Mad Max - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 11 Aug 2021 17:20:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Mad Max - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Days Gone: Primeiras Impressões https://animesonlinebr.org/review/days-gone-primeiras-impressoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=days-gone-primeiras-impressoes https://animesonlinebr.org/review/days-gone-primeiras-impressoes/#respond Wed, 11 Aug 2021 19:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=23763 Desenvolvido pela SIE Bend Studio e lançado inicialmente para Playstation 4, Days Gone se tornou um novo filho na família de exclusivos da Sony e trouxe

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Desenvolvido pela SIE Bend Studio e lançado inicialmente para Playstation 4, Days Gone se tornou um novo filho na família de exclusivos da Sony e trouxe uma abordagem mais ampla aos jogos de zumbis. E é sobre isso que vamos falar um pouquinho sobre esse jogo hoje. 

Sim, eu sei que se trata de um jogo já antigo, mas que eu tive a oportunidade recente de jogar graças aos jogos gratuitos do mês da Playstation. Estava curioso para poder Days Gone, que gerou uma certa divisão por parte de alguns na sua época de lançamento. 

Então comecei a jogar e entendi a dúvida que paira por alguns gamers sobre ele. Ainda tenho muita coisa para fazer dentro do jogo, mas, digo inicialmente que é um jogo que você deve dar uma atenção sim. Mas esteja avisado, ele não é para todos. 

Vamos as razões: 

Days Gone diferente de qualquer jogo do seu nicho é um jogo cadenciado. Você vai ter seus momentos de frenesi (e essa escolha de palavra não foi atoa), mas vai ter muito mais momentos táticos. Jogar uma pedra para despistar um inimigo humano ou um frenético para um determinado canto do cenário que você estiver, vai ser a sua maior arma. 

Além disso, o uso de armas brancas, também serão uma excelente opção para enfrentar um número reduzido de inimigos. Mas não se engane, o uso das armas de fogo também pode te auxiliar, já que irá atrair a atenção dos frenéticos para cima daqueles que estiverem tentando te acertar.  

Mas isso também é um problema. Uma das graças de jogos do gênero de sobrevivência é você… sobreviver mesmo, não tem muito o que falar em relação a isso. Mas, vou exemplificar o meu ponto, o que eu citei acima, até o momento em que joguei, é utilizado apenas no open map do rolê, ou seja, uma estratégia que você pode usar fora de missões. 

Map

Durante uma missão na qual estava jogando, onde havia frenéticos “crianças”, eles estavam por perto, mas ninguém reagia, a não ser que eles fossem previamente atacados. E no final dessa missão, onde inimigos humanos estavam me atacando, eles ficavam lá, apenas observando o pau torando.  

É preciso dizer que no final dessa fase, acabei encontrando um “boss”, onde alguns frenéticos que misteriosamente apareceram ali o atacaram, mas, é pouco por se tratar de um lugar onde havia muitos frenéticos e um só boss, eu e a pessoa que ajudei na missão. 

Outra razão para o jogo não ser para qualquer um é a síndrome de “Dovahkiin”. Sim, você não leu errado. Qual é a síndrome de Dovahkiin, Luiz? É aquela velha e não tão boa tática dos jogos te fazerem ir do ponto A ao ponto B, fazendo qualquer tipo de coisa.  

Em Days Gone isso se torna um problema muito maior, já que a sua moto, seu único veículo no jogo gasta combustível. Eu não sou especialista em carros, mas a moto consome muuuuito combustível durante o jogo, você encontra galões ao longo do mapa para encher o tanque, e você precisa planejar bem sua viagem até os pontos, se não, vai ter que caminhar no mapa, e eu não recomendo. 

O que me leva a mais um ponto, o mapa. Você precisa tomar cuidado com tudo ao seu redor nesse jogo. Uma coisa que me incomodava muito em Mad Max, que é um jogo que eu comparo mais ou menos com esse, é que você tem um mapa “semimorto”, em Mad Max era muito morto, aqui não.  

