lgbtqia+ - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 16 Oct 2024 16:54:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg lgbtqia+ - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 5 jogos indies protagonizados por personagens LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-jogos-indies-protagonizados-por-personagens-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-jogos-indies-protagonizados-por-personagens-lgbtqia https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-jogos-indies-protagonizados-por-personagens-lgbtqia/#respond Mon, 12 Aug 2024 16:53:01 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=38881 Foi-se a era em que jogos eram vistos como apenas coisa de menino (presumido hétero), Jogos com temáticas e personagens LGBTQIA+ vem ganhando

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Foi-se a era em que jogos eram vistos como apenas coisa de menino (presumido hétero), Jogos com temáticas e personagens LGBTQIA+ vem ganhando mais espaço e público. Nessa lista trago alguns de meus jogos indies favoritos de vários gêneros que são protagonizados por personagens LGBTQIA+, e nos quais a sexualidade do protagonista não é apenas um detalhe de fundo que nem é mencionado, aqui ela vem como um detalhe fundamental para a compreensão do personagem e suas experiências.

Dream Daddy: A Dad dating simulator

Após o falecimento de seu/sua ex, você se muda com sua filha Amanda, e vai encarar sua nova realidade de pai solteiro, mas e se no meio do caminho um novo amor aparecer? Entre tantos pais bonitões e com personalidades distintas, tenho certeza que você encontrará um novo amor.
Dream Daddy simulator é um dating simulator em que seu objetivo é começar um relacionamento com um dos vários pais bonitões que você encontrará pelo caminho. O jogo tem uma boa quantidade de pais diferentes para escolher quem faz seu tipo.

Night in the woods

Mae Borowski volta para sua cidade natal depois de abandonar a universidade, ao chegar em Possum Springs ela tenta se reconectar com a vida que um dia teve ali, e com os amigos que deixou pelo caminho. Mae é pansexual e outros personagens LGBTQIA+ fazem parte dessa história, ganhando destaque e levantando bons debates em toda a trama.

One night hot springs

One Night Hot Springs é uma visual novel,
Aqui você estará na pele de Haru, uma garota japonesa, sua amiga Manami está completando 20 anos, e decide comemorar a data com suas melhores amigas em uma fonte termal. Haru quer muito passar um tempo com suas amigas, mas não está totalmente confortável com a experiência, por ser trans. Durante o jogo vamos vendo o progresso dos eventos e como Haru passa esse dia com suas amigas. Temos a review completa aqui.

A new life

A new life é uma graphic novel de Angela He. Aqui a história segue o casal May e August, o casal formado em Missed Messages retorna nesse jogo. Agora em uma nova dinâmica, elas tentam superar os desafios de sua nova vida. É um jogo curto e muito bonitinho, temos review completa aqui!

Unpacking

Unpacking significa “tirar da embalagem”, e é isso que fazemos aqui. Nesse jogo em primeira pessoa nós tiramos 21 anos de bagagens guardadas (físicas e metafóricas) e aos poucos vamos descobrindo mais sobre nós mesmos.
Essa sinopse é bem vaga porque qualquer detalhe aqui seria um grande spoiler, mas muitos dos puzzles aqui nos mostram que as vezes descobrir mais sobre nossa identidade não é tão simples, e aos poucos, as peças que juntamos ao longo dos anos vão se conectar.

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PNCEcast #008 – DICAS DE BL E GL https://animesonlinebr.org/manga/pncecast-008-dicas-de-bl-e-gl/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pncecast-008-dicas-de-bl-e-gl https://animesonlinebr.org/manga/pncecast-008-dicas-de-bl-e-gl/#respond Mon, 24 Jun 2024 12:00:37 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=38944 Desta vez no ⁠⁠⁠⁠⁠Papo Nerd com Elas⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠⁠Carol⁠⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠Giselle⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠Nivea ⁠⁠(⁠⁠Mangás Brasil⁠⁠) darão dicas de animes e mangás Boys Love (BL)

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Desta vez no ⁠⁠⁠⁠Papo Nerd com Elas⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠⁠Carol⁠⁠⁠⁠, ⁠⁠⁠Giselle⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Nivea (Mangás Brasil) darão dicas de animes e mangás Boys Love (BL) e Girls Love (GL).

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  • Tempo de duração: 47 minutos
  • Arte da Vitrine: Lucas Máximo
  • Edição: Raul Lima / Lucas Máximo

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Primeira Morte – História de amor de vampiro da Netflix não tem muita Mordida https://animesonlinebr.org/post/primeira-morte-historia-de-amor-de-vampiro-da-netflix-nao-tem-muita-mordida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeira-morte-historia-de-amor-de-vampiro-da-netflix-nao-tem-muita-mordida https://animesonlinebr.org/post/primeira-morte-historia-de-amor-de-vampiro-da-netflix-nao-tem-muita-mordida/#respond Mon, 13 Jun 2022 18:00:47 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=32359 A série gira em torno de duas adolescentes, uma vampiro e uma caçadora de vampiros  que inconvenientemente se apaixonam depois de se conhecerem

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A série gira em torno de duas adolescentes, uma vampiro e uma caçadora de vampiros  que inconvenientemente se apaixonam depois de se conhecerem na escola.

