nostalgia - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 10 Nov 2021 18:04:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg nostalgia - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 No streaming: 12 animes que passavam na TV nos anos 90 e 2000 https://animesonlinebr.org/post/no-streaming-12-animes-que-passavam-na-tv-nos-anos-90-e-2000/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=no-streaming-12-animes-que-passavam-na-tv-nos-anos-90-e-2000 https://animesonlinebr.org/post/no-streaming-12-animes-que-passavam-na-tv-nos-anos-90-e-2000/#respond Fri, 12 Nov 2021 15:00:55 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21592 Seja pelo poder do prisma lunar ou pela diversão de assistir lutas de personagens diferentes na TV, os animes marcaram a infância de

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Seja pelo poder do prisma lunar ou pela diversão de assistir lutas de personagens diferentes na TV, os animes marcaram a infância de muita gente nos anos 90 e começo de 2000. Por isso, separamos 12 animes disponíveis na Crunchyroll e Funimation para trazer aquele sentimento de nostalgia com tudo!

Saudades do seu anime preferido dessa época? Confere aqui a lista de quais temporadas estão em streamings de anime:

1- Os Cavaleiros do Zodíaco

Cavaleiros do Zodíaco

Saint Seiya foi ao ar pela primeira vez na TV aberta em 1994 e se tornou um marco na história de animes no Brasil. O desenho com influências da mitologia grega já havia sido sucesso em vários países por onde havia passado e por aqui não foi diferente.

No streaming:

Atualmente, a Crunchyroll oferece um spin-off da série clássica: Assista Os Cavaleiros do Zodíaco – Alma de Ouro (2014)

2- Sailor Moon

Sailor Moon Crystal

Sailor Moon é sem sombra de dúvidas uma preciosidade que inspirou e divertiu muitas crianças e também adultos. A história das guerreiras mágicas no Brasil foi distribuída a partir de 1996 tanto em TV aberta quanto em canal pago.

No streaming:

Na Crunchyroll é possível assistir ao Sailor Moon repaginado: Veja Sailor Moon Crystal (2014)

 Sailor Moon Crystal é uma nova versão mais fielmente adaptada do mangá original. Nela, foram melhorados aspectos da série clássica, o que pode tornar essa experiência de nostalgia muito mais interessante!

Clique aqui para ler mais sobre Sailor Moon

3- Dragon Ball

Dragon Ball

‘Posso pressentir o perigo e o caos’ é só uma de milhares de memórias que Dragon Ball desencadeia ao ser mencionado numa rodinha de amigos. O anime, que passou por vários canais da TV aberta, ficou muito conhecido no final da década de 90 e início dos anos 2000.

No streaming:

Muitos anos depois da tão explosiva história de Goku no Japão, nasceu Dragon Ball Super (2015). A história acontece depois da batalha com Majin Boo e pode ser assistida no streaming: clique aqui.

4- Sakura Card Captors

Sakura Cardcaptors

Uma fofura para fãs de garotas mágicas, Sakura Card Captors chegou no Brasil nos anos 2000 com tudo. Do mesmo gênero de Sailor Moon e também com uma heroína mágica como protagonista, é possível dizer que foi uma baita jogada colocar esses dois animes juntos.

No streaming:

Hoje podemos assistir ao Clear Card que é a continuação mais recente da trama da Sakura. O retorno do anime mostra o que acontece depois da captura das cartas do clássico com uma adaptação muito bonita. Clique aqui para ver na Crunchyroll!

Obs: O mangá Sakura Card Captors é da CLAMP. Se quiser saber mais sobre mangakás mulheres, como o grupo CLAMP, leia: Mangakás Mulheres

5- Digimon

Digimon

Digimon, digitais, digimon são campeões! Falar em digimon é lembrar daquela abertura com a Angélica. Então, sim, ela não poderia ficar de fora. (socorro)

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=HbHLrBg2o8M[/embedyt]

Nessa época, no ano 2000, Digimon entrou na TV aberta e fez sucesso junto com Pokémon. Apesar de serem diferentes, ambas histórias tinham características em comum e foram super importantes para a disseminação dos animes por aqui.

No streaming:

Brincadeiras a parte, esse desenho tem três temporadas na Crunchy! É isekai para não aguentar mais!

São eles:

6- Captain Tsubasa

Captain Tsubasa - Super Campeões

Nada como um bom anime de futebol para um público que admira o esporte como o brasileiro, certo? Captain Tsubasa ou Super Campeões fez sua primeira passagem no Brasil na década de 90 e não teve um sucesso estrondoso por aqui como os animes citados acima. Apesar disso ainda é digna de ser relembrada. A nostalgia está aqui, acredite.

