Fantasia - Animes Online BR
https://animesonlinebr.org
viage com a gente no Animes Online BRWed, 29 Nov 2023 12:09:51 +0000pt-BR
hourly
1 https://wordpress.org/?v=6.7.2https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpegFantasia - Animes Online BR
https://animesonlinebr.org
3232Review – A Herdeira de Umbrea
https://animesonlinebr.org/livros/review-a-herdeira-de-umbrea/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-a-herdeira-de-umbrea
https://animesonlinebr.org/livros/review-a-herdeira-de-umbrea/#respondThu, 30 Nov 2023 13:00:52 +0000https://animesonlinebr.org/?p=37647“Viver não é preciso, Vikni. Viver é caótico, é livre. Não há precisão, não há um protocolo ou destino, não há como planejarmos
“Viver não é preciso, Vikni. Viver é caótico, é livre. Não há precisão, não há um protocolo ou destino, não há como planejarmos nossa vida. Nós duas estamos aqui, neste momento, porque viver é impreciso.”
Fonte: Isabella Leão
A Herdeira de Umbrea é uma obra nacional do gênero dark fantasy e cativante para todo leitor que ouse se aventurar no mundo mágico, misterioso e sombrio de Myr. Originada por Isabella Leão, escritora gaúcha, autora também do conto Apenas Bruxas Caminham no Escuro e game designer do sistema de jogo PandoraRPG. Não deixe de conferir nossa review sobre A Herdeira de Umbrea.
A sinopse:
Myr é um mundo sombrio de fantasia medieval, assolado por bruxos, demônios, devas e conspurcado pelos pecados mortais. Nas terras nevadas do norte, Vikni fora amaldiçoada pelo sangue de um demônio, tragédia que fez sua mãe ser condenada à morte por bruxaria e seu pai perder a sanidade em uma busca desenfreada pelo monstro. Vikni tornou-se uma espadachim e inicia agora sua cruzada para caçar o Demônio de Yafira, criatura que sentenciou sua família à ruína. Enquanto persegue seu algoz pelas terras de inverno e sombras, ela terá que lidar com os tormentos da bruxaria, os pesadelos da deusa da entropia e a perseguição ferrenha da sagrada e inquisitória Igreja de Haggndar, em uma jornada de sangue, morte e sacrifícios.
O mundo de Myr é um universo rico em vasto em termos de sua própria mitologia(muito inspirada na cultura eslava) e história. Myr é um continente com reinos, raças e civilizações distintas convivendo com suas próprias crenças, qualidades, defeitos e objetivos. Ao misturar elementos de uma fantasia medieval com um toque sombrio, a autora conseguiu criar um universo em que nos sentimos realmente em uma campanha de RPG, um universo onde há segredos obscuros e místicos ao mesmo tempo em que esperamos encontrar um monstro ou inimigo que fará parte da campanha das personagens. Nesse ponto para todo fã de um bom RPG como Dungeons and Dragons e Tormenta você se sentirá em casa. Entretanto, tome cuidado ao se enganar pensando que Myr é um reino de apenas aventuras épicas, conforme o gênero dita: é uma fantasia medieval sombria.
E de sombrio esse universo tem muito, é clara a inspiração de Isabella em obras como Berserk, em especial nos elementos como a violência (tanto física quanto mental), o horror, cenas descritivas de gore e outros pontos que deixarei serem descobertos durante a leitura. Em certo ponto a narrativa também se usa de técnicas que vemos em algumas obras de horror de autores mais conhecidos como H.P Lovecraft ou Stephen King ao focar no sofrimento psicológico da personagem enquanto observa-se a passagem do tempo ou a degradação da mente dela.
Ainda assim, mesmo com essas inspirações, o brilho de Myr não é tirado, muito pelo contrário, até fãs de obras muito imersivas como Senhor dos Aneis ou Game of Thrones vão se sentir abraçados pelo mundo rico e sombrio de Myr e para os amantes do horror garanto que terão aqui uma de suas fantasias preferidas.
Das personagens:
Vikni e sua trupe são com certeza carismáticos, cada um a sua maneira e sem dúvidas foram pensados cautelosamente pela autora. A trama possui alguns personagens secundários e auxiliares, porém podemos focar nossa análise no grupo principal: Vikni, a bruxa; Mharessa, a barda; Saqxel, a bárbara e Sastrya, a cavalheira.
Fonte: Isabella Leão
Esse quarteto de damas guia todo o andamento da história e na maior parte do tempo acompanhamos a narrativa sob a ótica de Vikni sendo ela a protagonista da história.
