planet with - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 06 Jul 2022 17:26:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg planet with - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Sobre as histórias do Satoshi Mizukami https://animesonlinebr.org/manga/sobre-as-historias-do-satoshi-mizukami/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sobre-as-historias-do-satoshi-mizukami https://animesonlinebr.org/manga/sobre-as-historias-do-satoshi-mizukami/#respond Thu, 07 Jul 2022 21:00:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=32697 Com o lançamento do anime de Lúcifer e o Martelo na temporada de Verão de 2022, acho um ótimo momento para falar sobre

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Com o lançamento do anime de Lúcifer e o Martelo na temporada de Verão de 2022, acho um ótimo momento para falar sobre meu mangaká favorito,  Satoshi Mizukami.

Não há muito conhecimento sobre a vida pessoal do Satoshi Mizukami, então vou focar em falar sobre as obras dele.

Eu já comentei sobre Planet With, um anime de 2018 em que o Mizukami esteve diretamente envolvido. O mangá estreou meses antes, mas apesar de, até o momento, seguir fielmente o anime, ainda não acabou.

Planet With foi meu único contato com as obras do Mizukami por muito tempo. Até porque, no presente momento, é a única obra dele em anime. Porém, ano passado eu li o Lúcifer e o Martelo (Hoshi no Samidare), que eu já ouvia falar há anos, mas nunca tinha ido atrás.

Eu me apaixonei pela obra. O humor, a história, os personagens, as lutas, tudo nele me prendeu bastante.

Mais recentemente eu tive a ideia de ler outras obras dele. Pensei em ler Spirit Circle, mas fui atraído por uma antologia de histórias do Mizukami, ao menos como estava disponível.

GekoGeko do Satoshi MizukamiEram 4 volumes sob o nome “antologia de histórias do Satoshi Mizukami”. Porém, esse é o subtítulo, pois cada um tem seu próprio nome.

Ler essas histórias colocou o Mizukami como meu mangaká favorito. Nenhuma delas é meu mangá favorito, ou algo assim, apesar de Lúcifer e o Martelo estar bem alto no meu top animes/mangás. Então por que ele se tornou meu favorito?

Pela criatividade. Diferentes histórias, que apesar de algumas serem similares, cada uma tem sua excentricidade, suas piadas, seu ambiente. E na maioria dos casos, eu só fiquei encantado.

Pegar uma ideia simples, mas a deixar da forma mais estranha possível. Como no caso do volume dois, em que pega a ideia de a criança levar um bichinho para casa dizendo que ele não vai crescer, mas ele cresce muito. O que o Mizukami fez com essa ideia, deixou um pintinho maior que uma geladeira.

Ou um Isekai em que o herói é chamado novamente para o mundo de fantasia. Mas ele já virou um adulto que trabalha em escritório e, extremamente irritado salva a princesa e dá uma bronca nela, pois ele vai se atrasar para o trabalho por causa da situação.

Apesar da maioria serem One-Shots, há alguns que formam um arco de história ao longo de vários desses volumes. Como no caso de acontecimentos de uma certa vila de monstros. Em outros casos constroem uma história dentro do volume.

Esse segundo caso funcionou muito bem no segundo volume com três capítulos sobre o bichinho que cresceu demais. Mas que foi bem chato no volume três.

Quase todos os capítulos estão ligados de alguma forma, e pra mim, eles separadamente funcionam bem, mas estarem conectados deixou bem desinteressante.

O volume 4 é o que tem menos capítulos e foi legal, mas não tanto quanto os dois primeiros.

Voltando a Lucifer e o Martelo, para dizer sobre algo que vai ter anime daqui há alguns dias e é uma obra longa. Um sentimento presente no começo da história: “nossa, parece meio rápido, como que ainda tem tantos capítulos faltando?”

Mas tem várias reviravoltas e a história se desenvolve muito bem. Mesmo na parte “mais enrolada”, ainda há muito desenvolvimento de personagem e construção dos mistérios e dicas de sua resolução.

Por fim, eu gosto muito das obras do Satoshi Mizukami e estou ansioso para ler o resto, mas principalmente para o anime de Lucifer e o Martelo.

Você pode conferir Planet With na Crunchyroll, assim como Lúcifer e o Martelo (quando sair).