No streaming:

Se você assistiu na época, que tal conferir o remake? A Crunchyroll providenciou de deixar o anime completo à disposição para usuários comuns e premium. Aproveita que tem Captain Tsubasa (2018) dublado – só para premium- ou legendado aqui.

7- Yu-Gi-Oh

Yu Gi Oh

Eis mais um anime que veio com várias alterações a fim de se tornar mais “assistível” para crianças. Quando Yu-Gi-Oh estreou nas grandes televisões de tubo brasileiras basicamente mostrava um menino chamado Yugi e vários duelos mágicos com cartas. Ainda assim, o anime foi alvo de críticas e sensacionalismo como continuamos vendo até hoje com outras obras.

No streaming:

O streaming Crunchyroll oferece a temporada chamada Yu-Gi-Oh! VRAINS. Bem mais recente, a VRAINS foi lançada em 2017. O anime tem outro protagonista e envolve um ambiente para lá de futurista, com outro tipo de duelo. Resta assistir para comparar se a essência continua ou não.

8- Naruto

Naruto

O Naruto pode ser um pouco duro às vezes, mas tudo bem porque esse desenho fez um sucesso absurdo. O anime, bem mais recente que a grande parte dos outros dessa lista, tinha que estar aqui simplesmente porque é uma bela referência no mundo todo.

Já espalhado pela internet, Narutinho estreou na TV aberta em 2007. O tanto de gente que virou cosplayer ou só saía de casa usando uma bandana de Naruto comprovou o BOOM do desenho no Brasil.

No streaming:

Na Crunchyroll é possível assistir tanto Naruto quanto Naruto Shippuden. Tem muito episódio para relembrar o jeito ninja de ser.

9-Tenchi Muyo!

Tenchi Muyo

Por incrível que pareça, anime de harém também tem sua vez nas memórias de quem via anime na TV uns 20 anos atrás. Tenchi Muyo foi lançado na TV aberta nos primeiros anos da década de 2000. Ou seja, 2000 e poucos foram anos com muita variedade de desenhos.

No streaming:

O desenho original gerou diversos outros tipos de mídia como OVA e filmes. Tanto que hoje podemos encontrar três páginas para assistir na Funimation:

 O que é OVA?

O OVA (Original Video Animation) é um vídeo que complementa a história original do anime. Como se fosse um episódio especial.

10- Mobile Suit Gundam Wing

Mobile Suit Gundam

Parte de uma das franquias mais populares do mundo, Gundam Wing chegou ao Brasil nos anos 2000 para abrir os nossos olhos aos robôs gigantes. Mais do que isso, a série animada trabalhou vários elementos de ficção científica em um universo tecnológico cheio de efeitos.

No streaming:

A Crunchyroll tem justamente a temporada de Gundam que estreou aqui na TV brasileira: o Mobile Suit Gundam Wing (1995).

11- Hunter X Hunter

Hunter x Hunter é um anime shounen que começou em 99, mas foi apresentado na TV brasileira no começo dos anos 2000. A história que acompanha Gon em sua jornada para se tornar um baita Hunter tem um número considerável de episódios (148).

No streaming:

Com monstros, emoções e amizade, o anime está na Crunchyroll: clique aqui.

12- Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist Brotherhood

E por fim: um anime tão bom que revê-lo é quase uma obrigação. Sim, esta maravilha está na Funimation.

Nos anos 2000, por volta de 2005-2006, Fullmetal entrou na vida de muitos brasileiros ao ser passado tanto na TV paga quanto na aberta. A trama trata sobre as aventuras dos dois irmãos Elric em busca da Pedra Filosofal.

No streaming:

A Funimation fez o grande favor de disponibilizar o Fullmetal Alchemist: Brotherhood. Apesar dos dois animes contarem a mesma história, a versão do Brotherhood é mais completa e fiel ao original, pois foi feito após a finalização do mangá.

Tem algum desenho nostálgico que você gostaria de assistir em streamings de animes? Porque eu queria muito ver Zatch Bell!

