The post Panini: Editora publicará Zelda: A Link to the Past em cores e lista de reimpressões first appeared on Animes Online BR.
]]>Escrito e desenhado por Shotaro Ishinomori, o mangá terá formato 14,8 x 21 cm e será publicado em full color, ou seja, todas as 196 páginas serão coloridas. Com capa cartão, laminação fosca, hotstamping dourado e orelhas de 9cm, o título custará R$39,90 e virá com um marcador de brinde.
The Legend of Zelda: A Link to the Past é uma adaptação do game originalmente lançado para o Super Entertainment System da Nintendo. Esta versão em quadrinhos de Shotaro Ishinomori (Cyborg 009, Kamen Rider) foi serializada pela primeira vez na revista Nintendo Power.
Título Volume / Preço de lançamento / Preço na reimpressão
DEMON SLAYER 13 – R$ 29,90 – R$ 29,90
MONSTER KANZENBAN 1 – R$ 79,90 – R$ 79,90
MONSTER KANZENBAN 2 – R$ 79,90 – R$ 79,90
MONSTER KANZENBAN 3 – R$ 79,90 – R$ 79,90
NARUTO GOLD 12 – R$ 24,90 – R$ 24,90
NARUTO GOLD 13 – R$ 24,90 – R$ 24,90
NARUTO GOLD 14 – R$ 24,90 – R$ 24,90
NARUTO GOLD 15 – R$ 24,90 – R$ 24,90
NARUTO GOLD 69 – R$ 29,90 – R$ 29,90
PROMISED NEVERLAND 11 – R$ 22,90 – R$ 29,90
BORUTO 1 – R$ 21,90 – R$ 29,90
BORUTO 2 – R$ 21,90 – R$ 29,90
BORUTO 3 – R$ 21,90 – R$ 29,90
BORUTO 4 – R$ 21,90 – R$ 29,90
BORUTO 5 – R$ 21,90 – R$ 29,90
BORUTO 6 – R$ 21,90 – R$ 29,90
Título Volume / Preço de lançamento / Preço na reimpressão
BERSERK 1 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 2 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 3 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 4 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 5 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 6 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 7 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 8 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 9 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 10 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 11 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 12 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BERSERK 13 – R$ 16,90 – R$ 24,90
BANANA FISH 1 – R$ 46,90 – R$ 49,90
BANANA FISH 2 – R$ 46,90 – R$ 49,90
BANANA FISH 3 – R$ 46,90 – R$ 49,90
BANANA FISH 4 – R$ 49,90 – R$ 49,90
BANANA FISH 5 – R$ 49,90 – R$ 49,90
BLACK CLOVER 1 – R$ 21,90 – R$ 24,90
BLACK CLOVER 2 – R$ 21,90 – R$ 24,90
BLACK CLOVER 3 – R$ 21,90 – R$ 24,90
BLACK CLOVER 4 – R$ 21,90 – R$ 24,90
BLACK CLOVER 5 – R$ 21,90 – R$ 24,90
FIRE FORCE 1 – R$ 21,90 – R$ 29,90
FIRE FORCE 2 – R$ 21,90 – R$ 29,90
FIRE FORCE 3 – R$ 21,90 – R$ 29,90
FIRE FORCE 4 – R$ 21,90 – R$ 29,90
FIRE FORCE 5 – R$ 21,90 – R$ 29,90
ORIGIN 1 – R$ 22,90 – R$ 24,90
ORIGIN 2 – R$ 22,90 – R$ 24,90
ORIGIN 3 – R$ 22,90 – R$ 24,90
ORIGIN 4 – R$ 22,90 – R$ 24,90
SPY x FAMILY 1 – R$ 22,90 – R$ 29,90
SPY x FAMILY 2 – R$ 22,90 – R$ 29,90
VAGABOND 1 – R$ 17,90 – R$ 24,90
VAGABOND 2 – R$ 17,90 – R$ 24,90
VAGABOND 3 – R$ 17,90 – R$ 24,90
VAGABOND 4 – R$ 17,90 – R$ 24,90
VAGABOND 5 – R$ 17,90 – R$ 24,90
DR. STONE 1 – R$ 21,90 – R$ 29,90
DR. STONE 2 – R$ 21,90 – R$ 29,90
DRAGON BALL 1 – R$ 10,90 – R$ 24,90
DRAGON BALL 2 – R$ 10,90 – R$ 24,90
DRAGON BALL 3 – R$ 10,90 – R$ 24,90
DRAGON BALL 4 – R$ 10,90 – R$ 24,90
DRAGON BALL 5 – R$ 10,90 – R$ 24,90
GRANBLUE FANTASY 1 – R$ 22,90 – R$ 24,90
MORIARTY O PATRIOTA 1 – R$ 22,90 – R$ 24,90
MORIARTY O PATRIOTA 2 – R$ 22,90 – R$ 24,90
MORIARTY O PATRIOTA 3 – R$ 22,90 – R$ 24,90
MORIARTY O PATRIOTA 4 – R$ 22,90 – R$ 24,90
Título Volume / Preço de lançamento / Preço na reimpressão
NARUTO GAIDEN 1 – R$ 16,90 – R$ 24,90
ONE PIECE GREEN – PEÇA SECRETA 1 – R$ 18,90 – R$ 24,90
SERAPH OF THE END 1 – R$ 13,90 – R$ 24,90
SERAPH OF THE END 2 – R$ 13,90 – R$ 24,90
SERAPH OF THE END 3 – R$ 13,90 – R$ 24,90
SERAPH OF THE END 4 – R$ 13,90 – R$ 24,90
SERAPH OF THE END 5 – R$ 13,90 – R$ 24,90
VAMPIRE KNIGHT MEMORIES 1 – R$ 10,90 – R$ 24,90
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]]>The post As novidades dos 50 anos de Kamen Rider first appeared on Animes Online BR.
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A primeira foi o anúncio do anime Fuuto PI, baseado no mangá que continua a história de Kamen Rider W (Série de 2009-2010) o anime lança no verão de 2022 no Japão, o que no Brasil se traduz para inverno, ou seja no período de junho até setembro.
Fuuto PI vai contar as aventuras de Shotaro e Philip, os dois que formam o herói Kamen Rider W. Este anime é uma ótima oportunidade para pessoas que não tiveram contato com Kamen Rider, finalmente ter alguma experiência com a franquia.
W é definitivamente uma das séries mais acessíveis da franquia, já que se foca em contar uma história de investigação visto que os dois principais são detetives numa agencia particular, e assim vão resolvendo os problemas das pessoas da cidade de Fuuto enquanto enfrentam os Dophants.
A série vai ser transmitida internacionalmente através da FunAnimation e segundo o tweet da própria FunAnimation Brasil esse anime vai estar disponível no país. Link da noticia aqui
Kamen Rider Black Sun vai ser um reboot da série Kamen Rider Black, que passou aqui no brasil a partir do ano de 1991. Com certeza a notícia que mais agradou os brasileiros considerando nosso histórico com a série.
Kamen Rider Black é uma das series do período Showa (1926-1989) mais amadas tanto no Brasil quanto no Japão, sua influência pode ser vista até hoje com retorno do ator em Kamen Rider Decade, sem contar do retorno do icônico vilão Shadow Moon nos filmes especiais da franquia.
O Diretor de Black Sun já declarou em entrevista que essa série vai focar em um público mais adulto, ou seja direcionado para os antigos fãs de Kamen Rider Black, mesmo que seja uma nova história, basicamente o que foi feito com os primeiros em Kamen Rider The First e Kamen Rider The Next.
Kamen Rider Black Sun tem tudo pra ser a série que vai trazer antigos fãs da franquia de volta, já que muitos acabaram por abandonar a exibição da franquia nos dias de hoje, essa pode ser a grande oportunidade para quem não assiste um Kamen Rider desde o fim da antiga TV Manchete, e quer ter uma experiência com algo mais próximo do que viu na juventude.
O terceiro anúncio foi o Filme Shin Kamen Rider que vai ser dirigido por Hideaki Anno (Evangelion, Gunbuster, Cutie Honey, Shin Godzilla, Shin Ultraman), será lançado em março de 2023 e vai recontar a história do Primeiro Kamen Rider.
Essa com certeza foi a notícia que mais me agradou, apesar de não ser muito fã de Evangelion, sou grande defensor da pessoa Hideaki Anno, principalmente quando ele está envolvido em Tokusatsu, já que o mesmo é um grande fã, vide que o próprio já dirigiu e atuou num fã film de O Retorno de Ultraman.
A ideia de rebotar o Kamen Rider clássico é fantástica. Você traz um diretor que é renomado e amado pelo público do anime, e que já tem carreira estabelecida no Tokusatsu com obras primas como Shin Godzilla e Cutie Honey.
É um esforço realmente admirável da Toei Company para finalmente levar a marca Kamen Rider em lugares que ela nunca foi. Com certeza um filme para ficar de olho em 2023 e torcer muito para que chegue nos cinemas brasileiros.
O Henshin Rio participou de um painel oficial da Rider Week comentando sobre o anúncio de Shin Kamen Rider e Kamen Rider Black Sun que pode ser conferido no link aqui.
