Primeiras impressões - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Fri, 16 Apr 2021 23:55:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Primeiras impressões - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Fumetsu no Anata E: expectativa, realidade e primeiras impressões do novo anime. https://animesonlinebr.org/manga/fumetsu-no-anata-e-expectativa-realidade-e-primeiras-impressoes-do-novo-anime/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fumetsu-no-anata-e-expectativa-realidade-e-primeiras-impressoes-do-novo-anime https://animesonlinebr.org/manga/fumetsu-no-anata-e-expectativa-realidade-e-primeiras-impressoes-do-novo-anime/#respond Sat, 17 Apr 2021 14:53:49 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20066 A regra é clara: quanto mais a gente cria expectativas, menos nos impressionamos com a obra, correto? Talvez não em todos os casos,

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A regra é clara: quanto mais a gente cria expectativas, menos nos impressionamos com a obra, correto? Talvez não em todos os casos, e definitivamente não foi o que aconteceu com Fumetsu no Anata E.

Acompanhei o mangá, reli os primeiros capítulos, fiquei animadíssima quando a Editora NewPop anunciou a vinda da obra impressa para o Brasil, criei toda uma atmosfera para assistir o primeiro episódio do anime na Crunchyroll, achando que já sabia o que esperar e que nada me surpreenderia.

fumetsu no anata e

Até que começaram os primeiros 3 minutos do anime. A animação já começa com uma muito bem animada cena inicial, com uma locução excelente que simboliza o nosso protagonista “ser”. E também, o elemento que talvez seja o mais marcante: a trilha sonora mais etérea da temporada, produzida por uma equipe de peso que tem nomes como Hikaru Utada (opening) e Takeshi Takadera (diretor de som), ou seja, de forma nenhuma o soundtrack passará despercebida.

O episódio é, de certa forma, um grande monólogo do rapaz solitário com seu fiel animal de estimação (que nesse momento, ainda é o nosso protagonista). Elemento que, de forma nenhuma faz a obra ser monótona, ou faça com que o espectador perca o interesse. Muito pelo contrário, a cada palavra e à medida que o episódio avança, um nó na garganta vai crescendo e fazendo com que criemos cada vez mais afinidade com o rapaz solitário.

Em vários momentos o anime de Fumetsu no Anata E apresenta uma aparente simplicidade excessiva nos traços, contrapondo com os momentos mais marcantes, onde a animação é fluida e limpa.

crunchyroll

Por fim, entendi que a regra não é tão clara assim. Saber exatamente o que iria acontecer não impediu que me emocionasse (e muito) com a animação. Tudo nela envolve e cria um clima acolhedor e de afinidade, principalmente com o personagem que nem é (ainda) o nosso protagonista, para que, no final, o nó na garganta se transformasse em um gosto agridoce na boca, quase que uma saudade do rapaz solitário que, vamos lembrar para sempre, e durante toda a história.

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Valheim – Primeiras impressões de um novo mundo Viking https://animesonlinebr.org/review/valheim-primeiras-impressoes-de-um-novo-mundo-viking/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=valheim-primeiras-impressoes-de-um-novo-mundo-viking https://animesonlinebr.org/review/valheim-primeiras-impressoes-de-um-novo-mundo-viking/#respond Fri, 26 Feb 2021 18:46:00 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17899   Desenvolvido pela Iron Gate AB, Valheim chega surpreendendo não apenas pela quantidade de vendas (mais de 4 milhões de cópias na Steam),

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Desenvolvido pela Iron Gate AB, Valheim chega surpreendendo não apenas pela quantidade de vendas (mais de 4 milhões de cópias na Steam), mas por se tratar de um game sandbox de sobrevivência com uma temática extremamente bem aceita nos dias de hoje, aliada a uma jogabilidade relativamente simples e empolgante. Misturar a mitologia Viking a uma boa ideia no universo do entretenimento é o mesmo que garantir milhares de possibilidades narrativas que podem surpreender inclusive os maiores fãs desse tipo de conteúdo.

Mas a gente sabe que não é simples um game desenvolvido por um estúdio tão pequeno conseguir tantos players sem que o jogo seja, pelo menos, intrigante. Certo? Então vem comigo para as primeiras impressões de Valheim.

Uma narrativa simples, mas divertida:

Não é de se estranhar que um game das proporções de Valheim acabe sofrendo um pouco no aspecto de lore, e particularmente eu não esperava muito da narrativa. Mas vamos lá!

Na mitologia do game, Valheim é o 10º mundo (diferindo dos 9 conhecidos da mitologia original) criado por Odin, aqui sendo referido mais comumente como “Pai de todos”, para servir como uma espécie de “prisão” e exílio para seus inimigos. Porém, este mundo passou muito tempo a margem da vigilância dos deuses, e esse acontecimento possibilitou uma organização contrária a Odin.

Com o objetivo de acabar com a ameaça cada vez mais presente, o “Pai de todos” decide enviar alguns humanos de Valhalla para este mundo na crença de que eles serão capazes de acabar com os exilados, uma vez que eles poderão reviver infinitas vezes para concluírem suas missões.

Nota: Valhalla, na mitologia nórdica, é um majestoso e enorme salão com diversos quartos, situado em Asgard, dominado pelo deus Odin. Segundo a crença Viking, metade dos que morrem em combate são levados pelas valquírias após a morte, enquanto que a outra metade vai para os campos Folkvang da deusa Freia. Em Valhala, os mortos se juntam às massas daqueles que morreram em combate conhecido como Einherjar, bem como vários heróis lendários da mitologia germânica, que se preparam para ajudar Odin durante os eventos do Ragnarök.

Deste modo, o player consegue criar seu personagem (masculino ou feminino) e viver uma história única, mas sem um passado. Isso significa que, apesar de simples e bem “redondinha”, a narrativa não chega a ser um dos diferenciais do game, mas ainda assim sendo utilizada muito bem como um pano de fundo. E só por isso já merece créditos.

Valheim memes. A melhor coleção de imagens engraçadas de valheim em iFunny Brazil

Gameplay, sensação de imersão e um mundo surpreendente:

Em se tratando de mecânicas, Valheim não chega a ser inovador, mas faz muito bem praticamente tudo ao que se propõe. Você vai perceber que existem diversos pontos de gameplay onde os desenvolvedores aparentemente se dedicaram mais. Um exemplo é a gravidade e a forma como você precisa se esforçar para evoluir suas habilidades e alcançar novos patamares.