A química das personagens combina bem e você claramente vê um grupo ali formado de forma orgânica, sem gerar estranheza ou aquela sensação do narrador estar forçando a junção desse grupo. O motivo que une o grupo também é convincente e não gera a sensação de estar ligado apenas por capricho de roteiro e sim de trata-se de um grupo convicto com suas ambições e diferenças.
Fonte: Isabella Leão
Ainda que cada personagem tenha seu próprio núcleo, senti que outros núcleos poderiam ser um pouco mais explorados como por exemplo o de Mharessa, porém conversando com a autora entendi que isso será explorado na sequência (já confirmada) da obra e que agora teremos não só mais narradores como exploraremos outros núcleos de outros personagens.
De forma geral o quarteto combina muito bem com a aventura que enfrentam e com o mundo fantasioso de Myr. Suas motivações e aspirações nos fazem ler mais uma página e muitos diálogos ricos ocorrem entre eles o que nos faz sempre pensar sobre a vida e ao mesmo a brutalidade daquele mundo sombrio.
Do enredo:
A trama da Herdeira de Umbrea é construída sobre um plot de vingança, um mote bem tradicional para muitas fantasias, ainda mais se tratando de uma sombria. Mas, felizmente, a autora soube tratar bem isso e dessa simples ideia floresceram outras que foram ornando sua história principal com pequenos arcos bem interessantes e em especial devo citar o arco da Bruxa de Ravendell que é muito bem construído.
Toda a construção de mundo feita em volta do universo de Myr como a Igreja de Haggnar, a mitologia do mundo, as bruxas, os demônios, tudo se entrelaça com o enredo principal da obra e suas ramificações o que deixa ainda mais gostosa a história e nos faz pensar qual será o passo seguinte de Vikni e seu grupo.
Um ponto alto é que mesmo o plot sendo algo mais “chiclê” como vingança, ele é bem construído, é coeso e você não se sente enjoado de ser lembrado que na verdade a história é sobre uma vingança. Hora ou outra você se sentirá preso pela capacidade de imersão desse universo e se perguntará sobre um elemento ou outro da obra, puxando sua atenção para diversas partes, mas nisso a escritora soube atuar bem, conseguindo capturar de volta a atenção do leitor e puxando-a para as partes da história que queria focar.
Sem entrar em spoilers, podemos resumir que a jornada de Vikni é uma jornada cheia de bruxaria, sangue, amizade, momentos épicos, momentos dramáticos e não uma redenção, mas praticamente um renascimento dela.
Em resumo:
A Herdeira de Umbrea é uma joia quando pensamos em obras nacionais do gênero dark fantasy, sua qualidade é comparável a obras do mesmo gênero já consagradas pelo público como The Witcher. A escrita de Isabella realmente chama a atenção durante as páginas e o vasto mundo construído em sua mente e transcrito nesse livro nos encanta e nos prende, seja caminhando pelas florestas com medo de Ravendell, nas aventuras atrás de monstros, ou nos embates entre Vikni e a Igreja de Haggnar.
Você pode encontrar o livro na Amazon, podendo ser lido via Kindle (via aplicativo no PC, celular ou dispositivo Kindle) e com certeza deveria dar uma chance para ele.
]]>https://animesonlinebr.org/livros/review-a-herdeira-de-umbrea/feed/0Espírito Perdido: Livro de fantasia completa 4 anos de sucesso
https://animesonlinebr.org/livros/espirito-perdido-livro-de-fantasia-completa-4-anos-de-sucesso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=espirito-perdido-livro-de-fantasia-completa-4-anos-de-sucesso
https://animesonlinebr.org/livros/espirito-perdido-livro-de-fantasia-completa-4-anos-de-sucesso/#respondWed, 19 Apr 2023 13:48:37 +0000https://animesonlinebr.org/?p=35479Há exatos 4 anos chegava em versão impressa e eBook, o livro de fantasia científica “The Missing Spirit” originalmente escrito em inglês por
]]>Há exatos 4 anos chegava em versão impressa e eBook, o livro de fantasia científica “The Missing Spirit” originalmente escrito em inglês por P.J. Maia publicado pela Amazon.com no mercado norte-americano. Meses depois, o livro ganhou a tradução para o português e foi lançado pela editora Labrador no Brasil, com o título “Espírito Perdido“.
