Devilman Crybaby - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Mon, 20 Sep 2021 17:43:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Devilman Crybaby - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 6 animes com animação diferente para assistir https://animesonlinebr.org/anime/6-animes-com-animacao-diferente-para-assistir/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=6-animes-com-animacao-diferente-para-assistir https://animesonlinebr.org/anime/6-animes-com-animacao-diferente-para-assistir/#respond Tue, 21 Sep 2021 14:00:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25172 Não é de hoje que animes com animação diferente são criticados apenas por possuir uma estética que não segue a padrão, bonitinha, perfeita.

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Não é de hoje que animes com animação diferente são criticados apenas por possuir uma estética que não segue a padrão, bonitinha, perfeita. Em muitos casos, são chamadas de “animações feias”. Obviamente que isso é uma questão subjetiva, mas não deveria ser motivo para não assistir ao anime. Hoje vamos falar sobre 6 animes com animações que fogem do padrão, que você deveria dar uma chance. Confira a seguir. 

1. Aku no Hana

Lançado em 2013, Aku no Hana é um anime do estúdio Zexcs, e possui 13 episódios. Sua origem é um mangá, de mesmo nome, com 11 volumes. O autor e ilustrador é o Oshimi Shuuzou

Até hoje é considerado um dos animes mais feios da história, pois, em sua animação, foi utilizada a técnica de rotoscopia. Basicamente consiste em criar uma animação desenhando quadro a quadro de um vídeo real. 

Ou seja, os atores gravaram a cena e o estúdio animou por cima, dando um aspecto mais “realista” para a obra. Mas acabou ficando superficial, os personagens não tinham expressões direito, cenas dramáticas perdem peso pela falta de profundidade na animação. 

Essa técnica causa estranheza, ainda mais em anime, que possui uma estética mais tradicional e própria. Mesmo que a história seja boa, a animação acaba afastando muitas pessoas, que nunca nem assistiram por conta dela. 

2. Ping Pong

Ping Pong é um anime de apenas 11 episódios, do estúdio Tatsunoko Production. Foi lançado em 2014, baseando-se em um mangá homônimo, de 5 volumes, do autor Matsumoto Taiyou.

Foi dirigido pelo grande Yuasa Masaaki, que sempre prioriza movimento e fluidez em suas obras, ao invés de animação impecável e perfeita, e para um anime de esporte funciona bem. Além disso, se aproxima bem mais dos traços do mangá no qual está se baseando.  

O resultado é que a animação é fluida, mas possui diversas “imperfeições”, como traços trêmulos, tortos, alguns objetos de cena inacabados, etc. O que torna o Yuasa um dos grandes nomes da produção de animes é esse desprendimento com a perfeição. 

Mesmo entregando um anime de qualidade, com cenas emocionantes e frenéticas, ainda afasta muitas pessoas que não dão uma chance pelo anime não seguir a animação com estética perfeita. Com certeza é um dos principais animes com animação diferente que aparece na mente das pessoas. 

3. Back Street Girls: Gokudolls

Back Street Girls: Gokudolls é um anime de 10 episódios, do estúdio J.C.Staff. Foi lançado em 2018 e é baseado em um mangá homônimo, escrito e ilustrado por Gyuh Jasmine, com 12 volumes. 

Além de possuir uma história bastante fora da casinha, ainda possui uma animação que, à primeira vista parece ser normal, mas ao longo do anime pode incomodar algumas pessoas. Neste caso, a animação tem uma estética mais parecida com as dos demais animes, mas muitos quadros são estáticos, sem fluidez. 

Há algumas cenas em que só a boca se mexe, como se fossem bonecos ou algo do tipo. Isso pode incomodar os espectadores mais exigentes, que buscam uma boa animação, além da história. 

4. Devilman: Crybaby

Devilman: Crybaby se origina de um mangá chamado Devilman, do grande mangaka Go Nagai. O estúdio responsável foi o Science SARU, que adaptou a obra em 2018. Mesmo não possuindo uma animação muito convencional, ainda assim foi uma febre durante seu lançamento.

É outro anime que prioriza a fluidez da cena, ao invés da perfeição. Mas, especificamente por conta da temática em que aborda, muitas vezes os seres humanos ficam com aspecto animalesco, quase como se não tivesse a estrutura corporal normal. 

Em muitas cenas, os braços e pernas ficam mais alongados, o corpo já não é ereto como de um ser humano, mas isso tudo se justifica pela temática abordada. Por mais que não siga a animação convencional, ainda assim foi um anime aclamado e muito assistido. 