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]]>The post Tokusatsu e a importância da infantilidade das séries first appeared on Animes Online BR.
]]>Com a popularização da internet banda larga, o público ocidental obteve grande acesso aos Tokusatsus de todas as eras, fazendo com que muitos dos fãs formados pela TV brasileira pudessem voltar seus olhos para este universo. Porém, este retorno trouxe algumas discussões para a comunidade, o principal deles era a queixa de que os Tokusatsus estavam muito infantis, diferentemente de antigamente, tornando as aventuras menos palpáveis para um público já crescido. Mas isso é um problema das séries ou das pessoas que cresceram? Os Tokusatsus sempre foram infantis. E esta característica é essencial para esta mídia. Explico.
Vamos começar do início. Himitsu Sentai Goranger (秘密戦隊ゴレンジャー)foi a primeira série Sentai. Transmitida entre Abril de 1975 e Março de 1977, contabilizando 84 episódios, foi idealizada pelo saudoso Shotaro Ishinomori, responsável por obras também aclamadas como Jinzou Ningen Kikaider (人造人間キカイダー), Kamen Rider(仮面ライダー) e Cyborg 009. Goranger conta a história de 5 jovens membros da organização Eagle que após sobreviverem ao ataque da organização Cruz Negra usam o que sobrou de tecnologia para enfrentar o maligno grupo.
Apesar da história simples a série é muito importante para as crianças japonesas. O Japão ainda tentava se reerguer após a Segunda Guerra Mundial e da Grande Crise do Petróleo de 1973. Os Goranger funcionaram como o nascimento de ícones de inspiração e que mostravam que elas tinham forças para criar um futuro melhor.
Tudo funciona em Goranger, desde o seu nome Himitsu Sentai, que em português significa Esquadrão Secreto, que já remete a um grupo de heróis que salvavam o dia sem pedir por reconhecimento, apenas por puro altruísmo. Além disso, característica marcante é o bom humor das personagens, tanto principais quanto de suporte. Funciona também como mensagem, já que a grande figura maligna da série é o Führer da Cruz Negra, uma óbvia referencia a Adolf Hitler, que na época já era visto com maus olhos até pela sociedade japonesa.
É claro que todo esse simbolismo não fica preso apenas em sua origem. Dai Sentai Goggle V (大戦隊ゴーグルファイブ) é lembrado principalmente pelo seu teor cômico, já que seus heróis lutavam com equipamento de ginástica artística como bolas, fitas e o famoso bambolê do Goggle Blue. O foco é bem voltado para as crianças novamente, já que cada membro do Goggle V tinha um assistente mirim da equipe Computer Boys and Girls. A importância dessa representatividade mostrava para as crianças a sua importância no futuro tanto da nação como de uma vida mais tecnológica. Tudo isto numa série que foi ao ar em 1982.
Em 1987 aconteceu Kamen Rider Black (仮面ライダーBLACK), um dos tokusatsus mais amados tanto por japoneses quanto brasileiros. Black se destacou pro abordar um tema mais adulto, focado no drama dos irmãos Kohtaro Minami e Nobuhiko Akizuki. A série fez tanto sucesso que é o único Kamen Rider que teve uma sequência direta, Kamen Rider Black RX (仮面ライダーBLACK RX), que fez um razoável sucesso no Japão e também foi exibida no Brasil.
O grande problema foi que, ao trazer toda essa carga dramática, Kamen Rider Black acabou mudando muito o paradigma dos tokusatsus daquela época, pois passou a sensação de que o público japonês pedia por histórias ainda mais adultos. Isto culminou no desastroso Shin Kamen Rider (仮面ライダーシン), que ao tentar ir de vez para uma visão adulta, acabou abandonando muito do que fazia Kamen Rider ser especial. Sua consequência foi uma longa pausa da série, que só retornou em 2000, com Kamen Rider Kuuga (仮面ライダークウガ).
Enquanto isso, os Super Sentai continuavam com sua alta popularidade e relevância. Choujin Sentai Jetman (鳥人戦隊ジェットマン) é lembrada por ser um Sentai mais adulto que mesmo com um pouco mais de violência, incluindo cenas de morte, ainda era relevante e funcionava com o público infantil. O segredo para isso foi não abandonar os episódios divertidos, como o do monstro Cup Noodles (10º episódio). A criatura se une ao maior especialista do famoso macarrão instantâneo para criar um produto que controla mentalmente àquele que o come. A criatura ataca os heróis com “milho explosivo” e os prende com seu macarrão. É estúpido? SIM! Não faz sentido algum? SIM! Diverte qualquer criança que acorda de manhã pra assistir seu Super Sentai? PODE CONTAR QUE SIM!
O que quero confiar aqui é que, sim, Tokusatsus são originalmente infantis, mas isso não impede de trabalhar com histórias mais sérias, que também funcionam com o público adulto. Samurai Sentai Shinkenger (侍戦隊シンケンジャー) é um dos melhores Super Sentai dos últimos anos e possui um episódio que me marcou muito. Ele conta a história de um garotinho jogador de beisebol, que encontra um vilão que o confia que caso ele não pratique mais o esporte ele ressuscitara seu avô. Para isto, o menino se joga de cima de uma casa para se contundir e não participar de um importante jogo. Porém o mesmo é enganado pelo vilão, já que esse só queria que o menino chorasse e entrasse em desespero, matéria bruta para ele se energizar. Esse episódio aborda temas como sacrifício e perda de um ente querido e ainda assim se comunica perfeitamente com o público infantil.
Kamen Rider também aceitou isso. Kamen Rider Ex-Aid (仮面ライダーエグゼイド) fez um baita sucesso e aborda um tema infantil, os videogames, e faz uso de uma narrativa divertida, com o protagonista subindo de nível, um visual pra lá de caricato e até com pulos em cima dos inimigos no melhor estilo Super Mario. E ainda sim transmite uma mensagem séria sobre cuidados com a saúde e a importância da ciência e da medicina.
Com isso, venho encarecidamente que não fiquem irritados por Tokusatsu ser infantil, o público alvo são crianças e tudo bem a história ser meio boba. E a mídia ainda tem muito a oferecer mostrando conteúdo leve mas com comentário bem adulto de uma forma bem divertida e que cultiva assim o crescimento das crianças e também conversa com o publico mais adulto. Ainda assim temos séries focadas num público mais velho, como Garo e Kamen Rider Amazons, que merecem a devida atenção. Não batam o pé por causa das crianças.
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]]>The post A Chegada de Shotaro Ishinomori no Brasil first appeared on Animes Online BR.
]]>Conhecido como o rei dos mangás, Shotaro Ishinomori escreveu uma quantidade absurda de quadrinhos durante a sua carreira, ganhando inclusive o Guinness como o autor que mais escreveu e desenhou quadrinhos na história mundial com 128 mil páginas produzidas, dentre suas obras mais famosas temos Kamen Rider, Himitsu Sentai Gorenger, Cyborg 009, Skullman e muitas outras.
Shotaro assim como os autores com quem conviveu na sua época (Osamu Tezuka e Go Nagai por exemplo) tem como característica a versatilidade da sua produção tendo produzido quadrinhos de diversos gêneros como quadrinhos bibliográficos(Hokusai), mangá de garota mágica (Okashi na okashi na okashi na anoko) ficção cientifica(Cyborg 009) e a lista segue e todos esses trabalhos com absoluta relevância no mercado, basicamente todo mangá moderno que se consome hoje em dia é influenciado pela sua obra nem que seja de maneira indireta.
As editoras do Brasil por muitos anos renegaram o trabalho de Shotaro por aquim vide que só agora em 2021 a gente está tendo seu trabalho publicado no Brasil, mas pelo ao menos ele aconteceu, e o objetivo desse texto é pra deixar bem claro o quão gigante esse autor é e quanto se fazia necessário a sua publicação aqui no brasil, considerando principalmente a qualidade e a relevância da sua produção, como essa coluna é de Tokusatsu eu vou focar nos 2 lançamentos desse gênero que vão ocorrer no Brasil pela editora Newpop mas obviamente isso não desmerece o trabalho da editora Pipoca e Nanquim com a publicação de Hokusai escrito também pelo Shotaro.
Kamen Rider é definitivamente uma das mídias mais influentes já produzidas na história da cultura pop, sendo lançado até hoje no Japão e ainda sendo uma mídia relevante e rentável, foi uma adaptação de um mangá previamente publicado por Shotaro chamado Skullman, que devido ao seu conteúdo muito violento não podia sair para uma série de tv infantil. Logo Shotaro adaptou para algo mais amigável para as crianças.O primeiro Kamen Rider a princípio foi uma série de TV, o mangá saiu meses depois da estreia da série televisiva e começam basicamente da mesma maneira, o mangá porem diverge para uma história muito pesada do que a versão televisiva, com conspirações governamentais e um tom mais pessimista visto que os riders meio que estão presos numa luta sem fim com a Shocker, algo que é uma característica muito forte da escrita do Ishinomori, heróis que nem sempre conseguem ser maiores do que as organizações que eles lutam.
