Gacha - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 15 Dec 2021 13:51:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Gacha - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 D4DJ First Mix: Rinha de Idols DJs https://animesonlinebr.org/anime/d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs https://animesonlinebr.org/anime/d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs/#respond Thu, 16 Dec 2021 21:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=29070 De volta ao Japão após passar anos numa ilha na África, Aimoto Rinko (dublada por Nishio Yuuka) é arrastada para o um concerto de

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De volta ao Japão após passar anos numa ilha na África, Aimoto Rinko (dublada por Nishio Yuuka) é arrastada para o um concerto de DJs e decide entrar nesse mundo.

D4DJ é um projeto multimídia da Bushiroad que envolve um jogo gacha para celulares, mangás, shows e animes.

O meu interesse inicial na franquia se deu por conta das dubladoras, muitas delas eu conhecia por conta de outros animes de Idols como Love Live, Bang Dream e Revue Starlight. No entanto, quando o primeiro episódio saiu, eu não gostei e parei de ver.

A minha falta de interesse por D4DJ aconteceu pelo estilo das músicas me fisgar. A abertura foi legal, mas eu não colocaria no meu celular. Até que recentemente, escutando músicas de forma aleatória, brotou uma música de D4DJ que foi empolgante demais (4 Challenges Photon Maiden).

Photon Maiden de D4DJ

Por conta dessa música, eu dei uma nova chance a D4DJ. E minha intuição sobre não gostar do estilo de músicas se concretizou. Fora a abertura, não gostei de nenhuma música que aparece no anime. Mas, eu devo admitir que algumas ficaram na minha cabeça por algum tempo.

Então, como foi a experiência de ver um anime em que um dos pontos principais é a música, não gostando de nenhuma delas? Não muito bem, para falar verdade.

Com o pensamento de não gostar das músicas, eu estava vendo o anime tentando procurar qualquer defeito para falar mal, ao invés de aproveitar e ver o que ele faz bem.

Eu posso não gostar do estilo musical, mas visualmente os shows são um espetáculo, a coreografia, os cenários, a câmera, os vídeos de fundo contribuem muito bem para a experiência do show.

D4DJ tem um ótimo timming cômico, e mesmo enquanto ainda estava tentando procurar qualquer mínimo defeito, o anime me tirava boas risadas.

Metade das protagonistas de D4DJ

O anime fica muito mais interessante quando há um foco maior em outro grupos além do da protagonista, Happy Arround. A franquia de D4DJ tem, até o momento de escrita deste texto, 6 grupos, mas apenas três são trabalhos no anime.

O design das personagens é muito cativante e vivo. Entretanto, isso destoa muito das figurantes. D4DJ é um anime em CGI, um CG bem bonito, para as personagens importantes, mas quando se trata de figurantes… não é tão bom. As figurantes são um mesmo modelo 3D que muda apenas a cor e uma seleção pequena de penteados.

As personagens principais passando por algum canto com muitas figurantes, fazia parecer que estava passando por manequins.

Os shows são muito energéticos, vivos e muito bonitos, até olhar para a plateia. Quando a cena sai do grupo performando e foca na plateia, é assustador olhar uma multidão de pessoas pulando todas com a mesma expressão em seus rostos.

Plateia em D4DJ

Eu adoro a abertura e como ela transborda energia, o mesmo não pode ser dito do encerramento. Ele consiste em uma das personagens num estúdio tocando uma música e dançando, enquanto a câmera se aproxima dela, e apenas isso. A música é legal, mas visualmente o encerramento não faz jus ao anime.

Portanto, apesar de não ser do meu agrado pessoal, D4DJ está longe de ser um anime ruim, sendo uma ótima recomendação a quem quer um anime descontraído para ver.

Por fim, você pode encontrar os 13 episódios de D4DJ First Mix na Crunchyroll, e no canal oficial de D4DJ no Youtube.

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Revue Starlight: uma história sobre brilho https://animesonlinebr.org/anime/revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho https://animesonlinebr.org/anime/revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho/#respond Thu, 23 Sep 2021 13:57:55 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25328 Se você busca por um anime de idols fofinhas, cantando e dançando, Shoujo Kageki Revue Starlight definitivamente não é o que você está

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Se você busca por um anime de idols fofinhas, cantando e dançando, Shoujo Kageki Revue Starlight definitivamente não é o que você está procurando. Aqui temos rinha de idol, com espadas, arco, lanças entre outras armas, para descobrir quem será a Top Star que decidirá o Palco do Destino.

Sobre a Franquia

Revue Starlight é um projeto multimídia criado pela colaboração entre a Bushiroad, a Nelke Planning e o estúdio Kinema Citrus. Inicialmente, a franquia se iniciou com um musical teatral intitulado Shōjo Kageki Revue Starlight: The LIVE #1, o qual foi performado em setembro 2017. Sequencialmente, em 2018, lançaram 3 adaptações em mangá, assim como, um jogo para celular, e um anime de 12 episódios dirigido por Tomohiru Furukawa.

O foco desse texto será no anime, mas, acho de bom tom comentar rapidamente sobre o que eu vi além do anime.

  • The LIVE#1: é confuso, muito corrido e eu não consegui me conectar as personagens que eu já gostava tanto. Por causa disso, eu não gostei, exceto por ver as dubladoras no palco atuando, isso foi incrível.
  • The Show Must Go On: um mangá lançado em janeiro de 2018 que adapta a história da performance teatral. Achei melhor que o musical, mas ainda é fraco em comparação ao anime.
  • Re LIVE: é um gacha de celular, comparado a outros que eu joguei, ele é bem generoso com recurso, até onde eu fui. A história dele se passa depois a do anime, o que me foi muito interessante. Eu gostei da jogabilidade, entretanto, quando precisei de memória no celular, ele vazou.

elenco teatral de Starlight

O Anime de Starlight

Starlight acompanha a história de Aijo Karen (dublada por Momoyo Koyama), uma garota animada que estuda na Escola Musical Seisho para ser uma atriz, com o intuito de um dia encenar junto a sua amiga de infância.

A introdução no primeiro episódio é muito boa. O básico das personagens e da relação entre elas são elementos passados de forma tão natural. Seja de como a Karen não tem energia ao acordar e precisa de sua colega de quarto para conseguir chegar cedo na escola, até de como a presilha de cabelo é importante para ela, essas coisas são passadas para o expectador antes desses detalhes serem expostos por falas.

Vale ressaltar a introdução da melhor aluna da turma, Tendou Maya (Tomita Maho). Toda a cena que estava acontecendo para quando ela aparece, a trilha sonora que havia se silenciado por um momento, retorna forte quando ela se apresenta, e seguindo ela as outras alunas se posicionam para o início da aula. Através da feição e tom de voz, a Maya passa uma sensação de orgulho e superioridade, e por meio da reação de outras personagens é visto que ela é um objetivo a ser superado.

