Ezio - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 23 Sep 2020 19:05:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Ezio - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Cronologia AC Parte 5: Assassin’s Creed Rogue https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-5-assassins-creed-rogue/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-ac-parte-5-assassins-creed-rogue https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-5-assassins-creed-rogue/#respond Wed, 23 Sep 2020 19:05:08 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=13460 Lançado originalmente para Playstation 3 e Xbox 360 em 11 de Novembro de 2014, Assassin’s Creed Rogue era mais um título da Ubisoft

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Lançado originalmente para Playstation 3 e Xbox 360 em 11 de Novembro de 2014, Assassin’s Creed Rogue era mais um título da Ubisoft que entrava nas casas das pessoas e trazia uma nova história cheia de reviravoltas e indagações. E é essa história que vamos contar hoje.

Mas antes…

Olá, aqui é o Luiz, sou redator da NSV e sou responsável por trazer para vocês tudo sobre os jogos de Assassin’s Creed. Hoje, falaremos sobre o quinto jogo principal da franquia, Assassin’s Creed Rogue. E nele, queria trazer algumas reflexões para você, na qual aconteceu e muito comigo ao término do jogo. Talvez seja hora de descontruirmos nosso tão querido credo e olharemos o mundo por uma perspectiva diferente, ou talvez não, cabe unicamente a você decidir.

Rogue pode não ser o jogo mais querido por esse que vós-fala, e de fato não é. Mas, é indispensável dizer que ele te faz pensar em tudo o que vimos até então na franquia. Será que a imagem de salvador na qual Altaïr criou para aqueles que viriam depois dele é mesmo justa? Ezio de fato seguiu todos os dogmas que o credo acreditava? Os templários são mesmo os vilões da história?

Não entrarei em visão política ou religiosa aqui, pois não é o propósito do texto. Mas, ao final desse texto, quero que você, bem como eu na época que terminei o jogo se questione, será que existe um lado certo em disputas, ou será que todos os lados querem apenas “te induzir” e usam da sua metodologia para alcançar seus objetivos? Quem de fato está certo?

Dito tudo isso, te pergunto, você está pronto para experimentar o lado negro da força?

[…] pela moralidade ou pela lei […]

Contexto histórico

Aqui vamos um pouco objetivos, a história de Assassin’s Creed Rogue se passa entre as histórias de AC III, AC Black Flag e eventualmente no nosso próximo jogo, Assassin’s Creed Unity. Portanto, para facilitar a nossa vida, peço para que leia os textos anteriores para poder entender um pouco sobre o período que atingiu cada game. E lógico, já o convido (a) para que semana que vem estejamos juntos, visitando mais uma revolução, dessa vez a francesa.

A história

Estamos em 2014, um ano após os eventos de AC Black Flag, dentro da Abstergo Entertainment fazendo alguns testes nas memórias de Shay Patrick Cormac e somos parados por Violet da Costa, nos dizendo que acessamos uma memória fragmentada e ativamos um vírus que comprometeu toda a empresa, e somos chamados pela personagem de Cabeça Oca.

E nesse jogo, bem como o Noob no anterior, seremos chamados por nossos apelidos, portanto, hoje vamos apenas chamar nosso protagonista do presente de “Cabeça”, para simplificar.

Melanie Lemay é apresentada para nós e diz para que obedecemos às ordens de Violet e seu superior, Juhani Otso Berg que no mesmo momento nos fala para entraremos no sistema Helix e voltar a estudar as memórias de Shay.

Conhecendo Shay

No dia 12 de Setembro de 1731, em Nova York nascia Shay Patrick Cormac, filho de imigrantes Irlandeses, foi criado por sua tia e sempre tinha como um salva vidas seu amigo de infância Liam O’Brien.

Seu pai vivia muito ausente, pois era marinheiro e não tinha como cuidar do garoto. Mas foi aí que eles se juntaram na vida marítima, treinando com armas brancas e de fogo. Mas em 1747, uma tempestade pegou o navio onde eles estavam, matando boa parte da tripulação incluindo seu pai, Shay tinha apenas 16 anos.

De volta para Nova York, ele viveu uma vida cheia de álcool, mas Liam o ajudou mostrando um novo sentindo para sua vida, e o levou até Achilles Davenport. Treinando por anos, ele foi aceito pela ordem e se tornou um assassino ao lado de Liam.

Shay era leal a ordem, mas sua cabeça questionava as ambições de templários e assassinos com Liam, onde ele diz que achava estranho o conceito de liberdade que pregava o credo dos assassinos, mesmo ele se sentindo preso aquela causa.

Caras novas e conhecidas

Em 1752 estamos em uma praia onde Liam e Shay estão em uma missão no Atlântico Norte com Louis-Joseph Gaultier, ou “apenas” Chevalier de la Vérendrye (vamos chamar só de Gaultier, combinados?) E lá, Gaultier grita com os dois, pois está bravo graças a falta de seus companheiros e com uma resposta atravessada de Shay, Gaultier dá um cruzado de direita na cara do protagonista.

Liam então separa a briga e partem cumprir sua missão e aproveitam para roubar um navio de guerra que seria capitaneado por Shay, chamado Morrigan. Logo depois, eles voltam até a mansão Davenport, que era o principal esconderijo assassino por ali.

Lá, nos encontramos com Adéwalé e Achilles. Shay escuta um papo sobre um terremoto que castigou Porto Príncipe em 1751. Mas Shay vai encontrar com seus amigos assassinos para treinar.

E vamos falar um pouco mais sobre os assassinos parceiros de Shay. Começando por ele, Liam O’Brien, em 1738, Achilles o recrutou para fazer pequenos serviços, o garoto que havia perdido seu pai que o defendeu de um roubo de pessoas ricas para dar aos mais pobres morreu no lugar do garoto, em Achilles, ele viu uma esperança de recomeçar, fazendo parte do credo e sendo o primeiro aluno do mestre assassino Achilles.

Gaultier era um nobre francês-canadense, filhos de comerciantes de peles e iguarias, não se tem registro de como ele entrou para a irmandade, mas que um dia Achilles o encontrou e firmaram uma parceria.

Kesegowaase era um nativo americano, era um mercenário antes de se tornar assassino, e durante o confronto britânicos e sua tribo, ele se viu sem saída e partiu em busca de ajuda e com isso se tornou membro da ordem.

Hope Jensen, nascida em 1732 foi colocada em um orfanato após a morte de seus pais. Ela foi adotada por um casal alemão que colocou seu nome de Hope (esperança). Seu pai adotivo chegou a ficar rico com os negócios da família, mas em 1742, seu pai desapareceu e o sócio dele ficou com as riquezas. Nas ruas, a mãe de Hope adoeceu e faleceu, e a menina aprendeu a roubar para sobreviver. Em 1746, Achilles conheceu a garota e a convidou para a irmandade. Assim, ela teria papel fundamental em controlar todo o crime organizado na cidade sozinha.

Artefatos

Após o treinamento, Shay se encontra com Adéwalé e Achilles, onde em uma conversa, é falado algo sobre dois artefatos misteriosos que eles teriam que ir atrás. Uma caixa e um manuscrito. Resumo básico sobre essa caixa, Adéwalé já teve contato com essa caixa durante a DLC de AC IV Black Flag, Freedom Cry. Ele deixou com Bastienne em Porto Príncipe. E era preciso a caixa e o que continha dentro dela para traduzir o que estava no manuscrito.

Adéwalé então parte de volta para Porto Príncipe com suprimentos para os necessitados e Shay vai com Liam atrás do artefato. Ao lado de Le Chasseur, eles descobrem que um navio que pertencia à Lawrence Washington estava com cargas templárias e talvez o manuscrito estivesse por lá, ou até mesmo a caixa.

Shay vai até o navio, e lá apenas consegue uma arma de ar comprimido, que não disparava balas e sim dardos. Durante a festa de Lawrence, é possível ver seu irmão mais novo, George, que é “expulso” da área, já que Lawrence não queria que ele se envolvesse em assuntos templários que curtisse uma vida normal.

Durante a conversa com seus amigos templários, Lawrence diz para Samuel Smith ficar com a caixa e James Wardrop o manuscrito. Ao dispersar, Shay mata Lawrence dando fim a vida do templário.

Raios, trovões e consequências

Meses depois, Shay consegue informações sobre Samuel Smith, com Liam e Gaultier eles partem e com o Morrigan, fazendo o barco de Smith aportar e ao ir atrás dele, Shay consegue recuperar a caixa e matar o templário.

Em 1754, no que seria o começo da Guerra dos Sete Anos, Shay ao lado de Hope e Liam se encontram na Ilha de Albany onde lá, se estava James Wardrop estava com o manuscrito, mas antes de mata-lo, ele ouve um papo entre William Johnson e Benjamin Franklin, onde ele disse para William que encontrou uma forma de ativar a caixa, já que antes eles já estiveram com ela e o mesmo pode analisar como faria para ativar, mas precisava do manuscrito para conseguir tal proeza.

Shay então se infiltra no forte de Wardrop, o mata e toma o manuscrito, indo até Benjamim Franklin com os dois itens para saber como ativar, Hope estava com Shay. Eles dizem que são subordinados de Johnson. E Benjamin diz para eles que a ideia nada mais era do que eletrocutar a caixa, fazendo ela se energizar e consequentemente funcionar.

E assim em Assassin’s Creed Rogue, se fez a eletricidade.

Ao abrir a caixa, era possível ver a localização de Portugal, em Lisboa. Lá era a localização do tal templo precursor que tanto assassinos e templários gostariam de descobrir. Achilles diz que lá havia um pedaço do Éden e além disso manda Shay para o local já que ele conhecia a região. Shay então vai atrás do artefato, algo que ditaria os rumos de sua vida.

Sismo de Lisboa

Shay chega à Lisboa em 1755, e na Grande Igreja do Carmo, ele ativa uma série de mecanismos se aprofundando nos confins da igreja e assim encontrando o tal pedaço do Éden.

E ai meus caros, vejam por vocês mesmo.

Para quem não sabe, isso foi uma alusão ao de verdadeiro terremoto de 1755 em Lisboa em Portugal. Um terremoto atingiu a região além de um tsunami que atingiu a área Baixa de Lisboa. Esses dois fatores quase ocasionaram a extinção completa da Capital Portuguesa, que conseguiu se reerguer após percas incontáveis de pessoas.

E dentro do jogo, eu preciso dar uma breve explicação para vocês, seguinte: Durante a DLC de Freedom Cry de AC IV Black Flag, Adéwalé deixa a caixa para Bastienne, mas a mesma deixa a caixa para o mentor assassino François Mackandal em AC Liberation. Ele descobriu que havia um pedaço do Éden em Porto Principe e mandou um assassino investigar, como resultado um terremoto aconteceu na cidade, o assassino morreu, Lawrence Washington tomou a caixa para ele e Adéwalé correu até seu mentor, Achilles para informar dos problemas em Porto Príncipe.

