mickey - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 06 Mar 2024 15:19:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg mickey - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Panini:Novas obras de Spawn, The Walking Dead, Disney e Star Wars https://animesonlinebr.org/hq/panininovas-obras-de-spawn-the-walking-dead-disney-e-star-wars/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=panininovas-obras-de-spawn-the-walking-dead-disney-e-star-wars https://animesonlinebr.org/hq/panininovas-obras-de-spawn-the-walking-dead-disney-e-star-wars/#respond Wed, 06 Mar 2024 15:19:59 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=38397 A editora Panini revelou através de suas plataformas nas redes sociais, um leque de novidades no selo Panini Comics que chegam ao Brasil no mês

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A editora Panini revelou através de suas plataformas nas redes sociais, um leque de novidades no selo Panini Comics que chegam ao Brasil no mês de maio. Os leitores podem esperar obras consagradas, abrangendo universos que vão desde a escuridão de Spawn até a magia encantadora de Disney.

Um dos títulos anunciados foi Spawn Especial 1 – Violador. Com roteiro de Alan Moore e arte de Todd McFarlane, Bart Sears e Greg Capullo, a obra de 112 páginas traz o demoníaco personagem Palhaço enfrentando a Máfia, que colocou um assassino implacável atrás dele. A única opção do Palhaço é recorrer ao seu maior inimigo: o infernal anti-herói.

A escuridão e a intensidade continuam com Spawn: Origens Vol 02 e Spawn Vol 02, que seguem desdobrando a fascinante saga do personagem. Estas novas adições prometem levar os leitores a uma jornada ainda mais profunda pelos confins sombrios do universo de Spawn.

The Walking Dead chega com um novo lançamento: Rick Grimes 2000. Com 64 páginas, roteiro de Robert Kirkman e Arte de Ryan Ottley, a trama segue o policial Rick Grimes numa cidadezinha e aqui tem início um novo conto de terror alienígena, trazendo a história mais insana de toda a série.

Outros lançamentos do selo Comics que foram anunciados são: Dragoneiro: A OrigemStar Wars: Canalhas, Rebeldes e O Império e Star Wars: Jedi Fallen Order – Templo das Sombras.

Além disso, mais um título da Disney também terá seu lançamento em maio: A Ilha do Terror – Uma Assustadora Aventura de Mickey. Em 56 páginas, Alexis Nesme conta a trama dos detetives Mickey, Pateta e vna investigação do desaparecimento de Lorde Pimentão, um explorador que sumiu no meio do nada durante a busca a um tesouro lendário.

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Kingdom Hearts Re: Chain of Memories https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-re-chain-of-memories/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=kingdom-hearts-re-chain-of-memories https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-re-chain-of-memories/#respond Thu, 04 Mar 2021 19:00:43 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18245 Olá amigos, o assunto da vez é Kingdom Hearts RE: Chain of memories! A sequência direta do primeiro jogo, lançado originalmente em 2004

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Olá amigos, o assunto da vez é Kingdom Hearts RE: Chain of memories! A sequência direta do primeiro jogo, lançado originalmente em 2004 para o GameBoy Advanced e refeito em 2007 para o Playstation 2 com novos gráficos em 3D, com a volta de Tetsuya Nomura na direção e Shinji Hashimoto na produção.

“Achar é perder, e perder é achar. Assim são as coisas no Castle Oblivion”.

!!ATENÇÃO PARA SPOILERS!!

A nova estrada a seguir

Sora, Donald e Pateta seguindo Pluto

Chain of Memories se passa imediatamente após o final do primeiro jogo (para conferir clique aqui). Após a derrota de Ansem, Mickey e Riku estão aparentemente fechados do outro lado da porta do Kingdom Hearts. Sora, Donald e Pateta acordam em uma estrada, cercados por um campo verde, e avistam Pluto segurando uma carta com o selo do Rei Mickey e decidem correr atrás dele.  Durante o percurso, Sora encontra um Homem encapuzado que o revela que todas as respostas que procura estão a frente e desaparece. Seguindo pelo caminho, os heróis-juniores encontram um castelo enorme e decidem entrar. No interior do castelo eles reencontram o homem misterioso, que os informa sobre o local em que estão.

