Filme Anime - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 23 Mar 2023 14:14:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Filme Anime - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Há 6 anos, o filme Kuroko’s Basket Last Game era lançado. Você sente falta da geração dos milagres? https://animesonlinebr.org/anime/ha-6-anos-o-filme-kurokos-basket-last-game-era-lancado-voce-sente-falta-da-geracao-dos-milagres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ha-6-anos-o-filme-kurokos-basket-last-game-era-lancado-voce-sente-falta-da-geracao-dos-milagres https://animesonlinebr.org/anime/ha-6-anos-o-filme-kurokos-basket-last-game-era-lancado-voce-sente-falta-da-geracao-dos-milagres/#respond Thu, 23 Mar 2023 13:30:25 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35203 Aproveitando que estou nostálgica, hoje quero trazer uma indicação de um filme que neste  sábado (18/03) completou seis anos:  “Kuroko’s Basketball the Movie:

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Aproveitando que estou nostálgica, hoje quero trazer uma indicação de um filme que neste  sábado (18/03) completou seis anos:  “Kuroko’s Basketball the Movie: Last Game” Se você não assistiu a série de anime recomendo que você faça isso , pois o impacto faz muita diferença, principalmente no quesito nostalgia.  A série de Kuroko no Basket contou com 3 temporadas (totalizando 75 episódios) que adaptaram o mangá de Tadatoshi Fujimaki, (a primeira temporada foi transmitida de Abril a Setembro de 2012, uma segunda temporada estreou em Outubro de 2013 tendo terminado em Abril de 2014 e uma terceira de Janeiro de 2015 a Junho de 2015 ). Para mim ele é sem dúvida , um dos melhores do gênero de esporte.

Sinopse

Depois que Kuroko e Kagami entraram no segundo ano do ensino médio, um time americano de jogadores de basquete de rua chamado Jabberwock visita, pedindo um jogo de exibição contra o time japonês. Depois de vencer o time japonês em uma derrota esmagadora, Jabberwock zomba do basquete japonês. Insultado com isso, o pai de Riko decide montar o time Vorpal Swords com jogadores da “Geração Milagrosa”, assim como Kuroko e Kagami. A nova equipe agora exige uma revanche contra o Jabberwock.

Por  ter uma  duração de 90 minutos, não tem como ter uma história imensamente profunda, até porque o filme parte do princípio de que já conhecemos todos os  personagens, com exceção dos antagonistas e ele já me ganha ao mostrar a Geração Milagrosa (Aomine, Kise, Midorima, Murasakibara e Akashi) juntos com Kuroko e Kagami. Revê-los juntos é muito emocionante  e é por meio dessa formação que eles integram o time  Vorpal Swords, para  baterem de frente contra o time Jabberwock e esse embate entre os times é espetacular,sendo recheado de  emoção, adrenalina e superação (O clichêzinho que amo), e que pode fazer você chorar, tanto pela trama  ou simplesmente  por estarmos nos despedindo  já que este é o Last Game.

Particularmente, o que amei no filme foi a possibilidade de cada personagem ter seu tempo para brilhar, pois todos tiveram tempo de tela – ( o que não significa que houve um mega desenvolvimento dos personagens, mas cada um teve seu brilho) – e como os meninos se respeitaram e se tornaram maduros!  Aomine confiou em seus companheiros de equipe e passou a bola para eles. Murasakibara levou o basquete a sério, se importando de fato . Kise se deu bem com Aomine, e pudemos presenciar o autêntico Akashi durante a maior parte do filme. Meu coração ficou partido durante o arco Teiko quando todos deixaram de ser amigos, então adorei ter a chance de vê-los jogar juntos, agora que todos aprenderam a importância do trabalho em equipe.  Mas, para não dizer que sou só elogios e  olhando pelo lado do que é diferente do anime, e que para mim foi  um ponto negativo da obra, é que podemos dizer que na série, os vilões sempre foram uma grande ameaça e a equipe adversária sempre tinha algum tipo de história com um dos membros do Seiren, já no filme os Jabberwock não,são apenas  caricaturais, vilões que são ruins sem muita motivação.  Compreendo, até pelo tempo de duração, mas fica registrado aí minha queixa.