Days Gone

Aqui é mais ou menos por aí. Ao longo do mapa obviamente você vai encontrar muitos zumbis e literalmente uma passeada deles se você der azar, mas também, você vai encontrar lobos, veados e snipers, sim. Você pode e vai ser emboscado com a sua moto por um grupo “liderado” por um sniper que fica escondido pronto para te matar com os companheiros dele. E vou dizer, uma coisa, jogar com os dois fones de ouvido vai ser de grande ajuda em certos momentos no mapa. 

Por fim, a história. Por enquanto a história de Days Gone não me pegou muito emocionalmente, acho que não vai, mas tenho esperança de que isso mude. 

Com uma história simples até o momento, a desenvolvedora nitidamente bebeu de uma fontezinha de The Last of Us para se inspirar em St. Jones. Consigo ver muito uma versão um pouco mais violenta e igualmente humanizada com o Joe, por exemplo. 

Se você gosta de jogos que te fazem pensar em como sair de situações difíceis, errar, tentar de novo, errar, e uma hora conseguir, esse ó lugar certo para você. Se não, recomendo deixar para outro momento de arriscar com Days Gone. 

Zombie Time, Bitches!

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Chefões Inesquecíveis – pt2 https://animesonlinebr.org/curiosidades/chefoes-inesqueciveis-pt2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=chefoes-inesqueciveis-pt2 https://animesonlinebr.org/curiosidades/chefoes-inesqueciveis-pt2/#respond Wed, 22 Jul 2020 19:00:48 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10757 A segunda parte dessa lista trará mais figuras que ao longo do tempo me marcaram como gamer, por isso, seja bem-vindo (a) à

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A segunda parte dessa lista trará mais figuras que ao longo do tempo me marcaram como gamer, por isso, seja bem-vindo (a) à parte dois das minhas batalhas de chefões mais inesquecíveis.

Durante a primeira parte dessa lista dessas batalhas de chefões, tivemos personagens de Final Fantasy VIII, Dark Souls 3, Guitar Hero 3, Sonic e Mad Max. E hoje, teremos mais personagens de jogos diferentes (ou será que não?)

Bom, vamos lá?

Bulbmon

Digimon World 3 é um RPG bem no estilo clássico de encontros e aleatórios, lançado pela Bandai em 2002 para o Playstation 1.

E ao longo da sua jornada de tamer em Digimon World 3, você enfrenta vários Digimons de todos os estilos. Mas um em especial me alarmou muito nas primeiras vezes que eu jogo esse jogo (e sim, são muitas vezes, a última emulando no PC perdi meu save e minha esperança).

Ao tentar ir até o Setor Sul, na East Station você se depara com uma figura gigante, de metal que ao te ver, além de bloquear seu caminho, tenta te atacar aparente sem motivo algum, se trata de Bulbmon, um Digimon de Nível Ultimate.

A batalha não chega a ser tão difícil, mas o que chama atenção é que ele se defende muito bem dos seus ataques, e apesar de você estar numa faixa de nível até o 15, é bom tomar cuidado com esse cidadão.

Deathstroke

Batman Arkham Origins pode não ser uma unanimidade entre os fãs de jogo do Morcegão, afinal, ele não foi feito pela Rocksteady.

Porém, eu gosto muito desse jogo, lançado pela Warner Bros. Montreal em 2013, pois monstra um Batman em começo de carreira, quebra o paradigma do “Batman com preparo” e traz batalhas interessantes, a principal dela, contra o Deathstroke.

A batalha é cheia de quick time events (apertando os botões que aparece na tela na hora exata) troca de socos intensa entre o cavaleiro das trevas e o mercenário. Slade conta com a ajuda de apetrechos também, como uma bomba de luz, bastão e espada e tudo parece orgânico com cenas sem corte e golpes tão reais que parece que você está vendo um filme de ação do morcego.

Uma batalha incrível.

Razor/Clarence Callahan

Apenas uma entidade de toda a existência sabe o quanto eu xinguei esse cidadão. Na moral, sabotar a nossa BMW M3 só pelo fato de ter levado uma lavada na corrida, sério mermão?

