final Fantasy 7 - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 15 Jul 2021 15:49:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg final Fantasy 7 - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 5 Referências e homenagens a Final Fantasy em Final Fantasy IX (9)! https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-referencias-e-homenagens-a-final-fantasy-em-final-fantasy-ix-9/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-referencias-e-homenagens-a-final-fantasy-em-final-fantasy-ix-9 https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-referencias-e-homenagens-a-final-fantasy-em-final-fantasy-ix-9/#respond Fri, 16 Jul 2021 19:00:06 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=23042 Final Fantasy IX (9), por mais que não seja necessariamente o título mais famoso ou popular de toda a franquia Final Fantasy, com

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Final Fantasy IX (9), por mais que não seja necessariamente o título mais famoso ou popular de toda a franquia Final Fantasy, com certeza é especial.

Lançado no ano 2000, o título da ainda Squaresoft foi o último título da série principal para o primeiro PlayStation, que já estava sendo deixado de lado para a vinda do PlayStation 2, Final Fantasy IX trouxe um mundo fantasioso e mágico, que faz lembrar de alguns dos jogos antigos da série, principalmente do 1 ao 6, mas também possuindo um estilo e mundo bem diferentes de seus antecessores, 7 e 8, e isso faz sentido, já que Final Fantasy IX trazia a série de volta às suas origens, tanto em estilo como em temática, saindo da fantasia futurística dos dois jogos anteriores e voltando para a fantasia medial.

Não foi por acaso que esse retorno aconteceu, já que Final Fantasy IX de certa forma foi um título praticamente comemorativo da franquia, porque ele seria o último jogo da série principal a ter somente um dígito, e por ser um dos últimos jogos da franquia com o total envolvimento de Hironobu Sakaguchi na direção, mesmo que ele ainda tenha trabalhado com o nome Final Fantasy posteriormente. 

Logo, Final Fantasy IX resgata vários elementos dos jogos anteriores, e um detalhe que mostra toda a parte comemorativa do jogo, além dos já mencionados são as várias referências e alusões aos outros jogos da série Final Fantasy, sendo possível ver em várias partes do jogo diversas “referências” à franquia como um todo, seja em relação ao mundo, personagens, a história, é possível ver durante a jornada do jogo um pouco de cada Final Fantasy clássico neste título, e isso é bem legal, sendo bem divertido caçar e pegar esses detalhes, principalmente para os fãs da franquia que já jogaram alguns dos jogos anteriores, e eu gostaria de compartilhar algumas dessas referências com vocês! 

Então, em comemoração ao anúncio da animação de Final Fantasy IX, quero trazer a vocês 5 referências, homenagens e alusões a série Final Fantasy em Final Fantasy IX!

Mas antes, como sempre, é importante ressaltar que essas são só algumas das referências e alusões que podem ser encontradas dentro do jogo, ou seja, essa lista não contém todas as referências presentes, já que caso eu fosse trazer tudo aqui, essa lista ficaria gigante! Dito isso, é bem possível que você possa jogar o jogo e descobrir algo que não está nesta lista! (E também, nada impede de tocarmos neste tema no futuro!)

Por fim, é importante avisar que algumas dessas referências contém Spoilers! Não só de Final Fantasy IX, mas também de alguns detalhes dos outros, dependendo da referência.

Então finalmente, sem mais delongas, vamos lá!

O capuz de Garnet

Uma das cenas mais marcantes e icônicas do jogo é o seu começo, o plano de sequestro da princesa. Neste início é onde conhecemos nossos principais heróis, acompanhando o ponto de vista de cada um antes e durante essa fatídica noite que mudaria a vida deles para sempre. 

Durante esta noite em que Zidane e Blank invadem o castelo enquanto a peça “I Want to be your Canary” acontece no lado de fora, enquanto isso, Garnet se disfarça com um capuz branco para fugir do castelo antes que todos percebam o seu sumiço, até que, em sua fuga, ela é encontrada por Zidane e começa uma perseguição.

O detalhe aqui é que, o tal capuz que a jovem usa é um manto muito similar ao da profissão White Mage (Mago Branco), magos especializados na cura, sendo esse adereço simbólico para a classe desde literalmente o primeiro jogo, um detalhe até bem interessante, já que mais pra frente, Garnet, assim como os White Mages, ajudam o grupo com suas magias de cura.

Vale notar que essa não é a única referência ao visual clássico de uma classe, já que tanto Vivi como os Black Mages (Magos Pretos), possuem sua aparência fortemente inspirada no visual clássico do Black Mage, sendo essa referência algo muito bem claro não só porque os Black Mages recebem esse nome, como também sobre a função de Vivi no time, se utilizando de magias para atacar os inimigos.

O parceiro de Eiko, Mog!

Agora, vamos falar de Mog, a parceira de Eiko que acompanha a moça desde antes de conhecerem Zidane e companhia em Madain Sari, mas, se você já jogou outros jogos Final Fantasy, você provavelmente já ouviu sobre um Moogle com este nome!

Mog compartilha o mesmo nome que o Moogle que entra para o time dos heróis de Final Fantasy VI, algo que é até bem interessante, já que essa não é a única relação entre o sexto e o nono jogo envolvendo a personagem! Mesmo que de fato, eles não sejam o mesmo Moogle!

A partir daqui tem Spoilers, cuidado!

O outro detalhe que também acaba associando e relacionando a Mog com o FFVI é a sua forma como Eidolon, se revelando Madeen! Por mais que não seja algo tão claro, muitos enxergam uma relação entre Madeen e Maduin, o Esper de Final Fantasy VI, não só por serem importantes para a trama, como por possuírem uma importante relação com seus invocadores, além de que os nomes são um pouco parecidos não?

Por fim, vale lembrar que Mog também acaba fazendo uma referência ao minigame Mog’s House, de Final Fantasy VII (7), mas neste caso é mais provável que FFVII esteja fazendo uma referência ao VI, e não necessariamente o IX fazendo uma referência ao VII, por mais que isso acabe acontecendo devido ao uso do mesmo nome. Porém, um detalhe que pode sim ser referencia ao minigame é o fato de que nele, a comida favorita de Mog é uma Kupo Nut, detalhe esse que foi mantido em FFIX, sendo esse um dos alimentos favoritos dos Moogles!