Este é com certeza o mangá que eu mais estou esperando pra ter em 2021. Kamen Rider é uma obra de arte tanto em história como em arte, Shotaro nesse mangá explora toda a sua habilidade em construir cenas de batalha, com um uso magistral de linhas de ação e de mudança de perspectiva de câmera, além de cenários belissimamente desenhados, Kamen Rider é meio que um título obrigatório para que gosta de bons mangás de ação.
O segundo título da família Kamen Rider lançado pela editora Newpop já vai ser uma abordagem bem diferente, Kamen Rider Black é um mangá que não tem praticamente nada a ver com a série de tv. Nessa História Kotaro Minami é um jovem que sofreu experimentos por uma organização maligna, porem ao invés do formato de herói enfrentando monstros que atacam a cidade, Kamen Rider Black é praticamente um mangá de detetive onde o Kotaro viaja o mundo a fim de recuperar sua memória , já que ele sofre de amnesia por causa da cirurgia que o transforma em Kamen Rider, é um mangá que tem muitos elementos de terror, e vemos como o Shotaro é versátil com a sua narrativa, se quiserem uma análise mais aprofundada dessa obra recomendo que vocês ouçam nosso episódio do Henshin Rio dedicado ao mangá.
Ambos os mangás tem previsão de lançamento para o primeiro semestre, cada um tendo 3 volumes cada.
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]]>The post NewPOP Week: NewPOP anuncia o mangá “Kamen Rider” first appeared on Animes Online BR.
]]>Sinopse:
“O mangá de Kamen Rider começa com Takeshi Hongo acordando durante os preparativos finais de uma cirurgia para transformá-lo em ciborgue de alta potência. O jovem consegue escapar antes de sofrer a lavagem cerebral que o teria transformado em uma dócil marionete da organização secreta Shocker. Com seu novo corpo, Takeshi deverá lutar contra a organização até sua completa destruição. E assim nasce Kamen Rider. A partir deste momento, Hongo terá de enfrentar poderosos inimigos e lutar também para preservar sua humanidade.”
The post NewPOP Week: NewPOP anuncia o mangá “Kamen Rider” first appeared on Animes Online BR.
]]>The post Kamen Rider Zero-One: O primeiro salto da nova era! first appeared on Animes Online BR.
]]>Porém, se engana quem pensa que Tokusatsu é só Ultraman e Godzilla, há quase uma infinidade de Tokusatsus que saem anualmente, e é muito raro que vários deles saiam do seu país de origem, o Japão, e o motivo é simples. Infelizmente, devido a natureza e o estilo dessas produções serem consideradas “Muito japonesas”, são poucas os nomes que viajam ao redor do mundo, porque acreditam que o material não irá conversar ou agradar espectadores de outras culturas, mas é claro que para essa regra, há suas exceções, e a maior dessas exceções com certeza são os Power Rangers, que depois receberem várias adaptações e mudanças que os diferenciam de seu material original, os Super Sentai, conseguiram sucesso mundial.
Mas junto de Super Sentai, que é a série original que serviu de base para Power Rangers, sempre houve outra série também voltada para as crianças, que junto dela, passa sempre em todas as manhãs de domingo no Japão, em um quadro chamado “Super Hero Time”, a série Kamen Rider.
Talvez você tenha lido esse nome agora e pensado “Para, ‘Kamen Rider? Mas eu já ouvi esse nome!”, e sim, você está certo, ou certa, meu caro leitor ou leitora. A série Kamen Rider é uma das maiores referências de Tokusatsu no Japão, sempre marcando presença todo ano e com mais de 40 anos de existência, e já até recebemos uma delas aqui, a temporada Kamen Rider Black (Que ficou conhecida aqui como Black Kamen Rider), porém, tirando essa exceção que foi recebida por nós, brasileiros, nenhuma das temporadas fez muito sucesso ao redor do mundo.
Claro, houve sim tentativas, a Saban, a antiga dona dos Power Rangers já tentou produzir uma versão dela para o ocidente, e até mesmo anos depois dessa tentativa, recebemos outra versão adaptada, a série “Kamen Rider: o Cavaleiro dragão”, mas mesmo com essas tentativas, o retorno nunca era bom o bastante para que os responsáveis continuassem tentando trazer mais das temporadas de Kamen Rider de formas adaptadas para fora do Japão.
Contudo, também se engana quem pensa que Kamen Rider é uma produção ruim ou fraca por causa desses resultados, pelo contrário, a franquia de heróis japoneses é bem lucrativa no seu país de origem, sempre trazendo todo ano um novo herói diferente, que naturalmente vem cheio de poderes e brinquedos para a criançada, e hoje, quero convidar vocês para conhecer uma das versões mais recentes dessa série, Kamen Rider Zero-One.
Mas, porque Kamen Rider Zero-One? Bom, é provável que você não saiba, Kamen Rider é tratado como uma única série, possuindo várias temporadas, e essas temporadas de Kamen Rider são divididas em eras, que são correspondentes com as eras reais do Japão, que sempre são trocadas quando há uma mudança de imperadores no Japão, por exemplo, a era Showa de Kamen Rider, recebe esse nome porque suas produções ocorreram durante o período Showa do Japão, e a mesma coisa vai para a era passada, a Heisei, e é por essa transição de eras que o Zero-One recebeu um pouco mais de atenção do que de costume.
Kamen Rider Zero-One foi o primeiro Kamen Rider da nova era, a era Reiwa, portanto, ele recebeu a tarefa muito importante de ser o primeiro Kamen Rider de uma nova geração, e é óbvio que, com essa importância enorme, as expectativas foram altas “Como vai ser o Rider da nova geração?” “Será que vai haver uma mudança grande? Completamente diferente? Ou será mais do mesmo?” Essas foram só algumas das várias perguntas que deixavam os fãs ansiosos ao pensar em Zero-One antes de seu lançamento
E então, se passaram semanas e meses, e finalmente semana passada, dia 30, finalmente acabou a temporada, sendo que já foi confirmado um novo filme para o final do ano estrelando Zero-One, e para essa semana, um novo Kamen Rider, o Saber, já batendo as portas para sua estreia, mas como foi Zero-One? Ele foi mesmo uma mudança tão grande? Ele conseguiu manter ou superar as expectativas? Ele é bom? Essas perguntas e muitas outras serão respondidas hoje, nessa singela análise de Kamen Rider Zero-One!
Bom, finalmente depois dessa introdução gigante, posso começar a falar de Kamen Rider Zero-One, então, vamos começar pela história!
Kamen Rider Zero-One conta a história de Aruto Hiden, um jovem de 22 anos que possui como principal carreira profissional a de comediante, porém, sua vida não é tão divertida assim, já que ninguém vê graça alguma em suas piadas e ele é demitido no dia de sua estreia, sendo praticamente um comediante falido, e sua carreira aparentemente vai de mal a pior, já que, no mesmo lugar onde ocorreu seu fracassado show, outro comediante está enchendo a plateia de risos e diversão, esse comediante é Fukkinhoukai Taro, um Humagear.
Humagears são robôs e ciborgues com inteligência artificial que foram feitos para ajudar os humanos criados pela empresa Hiden Intelligence, podendo aprender e dominar qualquer tipo de trabalho feito por um humano, para ajudar em qualquer necessidade, porém, por mais que a cidade seja repleta de Humagears, não são todos que gostam de sua presença, já que muitos afirmam que o uso de Humagears no ambiente de trabalho pode fazer com que pessoas percam empregos, ao serem substituídas por Humagears, e também que eles não são tão bons como os seres humanos em seus trabalhos, além de que muitos consideram que eles não são confiáveis, já que, por mais que sejam artificiais, possam começar a adquirir e aprender vontades humanas, fazendo com que eles possam se rebelar no futuro.
E essa preocupação aumenta mais ainda, já que, depois de uma visita feita por uma figura misteriosa nos bastidores do show feito pelo comediante, ele é atacado, e se transforma em uma figura monstruosa, e parte para atacar seus espectadores.
Mas isso não é um problema, porque durante esse ataque, Aruto é encontrado por outra Humagear, a Izu, que lhe dá uma tarefa muito importante. Aruto é neto de Korenosuke Hiden, que era o presidente da Hiden Intelligence, mas devido ao seu recente falecimento, não pode mais assumir o cargo, porém, surpreendendo as expectativas de todos dentro da empresa, em sua carta de despedida, ele afirma que, caso ele de fato venha a falecer, o sucessor que irá ocupar seu cargo não seria um funcionário próximo a ele, mas sim o seu neto, Aruto Hiden, passando a empresa para ele.
Em meio a confusão que estava acontecendo no local, Aruto aceita o novo cargo de presidente da Hiden e recebe um aparato, o Zero-One Driver, um equipamento que só pode ser usado pelo presidente da Hiden Intelligence, o transformando em um guerreiro com um incrível poder de combate e uma bela armadura tecnológica, o Kamen Rider Zero-One, tudo que Aruto precisava no momento para acabar com a ameaça que surgiu no local e salvar as pessoas, e isso ele faz com muito sucesso, porém, seu dia está longe de acabar, já que ele parte para a empresa na qual irá trabalhar daqui pra frente, sendo recebido cheio de pressão e expectativas dos funcionários, sobre como serão os próximos dias com um presidente tão jovem e inexperiente tomando conta do lugar.