Bom, Razor é a razão por todo o plot twist em Need For Speed: Most Wanted, lançado em 2005 pela Eletronic Arts.

Ele sabota e leva sua BMW M3 embora após o “final” da corrida, e deste ponto em diante, você entra na missão de recuperar sua M3 e para isso, você enfrentará todos os rivais na Blacklist, para então, encontrar com o Razor, o primeiro na lista negra.

Razor é dono de um Ford GT Mustang Preto.

Ama-de-Leite de Mergo

Vestido preto, seis braços, duas asas e cria cópias de si mesmo, essa é a Ama-de-Leite de Mergo, ou Mergo’s Wet Nurse, no original.

Essa é em resumo um dos chefões finais que você enfrenta chegando no final de Bloodborne. É válido dizer que existem vários outros chefes amedrontadores nesse jogo, mas nesse texto quero destacar o Mergo’s Wet Nurse.

É um desafio que te deixa na ponta da cadeira, e além de você desviar de seus ataques rápidos, o que fica pior ainda ao saber que a figura tem 6 braços e 4 deles tem lâminas que podem acabar com você em um instante, ele consegue fazer cópias de si mesmo e nesse momento o cenário fica quase todo escuro, o que torna a visibilidade quase nula.

Ama-de-Leite de Mergo se encontra na parte de cima do Pesadelo de Mensis.

Nosk

Nada mais perigoso que a sua imagem e semelhança.

Existem muitos mistérios por trás de todas as criaturas que você encontra no reino de Hallownest e Nosk é de fato uma figura intrigante para todos os jogadores. Diferente de todos os chefões dessa lista, ele não um obrigatório.

Durante as aventuras do Cavaleiro em Hollow Knight, precisamente em Deepnest, você se depara com uma criatura idêntica a você. Me lembro que ao me deparar com ele e cada vez que eu o seguia, uma sensação esquisita tomava conta de mim, e meu feeling estava certo.

Ao chegar no final da “perseguição”, Nosk mostrava sua verdadeira face, e uma face perigosa e se torna uma verdadeira ameaça para o jogador com seus ataques rápidos e saltos que dão um desafio para quem o encontrar.

Chefões

E por essa hoje é só, fique atento na próxima semana, que continuaremos com o especial sobre Assassin’s Creed, dessa vez, seguindo a cronologia da trilogia Auditore.

Até lá.

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A Experiência: Mad Max – O mundo já foi mais vivo https://animesonlinebr.org/review/a-experiencia-mad-max-o-mundo-ja-foi-mais-vivo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-experiencia-mad-max-o-mundo-ja-foi-mais-vivo https://animesonlinebr.org/review/a-experiencia-mad-max-o-mundo-ja-foi-mais-vivo/#respond Wed, 24 Jun 2020 14:49:06 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=9662 Quando nós falamos sobre adaptações de filmes para os games e o inverso, tudo se torna um ponto de interrogação. Será que vai

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Quando nós falamos sobre adaptações de filmes para os games e o inverso, tudo se torna um ponto de interrogação. Será que vai ser bom? Cumpriu seu papel? Tem a atmosfera do filme? Bom, com Mad Max vamos descobrir juntos.

Mad Max foi produzido pela Avalanche Studios Group e distribuído pela Warner Bros. Em 2015, trouxe consigo o peso de uma franquia de filmes de sucesso, que teve início no final dos anos 70 e teve o último filme no mesmo ano de lançamento do jogo com o filme estrelado por Tom Hardy.

Jogo de mundo aberto, pós apocalíptico com exploração por todos os cantos, o que poderia dar errado? Bom, vamos falar sobre isso agora.

História

Mad Max não apresenta uma narrativa de explodir cabeças nem coisas do tipo. Você é atacado assim que começa a aventura pela gangue de Scabrous Scrotus, que simplesmente leva o carro de Max para a Vila da Gasolina e em contraponto, você deixa de presente uma lamina de serra elétrica na cabeça de Scrotus (que sim, sobrevive).