Ouuuu seja, Achilles e Adéwalé sabiam do grande problema que aconteceria com Shay, e os riscos de um colapso naquela região poderia ocorrer se Shay tivesse pego o fragmento do Éden.

Um detalhe que o terremoto em Porto Príncipe, de fato ocorreram também na vida real, mas dessa vez um pouco mais recente, em 12 de Janeiro de 2010.

Esses artefatos do Éden era para manter o equilíbrio do mundo, se retirados..

Shay então volta para a fazenda Davenport com o sangue nos olhos para confrontar seu mestre e ele diz que não fará mais parte disso, pois se recusa a deixar pessoas inocentes.

Ele volta para a mansão e rouba o manuscrito de Achilles, que discutem novamente e Shay pula da janela, ali ele estava pronto para deixar a irmandade. No fim, Achilles dá um tiro em Shay e cai de um penhasco, e os assassinos acreditavam que ele estivesse morto.

Um novo começo 

Um tempo depois, Shay acorda em uma casa de um casal de idosos que o acolheram e cuidaram de suas feridas. Enquanto se recuperava, a casa é invadida e Shay os protege, devolvendo sua roupa e o agradecendo. Então, ele vai atrás de quem mandou os arruaceiros e queima a bandeira dos assassinos.

Então entra em cena, o General Morno, que reconhece Shay, diz saber de seu passado e chama Shay de Mestre Cormac. Ao voltar para a casa do casal de idosos, ele se depara novamente com Monro, que diz à pedidos dele, o casal cuidou do protagonista.

Ele então pede um favor para Shay, salvar Christopher Gist de uma gangue, Gist era aliado de Monro. Shay aceita e ao cumprir sua missão, ele reencontra a Morrigan, seu barco que estava com a gangue e Gist se oferece para ser seu imediato.

Juntos, eles parte para Albany encontrar Monro que diz que os franceses estão planejando um ataque aos britânicos e que não só sua tripulação estaria em perigo, bem como os inocentes da cidade.

Shay então parte com a Morrigan defender o local e invade um forte francês, onde lá, encontra Le Chasseur, o informante assassino. Shay o mata e descobre que o plano era atacar as tropas do general com um gás venenoso que seria lançado em Nova York. E lá, Jack Weeks e William Johnson o convidam para uma cerveja.

Estamos em 1756, em alto mar, Shay abre um pacote, era o manuscrito, que não havia se perdido e sim, estudado pelos templários, e uma carta do General, que dizia que Shay era um assassino desde o princípio e que confiava muito no Shay para devolver o manuscrito e lhe informando do seu próximo passo.

Esse passo seria atacar um forte francês, mas que lá haveria resistência indígena juntos dos franceses e que os reforços que ele pediu não haviam chegado. Shay então parte para ajudar seu companheiro, salva o general, mas Kesegowaase reconhece Shay.

De volta para Nova York depois de um tempo, e um forte ataque dos franceses na região está acontecendo. Shay ajuda o general e vê num topo de um prédio, Kesegowaase. Eles se enfrentam, e o índio diz que Achilles quer Shay morto, e ele acaba matando seu ex companheiro.

Kesegowaase antes de morrer diz que Monro está morto, e na voltam ele encontra o General que dá seu anel para Shay e diz que ele precisa recuperar o manuscrito, antes de dar seu último suspiro.

E mais tarde, Shay é convidado para uma reunião, onde será proclamado como templário, por uma figura conhecida.

Não é pessoal, são apenas negócios

Sim, ele está de volta, Haytham Kenway troca uma ideia com Shay sobre tudo o que passou até o momento e diz que eles precisam fazer de tudo para parar os assassinos, e vão até James Cook com Gist junto. Segundo Cook, os franceses estavam chegam em um ataque pesado, enquanto os britânicos precisariam se defender até reforços chegaram. Durante o confronto, Adéwalé estava junto com os franceses, mas ele recua.

Mas em 1758, Cook encontra a posição de Adéwalé e eles parte atrás do mestre assassino. Shay parte sozinho atrás de mais um de seus ex-companheiros e dá um fim a sua vida.

Após isso, Shay encontra Liam, Hope e Achilles e escuta eles de forma escondida. Hope diz que pretende usar o experimento de Benjamin Franklin novamente na caixa para descobrir outro templo precursor.

Shay informa Haytham e ele com Jack Weeks bolam um plano para soltar uns arruaceiros e abrir espaço para invadir o esconderijo de Hope. Que mais tarde, percebe a presença de Shay, tentando o envenenar no processo.  Antes disso, ela e Liam descobriram o local de mais um templo, e Liam vai embora rumo ao local.

Ele consegue se recuperar, chegar na garota, tira a vida de Hope e toma a vacina que viria a salvar sua vida de uma morte dolorosa. E além disso, eles vão atrás de Gaultier e Shay mata mais um de seus antigos parceiros, sobrando assim até Liam e Achilles.

Indo para o Ártico, Liam e Achilles são encontrados por Haytham e Shay dentro de uma caverna que tinha um pedaço do Éden diante deles. Achilles percebeu o erro naquilo e afirma para Liam que Shay estava certo, mas Liam não engolia a traição de seu amigo de infância.

Liam diz que Shay traiu a irmandade e a ele, mas Shay responde que “diz o homem que atirou pelas minhas costas”, mas logo Liam diz que foi Gaultier, mas que ele não erraria. Achilles impede, mas o artefato cai no chão, se quebrando e começando um terremoto.

Shay confronta seu amigo, ambos caem de um pedaço enorme de gelo e Liam acaba ferido, pronto para morrer ao lado do amigo. Em seguida, Haytham estava prestes a matar Achilles, mas é impedido por Shay que diz que no momento ele era um mestre sem seguidores e que deixá-lo viver era a prova de que ele estava errado o tempo todo e que foi derrotado pelos templários. Haytham concorda com a decisão, mas não parte sem antes dar um tiro na perna do assassino.

Sem muito rumo, Haytham pede para que Shay encontra a caixa precursora, levaria anos para Shay fazer isso, e passa quase vinte anos em busca da caixa, então vemos, ele e Benjamin Franklin em 1776, Shay agora com 45 anos em Paris, França, no Palácio de Versalhes, onde Shay adentra uma festa em busca de um alvo, assim que o encontra, ele o mata. Esse alvo estava com a caixa precursora, era um assassino francês. O alvo diz para Shay que Connor, filho de Haytham estava acabando com os templários durante a revolução americana.

Mas ele disse que se fosse necessário, os templários também fariam uma revolução para estar no poder, assim saindo de cena. O nome do alvo? Charles Dorian, pai de Arno Dorian e saberemos a história dele em breve.

Enquanto isso, o “Cabeça” é chamado para a sala de Juhani, que diz ter enviado todo o material das memórias de Shay para os assassinos de todo o mundo. Fazendo assim com que eles o quão falho são os dogmas da sua ordem e que os assassinos não querem apenas libertado, mas sim, ordem.

Por fim, o cabeça é convidado para entrar para a ordem dos templários pelos personagens, ou morreria. Assim dando um fim a história atual de Assassin’s Creed Rogue.

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Cronologia Assassin’s Creed Parte 3: Assassin’s Creed III https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii/#respond Wed, 12 Aug 2020 19:00:37 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=11669 Hoje entramos numa nova era, o que podemos considerar o divisor de águas da franquia Asassin’s Creed. Após o término da saga Ezio

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Hoje entramos numa nova era, o que podemos considerar o divisor de águas da franquia Asassin’s Creed. Após o término da saga Ezio e sucesso estrondoso dos jogos anteriores, a Ubisoft foi além e nos presenteou no dia 30 de Outubro de 2012, o sucessor da trilogia Ezio, o Assassin’s Creed III.

É bom avisar que antes de você continuar esse texto, já contamos com dois textos além desse contando sobre os jogos anteriores da franquia, e que mais, depois do Assassin’s Creed III virão, portanto, caso você não queira spoiler, clique aqui, e aqui para ver os textos anteriores.

Não me recordo bem o ano que tive a oportunidade de jogar o AC III. Porém, há época, eu já havia jogado todos os jogos anteriores no meu saudoso XBOX 360, e me lembro de ter pego um kit de camisa, jogo e mouse pad e se não me falha a memória também um imã de geladeira. Sim, o Luiz de antigamente era esse tipo de cara, e eu não me arrependo de nada.

Mas, o hype foi tão grande, que na primeira vez em que rodei o jogo, que viria com a proposta de ser dublado, então pensei: “Por Juno! Isso dará muito certo”. E bem… deu, até chegar no AC Rogue.

Dito isso, vamos ao que importa, não é mesmo? Portanto, eu te pergunto… Você está prestes a vivenciar um novo momento na irmandade?

“… a verdade, lembra-te.. Nada é verdade”.

 

A história não acabou

Seguindo os eventos do final do jogo anterior, AC III começa com Desmond, seu pai, Rebecca e Shaun chegando no que seria a Cripta central, local que ficava nos Estados Unidos e que só foi possível achar graças as três figuras da Primeira Civilização, Juno, Júpiter e Minerva.

De possa da Maçã do Éden, Desmond abre a porta da cripta e lá dentro ativa um mecanismo, que mostra uma espécie de contador/porta mágica, que mostrava para todos o tempo que restava até a segunda explosão solar que dizimaria a terra, acontecer.

Desmond então entra em transe e fazendo com que as pessoas ao seu redor o coloque de volta dentro do Animus. Além disso, a missão que Rebecca para nosso protagonista é que ele precisa obter a chave para tal portão e nesse momento que somos jogados para o passado.

Tudo é permitido

Conhecemos então Haytham Kenway, nascido no dia 4 de Dezembro de 1725 em Londres. Dentro de uma ópera assassina, Haytham assassina um senhor, pega o medalhão que estava com seu alvo e escapa do local. Ao se juntar aos seus aliados, ele recebe a ordem de encontrar uma cripta que continha objetos da primeira civilização.

Enviado então para Boston, nos Estados Unidos, após 3 meses de viagem ele é recebido na América pela nossa primeira figura histórica: Charles Lee, soldado britânico e veterano na Guerra Franco-Indígena.

O mesmo diz que será nosso assistente e que nós, para obtermos sucesso, iriámos precisar recrutar 4 pessoas: William Johnson, John Pitcairn, Thomas Hickey e Benjamin Church, esse último inclusive é salvo por Haytham das mãos de um escravizador britânico.