Além disso, e vale a ressalva, o jogo possibilita que você se divirta sozinho, ou em grupos de até 10 pessoas, onde é possível criar diversos elementos relevantes para a sua aventura, como barcos, casas, armas e etc. Além de tudo, o fato de poder velejar como um verdadeiro Viking foi uma das coisas que mais me chamaram atenção antes mesmo de jogar Valheim.

O sistema de construção e forjas é uma das coisas mais importantes no game, principalmente por ser o que fará você realmente progredir, inclusive, vai por mim, você precisa procurar muito bem as melhores formas de criar armas, principalmente as de curto alcance, como machados e espadas, mas sem esquecer das lanças e arcos.

Prudência nunca é demais:

Eu comecei a jogatina simplesmente explorando o mundo, queria testar os limites do avanço sem fugir de todos os combates, mas me dei mal. “Hit kill” era uma constante, então você vai precisar realmente se dedicar e evoluir aos poucos, mas não precisa ficar preocupado, porque nesse ponto, acredito que as progressões são bem justas, além de que, Odin te enviou um corvo que dará altas dicas de como proceder (mesmo que as vezes você ainda possa se sentir perdido).

Um dos pontos altos dessa relativa dificuldade no avanço de suas melhorias é um dos charmes de Valheim, que foge um pouco daquela metodologia em que as coisas chegam muito facilmente aos players. A sensação de superar um obstáculo (distâncias, inimigos e até animais selvagens) é realmente recompensadora, e o mundo, apesar de não ser um primor técnico, é muito imersivo em sua proposta.

Causas e consequências:

Assim como eu havia antecipado, Valheim parece ter sido feito com muito carinho, então algumas mecânicas são surpreendentemente bem-vindas, como por exemplo, o fato de que se você não souber combar bem a sua estratégia de combate entre ataque e defesa, você certamente será punido. A mecânica de estamina também adiciona um elemento extra que obriga o jogador a pensar muito bem antes de tomar algumas ações, ou isso pode causar mais uma morte na sua conta. Muita gente, inclusive, lembra do gênero soulsborne nesse aspecto da necessidade de ser não apenas forte, mas inteligente para triunfar no combate.

Isso me faz lembrar que, da mesma forma que adorei a ideia de velejar pelo game, percebi que existiam muitas outras coisas para se preocupar. Por exemplo: A mudança do clima (com chuva ou ensolarado, por exemplo) te impõe desafios distintos e divertidos. Além disso, você tem que se preocupar com a alimentação e até mesmo se o personagem está com muito frio, afinal, sem isso, não apenas a gente não sobreviveria, mas nosso personagem também não.

Valheim memes. A melhor coleção de imagens engraçadas de valheim em iFunny Brazil

Estilo gráfico limitado, mas que não afeta a experiência:

Se tem um ponto que certamente não chama atenção em Valheim, é a qualidade gráfica. Ela certamente pode afastar quem está acostumado com os gráficos mais modernos, mas, depois que você supera essa barreira (caso seja o seu caso), ela deixa de incomodar. Mas as questões técnicas de Valheim, inclusive na trilha sonora, que não me chamou atenção, são suficientemente justas para valer as horas que o game pode proporcionar até mesmo aos jogadores mais exigentes.

Concluindo:

Valheim foi uma experiência que, incialmente, não me chamou atenção, principalmente porque eu me sentia perdido naquela imensidão de universo, mas a medida que eu fui dando oportunidade para que o jogo se desenrolasse, pude enxergar o diamante que ainda está sendo polido.

Não me entendam mal, o game tem pontos altos, principalmente na diversão, mas ainda tem a “cara” de um jogo incompleto. Porém, é verdade que foi uma grata surpresa ter a oportunidade de viver na pele de um Viking que evolui graças aos seus próprios esforços.

O sentimento de recompensa é uma constante e as mecânicas do game fazem com que você se sinta realmente um Viking sob as ordens de Odin. Seja você um guerreiro ou uma guerreira, lute junto ao “Pai de todos” em busca de glória, mas sem esquecer da diversão.

Enfim, vale lembrar que Valheim está disponível, atualmente, apenas para a plataforma PC e em Early Access.

Requisitos mínimos para Valheim:
Sistema Operacional: Windows 7 ou superior
Processador: 2.6 Ghz Dual Core ou similar
Memória RAM: 4GB de RAM
GPU: Série GeForce GTX 500 ou similar
DirectX: 11
Armazenamento: 1 GB de espaço livre

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Primeiras impressões: Balan Wonderworld https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-balan-wonderworld/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiras-impressoes-balan-wonderworld https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-balan-wonderworld/#respond Fri, 05 Feb 2021 19:02:41 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17385 Com uma expectativa, e promessa bem promissora, Balan Wonderworld é um dos projetos mais interessantes e únicos da Square Enix para o ano

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Com uma expectativa, e promessa bem promissora, Balan Wonderworld é um dos projetos mais interessantes e únicos da Square Enix para o ano de 2021, e como não ser? O time de produção é formado por vários integrantes de peso, tanto alguns veteranos dela, como Ryo Yamazaki e Kazuyuki Ikumori, mas também integrantes que acabaram de chegar, mas já possuem um bom nome na indústria, como Naoto Oshima, e talvez o mais famoso deles, Yuji Naka, que juntos, formaram um time único dentro da nova casa, a Balan Company, que traz consigo como título de estreia, Balan Wonderworld, que está sendo prometido pelo próprio time como uma experiência única e nunca vista aos jogadores, mas será mesmo?

Bom, por sorte, temos a Demo de Balan Wonderworld para começarmos a ter um gostinho de como sera essa aventura mágica, que promete ser inesquecível!
Mas antes de começarmos a falar dela em si, claro, vale sempre a pena lembrar! As experiências que serão comentadas aqui são sobre a recente Demo de Balan Wonderwold, ou seja, de um produto que ainda está em desenvolvimento, portanto, é sempre possível que o produto mude até a versão final dele, então fique atento caso qualquer mudança ocorra daqui para a versão final!

Então, sem mais delongas, Simbora meu povo!

Bom, um detalhe bem interessante e muito legal já do início do jogo, é a possibilidade de escolher com qual protagonista você irá jogar, sendo suas opções o garoto, Leo Craig, e a garota, Emma Cole, e dois detalhes bem legais aqui já são perceptíveis, primeiramente, é possível não só escolher o personagem, mas também a aparência dele, sendo suas opções a cor de pele e cabelo, não é possível combinar cores de pele e cabelos diferentes, mas ainda sim é um toque bem legal, já que as opções são bem universais. Já o segundo detalhe legal do começo, é que independente de qual opção você escolher, a Cutscene pré-renderizada, irá de acordo com a escolha feita, ou seja, ela não tenta “esconder” o personagem nas cenas, para adequar a sua escolha para qualquer uma, pelo contrário, os personagens, independente de sua escolha participam muito bem, e isso é ótimo!