O nome Garland

Final Fantasy IX

Um personagem que também não escapa de referências aos jogos anteriores é o antagonista Garland, e acredito que quem conhece bem a franquia já fica bem clara a referência. Para quem não sabe, Garland compartilha o mesmo nome do primeiro vilão de Final Fantasy, Garland, que mais tarde se tornaria Chaos no primeiro jogo! 

Mas como acredito que essa referência muita gente já conhece, então gostaria de adicionar outra aqui que talvez muitos não saibam, mas a nave de Garland é outro nome que também guarda uma referência, já que seu nome Invincible (Invencível), é o mesmo do barco voador utilizado pelos heróis de Final Fantasy III (3)!

O desafio de Ramuh

Ramuh

E voltando a falar de Eidolons, como não comentar sobre uma das invocações mais icônicas de Final Fantasy? Ele mesmo, o Ramuh!

A referência aqui está quando os heróis o encontram a tal figura, que para provarem a sua confiança a ele, ele propõe o desafio de encontrar partes de uma história e recitá-la a ele. E qual a referência? A história contada remete aos acontecimentos envolvendo o personagem Joseph, do jogo Final Fantasy II!

“Um cara de cabelo espetado”

Final Fantasy IX

Por fim, uma referência que com certeza é uma das mais conhecidas e lembradas!

Em Lindblum, assim como na maioria das cidades e vilas do jogo, é possível explorar, ir nas lojas, falar com os personagens que habitam o local e tudo mais, mas, algo curioso acontece em uma das interações dessa cidade. Ao visitar a loja de armas do local, é possível ver uma enorme espada pendurada na parede, e se você interagir com tal objeto, Zidane irá dizer “ I remember a guy with spiky hair who carried something like this” (“Eu lembro de um cara de cabelo espetado que carregava algo assim”) sendo essa uma provável referência a Cloud, protagonista de Final Fantasy VII, que é reconhecido por usar a enorme Buster Sword, e claro, pelo seu cabelo espetado.

Bom, são essas são algumas das várias referências, alusões, e homenagens que Final Fantasy IX faz a série Final Fantasy! De fato, essas são somente algumas, ou seja, é muito provável que ao você jogar, você possa captar várias outras pelo caminho, então, caso você queira compartilhar outras referências e curiosidades, é mais que bem vindo, e também, nada impede de falarmos de mais dessas referências no futuro, sendo sincero, eu adoraria! 

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Amor de Gamer para Gamer https://animesonlinebr.org/curiosidades/amor-de-gamer-para-gamer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=amor-de-gamer-para-gamer https://animesonlinebr.org/curiosidades/amor-de-gamer-para-gamer/#respond Wed, 10 Jun 2020 19:00:18 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=8990 Pense no seu primeiro amor, aquele te fez brilhar os olhos na primeira vez em que vocês uniram suas mãos. Esse amor, te

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Pense no seu primeiro amor, aquele te fez brilhar os olhos na primeira vez em que vocês uniram suas mãos. Esse amor, te levou para lugares nunca antes explorados, te apresentou seus amigos, que por sua vez, lhe contaram suas histórias. Esse amor, te fez chorar, dar risadas, compartilhou com você momentos de amor, angústia, medos e até mesmo testemunhar a morte.

Em meio ao caos, o amor faz seu papel: Unir pessoas, tribos e gêneros. Com os gamers não é diferente, e nessa semana que se comemora o dia dos namorados, tenho uma pergunta para você: Qual game, personagem, console ou história fez com que seu coração se transformasse em um coração gamer? Hoje vamos partilhar o amor de gamer para gamer

E hoje, não será o Luiz que vai trocar aquele papo de toda quarta com você aí do outro lado. Não, o Luiz vai trazer histórias diferentes, de pessoas diferentes, que quiseram compartilhar com você o amor de gamer para gamer que vocês têm em comum. Sente-se, prepare os lenços, talvez você precise e vamos começar.

Vamos começar com o Luan Ely, que falou diretamente para a indústria:

De gamer para gamer – Indústria

“Vídeo Games eu te amo. Falar que jogar é minha vida seria o resumo perfeito. Pois ao acordar penso em jogar, e vou dormir pensando que poderia jogar um pouco mais. Desde que me conheço por gente tem um controle na minha mão, e independentemente da plataforma o que importa é jogar, seja singleplayer ou multiplayer o importante é estar no mundinho. Seja na era medieval sombria em The Witcher, seja no velho oeste em Red Dead Redemption, nas loucuras online que GTA On-line pode te proporcionar, ou até a simplicidade, mas profunda de Journey. Vivenciar todas essas experiências é o que me faz ser um apaixonado por games das suas mais variadas formas.”

O amor de gamer para gamer ultrapassa gerações, como o exemplo de Rafael Tosi:

Mega Drive

Quatro letras, um mesmo sentimento.

Sou um jovem “tiozinho” que nasceu no início da década de 1980 e que teve o privilégio de experimentar os universos lúdicos dos jogos eletrônicos ainda novo. Aquelas telas coloridas dispostas em gabinetes de madeira se encontravam nos mais plurais e heterogêneos locais da cidade onde eu moro (São Paulo), acompanhando-me em vários dos destinos onde eu ia com o meu pai: lava-rápidos, botecos e shoppings centers.

Era muito comum encontrar amigos da escola com consoles e eu, particularmente, tive dois antes de descobrir minha primeira paixão da pré-adolescência. Em comum com o sentimento, a produtora deste console tem duas vogais e duas consolantes, assim como a palavra A-M-O-R. Também carrega em mim a mesma irracionalidade que todos os poetas já descreveram, uma vez que minha escolha pode ser desconstruída por diversos especialistas em seus mais racionais argumentos. Mas minha predileção pela SEGA e seu Mega Drive transcende as especificações técnicas e desemboca diretamente no coração.

Consoles em casa

Com a promessa de trazer os fliperamas para sua casa, a aposta da produtora japonesa foi a de captar a grande base de fãs de games como Golden Axe e Altered Beast para os consoles domésticos. Claro que eu, como fã de jogos cooperativos que eram sempre acompanhados de meu irmão mais velho, fui fisgado pela promessa de ter aqueles games tão legais na televisão de minha casa.