Assassin’s Creed III
Haytham e Charles Lee

Já com seus colegas reunidos, William Johnson diz que uma tribo conhecida pelo nome de Kanien’kehá: ka mantinham artefatos parecidos com o medalhão que Haytham havia pego com o velho na ópera, e que Silas, o comandante britânico que mantinha Church preso, usava alguns índios dessa tribo como escravos.

Com o interesse em obter informações, eles vão até o Forte de Silas, atacam e libertam alguns índios e Haytham vai atrás de uma índia, chamada de Kaniethí: io, lhe mostra o medalhão e a mesma diz que sabe um local, mas em troca, ele teria que matar um general britânico Edward Braddock, já que o mesmo maltratava seu povo e o queria ver morto.

Após algumas semanas, Braddock é morto pelas mãos de Haytham e no reencontro, na frente da porta da caverna que no presente Desmond está, o medalhão acaba não servindo de nada, e ali, Kaniethí: io consola o britânico, rola um clima e é nisso aí que você está pensando, (eles jogam uno)

Alguns dias depois, com seus amigos reunidos, vemos Hayhtam fazendo o ritual de iniciação de seu amigo, e braço direito Charles Lee, só que com um pequeno porém, o ritual de iniciação Templária!!!!

E bem, é isso mesmo que você viu, em Assassin’s Creed III nesse tempo todo éramos um templário. Porém, vale ressaltar que no livro, Assassin’s Creed: O Renegado, sabemos das motivações de Haytham Kenway ter virado a casaca, já que antes ele era um assassino e virou templário.

Família, deuses e protagonista

Após sairmos do Animus e Desmond falar algumas coisas para seu pai, tomar uma porrada na cara do mesmo, explorar um pouco da caverna e trocar um papo com Juno sobre como eles tentaram e falharam em salvar a primeira civilização, somos levados de volta ao passado.

Lá, temos o vislumbre do pequeno Ratonhnhaké:ton, filho de Kaniethí: io e sim, dele mesmo, Haytham Kenway, aos seus quatro anos de idade, brincando com seus amigos de esconde-esconde na floresta, quando é abordado por Charles Lee e seu grupo de templários que não contava com a presença de Haytham.

Sob ameaça de morte por Lee, o garoto é forçado a falar a localização da sua aldeia, se recusa e Lee diz que vai o poupar pois é piedoso, enquanto o garoto pergunta o nome do homem diante de si, que responde e o indaga da razão da pergunta e recebe como resposta de Ratonhnhaké:ton um: “Pra eu te encontrar”.

Lee e seus colegas saem aos risos, enquanto o garoto fica desacordado após uma coronhada. Ao voltar para sua aldeia, ele encontra tudo pegando fogo e ao falar com sua mãe, ela lhe diz suas últimas palavras..

Tempos após isso, encontramos Ratonhnhaké: ton com seus 14 anos ao lado de seu melhor amigo caçando, e ao voltar para a tribo conversa com a anciã que lhe diz que ninguém pode abandonar aquele local, já que ali mantinha escondido um artefato antigo, que é entregue pelas mãos da anciã para o garoto, uma espécie de Maçã do Éden.

Juno então aparece para fala com o rapaz sobre a importância do artefato e que só ele poderia protege-lo, mas que para isso, teria que sair de sua aldeia em busca de um símbolo, o símbolo dos assassinos.

Com a benção da anciã, o garoto parte em busca de uma casa que ele avistará na colina que tinha tal símbolo. Ao chegar e bater na porta, ele se depara com um senhor de bengala e pede para que o senhor o treine, como resposta recebe um não é uma portada na cara. (Chorastes Daniel San?)

Ratonhnhaké: ton então fica na região e se depara com ladrões tentando invadir a casa do velho, mas evita que isso aconteça lidando com eles, então o velho vê as habilidades do garoto e decide chama-lo para entrar.

Seu nome era Aquiles Davenport, um ex membro da ordem dos assassinos, Grão-Mestre da ordem nas Colônias e que decidiu se afastar após ter sido poupado por um templário que o mantinha capturado. Ele então conta para o garoto tudo sobre o confronto histórico entre as duas filosofias, passando por Altair, Ezio e momento atual.

Assassin’s Creed III

Então, ao mostrar para o garoto seu manto já aposentado e dizer que o treinará para caçar os templários, bem como Charles Lee e Haytham e amigos, eles partem para Boston com a finalidade de comprar coisas para a casa do velho, e lá, ele avisa Ratonhnhaké: ton que ele precisa de um nome que não sofra retaliação dos colonos, e assim, o “batiza” de Connor, e bem como Aquiles, iremos chamá-lo por esse nome daqui para frente, ok?

Lá também o garoto conhece Samuel Adams, político dos Estados Unidos considerado hoje um dos “Pais Fundadores” de seu país. Além disso, na vida real, ele foi primo de John Adams, segundo Presidente Americano. No jogo, Sam gosta de Connor e seus ideias, e vira um de seus grandes aliados.

Ao voltar para a casa de Aquiles, Connor é levado pelo mesmo até seu barco, onde aprende a velejar com o capitão de Aquíla. Após uma passagem de tempo, Connor se torna o capitão do barco, recebe de seu mentor duas hidden blade e o manto aposentado de seu mestre que o nomeia membro da Ordem dos Assassinos.

O dever chama

Com 17 anos, Connor já demonstra uma habilidade acima do normal, e cada vez mais focado em seu objetivo. E recebe em “sua” casa, a presença de seu amigo, Kanen’tó: kon, dizendo que britânicos planejam comprar as terras de sua aldeia natal, e que o comprador seria nada mais que William Johnson.  Connor então fica pistolaço da vida, crava com sua machadinha em uma das pilastras da casa, e ao ser indagado pelo velho, responde dizendo que aquilo significava guerra.

Ao se encontrar com Sam Adams, ele conta para o assassino que estava planejando um ataque uma carga de chá inglês nos portos, o que viria a ser chamado de “A festa do Chá”.

Contexto histórico

Pronto, nesse momento você deve ter chego aqui em saber exatamente em que parte da nossa história nos estamos falando, e tá tudo bem. Vamos lá.

A história de Assassin’s Creed III se passa entre os anos de 1754 e 1763, durante a chamada Guerra Franco-Indígena. Guerra essa que durou 7 anos entre Ingleses e seus nativos aliados, os Iroqueses e os Franceses de outro lado com seus povos nativos, os Algonquinos e os Hurões.

Além disso, após essa guerra, a independência dos Estados Unidos é abordada no período do jogo também, e a festa do chá é o início disso tudo, já que a taxação de impostos sob materiais bem como açúcar, selo e chá eram consideradas muito altas pelos colonos que se rebelaram contra seus colonizadores, guerra essa que viria ser iniciada em 1775. Esses impostos foram colocados pela coroa britânica de forma que recuperassem todo o dinheiro perdido durante a guerra de 7 anos, em suma, uma guerra levou a outra.

O vento da festa do chá, em dezembro de 1773, um grupo de colonos se disfarçou de índios, invadiram um navio inglês e jogaram todo o chá no mar.

No jogo, Connor decide participar de tal festa, pois sabia que Johnson enriquecia com o chá. Após seis meses, William volta decidido a comprar as terras e com mais dinheiro, porém, Connor o mata.

Mais sangue em suas mãos

Um tempo depois após a morte de William Johnson, Connor descobre que Charles Lee queria ser o líder das tropas coloniais, mas ele perde o carto para George Washington. Depois, convidado para participar de um plano com o colono Paul Revere, ele recusa, mas muda imediatamente de ideia ao saber que o plano envolvia matar John Pitcairn.

Envolvido na batalha de Bunker Hill, ao lado do General Israel Putnam, Connor obtém sucesso e mata Pitcairn, mas descobre ao pegar uma carta nas vestimentas de Pitcairn, ele descobre um plano para o assassinato de George Washington.

Assassin’s Creed III

Um informante vai até a casa de Connor e lhe diz que o mandante do assassinato era Thomas Hickey. Em Nova Iorque, Connor segue uns bandidos, mas é surpreendido com a própria presença de Hickey, vestido como um dos soldados das colônias. Connor se revela um assassino para Thomas, mas em uma perseguição são parados por dois guardas que os levam presos.

Encarcerado, Connor vê Hickey sendo libertado por Charles Lee, que diz que botará a culpa nas costas do assassino pela morte de George Washington, e o executará em praça pública. Mason Weems ajuda Connor a escapar da prisão, porém sem sucesso, graças a Lee que intercepta o Assassino e vem à mente o rosto do garoto que ele havia encontrado ainda quando era pequeno.

No momento da execução, Connor é salvo por aliados, dentre eles Aquiles, que lhe diz para correr, alcançar Hickey antes do mesmo dar um fim à vida de George Washington. Com após alguns golpes, Connor mata Hickey, que afirmou que não se importava com a causa dos templários e que só lhe importava ter “Uma cerveja na mão e uma teta na outra”.

Ele iria ser morto por soldados, mas aos gritos, Putnam disse para eles abaixarem as armas, já que Connor era um “herói”.

Algum tempo depois, Connor estava ao lado dos pais fundadores, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e Samuel Adams, presenciando assim o que seria a declaração de independência dos Estados Unidos no dia 16 de junho de 1775, na Filadélfia.

Um inimigo em comum

Ao se encontrar com George Washington, o mesmo pede ajuda para Connor em recuperar armamentos que foram roubados por um traidor, Benjamin Church.

Na busca por pistas, Haytham entra no caminho de Connor que diz que já que ambos estão indo atrás da mesma pessoa, já que Church também traiu os templários, porque não trabalham juntos por um momento?

Durante a caça de Church, Haytham pergunta sobre a mãe de Connor, e ele apenas diz que é culpa do templário ela estar morta. O mesmo afirmou que não tinha relação alguma com isso, que mandou Charles Lee desistir da área.

No forte durante buscar por Church, eles descobrem que ele partirá para longe, pegam, mas vão atrás dele com o Aquila, conseguem interceptar o barco e Benjamin Church é morto no processo.

Connor dá uma rateada em seus sentimentos, e diz para Aquiles que talvez seja possível Templários e Assassinos trabalharem juntos, mas logo é confrontado pelo mesmo dizendo que não existe chance alguma.

No processo de descobrir os planos dos britânicos, eles descobrem que o plano deles era sair da Filadélfia e atacar Nova Iorque com tudo, fazendo que Washington morra no processo. Então, ambos vão alertar o comandante que estava em um acampamento.

E é nesse momento que Haytham aparece com uma carta do comandante americano, que ordenou o ataque a aldeia de Connor. A justificativa era de que os Kanien’kehá: ka haviam se juntado aos britânicos e seriam uma ameaça.

Assassin’s Creed III
Connor, Haytham e George

Connor então parte sem o pai para salvar seu povo, e ao chegar lá, encontra a anciã que diz que seu povo se aliou à Charles Lee e irá atacar um pequeno grupo de Washington. No caminho, Connor faz com que seus companheiros fiquem desacordados e ao encontrar Kanen’tó: kon que o chama de traidor e o ataque, acaba sendo morto forçadamente pelo seu amigo de infância.

