Cyberpunk - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 03 Nov 2022 12:41:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Cyberpunk - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 MDA 067 – CYBERPUNK: MERCENÁRIOS https://animesonlinebr.org/anime/mda-067-cyberpunk-mercenarios/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mda-067-cyberpunk-mercenarios https://animesonlinebr.org/anime/mda-067-cyberpunk-mercenarios/#respond Thu, 03 Nov 2022 12:30:30 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=34275 Prepare seu navio pirata ou sua nuvem voadora, pois desta vez no Animes Online BR, Raul, Carlos, Vulpixs e Giu (Proibido Otakus) navegarão rumo

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Prepare seu navio pirata ou sua nuvem voadora, pois desta vez no Animes Online BR, Raul, Carlos, Vulpixs e Giu (Proibido Otakus) navegarão rumo ao capitalismo decadente e prazeres mundanos de Cyberpunk: Mercenários.

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  • Tempo de duração: 70 minutos
  • Pauta: Raul Lima
  • Arte da Vitrine: Lucas Máximo
  • Edição: Raul Lima / Lucas Máximo

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Cyberpunk 2077: Novo Patch 1.3 acaba de chegar https://animesonlinebr.org/noticias/cyberpunk-2077-novo-patch-1-3-acaba-de-chegar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cyberpunk-2077-novo-patch-1-3-acaba-de-chegar https://animesonlinebr.org/noticias/cyberpunk-2077-novo-patch-1-3-acaba-de-chegar/#respond Thu, 19 Aug 2021 04:06:51 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=24050 A CD PROJEKT RED acaba de anunciar que o último patch para Cyberpunk 2077, o Patch 1.3, está agora disponível. O patch inclui

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A CD PROJEKT RED acaba de anunciar que o último patch para Cyberpunk 2077, o Patch 1.3, está agora disponível. O patch inclui uma série de melhorias e correções, tanto em termos de estabilidade quanto de desempenho, voltadas para melhorar a experiência geral de jogo para todos os jogadores. As notas completas e detalhadas do patch podem ser encontradas em um artigo dedicado no site oficial do Cyberpunk 2077.

O Patch 1.3 também inclui o primeiro lote de conteúdo adicional gratuito para o Cyberpunk 2077. Incluindo o novíssimo Archer Quartz “Bandit”, duas jaquetas novas para usar na Night City, e uma aparência alternativa para o roqueiro rebelde Johnny Silverhand. Para saber mais, incluindo como estes conteúdos gratuitos podem ser acessados dentro do jogo, acesse este site.

Até agora a CD PROJEKT RED já lançou inúmeros patches e correções para o Cyberpunk 2077, incluindo o Patch 1.3. Ainda nesse ano uma próxima atualização para o jogo estará chegando, aproveitando ao máximo o poder dos consoles Xbox Series X|S e PlayStation 5. Esta atualização será gratuita para todos os proprietários das versões Xbox One e PlayStation 4 do Cyberpunk 2077.

 

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E3 2021: Cuidado com o hype https://animesonlinebr.org/curiosidades/e3-2021-cuidado-com-o-hype/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=e3-2021-cuidado-com-o-hype https://animesonlinebr.org/curiosidades/e3-2021-cuidado-com-o-hype/#respond Wed, 09 Jun 2021 19:00:13 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21748 Aaah a E3, um lugar de sonhos que um dia podem ser possíveis e outros que podem até se tornar pesadelos. A maior celebração

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Aaah a E3, um lugar de sonhos que um dia podem ser possíveis e outros que podem até se tornar pesadelos. A maior celebração do mundo dos games está para começar e voltar a fazer parte do calendário de qualquer amante de jogos eletrônicos do globo. 

Sim, nesse final de semana a E3 volta, a maior feira de games do mundo. Ela que está de volta ao formato físico, já que ano passado, como muitas coisas, foram colocadas em formato digital devido ao Covid-19.  