Como um jovem apaixonado, fiz promessas e sacrifícios para conseguir ganhar o tão desejado prêmio no natal. Era 1990 e abdicando dos meus presentes de aniversário e de Natal, associado com um desempenho escolar exemplar, eu e meu irmão fomos presenteados com o console retangular preto com bordas arredondadas. Assim como no amor, do sacrifício e esforço saíram a satisfação.

Naquelas letras A, B e C existentes no joystick, eu encontrei epopeias inteiras de resgate de animais de um cientista louco, uma corrida contra o tempo à bordo de uma Ferrari vermelha ou mesmo a destruição de uma organização criminosa que oprimia uma cidade. Nos cartuchos de Sonic the Hedgehog 1 e 2, Out Run, Streets of Rage 2, só para citar alguns, eu continuo mantendo viva aquela emoção de passar tardes acompanhado e fazer a manutenção do amor.

Amor de gamer para gamer

Transcendendo Gerações

Só que ao invés de ter um amor fraternal e ser o player 2 do meu irmão, hoje o amor transfigurou para o paternal e o segundo controle hoje pertence à minha filha. O amor, assim como a energia, é algo que não desaparece, mas sim, se transforma. Neste meu caso, ele não some, mas sim, se passa para a próxima geração. ”

Como dito no início, o amor pelos games nos levam a conhecer histórias, e no amor de gamer para gamer de Victor Hugo, ele fala quando conheceu seu herói:

Big Boss

Minha carta é dedicada ao médico que salvou a vida do meu herói, Big Boss, que por ventura acabou se tornando meu herói também junto com o próprio Big Boss, alguns já devem suspeitar que estou falando do Venom Snake e de como ele se tornou o homem que vendeu o mundo.

Eu estava lá te acompanhando em cada missão que você se empenhava pela reconstrução da Morther Base e do desejo de criar um mundo livre, e vi o quanto se esforçou e sofreu, mas o mais importante eu vi você morrendo aos poucos.

Deixando de ser alguém e se tornando apenas um fantasma de alguém que você amava, virando Phantom Snake. Mas para mim mesmo não sendo sua intenção, este foi um dos atos mais nobres que pude ver, pois mesmo ao descobrir a verdade por trás da sua falsa identidade, você continuou firme e mantendo o nosso sonho vivo, o seu, o meu e do Big Boss.

Eu sei como é duro perder tudo e as vezes até nos perder de nós mesmos. Mas você foi forte o suficiente para continuar e suas forças me deram forças para continuar também, a me descobrir novamente e entender que se eu quiser, eu posso ser uma pessoa melhor todos os dias, se eu quiser, eu posso ser também um Big Boss.

Eu sinto pena pela sua história, mas sinto orgulho de quem você se tornou, para mim você é o verdadeiro homem que vendeu o mundo, e com razão. ”

Nem sempre nossas vidas podem estar no melhor momento, mas é nessas horas que recebemos algo de entes queridos e nossas vidas ganham mais cores, é isso que Giselle Alves nos conta:

De gamer para gamer – Nintendo DSiXL

“Em 2011 pedi um Nintendo DS de aniversário, foi a primeira vez que meus pais puderam me dar um videogame. Ganhei um DSiXL porque XL era meu apelido na escola. Foi uma época difícil na minha vida, mas com esse DS tive centenas de momentos felizes, foi com ele que minha paixão por jogos realmente cresceu, conheci amigos preciosos graças a ele. 9 anos depois, ainda jogo com ele. Esse DSiXL sempre terá um lugar especial no meu coração. ”

Os últimos dois depoimentos, descrevem para seus jogos, o quanto eles foram importantes em suas vidas, jogos da mesma franquia, mas de numeração diferente. Vamos começar pela Thais Spierr e sua dedicatória à Final Fantasy VII:

Final Fantasy VII

“O jogo foi lançado em 1997 e, o meu primeiro contato com ele foi por volta dos anos 2000, quando eu tinha cerca de 5 anos de idade. Quando viajávamos, eu via meu irmão jogando, coisa e tal… naquela época de colégio, a gente ficava muito nessa de “você só pode jogar quando terminar o dever de casa”, esse tipo de coisa, sabe? Eu sempre via a galera mais velha jogando. Meu irmão, meus primos e não entendi muita coisa. […], eu era vidrada com Final Fantasy VII, por causa da trilha sonora. Porque, a trilha sonora de Final Fantasy VII, para mim, foi uma coisa muito marcante.

Então, meio que você acabando entendendo os contextos também das coisas por causa da música, sabe? Se uma cena era tensa, se uma cena não era tensa. Se a cena era bonita, ou não era bonita, você acabava matando a charada, bem ou mal, por causa da música. Porque, naquela época, não era todo mundo que entendia inglês.

Tifa

Então, comecei a ter mais noção do que realmente estava acontecendo no mundo de Final Fantasy. E foi amor à primeira vista. Aí, peguei para jogar e logo fiquei louca com a Tifa, porque eu achava que ela não era aquela personagem clichê. Que servia apenas como uma “muleta emocional”. Apesar de servir, sim, como uma “muleta emocional”, mas muito, além disso também.

Ela era uma baita de uma protagonista com senso de humor, sensibilidade, ela é forte, quer a vingança do jeito dela, quer ajudar os amigos do jeito dela. E aquilo, para mim, foi muito mais do que eu imaginava, era aquilo que eu queria ser. Era muito match com o que eu pensava, com as ideias que eu tinha dos meus amigos, se estou com eles, vou protegê-los até o fim, quero ser a melhor amiga ao máximo e não tenho vergonha de admitir quem são as pessoas que eu realmente admiro.

De gamer para gamer

Membros da Avalanche

Não apenas a Tifa, como também, o Barret, a Aerith, com o senso dela de “coração mole”. Eu acho que, todo o grupo avalanche, no geral, para mim, foi um baita de um marco. E, bem ou mal, você tem que pensar que, naquela época, os jogos não tinham fala, eram apenas quadrinhos. E, quando entendia alguma coisa, eu ficava emocionada. Inclusive, agora, estou quase morrendo ao falar sobre isso.

Porque, para mim, um depoimento sobre Final Fantasy VII é uma coisa muito particular, sabe?! Mexe com muita coisa e, eu acho que foi o meu primeiro baque, com jogos, no geral, foi quando a gente teve aquela cena emblemática com Aerith. Porque, até então, os jogos naquele momento não costumavam dar “cabo” em personagens, assim, de uma hora para outra, sabe?! E, aquilo me marcou muito. Porque fiquei me questionando “como assim?”. Esse tipo de coisa realmente acontece. Porque, bem ou mal, você levava aquilo para a vida. Os games eram uma espécie de refúgio, porque você sabia que aquilo não ia acontecer nos games, porém, passou a acontecer nos games também. Aquilo, para mim, foi um headshot, entende?