Sinopse: Baseada em uma história curta da autora Victoria “V. E.” Schwab, best-seller do New York Times, Primeira Morte apresenta uma clássica história de amor proibido cheia de reviravoltas. Juliette (Sarah Catherine Hook) é uma vampira adolescente e está na idade certa para fazer sua primeira vítima. Para que seja considerada parte da família de vampiros, ela planeja matar Calliope (Imani Lewis), uma garota nova na cidade. No entanto, ela se surpreende quando descobre que Calliope é uma caçadora de vampiros, fazendo parte de uma tradicional família de caçadores. Calliope, por sua vez, também precisará colocar suas habilidades à prova muito em breve. Assim que se conhecem, surge uma química inegável entre Calliope e Juliette. Quando a notícia se espalha, o romance não é bem recebido por nenhum dos lados e um plano começa a tomar forma. Logo, as meninas descobrem que aniquilar uma a outra não será uma tarefa fácil.

Baseado no conto de VE Schwab, que também escreveu o primeiro episódio e produz a série, Primeira Morte é a nova série sobrenatural da Netflix. Há irmãs mal-intencionadas e mães rainhas do gelo e pais autoritários. Há também vampiros, zumbis e lobisomens. A história foca nas amantes desafortunadas, a vampira Juliette (Sarah Catherine Hook) e a caçadora de vampiros Calliope (Imani Lewis), presas entre seus deveres familiares e hormônios em fúria. 

Ao longo de oito episódios, a série segue Juliette e Calliope (também conhecida como Cal) enquanto lutam para equilibrar seus deveres de primogenitura com a sua família, lidando também é claro com o ensino médio. Como os pais de Juliette, Sebastian (Will Swenson) e Margot (Elizabeth Mitchell) e os pais de Cal, Talia (Aubin Wise) e Jack (Jason R. Moore) enfatizam repetidamente, os dois nunca podem ficar juntos. 

Os paralelos de Romeu e Julieta são obviamente intencionais, mas óbvios demais para serem inteligentes, com um toque de poesia ou não. O mesmo vale para as tentativas descaradas da série de ser uma nova visão de Crepúsculo, cujo romance condenado recebe um grito explícito de reconhecidamente cativante.

©Netflix

Afundados por uma combinação nociva de roteiro e direção, os atores nunca conseguem passar o suficiente para fazer esses personagens nada além de exagerados. Praticamente os únicos atores que chegam perto de sair vivos dessa trama são Dylan McNamara como Oliver, o irmão de Juliette, e Grace Dzienny como Elinor, a formidável irmã mais velha de Juliette. Não ajuda as cenas que explicam as tradições conflitantes de cada família, das quais aparentemente existem milhares.

A pior ofensa que a série comete, no entanto, é que nunca vende o romance central que deveria, por todos os direitos, ser seu coração pulsante. Sem deixar Juliette e Cal terem uma única conversa sobre qualquer coisa além de suas naturezas e famílias por toda a temporada, Primeira Morte precisa tornar sua conexão imediata tão palpável que dói. 

Em vez disso, a série coloca suas protagonistas em inspirações de cenas sexy mal encenadas. Jules e Cal tão cheios de luxúria que ficam empurrando um ao outro contra as paredes, árvores e prateleiras da despensa. A completa falta de química das atrizes principais torna sua dinâmica menos empolgante.

©Netflix

Obviamente, todo o tema do romance adolescente desafiado é bastante exagerado, mesmo sem os fundamentos shakespearianos. Além disso, a inclusão não apenas de uma protagonista negra queer, mas de toda uma família negra que pode prosperar na tela em uma fantasia sobrenatural é incrivelmente importante. Em um gênero famoso por excluir ou difamar seus personagens negros, Primeira Morte apresenta uma história em que seus caçadores de monstros negros são tão centrais e desenvolvidos quanto seus vampiros brancos.

Incentivado por Stranger Things, a Netflix parece que esse ano investiu agressivamente uma parte de seu orçamento em séries macabras e de ficção científica, incluindo várias construídas em torno de protagonistas jovens, com resultados mistos.

O apelo do gênero é compreensível, pois, como os exemplos nos lembram, há boas recompensas se você acertar a mão na história. Mas quando você erra, você acaba com algo tão sem dentes, sem graça e muito bobo, igual a Primeira Morte.

Primeira Morte está disponível na Netflix.