Aos poucos a obra foi ganhando notoriedade e fãs de literatura fantástica ao redor do mundo. Ganhou dois importantes prêmios literários de diferentes continentes. Nos Estados Unidos, mais precisamente de Nova York, o livro ganhou o prêmio de “Melhor Livro de Fantasia” no Independent Press Award, uma competição julgada por experts de diversas áreas da indústria literária, incluindo editoras, autores, revisores, diretores de arte e redatores profissionais. Os vencedores de cada categoria são escolhidos a partir de quesitos de excelência no geral. Do outro lado do oceano Atlântico “Espírito Perdido” conquistou o “Red Ribbon“, prêmio de Escolha dos Leitores no Wishing Shelf Awards, premiação sediada em Londres e voltada para o público juvenil, onde os títulos são avaliados por grupos de jovens leitores no Reino Unido e na Suécia.
“Fiquei muito contente com a recepção do público, que foi muito gentil e acolhedor. A segunda edição de “Espírito Perdido” vai incorporar novidades na diagramação e linguagem para aprimorar a experiência dos leitores durante sua estadia no reino de Divagar. Tudo isso, é claro, sem alterar o texto original, que foi premiado em competições de literatura independente em Nova York e Londres. Além disso, no ano que vem “Espírito Perdido” deve chegar ao público dos países de língua espanhola e também de língua francesa, então é momento de celebrar!” comenta o autor P.J. Maia.
“Espírito Perdido” vai ganhar sua adaptação para animação de TV em parceria com a roteirista Paula Knudsen. Criadora das séries “Julie e os Fantasmas” (2012 Nickelodeon) e “Sentença” (2022 Amazon Prime), Knudsen traz na bagagem dois projetos com Indicação ao Emmy Internacional, uma por “Julie e os Fantasmas” e outra pelo documentário “O Assassinato de Jean Charles” (Discovery Latin America). Ao longo da carreira, desenvolveu e roteirizou dezenas de projetos para canais como HBOMax, Netflix, Discovery Kids e NatGeo. Paula é mestre em Roteiro pela University of Southern California como bolsista da Fullbright/CAPES.
“O PJ criou um mundo incrível e extenso onde esfinges convivem com homens da caverna e personagens tridimensionais que desafiam nossas noções de poder, gênero e família. Eu não podia ficar de fora de um projeto que tem tudo para envolver o público.”, enaltece a roteirista Paula Knudsen.
Lançado pela editora Labrador no Brasil, “Espírito Perdido” figurou na Top List AmazonBR como um dos livros mais vendidos na categoria Fantasia e carrega na bagagem, aproximadamente, 500 reviews, o que o torna uma obra relevante entre seus leitores, a maioria adolescentes e fãs do universo geek.
“Espírito Perdido” se passa numa era remota, quando o planeta Terra era povoado por homens das cavernas e seres divinos. É nesta pré-história mística que conhecemos Keana, uma refugiada humana criada longe de sua tribo. No reino fugaz de Divagar, deuses e deusas desfrutam de luxo e vida eterna, às custas dos humanos comuns. Não conhecem fome, perigo ou morte, trancafiados num paraíso ensolarado.
Numa tentativa desesperada de se tornar divina e ser finalmente igual aos demais, Keana burla todas as regras e acaba trazendo a morte para o reino. Ameaçados com a perda de seus privilégios, os deuses percebem que precisarão fazer sacrifícios para permanecerem imortais e no controle da Terra. Mesmo que o sacrifício seja a vida da garota.
SINOPSE: Há duzentos mil anos, várias espécies proto-humanas vagavam pela Terra. Entre elas, uma não foi documentada: os Divinos. Esse povo imortal tinha dons e habilidades fenomenais, alimentados por um mineral misterioso remanescente de um asteroide conhecido como pedrazul.
Espírito Perdido começa num momento em que a sociedade Divina se tornou altamente sofisticada, enquanto os povos selvagens do mundo exterior ainda lutam para fazer fogo, caçar gigantes lanosos e sobreviver a uma árdua Era do Gelo.
Vivendo em Lúmen, coração da civilização Divina, KEANA MILFORT é uma garota de quinze anos que sempre foi diferente. Sua pele negra descorada e seus cabelos e olhos cor de mel são lembretes dolorosos de sua herança desconhecida. Mas agora, à beira da idade adulta, outra coisa fez com que se destacasse: todos da sua idade receberam um convite para se candidatar à LÚMEN ACADEMIA. Todos menos ela. O evento de transição é o momento em que os jovens descobrem se receberão seus próprios poderes sobrenaturais ou se serão dispensados e forçados a entrar para a desprezível categoria de REGULAR.
Frustrada por não receber um convite, a jovem não consegue se conformar com um destino angustiante como regular e decide agir. Mas se Keana conseguir trazer à luz sua herança proibida, os Divinos poderão ter de fazer sacrifícios para proteger seus poderes, seu privilégio e sua imortalidade. Mesmo que esse sacrifício seja a vida dela.
