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]]>Little Witch Academia mostra a história de Akko, que se matricula na Academia Mágica Luna Nova. A garota fica encantada com a magia desde a performance de Shiny Chariot em um show de magia. Assim, Akko passou a sonhar em ser uma bruxa tão legal quanto Chariot. Entretanto, nem tudo parece fácil. Akko não tem poderes e isso torna sua jornada para se tornar uma bruxa muito mais complicado.
Explicando um pouco mais sobre o Young Animator Training Project, como citei antes, a ideia deste projeto era buscar jovens animadores japoneses. Em 2010, a Associações de Criadores de Animação do Japão (JAniCA) percebe um constante declínio técnico dentro do país. Assim, a JAniCA cria o Young Animator Training Project onde foi lançado o Project A. Este projeto teve a iniciativa então de treinar jovens animadores japoneses através de concurso de curtas-metragens anuais. Isso tudo feito com o orçamento do governo japonês por alguns estúdios selecionados.
Só que o projeto é muito mais que isso. Em um mundo cada vez mais globalizado, os animadores começaram a buscar a identidade nacional de suas animações. Isso em meio a um cenário da internacionalização do anime. Então, estes animadores começam a trabalhar com um processo técnico único para produzir suas animações japonesas, onde essas produções têm suas singularidades e uma delas é seu aspecto visual. “Os traços, movimentos e expressão dos personagens de anime diferem de forma evidente dos tradicionais desenhos animados ocidentais”, como reforça Karen K. Kremer em seu artigo sobre a Young Animator Training Project e a identidade nacional japonesa no processo técnico do anime.
Só que analisando de uma forma geral, as animações evoluem a cada momento. Os animadores japoneses portanto tentavam buscar animar como antigamente, de uma forma única. Só que eles não conseguem ignorar as mudanças que as técnicas tradicionais japonesas sofreram durante o tempo. Assim, por mais que os japoneses tenham um jeito específico para fazer animes, eles acabam modificando sua própria tradição. Um exemplo disto é o uso maior de recursos digitais para a produção de animes.
Então a própria JAniCA remodela o projeto, sendo chamado agora de Anime Mirai. “Agora o foco não é mais manter o tradicionalismo técnico da animação japonesa, mas incorporar o desenvolvimento mecanicista da indústria da animação dentro do anime.” Agora os jovens animadores se adequam a produzir animações japonesas com novas técnicas de animação que foram surgindo na indústria. Percebemos então que começaram a surgir animes com uma animação e arte gráfica superiores e uma dessas obras foi Little Witch Academia.
Little Witch Academia foi um dos curtas selecionados pelo Anime Mirai no ano de 2013, feito pelo estúdio Trigger. Em 2015 é lançado outro curta também animado pelo estúdio. E em 2017, é produzida uma série de televisão, que foi transmitida no Japão e adicionada no catálogo da Netflix.
Podemos analisar então que, por mais que Little Witch Academia foi primeiramente financiado por um projeto que busca estimular a produção técnica do anime nacional, vemos também um grande interesse do mercado ocidental pela obra. Por primeiramente pela Netflix, uma empresa americana de streaming, que disponibilizou o anime em seu catálogo. O anime teve uma grande repercussão com os fãs do ocidente. E também podemos citar o interesse da empresa americana Kickstarter, que chegou a financiar o segundo curta.
E outro fator que podemos analisar sobre Little Witch Academia, o que primeiro ponto que chega nos impactar é seu estilo de animação. Ele lembra mais um cartoon do que os animes que costumamos assistir. Isso poderia ser uma forma de tentar chamar atenção então do público do ocidente, que está mais acostumado com o cartoon do que as animações japonesas mais clássicas. Por mais que a JAniCA tenha o intuito de incentivo à produção nacional, o projeto também busca um público internacional para seus animes.
Em suma, o Young Animator Training Project vem primeiramente com o a ideia de conter o êxodo técnico do anime. Anos depois, a JAniCA reformula então seu projeto após perceber que o uso de novos recursos poderiam fazer os animadores criarem animes com animações muito mais superiores. Como Little Witch Academia, que ganhou sua série de televisão em 2017, tendo sucesso não apenas no Japão, como também no ocidente. Assim, percebendo a capacidade que as animações japonesas se adaptaram ao cenário mundial tendo a transmissão dos valores culturais.
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]]>A primeira animação da lista é Little Witch Academia. Produzido pelo estúdio Trigger, foi criado e dirigido por Yoh Yoshinari; e escrito por Masahiko Otsuka. O anime contém 25 episódios, um filme de 53 minutos e encontra-se disponível na Netflix.
Little Witch Academia – 1º opening (2017).