E esse é o começo de Kamen Rider Zero-One, deixando muito de suas surpresas e mistérios no ar, como os outros Kamen Riders e outras organizações, como os da A.I.M.S, que aparecem mais para frente, mas ainda sim demonstrando muito bem qual é a temática da série e também de sua narrativa, que se trata do conflito entre os humanos e os Humagears, e de Aruto, tendo que provar que consegue sim ser um bom presidente para a Hiden e assumir o cargo que seu avô deixou, lidando com os diversos problemas e ataques que estão ocorrendo, enquanto procura conhecer mais sobre a misteriosa organização que está transformando os Humagears, o principal orgulho de sua empresa, em máquinas monstruosas e fora de controle.
Aviso! a matéria daqui para frente, até a sua conclusão, irá conter Spoilers!
Antes de dar minha opinião sobre Zero-One como um todo, acredito que nada mais justo do que falar o resto da história, para que vocês fiquem na mesma página que eu, porém eu vou resumir, e não falar tudo na íntegra, já que a temporada, assim como toda temporada de Kamen Rider é enorme, vamos lá.
A jornada de Kamen Rider Zero-One é dividida em 3 grandes etapas, que para facilitar, vamos chamar de “arcos”, vamos nos aprofundar em cada um deles.
A jornada de Kamen Rider Zero-One é dividida em 3 grandes arcos, vamos nos aprofundar em cada um deles.
O primeiro arco é um arco em boa parte introdutório, e é focado principalmente em conhecermos melhor o mundo, os humagears, e os personagens, tanto heróis quanto vilões.
Aruto Hiden é o protagonista da vez, sendo ele o tão titular Kamen Rider Zero-One e novo presidente da Hiden, ele é um personagem sempre muito bem humorado, até nas horas em que isso não é bem vindo, sempre fazendo piadas e trocadilhos de péssima qualidade, as chamando de “Show do Aruto”, porém, por mais que ele claramente não aparente ser capaz de dirigir a Hiden numa boa direção, ele possui algo único, que é o fato de acreditar e amar os Humagears como ninguém, tendo como seu principal sonho, um mundo onde humanos e Humagears possam viver juntos, e isso não é por acaso, já que não só o seu avô foi o responsável pela criação deles, como o próprio Aruto teve um pai Humagear, que infelizmente foi destruído anos atrás, quando ele ainda era jovem.
Acompanhado dele vem a sua mais fiel funcionária, a Izu. Izu é uma secretária Humagear, que foi deixada pelo avô de Aruto para guia-lo assim que fosse assumir o cargo. Sempre racional e calculista, Izu está sempre procurando atender e auxiliar o seu presidente da melhor forma possível, seja respondendo perguntas, analisando a situação, ou até mesmo lhe auxiliando em seus combates, ao ser a responsável por trazer ao herói muitas das Progrise keys, chaves tecnológicas criadas pelo satélite Zea, que quando ativadas com seu Driver, concedem novos poderes ao Kamen Rider, o possibilitando ser mais versátil nas lutas, quando alterna as Progrise Keys.
No começo, muitos episódios se resumem a Aruto ajudando diversos de seus clientes com seus Humagears, que estão com algum defeito ou problema, seja um Humagear Sushiman, uma Humagear dubladora, ou até mesmo um Humagear assitente de Mangá, e é nesse ritmo de encontros que a narrativa vai aos poucos andando, chegando nos pontos interessantes e críticos mais para frente.
Além dos protagonistas Aruto e Izu, outros personagens que aparecem são os agentes da A.I.M.S, um grupo de forças especiais responsável por lidar com as situações que envolvam Humagears, sendo os principais agentes a dupla Isamu Fuwa e Yua Yaiba.
Fuwa é um agente bem cabeça quente, sempre encarando de frente os problemas e fazendo de tudo para resolvê-los, um detalhe que fica bem marcado já de ínicio é que ele odeia Humagears, porque anos atrás, eles arruinaram a vida dele, o separando de sua família e o traumatizando ainda jovem. Ao decorrer desses primeiros episódios, ele também recebe o equipamento necessário para se tornar um Kamen Rider, o Kamen Rider Vulcan.
Sua parceira de trabalho, a Yaiba, diferente dele, é bem mais meticulosa e centrada, sem deixar que os sentimentos ou a situação do perigo a abalem e fazendo o necessário, tanto para resolver os problemas, como também para manter em linha seu parceiro de trabalho, também junto com Fuwa, ela se torna uma Kamen Rider, a Kamen Rider Valkyrie.
Os dois, junto de Aruto, por mais que sejam os heróis desse começo, e que acabem com os problemas, não necessariamente trabalham em equipe, e isso é muito bem perceptível, já que, pelo menos nesse começo, Fuwa não vai muito com a cara do protagonista, que sempre tenta o convencer que os Humagears não são de todo mal e não são uma ameaça tão grande como podem vir a parecer.
Conforme seguem os vários episódios, conhecemos vários Humagears diferentes, um deles é Ikazuchi, que conhecemos melhor mais para frente, e também como havia afirmado anteriormente, acontecem diversos ataques a Humagears, e eles são feitos pela MetsubouJinrai.net.
A rede MetsubouJinrai é uma organização terrorista formada inicialmente por dois Humagears, o brincalhão Jin, e o líder de tal grupo, Horobi que além de serem os vilões, também são Kamen Riders.
Segundo os dois, principalmente Horobi, é impossível que Humagears vivam com os humanos, sendo o principal deles é que os seres humanos são criaturas cheias de maldade e crueldade, sendo eles os responsáveis por todos os conflitos e guerra no mundo, além de que os seres humanos não se importam com os Humagears, que mesmo procurando ajudar os seres humanos, e trabalhando para eles, são tratados com desprezo e preconceito logo, a melhor solução para viver em um mundo onde os Humagears possam viver livres e em paz. Segundo os dois, principalmente Horobi, é impossível que Humagears vivam com os humanos, sendo eles, o principal motivo que os seres humanos são criaturas cheias de maldade e crueldade, sendo eles os responsáveis por todos os conflitos e guerra no mundo, além de que os seres humanos não se importam com os Humagears, que mesmo procurando ajudar os seres humanos, e trabalhando para eles, são tratados com desprezo e preconceito, logo, a melhor solução para viver em um mundo onde os Humagears possam viver livres e em paz, é a de exterminar os humanos.
No fim do primeiro arco, depois de enfrentar os seus adversários várias vezes e salvar o dia várias vezes, a ameaça é inicialmente destruída, com a destruição de Horobi, e de Jin em seguida, quando Zero-One evolui de Shining Hopper, para Shining Assault Hopper, fazendo com que os Humagears não corram o risco de serem atacados e se tornarem uma ameaça, pelo menos não até o momento.
Nesse segundo arco, não só aprendemos mais sobre alguns detalhes que não foram muito bem explicados ou aprofundados no arco anterior, principalmente sobre os satélites responsáveis pelos poderes dos Kamen Riders, os satélites Zea e a Arca.
A 12 anos no passado da história, é contado que o satélite Arca, que continha inteligência artificial, era para ser mandado para o espaço, para auxiliar a Daybreak town, um projeto de cidade que seria feito exclusivamente para auxílio dos Humagears, para que eles pudessem viver lado a lado com os humanos, porém ocorreram problemas com o satélite, tanto em seu lançamento, o’que resultou na destruição de Daybreak town, como também após ele, já que a sua inteligência foi ensinada sobre a maldade humana, e seu passado sombrio, cheio de tragédias e guerras, resultando na criação da MetsubouJinrai.net pela Arca, um grupo terrorista de Humagears rebeldes que, devotos pela Arca, juram a exterminação dos serem humanos.
Toda essa ação foi esquematizada por Gai Amatsu, o presidente da ZAIA Enterprise, uma empresa de tecnologia competidora da Hiden.
Gai Amatsu é um homem cruel, manipulador, que faz de tudo para alcançar seus objetivos, nem que para isso ele recorra a ações inumanas ou antiéticas, seu objetivo mais recente nesse arco não é só provar que o seu produto, o ZAIA Spec é uma alternativa melhor para a humanidade do que os Humagears, mas também quer comprar a Hiden, para acabar de vez com os Humagears e também ficar com a empresa para ele, já que o avô de Aruto também era sua maior inspiração, logo, ele planejou essa tomada de posse desde que soube de sua morte, e estava analisando e manipulando tudo por trás panos, para finalmente agir no momento certo.
Nesse segundo arco, Gai ameaça comprar a Hiden, e para isso, ele faz um acordo com o jovem, que seria uma série de disputas que colocassem a prova os Humagears em comparação com o ZAIA Spec, sendo que caso Gai vencesse a maioria das disputas, ele seria o novo presidente da Hiden.
Aruto aceita a proposta e se dá início aos desafios, porém, Gai sempre de alguma forma sabotava a competição, até mesmo se transformando em um Kamen Rider, o Kamen Rider Thouser, buscando provar sua superioridade em cima dos Humagears, e da Hiden os colocando em desvantagem em todas as disputas, e também cria uma Progrise Key que o impede de se transformar brevemente em Kamen Rider, o Metal Cluster Hopper, mas mesmo conseguindo superar esse problema, depois de acirradas partidas, Aruto perde a competição, e tem que deixar a Hiden.