Nota: 2/5

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Crush: Amor Colorido – Nova comédia romântica LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/series/crush-amor-colorido-nova-comedia-romantica-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=crush-amor-colorido-nova-comedia-romantica-lgbtqia https://animesonlinebr.org/series/crush-amor-colorido-nova-comedia-romantica-lgbtqia/#respond Wed, 11 May 2022 15:00:25 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=31606 Paige, uma aspirante a artista, decide entrar para o time de atletismo do colégio. Ela se aproxima de sua crush, mas acaba descobrindo

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Paige, uma aspirante a artista, decide entrar para o time de atletismo do colégio. Ela se aproxima de sua crush, mas acaba descobrindo que talvez a garota certa para ela não seja quem ela espera.

Crush é um filme original da plataforma Hulu e estreou mundialmente no dia 29 de abril de 2022. Ele é dirigido por Sammi Cohen e estrelado por Rowan Blanchard, Isabella Ferreira e Auli’i Carvalho.

A DIVERSIDADE É NATURAL

Crush é o típico filme de romance adolescente, mas é diferente, pois foca em um grupo de personagens quase que inteiramente LGBTQIA+. A protagonista Paige é assumidamente lésbica e isso não é um problema na sua vida. Sua mãe decidiu ter a filha sozinha mesmo, pois desejava muito ser mãe. Ela é aquela típica mãe moderna que está por dentro de tudo e aceita a filha independente de sua sexualidade. Chega a ser engraçado em alguns momentos o quanto ela apoia a filha, dando dicas para a vida sexual dela. A comédia no filme, aliás, é bem colocada, mesmo que exagerada em alguns momentos, mas isso é bem comum em filmes do tipo.

A normalização da diversidade no colégio aonde Paige estuda e nas famílias dos personagens é revigorante. Muitas vezes temos filmes e séries LGBTQIA+ aonde os personagens sofrem por serem quem são e por amarem quem amam, mas isso não acontece aqui. Acredito que estamos vendo uma mudança de tom nas histórias do gênero. Um exemplo disso é a série Heartstopper da Netflix e esse filme da Hulu. Filmes e séries aonde vemos um lado mais otimista da vivência LGBTQIA+ aonde as histórias não são inteiramente focadas em dificuldades e “sair do armário”.

©Hulu

O CLICHÊ QUE PRECISÁVAMOS

Na história, Paige é apaixonada por Gabriela desde muito nova, mas ao entrar para o time de atletismo, acaba se aproximando da irmã de Gabriela, A.J. Temos aqui então um triângulo amoroso e situações bem comuns em filmes de comédia romântica adolescente. Mas, novamente, é revigorante ver essas histórias clichês que geralmente são focadas em personagens heterossexuais serem focadas, dessa vez, na vivência de pessoas LGBTQIA+.

O ritmo do filme é ótimo, com uma montagem e elementos que deixam tudo muito dinâmico. O tempo passa muito rápido e o filme diverte. Os personagens tem suas características próprias e é fácil de se identificar com eles. Principalmente com a protagonista que também está passando por coisas comuns como a seleção para sua faculdade dos sonhos. Algo engraçado é que as duas atrizes que fazem o casal Paige e A.J. tem uma certa rixa na vida real, mas, mesmo assim, a química das duas é incrível aqui. Crush vem como um sopro de ar fresco nas histórias LGBTQIA+, junto de uma nova leva de produções do gênero que, aparentemente e felizmente, vieram para ficar.

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Yuri!!! On Ice: Uma homenagem a patinação no gelo https://animesonlinebr.org/anime/yuri-on-ice-uma-homenagem-a-patinacao-no-gelo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=yuri-on-ice-uma-homenagem-a-patinacao-no-gelo https://animesonlinebr.org/anime/yuri-on-ice-uma-homenagem-a-patinacao-no-gelo/#respond Tue, 07 Dec 2021 15:00:31 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=28721 Sendo a animação de grande referência quando se trata de patinação artística no gelo, Yuri!!! On Ice traz histórias de superação através do

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Sendo a animação de grande referência quando se trata de patinação artística no gelo, Yuri!!! On Ice traz histórias de superação através do esporte, envolvendo o espectador com suas performances e personagens inspirados em atletas reais.

A OBRA

O anime acompanha a trajetória de Yuri Katsuki, um patinador desanimado que têm a vida mudada após um vídeo seu viralizar na internet e atrair a atenção do pentacampeão mundial, Victor Nikiforov, que decide ser o seu treinador e ajuda-lo a vencer o Grand Prix.

Assim como muitas obras do gênero de esporte, o roteiro tem como narrativa a superação, com os personagens evoluindo através de desafios e rivalidades que ocorrem dentro e fora das competições. Embora não seja classificado como BL (Boys Lover), a obra sugere uma relação homoafetiva entre os seus personagens principais.