Mad Max

A partir desse ponto, Max é acordado pelo seu primeiro parceiro no jogo, o Dog (ou cachorro mesmo). Que te guia até lugares perto de onde o mesmo te encontrou e aí o Dog cai na armadilha do seu segundo parceiro, Chumbucket.

Chumbucket é um mecânico que acredita que Max foi levado até ele pela “máquina divina” Anjo de Combustão, que para o NPC é missão dele ao lado de Max construir o veículo supremo, o Magnus Opus.

Aqui, a jornada de vocês dois dura literalmente até o final do jogo (spoiler? Talvez). Mas o que dá para dizer a partir desse ponto é que tudo fica maior durante o gameplay e ganha ares épicos em determinados momentos da história.

Gameplay

Aqui precisamos destacar que existem duas formas de se jogar Mad Max. Dentro do Magnus Opus (o carro) e com o Max mesmo. Começando pelo Max, se por algum acaso você jogou algum jogo da série Batman Arkham e o Shadow of Mordor da vida, Mad Max será mais um parque de diversão para você quando se trata da gameplay.

Mad Max utiliza do mesmo sistema de batalha dos jogos citados acima, e até mesmo a movimentação de Max lembra a de Batman, só que bem mais pesada e realista, os combos são brutais, o uso de facas, do calibre 12 de Max ajudam a dar uma diferenciada no combate de perto.

Já dentro do Magnus Opus, você tem outra gameplay. Os combates contra grandes comboios de gasolina que Max encontra ao longo do mapa lembram muito os antigos Twisted Metal e Vigilante 8 (saudades inclusive). Aqui, ao longo da jornada, seu carro é equipado com arpões, arpões explosivos, dispositivos de defesa, de ataque e isso tudo com a “tecnologia” pós apocalíptica do jogo.

Vale ressaltar que dentro do Magnus, você ainda tem direito de usar um rifle de precisão que ajuda em pontos específicos do mapa, com postos de inimigos que estão apostos com rifles de precisão também ao longo do mapa.

E por falar em mapa..

Mapa

Aqui está o maior (literalmente) problema de Mad Max, o Mapa. Enorme em tamanhos de proporção gigantes, e cheio de coisas de fazer, e o maior problema é, tudo aqui se repete com uma frequência insana.

Explicando basicamente o mapa que você verá abaixo, o jogo é dividido em cinco territórios que são:

  • Planice de Balefire, Forte do Jeet
  • Pach Moon, Forte do Gutgash
  • Silo da Pink Eye, Forte da Pink Eye
  • Vila da Gasolina, Forte do Deep Friah
  • As Dunas

Tirando as Dunas que é um ambiente de puro tédio e areias para todos os lados, todos os outros você precisa recuperar os territórios para os donos dos fortes citados acima. São missões que literalmente se repetem e que você diminui a ameaça das tropas do Scrotus conforme vai fazer as coisas.

Missões essas que variam desde derrubar um ponto de observação de um atirar com rifle, até posto de gasolina, onde você elimina a ameaça e explode os tanques de abastecimento do seu inimigo, até você pegar o carro do Chumbucket e levar o cachorro para identificar onde estão minas terrestres e ao desarmá-las é GG Max.

Diga-se que essa é a única função do cachorro no jogo e você não pode andar com ele a não ser no carro do Chumbucket.

Missões repetidas

Outra coisa já citada acima são os comboios, que traçam uma rota especifica no mapa e quando você se oponha a elas, você precisa derrubar o carro central da operação e ao final, você fica com o acessório que fica ou no para-choque da frente quanto o de trás. Em outras palavras, tirando as missões principais de Mad Max, tudo se repete, o ponto bom é que você pode melhorar seu carro para encarar os desafios que virão ao longo da gameplay.

Em outras palavras, tirando as missões principais de Mad Max, tudo se repete, o ponto bom é que você pode melhorar seu carro para encarar os desafios que virão ao longo da gameplay.