Durante esse arco, também são feitas várias revelações, como o fato de que a A.I.M.S faz parte da ZAIA, e que a habilidade de Fuwa e Yaiba poderem virar Kamen Riders é possível graças a um chip que foi instalado no cérebro dos dois por Gai, que pode facilmente manipular ou punir eles caso os desobedeçam, e que o chip de Fuwa é especial, porque diferente do que a sua amiga possui, o dele contém os dados de um Humagear dentro, os de Naki. Além disso, Horobi, que ao ser capturado pela A.I.M.S no final do arco passado, e havia sido misteriosamente restaurado, conseguiu escapar de onde estava preso, com o auxílio de Jin, que voltou, mas diferente, sem seguir as ordens de Horobi e procurando idependencia por conta própria.
Com ainda esperança e um sonho de um futuro bom para humanos e Humagears, Aruto funda uma nova empresa, a Hiden Fabricações, e passa agora a começar do zero seus projetos, sendo o principal deles no momento, o de restauras os Humagears que foram abandonados e descartados, já que depois da compra pela ZAIA, foi determinado que os Humagears não estejam mais funcionando.
Ao começar a reparar os Humagears, Gai admite que Aruto ainda é um problema a seus planos, e vai atrás dele para acabar de vez com a ameaça, mas ele não consegue acabar com Aruto, não só porque Yaiba e Fuwa (Junto de Naki) se unem a ele e se rebelam contra a ZAIA, como até Horobi e Jin partem para acabar com os planos dele, já que seus objetivos iam contra a Arca.
O último arco de Zero-One parte do impedimento dos planos de Gai. Após partir da ZAIA, Yaiba se une a Jin com um objetivo, que é o de capturar Fuwa e tirar do chip em seu cérebro o Humagear Naki, que era um membro da MetsubouJinrai, e assim é feito, só que ao trazer Naki de volta, é começado o plano para ressuscitar a Arca. Primeiramente, foi trazido de volta o último membro que faltava no grupo terrorista, o Ikazuchi, e assim que ele foi trazido de volta, surge uma figura misteriosa, a Azu, que com o auxílio dos 4 integrantes, consegue trazer a Arca de volta.
Com o retorno da Arca, os heróis tentam impedir ela, mas não são pareo para o poderoso inimigo, que pode prever todos os seus movimentos, nem mesmo com união de Gai, que depois de ter percebido que o’que estava fazendo era errado, e que na verdade ele de fato queria o cargo de presidente da Hiden porque amava a tecnologia da Hiden, e que sentia saudades de seu antigo robo de estimação, o Thouser, que foi desligado por ordens do seu pai, que era muito restrito com ele quando jovem, procura se redimir pelos seus atos e vai atrás de ajudar seus antigos adversários a derrotar essa força maior. Ao serem completamente derrotados, a Arca parte para a segunda parte de seu plano, que é a de corromper o satélite Zea, e consegue, piorando ainda mais a situação.
Com o desespero de que de fato não seja possível para-lo, Aruto formula um plano, que com a ajuda de Izu para realiza-lo, consegue criar um novo equipamento, que de um novo poder a Zero-One, o tornando tão rapido e poderoso quanto a Arca, e que possa prever os movimentos, para contra ataca-lo.
Depois de uma tentativa falha da arca de impedir essa criação, o novo poder de Aruto surge com sucesso, o Kamen Rider Zero-Two, e assim, junto com Horobi, que se rebelou contra a Arca ao discordar de como devia seguir a sua missão, acabam com o perigo, junto do apoio de vários outros Humagears, mas infelizmente, ainda não conseguem acabar com o perigo contra a humanidade.
Horobi, mesmo discordando da Arca, ainda acredita que os humanos devem ser exterminados, e segue rumo ao seu plano, Izu vai atrás dele, com o intuito de convencer ele a dar mais uma chance para a humanidade, e que ele também, assim como os humanos, tem um coração, e essa é a prova definitiva que ambos humanos e Humagears podem se entender, mas Horobi não escuta, e destrói Izu.
Aruto fica arrasado com o acontecido, em meio a raiva, tristeza e ódio, ele jura vingança contra Horobi, por ter destruído a sua companheira mais próxima, e nessa hora de dor e desespero, Azu aparece.
Azu propõe a Aruto um poder capaz de derrotar Horobi, o poder da Arca, em meio todos os sentimentos negativos que ele sentia no momento, ao enxergar essa forma de alcançar sua vingança, Aruto aceita o novo poder, e se torna Ark-One.
Horobi seguiu o seu plano, e junto de alguns Humagears, começa a atacar a cidade, mas é impedido por Aruto e seu novo poder. Todos ficam em choque ao saber que Aruto se juntou a Arca, o tão prometido inimigo da humanidade, em busca de vingança. Todos tentam parar Aruto de seguir com esse plano de vingança, mas ele não consegue ser impedido, e em uma tentativa de destruir Horobi, ele acidentalmente destrói Jin, que foi confrontar Horobi sobre suas ações.
Horobi, assim como Aruto ficou ao ver Izu destruída, jura vingança a Aruto, já que desde o começo, ele via Jin como seu filho, e novamente Azu surge, dando o poder da Arca para ele. Aruto, ao voltar, é confrontado por diversos Humagears, que ao saberem que ele destruiu um Humagear, se revoltam com os humanos, Aruto percebe que está trilhando um caminho que vai contra tudo que ele lutou antes, e principalmente, contra o’que ele tinha prometido a Izu, e ao se conectar uma última vez com o satélite Zea, ele encontra seu pai.
No dia seguinte, os dois finalmente se encontram, para ter o seu confronto final. Aruto durante a luta, procura alcançar Horobi, afirmando que assim como ele se importou com a Izu, a ponto de querer vingança, Horobi também se importou com Jin a ponto de tentar fazer o mesmo, e essa demonstração é a maior prova de que ele também é como os humanos e que tem um coração. Após a tentativa, Aruto consegue alcança-lo a força, ao se transformar em uma forma que surge após sua nova realização, e derrota Horobi, sem destrui-lo.
No fim, a temporada termina com Aruto assumindo seu posto de presidente da Hiden, que finalmente conseguiu realizar seu sonho de um futuro tanto para humanos como para Humagears, que finalmente conseguem se entender. Muitos dos Humagears que apareceram, até mesmo os da rede MetsubouJinrai, conseguiram se adequar a humanidade e agora vivem junto dos humanos, inclusive Horobi, que ao lado de Jin, que foi restaurado, partem para vigiar a humanidade, e impedir que algo tão perigoso como a Arca volte a surgir. Além disso, Gai deixa a presidencia da ZAIA, e acaba responsável pelo setor Thouser, junto com seus companheiros. Os agentes da A.I.M.S, Yaiba e Fuwa também procuram progredir em suas vidas, com Yaiba liderando a A.I.M.S, que terá apoio dos Humagears, e Fuwa, que viverá a vida agindo como um Kamen Rider, salvando quem precisar de ajuda. Para terminar o episódio, é mostrado que Aruto consegue reconstruir Izu, porém, devido a sua fabricação que impossibilitava um Back-up, ela não tem memória alguma sobre os eventos e tudo que aconteceu, muito menos de suas lembranças com Aruto, logo, seu novo objetivo se torna ajudar a nova Izu a aprender tudo sobre a união entre humanos e Humagears, sobre os eventos que aconteceram, e também como os dois eram unidos, marcando assim um recomeço em suas vidas.
Resumindo MUITO e pulando detalhes, esse é o enredo de Kamen Rider Zero-One, suas principais reviravoltas, surpresas, e etc. Mas repito, isso é um resumo MUITO resumido da coisa inteira, há nela ainda muitos detalhes, momentos, aprofundamentos e etc, que eu infelizmente optei por ocultá-los e não contar esses detalhes e extras aqui, para evitar que o resumo fique ainda mais grande como já é, então vamos seguindo.
Antes de falar minhas opiniões da história, gostaria de começar sobre os detalhes técnicos e de produção, como visual, trilha sonora, atuação, e etc.
Bom acredito que um dos pontos mais chamativos de qualquer Tokusatsu são a sua parte de produção visual, mais especificamente em questão das fantasias, figurino, efeitos especiais e etc, e pelo menos na minha opinião, Zero-one acerta em cheio em alguns detalhes, mas em outros é meio padrão.
Sobre as fantasias, de todos os personagens que são Kamen Rider, e de todas as versões e evoluções deles sem exceção, são lindíssimas, eu pessoalmente amo o visual do Zero-One e de suas evoluções, elas são coloridas e bem feitas, mas ainda sim elas não são muito coloridas e exageradas, dando um ar um pouco “sofisticado”, e também não passam tanto assim uma sensação de ser um “Brinquedo”, que é uma sensação que não é incomum nesse tipo de trabalho. Outro destaque que eu dou para Zero-One são suas referências ao primeiro Kamen Rider, o Ichigo, mas eu detalho isso mais para frente.
Além das roupas de Zero-One, as roupas dos outros Kamen Riders que aparecem na frente também são muito bonitas, e o’que eu mais adorei, muito detalhadas.