Porém, diferente de outros animes do gênero que utilizam do tema LGBTQIA+ para fanservice, Yuri!!! On Ice faz da relação um ponto forte da história, sendo ela bem construída e crescendo no decorrer de cada episódio. Dessa forma, o relacionamento acontece naturalmente, junto com a admiração que um tem pelo outro dentro dos circuitos de patinação.

Entretanto, ainda que aborde essa temática, ela não mostra nenhuma situação sobre aceitação e casos de homofobia – o que é questionável, já que se passa no Japão e na Rússia, dois países extremamente homofóbicos – e por conta disso, as minorias que realmente sofrem com isso, acabam não se sentindo representadas.

O Esporte

Já o esporte é abordado de forma realística, mostrando desde como funciona o sistema de pontuação, as temporadas, treinamentos e toda a parte técnica durante a apresentação. Além disso, Yuri!!! On Ice complementa ainda mais ao colocar, através das coreografias e músicas, as características de cada atleta.

A representatividade dos países na obra
A obra contém representantes de diversos países, mostrando a suas culturas e habilidades dentro da patinação.

Além disso, a autora que é grande fã dessa modalidade esportiva, fez questão de homenagear diversos atletas em sua obra, como Yuzuru Hanyu (Yuri Katsuki), Evgeni Plushenko (Viktor Nikforov), Yulia Lipnitskaya (Yuri Plisetsky), Michael Christian Martinez (Phichit Chulanont), Boyang Jin (Guang Hong Ji) e Jason Brown (Leo da Iglesia).

Sendo assim, Yuri!!! On Ice consegue captar a emoção desse esporte e as dificuldades que cada competidor passa na busca pela vitória. Com uma história original, que não possui mangá, mas possuindo uma trilha sonora incrível, o anime se tornou um dos melhores dentro de sua categoria.

A obra completa esta disponível na Crunchyroll.

 

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Something is Killing the Children: uma impressionante história de horror https://animesonlinebr.org/hq/something-is-killing-the-children-uma-impressionante-historia-de-horror/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=something-is-killing-the-children-uma-impressionante-historia-de-horror https://animesonlinebr.org/hq/something-is-killing-the-children-uma-impressionante-historia-de-horror/#respond Thu, 18 Nov 2021 21:00:11 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=27940 Escrita por James Tynion IV, vencedor do Prêmio Eisner na categoria de Melhor Roteirista em 2021, Something is Killing the Children é uma

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Escrita por James Tynion IV, vencedor do Prêmio Eisner na categoria de Melhor Roteirista em 2021, Something is Killing the Children é uma história em quadrinhos aterrorizante que vai prender seus olhos a cada página.

Capa alternativa de Something is Killing the Children“James e seus amigos foram brincar à noite em uma casa abandonada em Archer´s Peak, uma pequena cidade no interior dos EUA. No dia seguinte apenas James continuava vivo. A polícia está investigando as mortes dos garotos, porém eles ainda não fazem ideia do que aconteceu. A única chance de impedir que mais crianças morram está nas mãos de uma jovem forasteira recém-chegada, capaz de enxergar os horrores que atacaram as crianças. Seu nome é Erica Slaughter e seu trabalho é matar monstros – custe o que custar. Mas quem é ela, e de onde vieram essas criaturas, são apenas alguns dos mistérios que o roteirista vencedor do prêmio Eisner irá nos apresentar nesta série campeã de vendas nos EUA!”

Essa sinopse é uma ótima introdução a Something is Killing the Children.

Eu não tenho muito contato com quadrinhos, mas ao ler esse eu tive uma ótima impressão dos autores por trás. Do roteirista, James Tynion IV, como já citado ganhou o prêmio Eisner (“o Oscar dos quadrinhos”) em 2021, por seu trabalho em Something is Killing the Children, Batman e outras séries; do ilustrador Werther Dell’Edera (Hellblazer, Justiceiro); mas, principalmente, do colorista Miquel Muerto.

Something is Killing the Children demonstra uma profunda beleza. A composição dos quadros, da ação e dos momentos mais “calmos” transmitem a ideia de “coisas ruins estão prestes a acontecer”.

Por mais que os desenhos sejam excelentes e expressem muito bem a tensão da obra, a coloração eleva esse clima, para mim, o principal destaque vai para o uso das cores, que exalta ainda mais a tensão, o medo e o horror.

Vale-se ressaltar que essa é uma série bem violenta e bem gráfica com a violência, utilização de muitos palavrões, então se você não curte isso, não passe perto.

Os mistérios e as reviravoltas que a obra apresenta se mostram bem interessantes. Mas o destaque vai para a construção do mundo, principalmente a ordem secreta da qual a protagonista faz parte, a Ordem de São Jorge.

Uma escolha de nome excelente para uma ordem secreta que caça monstros. Para quem não sabe, São Jorge, ‘o grande mártir’, é imortalizado na lenda em que mata um dragão.