O enredo acompanha a história de Atasuko Kagari (Akko), uma garota comum que sonha em se tornar uma bruxa. Seu sonho em se tornar uma bruxa se desenvolveu ao presenciar seu primeiro show de magia, quando criança. Ela ficou tão encantada com a performance da apresentadora, Shiny Clariot, que passou a sonhar em ser uma bruxa tão legal e admirável, quanto ela.
Ao ingressar na famosa Escola de Magia Luna Nova, acaba se desapontando, pois as lições não são nem um pouco animadoras. Porém, quando a instituição começa a correr perigos, Akko enfrenta seu primeiro grande desafio. Aos pouquinhos, ela vai desenvolvendo relações de amizade pelas colegas
Sobre a protagonista, Akko é uma personagem que quebra algumas tradições. É uma garota desastrada, que vive se metendo em confusões, proporcionando momentos bastantes cômicos, mas independentemente de qualquer coisa, ela utiliza do famoso espírito de “nunca desistir”, mesmo as coisas estarem dando errado. É uma ótima dica, principalmente para quem procura algo novo e diferente para assistir.
O Segundo é Watashi ga Motete Dousunda ou Kiss Him, Not Me, em inglês. É um anime de comedia, romance e harém, bastante cômico e inusitado. Escrito por Michiko Yokote e dirigido por Hiroshi Ishiodori, contém apenas 12 episódios. Pode ser assistido na Crunchyroll.
Opening de Watashi Ga Motete Dousunda (2016).
Serinuma é uma garota fujoshi (significa garota que é fã de Yaoi). Sempre que presencia dois garotos conversando, ela já começa a delirar com loucas fantasias. Em um determinado dia, o seu personagem favorito de um anime morre, e o choque é tão grande que a faz perder bastante peso e fica praticamente irreconhecível. Diante disso, quatro garotos da escola decidem chamá-la para sair, mas ela não dá a mínima para eles. Serinuma acha muito melhor ver os quatro se agarrando.
Sendo repleto de momentos bastante engraçados, tenho certeza de que este anime irar melhorar o dia de muita gente.
Yamada-Kun to Nananin no Majo:
O terceiro é Yamada-kun to Nananin (Yamada -kun and the 7 Witches). Uma ótima animação japonesa de comédia colegial, pouco romance, mistério e sobrenatural. A obra é uma adaptação de uma série de mangá escrita e ilustrada por Miki Yoshikawa. Pertence ao estúdio Liden Films e foi dirigido por Tomoki Takuno. Contém 12 episódios e 2 OVA´s. Pode ser assistido na Crunchyroll.
Opening de Yamada-Kun to Nananin no Majo (2015).
Yamada-kun to Nananin no Majo (Yamada e as sete bruxas, em português), conta a história de Ryu Yamada, um estudante que tem uma péssima reputação, sendo evitado pela maioria das pessoas no colégio. Um dia ele cai de uma escada e sem querer, acaba beijando Shiraishi, uma garota estudiosa, mas que vive cabisbaixa e sendo perturbada pelas outras garotas da sala.
Os dois acabam trocando de corpos quando se beijam e após conseguirem voltar ao normal decidem usar esse poder a seu favor para se ajudarem mutuamente. Com o passar do tempo, Yamada descobre que existem mais seis garotas com poderes diferentes na mesma escola. Além disso, ele vai mostrando ter adquirido a habilidade de copiar os poderes dessas “bruxas”. A partir disso, vive se envolvendo em altas confusões.
A quarta dica é Toradora! uma adaptação de uma light novel, escrita por Yuyuko Takemiya e ilustrada por Yasu. A animação é um clássico em relação ao gênero de comédia romântica. Foi dirigido por Tatasuyuki Nagai, pelo estúdio J.C.Staff. Contém 25 episódios e pode ser encontrado na Crunchyroll.
Toradora – Opening 1 (2008).
Ryuuji Takasu é um jovem gentil e educado, mas que acaba sempre sendo confundido com um delinquente por ter um olhar maligno e intimidador. Por causa disso, ele se sente frustrado por não conseguir mostrar quem realmente ele é. Ryuuji é apaixonado por Minori Kushieda, melhor amiga da feroz Taiga Aisaka: uma garota baixinha, mau humorada e violenta que está apaixonada pelo melhor amigo de Ryuuji. Inicialmente, o encontro dos dois geram diversos conflitos, mas eles decidem se juntar para que um ajude o outro a conquistar seus amores.
Por último, escolhi Tonari no Kaibutsu-kun (“My Little Monster” ou “O mostro que senta ao meu lado”), outra animação de comédia romântica. Foi escrito e ilustrado por Robico. Sendo dirigido por Hiro Kaburaki, o anime contém 13 episódios e 1 OVA. Encontra-se disponível na Crunchyroll.