Se você gostou do Kuroko’s Basketball , é bem possível que também goste do Last Game  pois é um fan service sólido , com pouco drama (pessoal). São apenas os meninos jogando basquete e trocando piadas e eu adorei essa leveza. O filme dá um bom encerramento da série, e repito, é muito bom e saudosista ver aqueles rostos familiares e ouvir aquelas vozes outra vez!

Então é isso, pessoal, eu vou ficando por aqui. Se você já viu o filme, deixa nos comentários o que você achou! Tem algum outro filme baseado em anime que vocês gostam muito? 

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Promare: Intenso, Estiloso e Quente https://animesonlinebr.org/anime/promare-intenso-estiloso-e-quente/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=promare-intenso-estiloso-e-quente https://animesonlinebr.org/anime/promare-intenso-estiloso-e-quente/#respond Thu, 27 Jan 2022 21:00:54 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=29961 “Em um mundo em que após pessoas entram em combustão espontânea do nada, essas pessoas adquirem poderes de controlar as chamas e…”. Espera,

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“Em um mundo em que após pessoas entram em combustão espontânea do nada, essas pessoas adquirem poderes de controlar as chamas e…”. Espera, esse Promare não é muito parecido com Fire Force?

O começo de Promare utiliza muito bem a regra do “não fale, mostre”. Como as pessoas entraram em combustão espontânea, as consequências disso, como o mundo se modificou, tudo isso em menos de 4 minutos. Após a incrível contextualização do mundo, temos a introdução aos personagens principais e à base da história. Numa incrível sequência de ação que demonstra com excelência os pilares artísticos de Promare: geometria, o uso da computação gráfica, e o estilo.

A Arte de Promare

Há muitos elementos geométricos por toda a composição visual, principalmente nas partículas. Eu não sou uma pessoa que gosta de computação gráfica em animes, mas em Promare ela é simplesmente incrível. Simplesmente porque ela não conflita com as partes em animação tradicional, as duas são complementares e muito bonitas.

Estilo é uma coisa bem comum nos trabalhos do Studio Trigger (SSSS.DYNAZENON, BNA) e Promare não é uma exceção. Nas cenas iniciais há a aparição da gangue Mad Burnish, a qual seu líder, Lio Fotia, está sendo caçado há 30 anos. Os últimos 3 membros da gangue realizam um atentado a uma empresa farmacêutica e quando aparecem demonstram seus poderes e o Lio faz uma pose de se sentar num trono de chamas. E após isso aparece o nome “Mad Burnish” no fundo.

Esse traço de algo ser apresentado, uma equipe, um equipamento, um golpe, acontece por todo o filme e é incrível. Mas um detalhe muito interessante, é no momento do Mad Burnish no início do filme, porque há pessoas vendo a situação através de câmeras e ELAS TAMBÉM VÊEM O TÍTULO ESTILIZADO.

Lucia de Promare vendo os Mad Burnish

Vale ressaltar que a trilha sonora desse filme é simplesmente espetacular.

A história

Promare tem uma premissa similar a Fire Force, protagonista num grupo de bombeiros, pessoas com poderes de fogo, a origem do fogo também tem paralelos, mas só isso.

O protagonista, Galo Thymos, é basicamente o Kamina de Gurren Laggan, não só pela personalidade, mas a aparência é extremamente similar. Vale ressaltar que não é a única semelhança visual com Gurren Laggan, que é do mesmo diretor: Hiroyuki Sawano.

Outra obra a qual Promare se assemelha é BNA, que também é da Trigger. De forma que até parte da reviravolta final é a mesma coisa. No entanto, enquanto BNA é sobre luta racial, Promare é mais sobre luta de classes.

Lio e Galo

Os Burnish, as pessoas que controlam fogo, são rejeitados pela sociedade e oprimido pelo governo. Uma das primeiras cenas do filme ocorre em uma pizzaria em que um Burnish trabalha. As pessoas elogiavam muito o gosto da pizza, que ela estava sempre no ponto certo. Até que descobrem que o menino era um Burnish e tem nojo. A cena é bem revoltante, porque a força policial aparece para prendê-lo e prende o dono da pizzaria que estava abrigando um Burnish. Porém, isso é apenas um crime em caso de terrorismo, e a resposta para isso é “se ele é terrorista ou não, é o Juiz que decide”.

Além disso, o Burnish só estão sendo usados pelos vilões como um sacrifício para que a sociedade funcione da forma que a elite quer.