]]>https://animesonlinebr.org/livros/espirito-perdido-livro-de-fantasia-completa-4-anos-de-sucesso/feed/0Vale a pena ler Aza?
https://animesonlinebr.org/post/vale-a-pena-ler-aza/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vale-a-pena-ler-aza
https://animesonlinebr.org/post/vale-a-pena-ler-aza/#respondSun, 12 Jun 2022 21:00:52 +0000https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=32278Bom dia, boa tarde e boa noite! A semana de vocês está mais parada como a minha? Então vamos animá-la com uma história
]]>Bom dia, boa tarde e boa noite! A semana de vocês está mais parada como a minha? Então vamos animá-la com uma história de ação e estratégia? Apresento vocês Aza, uma webtoon nova, mas que vale a pena uma espiadinha!
Sinopse de Aza
Como a webtoon é bem recente, vamos começar com a sinopse. Desenvolvido por Usaesae, Aza traz a seguinte premissa. Ao longo da história, os humanos sempre estiveram em guerra com os Fallens, criaturas demoníacas que foram banidas para viver nas terras áridas por seus pecados. Um dia, o rei deles, Azazel, é capturado pelos soldados imperiais liderados pelo general Mu Ryang.
Mas, ao contrário das crenças iniciais do general, Azazel não é o monstro de coração frio como as lendas dizem. Na verdade, ele mostra compaixão por seus companheiros que foram impiedosamente caçados pelos humanos, e até se oferece em troca da segurança de seu povo. Após esse encontro revelador, Mu Ryang começa a questionar quem realmente são os pecadores, ao mesmo tempo que Azazel planeja usar essa perspectiva de mudança para colocá-lo contra o príncipe herdeiro, Jeong Jin, e, dessa forma, acabar com o conflito que perdura por séculos.
Vale a pena acompanhar Aza?
Então, vale a pena ler Aza? Com certeza! Apesar de conter poucos capítulos até então, a webtoon se mostra promissora. Em primeiro lugar, pelo enredo. A narrativa constrói bem os personagens principais, liberando aos poucos detalhes que fazem o leitor entender a real situação. E os secundários também não ficam para trás! Vemos que não existe um lado bom e um lado ruim entre os humanos e os Fallens. Cada indivíduo apresenta bem suas virtudes e defeitos.
E aqui gostaria de destacar dois personagens. Mu Ryang, que, assim como a gente, aprende que nem tudo era como foi ensinado para ele. E Azazel, que o tempo todo se mostra alguém bem interessante, ao mesmo tempo com muita compaixão e um grande estrategista.
E em segundo lugar, não podemos deixar de falar do traço. O design dos personagens é muito bonito, expressivo e colorido. Além disso, as cenas de luta possuem fluidez e uma boa coreografia.
Situação atual
Por fim, vamos falar de como anda a webtoon. Como já mencionado no início, Aza ainda se encontra no início, com apenas 15 capítulos até o momento. Mas é facilmente encontrado no aplicativo Webtoon, em inglês e de graça, sendo atualizado sempre nas segundas-feiras.
Fico por aqui com a pergunta de sempre: o que acharam de Aza? Me contem nos comentários e até a próxima!
]]>https://animesonlinebr.org/post/vale-a-pena-ler-aza/feed/0Arcadia Fallen, uma fantasia interativa
https://animesonlinebr.org/post/arcadia-fallen-uma-fantasia-interativa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=arcadia-fallen-uma-fantasia-interativa
https://animesonlinebr.org/post/arcadia-fallen-uma-fantasia-interativa/#respondTue, 07 Dec 2021 18:00:37 +0000https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=28484Essa última semana pude experimentar mais um lançamento de novembro: Arcadia Fallen, produção de estreia da Galdra Studios! Um visual novel que pode
]]>Essa última semana pude experimentar mais um lançamento de novembro: Arcadia Fallen, produção de estreia da Galdra Studios! Um visual novel que pode agradar bastante quem gosta de animes.
Acompanhe as principais observações sobre o game (sem spoilers!) e confira se Arcadia Fallen é para você.
Arcadia Fallen: narrativa interativa
Com uma estética similar a mangás e animes, Arcadia Fallen é uma grande história representativa que te deixa no controle da sua personalidade e expressão. Na narrativa somos quem bem entendemos, tanto na aparência quanto na personalidade. Afinal, a maior característica do jogo são as opções de diálogo com os personagens. Nesse sentido, as falas possuem marcadores de personalidade e cabe a você decidir entre seguir apenas uma linha ou mesclar. Escolhas determinam o futuro de nossa personagem, sua personalidade e relacionamentos.