Outro ponto interessante é como é tratada a sexualidade de James, um dos protagonistas, que é assumidamente gay. Esse fato é mais relevante antes da Erica entrar efetivamente na história e em flashbacks. Isso porque o foco da série não é em romance, é no horror e no mistério. Dito isso, é muito bom ver que o arco do James não se limita a sua sexualidade. Mas ela é sim relevante para o personagem e para alguns acontecimentos. Acompanhamos o início da história pela visão dele, mas quando a Erica aparece, ela toma as rédeas do protagonismo.

A atmosfera de Something is Killing the Children é séria, e isso se mantém do início ao fim. A Erica é mandada em uma missão para eliminar o monstro e não resgatar as crianças. Porque ela tem ciência do perigo da criatura e faz questão de não dar falsas esperanças.

Erica Slaughter

A edição que será lançada no Brasil, pela Devir, corresponde as edições #1-15, sendo um primeiro arco de história que ao seu fim deixa claro que acompanharemos as futuras jornadas de Erica.

Além disso, a HQ é um dos títulos participantes do Dia do Quadrinho Grátis no Brasil em 2021, que vai ocorrer nos dias 18 e 19 de dezembro.

Por fim, Something is Killing the Children é uma ótima série de horror sobrenatural voltada para o público adulto e que vale sua atenção.

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Ótimos filmes com representatividade LGBT+ https://animesonlinebr.org/curiosidades/otimos-filmes-com-representatividade-lgbt/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=otimos-filmes-com-representatividade-lgbt https://animesonlinebr.org/curiosidades/otimos-filmes-com-representatividade-lgbt/#respond Wed, 09 Jun 2021 15:00:57 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21510 Aproveitando que o mês de junho é dedicado ao orgulho LGBTQIA+, resolvi indicar filmes com essa representatividade. MOONLIGHT  Black trilha uma jornada de

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Aproveitando que o mês de junho é dedicado ao orgulho LGBTQIA+, resolvi indicar filmes com essa representatividade.

MOONLIGHT 

Black trilha uma jornada de autoconhecimento enquanto tenta escapar do caminho fácil da criminalidade e do mundo das drogas de Miami. Encontrando amor em locais surpreendentes, ele sonha com um futuro maravilhoso.

©A24

ME CHAME PELO SEU NOME (CALL ME BY YOUR NAME)

O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega.

©Frenesy Film Company

DIREITO DE AMAR (A SINGLE MAN)

George é um professor universitário que recentemente perdeu seu parceiro, Jim, em um acidente de carro. Muito abalado, ele planeja cometer suicídio. Conforme a rotina diária acontece junto de colegas de trabalho, estudantes e uma velha amiga, ele tomará sua decisão final.

©Artina Films

CAROL

Therese Belivet tem um emprego entediante em uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece Carol, uma elegante e misteriosa cliente. Rapidamente, as duas mulheres desenvolvem um vínculo amoroso que terá consequências sérias.

©Studio Canal

HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO

Leonardo, um adolescente cego, tenta lidar com a mãe super protetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel chega em seu colégio, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

©Lacuna FIlmes

ALICE JUNIOR

Alice é uma adolescente trans cheia de carisma que investe seu tempo fazendo vídeos para o YouTube. Um dia, seu pai, Jean, é transferido pela empresa do Recife para Araucárias do Sul, e eles precisam se mudar. Na nova escola, Alice enfrenta preconceitos ao se deparar com uma sociedade mais retrógrada do que estava acostumada. O desejo da menina é dar seu primeiro beijo, mas, antes de tudo, quer o direito de ser quem ela é.

©Beija Flor Filmes

RAFIKI

As jovens quenianas Kena e Ziki são grandes amigas e, embora suas famílias sejam rivais políticas, as duas continuaram juntas ao longo dos anos, apoiando uma a outra na batalha pela conquista de seus sonhos. A relação de amizade transforma-se em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade conservadora em que vivem. Elas então precisam escolher entre viver este amor intensamente, desafiando as leis do Quênia, ou se distanciar para ter uma vida segura.

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The Sims: Game Celebra o Mês do Orgulho LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/noticias/the-sims-game-celebra-o-mes-do-orgulho-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=the-sims-game-celebra-o-mes-do-orgulho-lgbtqia https://animesonlinebr.org/noticias/the-sims-game-celebra-o-mes-do-orgulho-lgbtqia/#respond Mon, 07 Jun 2021 22:07:40 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21681 O The Sims se esforça para apoiar sua crescente e diversificada base de fãs. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, nossa equipe

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O The Sims se esforça para apoiar sua crescente e diversificada base de fãs. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, nossa equipe publicou um post no blog descrevendo as histórias de empoderamento de Simmers que se identificam como parte da comunidade LGBTQIA+. Todas essas histórias trazem um tema em comum: eles são parte da comunidade diversa da qual o The Sims se orgulha muito.