Kanen’tó: kon em suas últimas palavras, afirma que Lee havia dito que Connor ao lado dos Colonos queriam acabar com todas as tribos e que os britânicos iriam atacar Monmouth, aonde o grupo de Washington seria atacado, mas ao chegar no campo de batalha, Connor ajuda na vitória diz sobre a traição de Lee para Washington e ainda com ódio, diz que irá tomar a vida do Inglês.

Enquanto isso fora do Animus

Ao longo do jogo, você sai do Animus para ir atrás das fontes de energia que Shaun localiza espalhadas pelo mundo todo. Desmond então viaja até mesmo para o Brasil atrás dessas fontes, e durante algumas dessas missões, ele é abordado por Daniel Cross, que estava atrás das fontes e de Desmond. Cross é o protagonista da HQ do universo de AC, Assassin’s Creed: A Queda.

Em busca da terceira chave, William, pai de Desmond, se oferece para encontrar a terceira chave enquanto o filho está dentro do Animus. Mas ao acordar, desde a última memória de Connor. Desmond então vai até Roma, pois seu pai foi capturado pela Wirren Vidic, o mandatário da Abstergo e que manteve Desmond preso por anos lá.

Desmond então vai para Roma, atrás de Vidic, e lá, acaba matando todos, inclusive Vidic com o poder da Maçã do Éden, assim libertando seu pai. E eles voltam para que Desmond reviva por fim as últimas memórias de Connor.

Pais e Filhos

Ao entrar no Animus, somos levados direto para um diálogo entre Connor e Aquiles, onde o jovem assassino diz para seu mestre que com a eminente morte de Charles Lee, seu pai e ele poderiam trabalhar juntos.

Aquiles diz que é impossível e ainda e que o jovem deve matar os dois sem pestanejar. Então, como aliado Marques de La Fayette, ou simplesmente La Fayette, eles bolam um plano para atacar um forte, assim forçando a saída de Charles Lee, onde o assassino o confrontaria.

Na hora de partir, Connor vai se despedir de seu mestre e amigo, aquele que tudo o ensinou, Aquiles, que é encontrado morto, sentado em sua cadeira dentro de sua casa. Na mão direita havia uma carta escrito por seu mestre.

Ao cavar a cova para enterrar o corpo de seu mestre, o povo que trabalhava na fazenda veio dar seu adeus ao mestre assassino, Connor deixa uma pena para seu mestre dizendo que o deixará orgulhoso.

Então, hora de partir para Nova Iorque. E ao dar a ordem para começar o bombardeio, Connor é atingido por destroços que o deixam cambaleando, ainda assim ele consegue chegar ao posto que Charles Lee estava, mas lá, é recepcionado por seu pai, Haytham que luta com seu filho dizendo que Lee era importante para a Ordem dos Templários e que tinha de evitar sua morte, já que Lee seria a chave da vitória templária.

Porém, bem como seu amigo de infância, Connor arruma uma brecha e crava sua hidden blade em seu pai.

Após se preparar para a última batalha de sua vida, Connor encontra Charles Lee no funeral de seu pai, o mesmo diz que ainda não o matará pois quer ver que todos da sua aldeia e aliados sofram antes de sua morte.

Casos de família

Connor se livra de capangas de Lee, vai atrás de informações sobre Lee, consegue e parte para cima de Lee em uma perseguição pôr em cima de um barco em construção. Ambos caem, mas Connor vê uma estaca enfiada em sua costela, mas Lee, ao invés de fugir, fica de bate papo uol com o protagonista que pega sua arma e dá um tiro em seu nêmeses, mas que não foi o suficiente para mata-lo

Ai sim, após levar o tiro, Connor encontra Lee em um bar, senta-se com ele, ambos estão terríveis, dividem um último gole de bebida, até que Ratonhnhaké: ton enfim o mata.

Por fim, Ratonhnhaké: ton volta para o lugar de sua tribo, mas não encontra ninguém lá, a não ser uma caixa com o objeto que se assemelhava a Maçã do Éden. Juno aparece e o assassino diz que não obteve sucesso em sua missão, que era manter a vila. Porém, Juno afirma que as pessoas de sua tribo estão bem, só saíram dali para um local mais seguro. Juno ainda afirma que Connor manteve o medalhão em posse, o que significaria seu sucesso, e que o mesmo deveria ser escondido aonde ninguém pudesse encontrar, e após a conversa, a Maçã se desfaz.

O último ato de Ratonhnhaké: ton foi enterrar o medalhão na cova ao lado de Aquiles, a de seu filho, Connor Davenport.

O ciclo se fecha

Desmond e a galerinha do barulho encontram o medalhão no tempo presente e voltam para o portão mágico. O dia já era 21 de dezembro de 2012, data para o dia da explosão solar. Desmond então entra em uma câmera, onde Juno aparece para ele na frente de um pedestal dizendo para toca-lo, se o fizesse, o mundo seria salvo. Minerva entra e diz para Desmond não o fazer, pois isso significaria a libertação de Juno, a salvação da explosão, mas também seria sua morte.

Minerva diz para Desmond que se fizesse sua escolha em não salvar a humanidade, ele seria o líder da nova civilização, que ao passar dos anos, ele seria visto como um Deus. Porém, a história seria destorcida ao longo dos anos, fazendo com que a humanidade voltasse ao estado onde poderia ocasionar uma terceira explosão solar, assim o ciclo se reiniciando.

Desmond então pede para seus amigos se retirarem e para a sua história é dada um ponto final.

O mundo é salvo, tendo sido envolto por uma espécie de aurora boreal que faz com que a explosão solar não afete a terra.

E bem como a história de Desmond chegou a um fim, esse também é do Assassin’s Creed III.

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Cronologia Assassin’s Creed parte 2: Trilogia Ezio https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-2-trilogia-ezio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-assassins-creed-parte-2-trilogia-ezio https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-2-trilogia-ezio/#respond Wed, 29 Jul 2020 19:00:07 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=11000 Seguindo o nosso especial sobre a franquia Assassin’s Creed, vamos falar hoje da trilogia que está dentro do coração de todos nós, fãs

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Seguindo o nosso especial sobre a franquia Assassin’s Creed, vamos falar hoje da trilogia que está dentro do coração de todos nós, fãs da saga. A trilogia Ezio foi um marco na história do mundo dos games.

“Onde outros homens cegamente…”

Nascer, viver e morrer fazem parte do ciclo da vida dos seres humanos, seja lá qual for. E em Assassin’s Creed não é diferente. Muitos fãs dizem que a franquia nasceu ali, outros, que morreu, e eu, acho vivemos seu ápice. E durante o texto de hoje, vamos dividir a trilogia Ezio dentro desses três pilares, o nascimento, o viver e a morte, onde cada uma delas representará cada jogo dessa que é ao meu ver, a melhor história já contada pela Ubisoft.

*Para você que não jogou, vale lembrar que esse texto terá spoilers*

Já disse meus parâmetros para o texto de hoje e lhe pergunto, você está preparado para se juntar à irmandade?

O Nascimento

O ponto de inicio de Assassin’s Creed II é exatamente após o término do primeiro jogo. Onde Desmond, nosso protagonista do presente se encontra em seu quarto, nas instalações da Abstergo, vendo símbolos estranhos na parede, até que Lucy adentra seu quarto com uma mancha de sangue em suas roupas e alerta Desmond que eles devem sair dali e que a chance seria agora.

Porém antes disso, Desmond teria que entrar no Animus mais uma vez, e lá fomos nós, transportados para dentro das memórias dos ancestrais de Desmond, mas a surpresa estava quando revisitamos e não encontramos Altair, e contemplamos o nascimento de Ezio Auditore da Firenze.

Após essa visão, Lucy nos retira do Animus e pede para que Desmond o acompanhe para se retirarem das instalações da Abstergo. Com sucesso na fuga, Desmond e Lucy vão até um esconderijo onde encontramos dois novos personagens e assassinos do presente, Shaun Hastings e Rebecca Crane, essa inclusive é a responsável pela criação do que vamos chamar de Animus 2.0 aqui, ok?

Ambos são mestres nas artes da área de informática e estão juntos com Lucy e Desmond para impedir os planos da empresa rival da irmandade dos Assassinos. Lucy então explica para Desmod que ele aprenda as habilidades de luta de seus antepassados apenas utilizando o Animus, tudo isso graças ao efeito sangramento.

Efeito Sangramento

O usuário após se expor por muito tempo dentro do Animus, é capaz de aprender as habilidades de seus ancestrais. Coisa que os Assassinos do passado tiveram que aprender em anos, é possível aprender em horas e dias, mas tudo tem um risco…

Se lembram das marcas na parede do final do primeiro jogo e no inicio desse? Pois bem, aquilo só foi possível graças a esse efeito, o que permitiu Desmond de adquirir a “Visão de Água”, que era de Altair.

Após essa explicação, chegou a hora de experimentar o Animuns 2.0, que era chamado carinhosamente de “baby” por Rebecca, sua criadora.

Somos então levados para o passado, mais precisamente 1476, época do Renascimento.

Contexto Histórico

Durante os primeiros anos do século XV, em Florença na Itália, foi criado o movimento chamado “Renascimento”, que teve como principal fator uma evolução considerável nos campos artísticos, científicos e da literatura. Uma transição da idade média para a idade moderna, onde grandes criações eram feitas por mãos de artistas históricos. Mas também foi a ideia do Humanismo que valorizava a natureza e o homem em oposição ao divino e sobrenatural, algo que era muito valorizado na idade média.

De volta ao jogo, somos apresentados ao já mais velho, em relação a primeira memória, Ezio Auditore com seus 17 vivia uma vida sem preocupações e cheia de aventuras e mulheres, tudo isso ao lado de seu irmão mais velho, Federico Auditore.

Ezio era mensageiro de seu pai, e durante uma entrega, ele percebe que algo não cheirava bem e decide voltar para casa, e ao chegar lá, vê as coisas bagunçadas, e a empregada da família lhe diz que os guardas da cidade levaram seu pai e irmãos presos.

Ao escalar a torre da prisão, Ezio encontra seu pai, Giovanni Auditore, um nobre banqueiro e chefe da família Auditore. Giovanni diz para Ezio ir até seu escritório, pegar o que tivesse dentro de uma caixa e levar a carta que estava lá até o amigo e advogado, por assim dizer, da família, Uberto Alberti.

Após escutar o pedido de seu pai, Ezio vai até o local e ao chegar lá…

Nem tudo é o que parece

Uberto ao receber a carta de Ezio, diz que ficará tudo bem para o jovem e que tudo não passou de um engano e que a carta contém o que era necessário para provar a inocência de seu pai e seus irmãos.