A princípio, a história da fundação explica muito sobre o cenário: em uma grande guerra antecessora, 7 heróis, os Paragons, derrotam uma maligna bruxa e seus demônios. Com a batalha vencida, esses 7 escolhidos fundaram o Império:
O primeiros Paragon fundou a Seven Winds Academy, responsável por formar os magos, no sul.
Enquanto isso o segundo Paragon viajou pelo continente, livrando-o dos remanescentes da bruxa. Assim reuniu heróis em uma espécie de guilda, os Demon Hunters – que não são muito chegados a magia;
Os outros 5 criaram grandes cidades, uma para cada, eventualmente as capitais do Império;
Na Capital Central, criada pelo líder Alethoros, há 7 cadeiras para os governantes. É dessas cadeiras que seus descendentes governam atualmente.
Sendo assim, nossa história se passa em Anemone Valley, uma cidadela de aspecto nórdico que, apesar de admitir e conviver com a mágica, começa a recear sua existência e praticantes – mesmo sua principal atividade econômica sendo a mineração de cristais, largamente utilizados na magia. Find best single ukrainian ladies for marriage on ukrainian marriage sites with real reviews. Ukrainian dating websites. Logicamente, um dos motivos para esse grande receio é o poder exercido pelos magos, desconhecido pela população comum. Especialmente após parte da floresta morrer de repente.
Alquimia e desafios
Antes de tudo, nós participamos da trama através de um aprendiz de Elizabeth, dona da loja de Alquimia. Em suma, duas grandes rupturas agitam a trama: a proibida ligação de nossa personagem a um espírito e a invasão da loja em que trabalhamos, incentivadas por estranhas presenças. Teria relação com o acidente na floresta?
Portanto, precisamos preparar poções, o que acontece através de quebra-cabeças. Assim também acontece em outros puzzles, principalmente ao enfrentar espíritos. Além disso, a história se pauta principalmente na escolha dos diálogos e a narrativa.
Relacionamentos
Um dos pontos principais em Arcadia Fallen é o relacionamento com outros personagens. Sendo um game narrativo, é muito do que fazemos – conhecer, interagir e desenvolver relacionamentos. Há quatro personagens namoráveis dentre os companheiros de jornada, com relacionamentos construídos dentre falas e interações ao longo da história. Contudo, há apenas um requisito: o game só está disponível em inglês.
Dessa forma, definimos Arcadia Fallen uma visual novel personalizada, com pequenos puzzles e o jogador ditando o tom. Se você busca uma nova história e quer se sentir parte da trama, vai fundo que essa aventura pode ser sua!
]]>https://animesonlinebr.org/post/arcadia-fallen-uma-fantasia-interativa/feed/0Sombra e Ossos – Uma Fantasia Épica e Sombria
https://animesonlinebr.org/review/sombra-e-ossos-uma-fantasia-epica-e-sombria/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sombra-e-ossos-uma-fantasia-epica-e-sombria
https://animesonlinebr.org/review/sombra-e-ossos-uma-fantasia-epica-e-sombria/#respondMon, 03 May 2021 14:45:39 +0000https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20604A adaptação do livro best-seller de Leigh Bardugo para a Netflix, Sombra e Ossos está cheia de mistério, monstros sombrios, mas não chega
]]>A adaptação do livro best-seller de Leigh Bardugo para a Netflix, Sombra e Ossos está cheia de mistério, monstros sombrios, mas não chega a atingir seu ápice.
Sinopse: Baseada no livro homônimo de Leigh Bardugo, Sombra e Ossos conta a história do Reino de Ravka, que, há milênios, se encontra dividido em dois por uma tenebrosa barreira. Nesse mundo não muito diferente da Rússia imperial, vive Alina Starkov (Jessie Mei Li), uma órfã que foi recrutada pelo Primeiro Exército do czar para acompanhar os Grishas, figuras mágicas responsáveis por combater as forças malignas. Para vencer a guerra contra o mal e unir seu país, a jovem vai aprender a controlar seus poderes e a confiar em si mesma.