E então, ao começar o jogo, e fazermos nossa escolha, somos apresentados a esse mundo com duas Cutscenes separadas, sendo a primeira uma que mostra um pouco do nosso personagem, e de como ele não se mostra muito bem consigo mesmo, e a outra que mostra como eles foram parar no mundo maravilhoso de Balan, que, mesmo sendo apresentada em uma lingua fictícia, possui legendas para que você entenda a situação.

Já nessa Cutscene também, vale mencionar outros detalhes legais, que serão frequentes mais para frente. Balan, um dos personagens principais, é muito carismático, e possui uma presença ótima, mostrando tanto animação e magia, como uma ponta de mistério, em uma Cutscene muito bem animada, e o outro detalhe, é que não só as legendas estão disponíveis em portugues brasileiro, mas com uma ótima tradução, se utilizando de termos como “Epa”, “Puxa Vida”, etc, dando um carisma mais próprio para todo o enredo e contexto da aventura.

Após a Cutscene, finalmente podemos começar a jogar, sendo o primeiro ambiente em que estamos dentro desse mundo mágico, a Ilha dos Tims, que é onde será a base principal do jogo, sendo os Tims pequenas criaturas mágicas e adoráveis, que possuem diversas cores e características diferentes, e serão essenciais em sua aventura, já que não só participarão de forma muito importante nela, como também irão lhe auxiliar, lhe dando itens escondidos, te fornecendo suporte, e muito mais, porém, que precisam ser alimentados com “Gotas”, que são pequenos cristais de cores diversas que podem ser encontrados durante as fases, além disso, os Tims podem desbloquear outras áreas na ilha, se bem cuidados.

As primeiras fases que temos disponíveis são os atos 1 e 2 do primeiro capítulo, nomeado “O Homem que afronta tempestades”, e nelas, você deve passar por um cenário cheio de desafios, plataformas, inimigos, obstáculos, e etc. 

Nas fases, você tem livre acesso do personagem, podendo andar para onde quiser. Nas fases também, estão um dos maiores destaques da jogabilidade do jogo, os trajes e fantasias, que irão conceder diversos poderes ao seu personagem, desde dar um pulo giratório, para quebrar caixas e derrotas inimigos, a possibilidade de dar socos a longa distância, planar, e por aí vaí. Mas vale lembrar que o principal das fases, além de chegar ao fim delas, é o de coletar o máximo possível de coletáveis, principalmente as Gotas, de diversos tamanhos e cores diferentes, e as Estatuetas de Balan, que podem ser adquiridas de duas formas, tanto encontrando elas em pontos escondidos da fase, ou no “Desafio do Balan”. O Desafio do Balan é um Minigame que funciona como um Quick Time Event, em que o personagem Balan irá executar uma série de ações em sequência, que para serem bem sucedidas, você deve pressionar o botão de ação no tempo certo, quando a sombra de Balan estiver alinhada a posição do personagem, ou apertando o botão de ação de forma repetida, conseguindo passar por esse desafio de forma excelente irá não só te parabenizar com um bonificador para o ganho de Gotas, mas também com uma estatueta.

As estatuetas também são muito cruciais porque a sua função, além de ser um colecionável é a de desbloquear novas fases, como por exemplo, se você conseguir coletar o número necessário delas nos atos 1 e 2 do primeiro capítulo, será possível desbloquear o primeiro ato dos capítulos 4 e 6 da Demo, que irão mostrar fases bem diferentes visualmente, e com temáticas diferentes, mas não quero dar Spoiler para essas surpresas por aqui.

Por fim, em cada capítulo, há um ato final, onde o jogador deve enfrentar um chefe. Esse último ato é especial porque, além de enfrentarmos esse chefe, iremos ver uma Cutscene pré renderizada de sua história, de como o protagonista do capítulo teve os seus sentimentos positivos se tornando negativos, e como o misterioso vilão se aproveitou desse momento de fragilidade. E também, quando derrotado o chefe, além de ter uma comemoração bem divertida dos personagens dançando ao final do capítulo, vemos mais uma Cutscene, onde, após enfrentar um determinado problema, o protagonista do capítulo não desiste e segue em frente. E sim, quando eu falo “O protagonista do capítulo”, não é engano, já que, o seu personagem deve ajudar vários protagonistas de diversas histórias, que estão passando por dificuldades, sendo a narrativa deles os temas de cada fase.

No geral, essa é a jogabilidade do jogo, e alguns dos detalhes, agora quero dar as minhas opiniões, que sim, serão um pouco mais parciais e baseadas na minha experiência, que pode sim ser diferente de outros jogadores e leitores. Balan Wonderworld não é nem de longe uma demo ruim, e não mostra em si um jogo ruim, mas não devo negar que, em todo o hype que era apresentado pelos próprios desenvolvedores, e por todo o material promocional, pode se dizer que sim, eu esperava um pouco mais.

O que eu quero dizer aqui é que, Balan Wonderworld se mostra um bom jogo no quesito aventura, ação e plataforma, mas ele não vai muito além disso, da boa execução, principalmente em questão a sua jogabilidade. A jogabilidade é bem similar a outros jogos de plataforma do gênero em que Balan Wonderworld se encontra, tanto em poderes disponíveis pelas fantasias, como também em questão de combate, e controle, não há muito o que diferencia este quesito.

Por sinal, acredito que isso também se deve a simplicidade da jogabilidade também, sendo um dos exemplos mais fortes disso o fato de que há somente um único botão de ação, ou seja, todos os botões de ação correspondem a mesma ação, que é o pulo quando você não está fantasiado, e a ação da fantasia quando você está fantasiado, não sendo possível por exemplo, pular normalmente se a sua fantasia não tem uma habilidade que se utiliza do pulo por exemplo.

Mas, em compensação a jogabilidade que é um pouco simples, os outros quesitos do jogo em considerei realmente fantásticos! Principalmente em questão visual e sonora, além de toda a imaginação e criatividade por trás da ambientação.

Os cenários, as cutscenes, e até os visuais dos personagens e inimigos são lindíssimos, sendo cada capítulo não só bem único, como bem imaginativo, se utilizando dos seus conceitos e temas para criar os desafios das fases. Além disso, de fato as Cutscenes são realmente belíssimas, tanto as renderizadas quanto pré renderizadas, sempre com muito charme, carisma, animação, cores, e mais. As músicas do jogo, as das fases, a do menu, sem exceção são muito bonitas, com ótimas melodias instrumentais.