Magnus Opus e Mad Max

O seu carro é um terceiro personagem nessa história toda, ele não tem um backgroud ou coisa do tipo, você de começo pega uma carcaça de um carro a sua escolha durante uma missão e começa a usar e aprimorar ele, e sendo bem justo, são diversas alterações que você pode fazer, e transformar sua gameplay com o carro.

Mas vale dizer que por momentos, Magnus Opus e a câmera do jogo não se dão muito bem e você pode ficar meio zureta. Além do mais, a física do carro deixa e muito a desejar, acontecendo de você perder a mão com facilidade, mas nada que com o tempo e treino você não pegue o jeito.

Você pode desde colocar peças que o deixem mais rápido, mas que o deixam mais propenso a receber danos, ou até mesmo fazer com que ele seja uma máquina de guerra, onde claramente ele ganha mais força na sua carcaça, mas perde velocidade. Vai depender muito de você.

Além do mais, existem outras carcaças que você pode usar como base para seu carro, que são chamados de Arcanjos. Cada arcanjo requer algumas peças que você desbloqueia durante a jogatina.

Já nosso protagonista, também pode ser mutável a gosto do jogador. A variedade vai desde a aparência de Max, onde ele pode ficar com cabelo grande, até marca de sujeira no resto do personagem. Além disso, Max pode ser melhorado através de Griffa. Um ambulante místico que aparece no mapa quando pontos de melhorias estão disponíveis e Max pode aumentar desde sua vida ao máximo até a eficácia de comidas (larvas) e águas para sua regeneração.

Mad Max

Mas e ai Luiz, Mad Max vale a pena?

Bom, Mad Max tem seus momentos de encher os olhos, mas não é nada de outro mundo. Apesar de captar a essência dos filmes, em algum momento eu percebi que estava jogando o mesmo apenas mesmo para criar esse conteúdo, mas a diversão dele, caso você não goste de repetir missões e se cansa ao abrir o mapa do jogo, talvez esse jogo não seja para você.

A falta de criatividade na história do jogo, faz com que tudo seja meio superficial e você acabe não se importando com muitos personagens do jogo, nem mesmo com Chumbucket. O retrato de perguntas não respondidas pela protagonista ao seu ajudante, pode ser bem o retrato do player com o jogo, e isso torna a experiências facilmente esquecida.

Mas caso você seja fã da franquia e queira ter o mínimo de experiência com o universo apresentado no game, aconselho que ignore tudo o que eu disse acima e simplesmente jogar o joguinho.

Notas
Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 3.5/5
Diversão: 3/5
Som: 5/5
Roteiro: 2/5
Nota Geral: 3.7

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Boss battles inesquecíveis – Parte 1 https://animesonlinebr.org/curiosidades/boss-battles-inesqueciveis-parte-1/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=boss-battles-inesqueciveis-parte-1 https://animesonlinebr.org/curiosidades/boss-battles-inesqueciveis-parte-1/#respond Wed, 17 Jun 2020 19:00:54 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=9372 Batalhas de chefes, ou Boss Battles são sempre especiais para nós gamers. Por vezes, elas indicam que você alcançou o desafio final do

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Batalhas de chefes, ou Boss Battles são sempre especiais para nós gamers. Por vezes, elas indicam que você alcançou o desafio final do jogo e chegou a hora de derrotar aquele oponente que muitas vezes é maligno.

E hoje, compartilho com você, cinco boss battles/batalhas de chefes que foram marcantes ao longo da minha carreira de gamer. E talvez, em algum momento, você também tenha trombado o caminho das mesmas figuras. Bora lá?

1 – Dr. Eggman/Robotinik

Em algum momento no começo dos anos 2000, Sonic e eu tínhamos uma missão: Salvar os animais do Doutor Eggman (ou Robotinik). E a cada missão concluída, chegava o momento de acabar de vez com os planos desse “pilantrinha. ”

Boss Battles

Na Final Zone, após uma batalha, que hoje pode parecer simples, e sem muita emoção, onde você apenas esquivava dos ataques físicos e de raios do vilão, o mundo de Sonic estava a salvo e os animais ao lado do ouriço, comemoravam o desfecho um dos primeiros jogos ao qual esse que vos fala, terminaria.