Crisis Core e Zack

Crisis Core eu o joguei logo no lançamento, porque assim, a gente fica sabendo mais do background do Zack. Da própria Aerith com o Zack e toda a história mais peculiar sobre Jenova e o próprio Sephiroth. […] depois de mais madura, eu decidi jogar novamente o Final Fantasy original. E, novamente, quando peguei para jogar de novo, foi mais um baque emocional. Bem maior do que eu poderia imaginar. Porque, aquele personagem que estava ao lado do Cloud, em certos momentos, você via o background dele, você via o sofrimento dele, tudo pelo que ele passou, sabe? Então, para mim, foi literalmente, um marco. ”

Matheus Lourenço comenta sobre seu amor em andar por Ivalice e como os games podem ser um refúgio poderoso em momentos de incertezas em nossas vidas:

Amor de gamer para gamer – Final Fantasy XII

“Junho de 2020, ao Final Fantasy XII.

Prezado, escrevo essas palavras e tenho ao fundo tocando sua trilha sonora, minha companheira de tantas horas. Esse som me faz lembrar de quando nos conhecemos. Sabe que esse ano completamos uma década da primeira vez que vi as memórias do Marquês e andei sobre Ivalice?

Nesses 10 anos você me acompanhou pelas minhas maiores dificuldades da adolescência, foi meu parceiro no momento de pensamentos sombrios e perturbadores. Afastou de mim o mal e me trouxe paz. Mais tarde, na faculdade, você foi meu parceiro durante a breve solidão, enquanto tentava me adaptar à nova vida, novos amigos, nova casa.

Me acompanhou pelas mudanças e novos ambientes e durante a dificuldade me ajudou, precisei vendê-lo para tratar de outros problemas, mas nunca desisti de você, nunca te esqueci e assim que pude eu comprei de volta. Dez anos se passaram, o mesmo console, o mesmo cd, o mesmo controle. Vários “saves”, centenas de horas.

Parte de mim nunca quis que a história terminasse, parte de mim se agarrou nesses bons momentos e memórias que tive ao seu lado. Talvez se eu salvasse Ivalice não haveria mais motivação para nos vermos de novo, talvez o fim desse jogo significasse um adeus a um de meus mais queridos amigos.

O final

Por um breve momento penso se é bobagem chamar um mundo virtual de amigo, mas afinal o que é um amigo? Não é alguém que participa da sua vida? Que te ajuda nos momentos de necessidade? Que escreve uma história ao seu lado? Sim, você é meu amigo. Enfim, em meio ao caos e o mundo conturbado que vivemos, decidi que era hora de derrotar a fortaleza de Bahamut e enfim ver seus créditos.

Amor de gamer para gamer

O final me emocionou e diferente do que pensei não trouxe um fim, mas sim um novo começo, nosso “new game +” começou e espero que ainda tenhamos muito pela frente. Encerro aqui com um muito obrigado por tudo. Atenciosamente, seu amigo de longa data. ” 

Com tudo isso que você leu acima, eu, agora sim o Luiz, queria te falar que toda forma de amor é válida nesse mundo. Nós gamers, não aceitamos nenhum tipo de preconceito diante de religião, tonalidade da pele, opção sexual nem nada do tipo. Muito menos temos preconceito se você joga no PC, em consoles de mesa, portáteis ou celulares, você é como a gente, partilha do mesmo amor e faz com que a indústria continue crescendo. Você não é diferente de ninguém.

E se quiser, a caixa de comentário será o seu espaço para compartilhar seu amor de gamer para gamer com a gente, ficaremos felizes de te “ouvir”.

Portanto, na próxima sexta, se puder partilhar o amor do seu jeito, o faça. Seja sozinho, em família, com os amigos (online, afinal #fiqueemcasa), ou com a pessoa que você ama. Feliz dia dos namorados, antecipadamente, aqui foi seu amigo gamer, Luiz.

Imagem principal por Letícia Mesquita

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Final Fantasy VII Remake: The Experience https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-vii-remake-the-experience/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=final-fantasy-vii-remake-the-experience https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-vii-remake-the-experience/#respond Thu, 07 May 2020 05:04:03 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=7951 Final Fantasy VII Remake arrived with huge expectation for all who loves the series or are willing to play it. And that’s no

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Final Fantasy VII Remake arrived with huge expectation for all who loves the series or are willing to play it. And that’s no surprise since Cloud’s journey is one of the most iconic in videogame history, wich brings the question: Final Fantasy VII Remake is so iconic as the original?

This text contains SPOILERS! Be cautious

Yes! We finally reached the end of this FFVII Remake special, and here we’ll talk about the game by publisher/developer Square Enix, signed by diretor Tetsuya Nomura, and released in April, 2020.

But, before we start, I wanna tell a little story. My experience with the original FFVII is really recent, because my, at the time, Playstation 1 never, literally, got trough the first frame of the game’s opening.

For that reason, years later, precisely in 2019, I got the opportunity to play the original game (using a speed up feature). I credit this as the fact responsible for FFVII not apearring in my list of favorites FFs.

That said, in terms of comparison between the original and the remake, everything’s still fresh in my memory. And here, I can atest: everything is the same, but (almost) all is different.

Shall we begin?

Final Fantasy VII Remake

Plot

Here we have the main turning point of FFVII Remake, the plot. Everything seems like the 1997 game. We’re presented to Cloud, Barrett, Biggs, Wedge, Jessie, and the gameplay, all revamped (we’ll talk about the gameplay later), and this is were the magic in FFVII Remake start.

Everything’s enchanting. Linear, but enchanting. And after the initial arc, and first Boss Battle, it’s time to explore “Upper Midgar” a little (let’s call it that way), and to meet the cornerstone of FFVII lore: Aerith.

And for that, let me get some help form the character’s american voice actress, Briana White.

“I was not prepared for this moment. Hearing my voice over work in the finished product for the first time… Pure magic.
(light spoiler warning) #FF7R”

Yes, Briana represents me in that moment, one of the most iconic in videogame’s history. And here as well, we get the first signs that the story will blow your mind.