Castle Oblivion

Castle Oblivion

O jogo se passa dentro do Castle Oblivion, um castelo onde as regras não se aplicam. O homem de capuz revela que a partir do momento em que entraram, aos poucos vão esquecer de tudo que já passaram. Fica evidenciado quando Donald tenta lançar uma magia, sem sucesso. Para recuperem as memórias devem avançar pelo castelo, utilizando-as em formas de carta, para abrir as portas e subir os andares.

Chain of memories

As memórias dos personagens são transformadas em cartas, e isso é integrado na jogabilidade e também na atmosfera do jogo. A jogabilidade foi drasticamente alterada em relação ao primeiro jogo, foi retirado o menu lateral que continha os comandos de ataque, magia, etc… e no lugar foi incorporado o sistema de ataques com cartas e os baralhos. Para fazer os movimentos de batalha, o jogador pode montar até 3 baralhos contendo cartas com atributos únicos e valores numéricos, que podem ser combinadas e ficarem mais fortes. Esse sistema de batalha é complicado e difícil de acostumar, apesar de fazer sentido narrativo e se dar provavelmente aos limites do hardware do GameBoy Advanced, esse método de batalha pode afastar os que já estão acostumados com a jogabilidade do jogo original.

Os Mundos

Os mundos presentes no jogo são basicamente uma versão reduzida dos mundos do primeiro jogo. Para acessa-los devemos conseguir a carta do mundo e libera-lo, lá dentro devemos abrir as áreas do mapa com as cartas de sala com o valor certo, que muda totalmente o conteúdo, podendo transformar em uma sala de salvar, com inimigos mais rápidos, mais inimigos e por aí vai. Mesmo tendo a abordagem para um lado mais emocional, e as histórias ligeiramente alteradas, a formula de liberar as salas até chegar nos chefes, acaba ficando maçante no decorrer do jogo.

A história de Chain of Memories

Organização XIII

A melhor parte da experiencia, e que evita o jogo de ser descartável, é a história. Chain of memories tem duas histórias simultâneas acontecendo em paralelo: a história do ponto de vista de Sora nos andares superiores, e de Riku nos andares inferiores do castelo. Somos introduzidos a uma nova galeria de vilões, a organização XIII, que são os responsáveis por atrair Sora para o castelo e também por manipularem as memórias do grupo. Em contraste com os vilões do jogo anterior, a organização XIII possui personagens mais profundos e com uma interação melhor com os personagens do grupo, além de serem carismáticos e possuir visuais mais variados.

Também são introduzidas diversas perguntas, qual o verdadeiro plano da organização XIII? O que acontecerá com Sora? Qual papel Riku desemprenhará?

Visual e trilha Sonora

Para essa analise estamos levando em conta a versão remasterizada do jogo, presentes nas coletâneas 1.5 e All in One Collection.

Os gráficos durante a gameplay são bem polidos e não envelheceram mal, mas em algumas cutscenes fica nítida a queda na qualidade, provavelmente devido a reutilizarem as cutscenes originais.

Tetsuya Nomura (Final fantasy VII, Advent Children) volta como diretor e Character Design do jogo e entrega muito bem em qualidade e variedade no visual dos personagens novos.

Já a trilha sonora não contem grandes novidades, sendo quase toda reutilizada do jogo original

Jogabilidade

O menu do jogo

Como abordado anteriormente, a jogabilidade não é tão fluída como no antecessor e o sistema de cartas é demasiadamente complexo e cansativo, apesar do sentido narrativo.

Com o passar dos níveis temos 3 opções, quais são aprender uma nova combinação de carta, aumentar o HP ou aumentar a quantidade de cartas que podemos ter no baralho.

Não há party neste jogo, jogamos integralmente com Sora e Riku, cada um em seu respectivo modo de jogo, com ressalvas das cartas de aliado que aparecem na arena e as cartas de Summon que colocamos no baralho.

Após terminar o jogo com Sora e Riku, não vejo um grande sentido em post-game ou em fator de replay, a não ser que seja um jogador do tipo que gosta de fazer 100% como completar todas as cartas.