As protagonistas fazem parte da 99ª turma da Academia Seisho, que, durante o festival escolar, irá encenar a mesma peça por todos os seus três anos no ensino médio, o que servirá como uma forma de ver como elas se aprimoraram durante esse período. A peça em questão se chama Starlight, que é a obra que fez a Karen se apaixonar por teatro e querer ser uma atriz.

99ª turma após o festival escolar

Na metade do episódio,  Kagura Hikari (Mimori Suzuku), a amiga de infância da Karen acaba de voltar da Inglaterra e se transfere para 99ª turma. Apesar da animação de Karen por ver sua amiga, a Hikari age muito friamente com ela por muitos episódios. A Hikari é habilidosa e performa muito bem durante as aulas, mas lhe falta algo em sua atuação, algo que a Maya percebe, que a interpretação da Hikari carece de alma, de vontade, de brilho.

Brilho

Uma das maiores temáticas de Starlight é o “brilho” das personagens. Esse elemento representa coisas como se destacar em cima do palco, confiança, motivação, até mesmo uma representação dos laços que elevam as personagens.

O brilho de cada uma é algo que tange a série inteira. Perder o brilho é como morrer para o palco: perder o nervosismo de subir em cena, a emoção de cantar, não saber o porquê está ali.

Os embates do anime são lutas para roubar o brilho umas das outras para que seu próprio prevaleça e seja ainda mais radiante.

Esse tópico é também uma questão de ideologia. A Maya acredita que aquela que está no centro do palco é a que mais brilha, que há apenas uma estrela no palco e que para chegar a isso ela deve arriscar sacrificar tudo. Contrariando, assim, a motivação da Karen de querer estrelar junto à Hikari.

Karen Vs Maya

Rinha de Idol

Os visuais de Starlight são lindos. Antes de eu saber do que se tratava a obra, eu já havia me apaixonado pelos figurinos. Todavia, os cenários das lutas não ficam para traz, a cada luta um cenário novo que se encaixa tematicamente com o embate acontecendo e se moldando a vontade daquela que apresenta maior brilho.

As disputas de Starlight, as Audições, ocorrem no Teatro Subterrâneo da Academia Seisho. As 9 protagonistas lutam enquanto cantam, e tecnicamente dançam, com o objetivo de se tornar a Top Star e escolher seu Palco do Destino. Contudo, mesmo que seja um dos elementos mais importantes do anime, esse palco é algo abstrato, pode ser o que a pessoa quiser e quando ela quiser. Pode-se dizer, assim, que é o ápice da atriz, o momento em que ela mais brilha.

As lutas são muito bem coreografadas, e cada uma é bem única, não apenas por mudar as personagens participantes, mas também pelos cenários, as músicas e as temáticas que variam de embate para embate.

Karen e Junna nas audições

Considerações finais

Todas as personagens são bem divertidas e tem suas peculiaridades, o enredo é focado na Karen e na Hikari, mas no geral, todas elas têm seu arco e seu tempo de tela.

A história é fantástica e bem amarrada, apresentando vários mistérios desde o primeiro episódio. Por que a Hikari age da maneira que age e como isso está ou não ligado com a falta de alma na performance dela?; Quem é aquela coisa encarregada das Audições e quais seus objetivos?; O que tem de tão especial no 99º festival da Seisho?

Sem dúvidas Starlight fez eu me apaixonar desde o primeiro episódio e se tornou um dos meus animes favoritos. No entanto, da primeira vez que vi muitos elementos ficaram confusos para mim, até ver pela segunda vez e perceber que esses tópicos estavam sendo preparados ao longo da série, eu apenas não havia prestado atenção.

Starlight é uma série cheia de metáforas. Uma das principais é a Tokyo Tower, que não só é um símbolo de amizade entre as protagonistas, mas a torre também carrega significados: a recuperação do Japão pós-guerra (a recuperação da Karen para subir de novo no palco); e a representação um Japão renovado e ambicioso.

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Disgaea RPG; O exagerado e divertido RPG do Submundo! https://animesonlinebr.org/review/disgaea-rpg-o-exagerado-e-divertido-rpg-do-submundo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=disgaea-rpg-o-exagerado-e-divertido-rpg-do-submundo https://animesonlinebr.org/review/disgaea-rpg-o-exagerado-e-divertido-rpg-do-submundo/#respond Fri, 07 May 2021 19:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20651 Se há uma série de RPGs Táticos (Tactical RPG) que desde sempre foi bem diferente dos outros jogos de seu gênero, e tem

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Se há uma série de RPGs Táticos (Tactical RPG) que desde sempre foi bem diferente dos outros jogos de seu gênero, e tem muito orgulho disso, essa série é Disgaea.

Desde o primeiro jogo, intitulado Disgaea: Hour of Darkness, a franquia conseguiu ser um verdadeiro destaque entre os jogos de RPG táticos, mantendo até hoje, com 6 jogos principais, e Spin-Offs

E como? Disgaea desde sempre se mostrou um jogo absurdo, insano, maluco, e acima de tudo, divertido! Quebrando diversas barreiras do gênero no processo, com ataques poderosos e exagerados, suas mecânicas que dão ao jogador liberdade de progredir como quiser, e até mesmo com suas histórias com personagens um pouco estranhos, e engraçados, realmente não faltam justificativas para contar o porque esses jogos são amados pelos seus fãs até hoje, mas isso não quer dizer que também não faltam justificativas para que muitos ainda não tenham jogado a série até hoje!

É inegável que, mesmo com títulos bem divertidos, e uma essência bem única, não é incomum encontrar pessoas que, mesmo sendo atraídas pelos mundos divertidos dos jogos e seus personagens estilosos, tem certo receio de embarcar na série, e não é por acaso.

Os jogos táticos, mesmo sendo bem famosos e adorados por muitos, não são os mais populares, e mesmo entre eles, as características que tornam Disgaea único também não são as mais convidativas, já que não só algumas das mecânicas presentes nos títulos já foram abandonadas em outras franquias no intuito de torná-las acessíveis, como também os números astronômicos de ataques, atributos, níveis, e muito mais, que mesmo sendo bem chamativas, podem assustar a quem as vê pela primeira vez, sendo essa uma das características mais icônicas da série.

Então, como trazer novos jogadores a conhecer a série de uma forma mais convidativa? Por mais que para essa pergunta exista mais de uma resposta, com certeza uma das mais interessantes surgiu recentemente, com a chegada no ocidente de Disgaea RPG, um jogo RPG Mobile que traz muito da série aos dispositivos móveis, mas de forma bem diferente.

Como assim? Venha saber agora! Na nossa análise de Disgaea RPG.

NARRATIVA

Ao começar, você é introduzido aos 5 protagonistas de cada um dos títulos da série, do 1 ao 5, que reunidos, junto de um celular, querem a resposta para quem é o mais forte do universo.

Após essa introdução, você é recebido por uma das figuras mais icônicas da série, um Prinny, que informa que seu celular está conectado ao Netherworld (Submundo), e que você está destinado a treinar o Overlord (Soberano) mais forte, e para começar, lhe convida a invocar um candidato, sendo possível escolher um dentre os vários personagens principais dos jogos.