Apresentamos abaixo um breve resumo desses orgulhosos jogadores e jogadoras:

  • eyAnton (ele/dele): um streamer sueco que usou The Sims como ajuda para escapar da disforia de gênero e que sempre se esforça para encorajar outras pessoas na comunidade.
  • BeyondSims (ele/dele): um criador de conteúdo do Reino Unido que usou o jogo para entender sua sexualidade por meio de representação e exploração positivas.
  • CaroloVazquez (ela/dela): uma argentina que vivenciou a representação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo em The Sims ainda jovem e construiu sua comunidade virtualmente.
  • Dimissauro (ele/dele): um Simmer que finalmente viu personagens LGBTQIA+ realistas em The Sims, onde ele encontrou uma comunidade diversificada e confortável.
  • EnglishSimmer (ela/dela): uma integrante da equipe vice-campeã do The Sims Spark’d e que criou a série Belong There – dedicada a contar histórias LGBTQIA+ – após explorar sua própria sexualidade no jogo.

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9 jogos com representatividade LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=9-jogos-com-representatividade-lgbtqia https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/#respond Tue, 01 Jun 2021 19:00:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21452 Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a

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Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a Rebelião de Stonewall (EUA), em que uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York ao bar Stonewall Inn. Porém, a celebração e visibilidade tradicionalmente se estendem ao longo do mês.

Se você se pergunta o porquê: é tudo sobre se valorizar. Um mês de orgulho pode trazer força e esperança para quem se sente isolado nos outros 11 meses do ano.  30 dias em que uma comunidade de apoiadores se dedicam a nos trazer ânimo e acolhimento sobre quem somos. Quatro semanas para imaginarmos uma vida de aceitação e livre de medo (ou ao menos uma semana, se possível).

Para mim, a representatividade transmite um pouco dessa sensação. De que há mais gente comigo ou que já viveram ou poderiam viver aventuras dignas de  games. Aos poucos, vamos conquistando mais voz e espaço. Cada vitória é comemorada como uma Copa do Mundo. 

Sim, ainda estamos caminhando, mas é possível encontrar conteúdo emocionante e de qualidade. Se você veio aqui pela lista de jogos com representatividade LGBT, siga o arco-íris!

1 – Life Is Strange

Max e Chloe no quarto, ambas segurando uma mesma câmera na mão

Primeiramente, não existe falar em representatividade sem citar um dos maiores sucessos da última década. Life Is Strange é uma emocionante franquia e exemplo de como a representatividade pode tocar a todos. O primeiro jogo, além de ser uma rara história sobre jovens mulheres, também é uma descoberta sobre a sexualidade. 

A franquia manteve a premissa de dar opções de romance homo afetivo em seu segundo título e promete manter a inclusão LGBTQIA+ para o terceiro título, True Colors (qual é, com esse nome seria um pecado não ter).

2 – Gone Home

Um dos quartos na casa em Gone Home. Há colagens de mulheres em um armário na frente, ao fundo uma bandeira de pirata estendida na janela.

Gone Home é um jogo de exploração em primeira pessoa. Você chega em casa depois de um ano no exterior, mas a casa está vazia. Onde está sua família? O que aconteceu? 

Um dos jogos narrativos mais bonitos que já joguei – especialmente pois o experimentei totalmente alheia ao fato de incluir a história de um romance sáfico.

3 – Dragon Age: Inquisition

Krem de pé dentro de um edifício

Dragon Age: Inquisition não só promove a diversidade em seus personagens e possibilidades amorosas, mas também ensaia educar o público sobre como lidar com as diferenças através das histórias e diálogos – especialmente nas interações com Krem, um mercenário transgênero.

4 – Bully

Jimmy hopkins beija um estudante no corredor da escola

Seção nostalgia! No controverso jogo que provavelmente seria cancelado se lançado nos dias de hoje (mas que muita gente amou jogar), vivemos na pele Jimmy Hopkins, um aluno de ensino médio buscando a si mesmo e o seu lugar. Além de causar muita desordem, Jimmy também era um galanteador e podia ficar tanto com meninas quanto com meninos. Aliás, a Rockstar Games incluiu a conquista “Over the Rainbow” ao jogo, concluída ao beijar 20 meninos.

5 – The Last of Us

Ellie segurando uma espingarda em meio a floresta

Um pouco de spoiler, mas quem não ficou sabendo certamente estava em uma caverna.  Seguindo o sucesso do primeiro título, The Last of Us 2 é considerado o jogo mais premiado da história e conta com a representatividade lésbica junto a Ellie, protagonista da saga.

6 – Assassin’s Creed: Odyssey

Kassandra e um interesse romântico em Odyssey

Apesar das controvérsias no título grego da Ubisoft – incluindo uma polêmica DLC – ao longo da história é possível tomar decisões relacionadas a sexualidade de ambos os personagens jogáveis (Kassandra e Alexios). Eventualmente, o personagem escolhido será abordado por diversos interesses românticos e são as escolhas do player que definem a orientação sexual do personagem.