Então, pelo menos para mim, esses foram os pontos fortes do jogo, a sua parte técnica, mas essa é a dúvida, mesmo com todas essas qualidades visuais e sonoras, mesmo o jogo sendo um verdadeiro espetáculo no quesito técnico, vale a pena só por isso? Então, essa é a dúvida que eu deixo, porque acredito que para alguns esses elementos podem compensar a jogabilidade simples, mas para outros jogadores, acredito que isso não seja o bastante.

Então, eu pessoalmente acredito que vale sim a pena esperar um pouco mais de informações e detalhes sobre o jogo, já que eu realmente me encantei pelos seus pontos positivos, mas caso você tenha se decepcione um pouco com a demo, principalmente pela jogabilidade, é totalmente plausível e justificável se você pensar em desistir do lançamento, realmente é algo que temos que esperar para ver se o resultado será tão bom quanto é prometido pelo time por trás do título.

E você? Está ansioso para o jogo? Já jogou a Demo? Conte para nós!

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Primeiras Impressões: HUMANKIND https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-humankind/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiras-impressoes-humankind https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-humankind/#respond Tue, 29 Dec 2020 14:31:32 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=16767 Trazendo uma proposta bem única, e até mesmo impressionante, HUMANKIND é o mais novo jogo que está sendo desenvolvido pela Amplitude Studios, que,

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Trazendo uma proposta bem única, e até mesmo impressionante, HUMANKIND é o mais novo jogo que está sendo desenvolvido pela Amplitude Studios, que, participando do gênero estratégia, permite ao jogador a possibilidade de não só traçar o destino de uma civilização, mas até mesmo da própria raça humana, podendo manipular e coordenar diversos tipos de eventos e criar uma história única para os seres humanos, do seu jeito, ou melhor, como é dito no próprio material promocional do jogo “É mais do que uma história, é a sua história” (“It’s More than history, it’s your story”). 

E bem, do que se trata o jogo? Como é a sua jogabilidade? Venha conferir agora mesmo! Na nossa matéria de primeiras impressões de HUMANKIND!

Em HUMANKIND você deve fazer a sua própria civilização crescer e se desenvolver durante as eras, indo da era neolítica até a era moderna, sendo que em cada era, há elementos e possibilidades únicas, que cada vez mais vão se expandindo e se expandindo conforme passam-se os anos, ou melhor, nos turnos, já que cada decisão do jogo é feita conforme se passam os turnos.

Por exemplo, na era neolítica, você começa com uma tribo nômade, e deve se preocupar com o sustento dela, procurando frutas e alimentos vegetais, caçando animais para poder adquirir pele e carne, procurando abrigos para poder se organizar e reivindicar uma área de desejo, e até mesmo se encontrando com outros povos nômades, que podem ou se aliar a você em uma aliança que beneficie ambos, ou podem guerrear entre si, com o intuito de adquirir algo de útil que a população que você derrotou possuía.

Um detalhe interessante é que vale citar a jogabilidade, também é a questão de escolhas. Conforme você segue e faz decisões durante os turnos, é possível que algum evento aconteça, e esses eventos não só irão afetar de maneira bem profunda o seu progresso no jogo, mas também no desenvolvimento de sua população, essas decisões vão para os tipos de aliança que você quer fazer com outras populações, como sua população irá revidar ao receber um ataque, ou sofrer algum acidente devido a desastres naturais, como você irá cuidar da população, e até mesmo o tipo de crença e religião que eles irão ter, tudo está em sua escolha.

Conseguindo bem sustentar a sua tribo, e fazendo ela crescer com sucesso, tanto realizando essas atividades para a sobrevivência, como aumentando as habilidades de agricultura, de manuseio e caça, é possível fazer ela prosperar, e ao prosperar, ela irá sobreviver e se manterá em as outras eras, sendo essas eras cada vez mais próximas a modernidade e sempre baseadas na realidade, já que você forma a parte estrutural e cultural da sua população conforme os diversos tipos de eventos da história humana.

Importante citar também que, ao seguirem a essas eras diferentes, cada uma irá adicionar mais opções e decisões diferentes na jogabilidade, se adequando a cada fase da história humana, sendo essa uma mecânica que,  por mais que até o momento não sejam em uma quantidade muito grande, fazem sim uma grande diferença.

Para fechar, HUMANKIND também traz um sistema que indica o quanto a sua população influenciou na história da humanidade até aquele ponto, sendo esse um sistema que mede não só o impacto da sua população, mas também a sua fama. Isso é interessante porque é um indicativo de como está o progresso de sua população, e oque você pode fazer não só para prosperar mais, mas para prosperar mais do que as outras populações, e isso realmente é algo único.

HUMANKIND é um jogo que eu considero que vale a pena ficar de olho caso você não só seja um fã de jogos de estratégia, mas também se você gosta de temas como história e a cultura humana, já que esse traços no jogo não só são bem marcantes como bem desenvolvidos, ou é o’que é perceptível nessa primeira impressão, e sinceramente, o jogo realmente promete ser tão grandioso como tudo indica, mas, assim como na história da humanidade, só nos resta esperar para ver.

HUMANKIND está marcado para ser lançado dia 21 de Abril de 2021.

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Primeiras Impressões: Kingdom Hearts Melody of Memory https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-kingdom-hearts-melody-of-memory/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiras-impressoes-kingdom-hearts-melody-of-memory https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-kingdom-hearts-melody-of-memory/#respond Tue, 20 Oct 2020 20:56:01 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=14689 Kingdom Hearts é uma daquelas franquias que ao longo dos anos conquistou uma verdadeira legião de fãs pelo mundo todo, que são verdadeiramente

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Kingdom Hearts é uma daquelas franquias que ao longo dos anos conquistou uma verdadeira legião de fãs pelo mundo todo, que são verdadeiramente apaixonados pelo seu mundo, e não é para menos, já que essa franquia traz diversos elementos e características dos jogos Final Fantasy, com a encantadora magia do mundo Disney, fazendo uma série que, mesmo puxando bastante das duas fontes, é bem única por si só, possuindo uma jogabilidade única e divertida e uma narrativa que, mesmo sendo considerada complexa por muitos, é cheia de reviravoltas, ótimos personagens, e momentos bem marcantes.

Mas além de momentos, personagens, e história bem marcantes, uma característica que também é tão marcante quanto são as músicas!