5. Keep Your Hands Off Eizouken!

Keep Your Hands Off Eizouken!, ou no japonês Eizouken ni wa Te wo Dasu na!, é um anime do estúdio Science SARU, de 2020. O estúdio se baseou em um mangá de Oowara Sumito, de mesmo nome, que está em lançamento desde 2016. 

Durante seu lançamento, houve uma grande polêmica no meio otaku brasileiro, em que alguém disse que a animação de Eizouken era feia e todos começaram a discutir sobre isso.

Novamente é uma animação dirigida pelo Yuasa Masaaki, que, como dissemos em Ping Pong, é um diretor que prioriza a fluidez e não a perfeição. Mas, diferente deste anime, Eizouken possui uma animação bem mais trabalhada. A questão principal é, provavelmente, a estética dos personagens, principalmente das três protagonistas. 

Mesmo que a animação e estética sejam diferentes de animes como Violet Evergarden, não podemos dizer que são feias. O anime entrega uma boa animação e história para o que se propõe a fazer. Com certeza uma das obras mais marcantes de 2020. 

6. High Score Girl

High Score Girl é um anime de 2018, do estúdio J.C.Staff, com 12 episódios no total. Baseado em um mangá homônimo, que possui 10 volumes, e é escrito e ilustrado por Oshikiri Rensuke

A animação é feita totalmente em computação gráfica, ou CGI no inglês. Normalmente, animes que são feitos com essa técnica são repudiados pela comunidade, pois, em sua maioria, fica realmente feio, falso e sem profundidade. 

Exatamente por essa má reputação, os animes com animação em CGI são descartados logo de cara, mesmo com uma boa história, sem ter uma chance. Com High Score Girl isso aconteceu, afastando um grande público.

Diferente de Berserk de 2016, o CGI de High Score Girl não é grotesco, sendo possível assistir e se acostumar com a animação rapidamente. Assim como Beastars e Houseki no Kuni, que também utilizam a técnica, mas fazem bem feito. 

Esses foram somente alguns animes que possuem uma animação diferente. Se vale a pena assistir ou não, é mais uma questão pessoal. Mas a reflexão que fica é tentar dar uma chance para esses animes que não seguem o tradicional, para não perder uma boa história. 

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A animação é tudo em um anime? https://animesonlinebr.org/anime/a-animacao-e-tudo-em-um-anime/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-animacao-e-tudo-em-um-anime https://animesonlinebr.org/anime/a-animacao-e-tudo-em-um-anime/#respond Sat, 07 Mar 2020 14:49:13 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6653 Muitos animes ganharam muita popularidade por conta de sua animação, mas muito criticada pela sua história. Já em outros que ganharam credibilidade na

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Muitos animes ganharam muita popularidade por conta de sua animação, mas muito criticada pela sua história. Já em outros que ganharam credibilidade na história e foi criticada por conta da animação. E então fica a questão: A animação é tudo em um anime?

É inegável que a animação realmente ganha um peso quando se tem o anime, um exemplo claro é Violet Evergarden que ganhou um grande hype por conta do trailer bem produzido. No entanto, também tem o outro lado da moeda, como Devilman Crybaby que ao ver a animação parece ser de baixa qualidade.

Mas ambos são obras incríveis, Violet e Devilman passam mensagens únicas e que são necessárias serem refletidas. O grande diferencial são sua animação, uma é feita pelo Kyoto Animation e outro é pelo Science SARU, estúdio do Masaaki Yuasa.

O que realmente complica é quando um anime tem uma animação já conhecida e por mudança de estúdio acaba tendo alguns problemas, um exemplo recente é a última temporada de Nanatsu no Taizai que gerou vários memes e crítica por conta de sua animação. O canal Voice Makers fez até uma paródia sobre o ocorrido que faz entender melhor a situação:

Outro caso é Mob Psycho 100, obra do mesmo criador de One Punch Man, ONE, que tem seu traço oficial, ou seja, não tem um ilustrador como em One Punch Man que é Yusuke Murata e já foi visto muitos one-shots do próprio autor que não é muito bem detalhado. No entanto, com Mob Psycho 100 percebe-se um diferencial, a utilização das cores, a direção em si e da forma que é interpretado para o telespectador tem sua própria essência, por conta disso faz o anime ter uma relação diferente com a animação.

Por fim, o estúdio é responsável pelo anime, mas o/a autor(a) da obra também é, por ser um meio de comunicação com novos público e, atualmente, a animação ainda é relevante quando estreia um novo anime.