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Os games estratégicos da minha infância https://animesonlinebr.org/post/os-games-estrategicos-da-minha-infancia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=os-games-estrategicos-da-minha-infancia https://animesonlinebr.org/post/os-games-estrategicos-da-minha-infancia/#respond Tue, 13 Jul 2021 19:00:00 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=22666 Não há como explicar por que nos afeiçoamos mais por certo coisas. Simplesmente faz parte de nós ou vem com a experiência. No

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Não há como explicar por que nos afeiçoamos mais por certo coisas. Simplesmente faz parte de nós ou vem com a experiência. No meu caso, os estratégicos sempre tiveram muito apelo.

Tudo bem, eu jogava de tudo: simuladores, FPS, aventura, puzzles, RPGs, cards e os mais variados esportes. Mas os games estratégicos eram um fraco. Se pararmos para pensar, há como definir apenas um gênero para todos os jogos? A grande maioria não pede estratégia para concluir objetivos? Ok, você pode jogar um shooter apenas avançando loucamente através das linhas inimigas, mas isso também é uma estratégia. Grande parte de uma partida de futebol é pautada em estratégia. Eu sei, o leque não alcança essas bandas, mas dentro da categoria de Estratégia há gigantescos subgêneros.

Subgêneros estratégicos

Diferentes categorias dentro dos games estratégicos? Talvez até mais do que você imagina:

  • Estratégia em tempo real (RTS) – subgênero em que todos os jogadores jogam ao mesmo tempo. Além disso, podem ser chamados de “Tower defense”.
  • Estratégia por turnos (TBS) – em que se joga um jogador de cada vez, assim como Civilization e Total War.
  • RPG estratégico – mistura elementos do RPG com Estratégia, do mesmo modo como Valkyria Chronicles e Final Fantasy Tactics.
  • Wargames – estratégia de guerra em um mapa, podendo ser jogado em turnos ou em tempo real.  Por exemplo, Combat Mission e Close Combat
  • MMORTS –  estratégia com um mundo que continua se desenvolvendo mesmo enquanto o jogador não está jogando.
  • MOBA – o jogador controla apenas unidades, sem construir estruturas. Como exemplo temos grandes jogos como Dota e League of Legends.

Na minha adolescência, passei grande parte do tempo em games de estratégia em tempo real, em diferentes temáticas e cenários. Passei um pouco por turnos, dei uma olhada em Wargames. Porém, com o passar dos anos e o aumento das obrigações, games de longa duração acabam sendo deixados de lado. Não que eu não retome a algum deles ou aos seus “filhos” vez ou outra, mas infelizmente a frequência é outra. Entretanto, escrever essa matéria me trouxe uma saudade… Se você também é fã dos estratégicos e não tem tempo sobrando, cuidado com a lista a seguir:

Age of Empires

O atemporal, Age of Empires continua fazendo história e segue para o seu 4° título, entre remasterizados, derivados, novidades e complementos. De teor histórico e militar, ao longo da série acompanhamos eventos de diferentes continentes e civilizações em diferentes períodos da história. Eu cheguei a jogar o 1° título e já achava tudo muito organizado e os gráficos pareciam 4k. Era incrível dar zoom nos aldeões e achar tudo PERFEITO. Logo depois tive acesso ao 2 e veio toda uma nova descoberta. Será que meus olhos nostálgicos se acostumariam a gerenciar recursos através de milhares de anos em alta resolução? Fica aí o questionamento.

Beach Life: Spring Break

uma piscina com guarda-sóis vermelho e branco, uma grande construção em telhados amarelados, o hotel em si. Há outras duas construções menores, com chaminés e telhados amarelados. Há várias pessoas circulando entre as construções, com malas, bonés, biquínis.

Forte no estratégico, em Beach Life: Spring Break você precisa gerenciar um resort. É preciso tornar o espaço convidativo, com atrações, gerenciar escalas de funcionários, os preços de cada prédio e manter o local em segurança. O jogo é dividido em níveis, sendo cada nível um mapa diferente com objetivos diversos. Por exemplo, em um dos mapas precisamos manter os banhistas afastados das praias com tubarões; em outra, precisamos tornar o lugar apropriado para curtição e formação de casais. Pode ser bem desafiador manter as contas em dia, o local correndo bem, funcionários em ritmo e os hóspedes em segurança!

Empire EarthUnidades de um exército passam por campos de feno

Muito similar a Age of Empires e outros games estratégicos de evolução histórica, porém infelizmente acabou esquecido com o tempo. Empire Earth garantiu três títulos de estratégia em tempo real com um forte gerenciamento de recursos, acompanhando civilizações desde a Idade da Pedra até a Era Espacial. Também costumava me divertir com os cheats que o game permitia – alguns muito aloprados, que deixava um ar caótico meio GTA estratégico.