Cada mundo que você visitava no jogo, sempre a trilha sonora mudava para se encaixar melhor ao ambiente e o cenário, mudando sempre não só o tema principal do mundo, mas também o tema de batalha, ajudando assim a deixar cada mundo único e bem diferentes entre si, e tudo isso graças aos grandes talentos por trás das músicas da série, principalmente a compositora Yoko Shimomura, e a cantora Utada Hikaru, que com o seu vocal trouxe músicas realmente incríveis e junto de aberturas muito belas memoráveis.

E com tantas músicas ótimas, finalmente, após o jogo mais recente, que não só foi um dos melhores jogos da franquia, mas também o último capítulo dessa primeira saga, chegou a hora de relembrar todas essas músicas tão marcantes, e qual a melhor maneira de fazer isso além de um jogo de ritmo? 

Sim, finalmente depois de tantos anos, a franquia que teve boa parte dos seus jogos pertencentes ao gênero dos Action RPGs, tem o seu próximo grande título como um jogo de ritmo, e ficou bom? Olha, ainda falta um tempo até podermos conferir verdadeiramente o jogo completo, mas nós da NSV já aproveitamos e jogamos a Demo, que está disponível agora mesmo, e estamos prontos para compartilhar com você, as nossas primeiras impressões de Kingdom Hearts Melody of Memory!

Jogabilidade

Bom, para começar, vamos falar da Jogabilidade, que com certeza é o ponto de maior diferença entre todos os jogos.

Kingdom Hearts Melody of Memory segue de fato a jogabilidade que é de se esperar de um jogo de ritmo, ou seja, o jogo tem como principal base dele suas músicas, e para você se dar bem nas fases, deve acertar as notas conforme o ritmo das batidas e das melodias, mas Kingdom Hearts Melody of Memory é um pouco diferente nesse quesito.

Durante as fases, você controla o eterno trio de amigos da série, Sora, Donald, e Goofy (também conhecido e amado como Pateta por nós), que seguem o caminho em uma pista, e conforme os inimigos e elementos do cenário apareçam, temos que acertar eles, acertando eles ganhamos pontos, sendo que vários acertos sem erro acumulam em uma “Chain” (Que seria o “Combo”), e caso a gente erre muito, levamos dano, e levado muito dano, Sora é abatido e a música acaba.

Bom, a principal diferença aqui, é que a jogabilidade desse estilo foi de certa forma, foi “adaptada” para Kingdom Hearts, por exemplo no Playstation 4, que foi onde eu testei a demonstração, o botão X, acompanhado do R1 e do L1, servem para acertar os inimigos (Que fazem o papel das “Notas” ou “Batidas” dos jogos de ritmo), o botão O, faz Sora pular, e ao pressionar, ele pode usar a habilidade Glide, que é padrão na série, e ao pressionar Δ (Eu sei que essa letra é o “Delta”, mas vamos fingir aqui que é “Triângulo) em certas partes, é possível usar magias e habilidades, que também são padrões na série.

Caso você não tenha jogado os últimos jogos da série, ou não tenha jogado o jogo mais recente em um PS4, pode ser difícil reparar, mas os botões para essas ações, são os mesmos botões em que a gente realizava elas nos jogos principais dela, onde esses mesmos botões faziam as mesmas ações que fazem nesse jogo. 

Pode parecer um elogio um pouco estranho, mas como fã de Kingdom Hearts, eu adorei isso, porque por mais que seja sim um jogo completamente diferente do padrão da série, e que não tenha muita diferença do que um jogo de ritmo (Ou seja, apertar os botões certos na hora certa) o padrão dos botões parecia o mesmo que eu sempre estive acostumado a usar, passando uma a ilusão da ação da série, aquela mesma que os fãs adoram.

Bom, além desse detalhe em jogabilidade, há outro elemento que também marca presença aqui, que é o de RPG, já que a cada fase concluída, você não só ganha pontuação, mas também EXP, que aumenta o nível e as características dos seus personagens, mais especificamente HP, Strength, e Defense, sendo que HP aumenta o tanto de vida que temos, Strenght, para aumentar o poder de ataque que temos, e Defense, para reduzir o dano levado a cada erro. E além de ganharmos EXP, também ganhamos notas, que acredito que servem para desbloquear parte do conteúdo do jogo, que por mais que não tenham marcado presença na Demo, já foi bem claro em  Trailers que terá bastante conteúdo desbloqueável.

Por fim, na questão de jogabilidade, eu preciso falar do modo adicional que essa Demo tem, o modo Co-Op.

No modo Co-Op, o primeiro jogador toma posse de Sora, e o segundo de Riku, e ambos jogam juntos em uma única música, onde ambos devem sincronizar os seus ataques e ações na hora certa para se dar bem. Sinceramente, eu tive a sorte de poder experimentar esse modo com meu irmão, e sinceramente, ele é bem mais divertido do que parece.

Pode até parecer mais fácil a primeira vista, já que na teoria você deve prestar atenção somente no seu personagem, ao invés de prestar atenção em um trio, como no modo principal, mas aqui, os dois jogadores devem ser bons para conseguir uma boa nota, e além disso, há uma grande interação entre você e o seu parceiro, já que não só ele pode passar inimigos para a sua pista, para você tomar conta deles, como também pode te curar com a magia Cure, lhe dando apoio caso tenha falhado muitas vezes em acertar, demonstrando o verdadeiro trabalho em equipe!

O que eu mais gostei na adição desse modo, sinceramente, é que ele, pelo menos para mim, foi o mais único! De fato, não é difícil achar jogos de ritmo que contenham um modo Multiplayer para se divertir com seus amigos, mas a maioria desse modos é sempre um Versus, onde os dois competem para quem consegue a melhor pontuação, sendo bem difícil achar um jogo de ritmo onde os dois jogadores devem cooperar entre si, ou seja, não só é um modo que não vemos muito frequentemente nos dias de hoje em jogos de ritmo, mas também faz todo sentido para Kingdom Hearts, onde o poder da amizade faz a diferença!

Por fim, no jogo ainda temos vários modos, como o Memory Dive, o Boss Battle, dentre outros, mas infelizmente eles não estão disponíveis na Demo, então só nos resta esperar o lançamento final para conferir.

Visual e Trilha

Agora, saindo do Gameplay, vamos falar dos outros quesitos técnicos, que são o Visual e Trilha.

O visual do jogo é o mesmo de sempre, e sinceramente, eu achei o visual das fases, e dos personagens mais parecidos com os jogos remasterizados do que os vistos em Kingdom Hearts 3, não só em questão da vestimenta dos personagens serem as mesmas de Kingdom Hearts, e Kingdom Hearts Chain of Memories, e também dos cenários serem dos jogos anteriores, mas em questão dos próprios modelos mesmo.