 

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Crunchyroll: 3 animes de Mechas em que o importante não é o robô. https://animesonlinebr.org/sem-categoria/crunchyroll-3-animes-de-mechas-em-que-o-importante-nao-e-o-robo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=crunchyroll-3-animes-de-mechas-em-que-o-importante-nao-e-o-robo https://animesonlinebr.org/sem-categoria/crunchyroll-3-animes-de-mechas-em-que-o-importante-nao-e-o-robo/#respond Thu, 04 Nov 2021 14:00:35 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=27435 Nem sempre os robôs gigantes em um anime são para vender brinquedos. Eles podem vender brinquedos enquanto contam uma história legal que não

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Nem sempre os robôs gigantes em um anime são para vender brinquedos. Eles podem vender brinquedos enquanto contam uma história legal que não gira em torno dos mechas. Seguem alguns exemplos:

Planet With

A terra está sendo invadida por alienígenas e a tecnologia militar não funciona contra eles, mas surgem 7 heróis que vão lutar contra esses aliens e defender a humanidade. Nosso protagonista é Soya Kuroi (dublado por Atsushi Abe), um estudante do Ensino Médio que tem o nobre objetivo de descer o soco e acabar com esses heróis.

Planet With é um projeto do Satoshi Mizukami (autor do mangá Lúcifer e o Martelo), que envolve um anime e um mangá que foram lançados em 2018. O mangá entrou em seu arco final em julho de 2021 e você pode lê-lo, apenas em inglês, pela Crunchyroll MangḠo anime finalizou com 12 episódios e está disponível na Crunchyroll.

Planet With é caótico e denso. O humor é espetacular, a forma como a história segue é envolvente e não se perde tempo, tudo acontece de uma forma muito dinâmica.

protagonistas de planet with

O início entrega muitas informações que deixam o espectador confuso, o que é proposital, principalmente no episódio 1 em que o protagonista também está se situando na história.

Visualmente não é um anime muito bonito, principalmente os mechas e as estruturas alienígenas, que são feitas em CG. A computação gráfica não é a mais bonita de todas, mas ela é fluida e funciona muito bem durante as cenas de ação.

Sobre os mechas. Eles são importantes para a história? Não! Não há uma importância temática dos mechas em Planet With. Poderiam ser substituídos facilmente por armamentos, armaduras ou poderes baseados em energia sem quase nenhum problema.

As únicas vezes do anime em que eu penso “ok, o mecha não podia ser substituído”, são em lutas no espaço. São poucas, mas robôs gigantes facilitam muito esse tipo de situação.

Mechas dos Heróis de Planet With

Por outro lado, existem muitos episódios focados em ação, então, vai ter episódios com muita luta de mechas, por que são a forma de combate do anime e não porque os mechas são o tema dele.

 

Sobre o que é Planet With então? Planet With é um anime sobre perdão e crescimento. O protagonista passa por uma jornada de vingança e as consequências de se estar em uma jornada de vingança.

O grupo de heróis são basicamente funcionários de uma empresa, alguns se conhecem e tem um laço prévio entre si, mas no geral eles são pessoas diferentes com objetivos diferentes. Eles são partes da mesma equipe, mas eles não agem como uma.

Os aliens são parte da organização Nebula, que é dividida em duas facções, a facção seladora, que quer selar completamente o potencial dos seres humanos para que eles não se desenvolvam mais; e a facção pacifista, que quer deixar que os humanos se desenvolvam e guiá-los para um caminho de coexistência.

Granbelm

Elenco de Granbelm

Granbelm é um anime de 2015 escrito por Jukki Hanada, compositor de séries como Love Live e Steins Gate. Pode-se resumi-lo como um anime de um Battle Royale de garotas mágicas em que parte da magia delas é invocar um mecha. Planet With foi um anime com muita ação, porém Granbelm tem muito mais combate e muito mais ação.

Dessa forma, ao contrário de Planet With que mesmo que tenha alguns focos em combate de vez em quando e os mechas não sejam tão bonitos por conta do CG, Granbelm eu não consigo recomendar para quem não acha luta de robôs tão interessante.

Em um mundo onde a magia ficou perigosa demais então os magos decidiram selá-la em um dispositivo conhecido como Magiaconatus, por séculos ocorreram lutas para que surgisse alguém digno de tomar para si a magia do Magiaconatus e se tornar a Maga Princeps.

Os mechas aqui não são o tema, não são sobre o que o anime quer falar, mas eles são feitos de forma a se encaixar nele. O design deles é muito bonito e fofo. Eu gosto de como a abertura puxa uma inspiração de Evangelion, e isso não é pelos dois animes terem robôs gigantes, mas pelo importante deles ser o aspecto psicológico das personagens.

Tudo nesse anime é lindo, a direção, o design das personagens, o uso dos poderes, os cenários, a fotografia, tudo é magnífico. As lutas também são incríveis, dinâmicas, criativas, fazem sentido com as personagens, tudo encaixa perfeitamente.

mechas combatendo em granbelm

As duas protagonistas se parecem visualmente com a Madoka e a Homura de Madoka Magica, mas essas semelhanças se mantem no campo da aparência, as personalidades e a relação dessas personagens são bem diferentes.