2 – Ifrit

Como falei mais acima, nem todas a boss battle se resume ao final do jogo, e essa aqui, é o grande primeiro teste do jogador em Final Fantasy VIII.

A ideia aqui é simples: Squall é um aluno candidato ao cargo de SeeD, e sua prova de admissão, é enfrentar o monstro na Fire Cavern (Caverna de Fogo). Lá, ao lado da sua instrutora Quistis Trepe, você escolhe o tempo para terminar a missão.

Ao enfrentar o guardião de fogo, ele se une a você e se torna um dos primeiros “Guardians Forces”, ou “GF” que você adquire. Vale ressaltar que por muitos anos, acreditava que ele fosse o seu primeiro GF, mas ao longo dos anos, descobri que ao interagir no terminal de Squall dentro da sala de aula, você adquiria Shiva e Quezacolt.

3 – Tom Morello

Você deve estar se perguntando: Tom Morello? Oi?

E sim, Tom Morello, poxa. Durante a campanha de Guitar Hero 3: Legends of Rock, da Activision, você enfrenta alguns guitarristas lendários e exclusivos para duelos de… bem… você sabe… guitarra!

O ícone do Rage Against Machine tem seu próprio solo durante o jogo e é aí onde vocês se enfrentam. E claro, na dificuldade mais alta do jogo, o Expert, a batalha se torna algo especial em notas difíceis, rápidas, mas nada que deixe a decepcionar.

Após a derrota no final do duelo, Tom se torna um personagem jogável, o que aumenta o número de personagens desbloqueáveis.

4- Aldrich, o Devorador de Deuses

Pelo nome, já viu que o negócio aqui é louco né? E certamente das boss battles citadas nesta lista, ela é a mais difícil.

Eu tenho dos xingamentos possíveis para esse cidadão, mas por questões lógicas não posso compartilhar com você. Mas se você já o enfrentou, tenho certeza que os xingamentos ficaram por sua parte aí do outro lado.

Aldrich é a definição de raiva, desespero e ódio (sim, talvez tenha coisa pior no jogo, mas eu ainda não terminei o mesmo), seus golpes são pesados e por muitas vezes a sorte é sua melhor aliada.

O devorador de Deuses é um dos lordes das cinzas de Dark Souls 3, ficando na região de Anor Londo. Aqui, nem os deuses podem te ajudar, afinal, o infeliz devorou todos e só lhe resta a esperança. Mas com muito sacrifício, você é capaz de derrota-lo.

Com um amigo, talvez, e veja bem, talvez fique fácil. Eu mesmo, ao lado do meu amigo, porque eu não sou obrigado a jogar Dark Souls sozinho, fizemos isso e levamos quase 3 horas para abater a criatura. O detalhe é que meu amigo, como mago, estava usando a magia errada em todas as tentativas. Magia essa que se fosse usada, facilitaria nosso trabalho.

5 – Scrotus

O carinha mais recente nessa lista, Scortus é o boss final em Mad Max. E está aqui pois é uma batalha um tanto quanto diferente das outras boss battles citadas acima.

Seu primeiro encontro com Scrotus marca o início da aventura no jogo da Avalanche Studios, onde Max perde seu carro para o próprio Scrotus. Não entrarei em muitos detalhes, pois em breve teremos Mad Max – A Experiencia, onde poderei dizer mais sobre o jogo.

Mas a batalha se resume em: Scrotus dentro do carro de Max avançando em alta velocidade contra o protagonista que com lanças explosivas precisa ao mesmo tempo se defender e atacar seu oponente. Tomado por ódio, Scrotus mede força com o também raivoso Max pela última vez durante o jogo todo.

Boss Battles

O resultado? Bom, um dos dois sai vivo e o resto você saberá em breve durante a análise do jogo.