De fato, isso não me incomodou muito, porque eles ainda estão bem bonitos, mas talvez isso possa incomodar alguns que esperavam o mesmo nível e padrão de modelos vistos em Kingdom Hearts 3, o jogo mais recente da série.

Mas pelo menos, um elemento que compensa isso, pelo menos na minha opinião, é o detalhe das fases, que são ótimos. Conforme vamos seguindo na música, o cenário vai passando por diferentes lugares e regiões do mundo, por exemplo, na música Sinister Shadows, de Kingdom Hearts II (2), a fase ocorre em Hollow Bastion, mas conforme você vai seguindo ela, os personagens passam por pontos interessantes e marcantes da história, como por exemplo, dessa fase, a sala Ansem’s Study. Além disso, quando passamos por esses cenários, os inimigos que aparecem na pista também mudam, como por exemplo, quando passamos perto do computador onde reside Tron, que os inimigos são os mesmo do mundo dentro do computador.

Não são todas as fases que tem esses detalhes todos, já que algumas são bem similares do começo ao fim, mas as que tem são realmente lindas, e perfeitas para deixar feliz qualquer fã de detalhes, ou qualquer nostálgico por essas fases.

Já sobre as músicas, nós temos somente 6 para testarmos aqui na Demo, sendo que nos prometeram já 140 (Isso se não vier mais por DLC). Eu pessoalmente adoro as músicas de Kingdom Hearts, e também amo a Yoko Shimomura, mas não vou mentir, para a seleção de músicas da Demo, eu achei que vieram poucas músicas das favoritas dos fãs, o’que eu entendo, já que com certeza eles não querem estragar a surpresa para como vão ficar essas músicas no jogo final, mas realmente, eu esperava pelo menos uma música da Utada Hikaru aqui, mas eu não posso reclamar, já que como Demo, as músicas são ótimas para testar e ver como vai ser o jogo, e como as músicas serão tocadas nele.

O’Que podemos esperar

Além das músicas e dos outros modos, mais alguns detalhes que já foram revelados, e já apareceram em trailers já foram confirmados, como a possibilidade de jogar com outros tipos de personagens (Como o trio de Birth By Sleep e o de 358/2 Days), e também, no jogo haverá mais modos além do de seleção de músicas presentes na Demo, como um modo Versus (Que será Online), um modo World Tour, que retorna com a seleção de mundos no estilo de Kingdom Hearts II (2), e um modo Museum, para não só ouvirmos as músicas do jogo, como também vermos arquivos de história, colecionar cartas, e muito mais.

O foco do jogo é principalmente o seu lado musical, mas ainda sim, como todo o jogo de Kingdom Hearts (Seja para o bem ou para o mal), partes importantes da história foram prometidas de serem reveladas aqui, dando continuidade aos eventos anteriores, principalmente sobre os próximos passos dos personagens da série, e sobre como eles poderão resolver o problema que foi introduzido a eles no último jogo (Sem Spoilers nos comentários, por favor!), ou seja, para os fãs da série que já estão ansiosos para saber o que acontece e como a história irá se desenrolar, isso já pode ser motivo o suficiente para adquirir o jogo, mas caso você não tenha pressa, eu recomendo você experimentar a Demo para ver se você gosta, e se ainda estiver na dúvida, espere o jogo sair, vai que após o lançamento, você não se sinta mais seguro a adquirir o jogo?

Kingdom Hearts Melody of Memory estará disponível dia 13 de Novembro, para Playstation 4, Nintendo Switch, e Xbox One.

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Demo Review: Crash Bandicoot 4 Its About Time https://animesonlinebr.org/review/demo-review-crash-bandicoot-4-its-about-time/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=demo-review-crash-bandicoot-4-its-about-time https://animesonlinebr.org/review/demo-review-crash-bandicoot-4-its-about-time/#respond Fri, 25 Sep 2020 19:00:06 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=13533 Recentemente o game Crash Bandicoot Its About time disponibilizou sua pré-venda e com ela uma demo jogável do jogo, o game tem seu

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Recentemente o game Crash Bandicoot Its About time disponibilizou sua pré-venda e com ela uma demo jogável do jogo, o game tem seu lançamento no dia 2 de Outubro e apresenta mais personagens e uma jogabilidade  fiel a clássica presente nos jogos originais para os consoles de Playstation 1.  Em meio a tantos e tantos trailers é difícil saber sobre a jogabilidade de um game só assistindo, por mais que os trailers do game usem de música Pop e efeitos para chamar a atenção só da para saber sobre a jogabilidade de um game experimentando de forma manual e o Demo nos dá essa possibilidade. Como alguém que comprou o game em pré-venda consegui experimentar essa jogabilidade através da Demo, será que atende as expectativas ?

O que funciona e mais

Crash Bandicoot e um game de plataforma bem particular. Enquanto jogos como Sonic e Mario possuem plataformas intuitivas e lineares  com suas próprias particularidades claro, Crash Bandicoot adota um estilo que se baseia em três palavras “Ritmo”, “Precisão nos controles” e “Paciência “. Em seus jogos clássicos ( E suas versões remaster mais recentes incluídas) para um jogador completar um obstáculo, ele não pode avançar sem controle e confiar apenas em sua intuição, ele deve parar, analisar cada ritmo da fase, saber quando esperar e avançar; quando o fogo para, quando o inimigo se movimenta e só depois com muita precisão nos controles avançar. Nesses três níveis da Demo essa essência é respeitada muito bem.

A essência do ritmo e paciência foi bastante acabou se contradizendo em Crash  Warped  quando a franquia introduziu um modo contra o relógio.  Um game que é desenhado para ser jogado com paciência e calma  obrigando seu jogador utilizar da velocidade em seu gameplay ? Muitos outros jogos da franquia adotaram esse mesmo modo novamente como, um estilo de jogabilidade que vai contra a essência do desenho de jogo de Crash Bandicoot. Crash Warped pelo menos introduziu o uso de habilidades especiais para facilitar as fases e desse modo o jogador utilizar dessas habilidades com estratégia para completar os níveis da forma mais rápido possível mas em geral é um estilo de modo que prejudica o gameplay da franquia.

Por sorte Its About Time  não retorna com esse modo de jogo. Ele mantem algumas habilidades especiais de Warped como o salto duplo mas não como uma maneira de facilitar de mais a vida do jogador e sim dar uma segunda chance ao jogador caso ele acabe errando algum pulo o que é um ponto de acerto muito grande. O segredo de uma boa sequencia é usar o que funciona e concertar o que não funciona.