Opening de Tonari no Kaibutsu-kun (2012).
A animação é focada na relação entre Shizuku Mizutani, uma garota que não tem nenhum interesse, a não ser se dedicar aos estudos e focar nos seus planos no futuro; e um garoto chamado Haru Yoshida, que se senta ao seu lado na escola, porém raramente a frequenta. Um dia, Shizuku é encarregada de levar exercícios escolares na casa de Haru. Dessa forma, começa a estranha amizade entre uma garota fria e calculista, com um garoto problemático e ingênuo.
Apesar do anime ainda não ter sido finalizado, é uma ótima dica e tenho certeza de que irar render altas risadas durante qualquer período do dia.
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]]>Histórias de fantasia têm um certo tipo de encanto que eu não consigo encontrar em mais nenhum lugar. O sobrenatural, sortilégios, e a ambientação salpicada pela influência da arquitetura medieval (seja ocidental ou orienta) me fascina como nada mais. Talvez tenha sido isso que me atraiu inicialmente para O Conto da Princesa Kaguya, Good Omens, ou DuckTales. Foi isso certamente que captou a minha atenção para a franquia Little Witch Academia (LWA).
Idealizada por Yoh Yoshinari e lançada inicialmente como um curta em 2013 pelo Estúdio Trigger sob o projeto financiado pelo governo japonês, o Young Animator Training Project, a animação de 22 minutos teve uma recepção excelente. Tão boa inclusive que empolgou a equipe para realizar uma continuação direta para Blu-Ray (OVA), Little Witch Academia: The Enchanted Parade, em 2015 e, em 2017, a série em si. Sem esquecer, é claro, da adaptação para mangá e o videogame de 2018.
A obra acompanha os esforços da explosiva Atsuko Kagari (que eu chamarei de “Akko” doravante pois é como ela é conhecida por todos ao seu redor), uma bruxa sem muitas habilidades mágicas, no curso de feitiçaria da escola Luna Nova. Apaixonada pelas artes sobrenaturais graças a uma apresentação de truques realizados pela sua ídola Shiny Chariot, ela duramente luta todos os dias pelo seu lugar em meio a magas mais competentes.
À primeira vista, LWA apresenta-se como um mahou shoujo de tons juvenis: aventuras bobas pela escola e múltiplas enrascadas. No entanto, gradualmente, as peças do mistério vão se encaixando: por que ela é tão ruim com magia? Por que a Shiny Chariot desapareceu? Por que a professora Ursula Callistis tem tanto interesse na Akko? Essas questões são introduzidas como detalhes, porém ganham espaço de destaque no clímax, tecendo uma teia narrativa complexa e diversa.
A arte do desenho é muito competente, no mesmo nível do resto das produções do Estúdio, criando um ritmo charmoso e cheio de energia. O mundo de LWA é vibrante e muito criativo, oferecendo várias possibilidades absurdas e divertidas para serem exploradas (como, por exemplo, a sindicalização de criaturas mágicas). As personagens, que eu destacaria como ponto mais forte da animação, são bem desenvolvidas e diversas, enriquecendo a história com seus desafios e vitórias.
Ao longo dos 25 episódios, Akko é comparada repetitivamente à brilhante Diana Cavendish. Considerada estudante-modelo, Diana é tudo que a protagonista não é: versada, habilidosa, genial, e ainda herdeira de um enorme legado de poderosas bruxas – ao passo que a tola, inexperiente e incapaz Akko tem problemas até com feitiços básicos. Contudo, graças à sua persistência, a personagem principal segue adiante, mesmo com toda as adversidades na sua frente.
O que não sabíamos, e une todas as peças que mencionei alguns parágrafos atrás, é que Diana também teve as mesmas dificuldades que a nossa protagonista anos antes após assistir ao mesmo show da Shiny Chariot, a qual – cheia de culpa – tornou-se a professora Ursula. Ela também viveu os mesmos perrengues e os superou apenas pela imensa força de vontade. Essas duas moças, de personalidades e cenários familiares completamente opostos, conseguem demonstrar o poder que repousa sobre a resiliência e o desejo de superação. A verdadeira magia delas, afinal, é a sua insistência.
LWA é uma estória de fantasia que eu já vi os moldes várias vezes, entretanto, a sua execução oferece uma narrativa diferencial, capaz de entreter e emocionar. Fui conferir pelas bruxinhas, continuei vendo pela força de espírito da Akko.
Você pode assistir aos 25 episódios de Little Witch Academia no serviço de streaming da Netflix.
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