Boa parte dos Kamen Rider que não são da Hiden, tem detalhes únicos deles, que fazem uma conexão entre si, e isso é um ótimo detalhe, o grupo de Kamen Riders que não são da Hiden, mas da A.I.M.S e associados, por exemplo, dão um ar mais “militar”, tanto pelo fato das roupas possuírem mais partes com armadura, como também possuírem outra forma de se transformar, com o ShotRise, além dos vilões, que possuem suas versões Kamen Rider também, mas com um visual mais diferente, mostrando que suas formas são mais distorcidas que as dos heróis, com partes da armadura que são “Remendadas” na roupa, ao invés de se unir naturalmente com ela.
Outro detalhe importante sobre o visual é o uso de efeitos especiais, que como toda produção de Tokusatsu, se utiliza bastante deles. Eu vou ser sincero aqui, muitos dos efeitos são bonitos, chamativos e muito legais, mas outros, principalmente os que se utilizam de CG (Computação Gráfica) acabam sendo um pouco feios. Não é algo que ocorre com muita frequência, mas o bastante para ser notada.
Por fim, sobre o aspecto visual, os figurinos dos personagens quando não estão transformados. Eu pessoalmente gosto muito deles, principalmente porque eles espressam bem os personagens, principalmente em personalidade, mas é inegável que não é nada surreal ou que fuja do padrão. Meus figurinos favoritos com certeza foram o de Aruto e de Gai, pelo motivo que eles expressam muito bem os personagens e como são e agem como Presidentes de suas empresas. Aruto, por exemplo, usa uma calça social e um blazer, mas também usa um tênis esportivo, e um casaco dentro do blazer, passando muito bem a visão de um “presidente jovem”, que por mais que use roupas sociais como um presidente, não larga mão das suas roupas que remetem a um adolescente.
Já Gai, também usa roupa social, porém ele usa um conjunto totalmente branco, que além de ser bem chamativo e deixar bem clara a sua presença quando está em cena, passa para ele uma imagem que dá um ar de clareza, e de associação com a luz, e isso é um detalhe presente até mesmo quando vai se transformar, que sempre vem acompanhado de uma luz solar, fazendo uma composição marcante.
Agora, sobre a atuação, eu acredito que ela é formada por vários altos e alguns baixos durante toda a temporada, mas em relação aos protagonistas e personagens principais, todos foram ótimos e incríveis, fazedo com que a escolha para o elenco principal tenha sido excelente e muito bem acertada.
Quem atua como Aruto Hiden é Fumiya Takahasi, que por mais que seja um ator bem jovem (Com 19 anos no momento da produção da temporada), ele conseguiu ser um ótimo protagonista, principalmente no estilo que Aruto deve ser, já que o personagem é bem expressivo, brincalhão, e que faz várias caretas, mas também consegue fazer bem os momentos em que o personagem está irritado, sério, ou até mesmo desesperado, fazendo um bom contraste com sua personalidade divertida.
Contrastando com o personagem humorado de Takahashi, Noa Tsurushima faz o papel de Izu, foi simplesmente perfeita na atuação, expressando muito bem uma Izu “Fria e monótona” no começo, mostrando a mudança que ocorre na personagem conforme a temporada, expressando cada vez mais e se abrindo cada vez mais, já que conforme Izu aprendia mais com os humanos e com Aruto, ela mudava sua visão de mundo e como devia agir, tornando a Izu dos últimos episódios seja praticamente outra personagem que a dos primeiros, mas sem parecer forçado ou estranho, foi uma evolução completamente natural da personagem, que foi muito bem feita pela atriz.
Quem faz o Isamu Fuwa é Ryutaro Okada, e ele foi meu ator favorito, sempre que ele aparecia em cena, dava para ver que ele deu tudo de si no trabalho, conseguindo passar muito bem o drama que o personagem vivia, e principalmente em suas expressões exageradas, que demonstravam sua força e tensão nos momentos marcantes da história.
A agente da A.I.M.S, Yua Yaiba é feita por Hiroe Igeta, uma atriz que fez bem a sua personagem, mas como ela infelizmente não tem tantos momentos de destaque e de atenção ao decorrer da história, tirando o primeiro arco, eu infelizmente não sei tão bem como eu posso destacar muito de sua atuação além de ter feito um bom trabalho, e de ter trabalhado com sucesso e se esforçado bastante para que a sua personagem tenha ficado boa na medida do que era possível (Mas eu aprofundo isso mais para frente e explico certinho, prometo)
Os vilões Horobi e Jin são feitos por Syuya Sunagawa e Daisuke Nakagawa respectivamente, e eles, assim como os outros foram cons atores, eu pessoalmente adorei Daisuke pelo mesmo motivo que eu adorei Izu, que é o fato de que o amadurecimento do personagem foi muito bem feito durante a temporada, na qual Jin tinha passado de um personagem infantil e brincalhão, para alguém mais sério e centrado.
Já Syuya, por mais que o personagem dele não tenha passado de maneira tão radical essa mudança de personalidade, ocorrendo mais no final da temporada, conseguiu manter um ótimo vilão, sempre amedrontador, calmo e sério, sempre centrado em seu objetivo.
Por fim, Gai Amatsu é feito por Nachi Sakuragi, e assim como os protagonistas, ele foi incrível, sempre mostrando o maximo de Gai, como um vilão desprezível e cruel, mas ainda sim totalmente extravagante e exagerado.
Por fim, sobre a atuação, eu não posso deixar de mencionar o duble de Zero-One! Aquele que fica por baixo das fantasias e fez toda a ação do personagem. Quem faz a parte de Kamen Rider Zero-One é o dublê Yuya Nawata, que assim como era de se esperar, pelo seu currículo de anos atuando dentro das fantasias de Tokusatsu, fez um ótimo trabalho fazendo o Zero-One.
Finalmente, sobre a trilha sonora.
Sobre o tema de abertura, e algumas das músicas de inserção que tocam nos momentos críticos foram feitos por um supergrupo, o REALXEYEZ, que é uma dupla formada pelo cantor J, da banda LUNA SEA, e o cantor Takanori Nikishima, e sobre essa escolha não teve erro, já que ambos são ótimos cantores, e sua união gerou composições muito boas para a trilha sonora, além de musicas bem marcantes, como Rising Sun, Now is the Right Time, e Find a new life.
Além dos cantores, a produção para as músicas temas e dos episódios são ótimas também, principalmente as que tocam nos momentos de destaque e de ação dos episódios!
Para fechar, gostaria de falar dos, produtores, e diretores!, os produtores foram Chihiro Inoue e Takahito Omori, por fim, o diretor foi Jun Watanabe. Sobre a participação deles, eu acredito que são boas, principalmente porque eles já trabalham com isso faz tempo, mas infelizmente, não há muito oque eu comentar aqui além de que “Fizeram um bom trabalho” já que como eu afirmei antes, há cenas muito bem feitas e dirigidas, além de composições e detalhes muito bem trabalhados, não há muito mistério ou detalhes adicionais aqui.
Sobre a história e narrativa, quem foi o escritor dessa vez foi Yuya Takahashi, e ele já trabalhou em outra temporada de Kamen Rider, o Kamen Rider Ex-Aid.
Sobre a minha opinião da história, eu vou ser sincero, eu gostei bastante da história de Zero-one, ela tem vários pontos que eu gostei muito, mas infelizmente não é perfeita, dando as vezes alguns tropeços bem marcantes.
Tá, mas vamos por partes, vamos começar com o primeiro arco.
O primeiro arco de Zero-One é bem marcado pelo confronto do herói da Hiden, o Zero-One, contra a MetsubouJinrai e seus planos para atacar os Humagears, seguindo seu passo para o extermínio da humanidade.
Naturalmente, esse primeiro arco pode parecer um pouco repetitivo, já que muitos dos episódios desse começo se resumem a Aruto conhecendo vários Humagears diferentes, e interagindo com a A.I.M.S para resolver e impedir os ataques causados pela MetsubouJinrai, mas eu pessoalmente não acho esses episódios tão ruins, e há motivos para isso.
De certa forma, sempre é introduzido um novo elemento do mundo ou dos personagens, fazendo com que, progressivamente, a gente conheça mais sobre eles e a narrativa em grande escala, além disso, principalmente quando esse arco está acabando, há episódios que são ótimos, já que se utilizam desses elementos introduzidos para já começar a aprofundar e trabalhar os personagens.
Outro fator que torna esse arco agradável também, é que cada amizade que Aruto faz nesses episódios fica marcada durante a história toda, e isso é um toque bem legal, porque por mais que essas amizades não apareçam em literalmente todo episódio, ainda sim engrandece o mundo da história e deixa esse mundo mais vivo, já que os personagens, mesmo os que não são protagonistas são lembrados uma vez ou outra.
Em suma, o’que eu quero dizer é que esse arco é bom, tanto por ser uma boa introdução ao mundo e a história ao todo, como também sendo uma ótima maneira de apresentar bem os personagens e como será a temporada, enquanto ainda sim consegue progredir bem com a narrativa.
Porém, acredito que infelizmente, no segundo arco, as coisas não foram tão bem como era esperado. Há uma série de fatores para isso, mas eu acredito que os principais são o desenrolar da história nesse ponto, e os integrantes da ZAIA, Gai Amatsu e Yua Yaiba.