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Death Note One-Shot: Traçando um comparativo com Code Geass https://animesonlinebr.org/manga/death-note-one-shot-tracando-um-comparativo-com-code-geass/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=death-note-one-shot-tracando-um-comparativo-com-code-geass https://animesonlinebr.org/manga/death-note-one-shot-tracando-um-comparativo-com-code-geass/#respond Wed, 29 Jan 2020 13:51:25 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6098 Bom, como pode ter percebido pelo título, esse é um texto acerca de Death Note, e acredito que não preciso repetir uma sinopse,

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Bom, como pode ter percebido pelo título, esse é um texto acerca de Death Note, e acredito que não preciso repetir uma sinopse, que você leitor,  já sabe de cor e salteado. Pois, mesmo que nunca tenha visto, todo mundo já ouviu falar por aí sobre o animê do guri que mata as pessoas escrevendo o nome delas em um caderno, é inevitável. Sendo assim, após 13 anos do término do mangá, muito se ouve falar a respeito dessa obra, uma vez que, além de seu anime ter ultrapassado as barreiras do nicho otaku, dentro desse meio, também virou símbolo do “anime sério, inteligente e maduro”. Assim, é totalmente plausível o burburinho instaurado após o anúncio de “Death Note 2”, a recente One-shot que dará seguimento a história criada por Takeshi Obata e Tsugumi Ohba.

Portanto, a pergunta que sempre me faço quando é anunciado a continuação de uma obra anteriormente fechada é, será que isso precisa de fato existir? Bem, não irei fazer mistérios quanto a minha constante resposta para essa questão, pois, para mim, não, não precisa existir. A composição original não pede uma continuação, nem vejo, como admirador de Caderno da Morte, a necessidade de um maior desdobramento dessa narrativa. Entretanto, seguindo essa lógica, extinga os seres humanos, dado que eles com certeza não precisavam existir. 

Dito isto, apesar de no capitalismo as coisas não precisarem de um motivo, além de gerar dinheiro, para estar. Na minha visão, talvez puritana, a ausência de dever dramático e temático que uma continuação como essa têm, me faz não conseguir deixar de sentir uma particular e imensa preguiça para com essa divulgação. Contudo, isso não faz com que essa “continuação” seja automaticamente ruim, até porque nem lançou ainda. Todavia, o histórico desse tipo de trabalho, digamos que não é muito favorável.

Code Geass por exemplo, partilha deste caso e é a referência mais direta e rápida que consegui relacionar. E a obra sofre de uma infeliz continuação dispensável. Embora o foco aqui não seja aprofundar nesta, mas sim indiciar o simples fato que era uma obra com começo, meio e fim que  teve extensão sem propósito.

Sendo assim, essa continuação parece mais com um derivado ruim de uma franquia de sucesso do que realmente uma continuação direta do original. Algo que desaponta de certo modo, pois não quero que obras com potencial joguem esse mesmo fora de maneira tão previsível. Contudo, por outro lado, é um tanto quanto estranhamente conforme que sua narrativa seja tão pouco significativa, ao que diz respeito a obra original, a ponto de poder ser felizmente ignorada.

Ademais, o recentes filme de Code Geass  possui o pensamento comercial que viabiliza isso, o fator spin-off. Uma vez que, os dois está alocado em um realidade “alternativa”, sendo essa uma estratégia para não desagradar os fãs que não curtirem essa nova versão da história e preferirem a anterior, ainda assim, sem perder os lucros dessa nova empreitada.

Algo que essa continuação de Death Note não possui, visto que ela se passa na “cronologia principal“, alguns anos após o final do mangá, todavia, ainda que ela não se resguarde neste recurso, sua curta duração pode ter o mesmo efeito, cair na vala do esquecimento com facilidade caso precise, caso desagrade os fãs.

Porém, analisemos não a suas funções, ou a falta delas, como continuação, mas especulações do que pode vir a ser seu conteúdo; a partir do que me chamou atenção no material divulgado. Já que, no poster há um elemento que sozinho consegue ser, ao mesmo tempo, o mais inovador, danoso e chamativo, o novo personagem. Pois a parte favorável dele é, ele não é o Kira, no entanto, a parte nem tão favorável é, talvez ele seja um segundo Kira. Isso pode parecer um bocado confuso, mas não é. 

