruzados, sem agir, estamos sendo coniventes com o racismo. Nada mudará se não fizermos nada.

©Netflix

É ASSIM QUE AS COISAS SÃO”

O curta termina com uma bela homenagem a todas as vidas negras perdidas graças ao abuso de poder de policiais brancos. Além de George Floyd, vemos diversos nomes, de pessoas que não estavam fazendo nada de errado. A única coisa em comum: a cor de suas peles.

Carter fala diretamente com o público, olha para a câmera desafiadoramente, e diz que voltará para casa. É triste, pois sabemos que, como várias outras pessoas, Carter não chegará em casa.

Dois Estranhos usa muito bem a situação atual dos Estados Unidos e do mundo para chamar ainda mais atenção ao movimento Black Lives Matter e escancarar mais ainda a violência policial.

O filme termina com uma música “The way it is, com um trecho que diz: é assim que é. Algumas coisas nunca mudarão. A música toca enquanto na tela sobem os nomes das vítimas da violência. Fica o questionamento se realmente as coisas um dia mudarão ou não. Toda a letra da música combina com o que acontece no curta e nos deixa pensativos.

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American Son – O desespero de uma mãe https://animesonlinebr.org/curiosidades/american-son-o-desespero-de-uma-mae/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=american-son-o-desespero-de-uma-mae https://animesonlinebr.org/curiosidades/american-son-o-desespero-de-uma-mae/#respond Tue, 10 Nov 2020 15:00:37 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15532 Dirigido por Kenny Leon e estrelado por Kerry Washington, Steven Pasquale, Jeremy Jordan e Eugene Lee, American Son, lançado em 2019, é um

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Dirigido por Kenny Leon e estrelado por Kerry Washington, Steven Pasquale, Jeremy Jordan e Eugene Lee, American Son, lançado em 2019, é um daqueles filmes que originalmente são peças de teatro. Lidando com um assunto que não poderia estar mais atual, o filme conta a história de Kendra, que fica desesperada ao ter seu filho, Jamal, dado como desaparecido. Ela, então, não abre mão de pressionar um policial a ajudá-la.

Com o movimento Black Lives Matter e o assassinato de George Floyd nos Estados Unidos, a atenção do mundo todo se virou para os casos de racismo, principalmente nos estados americanos. George Floyd foi um homem negro brutalmente morto por um policial branco, quando este se ajoelhou no pescoço de George.

©Netflix

American Son nos mostra essa realidade do racismo de maneira dolorosa e crua através dos olhos de uma mãe que tenta a todo custo saber o paradeiro de seu filho. Essa mulher, Kendra, passa a madrugada em uma delegacia insistindo para que um policial branco consiga notícias sobre o que aconteceu com Jamal (seu filho). Este policial fica fazendo de tudo para deixá-la no escuro, sem lhe dar notícias. O filme traz um roteiro bem ágil e as falas de Kendra, principalmente, são um tapa na cara do policial e de quem assiste.

Ela pergunta para ele se ele tem filhos e ele diz que tem duas filhas, e ela rebate perguntando “você tem um filho negro?” o que o deixa sem palavras. Ele não sabe o que é para ela ter um filho negro desaparecido, em um país como os Estados Unidos (e outros) em que casos de racismo e assassinato de pessoas negras pela polícia são inúmeros e só aumentam.

O filme, além de ter um roteiro ótimo e diálogos ágeis e certeiros, usa muito bem a locação única. A história inteira se passa dentro de uma sala na delegacia, o que é um reflexo da peça de teatro, que também não muda o cenário, deixando os atores livres em um só lugar, movimentando-se pouco. A performance dos atores é essencial para o sucesso ou fracasso do filme. Kerry Washington é quem se destaca, até porque ela é a personagem principal do filme, mas a atriz é impecável em cenas dramáticas, e é fácil sentir o desespero dela.

©Netflix

Em um certo ponto do filme, entra em cena também o ex-marido de Kendra. Um homem branco que não enxerga seu próprio racismo. Apesar de ter um filho negro, ele evita reconhecer isso, além de condenar algumas atitudes do filho. Fica claro que ele não aceita inteiramente ter um filho negro e também não tem noção do sofrimento de Kendra. Para ele, Jamal precisaria agir de certo modo para não virar um alvo da polícia e não percebe que, não importa o que o filho faça, ele sempre será um alvo pela sua cor de pele. Temos os melhores diálogos do filme de Kendra com o marido, que também atua muito bem. Vemos o quanto a postura do policial também muda com a chegada do marido de Kendra, por ele ser branco. O policial começa a dar informações que antes ele não dava quando apenas Kendra estava presente.

O filme sustenta bem o suspense sobre o que pode ter acontecido com Jamal e tem um desfecho bem dramático e triste (e talvez já esperado) quando o policial anuncia que Jamal sofreu uma abordagem da polícia junto com outros dois amigos e acabou morto. American Son nos dá um soco no estômago e termina logo após sabermos do destino de Jamal. Sendo curto e certeiro, vale muito a pena assistir ao filme, não se sente nem o tempo passar. Está disponível na Netflix.

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