A história de Promare é sobre aqueles que tem poder oprimindo outros, manipulando informações sobre para se fazer de herói, mas principalmente sobre aqueles que sabem a verdade e querem fazer algo a respeito.

Robô de Promare

Problemas?

A equipe do Galo parece ser muito interessante, mas não tem destaque direito. Eles aparecem no começo, um pouco no fim, umas pontas no meio para dizer que existem. Fora o Galo, a única personagem que relevante da equipe é a Aina, que também é muito jogada de lado em comparação ao Galo e ao Lio.

No entanto, mesmo que eu adorasse ter mais destaque para e coisas sobre eles, isso não é um defeito do filme, porque mesmo sem isso ele ainda é muito bom. Não é uma falta por necessidade para a obra, mas sim de querer mais dela.

Promare não se leva a sério. Não apenas a estilização do nome das coisas, de como o Galo vai dar nome para tudo, ou ele não conseguir lutar se ele não parecer legal. Mas há um momento em que é extremamente conveniente para como o Galo e o Lio conseguem enfrentar o que vem a seguir. O próprio filme fala isso. Eles não foram escolhidos, só deram sorte, se eles não tivessem aparecido o plano do vilão se realizaria sem problema algum.

Sobre o Lio, ele é um personagem incrível com muito destaque no filme, mas depois da metade do filme em que ele está ao lado do Galo, se perde muito do carisma dele. Dito isso, perto do final ele recupera esse carisma.

Lio e os Mad Burnish

Considerações finais

Promare é intenso, a história é interessante, a mensagem por trás é muito interessante. Além de ser muito bonito e com músicas incríveis, Promare é um ótimo filme para aproveitar duas horinhas livres.

O filme está disponível na Prime Vídeo com a opção de dublagem, que está bem legal.

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Aya to Majo: A nova proposta do filme do Studio Ghibli https://animesonlinebr.org/anime/aya-to-majo-a-nova-proposta-do-filme-do-studio-ghibli/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aya-to-majo-a-nova-proposta-do-filme-do-studio-ghibli https://animesonlinebr.org/anime/aya-to-majo-a-nova-proposta-do-filme-do-studio-ghibli/#respond Tue, 09 Mar 2021 15:00:18 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18396 Com uma proposta totalmente diferente do que estamos acostumados dos filmes do Studio Ghibli, Aya to Majo, novo filme de Goro Miyazaki, apresenta

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Com uma proposta totalmente diferente do que estamos acostumados dos filmes do Studio Ghibli, Aya to Majo, novo filme de Goro Miyazaki, apresenta a primeira animação feita totalmente em computação gráfica do estúdio, acompanhado de um roteiro mais ligeiro e seguro, apresentando talvez uma nova era para o Studio Ghibli.

Aya to Majo, ou seu nome em inglês, Earwig and the Witch, foi lançado no final de 2020.  Além da direção de Goro, também contamos com o planejamento do filme por Hayao Miyazaki, pai de Goro, e a produção de Toshio Suzuki, grandes nomes do estúdio. O roteiro é adaptado do romance “Earwig and the Witch”, da autora Diana Wynne Jones

Acompanhamos então a história de Aya, uma menina órfã de 10 anos, que cresceu na época dos anos 90 na Inglaterra. Ela não sabe que é filha de uma bruxa. Aya acaba então sendo adotada por um casal de estranhos e começa a viver aventuras com eles. 

Para os fãs do Studio Ghibli, que estão acostumados com uma animação mais clássica, agora acompanham uma aposta de Goro ao dirigir um filme com computação gráfica. No entanto, mesmo com essa nova proposta, ainda conseguimos sentir alguns pontos do filme que remete a outras fórmulas de outros filmes do estúdio.  

Analisando o enredo e os personagens de “Aya to Majo”

Aya to Majo
@Studio Ghibli

Quando falamos que o roteiro do filme é de certa forma mais seguro, vemos que não temos grandes novidades. Acompanhamos uma personagem se descobrindo em um novo ambiente, que não parece ter uma construção de personagem, como vemos em outros filmes do estúdio. 

Aya to Majo também é trabalhado em formato de 3 atos, ou seja, temos a apresentação dos personagens, uma certa confrontação da protagonista diante aos problemas que ela enfrenta na casa e, por fim, as resoluções e aprendizados, tanto de Aya, quanto de Bella Yaga e Mandrake. E pensando bem, o terceiro ato do filme poderia ser trabalhado melhor, já que o mesmo se encerra muito rápido, com uma resolução até que simples.