Após a invocação, o Prinny te introduz as mecânicas principais do jogo, mas não demora muito para ele te trair e atacá-lo, mas é impedido por Etna, a fiel vassala de Laharl, o protagonista do primeiro jogo, e Flonne, uma anja caída que acompanha os dois, que após se apresentarem como suas assistentes em sua missão de treinar o Overlord mais poderoso, lhe salvam e terminam de explicar o resto do jogo, começando assim sua jornada.

Durante o jogo, você irá se aventurar no Netherworld e seus diversos locais, conhecendo os vários personagens dos diferentes jogos, e os ajudando em diversas situações ou problemas que podem estar acontecendo, mas claro, sempre com sua missão em mente.

Mas porque você foi chamado para treinar o Overlord mais poderoso? Porque ele deve ser treinado agora? Porque os personagens de Disgaea estão reunidos? Essas e muitas outras perguntas são respondidas no modo principal do jogo, onde a história é contada, e falando nela…

JOGABILIDADE

A jogabilidade de Disgaea RPG é uma das, senão, a maior diferença entre esse jogo é os da série principal, já que ele abandona quase que completamente o estilo tático dos jogos, o substituindo pelo estilo clássico dos RPGs baseados em turnos.

Aqui, você pode formar times de 5 unidades, que irão enfrentar 3 ou 4 ondas em cada cenário. Nas lutas, é possível atacar o oponente com habilidades ou com um ataque básico. É possível equipar somente 4 habilidades para cada personagem, sendo possível adquirir elas aumentando o nível de proficiência com a arma (Weapon Mastery, ou só WM), que aumenta conforme você utiliza um tipo específico de arma, como espadas, arco e flecha, lanças, e etc. Assim como nos jogos da série principal, qualquer personagem pode equipar qualquer arma, mas cada personagem tem sua arma de preferência na qual é mais proficiente, e quando equipada com ela, pode aprender mais habilidades que se utilizam do seu tipo de arma principal. Vale notar que, os personagens principais das séries possuem habilidades únicas, que podem ser obtidas evoluindo o nível padrão deles, com golpes bem estilosos e únicos.

Já sobre o ataque padrão, também segue aqui as regras dos jogos táticos, sendo possível realizar ataques combinados com outros aliados, mas como neste jogo o espaço onde os personagens estão não fazem diferença, o aliado não precisa estar necessariamente ao lado de quem está atacando para ajudar no ataque, sendo possível até mesmo que todas as 5 unidades que estejam lutando possam auxiliar e causar bastante dano.

Por fim, outra mecânica dos jogos que está aqui é a de Lift e Throw (Levantar e Jogar) onde os personagens literalmente podem segurar e levantar outros, sendo possível que um deles consiga levantar todos eles sem nenhum problema, sendo possível fazer praticamente uma “torre” de unidades, sendo útil para proteger aliados levantando eles, ou utilizando de sua força para atacar, além de que todos os envolvidos nesse levantamento recebem experiência se derrotar um inimigo. Mas nem sempre será fácil derrotar seus adversários, oque não necessariamente será um problema, porque assim como nos jogos principais, há várias formas de ficar mais forte! Mas vamos por partes.

Além da Main Story, que é onde você acompanha a história principal do jogo, já também a Netherworld History, onde é possível ver várias cenas dos jogos anteriores, sendo bem interessante caso você não tenha um contato prévio com a série, ou queira relembrar os momentos marcantes das histórias, e por fim,, também há campanhas de evento, que vão mudando periodicamente, com capítulos únicos e missões especiais, em que é possível obter boas recompensas. Esses três modos são os principais do jogo, sendo os outros mais focados em deixar suas unidades e equipamentos mais fortes.

O primeiro deles são as Dark Gates, em que é possível realizar lutas para adquirir muita experiência, HL (Sigla para Hell, a moeda da série Disgaea), e materiais de Humanoides e Monstros, que são necessários para reencarnar seus personagens, sim, reencarnar, pode parecer confuso, mas juro que explico com detalhes mais para frente.

Já no caso de equipamentos, é possível melhorar eles no Item World, um lugar onde é possível entrar no mundo do item que desejar, e realizar lutas neles, sendo que a cada luta bem sucedida dentro do mundo do item, você vai aumentar ele de nível e deixá-lo mais forte, e se tiver sorte, pode encontrar um Innocent, criaturas dentro desses mundos que, quando convencidas a lhe ajudarem, podem se tornar atributos especiais, podendo até mesmo serem transferidos para outros equipamentos, caso queira.

“Mas, como eu consigo equipamentos e unidades?” Para isso, é necessário acessar o Shop e o Summon respectivamente. No Shop, é possível comprar diversas armas e armaduras, além de outros itens úteis em troca de HL, ou em troca de Nether Quartz, que também é necessário para a Summon. Disgaea RPG, assim como vários jogos de celular, se utiliza de um sistema do estilo Gacha para conseguir novos personagens, sendo esses personagens divididos em raridades diferentes, e claro, os mais raros sendo os mais difíceis de obter, mas também os mais poderosos, além da possibilidade de conseguir unidades específicas ou temáticas caso esteja acontecendo um evento por tempo ilimitado. Neste sistema, não é impossível adquirir personagens repetidos, na verdade, isso será bem comum, é oque fazer com eles? Você irá levá-los ao Mao ‘s Lab, onde o gênio do mal, Mao, protagonista de Disgaea 3, reside.

Lá é possível deixar suas unidades mais fortes de várias maneiras diferentes, realizando o Nether Enhancement (N.E.) para adquirir mais habilidades (que são chamadas aqui de Evilities) para as unidades a cada duplicata utilizada, ou despertar eles (Awaken) podendo aumentar as estatísticas dos personagens. No laboratório também é possível alocar Mana, que é adquirida ao evoluir, podendo aumentar especificamente uma estatística do personagem, e por fim, também é possível fazer a reencarnação (Reincarnate). Reencarnação é necessária para aumentar o máximo de níveis que suas unidades podem acumular, sendo que a cada reencarnação, mais o seu personagem pode evoluir, assim podendo chegar, assim como nos jogos originais, o LV 9999, mas não se preocupe, já que a cada reencarnação, seu personagem irá evoluir mais precisando de menos experiência, ou seja, será um processo mais rápido do que se imagina.

Por fim, também é possível acessar outras Facilities, sendo as outras também importantes o Nether Hospital, que assim como nos jogos da série, te recompensando por levar dano ou ter unidades derrotadas, e a Dark Assembly, na qual você pode pedir itens de customização, melhorias, ou bobos limitados, mas deve convencer os frequentadores do local subornando eles.

De fato, em Disgaea RPG não faltam opções de jogar, adquirir itens, ou melhorar seus personagens (sendo que eu nem falei de outras opções, como a Conquest Battle e a Overlord’s Tower, e ainda mais que podem ser desbloqueado ao progredir no jogo) mas não se preocupe!