Besides Aerith, we’re presented to the demented… wait! Whispers… ghosts that doesn’t look too friendly… and him. Yes, him. Sephirot (already?)!

Downtown Midgar

After the first act of action, we arrive in Downtown Midgar, home of the less fortunate in Midgar. And here is where you can explore one of the most incredible things in te FFVII Remake: the interactions.

Everything here is alive, all of the NPC’s chats can be heard during your stroll in the streets. And now, Cloud literally do his mercenary work and starts the game’s side-quests.

Works that make you go from point A to B are your missions here, and basically during all the game. But that’s just fine! Nothing is tiresome, and most times it brings some “human experience” about the place and the people who give said missions. That includes quests with your Avalanche (ecoterrorist group that fights world destruction)) colleagues. Jessie, Biggs and Wedge have all fundamental roles in the story, bringing more screen time to characters less explored in the past.

Final Fantasy VII Remake excels in stablishing powerful connections between the main characters and the player, making you care about’em in all moments of the game.

Holding a little about the story, since we can go with some heavy spoilers, let get to the point that made me more confortable in reviewing FFVI Remake.

Gameplay

For starters, FFVII Remake can show some hardships with its battle mechanics. But, in just a few moments of playing, the ATB (Active Time Battle) system is learned. Now, if you’re more experienced with the franchise games, you’ll easily fell that the combat brings together the best of Final Fantasy XIII and Final Fantasy XV and elevates it to max level.

All characters have unique characteristics and you won’t pass one minute without wanting to use all of them in battle, because it’s really fun. Even more, any weapon you acquire with a character grants an ample strategic fator, were your build can be created exactly like you wants it, something very similar to the Gambit System of Final Fantasy XII.

In a organic way, the fights, especially the boss fights, seem a lot of times like a dance, because of the character’s movements during their attacks. Strategy here is essencial, and it’s not because the game has “Hack and Slash” features that beating up all you see solves everything.

It’s good to metion that every battle is completely elevated to epic levels thanks to Nobuo Uematsu’s compositions. The legendary japanese songwriter has in his resumee nothing more than fourteen of the serie’s titles, beginning in 1987, where he worked in the first Final Fantasy game.

Negative Points in Final Fantasy VII Remake

Well, not everything is a bed or roses in FFVII Remake. Even tough only a few, they exist. The battle system itself shows a lack in sync with the game’s camera numerous times, especially when fighting in more narrow locations, like the sewers act, or to have enemies flying in the scenario. Nothing that disturbs the adventure, but is worth to note it.

Talking about scenarios, that’s a huge problem in FFVII Remake, alongside some graphics. There will be times where you’ll be in awe with the ample vision and the details added in all of the maps you come across, and yes, they sure are pretty. But certain details are somewhat lackluster, like doors, windows and tables the aparently are not well made, without the polishing expected to be shown in a game of the current generation.

And let’s not forget about the two summons you should acquire during gameplay, but have simply been put on sale, when there could have been more interesting ways of getting them. Things like that, wich should be obtained by the players efforts, are now simply put as pre-sale bonuses.

However, I want to highlight the real problem in the game, alas not only in the game, but in Square Enix as a whole: the lack of communication with the players about the next parts of the Remake. Some might say that “not even they know”, but, come on! The company who’s been working in this game for years really doesn’t know, or don’t want to say when the next part is coming out? Please.

Conclusion: Final Fantasy VII Remake fulfill its job?

It’ normal to be skeptical when a remake of na old game is announced. Questions like “will it be good?”, “they will maintain the essence of the original?” can appear. But, FFVII Remake answer this aforemented questions masterfully. However, it leave others in the way that we’ll only know when the next parts come to our hands.

If you’re a Final Fantasy enthusiast, but never played, I recommend this game without a shadow of a doubt. It is a amazing entryway to the franchise, but know that you’ll take long to find answers (and talking about it, if you go to the original to search for answers, know that you will only come out with more questions). After all, “the journey to the unknown will continue”.

But if you’re na old-timer on the series, and didn’t have the chance to play FFVII Remake, what are you waiting for?

Final Fantasy VII Remake fulfill its job of retelling in epic fashion the events of its predecessor, but getting to do it in its own way. It desserves all compliments, and its legay, like the original, will be remembered for generations to come as one of most outstanding stories in videogame’s history.

Final Fantasy VII Remake

Grades:

Graphics: 5/5
Gameplay: 5/5
Fun Factor: 5/5
Sound: 5/5
Plot: 5/5
Final Grade: 5/5

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Final Fantasy VII Remake: A Experiência https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-vii-remake-a-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=final-fantasy-vii-remake-a-experiencia https://animesonlinebr.org/review/final-fantasy-vii-remake-a-experiencia/#respond Wed, 06 May 2020 19:00:30 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=7880 Final Fantasy VII Remake chegou com a expectativa alta para todos os que gostam da série ou tem curiosidade em jogar. E não

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Final Fantasy VII Remake chegou com a expectativa alta para todos os que gostam da série ou tem curiosidade em jogar. E não é por menos, a jornada de Cloud é uma das mais icônicas dos vídeos games e a pergunta que fica é: Final Fantasy VII Remake é tão icônico quanto o original?

Esse texto contém spoilers! CUIDADO!

Sim! Chegamos ao final desse especial sobre Final Fantasy VII Remake. E aqui, falaremos sobre o jogo da Publisher/desenvolvedora Square Enix, assinado pelo diretor Tetsuya Nomura e lançado em Abril de 2020.

Mas antes de começar, quero contar uma breve história: Minha experiência com o FFVII original é bem recente. Por motivos básicos que meu, há época, Playstation 1 não passava, literalmente, do primeiro frame de abertura do jogo.

Por conta disso, anos mais tarde, precisamente em 2019, tive a oportunidade de jogar o original (usando a ferramenta de aumentar a velocidade). Atribuo o fator acima como o responsável por FFVII não estar na minha lista dos favoritos da franquia.

Dito isso, no que se refere à comparação entre o FFVII original e o Remake está fresco na minha memoria. E aqui, eu posso afirmar: Está tudo está igual, mas quase tudo diferente.

Vamos começar?