7 – Stardew Valley

Casamento LGBTQIA+ na praça de Stardew Valley, com os moradores participando da cerimônia

RPG da vida no campo, a diversidade em Stardew Valley é simples como deveria ser a vida: normal. O game deixa em aberto todas as opções de personagens casáveis, independentemente do gênero do personagem, sem nada interferir na narrativa, nas falas ou interações. Do mesmo modo, outros jogos seguem esse modelo de simples representatividade: Skyrim, The Sims, Fallout, Fable, dentre outros.

8 – Overwatch

Close do rosto de Tracer sorrindo e olhando para o lado.

Em 2015, a Blizzard anunciou que diversos personagens em Overwatch são LGBTQIA+. O vencedor do jogo do ano de 2016 apresentou Emily na HQ “Reflexos”, namorada da personagem Tracer. Do mesmo modo, em 2019 foi a vez do Soldado 76 ser revelado como gay (na HQ “Bastet” conhecemos um antigo amor do herói, Vincent).

Aliás, eu era main Tracer antes de saber sobre isso. Representatividade importa até para o subconsciente.

9 – Apex: Legends

Imagem de divulgação de apex legends, com os dois personagens LBGTQIA+, dois dos primeiros lançamentos.

No Battle Royale da Eletronic Arts, dois dos personagens promovem a diversidade LGBTQIA+, de acordo com suas biografias: Gibraltar, a fortaleza blindada, um homem homossexual, bem como Bloodhound, a rastreadora tecnológica, se identifica como não-binário.

Histórias LGBTQIA+

Antes de tudo, games são histórias que se baseiam na dinâmica e imaginário humano. Inserir e dar protagonismo a personagens LGBTQIA+ é representar a vida como ela é, fomentando a inclusão e o respeito ao próximo.

Entretanto, há quem vire o rosto para a diversidade alegando ser “jogada de marketing”. Spoiler: vivemos em uma sociedade capitalista. Tudo é marketing. A minha representatividade foi feita para vender, mas e a sua? Também não é? O propósito do entretenimento não é vender/convencer sobre uma narrativa, seja lá sobre o que for?

Finalmente: não, jogar com uma personagem trans não vai matar nem “influenciar” ninguém. A proporção que essas representatividades tomam é grande por sua natureza – afinal, se fosse proporcional à vida real não haveria tanta comoção sobre nossas pequenas conquistas.

Sendo assim, seguiremos comemorando e dando visibilidade para cada representação, para cada personagem e para cada história. Sim, nós existimos e temos orgulho disso!

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O Marido do Meu Irmão: Um mangá necessário para todos os públicos https://animesonlinebr.org/manga/o-marido-do-meu-irmao-um-manga-necessario-para-todos-os-publicos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-marido-do-meu-irmao-um-manga-necessario-para-todos-os-publicos https://animesonlinebr.org/manga/o-marido-do-meu-irmao-um-manga-necessario-para-todos-os-publicos/#respond Tue, 18 May 2021 14:42:02 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21052 Mangá publicado pela Panini aqui no Brasil, “O Marido do Meu Irmão” é uma história cativante e necessária sobre superação de preconceitos. É

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Mangá publicado pela Panini aqui no Brasil, “O Marido do Meu Irmão” é uma história cativante e necessária sobre superação de preconceitos. É uma das obras que consegue se destacar como um dos mangás com temática LGBT.

O Marido do Meu Irmão (ou seu título em japonês, Otouto no Otto)  retrata a relação entre Yaichi, a sua filha Kana e o canadense Mike Flanagan, que casou-se com Ryoji, o irmão gêmeo de Yaichi que faleceu. No mangá, temos questões abordadas como a homofobia, questões familiares e principalmente as diferenças culturais. 

O mangá foi escrito por Gengoroh Tagame, considerado um dos criadores mais influentes no gênero de mangás gay, onde a maioria dos seus títulos são mangás eróticos. No entanto, “O Marido do Meu Irmão” tem uma proposta totalmente diferente, se tratando de uma obra mais sentimental.

Análise do enredo: Os temas retratados em “O Marido do Meu Irmão”  

“O Marido do Meu Irmão” é um mangá bem rápido de ser lido, sendo uma leitura bem leve com poucas falas. A história começa então com a visita de Mike na casa de Yaichi. O canadense deseja conhecer alguns locais do Japão para relembrar de seu ex-marido e também sobre um lado que ele não tinha conhecido ainda de Ryoji, o lado sobre sua família e seu país de origem. 