A jogabilidade da Demo segue o mesmo estilo dos games clássicos, usando tudo o que funcionou na franquia. Um jogo que alterna entre câmera 2D e 3D com o passar do nível, diversos inimigos e obstáculos complicados, um jogo que a precisão nos controles, precisão e ritmo são essenciais.  A diferença é que o sistema de vidas do jogo original é opcional, com o jogador podendo escolher o modo clássico com sistema de vidas ou moderno que o personagem é imortal mas tem um contador de mortes, muitos podem pensar que esse ultimo modo facilita o game o que não é verdade mas vamos falar disso mais para a frente.

Jogabilidade mais variada

Uma coisa comum nos jogos de Crash é que a jogabilidade costuma ser bem simples, pular, girar e avançar, mesmo sendo bastante simples é o que fazia Crash funcionar como franquia de plataforma. Crash não precisa lutar grande batalhas como inimigos, Crash não precisa de mais poderes ele precisa avançar nas plataformas da melhor maneira possível. Warped tentou acrescentar poderes ao Bandicoot mas facilitavam de mais o gameplay sendo uteis apenas como estratégias nos desafios de tempo e Crash Twinsanite fez algo melhor colocando personagens novos com diferentes maneiras de interagir com as plataformas mesmo assim isso não foi algo muito aprofundado. Crash Bandicoot  4 soube realizar essa ideia de melhor maneira.

Como Crash não enfrenta inimigos em combate dar novas habilidades a ele é algo difícil, dar habilidades que facilitem o jogo de mais como em Warped não foi um erro repetido e os desenvolvedores foram no caminho de aperfeiçoar a ideia de Twinsanite dando novos poderes e personagens com novas habilidades que mudassem a maneira como você realiza as plataformas e de forma genial. Cada poder de mascara que o Crash recebe faz a maneira como o jogador encara as plataformas bem distinta , assim como algum novo personagem.

Durante a Demo utilizamos duas mascaras, uma que tem poder de controlar o tempo e uma quem tem a habilidade de materializar e fazer sumir alguns objetos e plataformas. Essas mascaras interferem no gameplay do nível ,  materializar para encontrar novas plataformas para saltar ou desviar de obstáculos ou parar o tempo para avançar em plataformas muito rápidas ou desviar de inimigos. Tudo isso faz com que jogar com cada mascara seja como jogar com um estilo novo e isso dá um excelente acréscimo que a franquia precisava em anos, jogar com Crash da mesma maneira com o tempo acaba cansando, assim como também da uma coisa a mais a plataforma.

Jogar com outros personagens é uma experiência igual. No terceiro nível da Demo controlamos o vilão Neo Cortex.  Neo Cortex não salta alto como Crash, não da rasteiras e não destrói inimigos  jogar com ele é uma experiência completamente distintiva e nova. Cortex também interage com plataformas de maneira diferente por não ter mascaras, ele transforma inimigos em plataformas e avança com um disparo de foguete para a frente. Plataformas de Cortex são diferentes das do Crash pois aproveitam ao máximo essas habilidades únicas do personagem e é o que esse jogo faz tira proveito ao máximo de cada habilidade que o personagem ou mascara tem nas plataformas.

Um jogo muito muito difícil

Esse jogo pode ser considerado um dos mais difíceis da saga, mesmo sem o modo de relógio  e mesmo sem usar o sistema de vidas o jogo é muito difícil. A quantidade de obstáculos e inimigos é enorme e como os ritmos são muito variados e muita precisão é necessária até pegar o ritmo dos níveis você pode morrer muitas e muitas vezes em cada um. Os níveis também são bastante grande mas não pesados de se jogar como em Crash Warth of Cortex. Completar um nível inteiro sem morrer é uma tarefa muito muito difícil e que pode te dar horas extras de jogo e como recompensa o jogador recebe uma fase secreta clássica extra.

Outra novidade é que o jogo oferece outro ponto de vista do mesmo nível com outro personagem como nesse caso Neo Cortex, o que eu achei genial. Você re-joga o mesmo nível em outro lugar com um novo estilo de jogabilidade que complementa e interfere de certa forma o nível que você jogou anteriormente. Se esse recurso continuar sendo bem utilizado no jogo final pode dar uma experiencia muito divertida. Eu particularmente adoro histórias que se complementam como em “Deu a louca na chapeuzinho” quem assistiu esse desenho sabe do que estou falando.

Em geral é um jogo que parece que aperfeiçoou a fórmula clássica da franquia, dando mais maneiras de encarar as plataformas sendo com novos poderes ou personagens, está utilizando o que funciona e acrescentando com coisas cada vez menores. Mesmo se o game tiver poucos níveis só pelo fato de o jogador demorar para desbloquear os extras que cada nível possuí  ou mesmo completar cada nível pode dar muitas e muitas horas de jogo então considero um jogo que vale o preço.  Vamos aguardar se tudo que eu disse é mesmo certo com a chegada da versão final.

 

 

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As Far As The Eye: Rumo a sobrevivência https://animesonlinebr.org/curiosidades/as-far-as-the-eye-rumo-a-sobrevivencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=as-far-as-the-eye-rumo-a-sobrevivencia https://animesonlinebr.org/curiosidades/as-far-as-the-eye-rumo-a-sobrevivencia/#respond Thu, 10 Sep 2020 17:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=12936 As Far As The Eye é um jogo de gerenciamento de recursos no estilo Roguelike desenvolvido pela Unexpected Studios, um estúdio francês que

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As Far As The Eye é um jogo de gerenciamento de recursos no estilo Roguelike desenvolvido pela Unexpected Studios, um estúdio francês que possui uma pequena equipe de desenvolvedores, e que possui como único jogo no momento, que é As Far As The Eye (Ou A FATE, sua abreviação). Já os responsáveis pela distribuição do jogo são a Maple Whispering Limited, responsável pela publicação de outros jogos como One Step from Eden, Cloudpunk, etc, e a Goblinz Studio, responsável pela publicação de vários jogos Indie, como Banners of Ruin, Legends of Keepers, e até mesmo A long way Down, que já falamos por aqui no NSV Mundo Geek.

As Far As The Eye é um jogo bem interessante, nele, você controla um pequeno grupo tribal nômade, que tem como principal objetivo a sua sobrevivência, passando de ponto e ponto no mundo, parando para pegar recursos e enfrentar o ambiente sempre que possível. O jogo possui até o momento, 5 capítulos, mas no primeiro capítulo, no começo, você começa com Oku, um pequeno nômade que começa a sua grande aventura, onde o jogo aproveita para explicar seu tutorial.