Entretanto no dia seguinte, durante o julgamento em praça pública, Uberto diz que não houve prova alguma que contestasse a inocência da família Auditore e ordena o enforcamento de Giovanni, Federico e Petruccio Auditore, seu irmão mais novo.

Ezio tenta impedir, mas não vê outra saída a não ser recuar e ir atrás de sua mãe, Maria e irmã mais nova, Claudia Auditore. Somos apresentados a Paola, a dona de um bordel na cidade e que cuidava da irmã e mãe de Ezio, ao chegar lá, diz que pretende se vingar de Uberto e a mesma lhe ensina técnicas de roubo e disfarce e diz que conhece um amigo que pode ajudar na reconstrução do bracelete que Ezio encontrou dentro da caixa no escritório de seu pai.

Anatomista, escultor, inventor, cartógrafo, pintor, botânico, engenheiro, arquiteto, cientista e matemático, esse era Leonardo da Vinci, o amigo que Paola falou a Ezio. Leonardo conserta o bracelete com a ajuda do pergaminho encontrado junto ao equipamento dentro da caixa. E aquilo nada mais era que uma Hidden Blade parecida com a de Altair, mas com modificação para que o usuário não precisasse arrancar o dedo anelar de sua mão.

Trilogia Ezio
Ezio e Leonardo da Vinci

Ezio vai atrás de Uberto, o mata e leva o que restou de sua família até a cidade de Monteriggioni, na região da Toscana, lá era o local da Vila Auditore e seu tio Mario era o responsável por cuidar da vila.

Tio Mario, conta para Ezio que todos os membros da família Auditore no passado, inclusive ele e Giovanni eram assassinos e também explica o embate histórico entre a Irmandade e Templários. Mario ainda revela que os pergaminhos se chamam Códex e que revelava uma profecia que Altair teria escrito, isso tudo dentro de uma câmara escondida com estátuas de assassinos do passado, incluindo a de Altair e seu manto, coisa que você viria a desbloquear e usar com o passar da gameplay.

Anos mais tarde e o Presente

Já treinado pelo seu tio, Ezio descobre uma conspiração para matar a família Real Médici, liderada pela família Pazzi, família de templários e como cabeça da operação, o espanhol Rodrigo Bórgia. Com o sucesso na missão de evitar a morte dos Médici, ganha a confiança de novos aliados ao longo do tempo, como Catarina Sforza, Antônio de Magianis, Teodora Contanto e Bartolomeu d’Alviano, todos com papel fundamental na vida do jovem assassino.

É aí então que saímos do Animus e voltamos ao presente. Vemos Desmond em um treinamento de movimentação dentro do local de fuga, onde ele mostra que aprendeu várias habilidades de Ezio, porém, Desmond desmaia e logo é colocado de volta ao Animus.

Nota: Existem alguns mistérios a serem contados nessa parte, já que após esse desmaio, é possível encontrar marcas durante a gameplay com Ezio. Marcas que teriam sido deixadas por alguém para avisar Desmond, mas não vou falar sobre isso por enquanto.

O jogo dá um salto temporal e Ezio se encontra com 27 anos em Veneza com Leonardo da Vinci, que lhe conta que as páginas do códex contam sobre um profeta que apareceria quando o segundo pedaço do Éden chegasse a cidade flutuante.

Ezio então conta para da Vinci que um navio templário foi mandado para Cypre e que retornaria à Veneza, certamente a missão deles era voltar com o segundo pedaço do Éden de lá para a cidade Italiana.

Quem é o Profeta?

Ao se deparar com a chegada do artefato em Veneza, Ezio se disfarça de um soldado, e acompanha o artefato até Rodrigo Bórgia. Durante a batalha, todos os que passaram até o momento na vida do Assassino, se juntam a ele, Bórgia foge deixando o artefato para trás e se revela Nicolau Maquiavel, filósofo, humanista, escrito e líder da ordem dos Assassinos afirma à Ezio que ele é o profeta e partem dali para a cerimônia que integraria o membro da família Auditore de fato na Ordem dos Assassinos.

No ano de 1499, com seus 40 anos, Ezio se encontra com seus amigos na mansão Auditore e com a Maçã do Éden em mãos e todas as páginas do códex, ela os revela a mesma coisa que revelou para Altair, a localização dos demais artefatos do Éden, por consequência o Mapa Mundi.

Ezio diz não acreditar que tais terras existam, mas é logo abordado por Maquiavel que afirma que elas só não foram exploradas ainda. Um ponto que aparecia no mapa chamava atenção, ela se encontrava na mesma localização que o Vaticano, local que era agora liderado por Rodrigo Bórgia, que havia se tornado o Papa e a segunda parte do pedaço do Éden nada mais era que o bastão Papal.

Ao viajar para Roma e conseguir invadir a missa de Rodrigo, eles se encontram e travam uma batalha, e Rodrigo fica com a maçã após quase matar Ezio. O mesmo quase que um milagre consegue se levantar e vai até a câmara secreta do Vaticano onde se encontra o Papa, eles lutam novamente, sem os artefatos dessa vez e o Auditore leva a melhor, porém não o mata, pois afirma que aquilo não trará sua família de volta e o deixa apenas inconsciente.

A primeira civilização

Ao entrar na câmara, Ezio encontra apenas uma projeção, afirmando ser Minerva que conta que fez parte de uma civilização antiga quase extinta graças a uma catástrofe ambiental na terra. E a partir disso, quem conseguiu sobreviver começou a reconstrução do mundo a partir imagem dos humanos, mas logo entraram em confronto e a raça humana prevaleceu, o que culminou com o resto dos antigos a se esconderem em criptas em volta de todo mundo com a esperança de evitar a catástrofe antiga. A figura termina o papo falando diretamente com você e Desmond, quebrando a quarta parede e afirmando que o resto só depende dele.

Ezio não entende nada, nem você, já que Desmond é acordado às pressas do Animus pelo pessoal, Lucy dá a Desmond uma Hidden Blade e afirma que Warren Vidic os encontrou e que precisam sair dali logo, após uma breve batalha com os créditos já subindo, Vidic recua e a equipe Desmond sai dali em uma van discutindo o que acabaram de ver, Lucy diz que esse seria o fim do mundo.

O Viver

A nossa aventura pelo segundo game da trilogia Ezio, Asassassin’s Creed: Brotherhood inicia após o papo com Minerva ter sido encerrado. O protagonista percebe que Rodrigo Bórgia já não estava no salão que antecipava a cripta aberta pelas suas mãos, e ao tentar recuperar os dois pedaços do Éden, fica apenas com a maçã, já o bastão é sugado para dentro do chão através de um mecanismo.

De volta a Vila Auditore, Ezio conta que não matou Bórgia, e Maquiavel contesta dizendo que foi seu maior erro, e que ele partirá para Roma. Ezio então tem um tempo de descanso ao lado de Catarina Sforza.

Ao acordar, o casal é assustado com barulhos de canhões, uma bala inclusive atravessa o local onde estão, a Vila estava sobre ataque e Ezio iria verificar o que causava tudo isso, e presenciou as figuras dos Bórgia, Lucrécia e César, filhos de Rodrigo estavam ali para se vingar da família Auditore.

César com a Maçã do Éden em posse e tio Mário no chão, grita aos quatro cantos que aquilo era um convite para a família Auditor. Na outra mão de César havia uma arma, forjada por Leonardo da Vinci e seria esse o fim de Tio Mário…. Ezio presencia a cena ver a cena também sofre com um disparo no ombro dos soldados de Bórgia, mas sobrevive. Recuperado a consciência, Ezio alerta sua mãe e irmã para irem até Florença, enquanto ele vai até Roma em busca de vingança, no meio do caminho desmaia de dor e voltamos aos dias atuais…

Lucrécia e César Bórgia

Eu vejo o futuro repetir o passado

Desmond, Lucy, Shaun e Rebecca chegam até a Vila Auditore no presente, ali seria o local perfeito para se manter escondido por um tempo da Abstergo, já que era um local isolado e um ponto turístico bem restrito para o público em geral. Então, eles adentram a câmara que continha as estatuas e a vestimenta de Altair, na mansão Auditore.

De volta ao Animus, Ezio acorda com uma mulher lhe dizendo um amigo dele havia lhe deixado ali junto com uma vestimenta de Assassino para o protagonista. E finalmente em Roma, Ezio se encontra com Maquiavel que lhe diz a situação da cidade naquele momento.

Os Bórgias haviam conseguido aumentar sua influência tanto, que até a França já os apoiavam, e que César era líder do exército papal e a igreja católica, sob comando de Rodrigo Bórgia, ou Papa Alexandre XV virava praticamente um império. Além disso, Nicolau nos conta que Leonardo da Vinci trabalhava, obrigado para o Bórgia, fabricando armas e equipamentos em troca de sua vida.

Maquiavel

Mesmo assim, Ezio afirma que vai atrás daqueles que mataram seu tio. Não seria algo fácil, já que descobrimos também que a Igreja Católica tinha uma espécie de “milícia” em suas mãos. Os seguidores de Rômulo, o fundador de Roma, que foi criado por uma Loba, era um Deus. Então viviam na cidade com vestimenta de lobo e saindo assustando as pessoas com seus uivos. Financiados pela Igreja Católica, eles faziam isso com a finalidade de levar mais pessoas à Igreja e aumentar assim a influência dos Bórgia.

A irmandade

 Maquiavel aconselha que Ezio vá atrás de ajuda para acabar com tal influência. Então, juntos dos velhos amigos que lhe ajudaram na primeira luta contra Rodrigo Bórgia, ele vai atrás também de moradores da cidade que precisam de ajuda, em troca, eles são enviados em missão em nome da irmandade pela Europa todo e em cada missão, eles vão ganhando experiência se subindo no ranking dentro da irmandade.

Da Vinci também desempenhava um papel importante ao lado de seu amigo, fornecendo novos equipamentos e lhe dando informações de onde estavam suas criações em campo Templário, para que Ezio desse um fim nelas.

Entra em cena um ator chamado Pietro Rossi, que tinha a cópia da chave do Castelo dos Bórgia, já que ele tinha um caso com Lucrécia. Ezio descobre que César queria matar o ator, já ele também mantinha um caso de incesto com a própria irmã. Com interesse na chave, Ezio se propõe a defender o ator em uma peça em que ele representaria Jesus Cristo.

La Volpe diz que Maquiavel pode ter traído a irmandade, mas durante a missão ele consegue ir atrás do verdadeiro traidor, assim evitando a morte de Maquiavel pelas mãos de La Volpe. Todos naquela noite se reúnem para a cerimônia de inserção de Claudia Auditore, irmã de Ezio como uma Assassina, e além disso, Maquiavel anuncia sua retirada do comando e passa o cargo de líder e mestre Assassino para Ezio Auditore da Firenze.