Assim, nessa situação, somos apresentados a um Yaichi que tem seus preconceitos sobre Mike e sobre a relação do casamento entre o canadense e seu irmão. No entanto, a construção da aceitação e percepção de Yaichi em relação a Mike começa a mudar, onde ele tem a chance de conhecer mais sobre Mike e também, um lado de seu irmão que ele não tinha conhecido.

Para Yaichi, ele não foi preconceituoso com seu irmão, apenas aceitou a escolha do mesmo. No entanto, aos poucos percebemos que o silêncio e o afastamento de Yaichi com Ryoji tiveram suas consequências negativas sob o irmão. Yaichi nunca questionou explicitamente o fato de seu irmão ser gay, mas, em suas conversas com Mike, ele começa a perceber que talvez, em algum nível, ele não estava tão confortável quanto pensava originalmente.

Falando agora especificamente de Kana, a garota demonstra um lado de aprendizagem, tendo uma visão infantil sobre esse assunto que ela nunca teve contato. Então, ao mesmo tempo que temos um pai que está se dando conta sobre seus preconceitos e tentando melhorar, temos Kana, que aprende com seu tio canadense sobre assuntos tabus considerados no Japão, como o casamento homossexual, ou até questões de afeto com abraços, que não são tão comuns entre os japoneses. 

Outro tema que “O Marido do Meu Irmão” retrata de uma forma muito presente são sobre questões familiares. Como já citado, Yaichi é um pai solteiro que cuida de sua filha, onde ele nunca contou para a garota que tinha um irmão gêmeo. Então, a garota fica surpresa quando Mike chega na casa deles. 

Outro ponto é que durante o mangá, Yaichi consegue se dar muito bem com sua ex-mulher, a convidando para sair, junto com Kana e Mike, fazendo ela mais presente na vida da filha. Essa é outra construção muito interessante sobre questões familiares, onde, ao mesmo tempo que Yaichi teve seus problemas com seu irmão, perdendo a oportunidade de se reconciliar com ele, Yaichi consegue fazer mais presente a ex-mulher para a vida de sua filha, mesmo que os dois não estejam juntos. 

Falando agora especificamente de Mike, um dos personagens mais importantes para essa história, o personagem, às vezes de forma mais singela, consegue explicar questões sobre a cultura LGBT, abordando temas sobre esse universo e sobre o preconceito. Outras vezes, Mike é mais didático, sendo até interessante citar que em alguns capítulos, temos seções que retratam sobre comunidade LGBT sendo apresentadas pelo personagem, chamada essa seção de “Curso de Cultura Gay do Mike”.

Um dos momentos que mais merece destaque também é quando um garoto, conhecido de Kana, acaba pedindo ajuda de Mike. O garoto revela que é gay e Mike conversa com ele. Quando Yaichi descobre sobre a situação, Mike aborda diferenças entre um gay que mantêm isso escondido e um que é abertamente homossexual. 

As diferenças culturais retratadas no mangá 

Outro tópico que devemos citar em “O Marido do Meu Irmão” é como o mangá retrata as diferenças culturais. Além do abraço, onde Yaichi explica para Mike que não é muito comum os japoneses se abraçarem entre si, temos também uma cena que se destaca que é sobre a questão das tatuagens. 

Em um momento do mangá, turistas são barrados de entrarem em uma academia porque possuem tatuagens no corpo. No Japão, quem tem tatuagens é visto como “criminosos” em alguns lugares, por isso não são aceitos em locais públicos como piscinas, por exemplo.

Esses debates também sobre as diferenças culturais sempre são demonstrados pelo próprio Mike que, muitas vezes onde, já citado, retrata alguns temas tabus do Japão com Kana de uma forma mais leve, ou temos outros momentos que ele aparece surpreso às vezes com as explicações de Yaichi sobre certas tradições japonesas. Ao mesmo tempo, enquanto Mike retrata essas questões, temos também o personagem disposto a vivenciar algumas tradições culturais japonesas junto de Yaichi e Kana

Mas ainda falando sobre esses debates, temos principalmente então sobre o casamento gay.  É importante citar que o casamento gay no Japão não é reconhecido por lei. Em 2021, o Tribunal do Japão considerou inconstitucional proibir casamento gay, a decisão não legaliza a união entre pessoas do mesmo sexo mas foi considerada um avanço por ONGs e ativistas LGBTQI+.

Então, analisando, o mangá consegue ser uma obra que converse também com o público heterossexual, a fim de quebrar o preconceito com pessoas LGBT, já que o Japão é bastante conservador sobre esses temas. “O Marido do Meu Irmão” então retrata uma visão honesta e silenciosa de como os preconceitos podem prejudicar não apenas as pessoas contra as quais somos favoráveis, mas também a nós mesmos. 

Gengoroh Tagame, com seu mangá, foi vencedor no Eisner em 2018 na categoria de Melhor Edição de Material Internacional – Asia, sendo sua primeira obra para um público mais abrangente. No Brasil, a editora Panini lançou a obra em dois volumes. 

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