No jogo, há um mapa, que contém nele vários território diferentes, e seu objetivo é chegar neles, atrás de explorar o mundo e achar recursos, mas para chegar até lá, você mesmo tem que achar recursos onde se encontra, explorando onde você está. O jogo funciona em um sistema de turnos, em que você tem que consumir pontos de movimento (MP) para chegar no lugar que você deseja, sempre priorizando o desconhecido. Outro sistema que também está presente, é o de classes, que são necessárias aqui, já que cada uma corresponde a um tipo de habilidade diferente, e ter um grupo que atenda as necessidades atuais do território é vital para se dar bem. 

Mas você não está sozinho, você também estará acompanhado de uma caravana , que é uma montaria que será essencial, já que é na caravana que você organiza os recursos obtidos, e é nela que você irá fazer as grandes viagens percorrendo o mapa.

Mas para que tanto recurso? Bom, a sua principal função é, além de permitir que você explore o mapa, caso tenha obtido o necessário, também é importante para você criar e montar várias coisas para te ajudar, um exemplo disso é que com a madeira que você pega, é possível fazer uma ponte, para cruzar um riacho que estava te atrapalhando antes, além de várias outras possibilidades, como um abrigo para te ajudar a se proteger de desastres naturais. 

Em suma, essa é a principal jogabilidade de As Far As The Eye, mas outra parte que eu considero bem chamativa, é o seu estilo, tanto musical como visual.

Até o momento, As Far As The Eye é bem bonito e competente, sempre com personagens muito bonitinhos, e com um ambiente bem vivo, colorido, e calmo. Claro, isso quando não está acontecendo um desastre natural, que pode acabar com toda a tranquilidade, transformando-a em urgência.

A música e trilha sonora de As Far As The Eye também é agradável, já que a música é quase ambiente, sempre calma, mas presente. Um destaque que dou também é os efeitos sonoros, principalmente dos nômades, que fazem sons característicos, que parecem vindos de uma língua única e desconhecida, como se fosse a língua deles, e isso é um toque bem legal.

Um fato que eu achei interessante é que As Far As The Eye é um jogo no estilo Roguelike que, por mais que tenha sim seu nível de dificuldade e que tenha sim seus perigos e desafios, como qualquer jogo nesse estilo, não tem uma ambientação que seja muito sombria ou “Dark”, o’que é um ponto de diferencial bem marcante, e muito bem vindo, já que isso o ajuda a se destacar dos demais jogos desse estilo.

Concluindo, As Far As The Eye é um jogo que me agradou até o momento, e que já me deixou bem engajado para conhecer ele melhor quando tiver seu lançamento completo (que está em uma data bem próxima, por sinal!), já que, não só o’que foi entregue é bem promissor, como também promete ser uma boa adição ao catálogo de jogos que seguem o estilo de jogo de gerenciamento de recursos.

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Primeiras impressões – FrostPunk: On the Edge https://animesonlinebr.org/curiosidades/primeiras-impressoes-frostpunk-on-the-edge/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiras-impressoes-frostpunk-on-the-edge https://animesonlinebr.org/curiosidades/primeiras-impressoes-frostpunk-on-the-edge/#respond Tue, 25 Aug 2020 19:00:13 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=12125 Apresentando um mundo completamente devastado pelo frio e pelo desespero, Frostpunk, da 11 Bit Studios é um jogo bem diferente dos outros títulos

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Apresentando um mundo completamente devastado pelo frio e pelo desespero, Frostpunk, da 11 Bit Studios é um jogo bem diferente dos outros títulos do gênero, que é o de construção de cidades, chegando até mesmo a também ser um jogo de sobrevivência.

Lançado originalmente em 2018, Frostpunk trouxe ao mundo escolhas difíceis para fazer, várias situações complicadas para administrar, e uma sociedade em meio a um cenário pós-apocalíptico, e foi muito bem sucedido em trazer um ótimo misto dos dois gêneros, que a primeira vista podem parecer bem distintos, mas que se encaixaram muito bem.

Contudo, a história do jogo ainda não acabou, muito pelo contrário, durante os anos que sucederam o seu lançamento, foram lançadas diversas expansões e DLCs, que adicionavam novas campanhas, com novas situações, novas opções, e novas dificuldades, que ao todo, somavam muito bem a experiência do jogo, e hoje, vamos falar sobre a mais recente delas, a expansão On the Edge.

Uma das primeiras coisas que devo falar sobre On the edge é que ele possui uma proposta diferente da campanha padrão do jogo. Diferente de você ser um novo líder com o objetivo de recomeçar uma nova civilização em meio ao fim do mundo, você é o novo líder de um projeto de exploração em uma civilização que já está formada, e está se distanciando dela com um objetivo, que é a de atender os serviços e necessidades da capital, porém, a partir daí, você poderá escolher se continuará a seguir essas ordens, ou irá se rebelar contra a civilização e comandar a sua de maneira independente.

Além disso, há diversas novas adições e melhorias que diferenciam ao jogo original, como novos cenários, novas construções, novas músicas, novas opções, e muito mais.

Também, a expansão vem até mesmo um novo modo, o “Endless Mode”. Nesse novo modo, como o nome indica, irá testar os seus limites em cenários mais arriscados, focando na sobrevivência da sua população, e a sua de administra-la, mas alpem disso, ele irá jogar ainda mais situações, como o encontro de outras civilizações, novas situações perigosas, e atpe mesmo novas oportunidades de crises!

Mas sobre a experiência, sendo sincero, ela já era única e diferente no jogo original, e conseguiram tornar ela ainda mais diferente e interessante agora!

Criar sua própria civilização, e ter que cuidar de todos os problemas a sua volta de uma maneira engajante e envolvente já era forte no jogo padrão, e aqui, ao lançar mais desafios e opções ao jogador deixa tudo mais diverso. Além dos diversos momentos e opções que acontecem de forma diferente no jogo, ele é significativamente mais difícil, sempre impondo ao jogador fazer decisões significativas mais rápido do que o jogo principal, e até mesmo limitando o livro de leis, que era uma mecânica do jogo principal. 

Por fim, o’que eu posso afirmar sobre a experiência é que, caso você já tenha gostado do jogo anterior, essa expansão vai indispensável. Deu para sentir que a 11 Bit Studios, quis entregar o melhor possível para entregar essa ultima expansão do jogo, que sera praticamente o fim de uma jornada de mais de 2 anos desde o lançamento original do jogo.

E você? Está animado para essa expansão? Já conhecia Frostpunk antes? Comente conosco suas opiniões sobre esse jogo indie, ficaremos felizes em ouvi-los!

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