Gai é escrito como um vilão que contrapõe Aruto, em uma visão diferente de como presidir, algo que por si só é uma ideia legal, e a competição que ele propõe para o segundo arco não é por si só uma má ideia, mas há alguns poréns nisso, que tornam o personagem um pouco desagradável.
Primeiramente, Gai as vezes não faz muito sentido. Em alguns momentos da história, Gai demonstra que quer uma competição justa, e que não quer trapacear para alcançar seus meios, já que de fato ele se acha superior aos outros e não precisa recorrer a trabalho sujo, e isso é legal, o problema é que é mentira. Gai constantemente trapaceia nas competições, e na frente de todos, para mostrar que é superior, e boa parte das vezes que ele trapaceia, ele sai vencedor.
Isso não só é inconsistente com a introdução do personagem, como também causa uma estranheza na competição, porque mesmo com essas trapaças perceptíveis, em diversos momentos do arco Izu e Fuwa avisam para Aruto que não vale mais a pena competir, já que o competidor não quer jogar limpo, porém, Aruto literalmente continua a competição sem pensar duas vezes, dando como justificativa de que ele “Acredita nos Humagear”, mas pelo menos para mim, não é uma boa justificativa para continuar e essa afirmação parece vazia, ainda mais se os Humagear que ele tanto demonstra amar são tratados de maneira injusta várias vezes.
Outro problema relacionado ao Gai, é que em muitos momentos, é sempre dito que ele estava por trás de maioria dos eventos mais importantes que ocorreram na história, do satélite da Arca, que ele criou e ensinou sobre a maldade humana, sobre a MetsubouJinrai, que ele estava planejando que acontecesse, e muito mais. Mas isso infelizmente acaba sendo um outro problema, já que sempre é afirmado isso, mas nunca é mostrado, fazendo com que algumas dessas afirmações a primeira vista, soem muito absurdas e estranhas para o telespectador.
Um exemplo claro disso é com o fato de que, sem nenhum preparo ou indicio prévio, é revelado que ele instalou um chip no cérebro de Yaiba e Fuwa, o permitindo controlar e punir eles caso queira, mas quando ele revela isso, parece muito absurdo, já que em nenhum momento antes dele informar esse fato houve uma cena que indicasse que eles estavam sendo controlados ou algo do tipo, fazendo com que os momentos após isso, pareçam um pouco mais estranhos e absurdos do que deveriam ser.
O pior é que há um motivo para esses eventos não terem sido mostrados na série, mas só afirmados. Durante a produção da temporada, assim como nas temporadas anteriores de Kamen Rider, foi feito um filme e especiais que contavam melhor esses detalhes, porém, eu não gostei dessa distribuição de informação aqui. Pelo menos para mim, extras e especiais deveriam ser conteúdo adicional para a trama, e não algo mandatório, onde você tem que ver eles para entender oque está acontecendo, por mais que eu entenda a escolha, eu não posso afirmar que me agradou.
No fim do dia, eu entendo que Gai é para ser um vilão detestável, que é para a gente odiar ele e ficar irritado quando ele se dá bem, porém, eu creio que não gosto dele pelos motivos errados, era para eu não gostar dele simplesmente por ser esse vilão manipulador, cruel, e por atacar de maneira tão forte, o protagonista e seu sonho, lhe prejudicando em suas tentativas de seguir em frente, e não porque ele acaba sendo desagradável ao enredo da história até aquele ponto.
E para mim, outro problema do arco foi a Yaiba, uma personagem que acredito eu até hoje que teve bastante potencial, mas no arco inteiro, ela não passou de assistente do Gai, sempre fazendo o trabalho sujo dele e aceitando tudo que ele mandava, mesmo sabendo que o’que estava fazendo era errado e que ela estava sendo controlada, mas isso se estende até o final do arco, por mais chato que isso possa parecer.
De novo, eu entendo que essa construção e manipulação de Yaiba está presente para mostrar como Gai é um homem babaca, cruel e tudo mais, porém, eu não acho que para demonstrar isso, foi certo que tenha sido feito um sacrifício, que foi o de prejudicar uma personagem em seu desenvolvimento na narrativa, ainda mais quando ela tinha tanto potencial disponível para ser ótima.
Em suma, esse arco, pelo menos para mim, foi a parte mais fraca de Zero-One, mas pelo menos teve seus bons momentos, acredito que principalmente, pelo desenvolvimento de Aruto e Izu.
Aruto em boa parte do arco, por mais que esteja perdendo as partidas, sempre se mantinha bem humorado e fazendo piadas, não importando a situação, porém, quando ele perde a disputa e deixa a Hiden, fica bem perceptível o choque dele, que ele perdeu algo que era muito importante, e que essa perda não ia só prejudica-lo, mas também todos ao seu redor, humanos e Humagears, mas ele não desiste e funda a Hiden Fabricações, e eu acho isso um ponto muito legal, não só para demonstrar que Aruto está amadurecendo, como também que não desistiu ainda, mesmo que para continuar, ele tenha que recomeçar do zero.
Izu por outro lado tem um desenvolvimento bem menos intenso, mas ainda sim bem agradável. Durante boa parte do primeiro arco,tirando em certos momentos, Izu é literalmente um robô, falando como um robô, agindo como um robô, totalmente sem vontade própria, porém, durante ofinal do arco anterior e, principalmente esse, da para ver que, conforme ela passou tempo com Aruto, ela começou a ser mais expressiva, falando mais falas menos mecânicas, e até mesmo fazendo piadas junto com o Aruto, e isso é ótimo, já que é perceptível não só que a personagem está crescendo e aprendendo de maneira natural, como também aponta para a afirmação do Aruto, que os Humagears não são só maquinas e ferramentas, mas também tem desejos e vontades próprias, e corações próprios, como as pessoas.
Por fim, o último arco, o da Arca, é o melhor arco da temporada na minha opinião.
Durante o arco, é possível ver que todo o desenvolvimento dos personagens está chegando em seus pontos importantes, e que todo o preparo feito pelos arcos anteriores chega aqui.
Aruto, nesse último arco, está mais centrado e confiante, depois do que passou, ele entende a sua importância, não só como o presidente da Hiden, como Kamen Rider. Os pontos mais fortes desse arco com certeza estão nos momentos mais próximos do final dele, principalmente o surgimento da forma nova de Zero-One, e depois que a Arca é aparentemente destruída.
Durante esse arco, a MetsubouJinrai.net consegue ressucitar a Arca, que é o ultimo vilão da temporada, e ela é muito poderosa, mesmo que todos tenham tentado derrotar ela juntos, foram facilmente derrotados, e o desespero de que de fato a humanidade seja aniquilada fica mais forte, ainda mais quando a Arca começa a atacar a cidade e ferir diversos seres humanos, e corromper o satélite Zea.
Mas aí que acontece a última evolução de Zero-One. Quando Aruto estava pensando o’que fazer depois dos ataques da Arca, para derrotar ela, ele resolve criar uma nova forma, que pudesse ser capaz de impedi-la, sendo tão forte e rápida quanto ela, a evolução do Kamen Rider Zero-One, o Zero-Two.
Para muitos, acredito que essa revelação e esse nome devem ter parecido um pouco sem criatividade, eu mesmo pensei isso a primeira vez que ouvi, mas quando foi introduzido o motivo desse nome, deu para perceber que não foi tão por acaso assim.
O Zero-two é a primeira forma de Aruto que ele cria por conta própria, e essa criação dele, representa a evolução do personagem, que antes era apenas um presidente inexperiente, que por acaso herdou a empresa do avô, mas agora, depois que passou por tudo, entende toda a situação ao seu redor e amadurece. Além de representar essa evolução, o Zero-two também representa a união tanto dos humanos quanto dos Humagears, que juntos são uma força maior, logo, a numeração representa também pelo fato de serem duas entidades juntas, os humanos e os Humagears.
No fim, eles derrotam o vilão e é tudo salvo, ou pelo menos é o que parecia, já que Horobi ainda não acredita nos humanos e ainda não é convencido de que eles não são uma ameaça para os Humagears, e resolve fazer o extermínio por conta própria, e é nesse final, que algo interessante acontece.
Ao Horobi se rebelar e matar a Izu, Aruto fica em choque e se junta a Arca, e vira o Ark-One, e esse foi um momento muito marcante e ótimo para a narrativa, principalmente porque coloca em cheque tudo em que Aruto acreditou desde o inicio da temporada até agora. Aruto o tempo todo durante todos os episódios, nunca quis por vontade própria destruir um Humagear, mas quando ele perde a Izu, que para ele era a pessoa mais importante e sempre o ajudou até o último momento, os sentimentos negativos tomam conta dele, e essa atitude, no fundo, acaba confrontando suas conviccções, já que o protagonista que mais acreditava neles, se tornou alguém tão corrompido pelos sentimentos negativos a ponto de querer destruir oque mais protegia.
O mesmo acontece com Horobi, já que Aruto acidentalmente mata Jin, que era seu filho, fazendo com que ele também se junte a Arca pelos sentimentos negativos.