Realmente, pode até parecer que é bastante coisa para lembrar, ou que progredir no jogo é algo muito cansativo e trabalhoso, mas isso não é verdade, já que, assim como nos jogos Disgaea, você não é obrigado a se utilizar de todas essas opções o tempo todo, você pode se divertir em quais você quiser quando você quiser, possuindo o seu ritmo, já que todas essas opções são ferramentas para você progredir e se divertir.

Por exemplo, se você estiver cansado de jogar a campanha principal, você pode ver quais campanhas de evento estão ocorrendo para se divertir nelas, se você está empacado, mas não consegue ou não quer ir nas Dark Gates, você pode ficar mais forte melhorando seus equipamentos no Item World, ou ir para o Netherworld History, onde as missões são mais suaves. “Variedade” é a palavra aqui, você tem várias opções e modos de jogo para jogar, mas todas elas podem te divertir ou te ajudar, só depende do que você quer fazer.

As várias opções de Disgaea RPG, por mais que possam ser muitas e complicadas a primeira vista, funcionam bem para o jogo, fazendo com que não só o jogador não se sinta muito entediado por fazer uma tarefa repetida, mesmo com o mesmo sistema de batalha sempre, como também dá a ele várias ferramentas para progredir, fazendo com que não seja difícil passar um bom tempo no jogo, ou melhor, até a barra de pontos de ação (AP) se esgotar, progredindo nas campanhas, nos eventos, tentando montar um bom time e por aí vai, há muito o que se fazer aqui, sendo esse até um diferencial bem interessante em comparação a outros jogos de celular que seguem seu estilo, fazendo essas adições vindas de Disgaea muito bem vindas aqui.

TRILHA SONORA

A trilha sonora de Disgaea RPG segue o mesmo estilo de todos os jogos da série, sendo boa e com um estilo próprio, o’que faz total sentido, já que na verdade, boa parte das músicas presentes são dos seus jogos de origem, tirando algumas poucas músicas originais que foram feitas para o jogo.

O interessante é que como cada um dos jogos da série possuem músicas e estilos diferentes, no geral a trilha sonora do jogo, por mais que traga poucas músicas novas aos fãs de longa data, consegue ter uma boa variedade de melodias marcantes.

Um detalhe bem legal em relação a música também, é que é possível desbloquear várias delas para o menu principal do jogo, como as músicas das bases dos personagens de cada um dos títulos, ou até mesmo outras, como o tema de abertura de Disgaea 2Sinful Rose”, que pode ser obtida em um evento.

No geral, a trilha sonora consegue sim ser boa e marcante, por mais que isso seja consequência de seus jogos de origem, e não necessariamente do jogo em si.

VISUAL

Também possuindo origens nos jogos anteriores, o visual de Disgaea é algo bem marcante na série pelo visual único, principalmente pelo design de personagens de Takehito Harada, artista veterano do mundo dos Games que já trabalhou em vários jogos, principalmente os da Nippon Ichi Software, além de claro, vários dos jogos anteriores de Disgaea, possuindo um estilo próprio e inconfundível, algo que se mantém presente aqui.

Assim como a trilha sonora, muitos dos elementos visuais, tirando algumas exceções, possuem origem nos jogos da série principal, como o retrato dos personagens, as animações, e muito mais, oque na verdade, é algo muito bem vindo aqui.

Os Sprites dos personagens são muito bem feitos, detalhados, e expressivos, possuindo todo o dinamismo dos jogos para a plataforma móvel, e claro, todos os ataques especiais extremamente exagerados também estão bem bonitos e bem presentes, por mais que um ou outro tenha sido adaptado para caber melhor nas telas de celulares, o’que não chega a ser um incômodo. Também adaptados são os cenários, que, por mais que também possuem suas diferenças, conseguem emular bem os locais dos jogos de console, e assim como é possível mudar a música da base principal, também é possível mudar o fundo da base, sendo as opções disponíveis, referências aos dos outros jogos.

No geral, o visual de Disgaea RPG não chega a ser impressionante, mas mantém o charme inconfundível dos jogos.

POSITIVOS VS NEGATIVOS

Agora, vamos aos pontos que podem desagradar  alguns jogadores.

Por mais que o jogo de fato traga muitos dos elementos e características dos jogos Disgaea, é inegável que Disgaea RPG possui muitas diferenças em relação aos jogos anteriores, sendo a maior delas a sua jogabilidade, que é completamente diferente do estilo tático da série, sendo um dos seus primeiros produtos a estrelar seus personagens em um RPG mais tradicional, não sendo impossível que fãs mais antigos dos jogos possam estranhar a primeira vista o novo formato, ou até mesmo rejeitar a ideia, já que é algo fora do que alguns estão acostumados, ou seja, por mais que isso não seja um problema, é totalmente compreensível (Na verdade, por mais que eu não possa afirmar com todas as palavras, eu especulo que o motivo dessa mudança é que, se o jogo fosse no estilo tático, ele poderia competir com outro jogo Mobile da Nippon Ichi Software que também estrela os personagens da série Disgaea, o Makai Wars, que foi lançado um ano antes de Disgaea RPG no Japão, e que possui sim um estilo de jogabilidade bem mais próximo ao tático da série, mas infelizmente, este jogo só está disponível apenas no Japão).

Mas, independente do motivo, eu gostaria de deixar bem claro que, o fato do jogo não ser no formato tático padrão não é um problema do jogo ou algo que possa vir a ser um problema, é somente algo que pode ser estranhado por alguns jogadores veteranos da série, tanto é que muitas das mecânicas dos jogos foram convertidas aqui, o’que ajuda a não causa tanta estranheza.

Falando nisso, por mais que seja algo bom que, de fato, muitas das mecânicas e elementos dos jogos foram parar aqui, eu senti falta de algumas, como por exemplo o Magichange, mecânica dos jogos que possibilitam os personagens monstros se transformarem em armas por tempo limitado, que podiam ser empunhadas pelos personagens humanóides, ou se combinar com outros monstros para fazerem armas ainda maiores. 

Também, por mais que eu goste das mecânicas que vieram para cá, e acredito que eles acertaram muito bem nisso,  acredito que algumas perderam um pouco de sua relevância quando comparadas as mesmas funcionalidades nos jogos táticos, como por exemplo o Lift e Throw, que nos jogos anteriores lhe ajudavam a melhor posicionar entre o cenário, o’que era bem útil, já que o espaço e posicionamento são relevantes nos jogos táticos, mas como aqui não são tanto, sua funcionalidade acaba sendo mais focada em proteger outras unidades, ou aumentar seu poder de ataque.

A história principal é engraçada, interessante, e divertida, como é de se esperar de Disgaea, mas vale notar que jogadores que não conhecem as histórias podem levar alguns leves Spoilers, por mais que o jogo te incentive a conhecer os outros títulos caso tenha interesse.

E falando na campanha principal, por mais que não seja um problema muito grande, a curva de dificuldade das fases pode se elevar bastante as vezes, o que pode ser um pouco frustrante caso você queira acabar com todas as missões rápido, ou não queira parar para evoluir seus personagens.