Por falar em Madoka, esse foi um anime que subverteu o gênero de garotas mágicas. Criando uma tendência de animes de garotas mágicas matando umas as outras sem propósito apenas para chocar. Tendencia essa que vai contra o que Madoka quis passar.

Granbelm é um desses animes de garota mágica se matando apenas para chocar o público? Não! Há sim uma pegada mais pesada na história, mas em função de contar uma história. Há mortes, mas não de todas as personagens que perdem, e tem sentido e impacta diretamente as personagens e a trama.

Granbelm demonstra não só fofura, como seu visual pode indicar, mas temas pesados reflexivos e uma ação extremamente dinâmica e bem-feita.

Gundam Unicorn

Gundam Unicorn

Não podia faltar Gundam em uma lista dessas. A franquia Gundam é uma das franquias de entretenimento mais populares e lucrativa do mundo.

Criado por Yoshiyuki Tomino e o estúdio Sunrise, o anime original, Mobile Suit Gundam, foi lançado em 1979 e não foi recepcionado muito bem. O público esperava mais um anime de Super Robot, mas receberam Gundam, um anime que estreou o gênero de Real Robot.

A diferença entre os dois tipos de anime de mecha não se baseia apenas num aspecto do funcionamento das máquinas, mas também no desenvolvimento da história por consequência. De um lado, um anime com robôs com arsenais fantásticos e superpoderosos, extremamente resistentes até que a trama precise e, às vezes, origens místicas. Do outro, animes em que os robôs são armamentos, eles têm limites, são usados por exércitos assim como tanques e aviões.

O sucesso de Gundam veio quando a Bandai comprou os direitos de venda dos brinquedos, modelos de plastimodelismo.

Modelos esses que são extremamente populares até hoje. Além disso, há series spin-off em anime em que o foco são esses produtos, sendo séries sobre os robôs servindo de propaganda. Essas séries são Gundam Build Fighters e Gundam Build Divers.

Um exemplo de como Gundam é popular: há uma estátua em tamanho real, que muda de forma,  em Odaiba. Essa estátua apareceu no último episódio  de Love Live Nijigasaki High School Idol Club

Unicorn Gundam em Love Live (mechas)

Odaiba Gundam (Mechas)

Então Gundam é uma franquia sobre os robôs? Não. Gundam, no geral, é um drama de guerra com robô, é sobre gente triste, gente morrendo, treta política e, às vezes, rola umas trocas de tiro com mecha.

Uma série que aborda o senso de militarismo e aborda a guerra por todos os seus lados. Gerando uma reflexão sobre ambos têm seus heróis e vilões a depender do seu ponto de vista

A franquia principal de Gundam se passam no Universal Century (UC), tendo vários animes que acontecem nesse universo. Por outro lado, os spin-offs têm seus universos próprios.

Dentro do UC, a humanidade foi para o espaço, dando inicio a uma nova era da humanidade. A partir do momento em que a humanidade criou as primeiras colônias espaciais, o calendário mudou para o ano U.C. 0001.

No espaço, algumas pessoas evoluíram para o novo estágio da humanidade, os Newtype. Os newtypes tem uma capacidade mental elevada, tem um senso espacial maior e desenvolveram leves poderes psíquicos.

Mobile Suit Gundam Unicorn é uma obra que se passa no UC no ano 0096, 16 anos depois do fim da série original. Unicorn se iniciou como uma série de livros, mas foi adaptada em 7 longos episódios de anime, o primeiro lançado em 2010. Porém, em 2014, reeditaram a animação em 22 episódios para a televisão na televisão em 2016, essa é a versão disponível na Crunchyroll.

É necessário ver a série original e todos os animes que se passam entre ela e o Unicorn? Vão ter contextos e referências perdidas caso não tenha conhecimento do resto, mas não impede de ver a essa série.

A premissa de série se baseia na procura da Caixa de Laplace, um objeto com poder de mudar todo o rumo da humanidade. Apenas o Unicorn Gundam pode chegar a localização da caixa, e o único que pode pilotá-lo é um adolescente de 16 anos, Banagher Links (Uchiyama Kouki).

O Unicorn Gundam é um mecha com um sistema feito para combater newtypes. Porém, ao ativar esse sistema, o piloto do Unicorn vira um computador para o funcionamento da máquina. Essencialmente, ele perde o controle e o robô utiliza o cérebro do piloto para fazer cálculos e tomar decisões.

Entretanto, Gundam Unicorn não é sobre o mecha controlando o piloto e o humano tentando tomar o controle de volta, é sobre guerra e como a guerra impede a humanidade de alcançar seu potencial. Tudo isso com uma animação esplendida e uma trilha sonora incrível.

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