@Studio Ghibli

No entanto, o que chama mais atenção, com certeza, é a personagem de Aya. A protagonista é bastante astuta, tentando sempre tirar proveito da situação que se encontra, ainda mais em relação ao orfanato, e principalmente depois com Bella Yaga. Assim, com essa personalidade, a personagem consegue se destacar em relação às outras protagonistas do Studio Ghibli.

Falando mais sobre os personagens do filme, é interessante analisar como eles são postos em situações que remetem a outros personagens das longas anteriores da Ghibli. Primeiramente, então, temos Aya, a protagonista, forte e independente, posta em um novo desafio em sua vida. Thomas, o companheiro familiar, que depois vira companheiro fiel de Aya. Isso nos lembra um pouco do filme O Serviço de Entregas de Kiki (1989), filme dirigido por Miyazaki. Nos dois, ambas protagonistas possuem um gato preto, onde afirmam que “o gato preto é a melhor companhia que uma bruxa pode ter”. 

@Studio Ghibli

Falando agora um pouco sobre Bella Yaga; ela é uma personagem que acaba tendo vários conflitos com Aya. No entanto, no fim do filme, vemos ela e Aya se entenderem. Isso remete a muitas personagens da Ghibli que, primeiramente, eram inimigas, mas se tornam aliadas para um bem maior. Neste caso, de Mandrake. As duas começam a se entender em como precisam acalmar Mandrake, um personagem que parece inalcançável para Aya, e nós, espectadores. Não conseguimos entender muito bem o que Mandrake almeja, muito menos Aya. Só no fim do filme que conseguimos entender um pouco sobre ele e seu passado. 

Um novo marco do Studio Ghibli: Análise técnica do filme

@Studio Ghibli

Assim, falando um pouco da animação do filme, Goro apresenta uma nova proposta aos fãs do Studio, um filme totalmente feito em computação gráfica. A animação é muito bem produzida, mesmo com poucos erros, é uma proposta que consegue agradar quem assiste. Temos então cenas comuns, ou até a representação de grandes fantasias, que conseguem nos entregar uma boa proposta. 

O interessante da animação também são as feições dos personagens. Muitas vezes, eles possuem expressões bastante caricatas, com caretas bem forçadas, sendo um marco para a animação do filme, que consegue transmitir um pouco dos conflitos estranhos que esses personagens sofrem por conta da magia. Assim, se em um futuro, outros filmes desse estilo surgirem do estúdio, seria interessante trabalhar mais nessa marca. 

@Studio Ghibli

Goro também não deixa “o marco” da Ghibli de lado. O estúdio Ghibli ficou muito conhecido por criar cenas em que temos ações muito detalhistas. Em Aya to Majo, também temos alguns momentos assim, mesmo que até que poucos, como um longo momento do semáforo saindo do vermelho e indo para o verde, ou até os três personagens principais, mostrando todo percurso deles saindo do orfanato e indo até a nova casa deles… Isso acaba chamando a atenção, cada ação e mudança é importante para a história, nos fazendo absorver cada detalhe da animação.

@Studio Ghibli

Outra questão técnica que chama bastante atenção é a trilha sonora. As músicas conseguem ajudar na composição de cena, trazendo a tensão necessária, ainda mais com as cenas do Mandrake em que, muitas vezes, o personagem começa ter uma crescente irritação, assim, a trilha vai aumentando seu ritmo, até o mesmo parar, ao ponto da trilha se encerrar ou, em outros casos, acabar “explodindo”, trazendo uma trilha mais emocionante. Ainda, por se tratar de um filme que possui a história de uma banda, as músicas são bem interessantes de acompanhar, mostrando a cativação necessária de Aya com a banda. 

@Studio Ghibli

Portanto, até para o Studio Ghibli, arriscar muitas vezes é necessário. Saindo de uma animação tradicional que, para muitos, era um dos pontos altos dos filmes do estúdio, para uma animação totalmente de computação gráfica. Assim, para um estúdio que não lançava algo novo, sendo o último filme em 2014 (Memórias de Marnie), produzir um filme, até que bem feito, foi uma boa ideia para uma possível volta do estúdio. Assim, mesmo que o enredo pudesse ser um pouco mais elaborado, ainda somos cativados pela história da bruxa Aya

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