Theme HospitalUm dos games estratégicos escolhido, mostra o cenário de um hospital colorido, com corredores e áreas comuns amplas, com muitos bancos e pacientes sentados ou circulando, salas de médicos, salas de exames e o menu de opções.

Primeiramente, Theme Hospital é simplesmente único e fez história. O desafio é cuidar da estrutura e organização para tratar doenças estranhas de formas não convencionais, tudo dentro do seu orçamento e mantendo uma boa taxa de cura dos pacientes. Apesar de não ter continuação, deixou um sucessor espiritual: Two Point Hospital.

Cada nível propõe um diferente mapa com diversos objetivos: superar um capital pequeno, lidar com uma pandemia inusitada, superar um concorrente ou uma infestação de ratos. Ainda mais, o game chegou a ser mencionado no Parlamento britânico, por ter desagradado médicos do sistema público – a alegação era de que o game ridiculariza profissões da saúde ao usar doenças fictícias e absurdas.

Tropico

Ilha de Trópico, apresenta um pedaço da ilha da franquia de games estratégicos. Em destaque há uma roda gigante, estradas, plantações, fábricas e residências.

Na grande franquia de Trópico assumimos o posto de El Presidente, o ditador que controla uma ilha caribenha durante a Guerra Fria. Antes de tudo, precisamos desenvolver a ilha, manter o povo e as relações exteriores sob controle, além de fazer um pé de meia e ter um longo e próspero governo. É preciso enfrentar políticas externas, catástrofes e tomar grandes decisões nesse animado game político. A franquia atualmente está em seu sexto título e mantém uma boa base de fãs.

Star Wars: Empire at WarEm matéria sobre games estratégicos, mostramos uma imagem de Star Wars com diversas construções futurísticas, espaçonaves, lasers e explosões em um campo de neve.

O paraíso para quem curte estratégia e Star Wars, Empire At War era o melhor dos dois mundos. Imagine um Age of Empires com o melhor de uma galáxia muito distante, em que as unidades e construções são as clássicas da saga. Sendo assim, o game se passa no período da construção da estrela da morte, entre Rogue One e A New Hope, e possui campanha tanto dos rebeldes quanto do Império – essa liderada pelo próprio Darth Vader.

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Especial Mês da Infância I: Dragon Ball GT https://animesonlinebr.org/anime/especial-mes-da-infancia-i-dragon-ball-gt/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=especial-mes-da-infancia-i-dragon-ball-gt https://animesonlinebr.org/anime/especial-mes-da-infancia-i-dragon-ball-gt/#respond Thu, 01 Oct 2020 15:05:29 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=13849 Ao longo desses longevos e doentios tempos de pandemia, todos nós fomos obrigados a nos reclusar em nossos lares, para o nosso bem

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Ao longo desses longevos e doentios tempos de pandemia, todos nós fomos obrigados a nos reclusar em nossos lares, para o nosso bem e o do próximo, evitando portanto o contágio de Covid-19. Nesses últimos meses, os serviços de streaming lucraram como nunca justamente porque ficamos em casa consumindo suas produções. Isso me lembra dos meus tempos de criança, sendo criada por animações e bebendo tampico.

Enclausurada em casa, pus-me a pensar na infância e uma nostalgia por tempos mais tranquilos bateu. Por essa razão, decidi dedicar o mês de outubro para animações que me marcaram profundamente e ainda não abordei aqui. Hoje, Dragon Ball GT (DBGT). 

Sério? Sim.

Conhecido como o ponto mais baixo da franquia Dragon Ball, DBGT é uma série animada de 64 episódios desenvolvida pela Toei Animation sem envolvimento do Akira Toriyama. O desenho estreou em 1996 no Japão (2002 no Cartoon Network nacional) para uma recepção extremamente morna, sendo descrito como “infantil e repetitivo” por críticos. Nele, Goku volta a ser criança e, com a ajuda de Trunks e da sua neta Pan, ele viaja pelo universo a fim de resolver a sua situação.

É bobo, não tem muito do charme autêntico do Toriyama, e de fato a sua fórmula é cansativa. Dito isso, ainda é meu capítulo favorito em todo o programa e, mesmo anos após ter terminado de ver pela primeira vez, carinho define. Eu fecho os olhos e consigo ouvir as vozes dos personagens interagindo em sua nave espacial. DBGT me marcou nesse nível.