A caçada

Ezio vai até a fortaleza dos Bórgia, e vê pai e filho discutindo sobre a má administração de seu poder e que os Assassinos haviam ganhando poder graças a administração de César. César então pega uma maçã na mesa e Lucrécia então entra pedindo para o que seu irmão não a coma, já que Rodrigo havia envenenado a fruta. Tomado por ódio, o filho se volta contra seu pai e o força a comer a maçã, Lucrécia diz onde está Maçã do Éden que o pai escondeu para seu irmão, mas Ezio já estava em posse dela antes que pudessem chegar.

Ezio manuseia o artefato diante dos guarda de César que foge. Após um tempo, a luta entre o exército de César e os assassinos chega a um fim, já com o filho de Rodrigo sozinho e enlouquecido e diante da porta dos Auditore, Fabio Orsini, o novo líder do exército papal manda prender César, pela ordem do novo Papa, Julios II pelos crimes de traição, incesto e assassinato.

César aos gritos é levado e dizendo que não será morto pelas mãos de nenhum homem. Depois de um tempo, vemos Ezio ao lado de Leonardo da Da Vinci falando sobre sua preocupação com tais palavras ditas por César, e ao tocar a maçã, coisa aconselhada pelo seu amigo, ele vê que o Bórgia fugiu da prisão e está em Viena com sua milícia. Ezio parte para lá e diz para seu amigo que ele pode não voltar e deixa para ele algumas de suas riquezas.

Em Viana, uma cidade pequena de Navarra na Espanha, um cerco foi formado por César, mas Ezio consegue se infiltrar e de vez, pega César que diz as mesmas palavras daquele dia, então, Ezio diz que o deixará nas mãos do destino e joga César Bórgia da torre do cerco.

Porta da Esperança?

Antes de sair do Animus, é possível ver momentos picotados de Ezio fechando uma porta com a Maçã do Éden no Coliseu, em Roma. E é para lá que Desmond e seus querem ir para lá, mas precisavam voltar ao Animus para ter mais informações sobre tal porta, sem sucesso, pois a luz acaba.

Desmond então encontra uma pirâmide simbólica na parede que mostra alguns números, neles Shaun percebe um padrão, o Tetragramaton, ou os 72 nomes dados para Deus. E que se colocado as quatro letras hebraicas do nome de Deus num triangulo equilateral, a soma dos seus valores numéricos seria a mesma de 72. Luiz, o que isso significa? Só Deus e Shaun sabem.

Sacanagem, isso tem relação exata com a data do começo da construção do Coliseu, 72 d.C. Chegando lá, Desmond diz (abra-te Sésamo) 72 e a porta se abre diante deles. Lá, Juno, mais uma sobrevivente da primeira civilização fala sobre a criação da humanidade, e que eles deram 5 sentidos para os humanos e não 6 para que eles fossem comandados, e que foi dado para humanidade imagens e conhecimento, que os deixavam mais próximos de seus criadores, e que isso foi um erro enorme.

Desmond então encontra a Maçã do Éden, e ao tocá-la é possuído por uma força em volta de seu corpo, e Juno ordena que Desmond mate Lucy.

Após a morte de Lucy, Juno diz que está completo que Desmond deve cumprir seu dever sozinho. Ouvimos a voz do pai de Desmond e mais uma pessoa afirmando que precisam colocar ele de volta no Animus, e assim o segundo jogo da nossa trilogia Ezio, Assassin’s Creed: Brotherhood se encerra.

A morte

Acordado após ter matado Lucy no final do jogo anterior, Desmond acorda dentro de um local azul, estranho e se depara com uma figura conhecida como “Subject 16”. Ou Clay Kaczmarek, explicando para Desmond que ali onde eles estavam nada mais era que uma área dentro do Animus e que Desmond havia tido o mesmo efeito colateral que ele, que basicamente funde a memória de seus antepassados com as suas próprias.

A ideia de Clay era apagar tal parte de dentro do Animus para que ele se visse livre, Clay já estava morto, mas seu consciente ainda vivia dentro do Animus. Então, a ideia era que Desmond revivesse as últimas memórias tanto de Altair, quanto de Ezio, para separar as consciências e que para que tudo fosse dado um fim.

De volta ao passado

Ao entrar em um portal, somos levados até o ano de 1509, quando Ezio já estava com seus 50 e poucos anos de idade, onde vimos o mestre assassino sem rumo, já que o mesmo havia cumprindo sua missão no primeiro jogo da trilogia e trouxe paz para Roma no segundo.

Ezio então parte para Masyaf, terra dos Assassinos no Oriente Médio atrás da biblioteca secreta de Altair. Porém lá, ele é confrontado com um esquadrão de Templários que o leva para a morte eminente.

Mas Ezio evita sua morte, e na fuga descobre onde está a entrada para a tal biblioteca de seu ancestral. Para entrar lá, Ezio precisava de 5 chaves para que pudesse destrancar a porta, e é ele redescobre o motivo para continuar vivo.

O Líder dos templários que atacou Ezio, era Leandros, e com ele, havia o livro que falava mais sobre tais chaves. Ezio dá fim a vida do líder templário e descobre que o livro foi escrito por Nicolau Polo, pai do Marco Polo. Nicolau, o pai, descreve que todas as chaves se encontram em Constantinopla e Ezio parte para lá.

Amigos Otomanos

Yusuf Tazim, líder da Ordem dos Assassinos Otomanos recebe Ezio em 1509, no que chamamos hoje de Turquia e eles partem em busca de enfraquecer o Exército Bizantino do Oriente Médio.

Trilogia Ezio
Ao lado de Ezio, Yusuf e ele causaram altas aventuras em Constantinopla

Nota: Se perdeu no contexto histórico? Vamos lá, dentro da Lore do jogo, o Exército Bizantino, comandado pelo Império Romano, tinha sua sede em Constantinopla e foi expurgado da região em 1453 graças a uma força tarefa turca que mais para frente se chamaria de após tal ato contra os Bizantinos de Império Otomano.

Os templários que haviam sido expulsados da Itália, se uniram com os Bizantinos afim de retomar o poder em Constantinopla no ano de 1509. Altair em sua velhice, viajou até a região para colocar os ensinamentos da Ordem por lá, obtendo sucesso graças a Nicolau Polo e seu irmão Maffeo Polo. Anos mais tarde, Assassinos Italianos e Turcos começaram a trabalhar juntos.

Ezio explica sua missão, e seu companheiro de credo otomano o ajudará, dando a ele informações, uma hidden blade com uma melhoria de gancho para se pendurar e novas armas. Tazim ainda conta para Ezio que as chaves estão em instalações comerciais de Polo e eles vão para lá. Num desses encontros, Ezio conhece Sofia Sartor, que comprou aquela propriedade para montar sua biblioteca.

Triologia Ezio
Sofia e Ezio, foram até o fim.

Ao explorar uma passagem secreta, Ezio é levado até a primeira chave de Altair, bem tranquilo, não?

Incepction

Durante examinar a chave, Ezio sofre algo parecido com o Animus e é levado para dentro das Memórias de Altair, onde, após ele matar o Al Mualim no final do primeiro jogo, todos retomam a consciência, e Altair leva o corpo de Al Mualim para ser queimado, já que o mesmo tinha medo de seu antigo mestre ser um tipo de mago.

Abas, amigo de infância de Altair não aceita tal ato, pega a Maçã do Éden que está sugando toda a energia de seu corpo. Altair então a pega e sai de Masyaf voltando lá após 10 anos, quando cumpriu seu papel durante a Guerra dos Mongols. Ao lado de Maria Thorpe, sua mulher, Altair descobre que Abbas se proclamou líder de Masyaf e de quebra, seu antigo amigo, ordenou a morte do seu filho mais novo, Sef, um aliado de Abbas afirmou que em seu leito, disse para o garoto que tudo aquilo havia sido ordens de seu pai.

Alterado, Altair quase mata Abbas com a Maçã do Éden, mas em um momento em que Maria pede para que seu marido pare, Abbas usa hidden blade, matando assim também sua amada. Altair seria morto ali, mas consegue recuar e levar seu filho mais velho, Darin, onde ficou exilado por 20 anos.

Depois desse período, ele volta para Masyaf e descobre que Abbas surtou legal e anda gritando sozinho pelos quatro cantos, e com ajuda de uns assassinos leias, ele mata enfim seu amigo, tomando de volta o posto de líder dos Assassinos. Sua última memória que Ezio teve visão foi com 92 anos em Masyaf, pedindo para que Nicolau e Maffeo Polo escondessem as tais chaves aonde pudessem.

Ataque Bizantino

De volta à Ezio, durante uma conversa com Yusuf Tazim, é revelado que os bizantinos pretendem atacar ao Palácio dos Otomanos, que receberia a presença do Principe Solimão, o plano era sequestrar ou matar o príncipe. Ezio, sabendo que umas das chaves estava abaixo do palácio, resolve tramar uma defesa para o príncipe.

Com sucesso na missão, vestido de bardo, Ezio chega a um acordo com o jovem príncipe. Ele ajudava na missão de sua família e em troca, Solimão ajudaria na busca das chaves de Ezio. Com sucesso na missão, o príncipe arruma um barco para Ezio ir até a Capadócia, onde concluiria a missão de ajuda ao princípe que envolveria matar Manuel Paleólogo.

Manuel seria o sucessor em Constantinopla, mas devido seu ligamento com os Templários, o destino levou Ezio direto para ele, o matando e pegando a última chave que dava acesso à biblioteca de Masyaf, já que as outras ele recuperou ao longo do tempo.

Ahmed, tio de Solimão aparece para Ezio se dizendo um templário e querendo as chaves em troca de Sofia Sartor. Nessa altura, Ezio volta para Constantinopla, chegando na biblioteca de Sofia bagunçada e com Yusuf morto.

As razões de Ahmet eram simples, transformar o mundo em uma só nação, que as diferenças entre os povos deixava todo mundo confuso e que ao entrar na biblioteca de Altair, ele acabaria com tudo lá dentro, dando fim as superstições do mundo.

Solimão aparece após seu tio ir embora e diz para Ezio que o mundo precisa de cores, e que as culturas são como um tapete cheio de cores e que várias diferenças fazem o mundo mais bonito. Ezio concorda e vai atrás de Ahmet, travando uma luta com ele após resgatar Sofia e uma perseguição de carruagem, e Selim, o irmão mais velho de Ahmet aparecendo para dar um fim à vida de seu irmão, já que ele foi escolhido pelo sultão para ser seu sucessor. Ezio recupera as chaves.

O fim?