Sombra e Ossos é a nova série de fantasia da Netflix, dividida em 8 episódios a história é baseada na trilogia de livros de sucesso de Leigh Bardugo. A obra é recheada com bons personagens, locais, reviravoltas na trama e elementos de fantasia. Há também uma grande Dobra Negra com monstros sombrios que atacam todos que entram nela, e também uma profecia de que Um Escolhido (um Invocador do Sol, que controla a luz) que irá destruir essa
Há uma jornada de herói na série, centrada na autoconfiança e sentimentos românticos não ditos voando para todos os lados, mas também ela fala muito sobre ódio e medo de si mesmo. Esses elementos não são o que torna Sombra e Ossos único, eles são clichês. Em vez disso, a adaptação de EricHeisserer transcende essa familiaridade graças ao seu elenco perfeito, sequências de luta bem estilizadas e desenvolvimento intencional do personagem que faz com que essas relações pareçam cheias de nuances e história.
Sombra e Ossos não depende da surpresa, mas prospera na deliberação flashbacks, migalhas espalhadas aqui e ali e alusões que ajudam a sustentar este mundo denso.
Os espectadores do programa que não têm conhecimento prévio de seu material original, a popular série de livros escrita por Leigh Bardugo, podem se sentir oprimidos pelos muitos locais, pelos muitos países e pelas várias culturas. Existem tantas rixas! Tantos tipos diferentes de magia e tantos termos diferentes que os personagens usam.
A personagem principal é uma cartógrafa, e ver um mapa desta terra consistentemente na tela pode ter realmente ajudado a juntar todos os detalhes entrelaçados que Sombra e Ossos passa rapidamente!
O episódio de estreia é um pouco trabalhoso, novos elementos da história passam a cada hora que se segue em um abordagem que exige o mesmo nível de atenção que Game of Thrones.
Sombra e Ossos também sabe quando recuar, e essa contenção é um de seus trunfos mais fortes da série, diminuindo a notoriedade de vários clichês narrativos. Isso evita o inchaço da Netflix com uma primeira temporada de oito episódios, em vez de uma expansão desnecessária para 10 ou 13 episódios.
Nenhum episódio parece encher linguiça, sabe. Há um final aberto, é claro, mas em nenhum momento eu fiquei irritado com sua existência. Em termos de romance, a um pouco mas nossa protagonista se vê em meio de um triângulo, e pouco decidida entre qual homem escolher demora a engatar o romance de vez.
O que poderia (compreensivelmente) irritar os telespectadores, mas também beneficia esses relacionamentos, deixando-os espaço para crescer em uma eventual segunda temporada. Sombra e Ossos estabelece um universo, apresenta-nos os riscos detalhados e constantemente esboça os personagens cujas motivações irão empurrá-los uns contra os outros em questões de fé, poder, destino e amor. Tudo enquanto deixa espaço para expansão e elaboração.
Alina nossa protagonista é revelada como uma Grisha, e todo o seu mundo muda. Com o juramento de defender os caprichos do reino, os Grishas que são nomeados de acordo com seus poderes. Essa revelação, e a jornada literal e figurativa que Alina empreende depois, constituem a maior parte do enredo primário de Sombra e Ossos. A outra trama principal existe em reação à de Alina: o prodígio do crime Kaz Brekker (Freddy Carter) vence uma licitação para sequestrar Alina por um pagamento impressionante e convoca dois membros de sua gangue para ajudar: o atirador Jesper (Kit Young) e o espião Inej (Amita Suman).
Eles terão que viajar pela Dobra, esgueirar-se pelo Palácio, sair com Alina e, de alguma forma, esgueirar-se de volta pela Dobra para entregá-la ao seu empregador. É um roubo que pode matá-los a qualquer momento, mas Sombra e Ossos evita ficar muito sombrio graças à esperança subjacente de seus personagens e à força de suas performances.
A atriz principal Mei Li tem a tarefa de fundamentar toda essa premissa, e ela faz um trabalho sólido equilibrando as emoções associadas à transformação de sua personagem. Quando conhecemos Alina, ela está acostumada com a alteridade por causa de sua herança racial, e ficou um pouco endurecida como resultado das calúnias e zombarias que recebe desde a infância. Mas ela ainda é uma mulher jovem com o desejo de provar a si mesma suas qualidades.
Embora a série demore alguns episódios para encontrar seu equilíbrio, Sombra e Ossos eventualmente se estabelece em um ritmo uniforme, equilibrando a história que atraiu sua audiência central com a adição de personagens para uma futura construção do mundo. Desempenhos fortes também se prestam à dinâmica, especialmente entre Mei Li, Carter, Suman e Young. E com a aceitação da série como um todo, a oportunidade de construção contínua do mundo e um maior investimento da Netflix, Sombra e Ossos pode se solidificar com seu retorno na segunda temporada.