Não é muito diferente de todo o resto da produção de Dragon Ball: os heróis buscam as esferas do dragão, o humor é crasso, e a porradaria come solta. Não há muito desenvolvimento de personagem, não há alguma qualidade maior na animação, essa bem padrão Toei anos 90. Contudo, creio eu, a sua maior distinção é o tom de finalidade que perpassa os episódios.

Goku já é idoso, não há como evitar esse detalhe: ele participou de muitas batalhas, morreu duas vezes até então, e seus filhos cresceram. Não mais ele precisa ser guardião da Terra. Ele continua as suas aventuras até que abraça a morte como uma velha amiga, acabando com a sua essência incorporada por Shen Long, o dragão das esferas.

DBGT nunca foi considerado canônico, sua narrativa certamente não foi incorporada à Dragon Ball Super, a continuação oficial assinada pelo seu autor de fato. Todavia, aprecio a sua tentativa ao contar uma história breve (se compararmos a todas as outras séries, isto é) com princípio, meio, e fim.

Como a infância, foi bom enquanto durou e fico feliz por tê-lo experimentado. Despeço-me com a música de encerramento que eu assistia (e cantava!) toda vez com empolgação.

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Pocket Monsters – O anime de Pokémon como sempre deveria ter sido https://animesonlinebr.org/anime/pocket-monsters-o-anime-de-pokemon-como-sempre-deveria-ter-sido/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pocket-monsters-o-anime-de-pokemon-como-sempre-deveria-ter-sido https://animesonlinebr.org/anime/pocket-monsters-o-anime-de-pokemon-como-sempre-deveria-ter-sido/#respond Tue, 19 Nov 2019 13:41:34 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=5193 Misturado com um gosto de nostalgia e um cheirinho de novidade, o novo anime de Pokémon agradou e muito aos fãs desta série

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Misturado com um gosto de nostalgia e um cheirinho de novidade, o novo anime de Pokémon agradou e muito aos fãs desta série que já segue por mais de 22 anos. Eu sou o Vulpixs e vamos para mais uma análise sobre animes no NSV – Mundo Geek, onde desta vez contarei um pouco sobre os impactos e as relevâncias em peso que este anime trará para as suas demais séries antecessoras.

Pocket Monster – Nostalgia ou impressão minha?

Mais um anime de Pokémon é iniciado e desta vez as coisas estão um tanto quanto diferente. Após o final do mais recente Pokémon Sun & Moon que durou por longos 3 anos de exibição, uma nova aventura estaria para começar… Ou nem tão nova assim, já que Pocket Monsters, assim intitulado a nova animação da série, percorreria por todas as regiões já apresentadas anteriormente. Sim, você não leu errado, Pocket Monsters mostrará os personagens Ash & Pikachu, Gou & Scorbunny e Koharu & Yamper percorrendo o mundo inteiro em grandes aventuras.

Apesar de ser um recomeço, ele não se trata de um reboot completo, pois apenas estará mostrando algumas das cenas já transmitidas, com uma nova animação e por uma outra perspectiva. Além de reprisar alguns acontecimentos marcantes, o anime da vez trará complemento para as suas histórias que anteriormente acabaram com um ponto de interrogação, ou seja, basicamente taparão alguns buracos ao nos explicar como de fato aconteceu alguns pontos que instigam os queridos fãs de Pokémon.

Então é uma nostalgia? De certa forma sim. Os fãs de 10, 15 ou até 20 anos atrás sentirá o peso da mudança que o Pocket Monsters trará e também se emocionará com alguns acontecimentos deixados pela trama no decorrer desta nova jornada. Mas, uma coisa nós temos que ter em mente: O anime de pokémon não se focará em mostrar os acontecimentos anteriores por uma nova perspectiva apenas para agrado destes mesmos que viam a franquia quando ainda estava no seu começo, afinal o público alvo não somos nós. O público alvo são as crianças que estão para conhecer este mundo incrível que é o Pokémon.

E então por que “Pocket Monsters”?

Finalmente Pokémon poderá ter a chance de ser o que ele sempre deveria ter sido. Será que sim? Mas o que eu quero dizer com esta afirmação? Simples. O foco dos jogos do mesmo sempre tem de deixar os próprios bichinhos de bolso em evidência, tirando um pouco do protagonismo em personagens e aprofundando mais no que é deve ser o conceito de Pokémon. E agora o anime tem a chance de mostrar tudo isso simplesmente por ter ampliado os seus horizontes. Para ser mais exato, Pocket Monsters se focará em apresentar isso que chamamos de “Universo Pokémon”, por isso o nome do novo do anime é um simples “Pocket Monsters” (Montros de Bolso), como sempre deveria ter sido, dando foco no que realmente tem que ser mostrado.