Final Fantasy VII Remake

História

Aqui temos o principal divisor de água de Final Fantasy VII Remake, a história. Tudo parece igual ao jogo de 1997. Somos apresentados à Cloud, Barret, Biggs, Wedge, Jessie e a jogabilidade, todos repaginados (jogabilidade vamos falar mais para frente), e aqui é onde a mágica de Final Fantasy VII Remake começa.

Tudo é encantador, linear, mas encantador. Após todo o arco inicial, e a primeira boss battle, vem à hora de explorar um pouco de Midgar Superior (vamos chamar assim), e conhecer a peça fundamental do lore de Final Fantasy VII: Aertih.

E para isso, eu vou recorrer à ajuda da dubladora americana da personagem, a atriz Briana White:

Sim, Briana me representa nesse momento, pois é um momento marcante da história dos games. E aqui, bem, aqui também podemos ver os primeiros indícios que a história vai te deixar maluco.

Além de Aerith, somos apresentados aos dementado… pera! Murmúrios! Fantasmas que aparentam não ser tão camaradas assim, e a ele.. sim… ele.. Sephiroth! (Mas já?)

Midgar Inferior

Passado todo o primeiro de ação, chegamos a Midgar Inferior, lar das pessoas com menos recurso de Midgar e é aqui onde você pode explorar uma das coisas incríveis do remake de Final Fantasy VII: As interações.

Tudo aqui é vivo, todas as conversas de NPC’s são escutadas durante seu passeio pelas ruas da cidade. E agora, Cloud faz literalmente seu trabalho como mercenário e começa as side quest’s do jogo.

Fazer coisas que te fazem ir do ponto A ao ponto B são as suas missões aqui, e basicamente no jogo todo. E está tudo bem! Nada é cansativo e muitas vezes trazem uma experiência humana sobre o local e as pessoas que tão tal missão.

Inclusive missões com seus companheiros da Avalanche (grupo eco terrorista que luta contra a destruição do mundo). Jessie, Biggs e Wedge têm papeis fundamentais na história e trazem espaço maior para personagens poucos explorado no passado.

Final Fantasy VII Remake consegue estabelecer fortes conexões entre os personagens principais e ao jogador. Fazendo com que você se importe com eles em todos os momentos.

Parando de falar um pouco sobre história, que podemos entrar em spoilers pesados, vamos ao ponto que me deixou mais tranquilo de avaliar em Final Fantasy VII Remake:

A Jogabilidade

Para quem é mochileiro de primeira viagem, Final Fantasy VII Remake pode apresentar complicações com a mecânica de batalha do jogo. Porém em poucos momentos durante a gameplay o sistema de ATB (Active Time Battle) é logo aprendido. Agora, caso você seja experiente com jogos da saga, facilmente sentirá o combate que soma o melhor do Final Fantasy XV e Final Fantasy XIII e é elevada a máxima potencia.

Todos os personagens contam com suas características e você não consegue passar um minuto sem querer jogar com algum deles durante a batalha, pois é tudo divertido. E além de tudo, qualquer arma que você adquire com tal personagem, garante um fator estratégico amplo, onde sua build pode ser montada exatamente da forma que você quiser. Algo muito semelhante inclusive ao sistema  Gambit de Final Fantasy XII.

De forma orgânica, muitas vezes as lutas, em especial contra os chefes, soam como uma dança pela movimentação dos personagens durante seus ataques. Estratégia aqui é essencial, e não é porque o jogo tem características de “Hack and Slash” que a porrada resolve tudo.

Vale ressaltar que toda batalha é essencialmente elevada ao tom de épica graças às composições de Nobou Uematsu. O lendário compositor japonês tem em seu currículo nada mais que quatorze jogos da franquia desde 1987, onde trabalhou com o primeiro jogo de Final Fantasy.

Pontos Negativos de Final Fantasy VII Remake

Mas nem tudo são flores na vida de Final Fantasy VII Remake. Apesar de poucos, eles existem. O próprio sistema de batalha demonstra uma não sincronia com a câmera do jogo por diversas vezes, principalmente nos confrontos em lugares mais apertados, como na parte do esgoto, ou inimigos que voam no cenário. Nada que atrapalhe a aventura, mas é bom deixar registrado.

E por falar em cenários, um grande problema FFVII Remake, seja os gráficos. Por vezes você fica deslumbrado com a visão ampla e os detalhes adicionados em todos os mapas nos quais você passa, sim, são lindos. Mas certos detalhes deixam a desejar como portas, janelas e mesas que aparentam estar bem mal acabadas, não se tem aquela polida que um jogo da atual geração deveria apresentar.

Sem contar dois summons que você deveria adquirir durante a jogatina, mas eles simplesmente são colocados à venda, sendo que poderiam ter sido mais explorados para que você os consiga. Coisas que deveriam ser obtidas pelos jogadores pelo esforço, hoje são vendidas em pré venda.

Entretanto eu quero destacar o real problema do jogo, aliás, não do jogo, mas sim da Square Enix. A falta de comunicação para com os fãs sobre as próximas partes do Remake. Muitos podem dizer “A, mas nem eles sabem”. Vamos lá, se a empresa vem trabalhando nesse jogo há anos, realmente ela não sabe, ou não quer dizer que sabe quando sairá à próxima parte? Por favor.

Conclusão: Final Fantasy VII Remake cumpre seu papel?

É comum estarmos céticos quando um jogo antigo é anunciado, dúvidas como: “Será que vai dar bom? Vão manter a essência do original?” São normais de surgir. Mas Final Fantasy VII Remake responde as perguntas acima com maestria. Entretanto, deixa um caminho de outras que só saberemos quando as próximas partes estiverem em nossas mãos.

Se você é um entusiasta de Final Fantasy, mas nunca jogou, eu indico sem sombra de dúvidas esse jogo. É sim uma bela porta de entrada para a franquia, mas saiba que vai demorar em você obter respostas, e vou te falar, se você buscar respostas no original, saiba que você só sairá com mais. Afinal, “A jornada desconhecida vai continuar”.

Mas caso você seja velho de guerra com a franquia, e ainda não teve a chance jogar, tá esperando o que?

Final Fantasy VII Remake cumpre seu papel de recontar de forma épica os acontecimentos de seu antecessor, mas sem deixar de tomar seu próprio rumo. Merece todos os elogios e seu legado, assim como o original será lembrado por gerações como uma das mais belas histórias do mundo dos games.