Por fim, vale notar que, querendo ou não, alguns dos elementos que são comuns em jogos Mobile se mantêm aqui, como o sistema Gacha para conseguir personagens, passes pagos que dão vantagens aos jogadores, missões e fases que possuem um limite de tentativas, dentre outros fatores. Lembrando que, mesmo com esses elementos presentes, é possível jogar o jogo de forma totalmente gratuita. 

OUTROS DESTAQUES

Algo que é impossível não destacar é que, como em boa parte dos jogos, o bom humor é muito presente aqui, com diversas piadas, quebras da parede, e muito mais.

Por mais que seja um lançamento bem recente no ocidente, o jogo já está presente a mais de um ano no Japão, e por mais que as duas versões possam sim ter as suas diferenças e características únicas, é possível ver um pouco do que pode vir no futuro ao vermos a versão japonesa, como personagens exclusivos para o jogo, e até mesmo colaborações feitas, como por exemplo a aparição dos personagens de Re:ZERO -Starting Life in Another World-  no jogo. Por mais que a versão japonesa não necessariamente confirme eventos e detalhes futuros que podem vir, não é impossível pensar que algumas coisas virão posteriormente.

Por fim, é notável que está havendo um esforço dos desenvolvedores e responsáveis pelo jogo no ocidente para estar próximo dos fãs, como por exemplo a interação com o Discord oficial do jogo, que é bem ativo, e até mesmo a Wiki feita por fãs pode ser acessada no site oficial.

CONCLUSÃO

Disgaea RPG pode até ser um pouco diferente dos outros outros títulos da série, mas ele certamente consegue trazer bem o seu nome aos dispositivos móveis, levando muito desse universo e adaptando tudo de forma coesa, fazendo deste um jogo que ainda se propõe a ser o Disgaea que muitos conhecem e adoram.

Se você já for um fã desses demônios, ou se tiver saudade dos seus personagens favoritos, vale a pena tentar esse jogo, eu recomendo, mas não é impossível você não gostar dele.

E, caso você seja um iniciante na série, gosta de jogos RPG para celulares, ou os dois, também recomendo! Acredito que também vale a pena tentar jogar esse jogo, que consegue ser bem divertido e único, trazendo bem esse universo aos celulares, mesmo que os outros jogos tenham sim uma jogabilidade diferente, e caso você tenha interesse em saber mais sobre esses personagens e suas histórias, os jogos são altamente recomendados!

NOTA

Narrativa:  4/5

Jogabilidade: 4,5/5

Visual: 4/5

Som: 3,5/5

Diversão: 4/5

GERAL: 4/5

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Fire Emblem Heroes: Um jogo estratégico pra qualquer celular! https://animesonlinebr.org/review/fire-emblem-heroes-um-jogo-estrategico-pra-qualquer-celular/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fire-emblem-heroes-um-jogo-estrategico-pra-qualquer-celular https://animesonlinebr.org/review/fire-emblem-heroes-um-jogo-estrategico-pra-qualquer-celular/#respond Sun, 18 Apr 2021 19:03:42 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20055 Oi! Eu sou a Kurodann, e no texto de hoje vim falar sobre um jogo que não sai do meu celular! O nome?

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Oi! Eu sou a Kurodann, e no texto de hoje vim falar sobre um jogo que não sai do meu celular! O nome? Fire Emblem Heroes!

Fire Emblem Heroes é um jogo estilo gacha e free to play, feito pela Intelligent Systems e Nintendo, para Android e IOS em 2017.


O jogo funciona da seguinte forma: Para enfrentar os  inimigos em um tabuleiro 8×6, os jogadores invocam personagens de qualquer jogo da série Fire Emblem. Para obter esses novos personagens você utiliza a moeda do jogo, que se chama “orb”. Você ganha orbs e outros itens, na primeira entrada do dia e quando cumpre missões no jogo! 

Os personagens possuem também uma cor no triângulo de armas, o triângulo de armas mostra as vantagens de uma cor sobre a outra. o vermelho leva vantagem sobre o verde, o verde sobre o azul e o azul sobre o vermelho. De fora desse triângulo de armas também há os personagens cinza, e personagens cinza não têm atributos de cor, então a regra das cores não se aplica a eles. Armas cinza incluem muitas armas especiais que podem causar efeitos diferentes!

Sim, é um gacha irresistível para um tempo onde todo mundo tá conectado o tempo inteiro! Se você gosta de exercitar o cérebro com estratégias e ama um jogo mobile, Fire Emblem Heroes é pra você, e aqui eu lhe digo o porquê:

1.  Um dos raros jogos de celular que não contém propagandas: Amparados por duas empresas de renome, o jogo te deixa despreocupado pra passar bastante tempo jogando sem ser interrompido por alguma propaganda (o que é bem raro na maior parte dos jogos de mobile hoje em dia)!


2. Existem vários modos de jogo dentro do próprio jogo: Além do modo estória e do coliseu, onde há as partidas ranqueadas do jogo, na aba eventos tem modos rotativos muito divertidos como o Peoes da Loki e a batalha tátil. Peões da Loki é uma batalha de autochess contra a Loki, uma das deusas mais carismáticas e queridas do jogo. e seguindo a regra dos autochess, você precisa de três personagem iguais para que ele avance o nível, se tornando assim mais forte. a regra do triângulo de armas também se aplica aqui, então fique atento para sempre movimentar seu personagem pelo tabuleiro para conseguir a vitória! 

A batalha tátil é um torneio musical, onde seguindo o ritmo das principais trilhas de todos os jogos Fire Emblem, você toca na tela para ajudar o seu time a combater os inimigos! 

3.Downloads com diferentes tipos de qualidade: mesmo que seu celular não seja o mais novo ou o melhor de processador, o jogo te permite 3 tipos diferentes de download, de baixa, média ou alta qualidade. é bom para economizar espaço e continuar se divertindo sem perder espaço pra algo importante no celular!


E então? Está preparado para entrar em vários universos com Fire Emblem Heroes? O jogo está disponível para iOS e Android! Depois me conta o que você achou!

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Tales of Crestoria: O mais novo conto está em suas mãos! https://animesonlinebr.org/review/tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos https://animesonlinebr.org/review/tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos/#comments Tue, 28 Jul 2020 19:00:00 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10899 Tales of Crestoria é o mais novo jogo Mobile da série “Tales of…”, também conhecida somente como “Tales”. A série Tales é bem

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Tales of Crestoria é o mais novo jogo Mobile da série “Tales of…”, também conhecida somente como “Tales”. A série Tales é bem antiga, tendo como o seu primeiro jogo “Tales of Phantasia”, que foi lançado somente para no Japão para o Super Nintendo, mas depois foi relançado para as Américas na sua versão de Game Boy Advance, para nós no entanto, o primeiro jogo da série foi Tales of Destiny, que foi lançado originalmente em 1997 no Japão, mas veio nos EUA em 1998.