E claro que o primeiro episódio da nova série já amplia esse conceito de uma forma magnifica. Posso dizer que pela primeira vez realmente tivemos um roteiro que não precisasse de uma influência humana para o progresso de algum roteiro canônico no anime. Tivemos sim a participação do Ash, Gou e Koharu no episódio, porém este não foi o foco do episódio. Olha que incrível. Pokémon fazendo um roteiro onde não precise começar comum empurrão do garoto Ash.

O primeiro episódio apresentado ganhou o título de “Pocket Monsters Ep 01 – Surja, Pikachu”. Não poderíamos ter um episódio melhor que este para traçar uma nostalgia, uma nova perspectiva, apresentação dos novos e velhos personagens, e por fim um ampliamento do universo pokémon sem a influência de uma ação humana. A primeira metade do episódio consiste em apresentar um pouco do universo Pokémon e de como vivem os pokémons em seus habitats naturais, além de nos introduzir os novos parceiros de jornada do nosso protagonista Satoshi/Ash Ketchum. A segunda metade tivemos a revelação do surgimento do Pikachu do Ash, algo que era um mistério a ser descoberto que durou por longos 22 anos.

A aplicação dos seus conceitos apresentados anteriormente

Eu falei de uma forma resumida sobre como o universo foi bem apresentado no episódio inicial, mas ainda sim é importante que tratemos com detalhes esta parte. Partindo para a parte em foco do episódio, temos a manifestação de dois Pokémons importante para o desenvolvimento do que seria o Pikachu do Ash que conhecemos hoje em dia. Este conto começa com a aparição de um Pichu perdido na floresta e de Kangaskhan, por vezes apelidado de “mãe pokémon” pelo motivo de que carrega um filhote de Kangaskhan na bolsa de sua barriga, assim como um canguru.

O Pichu é um Pokémon inseguro e sem muitas experiências em sua vida, até porque ele ainda está na sua fase bebê. Com a ajuda de Kangaskhan, o bichinho amarelo passa os seus dias dentro da bolsa de sua mãe adotiva Kangaskhan, sendo alimentado e cuidado como se fosse um filho de verdade. Por vezes, eles passavam mais dificuldades que outros de sua mesma espécie em tempos ruins e quem sofria com isso era a mãe. Sua bolsa pesava mais que o normal e carregar dois filhotes em sua bolsa parecia sofrido demais para caminhar por longas horas na busca de um abrigo no meio da chuva.

Pichu percebe que estava sendo um peso para Kanghaskan e para o filho dela, então decide sair da bolsa, para andar por conta própria na fria chuva que os atingia, porém mãe é mãe. Kangaskhan o coloca de volta em sua bolsa para proteger da chuva e do frio, e assim continua a caminhar até arranjar um local coberto para descansarem. Até aí já foi uma aula de vivência mostrada pelos monstrinhos de bolso.

Durante o repouso, Pichu reflete sobre seus objetivos e sobre o que seria melhor para sua mãe adotiva e para ele mesmo. E assim, decide que o melhor para os dois é que cada um seguisse o seu caminho. Pichu nunca esqueceria do que aprendeu com Kangaskhan e também do amor de uma mãe e uma amizade como nunca tivera antes. E no mais surpreendente adeus silencioso, Pichu atinge os status de sua felicidade no máximo e evolui para um Pikachu. Neste momento, Pikachu estende os seus braços com um adeus para Kangaskhan e parte em uma jornada para conhecer o mundo. Mal saberia ele que em alguns anos, o seu destino estaria entrelaçado com Ash Ketchum.

O interessante disso tudo é que agora sabemos mais sobre o método de evolução baseado na vivência de uma amizade. Até então só tínhamos presenciado uma evolução assim por influência do elo de um Pokémon com um treinador. E talvez, este seja um dos maiores pontos positivos mostrados pelo primeiro episódio de Pocket Monsters, à descobrir mais sobre este rico universo do mundo Pokémon.

Enfim pessoal, este foi mais um texto no NSV – Mundo Geek. Gostou? Comente aqui em baixo e compartilhe com aqueles seus amigos que também gostam de Pokémon ou que um dia já assistiram os animes antecessores desta série que agrada tantos no mundo. Eu vou ficando por aqui e até o próximo texto!

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