Por fim, posso afirmar que essa não será a primeira e nem a última vez que irei compartilhar com vocês minhas experiências em batalhas de chefes ao longo desses anos. Por isso, muitas outras batalhas estão por vir, até.

 

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Jogos de Mundo Aberto precisam se reinventar? https://animesonlinebr.org/curiosidades/jogos-de-mundo-aberto-precisam-se-reinventar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jogos-de-mundo-aberto-precisam-se-reinventar https://animesonlinebr.org/curiosidades/jogos-de-mundo-aberto-precisam-se-reinventar/#respond Wed, 08 Apr 2020 19:00:32 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=7180 Os jogos de mundo aberto são considerados um dos melhores gêneros da indústria. E não é por menos, são anos de grandes jogos

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Os jogos de mundo aberto são considerados um dos melhores gêneros da indústria. E não é por menos, são anos de grandes jogos lançados que nos trazem histórias incríveis e horas e horas de gameplay. Mas sim, eles também têm certas melhorias a serem consideradas.

Quando nós falamos sobre jogos de mundo aberto qual te vem na cabeça? Imagino que vários. De anos para cá, a indústria nos reservou títulos e mais títulos que nos marcaram de formas diversas.

Nos últimos anos, a cada jogo desse gênero que chega a minhas mãos, percebo algo em comum entre eles. A repetição de missões secundárias que não na sua maioria, não afetam diretamente na história principal.

Ai você pode me dizer “Mas Luiz como não faz diferença? Se eu posso melhorar meu personagem e ficar mais forte para enfrentar o modo história”.

Sim, concordo. Mas vamos ser claros de novo. Não afetam diretamente a história.

Vamos a um exemplo. Skyrim (sim, um dos meus jogos favoritos da vida). O quanto de diferença faz você ir de um ponto A ao ponto B entregar uma carta ou item para um npc e isso afetar a história principal? É provável que a resposta seja: Nada.

E sim, nada. É lógico que existem jogos que vem dando mais atenção às missões secundárias, para que elas afetem o caminho do jogador durante a campanha principal como em The Outer Worlds.

Mas então, qual é o problema disso, Luiz? Olha, não significa que seja um problema para você. Afinal de contas se você é apreciador de terminar todas as missões do jogo, ou o famoso “Platinador”, talvez não seja realmente um problema.

Porém, se você é um jogador mais casual que na primeira oportunidade de fazer as Main Quests simplesmente não olha para trás e vai, talvez seja. É chato você fazer as mesmas coisas sempre, sem ter um olhar voltado para a história principal.

Não dá para bater nessa ferramenta tanto assim. Pode exemplo, Mad Max, jogo desenvolvido pela Avalanche Studios faz isso de forma legal, apesar de um tempo depois as coisas ficarem repetitivas.

Já a Ubisoft com seus Assassins Creed, fazem isso em muitas vezes de forma mais chata, já que são letras de músicas, como no caso de Assassins Creed IV. Ou seja, não tem motivação para você sair pegando itens ou colecionáveis. A não ser claro, se você pertencer ao grupo dos Platinadores.

Jogos de mundo aberto

Outro perfil de jogo de mundo aberto é do Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, lá simplesmente as missões segundarias são importantes para desenvolver a sua Mother Base e por vezes você precisa ter itens desenvolvidos para continuar a história.

Pontos de observação são importantes?

Pensem de novo no Assassins Creed, você tem os saltos da fé, aquele todo show off (que é bom). Normalmente nesse ponto do mapa, você tem uma visão ampla que revela toda aquela área e os seus objetivos.

Imagina só se nunca soubéssemos  o que vai acontecer, não se sabe o que estará te esperando, você precisa tomar cuidados com os seus recursos, não seria mais divertido?

A conclusão

É importante para a indústria, sim, criar jogos com um mundo vasto e repleto de coisas para se fizer. Porém, quando as coisas se tornam muito repetitivas podem trazer certo incomodo para o jogador.

Não sei se a próxima geração de consoles terá o poder de deixar as coisas dentro desses jogos mais randômicas, espero que sim.

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