Final Fantasy VII Remake

Notas:

Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 5/5
Nota Geral: 5/5

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Quando o assunto é Final Fantasy, meu coração bate de forma diferente. E não é por menos, ao longo desses anos como gamer, já tive contato com alguns títulos da Square Enix.

E por isso, decidi fazer um especial com três partes sobre Final Fantasy até a culminação de tudo isso que será o “Review sobre o último e mais novo capitulo da série.

Final Fantasy VII Remake – A experiência” virá em breve.

1 – Final Fantasy Tatics

Ahhh, o primeiro a gente nunca esquece! Sim, Tatics foi à porta de entrada para esse mundo. Cheio de fantasia (desculpa, não resisti), tramas envolventes, jogabilidade diferente, divertida e claro CHOCOBOS dos mais diversos tipos. Chocobos são vida!!

Chocobos

O jogo Spin Off da Square Enix veio para o Playstation 1 no final dos anos 90. E consigo uma história onde o embate territorial entre os reinos de Ivalice e Ordalla.

Ramza, nosso protagonista, ex-membro da realeza e agora mercenário, desceu de seu posto com a consciência de quem ele realmente deveria proteger.

A partir desse momento, Tatics te apresenta um roteiro baseado em politicagem e reviravoltas.

Se você é um amante de RPG, pode até travar no que se refere à jogabilidade, porém, vale e muito a pena olhar para esse título com grande carinho.

Final Fantasy Tatics

2 – Final Fantasy VIII

Squall (o melhor personagem da franquia, me julgue), por que seu jogo é tão complicado??

Final Fantasy VIII é de longe um dos jogos mais complicados por conta do seu sistema único de evolução. Não importando o quão forte você fique nunca será o suficiente para alcançar seus objetivos.

A história aqui pode parecer um pouco mais simples, mas nem tanto. Tudo começa no Colégio Múltipla Escol… Não, pera! Eu quis dizer Balamb Garden!

E conta com a aventura de Squall, Zell e Selphie (seu time “inicial”.) em busca de suas licenças provisórias para se transformarem em SeeD’s. Seed’s são em resumo, mercenários que quando formados, são enviados em missões especiais ao redor do mundo. Sim, é isso mesmo, alunos que se formam e viram mercenários. Loucura? Talvez, mas é das boas.

Só que é muito mais complexo do que isso ao longo da histórias, personagens vem e vão, a história vai (literalmente) para o espaço e isso tudo se torna a experiência mais gratificante de uma criança que a cada final de CD ia lá comprar um novo.

E no final das contas não terminou o jogo nem depois de velho       ¯\_( ͡❛ ͜ʖ ͡❛)_/¯.

Final Fantasy VIII

3 – Final Fantasy XII

Chegamos ao Vaan.. E no meu trauma dá pré-adolescência.

Sim, é isso mesmo. Meu caso com Final Fantasy XII é uma história longa de exatos três anos, mas será contada em outra oportunidade.

Minha relação com FFXII, eu devo admitir, foi incrível. A mudança no sistema de batalha do jogo me deixava pirado e vibrado de tão WOW que era aquilo. Inimigos apareciam na sua tela sem nenhum corte para telas de batalha ou algo do tipo, tudo, absolutamente tudo estava acontecendo em tempo real na sua tela.

Nota: Ver um dinossauro gigante dando 9999 de hit no meu personagem também era maneiro e assustador (alô Capcom, manda ai um Dino Crisis para a galera).

A história de FFXII trás consigo outra briga política entre dois reinos e no meio dele, Dalmasca sofre as consequências dessa batalha. E é ai que somos apresentados à Vaan. Um garoto de rua que sonha em ter sua Airship (ou aeronave), ser um pirata dos céus e viajar pelo mundo.

Vale ressaltar que FFXII voltou aos holofotes após ter seu relançamento em 2017 para PC e 2019 para os consoles. Uma serie de melhorias foi adicionada, então, você pode aproveitar essa aventura incrível.

Final Fantasy XII

4 – Final Fantasy XIII

Lightning é uma personagem subestimada e vocês não estão preparados para essa conversa.

Máquinas tocando o terror num mundo eles governavam? Isso é Exterminador do Futuro ou Final Fantasy?

Os fal’Cie, como eram conhecidos esses seres foram criados por um ser ainda mais superior que imbuído de poderes divinos e malignos. Esses fal’Cie de Pulse foram despertados e chegamos à colônia espacial de Cocoon, onde os seres humanos começam a ser expurgados e se dá a guerra de transgressões entre os fal’Cie de Pulse e Cocoon.

Após essa guerra, Cocoon cresceu após 13 séculos e teve que encarar o fato de um fal’Cie traidor despertar os fal’Cie de Pulse e coube a força tarefa do grupo “NORA” de parar com a put*&¨%$#.

E é ai que somos apresentados à nossa heroína e seus companheiros. Lightning, Sazh, Hope, Snow e Fang são conhecidos como os “escolhidos” dos fal’Cie de Cocoon e carregam marcas em seus corpos, que os classificam agora como I’Cies.

Final Fantasy XIII

5 – Final Fantasy XV

Por quê me fizestes chorar, Noctis?

Final Fantasy XV teve como papel mostrar o poder da série para os consoles da geração atual. E a Square Enix tratou de fazer isso de uma força espetacular. Um mundo vivo, onde as coisas acontecem diante dos teus olhos, e quando não acontece, você tem motivos para encostar seu Regalia no acostamento e simplesmente admirar a vista.

Final Fantasy XV conta com um sistema de batalha muito mais avançado e limpo do que seu antecessor, Final Fantasy XIII (O XIV é online, então vou “desconsiderar”). O que torna a curva de aprendizado muito mais fácil e intuitiva.

Sobre a história, Noctis é o príncipe do reino de Lucius e parte em uma viagem para encontrar sua prometida amada, Luna. A relação de Noctis com cada um de seus amigos, Prompto, Gladius e Ignis é o que torna o jogo tão maravilhoso e certas escolhas te fazem desabar diante do seu joystick.

Final Fantasy XV

Menção Honrosa

Final Fantasy Brave Exvius é um jogo mobile e gratuito desenvolvido pela Alim e distribuído pela Square Enix. Aqui, você joga com Rain, Lasswell e Fina, responsáveis pela proteção dos Cristais de Lapis. E para isso eles contam com ajuda, e essas ajudas são fruto de desbloqueio com a moeda do jogo. É um bom modo de conhecer o universo de Final Fantasy, caso queira jogar.