O Veredito de Chain of memories

Kingdom Hearts Re: Chain of memories conta uma ótima história e aprofunda mais as relações entre os personagens. Até levanta a questão, será que nossas memórias são realmente nossas? Relações podem ser forjadas com falsas memórias e promessas? São temas muito legais de serem abordados, porém a jogabilidade  pode tornar árdua a tarefa de chegar ao final. Para quem aceitar a missão e chegar até o fim a recompensa é garantida.

O jogo encontra-se disponível em  coletâneas em HD para Playstation 4, Xbox One e em março estará chegando para PC.

 

NOTAS

Gráficos: 3/5
História: 5/5
Jogabilidade: 3/5
Diversão: 3/5
Som: 4/5
Geral: 3,6/5

 

 

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Kingdom Hearts: O começo da franquia https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-o-comeco-da-franquia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=kingdom-hearts-o-comeco-da-franquia https://animesonlinebr.org/review/kingdom-hearts-o-comeco-da-franquia/#respond Wed, 24 Feb 2021 19:00:18 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17890 Olá amigos, vamos falar hoje sobre Kingdom Hearts! A franquia começou em 2002 com o jogo homônimo para o Playstation 2, sendo um

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Olá amigos, vamos falar hoje sobre Kingdom Hearts! A franquia começou em 2002 com o jogo homônimo para o Playstation 2, sendo um RPG de Ação. O jogo traz a aventura de Sora, um garoto que acaba em mundo desconhecido após ser atacado por seres misteriosos. Em busca por seus amigos, Riku e Kairi, Sora viaja por diversos mundos com o Pato Donald e Pateta, que procuram Mickey.

“Ultimamente eu venho tendo esses pensamentos estranhos, isso é real ou não?”

Kingdom Hearts é o resultado entre a cooperação das empresas Squaresoft (atualmente SquareEnix) e Disney Interactive Studios e traz uma proposta inusitada à época: colocar em um mesmo jogo os personagens da série Final Fantasy, assim como diversos mundos e personagens da Disney.

Concepção da ideia

O produtor Shinji Hashimoto (Final fantasy VIII e IX) já havia conversado com o criador da franquia Final Fantasy, Hironobu Sakaguchi, sobre a possibilidade de criar um jogo de mundo aberto nos moldes de Super Mario 64, porém a ideia havia sido descartada após perceberem que o mesmo só fazia sucesso devido ao Mario já ser um personagem bem estabelecido e com uma grande base de fãs. Por um acaso do destino, o mesmo Shinji Hashimoto acabou entrando em um elevador com um executivo da Disney ­- nesta época os escritórios da Disney e da Square ficavam no mesmo prédio. Após esse encontro, Hashimoto conseguiu marcar uma reunião com a Disney apresentando a ideia do que viria a ser Kingdom Hearts.

!!ATENÇÃO PARA SPOILERS!!

O Mundo de Kingdom Hearts

Começamos o jogo após essa belíssima cena de abertura, onde nos deparamos em um lugar aparentemente vazio, exceto pelo chão, que parece um tipo de vitral com a imagem da Branca de Neve. Esse é o cenário do tutorial, somos apresentados às mecânicas do jogo, alguns inimigos e também a algumas escolhas: qual arma queremos usar para enfrentar os monstros? Uma espada, um escudo, ou uma varinha mágica? E qual abriríamos mão? A escolha feita aqui interferirá nos seus atributos no decorrer do game. Concluindo o tutorial, realizamos nossa primeira Boss Fight!!

Destiny islands

Após o tutorial acordamos em uma ilha (Destiny Islands) e ficamos sabendo que o nome do protagonista é Sora. Ele, junto de seus amigos Kairi e Riku, estão construindo uma jangada para realizar o sonho de conhecer o que está além de sua ilha, acreditando haver outros mundos além do que eles conhecem. Daí surge nossa primeira tarefa: conseguir os materiais necessários para construir a jangada, suprimentos para viagem, nome da jangada e tudo mais.

O ponto principal do começo do jogo é entendermos a relação entre os 3 amigos. Sora, sendo o mais alegre e atrapalhado, construir sua rivalidade com Riku que é mais sério e focado, e Kairi é a responsável de cobrar Sora do trabalho.  Na ilha, encontramos também os personagens Tidus, Wakka (Final Fantasy X) e Selphie (Final Fantasy VIII), que estão lá para fazermos alguns mini-games, mas principalmente estabelecer que personagens de Final Fantasy existem nesse universo.