Pois, o Light é um bom personagem que teve seu fim, um fechamento adequado e que faz parte de seu brilho e do significado do enredo, de forma que trazê-lo de volta seria como desmontar um segmento do que é Death Note. Além disso, já vimos a trajetória do Kira do começo ao final, tudo que menos precisamos é uma repetição dessa jornada, com pequenos acréscimos aqui e ali, escorada no peso do nome Death Note. Certamente não necessitamos de outro Boruto que conta as mesmas coisas pela segunda vez, só que de maneira pior.

Então é aí que entra o componente comercial e desagradável da coisa toda. Visto que, a “propaganda” em cima desse novo protagonista, que felizmente não é o Light, o vende como sucessor do próprio, não direto, mas “espiritual“, o que não só torna plausível a associação do fã entre os dois personagens, mas sim, torna essa a intenção por trás disso. A maçã, o Ryuk atrás, o semblante desse personagem, tudo sugere isso, sendo exatamente essa característica a mais cansativa. Eu não preciso ver a jornada de Kira novamente, protagonizada por ele ou não, eu já a vi, o mangá e anime original ainda existem.

Logo, se querem tentar trazer de volta uma história já finalizada, que tragam com novas ideias e propostas, esse novo personagem tem potencial para isso (até porque eu gostei bastante do character design mais moderno). Recriar o que já foi consolidado anteriormente é tomar escolhas preguiçosas, e se escolhas preguiçosas são feitas, eu não tenho motivos para não fazer o mesmo (mesmo que talvez não seja decisões propriamente dos autores).

Porém, não só expectativas ruins me vieram ao ver este poster, apesar de terem sido maioria… Já que, algo bom saltou à vista. Alguns podem dizer que isso não significa nada ou que é irrelevante, porém, na minha opinião, o celular que esse guri carrega é o elemento mais intrigante presente nessa capa. Visto que, ele abre uma possibilidade muito interessante, que o filme de 2017 deixou passar. O coeficiente da internet nessa discussão toda.

Em vista que, Death Note é uma obra do início do século e, indubitavelmente, muitas coisas mudaram de lá para cá, era o início do boom da era da internet e das redes sociais, um elemento que sem sombra de dúvidas mudou muito o mundo. As relações sociais se modificaram e criaram camadas inéditas, da mesma forma o acesso a informação, a maneira de se comunicar e a possibilidade de dizer o que quiser, quando quiser, para quem quiser ouvir, sem os filtros comunicativos da imprensa e da mídia, nem ao menos filtros sociais, já que os indivíduos estão encobertos pelo anonimato da internet. Imagine como seria a existência de um Kira nesse mundo de 2020, esse é o tipo de renovação revigorante que citei anteriormente, é o tipo de proposta que me deixa muito empolgado! Claro, feito da devida maneira, algo semelhante ao que a adaptação de Devilman Crybaby fez. Trouxe a essência e intenções daquela obra de 1972 para hoje, sem parecer datado ou menos coerente com a nossa realidade.

Óbvio, você pode dizer que na época que o mangá foi publicado já existia internet, além de que a mesma é citada por vezes e, consequentemente, utilizada no mangá e no anime. Apesar disso, eu insisto na minha posição, são contextos distintos, onde outras nuances poderiam vir a ser abordadas, mesmo que não exista uma distância de eras tão grande como a de Devilman. Essa é a maneira com que eu vejo essa história podendo ser interessante, se modernizando. Pegar a essência, questionamentos e proposta do anterior e fundir com uma nova leva de nuances. Talvez essa seja, aos meus olhos, a melhor forma de se reapresentar narrativas antes contadas.

Porém, essa não é a minha expectativa geral quanto ao One-shot, pois, mesmo que ele não seja ruim e abarque novas alternativas, minha opinião de que não precisava existir persiste. Ohba e Obata já demonstraram anteriormente conseguir fazer outras boas produções, além de Death Note, não acho que eles precisem se escorar no sucesso de sua obra mais famosa. Além do mais, outros fatores periféricos ainda podem interferir, o apego aos antigos personagens, o foco na criação e explicação de “lore”, principalmente de partes totalmente desnecessárias e desinteressantes como o mundo dos shinigamis, ou até a limitação do formato curto.

Assim, meu exercício de futurologia me diz que, por ser um One-shot, muito provavelmente será esquecido e se tornará outra daquelas notícias que chamam mais atenção que o material em si. Eu mesmo nem cogito ler este, ou melhor, nem cogitava antes de ter a ideia de usá-lo como ponte para falar brevemente sobre continuações e novas adaptações. Pois, agora que teci tantos comentários sobre, na maioria negativos, seria um pouco hipócrita da minha parte não correr atrás desse trabalho.