Pode não parecer hoje em dia, mas a série Tales naquela época foi bem relevante no Japão desde o seu primeiro jogo, e isso se deve a vários motivos, desde a sua narrativa, como seu visual e estilo, que procuraram trazer uma aventura única e bem próxima aos animes daquela época, possuindo o carismático visual de Kosuke Fujishima, um ótimo elenco de voz, e até mesmo um tema de abertura, sendo esse último elemento bem raro para jogos no Super Nintendo na época.

Mas bem, desde aquele lançamento, anos se passaram, e a franquia conquistou o mundo, com cada história e elenco de personagens diferentes e super carismáticos, sendo esses os pontos mais fortes da série até hoje, mas ela também foi mudando conforme os anos, tanto em estilo quanto em jogabilidade, sendo até difícil dizer que o primeiro jogo faz parte da série hoje em dia, mesmo que vários elementos clássicos tenham se mantido.

Nesse ano de 2020, a franquia está completando seu aniversário de 25 anos, com vários lançamentos e novidades na porta, como o já anunciado ano passado, Tales of Arise, e mais recentemente, Tales of Crestoria, que depois de meses sendo adiado, finalmente está em nossas mão para podermos experimentá-lo, possuindo como proposta uma aventura única e original, que traz em sua narrativa os vários personagens da série Tales, sendo tanto um jogo Cross over, mas ainda sim com o mesmo padrão de história e de qualidade dos jogos Tales, e que pudesse ser aproveitado tanto por jogadores novatos, que nunca jogaram um jogo da série, como também para os veteranos, que a amam de paixão.

Mas Tales of Crestoria consegue mesmo cumprir essa promessa? Ele consegue mesmo ser um bom jogo da série, mesmo sendo Mobile? E também, agradar esses dois tipos de jogadores? Vamos descobrir!

Narrativa

A narrativa do jogo conta a história de Kanata Hjuger, um jovem simpático, sincero, com um grande coração e um enorme senso de justiça, que junto de sua amiga Misella, cuidam de um orfanato no vilarejo onde vivem, sendo esse o orfanato do vilarejo possuindo como dono o pai de Kanata, Cody, que é muito respeitado e admirado por todos, principalmente por Kanata.

Porém, em um certo dia, quando Kanata não estava conseguindo dormir em seu quarto, ele foi chamado por um dos garotos do orfanato, o Nash, que estava inquieto, e disse que precisava contar a verdade para Kanata. Ao chegarem no orfanato no meio da noite, Kanata descobre a verdade por trás do estabelecimento. Por trás dos panos de orfanato, o lugar na verdade traficava e vendia crianças, sendo o principal responsável por isso o seu pai, que ele tanto admirava. Em meio a raiva e repulsa que estava sentindo naquele momento, Kanata acaba, por impulso, assassinando seu próprio pai, com o intuito de salvar as crianças do orfanato, porém, ao fazer isso, a vila inteira julga Kanata como um criminoso, por ter assassinado alguém que todos viam com bons olhos e clamam pela morte dele. Em meio ao desespero e medo daquela situação, Kanata foge do lugar, e estava pronto para morrer pelos Enforcers, que são os responsáveis a dar a sentença de morte a aqueles que são julgados pela população, porém de maneira inesperada, um homem misterioso, Vicious, salva Kanata, e o concede um poder que surge do seu pecado e da sua vontade de viver, uma Blood Sin. Sem destino, o garoto resolve acompanhar Vicious em sua jornada, mas antes disso, eles resolvem fazer uma parada no vilarejo, para poderem descansar da noite cheia, porém, mal sabia, eles que muito mais iria acontecer naquele mesmo dia.

Esse é o começo de Tales of Crestoria, mas a história ainda garante vários momentos marcantes e divertidos ao decorrer dela, possuindo vários capítulos já no lançamento, mas ainda sim prometendo adicionar outros para continuar a história. Um ponto legal, principalmente para os fãs, é que além dos personagens novos, nesse começo já aparecem outros personagens mais antigos, como o Cress, do Tales of Phantasia, e a Milla, do Tales of Xillia, além de outros, mas não vou entregar essas surpresas.

Por fim, durante a história, também estão presentes Skits, que são conversas curtas entre os personagens que ocorrem na transição de um capítulo para outro, outra característica padrão da série Tales

Jogabilidade

A jogabilidade de Tales of Crestoria é simples e fácil de entender, principalmente se você já jogou um RPG Mobile, ou um jogo Gacha.

Aqui, diferente dos jogos da série Tales, que são Action RPGs, ou seja, RPGs de ação, no qual você tem controle livre do personagem e de suas ações, aqui os combates são em turnos, típicos de RPGs mais tradicionais, sendo os principais elementos que são relevantes nas partidas são, a ordem dos personagens no grupo, quando utilizar suas habilidades, e principalmente, o elemento de cada um deles, mas como assim “elemento”?

Sim, elemento, outro ponto que diferencia Tales of Crestoria dos outros jogos da série são os elementos dos personagens, aqui, cada personagem possui um elemento, que lhe dará uma vantagem ou desvantagem em luta, por exemplo, Sorey, o protagonista de Tales of Zestiria, foi caracterizado com o elemento vento no jogo, logo, ele terá desvantagem se entrar em combate contra monstros ou personagens do elemento terra, porém, ele terá uma vantagem significativa se lutar contra monstros e elementos do tipo água, por exemplo. Os elementos do jogo são 6, os 4 Água, Terra, Fogo, e Ar, e mais 2 elementos, Luz e Trevas, que diferente dos 4 elementos, que possuem vantagem em “círculo” (Água ganha de Fogo, que ganha de Terra, que ganha de Ar, e etc.) eles possuem vantagem e desvantagem entre si, sendo Luz eficiente contra Trevas e vice-versa.

Mas como você consegue esses personagens para montar o time? Então, ai está uma parte polêmica.

Tales of Crestoria utiliza o tão conhecido sistema Gacha, que é necessário tanto para conseguir personagens, como também para conseguir Memoria Stones, que são pedras que oferecem diversos atributos para o seu time.

Por fim, outros elementos que são típicos de jogos Mobile são as Quests especiais, e existem várias delas, desde Quests para evoluir seus personagens, conseguir Gald (O tipo de moeda padrão da série Tales) e também para evoluir os personagens e as suas Memoria Stones, além das Quests em Raid, em que são necessários vários jogadores para cumprir elas.

Trilha sonora e dublagem

Bom, por mais que a jogabilidade tenha saído diferente do padrão da série, algo que não saiu muito do padrão foi a qualidade de sua dublagem e trilha sonora.

Diferente dos jogos para consoles da série Tales, o jogo possui vozes somente em japonês, a língua original do jogo, mas o elenco dos personagens novos é excelente, sendo que todos já possuem bastante experiência na dublagem de animes e outros jogos, já os personagens dos jogos anteriores da série Tales, em sua maioria são dublados pelo mesmo elenco dos jogos e das animações originais, sendo raríssimas as exceções de uma troca de voz, o’que também é um ponto muito positivo, principalmente para os fãs que gostam e tem saudades das vozes originais.