E ai, já jogou ou tem vontade de jogar algum título nesta lista?

Rinoa

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Por que já não existem tantos jogos demo? https://animesonlinebr.org/curiosidades/por-que-ja-nao-existem-tantos-jogos-demo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-ja-nao-existem-tantos-jogos-demo https://animesonlinebr.org/curiosidades/por-que-ja-nao-existem-tantos-jogos-demo/#respond Fri, 03 Apr 2020 18:59:04 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=7050 Recentemente foi liberado ao público a demo do game Resident Evil 3 Remake e anteriormente também havia sido liberado a demonstração de outro

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Recentemente foi liberado ao público a demo do game Resident Evil 3 Remake e anteriormente também havia sido liberado a demonstração de outro Remake, Final Fantasy 7 Remake.  Não estava com uma grande empolgação para esses games,  houve uma época que vivia empolgado com trailers, vazamentos de informações e previas de games que eu gostava, principalmente continuações ou Remakes de jogos que eu amo, mas esse tempo passou, o chamado “Hype” já se tornou algo que tento afastar,  em busca de obter uma visão mais crítica e analística sobre os meios que eu consumo. Ter uma visão pragmática sobre um determinado assunto pode ser essencial para se obter uma crítica de maior qualidade. Embora muitos podem argumentar que não existe imparcialidade e que toda crítica é valida, vale lembrar, que alguns críticas tem sim mais argumentos válidos do que outras e portanto maior valor na hora de apontar melhoras para uma obra, sendo narrativas como em livros ou em jogabilidades como em vídeo games.

Mas o que esse assunto tem haver com Demos afinal de contas ? Os Demos (Demonstrações) assim como os trailers de games, tem como objetivo principal promover  esse chamado “Hype“. Embora o termo seja comumente utilizado para denominar um produto que gera altas doses de expectativa a verdade é que muitos que utilizam não conhecem o significado real de tal palavra.  “Hype” é uma derivação da palavra em inglês Hyperbole que no Brasil se traduze como Hipérbole que significa exageração, em outras palavras dar mais valor ou menos valor a algo do que realmente tem, uma característica bem parecida com a supervaloração.

 

Muitas pessoas utilizam mau o termo dizendo que sentem muito “Hype” quando na verdade acabam admitindo que estão dando mais valor a um produto do que ele realmente tem. E é através desses princípios de Hype que o mercado funciona, através de seus trailers, comerciais, entrevistas e demonstrações querer que o produto vendido tenha muito mais valor do que realmente é. Não apenas querem te vender um produto, querem que você trate desse produto como algo essencial na sua vida.  Promover o Hype não importa onde eu veja acaba sendo algo negativo, embora seja essencial no mundo das vendas promover o Hyper para si mesmo pode ser algo negativo para algum resenhador ou consumidor de jogos. Se você promove um Hype muito positivo existem chance desse Hype não ser atendido, se você promove um muito negativo existem chances de se irritar da mesma maneira mesmo com um produto que acabe sendo de qualidade.              O Hype é uma sensação momentânea, por isso críticas de jogos em seus lançamentos sempre acabam sendo mais imprecisas. Uma semana para resenhar um jogo não te dará tempo de analisar toda a profundidade de um jogo que dura horas, nem perceber os nuances do desenho de níveis nem explorar com precisão todas as mecânicas e ainda por cima não da tempo de te tirar do sentimento de Hype, podendo ver de forma positiva um jogo inferior somente por ser uma continuação de algo que você gosta.

Os Demos assim como os trailers foram projetados com o objetivo de te gerar uma quantidade de Hype, por isso na sétima geração, com a conexão na internet dos consoles,  uma quantidade gigantesca de Demos foi produzida.  Eu me lembro de eu comprando um Xbox 360 pela primeira vez e não tendo dinheiro para comprar jogos, por isso passava horas e horas jogando as centenas de Demos disponíveis no console.  Mau as empresas sabiam que isso poderia ser um verdadeiro tiro no pé. A intenção era criar uma adaptação da publicidade do cinema dos Trailer para os consoles, como o cinema é um meio áudio visual não interativo, apenas os trailers podem funcionar bem mas para passar uma mesma sensação no mundo dos games era necessário fazer com que o jogador no mínimo entenda sobre as mecânicas do jogo. Diferente de um filme o mais importante não é somente a experiencia áudio visual, a essência do jogo está na experiencia interativa.  Um jogo bonito com péssimas mecânicas é um péssimo jogo. Por isso para manter o Hype sem risco muitas empresas preferiram parar com os Demos e assim enganar o consumidor com o Hype com mais facilidade.

Os jogos dos dias de hoje se focam em ser cada vez mais como filmes, criando cinemáticas próprias, gráficos bonitos e afastando o máximo do jogador do que é importante nos jogos que são a jogabilidade, mecânicas e desenhos de níveis. O consumidor fica iludido com o áudio visual   a ponto de deixar o interativo como segundo plano.  Por isso são se fazem tantos Demos, é necessário que o consumidor se perca na ilusão, experimentar a jogabilidade é perigoso para isso. O jogador fica cada vez mais afastado das mecânicas gerando uma ilusão de Hype prejudicial.  O Demo é algo que entrega o jogador o real valor do jogo, não os trailers, não as entrevistas e sim o Demo. O jogador precisa experimentar o jogo de verdade para sentir e isso pode quebrar a ilusão de muitos jogos que se promovem mais pelo visual que pelo jogo em si.

Mesmo eu não estando em um Hype por Resident Evil 3 e Final Fantasy 7 ambos Remakes após experimentar seus demos e sentir sua jogabilidade criei certa expectativa do potencial de explorar tais mecânicas com mais profundidade nesses games, porém não posso dar um pensamento critico sem experimentar o jogo assim como ele é, já que Demos assim como peças publicitárias são lotados de ilusões para enganar o consumidor. Negar ao consumidor o Demo é negar ao comprador a oportunidade de saber com precisão o que está sendo vendido, por isso infelizmente , apenas alguns jogos que realmente os desenvolvedores acreditam no potencial de suas mecânicas tem seus Demos disponíveis. Não seja enganado pelo “Hype”.

 

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