No entanto, é isso, o anúncio de “Death Note 2” significou duas coisas para mim. Primeiro, preguiça para com outra continuação que julgo dispensável. Segundo, uma faísca momentânea de que eu poderia ter boas coisas para dizer a respeito desse assunto, apesar de que, no final, provavelmente, eu estivesse e esteja errado quanto a isso. Todavia, espero que vocês tenham gostado do texto, estou curioso quanto ao que acharam deste anúncio, então deixe sua opinião nos comentários. Então, é isso, obrigado por lerem até aqui, um bom novo Caderno da Morte e viremos a página até o próximo texto.

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Crunchyroll Anime Awards 2019 – Lista de Vencedores https://animesonlinebr.org/post/crunchyroll-anime-awards-2019-lista-de-vencedores/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=crunchyroll-anime-awards-2019-lista-de-vencedores https://animesonlinebr.org/post/crunchyroll-anime-awards-2019-lista-de-vencedores/#respond Fri, 22 Feb 2019 14:50:20 +0000 http://www.nsvmundogeek.com.br/?p=2818 Na madrugada do último sábado, dia 16 de fevereiro, em transmissão por seu canal da Twitch, o serviço de streaming Crunchyroll apresentou a terceira edição

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Na madrugada do último sábado, dia 16 de fevereiro, em transmissão por seu canal da Twitch, o serviço de streaming Crunchyroll apresentou a terceira edição anual do Anime Awards, maior premiação para animes do Ocidente. Os indicados disputavam um total de 15 categorias (duas a menos que no ano passado), sendo 13 para animes e duas para as atuações dos dubladores japoneses e americanos. Curiosamente, a categoria de melhor mangá  ficou de fora da premiação deste ano.

Ao todo 35 obras de animação, entre filmes e séries, e 12 dubladores concorreram às premiações, sendo que os campeões de indicações foram Megalobox, com oito indicações, Violet Evergarden, Boku no Hero Academia III Devilman: Crybaby com seis indicações cada.

Dado essa rápida explanação sobre o prêmio deste ano, seguem os indicados e vencedores (em destaque) de cada categoria da premiação:

Melhor Abertura

 

  • “Kiss of Death” por Nakashima Mika e Hyde (Darling in the FranXX)
  • “Fighting Gold” por Coda (Jojo’s Bizarre Adventure Part 5: Vento Aureo)
  • “Deal with the Devil” por Tia (Kakegurui)
  • “Aggretsuko Theme” por Miura Jam (Aggressive Retsuko)
  • “Pop Team Epic” por Uesaka Sumire (Pop Team Epic)
  • “Fiction” por Sumika (Wotakoi)

Melhor Encerramento

  • “Akatsuki no Requiem” por Linked Horizon (Shingeki no Kyojin Season 3)
  •  “Star Overhead” por The Pillows (FLCL Alternative)
  • “Fly Me to the Star” por Starlight Kukugumi (Shoujo Kageki Revue Starlight)
  • “Ref:rain” por Aimer (Koi wa Ameagari no You ni)
  • “Spiky Seeds” por The Pillows (FLCL Progressive)
  • “Kakatte Koi Yo” por Nakamura Emi (Megalobox)

Melhor Animação

  • Violet Evergarden
  • Boku no Hero Academia III
  • Devilman: Crybaby
  • Yagate Kimi ni Naru
  • Megalobox
  • Sora Yori mo Tooi Basho

Melhor Design de Personagens

  • Jojo’s Bizarre Adventure Part 5: Vento Aureo
  • Aggressive Retsuko
  • Violet Evergarden
  • Megalobox
  • Devilman: Crybaby
  • Zombieland Saga

Melhor Continuação

  • Dragon Ball Super
  • Sangatsu no Lion 2
  • Boruto: Naruto Next Generations
  • One Piece
  • Black Clover
  • Mahoutsukai no Yome

    consideraram-se continuações apenas animes transmitidos em 2017 e que continuaram sua transmissão em 2018 sem que houvessem interrupções

Melhor Filme

  • Boku no Hero Academia: Two Heroes
  • Fireworks
  • Liz to Aoi Tori
  • Mazinger Z: Infinity
  • Mirai no Mirai
  • Yoru wa Mijikashi Arukeyo Otome (Night is Short, Walk On Girl)