Já sobre a trilha sonora, ela é ótima, principalmente para os padrões de jogos mobile, os temas, tanto os exclusivos modo história como os principais de batalha, chefes, e até mesmo do menu são muito bem feitos,e isso é muito bom, já que devido a natureza dos jogos de celular, essas músicas não podem cansar o jogador. Também dou crédito aqui a música de abertura do jogo, Mitsu to Tooboe (Ou “Howling for honey), pela banda Gesu No Kiwami Otome, que também é excelente, e falando na abertura…

Visual

Outro ótimo ponto de Tales of Crestoria é o seu visual.

O jogo segue o mesmo padrão de todos os jogos Tales, procurando trazer personagens estilosos e no estilo dos Animes, e como sempre, eles não fizeram feio.

No estilo e design dos personagens, a equipe foi composta de vários artistas talentosos, mas com certeza os nomes principais e mais chamativos são os de Miyuki Kobayashi, Daigo Okumura, e os veteranos da série Tales, Kosuke Fujishima e Mutsumi Inomata, que são responsáveis pelo design dos personagens e o visual da série há anos.

O jogo possui um visual 3D, e eles também não pecaram nessa parte visual, já que os modelos dos personagens são muito bem feitos e muito bem trabalhados, bem coloridos, cheios de detalhes, e bem fiéis aos seus jogos de origem.

Já o jogo também possui animações, e isso pode ser um ponto que divida os fãs, porque diferente de serem trabalhados pela Ufotable, que é o famoso estúdio de animação, que produziu as animações dos jogos mais recentes da série, dessa vez quem ficou por conta da animação foi o WIT Studio, que é sim tão bom quanto e também muito bem consagrado na produção e animação de Animes, mas ainda sim é um ponto que pode dividir os fãs. Eu pessoalmente amei o trabalho, a animação é muito bem feita e muito bem trabalhada, principalmente na sequência de abertura e nos momentos críticos da história, então acredito que nesse ponto, o jogo também não deixa a desejar.

Positivos VS Negativos

Mas agora, vamos aos pontos do jogo que não são tão agradáveis ou que deixam a desejar.

Bom, eu sei que são pontos podem ser óbvios, mas acredito que alguns deles ainda precisam ser ditos, tanto para os veteranos da série Tales, ou os que não estão acostumados com jogos Gacha.

A narrativa do jogo não está completa ainda, por mais que tenha uma boa porção de capítulos e bons momentos de história, ela ainda não está inteira ainda, e sinceramente, acredito que ela está só começando, já que o jogo promete ainda ter um bom tempo de vida.

No momento em que estou escrevendo essa matéria, o jogo é muito recente ainda, então ele não é livre de Bugs, erros e Glitches, pelo menos em minha experiência, houve diversos momentos de falha de conexão, dificuldade em acessar alguns menus, e casos em que o jogo sofreu “Crash” e teve que ser reiniciado.

Por mais que eu entenda e aceite o motivo, acredito que não vão ser todos os fãs que vão gostar da transição de RPG de ação para RPG de turnos, principalmente porque a série Tales desde sempre é reconhecida pela parte “ação” da fórmula, mesmo que já tenha tido vários Spin-offs que tenham mudado a fórmula antes.

O jogo não está localizado em português, normalmente, eu não vejo isso como um problema tão grande e necessário de destaque, já que infelizmente para nós do Brasil, é bem comum não terem jogos localizados em nossa língua, porém, já faz tempo que os jogos mais recentes da série estão sendo localizados com texto em português, ou seja, caso um fã que não saiba inglês queira jogar o jogo, ele pode ter um pouco mais de dificuldade para se divertir

No jogo, assim como em qualquer jogo Gacha, os personagens são divididos em raridade, sendo sempre os melhores e os favoritos dos jogadores, os mais raros, isso é até compreensível, porém, algo que eu realmente não gostei foi a limitação das Mystic Artes somente para os personagens mais raros, não só porque isso é uma limitação da mecânica pela raridade, como também as Mystic Artes sempre foram um ponto chamativo e muito legal da série Tales, logo, fazer uma barreira para quais personagens podem usá-la foi algo bem desagradável de ver.

Por fim, pelo menos na minha opinião, eu achei o custo para fazer a invocação dos personagens muito cara. Sim, eu entendo os jogos Gacha, e que é normal que esse custo seja alto e que a raridade dos personagens mais raros seja bem alta, mas sendo que em cada missão você só pode conseguir no máximo 30 Gleamstones, sendo Gleamstones a moeda necessária para fazer essa invocação, só para fazer uma é necessário jogar mais de 9 missões, isso se você não quiser pagar nada, claro, já que o custo mínimo de invocação é de 250 Gleamstones, e se você não conseguir o personagem que quiser, mesmo fazendo a invocação de 2,500 Gleamstones, que lhe garante um personagem SR ou SSR, é possível ter bastante frustração nesse processo.

Outros destaques

O jogo possui diversas referências a Tales, não só pelos personagens presentes, mas também em vários elementos, um exemplo disso é o fato de que, dependendo do time que você fizer, as comemorações de vitória serão interações entre os personagens no time, até mesmo personagens que não são do mesmo jogo.

Um ponto que eu achei bem legal, é que ao começar o jogo, você pode escolher seu personagem favorito da série Tales para ter no seu time, independente da raridade, e eu achei isso ótimo, já que em muitos jogos, é difícil você conseguir seu personagem favorito no começo, principalmente se ele for muito raro, fazendo com que muitos jogadores queiram começar de novo, com táticas conhecidas, como o “Reroll” por exemplo.

Os personagens mais raros, que são os SSR, diferente dos personagens menos raros, que são SR e R, possuem não só um Portrait do personagem, mas uma ilustração inteira, com plano de fundo e tudo mais, e todas elas são bem bonitas.

O jogo possui um mini glossário dentro dele, explicando cada jogo, animação, cada personagem e etc, e isso é um detalhe super legal, principalmente para os novatos que querem conhecer mais da série, ou dos personagens que estão aparecendo.

Conclusão

Tales Of Crestoria é bem divertido e engajante, para os padrões de jogos Mobile.

O jogo tem bom visual, boa trilha sonora e a jogabilidade não é ruim, mas o ponto que eu dou mais destaque é a narrativa, que sinceramente, nesse começo de jogo, é bem promissora, e acredito até mesmo que é digna de ser considerada tão boa quanto os jogos para consoles de mesa, com personagens bem divertidos e ótimos momentos, tanto de tensão, como de diversão e humor.

Se você é um fã da série Tales, acredito que você vai amar o jogo, mesmo ele sendo bem diferente, acredito que os pontos positivos dele são bem atrativos para os fãs da série, sendo um prato cheio para eles.

Mas, se você não for um fã da série, ou esse for o seu primeiro contato com ela, acredito que vale a pena experimentar um pouco, e caso você goste, recomendo ir atrás dos outros jogos também, mas saiba que, pelo menos em questão de jogabilidade, eles são bem diferentes desse jogo, sendo praticamente outro gênero.