No ultimo episódio, tanto Aruto quanto Horobi se enfrentam, e esse conflito é muito bem feito, principalmente porque mostra o máximo dos dois personagens, que mudaram muito desde o seu primeiro confronto. Para mim, esse é o melhor ponto da série, porque mostra até o ultimo episódio, o desenvolvimento final deles, e quando finalmente Aruto alcança Horobi para se entender com os humanos, já que ambos possuem esses sentimentos de amor em comum, é ótimo, fazendo com que quando no final, seja perceptivel quando ele aceita as palavras de Aruto, uma resolução tanto natural como satisfatória.
Como afirmei lá atrás, o Kamen Rider Zero-One faz referencias a Ichigo, o primeiro Kamen Rider, e isso é perceptível tanto pelo fato do animal de Zero-One ser o gafanhoto, como também na ultima forma dele, o Zero-Two, em que o numero 2 na sua armadura, se assemelha a um cachecol vermelho, fazendo assim uma referencia a Ichigo, que possuia esse chachecol.
Os Humagears que aparecem possuem diversos trabalhos, e eu acredito que, mesmo que não sejam todos eles, alguns foram pensados para representarem os trabalhos que muitos indicam que estão “Fadados a acabar” ou que irão “Desaparecer no futuro” , mesmo que sejam somente previsões de que isso possa acontecer, como o trabalho de secretaria, de advogado, de corretor de imóveis e etc.
Além disso, alguns, mesmo que pareçam estranhos, se assemelham a casos reais, como o fato de haver um Humagear mangaká, se assemelha ao caso da Kioxia, que criou um novo mangá de Ozamu Tezuka com a utilização de uma Inteligência artificial, que estudou o estilo de traço e história do lendário mangaká. Outro caso também é o da HumaGear modelo, que se assemelha ao fato de que no nosso mundo, já existem modelos artificiais, como a modelo Lil Miquela, que foi criada com tecnologia de inteligência artificial.
Acredito que Zero-One possui várias mensagens legais, e que valem a pena terem sido introduzidas em um programa infantil, mas quero destacar duas.
A primeira é, não importa o quanto a gente procure evitar e lutar contra a evolução tecnológica, ela será inevitável, porém, só depende da gente como iremos receber essas mudanças que estão vindo, vale a pena a gente lutar contra elas? Ignorar e evitar os avanços tecnológicos? Ou vale mais a pena a gente procurar aceitar, entender, aprender, e nos adaptarmos em relação sobre esse avanço? O mundo está sempre mudando, e os avanços irão acontecer, mas talvez um caminho melhor seja o de nos adaptarmos e mudarmos também, principalmente porque essas mudanças podem não estar necessáriamente surgindo para causar mal.
E por fim, vá atrás dos seus sonhos, lute por eles e acredite neles, porque se você não ir atrás, acreditar e lutar pelos seus sonhos, quem mais vai fazer isso além de você?
Okay, depois de uma enorme análise de Zero-One, falando tudo que podia e conseguia, eu concluo aqui que, por mais que ele tenha defeitos, tanto em história como em personagens, ao todo, não deixa de ser uma série divertida e emocionante.
De fato, por mais que os pontos negativos sejam desagradáveis, e que seja bem provável que muitos possam não gostar de Zero-One por causa deles, acredito que os pontos positivos também são muito positivos, e ao todo, foi um bom começo para a nova era de Kamen Riders que está por vir.
Depois de assistir e acompanhar a série inteira, deu para entender o porque que ela dividiu opiniões, tanto dos fãs novatos como dos fãs mais veteranos. Porém, ao todo, Zero-One tem um dos melhores conjuntos de qualidades que a série tem a oferecer.
Se você gosta de Tokusatsus, seriados com personagens carismáticos, roupas coloridas, poderes chamativos, e uma história acessível para todas as idades, com um tema futurístico, esse é um prato cheio para você.
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]]>Sinopse:
Issamu Minami, o Kamen Rider Black, é sequestrado pelo Império Crisis para que se alie a eles na conquista da Terra. Ao recusar a oferta, é jogado à deriva no espaço – no entanto, a radiação do sol que entra em contato com o Kingstone existente em seu corpo provoca uma inesperada mutação e Issamu é lançado na Terra renascido como Kamen Rider Black RX, o Filho do Sol.
Nossa história começa como tantas outras histórias de tokusatsu: num bom e velho galpão abandonado! Bom, não tão abandonado assim já que está sendo usado para esconder um laboratório do terrível Império Crisis! Como todo império alienígena que se preze, Crisis pretende dominar a Terra e destruir seu protetor, RX. Então o Comandante Bosgan (que por absolutamente nenhum motivo tem o rosto na testa) criou uma máquina terrível que pode transformar… CÃES EM GATOS!
(pausa dramática)
Okay, estou tirando sarro. Na real a máquina consegue basicamente transformar qualquer bicho em outro bicho. O plano dele é capturar humanos para transformá-los em animais da fazenda – tanto para trabalho pesado quanto para alimento. Sim, o plano dos vilões nesse episódio é basicamente tornar toda a Humanidade em gado. E pensar que hoje em dia conseguimos fazer isso sem ajuda de máquinas, ai ai…
O controle principal da máquina acaba quebrando e eles precisam de um novo. Os vilões então decidem enviar os melhores personagens do episódio: dois soldadinhos rasos disfarçados de humanos (os sujeitos aí em cima) pra levar o controle novo até Bosgan. Pra começo de conversa: se eles podem teleportar os caras para a Terra não era mais fácil teleportar direto pro laboratório? Aliás, o controle original foi feito no laboratório em primeiro lugar, não era só fazer outro ali mesmo?
Tá, tá, danem-se esses pequenos furos de roteiro. Vocês devem é estar se perguntando o motivo de eu ter chamado esses dois caras de os melhores personagens. Primeiro que eles se chamam Chaps, o que me dá vontade de chamar os dois de CHAPAS. Segundo que assim que descem para a Terra eles roubam um carro esporte, ligam um radinho de pilha pra dançar techno e fumam charutos! E tudo isso usando chapéu e óculos escuros só pra dar um estilo! Dane-se o RX, eu quero é um spin-off com esses dois! Se bem que eles acabam batendo o carro…
Não que a culpa seja deles! Na verdade um moleque chamado Masao estava muito putinho por ser um bosta na escola e nos esportes então acabou chutando uma bola no carro dos Chapas, que acabou batendo. Aliás, que sorte que o carro estava sendo dirigido por robôs do mal né? Se não esse moleque aleatório teria causado a morte de duas pessoas inocentes.
Enfim, Masao acaba pegando o controle e rapidamente descobre como funciona, transformando seu professor num porco. E se você está se perguntando como um garoto comum conseguiu tão facilmente dominar tecnologia alien fique sabendo que o Crisis é tipo a Apple e fazem seus aparelhos de forma intuitiva: é só escrever PROFESSOR VIRA PORCO no tecladinho. Em japonês. Em katakana mesmo. Ai ai…
Mas é aí que Masao se descobre como furry e, na falta de uma fursuit, resolve transformar a si mesmo num gorila para infernizar os coleguinhas que o zuaram antes! Ah e se você não sabe o que é uma fursuit… Não procure. Sério, tira o mouse dessa página do google! Não faça isso com você mesmo, é um buraco muuuito fundo.
No meio dessa algazarra ele esbarra em nosso herói, Kotaro Minami (que teve o nome inexplicavelmente mudado para Issamu Minami aqui no Brasil). Kotaro pede para que Masao abandone o controle, pois ele odeia furries e além disso Crisis poderia enviar um monstro para recuperá-lo. Masao diz que não, afinal qual o pior que pode acontecer?
ESTOU COMPLETAMENTE CHOCADO, CRISIS ENVIOU UM MONSTRO PARA RECUPERÁ-LO! Após esse momento chocante e inesperado, Masao decide enfim voltar ao normal, mas não consegue. Eles falam que é porque o controle é uma via de mão única, mas eu tenho certeza que o moleque simplesmente não quer ter que gastar grana comprando uma fursuit de verdade. Essa porras são caras!
Mas Kotaro não vai deixar a pobre criança ser um gorila para sempre (embora ele devesse, o moleque é um saco) e bola um plano… Lá no laboratório secreto de Crisis eles recebem um sinal nos computadores de que RX VIROU UM PORCO (hey, esse é o nome do episódio!) e vão até a origem do local… encontrando o pobre Kotaro como porco imundo!
Se você achou essa máscara de porco muito falsa, não se preocupe… é uma máscara mesmo! Tudo não passou de um plano para que os vilões capturassem Kotaro e o levassem até sua base, onde ele destrói o computador central e faz todos voltarem ao normal. Agora, aonde ele arranjou essa máscara? Ele sempre anda por aí com máscaras de animais por via das dúvidas? Malditos furries…
Por fim ele se transforma em Kamen Rider Black RX e, como de praxe, destrói o monstro da semana com uma boa e velha estocada de espada laser no bucho seguida de explosão. E Masao aprende uma valorosa lição: se achar uma arma alienígena, não a use pra virar um gorila.
Rapaz, acho que já deu né? Vou fechando as portas do Porão mas prometo não demorar mais um milhão de anos pra abrir novamente. Da próxima vez, outro tokusatsu com “Kamen” no nome, mas não será Kamen Rider! Esperem e verão!
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