Tudo pronto para a viagem, jangada abastecida, os amigos decidem voltar para suas casas e ir viajar no dia seguinte. Já de noite, Sora percebe que tem algo de errado com a ilha e vai lá garantir que a jangada fique segura (se eles tinham barcos, por que precisavam construir uma jangada? Ninguém sabe…). Chegando lá, vemos Riku sem medo ser engolido por um portal cheio de escuridão, e tenta puxar Sora para ir junto, sem sucesso.

Após mais uma Boss fight contra o mesmo chefe do tutorial, acordamos em um lugar desconhecido e agora temos uma espécie de espada com forma de chave, a Keyblade.

Traverse Town – O verdadeiro ato I de Kingdom Hearts

Sora é acordado por Pluto, e conversando com Cid (Final Fantasy VII), descobre que está em Traverse Town, e que todos os que estão ali tiveram seus mundos consumidos pelas trevas. Ao decorrer do jogo acabamos encontrando Squall (Final Fantasy VIII), aqui chamado de Leon, que nos explica que os inimigos que vêm aparecendo são chamados Heartless, e que estão atrás da Keyblade, a chave que abre todas as fechaduras.

Após serem atacados por heartless, Leon e Sora fogem e acabam encontrando Pato Donald (o mago da corte) e Pateta (o cavaleiro da corte). Estes dois estão a procura de ajuda daquele que porta a Keyblade, para achar seu rei, Mickey, e impedir que os mundos sejam consumidos pelas trevas. Sora concorda em ajudar esperando encontrar seus próprios amigos, partimos então em nossa jornada.

O pior do jogo – Gummy Ships

Para seguirmos nossos objetivos devemos viajar pelos mundos da Disney e pelos mundos próprios do jogo, para isso precisamos embarcar nas Gummy Ships, as naves. Elas são customizáveis e são construídas por algo que se parece com peças de lego que podemos comprar ou ganhar conforme destruímos as naves inimigas, mas o problema aqui é que o método de construção é confuso e demorado, ao ponto de preferirmos usar a nave de qualquer jeito ou algum modelo pré-pronto.

As viagens também são demoradas e muito repetitivas, além de que até a metade do jogo para irmos de um mundo ao outro, sempre temos que fazer as mesmas viagens, mesmo sendo um mundo e/ou um caminho que já seguimos.

Onde Kingdom Hearts Brilha

Agora o que realmente atrai no jogo: os mundos e os personagens. Para quem nunca jogou ou não sabe nada de Kingdom Hearts, imagina que a junção dos personagens da Disney, que são mais infanto-juvenis, e os personagens de Final Fantasy, que seguem uma linha mais madura, acabaria dando errado ou perdendo a mão, o resultado é totalmente o oposto.

Cada mundo funciona com suas próprias regras e atmosfera, podemos voar no mundo do Peter Pan ou nadar em Atlantis, com a Pequena Sereia. Dito isto, os personagens são inseridos no contexto do jogo, porém preservam as personalidades de seus respectivos jogos/filmes. Isso fica ainda mais evidente no Olympus Coliseum, quando Hades tenta se aproveitar de Cloud ser um mercenário para derrotar Hércules. Em cada mundo aprendemos uma lição sobre amizade, perda, humanidade, ganância e afins.

Gráficos e trilha Sonora

O Diretor e Character Design do jogo é o Tetsuya Nomura (Final fantasy VII, Advent Children), os personagens originais são muito emblemáticos e característicos e seguem a linha já vista nos jogos da série Final Fantasy, porém um pouco mais cartunescos, as cores são bem vivas e a ambientação de cada mundo acaba mudando.

O tema de abertura Simple and Clean foi composto pela cantora Hikaru Utada, já a trilha sonora conta com músicas originais compostas pela Yoko Shimomura (Parasite Eve, Xenoblade Chronicles), versões de músicas clássicas da Disney, e até a icônica One-Winged Angel de Final Fantasy VII (E também a surpresa que vem com ela).