Tales of Crestoria está disponível para IOS e Android.

Notas:

Gráficos: 4

Jogabilidade: 3

Diversão: 4

Som: 4

Narrativa: 4

Geral: 3,8

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Lista: 5 Gacha RPGs que você precisa conhecer! https://animesonlinebr.org/curiosidades/lista-5-gacha-rpgs-que-voce-precisa-conhecer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lista-5-gacha-rpgs-que-voce-precisa-conhecer https://animesonlinebr.org/curiosidades/lista-5-gacha-rpgs-que-voce-precisa-conhecer/#respond Tue, 21 Jul 2020 19:00:40 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10719 Todos nós adoramos jogos de celular, de fato, muitos deles podem até ser meros passatempos, mas outros conseguem nos divertir por horas, e

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Todos nós adoramos jogos de celular, de fato, muitos deles podem até ser meros passatempos, mas outros conseguem nos divertir por horas, e isso se deve ao fato que muitos deles possuem formatos viciantes e engajantes que misturam vários estilos. Outro fator interessante dos jogos Mobile são sua acessibilidade. Por mais que vários jogos sejam de graça, as empresas de várias maneiras, seja para o bem ou para o mal, tem como objetivo lucrar com seus jogos, seja por meio de propagandas em seus jogos, ou por transações neles, que são muitas vezes incentivados pelo sistema de Gacha.

Gacha é uma abreviação do nome Gachapon, que é um tipo de sistema muito comum no Japão,  onde o consumidor, para conseguir um colecionável que deseja, tem que colocar dinheiro em uma máquina, sendo que a mesma lhe dará uma das várias opções, sendo que você pode ter a desejada se tiver bastante sorte, algo bem similar as Loot Boxes que temos hoje em dia.

Esse sistema sem sombra de dúvidas é bem viciante, porque por mais que seja sim, uma barreira em que dependa pura e exclusivamente da sorte e dos recursos que você tem para gastar, você sempre vai querer tentar de novo e de novo, até conseguir oque você quer, sendo muitas vezes nos casos dos jogos, roupas, cores, ou até mesmo personagens para se conseguir.

Então, com o intuito de compartilhar bons jogos, principalmente os RPGs, venho trazer aqui, 5 RPGs no estilo Gacha que vale a pena conhecer!

Pokémon Masters

Bom, esse é provavelmente um dos mais conhecidos, Pokémon Masters!

Pokémon Masters é um jogo produzido pela DeNa, e publicado pela mesma, em parceria com a The Pokémon Company

A grande diferença e sacada de Pokémon Masters, é que diferente de vários jogos da franquia Pokémon, diferente de você ir atrás somente dos monstrinhos poderosos e diversos da franquia, você também coleciona os diversos treinadores, lideres de ginásio, e vários outros personagens do legado da franquia de Pokémon.

Além disso, o jogo tem uma história única, que junta os vários personagens diferentes da franquia em um grande torneio de trios, trazendo personagens novos e únicos para a franquia.

Pokémon Masters está disponível para Android e IOS

Epic Seven

Epic Seven é um jogo publicado e desenvolvido pela empresa Sul-Coreana Smile Megaport, empresa que por mais que não muito conhecida, tem em seu histórico vários jogos conhecidos, como Crossfire, Rogan, e Lost Ark.

A história do jogo é única, contando a história de Rulue e seus companheiros, enquanto lutam em uma guerra celestial.

Outros detalhes adicionais de Epic Seven, é que ele usa a Yuna Engine, que dá um visual encantador ao jogo. Além disso, há sempre uma colaboração diferente acontecendo no jogo, seja com outras franquia, como a série Guilty Gear, ou até mesmo outras mais inusitadas, como com a Youtuber japonesa Kizuna Ai

Epic Seven está disponível para Android e IOS.

SiNoAlice

SINoAlice, é um jogo bem recente para nós, porém ele com certeza é único.

O jogo foi lançado originalmente em 2017 no Japão, porém, somente esse ano que estamos finalmente podendo experimentar esse título, que foi produzido pela Pokelabo.Inc e publicado pela Square Enix.

A história do jogo é simples, em suma, diversas personagens dos contos, histórias, livros e narrativas clássicas, como a Alice de Alice no país das Maravilhas, ou a Branca de Neve, da clássica história Branca de Neve e os sete anões, ganharam vida em um mundo sombrio, onde seu objetivo é se matarem, até que a única personagem restante, possa trazer o seu escritor de volta a vida.

Além da narrativa interessante, e a ambientação sombria, um dos destaques é a sua produção, que inclui vários nomes, mas um dos principais é o de Yoko Taro, responsável por vários jogos, mas os mais famosos com certeza são o da série Drakengard e Nier, que tem como título mais recente Nier: Automata, e se você for fã, não vai querer ficar de fora.

SINoALICE está disponível para Android e IOS.

Grand Summoners

Agora, um jogo que, se você for fã de animes, você deveria conhecer é Grand Summoners.

Grand Summoners é um jogo publicado pela Good Smile Company, sendo produzido pela mesma em parceria com a Crunchyroll, sim, a mesma do serviço de Streaming, que traz para a gente um catálogo enorme de animes que tanto amamos.

Grand Summoners tem muitos pontos fortes, desde o visual, que é lindíssimo, super colorido, e com ótimas animações em Sprite, e também uma ótima trilha sonora.

Um dos destaques mais conhecidos do jogo são as suas colaborações, que sempre surgem para alegrar os fãs de animes, como por exemplo seus eventos em parceria com One Punch Man, Kill La Kill, Yu Yu Hakusho, e até mesmo a Crunchyroll-Hime, a mascote da Crunchyroll, já participou de eventos.

Grand Summoners está disponível para Android e IOS.

Tales of Crestoria

Por fim, temos um título muito recente, mas que promete ser bem promissor, Tales os Crestoria.

Tales of Crestoria é um jogo produzido e desenvolvido pela Bandai Namco, fazendo parte da série Tales, uma série de jogos Action RPG clássica, que traz bastante dos efeitos e do estilo anime aos jogos.

O jogo possui uma história única, que é bem profunda e divertida, além disso, ela traz personagens super carismáticos e divertidos. Mas não só isso, o jogo também faz Crossover com os vários títulos da série, sendo um prato cheio para os fãs.

Tales of Crestoria, por mais que seja um pouco diferente dos títulos da série principal, sendo um RPG por turnos ao invés de um de ação, ainda sim traz todos os elementos da série Tales em um jogo de celular, de maneira muito bem feita, não deixando a desejar em quase nada.

Tales of Crestoria está disponível para Android e IOS.

Bom, esses são apenas alguns jogos dos vários disponíveis para celular, que espero um dia comentar de novo com vocês.

E ai? Gostaram das recomendações? Acharam que algum jogo faltou? Por favor, compartilhe conosco as suas opiniões, elas são muito bem vindas, tanto para conhecermos melhor, como para compartilharmos bom jogos!

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