]]>https://animesonlinebr.org/review/sombra-e-ossos-uma-fantasia-epica-e-sombria/feed/0The Owl House: um lar para chamar de seu
https://animesonlinebr.org/anime/the-owl-house-um-lar-para-chamar-de-seu/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=the-owl-house-um-lar-para-chamar-de-seu
https://animesonlinebr.org/anime/the-owl-house-um-lar-para-chamar-de-seu/#respondThu, 03 Sep 2020 14:55:12 +0000https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=12508Adolescência às vezes é um momento solitário, escapista da existência humana. É um período de descobertas, um limbo identitário entre a lúdica infância
]]>Adolescência às vezes é um momento solitário, escapista da existência humana. É um período de descobertas, um limbo identitário entre a lúdica infância e a sóbria adultez. Tão clichê como esse meu prelúdio soe, é vero que durante essa passagem da vida nós buscamos nos aproximar de culturas, modas que reflitam melhor a nossa personalidade. Daí que vem as ditas tribos urbanas: surfistas, atletas, nerds, góticos, patricinhas, e por aí vai. Às vezes, infelizmente, não conseguimos nos encontrar em nenhuma delas.
Luz Noceda é uma latina de 14 anos que, por alguma infelicidade do destino, não consegue se encaixar em lugar algum. Altruísta, sonhadora, e criativa, a jovem não tem algum amigo sequer, isolada em suas próprias fantasias. Sua mãe, preocupada com o comportamento da menina, a envia para um acampamento de férias sob a premissa de enquadrá-la na sociedade. No meio do caminho, Luz desvia desse reformatório e acaba nas Ilhas Escaldadas, dimensão das bruxas e demônios. Um desafio inesperado.
The Owl House (TOH) é uma das mais novas animações seriadas dos canais da Disney. Lançada em janeiro de 2020, completou a sua primeira temporada no sábado 29 de agosto. Idealizado pela Dana Terrace – animadora também de Gravity Falls, o desenho acompanha as aventuras de Luz enquanto ela conquista seu sonho de se tornar uma bruxa. Outrora perdida em meio os humanos, a nossa protagonista se encontra entre a magia. Mais do que feitiços, ela aprende com Eda, a Mulher-Coruja e King, o Rei dos Demônios a abraçar suas qualidades únicas.
Essa ideia central de auto-aceitação foi muito fortuita e bem explorada em seus 19 episódios. Tão notável foi que, em entrevista ao portal Collider, Terrace foi perguntada a importância da abordagem desse tipo de mensagem como criadora. Eis a sua resposta:
“Bem, eu acho que esse é o tipo coisa que muitas pessoas podem se identificar. Quando eu era menina, eu não sabia me comunicar com outrem. Achavam que eu fosse um tipo de aberração porque uma das minhas coisas favoritas de fazer era encontrar bichos mortos na estrada e aprender a desenhar observando aquilo. Aí ficavam assim, ‘que diabos há de errado com você?’, e eu apenas reagia com ‘eu só estou tentando aprender a desenhar’. E é daí que parte da personalidade de Luz vem, parte do seu cenário. Porém eu acho que é apenas uma mensagem muito importante a ensinar para a garotada: tudo bem com você se expressar. Você deveria ser permitido se expressar de qualquer maneira produtiva que você quiser.
“Esse não é o único tema que lidamos no programa. É como introduzimos os personagens, mas nós tratamos com um monte de emoções e situações com o elenco, e nós sempre tentamos representá-las de maneira centrada e realista. O mundo mágico e a magia usada na série são sempre artifícios de enquadramento para as narrativas emocionais que tentamos contar.”
Desde o primeiro instante que eu vi o primeiro poster de TOH, eu desenvolvi altas expectativas, as quais só se intensificaram exponencialmente após o primeiro trailer. Cada revelação só me deixava mais empolgada. Fantasia? Animação com fluidez? Designs estranhos inspirados pela arte medieval de Hieronymus Bosch? Episódio de 22 minutos? Protagonismo feminino? Mal conseguia esperar pelo primeiro capítulo. Após finalmente vê-lo, foi paixão imediata.
A série promete muito com a sua premissa, todavia cumpre cada comprometimento. Animação impressionante. Personagens com arcos de desenvolvimento riquíssimos. Diálogos bem escritos. Excelente equilíbrio entre terror, sensibilidade, e – acima de tudo – comédia. Mas que série bem-humorada!
Assim como a protagonista de TOH, fantasias medievais foram meu escapismo da minha solidão durante a adolescência. Eventualmente, eu descobri o meu lugar entre as pessoas que amo. Luz Noceda, por sua vez, se encontrou nas lições de magia da Casa Coruja e não mais precisou ficar sozinha.