Mas como um lugar de sonhos, você deve ter alguma história para relembrar dentro desse período. Bom, pelo menos do meu lado, não tem como esquecer os anúncios de Resident Evil VIIResident Evil 2 RemakeGod of War (2018), ou até mesmo os sonhos como Anthem e até mesmo o que a gente achou que seria um sonho com a vinda de Keanu Reeves para falar sobre Cyberpunk e bem… Cyberpunk 2077 né?! ¯\_(ツ)_/¯ 

Você tem alguma história marcante para contar de alguma edição da E3? Se tiver, pode escrever aqui na caixinha de comentários, don’t be shy 

Bom, entretanto eu preciso te alertar que a E3 desse ano, pode não ser tanto assim uma fábrica de sonhos. E vou explicar, calma!!! 

Não é segredo para ninguém que em âmbito global, ainda sentimos os efeitos devastadores da Covid, é claro, aqui no Brasil nem se fala. Com a crise econômica ainda tentando se recuperar aos poucos, até mesmo a riquíssima indústria foi afetada fortemente.  

Os consoles da nova geração, são escassos, e os que estão em estoque, beiram a preços mais que abusivos, mesmo que no seu “natural”, falando a âmbito nacional, os valores também sejam apavorantes. Somado a esse tópico ainda, temos as desenvolvedoras que fazem a transição para a nova geração de forma muito sútil, isso faz que os atuais consoles, tenham um tempo de vida muito mais que seus antecessores. 

E por fim, é bom ressaltar que nós já vimos muitos jogos que estão por vir, eu diria, final de 2022/começo de 2023 será a janela máxima de lançamento de todos esses jogos que nós vimos em eventos digitais durante o ano de 2020. Então, é normal que as empresas joguem no seguro e no que já estava na fila de produção, já que essa fila sofreu por conta da pandemia. Não me surpreenderia se fosse abaixo das expectativas a E3 desse ano, então, não vão com hype. Claro, pode e eu acho que vão ter anúncios que vão mexer de um jeito ou de outro com a gente, mas tenha em mente, TORCEDORES, CALMA!  

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Tenham calma com Resident Evil Village! https://animesonlinebr.org/curiosidades/tenham-calma-com-resident-evil-village/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tenham-calma-com-resident-evil-village https://animesonlinebr.org/curiosidades/tenham-calma-com-resident-evil-village/#respond Wed, 05 May 2021 18:46:10 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=20697 Estamos há dois dias do lançamento de mais um capítulo da franquia Resident Evil. Dessa vez, o oitavo jogo numerado que a Capcom

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Estamos há dois dias do lançamento de mais um capítulo da franquia Resident Evil. Dessa vez, o oitavo jogo numerado que a Capcom dá à luz, esse será o Resident Evil Village ou para os mais íntimos, Resident Evil 8.

Apesar do hype todo para esse jogo, e acredite, eu também estou bem intrigado para saber o que vai rolar. Mas o meu papel aqui, bem como foi lá atrás com o “Trem do Hype” em Cyberpunk, é te deixar com os pés no chão e aguardar.

Sim, se você já comprou o jogo como eu, não tem muito mais o que fazer a não ser esperar a hora de jogar e transformar todas as suas dúvidas em respostas.

Agora, se você é um pouco mais cético e vai esperar uma análise seja lá de qual canal você segue, você também não está errado.

Resident Evil Village

Sabemos como um jogo dessa proporção hoje não está barato, ainda mais se você pegar o Resident Evil 7 no combo, que daria R$ 350 reais. Sério, não é barato, ainda mais sabendo da realidade da nossa moeda que é tão deprimente e desencoraja qualquer gamer na decisão de compra de um jogo novo.

Portanto, para você que não vai pegar o jogo no lançamento, aguarde, mas aguarde sem tomar spoilers. Pois isso pode estragar a sua experiência eventualmente e logo você pode não querer comprar o jogo.

Da minha parte, não haverá um texto de sexta-feira em diante que eu falarei sobre Resident Evil Village sem te avisar que aquele conteúdo terá ou não spoiler, te dou a minha palavra. Porém você também precisa fazer a sua parte não sair contado para os quatro cantos da internet toda a história do jogo.