Desmond volta a zona desconhecida dentro do Animus e vê tudo desmoronando, e Clay diz para ele que aquele era o fim, e Desmond teria que entrar pela última vez no portal para reviver a última parte das memórias de Ezio. Ele o abraça, já com sua consciência sendo libertadas do Animus, o empurra para o portal e aqui temos a última memória de Ezio Auditore.

O que é um homem além da soma de suas memórias? Nós somos as histórias que vivemos? Os contos que contamos à nós mesmos! – Clay Kaczmarek

Pela última vez, Desmond entra no portal e vemos Ezio chegando a Masyaf contando tudo sobre o credo dos Assassinos, ele entra sem Sofia na biblioteca e no fundo o esqueleto de seu passado, contendo a sua última memória.

Nela, Altair se despede de seu filho Darin, e entra na Biblioteca, onde aos 92 anos de idade, senta na cadeira com a Maçã do Éden em mãos e descansa em paz.

Ezio se levanta e vê logo atrás a Maçã de Éden, mas ele deixa para lá, e fala diretamente com Desmond

Minerva, Juno e Júpiter, falam com Desmond sobre a explosão solar e como eles falharam com seu plano de contingência assim acabando com praticamente toda a primeira civilização. Eles então afirmam que Desmond tem o poder de parar a segunda explosão e lhe mostra a localização da cripta central, onde tudo seria resolvido… Ao acordar, Rebecca, Shaun e seu pai William estavam ao seu lado, ele diz que sabe o que tem que fazer e assim termina o último jogo da trilogia Ezio.

Mas e o Desmond? Bom, isso é no próximo texto.

Saudações.

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TOP 5 Assassin’s Creed https://animesonlinebr.org/curiosidades/top-5-assassins-creed/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=top-5-assassins-creed https://animesonlinebr.org/curiosidades/top-5-assassins-creed/#respond Wed, 08 Jul 2020 19:00:52 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10239 Já é uma tradição aqui na minha coluna, quando temos um especial vindo é por aqui que começamos, os top 5 jogos (na

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Já é uma tradição aqui na minha coluna, quando temos um especial vindo é por aqui que começamos, os top 5 jogos (na minha opinião) daquela franquia em questão, e hoje, chegou a hora de falar da franquia de jogos Assassin’s Creed.

Não é novidade para ninguém que a série Assassin’s Creed tem seus altos e baixos, ao foram nada mais que de 11 jogos da série principal lançados até o momento, e Valhalla será no final do ano, o capítulo mais recente da franquia.

Caso você tenha jogado já algum jogo, você tem seus favoritos, certo? Bem como o especial de Final Fantasy, lá atrás, esse texto trata apenas da minha, e claro que você pode discordar veemente dela.

Bom, chega de lenga lenga e vamos ao que interessa?

5 – Assassin’s Creed Odyssey

Eu poderia colocar dois nessa lista que estaria tudo bem, mas eu vou escolher um só, o que eu joguei mais tempo. Com mais de 60 horas de jogo, com lágrimas, sorrisos, gargalhadas e surpresas, fica Assassin’s Creed Odyssey.

“Ai meu deus, você já falou do AC Odyssey semana passada, Luiz”. Sim, falei e tenho mais para falar, fica tranquilo (a), Kassandra está de volta! E meus amigos, o quão bobo eu fico ao descobrir coisas novas, locais novos, histórias novas durante minha jornada pela Grécia Antiga.

Tudo em Odyssey é vivo, os cenários te passam sensações diversas, você sente desconforto, fica apreensivo a cada tumba/caverna/naufrágio que você encontra. Bem como as florestas, que realmente são os lugares mais perigosos desse jogo, afinal, você pode estar andando com Phobos e do nada um urso pode vir para cima de você.

A história é um ponto alto aqui, bem como uma tragédia Grega, você se encontra no meio do confronto entre Gregos e Espartanos. Aqui, você pode ter certeza, a história do jogo pode ser cruel com personagens que você menos espera.

E lágrimas podem escorrer dos seus olhos, ao se aprofundar na história familiar de Kassandra.

Assassin's Creed
Kassandra em ação

4 – Assassin’s Creed Origins

Fazem alguns bons anos que não reencontro um dos personagens mais fo*** que já tive o prazer de conhecer no mundo dos games. E não, não estou de falando apenas do Bayek, mas sim de sua esposa, Aya. Que por sinal, merecia muito mais destaque no jogo antecessor a Odyssey.

Que mulher, e sim ao matar Lucius Septimius, Aya lança “pela primeira vez” na franquia, a frase “Requiescat in Pace”, frase essa tão famosa por ser o bordão de Ezio Alditore em jogos mais antigos da série.

Em Origins, ao lado de Bayek e Aya, você tem como principal função ajudar Cleópatra a retomar o trono de seu irmão, Ptolomeu XIII. Ao se deparar com isso, Bayek enfrenta o que viria a se tornar a ordem dos templários.

Assassin's Creed

E sua saga, bem como a de Kassandra, é cheia de reviravoltas, e tragédia. O que que faz com que você se identifique com sua família.

3 – AC: Brotherhood

O segundo capítulo da trilogia Ezio, foi lançado no dia 16 de Novembro de 2010, há quase 10 anos e é uma maestria de jogo. Na pele de Ezio, você terá que reconstruir Roma no período da Renascença que é controlada pelos templários, comandados pela família Bórgia, que na figura de Rodrigo Bórgia, viria se tonar o Sumo Pontífice.

Assassin's Creed

Ao lado de Ezio, já um mestre da Irmandade dos Assassinos, você busca reerguer o legado da irmandade, recrutando cidadãos para que expandam o conhecimento dos assassinos e enfrentem a ordem dos templários, em meio a locais históricos, um mundo aberto cheio de coisas para fazer, personagens aliados históricos.

Desmond, que sua linhagem carrega a genética do lendário assassino nos dias atuais, busca desvendar os mistérios da primeira civilização e desmantelar a empresa chamada Abstergo, que carrega a bandeira templária na sociedade moderna.

É um clássico do mundo dos jogos.

2 – Assassin’s Creed II

Não existe uma forma melhor de começar esse texto a não ser descrever a emoção de ver o recém-nascido Ezio Auditore da Firenze fazendo seus primeiros movimentos.

Aqui, somos apresentados ao melhor personagem da franquia. Ao movimentar Ezio nos primeiros minutos após o seu nascimento, você é levado a uma viagem de traição com a família Auditore. Anos mais tarde, já jovem, Ezio começa suas primeiras jornadas ao descobrir que seu pai fazia parte da ordem dos Assassinos.

Assassin's Creed

Ezio então é motivado pelo seu desejo de vingança e vai atrás dos responsáveis pela morte de seu pai e irmão. Sua saga aqui também continua com o Desmond, que também tem em sua linhagem o primeiro assassino da irmandade conhecido, até então, Altair Ibn-La’Ahad.

AC II melhorou e muito a jogabilidade do (hoje) travado primeiro jogo da franquia. E usa os dos mesmos conceitos de mundo aberto, só que com muita exploração e horas e horas de diversão para o jogador.

1 – Assassin’s Creeed Revelations

Já pensou num jogo que conte com os 3 principais personagens, em três momentos diferentes e eles de alguma maneira se encontram? Pois é, isso é possível no AC Revelations, lançado pela Ubisoft em Novembro de 2011.

É o final de um ciclo de todos esses personagens, que teve início com Altair e termina nos dias atuais com Desmond. Após a derrocada dos Bórgias ao final de Assassin’s Creed Brotherhood, Ezio já muito mais experimente, viaja até de Constantinopla, ou nos dias atuais Istambul atrás das chaves deixadas por Altair.

 

Chaves essas, que guardam a biblioteca de contém os conhecimentos de que são mais valiosos que o ouro do mundo todo. Altair teria se trancado lá após ter posse da Maça do Éden, e Ezio, parte em busca delas em meio a uma corrida cheia de luta contra os inimigos da irmandade dos assassinos, os templários.

E semana que vem, começamos a contar por lançamento a história de todos os Assassin’s Creed. Começando pelo claramente, pelo primeiro jogo. Espero você!

Chaire!

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Assassin’s Creed Odyssey – A experiência https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assassins-creed-odyssey-a-experiencia https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/#respond Wed, 01 Jul 2020 19:00:17 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=9966 Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante

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Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante em sua vida, certo? Pois bem, Assassin’s Creed: Odyssey, game da Ubisoft lançado em  2018 responde todas essas perguntas e ainda é uma forma encantadora de mostrar um pouco de história.

Vou começar essa review fazendo uma indagação que ao longo de Assassin’s Creed Odyssey me fez parar por alguns minutos antes de responder:

“[…] se um homem mata outro para salvar muitos, suas ações podem ser consideradas justas? Ou deve o homem ser punido”?

Sim, essa figura, bem como outras, históricas que passaram pela franquia Assassin’s Creed deixam sempre uma marca no jogador. Mas talvez essa, em especial seja a que mais mexeu comigo ao longo de todos os jogos da saga.

Geralmente, NPC’s não fazem questionamentos ou te fazem parar e refletir, mas aqui amigo (a):

Assassin's Creed Odyssey

Prefácio

Assassin’s Creed Odyssey começa já com a batalha de Leônidas e seus trezentos diante do exército Persa de Xerxes em 480 A.C. Aqui, as mecânicas de combate são apresentadas e a história é contada com uma dramaticidade e você sente o peso de uma batalha que não pôde ser vencida pelos Espartanos. E é aqui onde conhecemos o item que viria ser importante anos mais tarde, a Lança de Leônidas.

Assassin's Creed Odyssey
Referências

História

Após um salto de tempo, em 431 A.C. Você pode assumir o papel de Alexios ou Kassandra, sua irmã mais velha. Ambos são conhecidos no jogo como “Misthios”, que em tradução não literária pode ser: empregado contratado (a) ou contratado (a). Ou simplesmente mercenário (a).

Muitos dizem internet afora qual seria o personagem “ideal” para começar a Odyssey. Uns defendem que é Alexios, outros dizem que é Kassandra. Eu, fui de Kassandra.

E é na ilha de Cefalônia (Κεφαλληνία), que jogador começa sua aventura. E me surpreendeu o fato de que ao longo de 5 horas após o começo do jogo, ao sair da Ilha, o logo da Ubisoft e o título do jogo estampavam a tela da minha tv. O que significaria que a estrada realmente seria longa.

Antes de sair de seu “lar”, Kassandra é abordada por Elpenor, que traça o destino da protagonista ao pedir para que ela vá atrás de seu pai. Nikolaos de Esparta, ou o “Lobo de Esparta” como é conhecido pelos seus comandados.