]]>https://animesonlinebr.org/anime/the-owl-house-um-lar-para-chamar-de-seu/feed/0Little Witch Academia: a magia na resiliência
https://animesonlinebr.org/manga/little-witch-academia-a-magia-na-resiliencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=little-witch-academia-a-magia-na-resiliencia
https://animesonlinebr.org/manga/little-witch-academia-a-magia-na-resiliencia/#respondThu, 12 Mar 2020 14:06:58 +0000https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6713Atenção: o texto contém spoilers! Histórias de fantasia têm um certo tipo de encanto que eu não consigo encontrar em mais nenhum lugar.
Histórias de fantasia têm um certo tipo de encanto que eu não consigo encontrar em mais nenhum lugar. O sobrenatural, sortilégios, e a ambientação salpicada pela influência da arquitetura medieval (seja ocidental ou orienta)me fascina como nada mais. Talvez tenha sido isso que me atraiu inicialmente paraO Conto da Princesa Kaguya, Good Omens, ou DuckTales. Foi isso certamente que captou a minha atenção para a franquia Little Witch Academia (LWA).
Idealizada por Yoh Yoshinari e lançada inicialmente como um curta em 2013 pelo Estúdio Triggersob o projeto financiado pelo governo japonês, o Young Animator Training Project, a animação de 22 minutos teve uma recepção excelente. Tão boa inclusive que empolgou a equipe para realizar uma continuação direta para Blu-Ray (OVA), Little Witch Academia: The Enchanted Parade, em 2015 e, em 2017, a série em si. Sem esquecer, é claro, da adaptação para mangá e o videogame de 2018.
A obra acompanha os esforços da explosiva Atsuko Kagari (que eu chamarei de “Akko” doravante pois é como ela é conhecida por todos ao seu redor), uma bruxa sem muitas habilidades mágicas, no curso de feitiçaria da escola Luna Nova. Apaixonada pelas artes sobrenaturais graças a uma apresentação de truques realizados pela sua ídola Shiny Chariot, ela duramente luta todos os dias pelo seu lugar em meio a magas mais competentes.
À primeira vista, LWA apresenta-se como um mahou shoujo de tons juvenis: aventuras bobas pela escola e múltiplas enrascadas. No entanto, gradualmente, as peças do mistério vão se encaixando: por que ela é tão ruim com magia? Por que a Shiny Chariot desapareceu? Por que a professora Ursula Callistis tem tanto interesse na Akko? Essas questões são introduzidas como detalhes, porém ganham espaço de destaque no clímax, tecendo uma teia narrativa complexa e diversa.
A professora Croix desabando
A arte do desenho é muito competente, no mesmo nível do resto das produções do Estúdio, criando um ritmo charmoso e cheio de energia. O mundo de LWA é vibrante e muito criativo, oferecendo várias possibilidades absurdas e divertidas para serem exploradas (como, por exemplo, a sindicalização de criaturas mágicas). As personagens, que eu destacaria como ponto mais forte da animação, são bem desenvolvidas e diversas, enriquecendo a história com seus desafios e vitórias.
Ao longo dos 25 episódios, Akko é comparada repetitivamente à brilhante Diana Cavendish. Considerada estudante-modelo, Diana é tudo que a protagonista não é: versada, habilidosa, genial, e ainda herdeira de um enorme legado de poderosas bruxas – ao passo que a tola, inexperiente e incapaz Akko tem problemas até com feitiços básicos. Contudo, graças à sua persistência, a personagem principal segue adiante, mesmo com toda as adversidades na sua frente.
O que não sabíamos, e une todas as peças que mencionei alguns parágrafos atrás, é que Diana também teve as mesmas dificuldades que a nossa protagonista anos antes após assistir ao mesmo show da Shiny Chariot, a qual – cheia de culpa – tornou-se a professora Ursula. Ela também viveu os mesmos perrengues e os superou apenas pela imensa força de vontade. Essas duas moças, de personalidades e cenários familiares completamente opostos, conseguem demonstrar o poder que repousa sobre a resiliência e o desejo de superação. A verdadeira magia delas, afinal, é a sua insistência.
Akko e Diana
LWA é uma estória de fantasia que eu já vi os moldes várias vezes, entretanto, a sua execução oferece uma narrativa diferencial, capaz de entreter e emocionar. Fui conferir pelas bruxinhas, continuei vendo pela força de espírito da Akko.
Você pode assistir aos 25 episódios de Little Witch Academia no serviço de streaming da Netflix.