Jogabilidade

A jogabilidade é bem fluida, tem um menu lateral onde podemos escolher as ações entre atacar, usar itens, invocações ou magias, tudo em real-time, diferente do sistema tradicional de turno dos JRPGS. Como todo bom RPG, temos diferentes tipos de itens equipáveis.

Há um sistema de níveis que vai subindo conforme vamos derrotando inimigos,  assim liberando habilidades para aprender magias, e subindo os atributos como as barras de HP e de MP.

A party neste jogo é formada por 3 personagens, normalmente sendo esses Sora, Donald e Pateta, mas em alguns mundos podemos colocar os personagens da Disney, como por exemplo o Tarzan na floresta.

O post-game é vasto e inclui muitas coisas para se fazer, como sintetizar as armas mais fortes dos personagens, derrotar os chefes opcionais, terminar todos os torneios, coletar os 101 dálmatas, liberando assim a possibilidade de ver o final secreto do jogo.

Kingdom hearts vale a pena?- O Veredito

Kingdom Hearts é uma ótima porta de entrada para quem nunca teve contato com nenhum JRPG. O jogo é leve e bem ritmado com a história, o enredo possui a simplicidade que consegue agradar crianças, e nuances que agradam os mais velhos. A jogabilidade é intuitiva e simples de entender e, se colocarmos as gummy ships de lado, a trilha sonora consegue reviver sentimentos de filmes que víamos quando crianças e até mesmo emocionar dependendo do seu estado de espírito. O jogo encontra-se disponível em suas coletâneas em HD para Playstation 3, Playstation 4, Xbox One e em março estará chegando para PC.

NOTAS

Gráficos: 4/5
História: 4/5
Jogabilidade: 4/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Geral: 4,4/5

 

 

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Panini lança o albúm histórico Mickey 90 anos https://animesonlinebr.org/post/panini-lanca-o-album-historico-mickey-90-anos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=panini-lanca-o-album-historico-mickey-90-anos https://animesonlinebr.org/post/panini-lanca-o-album-historico-mickey-90-anos/#respond Mon, 12 Nov 2018 17:25:15 +0000 http://www.nsvmundogeek.com.br/?p=2408 A editora Panini anunciou o álbum de figurinhas Mickey Mouse História com Cromos. A coleção comemora o aniversário de 90 anos do personagem

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A editora Panini anunciou o álbum de figurinhas Mickey Mouse História com Cromos. A coleção comemora o aniversário de 90 anos do personagem mais famoso do mundo e também celebra um marco histórico para a editora, que anuncia a aquisição das licenças da Disney, Marvel e Pixar no Brasil para a publicação de álbuns de figurinhas. O livro ilustrado comemorativo será lançado em 21 de novembro e contará com 276 cromos coloridos e em preto e branco, entre eles, 60 especiais, além de 36 cards.

Para a edição histórica de 90 anos, a ilustração da capa do álbum foi desenhada com exclusividade para a Panini por Giorgio Cavazzano, cartunista italiano da Disney e um dos mais reconhecidos pelo seu trabalho. O livro traz a origem do personagem, desde a sua primeira aparição no lançamento de Steamboat Willie (curta-metragem clássico de Mickey que estreou em 1928) e depois na animação Fantasia, dos anos 40, até chegar a 2004, com Os Três Mosqueteiros, além de informações e figurinhas que retratam o começo dos quadrinhos. As páginas contam ainda com uma história em quadrinhos inédita, escrita pelo também cartunista italiano Andrea Castellan, popularmente conhecido como Casty e considerado um mestre da Disney.

Ficha técnica:

  • Mickey Mouse História com Cromos
  • Formato: 225 X 287 mm
  • Estrutura: 4 capas + 64 páginas
  • Capa: cartão com verniz reserva
  • Miolo: offset 90 g
  • Cromos: total de 276 cromos, sendo 60 especiais
  • Cards: total de 36 cards
  • Lançamento: 21/11/2018
  • Distribuição: nacional
  • Preço do livro ilustrado brochura: R$ 12,00
  • Preço do livro ilustrado capa dura: 62,90
  • Preço do envelope com 5 figurinhas e 1 card: R$ 2,50

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