Fantasmas do Passado

Ao fazer isso, Kassandra não só viaja para encarar o fantasma de seu pai, mas também ao encontro de toda a sua família e do Culto do Cosmos, que tem ligação direta com a família de Kassandra. Ao encontrar Nikolaos, o jogador é colocado na primeira grande situação de escolha.

Ao finalizar o “primeiro arco” de Kassandra, você é levado mais fundo do mundo aberto do jogo. Ilhas e mais ilhas estão espalhadas para seu deleite, basta você ir explorar e ser feliz. Mas um conselho de amigo, faça isso com a dificuldade não nivelada, pois ao entrar num território como Beócia em nível baixo é morte na certa.

O que nos leva ao próximo ponto. A exploração.

Exploração em Assassin’s Creed Odyssey

Para começar tenha em mente que esse é o Mapa em AC Odyssey:

Assassin's Creed Odyssey

Já deu para reparar no quão enorme ele é, imagina você ter que navegar de Cefalônia até a ilha de Samos. Alguns lugares ficam fáceis de chegar por terra mesmo, com Phobos, seu cavalo que te acompanha durante a jornada.

Barco

Já por água é possível graças ao barco, que você adquire ajudando Barnabás e sua tripulação agora trabalha para você. E aqui eu tenho que destacar algumas coisas. Você consegue alterar sua tripulação a hora que quiser, tanto para o gênero masculino ou para uma tripulação feminina. Ou apenas manter a tripulação original do Barnabás.

Assassin's Creed Odyssey
Tripulação longo do jogo pode ser mudada

Ao explorar o mar, sua tripulação cantarola músicas, vibram com Kassandra a cada barco derrotado. Na hora de abordar um navio que está prestes a afundar, Kassandra solta um grito para motivar sua tripulação que responde batendo suas lanças, pés e gritando prestes ao entrar em combate.

Além disso, skins de personagens famosos da saga, como a da assassina Evie de Syndicate e outros personagens podem se tornar seus tenentes marítimos e até mesmo te ajudar em combate em terra firme, através de habilidades que você libera durante o seu progresso.

Tenentes esses, que você pode simplesmente recrutar abordando personagens de forma que os atordoe e você simplesmente vai lá e os recruta. Cada um dá sua contribuição para o navio, seja melhorando o casco do barco, até mesmo o dano de flechas de fogo que sua tripulação dispara em combate.

Assassin's Creed Odyssey
Alto Mar em Odyssey

Ikaros e Phobos

Por terra, você tem dois aliados, sua águia, Ikaros e Phobos, seu cavalo. E por ambos, você sente um carinho enorme, pois, um tem como função, ser seus olhos pelo ar, facilitar a identificação de itens, alvos e auxiliar atacando bichos. O outro, te leva por quilômetros quando é possível e você sente uma raiva enorme de quando ele é atacado enquanto você está nele. Felizmente, ele não morre.

Assassin's Creed Odyssey
Ikaros, os olhos de Kassandra nos céus.

Além disso, Odyssey coloca de volta uma função já explorada em Origins, a de domar animais. Ao usar flechar de atordoamento, você pode trazer os animais selvagens para o seu lado até quando você quiser, eles morrerem em batalha ao seu lado, ou simplesmente você pode liberar os bichinhos na natureza.

E conforme você melhora a habilidade de domar animais, mais espécies podem te ajudar. Mas vale dizer que, só vale um por vez. Não vá achando que você pode fazer a revolução dos bichos que não vai rolar.

Combate

Assassin’s Creed Odyssey não é fácil. Desde o Origins, o jogo teve uma curva de dificuldade em combates aumentada, e aqui não é muito diferente. Lógico que com o tempo, tudo pode ficar mais fácil, mas não significa que vai, graças ao sistema de nivelamento, o que isso significa Luiz? Simples. Conforme você vai aumentando seu nível durante o jogo, todos os outros inimigos serão do mesmo nível ou superior a você.

Na teoria isso é ótimo, já que isso significa que você não vai ficar forte sozinho, e garante um desafio maior quando você bate de frente com TODOS os seus oponentes, seja um lobo, até um capitão de acampamento.

Assassin's Creed Odyssey

E conforme você vai melhorando as habilidades, elas serão o fato decisivo para você ganhar uma batalha ou luta. Já que você conta com técnicas que podem tirar escudo de inimigos, usar elemento de fogo e veneno em suas laminas, que podem e vão, se acertada com frequências, ser a sua carta na manga diante de seus oponentes.

Assassin's Creed Odyssey

O arsenal que Kassandra ou Alexios podem usar no jogo é vasto. Um par de adagas pequenas, espadas (uma em cada mão também é permitido), lanças, bastões e machados grandes fazem parte do seu inventário.

Ou seja, quem molda a jogabilidade é você, não existe uma maneira correta de jogar Assassin’s Creed Odyssey, a não ser, a sua maneira. Seja abordando de forma silenciosa ou mesmo entrando em confronto direto.

Gráficos e Áudio

Eu preciso dizer algo aqui. Assassin’s Creed sempre foi uma saga com o visual estupendo. Mas aqui é diferente, tudo é elevado a uma potência insana no quesito visual. Por todo canto que você simplesmente queira ir, tem uma visão de encher os olhos, e sério, é de aplaudir a forma que a Ubisoft consegue trazer de forma fiel como era o berço da civilização moderna.

Assassin's Creed Odyssey

Estátuas, altares, templos, alto das montanhas, estradas que dão em bosques e visão para o mar. O próprio mar, que você simplesmente consegue ver a sombra do seu navio quando está em águas cristalinas. Ou até mesmo ao mergulhar em cavernas subterrâneas, onde os tubarões te atacam (rsrs de nervoso).

Assassin's Creed Odyssey
Vida marinha mais viva do que nunca.

Áudio

O áudio do jogo precisa ser destacado, como brilhante. Eu comecei o jogo com a dublagem em PT-BR ao longo do começo do jogo, pude perceber duas vozes muito conhecidas entre os brasileiros. Ricardo Juarez, o Kratos dos dois últimos God of War fazendo o Rei Leônidas e Letícia Quinto, a Deusa Atena (Αθηνά) de Cavaleiros do Zodíaco como Kassandra (e sim, aos que tenham a dúvida, eu gritei SAORI, quando eu a ouvi pela primeira vez) e fiquei chocado ao saber que uma Deusa também fala palavrões.

Além do mais, todas as ambientações estão perfeitas, desde os passos de Phobos, aos cânticos da tripulação e os diálogos.

Eu jamais vou esquecer a primeira vez que mergulhei em alto mar, e simplesmente em meus ouvidos ecoou o som de uma baleia azul e eu a vi. Foi uma sensação diferente de tudo o que já vi em jogos de mundo aberto.

Assassin's Creed Odyssey

Missões secundárias e curiosidades

Aqui é onde mora o calcanhar de todos os jogos de mundo aberto para o Luiz, as missões secundárias. Mas aí, eu sou obrigado a invocar um dos memes precursores da internet.

Eu não tenho nenhuma crítica para as missões secundárias desse jogo.

Assassin's Creed Odyssey

Tudo o que se refere a missões secundárias em AC Odyssey é algo fluído e principalmente, não obrigatório! Isso aqui é de se aplaudir. Você vai, conversa com o NPC, ele te passa a missão e você simplesmente fala “fo*&#@$” não vou fazer. E está tudo bem. O NPC, na maioria das vezes Espartanos diz que você não é um Guerreiro de Verdade? Fala, mas quem disse que o problema dele é problema meu?

Brincadeiras à parte, Odyssey está cheio de missões secundárias, algumas podem ser repetitivas, mas vou falar uma coisa, todos os NPC’s têm suas próprias motivações. Não é algo que você vai ver sempre. Cada um tem o seu background para pedir algo para a Misthios, e você, com o sistema de escolha, pode barganhar se fará ou não, saber mais detalhes da razão por trás daquele pedido, cara, é fantástico.

Em todo o canto, aparece uma missão, e algumas são de cortar o coração, como a “Fazendo Amizades” da garota Khloe. Outras, te fazem pensar e muito, como as missões que envolvem Sócrates (Σωκράτης). Algumas engraçadas, pelo o que o personagem é, como Alcibíades (Ἀλκιβιάδης).

Além dessas figurinhas históricas citadas acima, temos também muitos outros, já que estamos falando de Grécia não é mesmo? Platão (Πλάτων), Heródoto (Ἡρόδοτος), Péricles (Περικλῆς), só para citar algumas.

Curiosidades sobre Assassin’s Creed Odyssey

É muito incrível como o mundo em Assassin’s Creed Odyssey toma vida ao entrar nele. Todos os NPC’s têm diálogos para serem ouvidos. Dentro de cavernas, durante explorações, itens podem e vão aparecer diante de você, o que torna prazeroso andar por aí em cavernas e explorar seus mistérios.

  • O jogo tem um modo história, que simplesmente você entra de cabeça na Grécia Antiga e só tem uma missão, ver a história, literalmente ser contada na sua frente.
  • Caçadas especiais são postas para que o jogador encontre animais lendários, se assemelhando e muitos, os doze trabalhos de Hércules.
  • Fatos curiosos acontecem quando você está andando pelo mapa e começa a observar a vida no jogo, como por exemplo a foto a seguir que mostra algo bem peculiar.

Assassin's Creed Odyssey

Eu queria destacar como é sútil os relacionamentos em AC Odyssey. Para você que não sabe, é possível se relacionar com determinados Npc’s durante a jornada, e é impressionante ver certas linhas de diálogos, e suas reações podem ser das mais diversas. Mas sempre de forma sútil, ás vezes nem tanto, mas faz parte do flerte.

Sua relação com os Npc’s que Kassandra conhece ao longo do caminho, os torna importante para o jogador, você se preocupa, normalmente não recusa seus pedidos e faz suas missões secundárias sem titubear.

Kassandra e considerações finais

Como eu bem disse no começo do texto, eu escolhi Kassandra como a protagonista de AC Odyssey, e é tão gostoso quando você se importa com uma personagem forte, que ao mesmo tempo mostra seu lado frágil, humano, confuso (principalmente ao trocar uma ideia com Sócrates), não precisa sofrer com uma sexualização desnecessária para mostrar que ela pode ser, se ela, ou você quiser.

Kassandra, bem como Bayek em Origins, é um acerto em cheio da Ubisoft que precisava de um excelente protagonista desde a saga Ezio (pode discordar se quiser).

Eu só tenho que destacar um pequeno detalhe ruim durante minha experiência com Odyssey. O jogo por muitas vezes no Playstation 4 normal, dá uma leve travada, mas acredito que isso se deva ao fato de muita coisa ser gerada ao mesmo tempo. Tirando isso, minha experiência com Odyssey foi incrível e eu saio de sorriso mais que aberto, bem como foi com Assassin’s Creed Origins.

Notas:
Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 5/5
Nota Geral: 5

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