Melhor Dublador(a) Japonês


  • Miyano Mamoru como Tatsumi Kotaro (Zombieland Saga)
  • Toyama Nao como Shima Rin (Yuru Camp)
  • Han Megumi como Makimura Miki (Devilman: Crybaby)
  • Rareko como Retsuko (Aggressive Retsuko)
  • Ueda Reina como Shinjou Akane (SSSS.Gridman)
  • Saito Soma como Honda-san (Gakoutsu Shotenin Honda-san)

Melhor Dublador(a) Americano


  • Christopher Sabat como All Might (Boku no Hero Academia III)
  • Tia Ballard como Zero Two (Darling in the FranXX)
  • Erica Mendez como Retsuko (Aggressive Retsuko)
  • David Wald como Narrador (Chuukan Kanriroku Tonegawa)
  • Kari Wahlgren como Haruhara Haruko (FLCL Progressive)
  • Erika Harlacher como Violet Evergarden (Violet Evergarden)

Melhor Personagem Masculino

  • Midoriya “Deku” Izuku (Boku no Hero Academia)
  • “Gearless” Joe (Megalobox)
  • Haida (Aggressive Retsuko)
  • Tatsumi Kotaro (Zombieland Saga)
  • Honda-san (Gakoutsu Shotenin Honda-san)
  • Azusagawa Sakuta (Seishun Buta Yarou)

Melhor Personagem Feminino


  • Sakurajima Mai (Seishun Buta Yarou)
  • Miyake Hinata (Sora Yori mo Tooi Basho)
  • Hosihkawa Lily (Zombieland Saga)
  • Asirpa (Golden Kamuy)
  • Anzu (Hinamatsuri)
  • Kamigahara Nadeshiko (Yuru Camp)

Melhor Vilão


  • All For One (Boku no Hero Academia III)
  • Asuka Ryo (Devilman: Crybaby)
  • Yuri (Megalobox)
  • Tsurumi Tokushiro (Golden Kamuy)
  • Ainz Ool Gown (Overlord)
  • Shinjou Akane (SSSS.Gridman)

Melhor Personagem Principal


  • Rimuru Tempest (Tensei Shiitara Slime Datta-ken)
  • Jabami Yumeko (Kakegurui)
  • Violet Evergarden (Violet Evergarden)
  • “Gearless” Joe (Megalobox)
  • Retsuko (Aggressive Retsuko)
  • Azusagawa Sakuta (Seishun Buta Yarou)

Melhor Cena de Luta


  • All For One vs All Might (Boku no Hero Academia III)
  • Jiren vs Goku (Dragon Ball Super)
  • Hina vs Anzu (Hinamatsuri)
  • Satan vs Devilman (Devilman: Crybaby)
  • Yami vs Licht (Black Clover)
  • Naruto e Sasuke vs Otsutsuki Momoshiki (Boruto: Naruto Next Generations)

Melhor Diretor


  • Yuasa Masaaki (Devilman: Crybaby)
  • Ishizuka Atsuko (Sora Yori mo Tooi Basho)
  • Ishidate Taichi (Violet Evergarden)
  • Suzuki Yohei (Planet With)
  • Moriyama You (Megalobox)
  • Utsumi Hiroko (Banana Fish)

Anime do Ano


  • Devilman: Crybaby
  • Violet Evergarden
  • Sora Yori mo Tooi Basho
  • Megalobox
  • Zombieland Saga
  • Hinamatsuri

Tal como no ano passado, Boku no Hero Academia sai como grande vencedor, abocanhando quatro dos seis prêmios a que estava concorrendo, incluindo melhor filme. Além disso, Devilman: Crybaby, uma das obras que mais dividiu opiniões em 2018, sai como o grande destaque da noite ao levar as duas categorias mais importantes, Melhor Diretor e Anime do Ano.

As surpresas da premiação foram o slime Rimuru Tempest, vencendo como Melhor Personagem Principal, Darling in the FranXX ganhando na disputa de Aberturas, e um inesperado Jojo’s Bizarre Adventure levando o prêmio de Melhor Design de Personagens.

As desilusões ficaram por parte de Violet Evergarden, que venceu apenas na categoria de Melhor Animação, e Megalobox que não ganhou nenhum dos oito prêmios a que concorria.

E vocês, leitores, concordam com os vencedores do Anime Awards 2019, ou pensam que outras obras deveriam levar os prêmios? Deixem nos comentários suas opiniões sobre a premiação e, se quiserem, suas apostas para a edição de 2020.

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