Por fim, eu acredito que RE Village não será um jogo perfeito, certamente teremos algo para reclamar, não gostar e alguma coisa que ficou para trás sem explicação. Afinal, queremos respostas, saber qual a relação do Chris na história do jogo, o envolvimento mais claro do que nunca da Umbrella.

Tudo são dúvidas, aumentadas ainda mais com as demos que foram recém lançadas. E em live na Twitch, eu falei para o pessoal que só tem uma coisa que eu não gostaria que a Capcom fizesse, que era estragar esse jogo.

Resident Evil 7 foi nada mais, nada menos que um teste que a Capcom fez, e que eu achei muito bom. Mas agora precisa ser elevado a uma potência maior. Será o fim da história de quem? Que o primeiro trailer de RE Village disse? Ethan? Chris? Quem raios é Mãe Miranda? Wesker vai voltar?

São dúvidas que serão tiradas nessa sexta-feira. Resident Evil Village será lançado para consoles da nova geração, PS5 e Xbox Series X e S. Mas também virá para a atual geração, Playstation 4 e Xbox Series One, além claro para os PC’s.

Fica aqui o meu convite para acompanhar nossa maratona em live lá na Twitch jogando Resident Evil Village.

E não menos importante, durante a escrita desse texto, tivemos a notícia do falecimento de Paulo Gustavo, aos 42 anos, ele foi o maior nome do humor de sua geração e lutou contra a Covid-19 até as últimas horas dessa terça-feira.

Fica aqui o meu registro de pesar para a família do ator, amigos, seus milhares de fãs e seus admiradores.

Por favor, se cuide.

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Cyberpunk 2077: Vale a pena comprar hoje? https://animesonlinebr.org/review/cyberpunk-2077-vale-a-pena-comprar-hoje/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cyberpunk-2077-vale-a-pena-comprar-hoje https://animesonlinebr.org/review/cyberpunk-2077-vale-a-pena-comprar-hoje/#respond Wed, 31 Mar 2021 19:00:50 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=19427 E aqui vamos nós! Beirando um ano desde que começamos a trazer nossas opiniões aqui. Vamos celebrar com a análise daquele que foi

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E aqui vamos nós! Beirando um ano desde que começamos a trazer nossas opiniões aqui. Vamos celebrar com a análise daquele que foi chamado de “Jogo do ano”, “jogo do século”, e outras loucuras por aí. Bem-vindos à Cyberpunk 2077 – A experiência.

Cyberpunk 2077

Após um desgaste em relação ao seu lançamento, Cyberpunk 2077 chegou para os consumidores do mundo todo no dia 17 de setembro de 2020, me lembro como se fosse ontem, durante uma party no Playstation 4, nós (eu e uns amigos) começamos de forma meio que simultânea o jogo para que nós víssemos o quão grandioso esse jogo poderia ser.

Acontece, que dentre alguns, houve decepção. Não posso negar. Eu mesmo me senti triste pela forma que o jogo havia vindo, estranhamente feio e acabou que para mim, não estava sendo uma obra de arte assim tão prometida como antes.

Mas vou detalhar mais abaixo. Portanto, essa análise demorou para sair, e demorou não pelo simples fato de o Luiz não querer, mas sim, eu queria terminar o máximo que e pudesse do jogo e depois digerir bastante antes de poder dar qualquer nota ou coisa do tipo.

Esse tempo passou e cá estamos. Bom, esse texto certamente terá SPOILERS, e caso você ainda não jogou o jogo, pode seguir daqui por sua conta e risco. Se você, deixe aqui na caixa de comentários o que você achou de Cyberpunk 2077.

Com isso, o texto vai funcionar em partes, como áudio, design, gameplay, personagens, história e considerações, ok? Então, vem comigo!

Áudio

Problemático. Sim, em todos os pontos daqui para frente, sempre teremos no mínimo um adjetivo ruim para cada tópico, infelizmente, o jogo nos permite a dizer isso.

Porém, Cyberpunk 2077 tem uma das vibes em relação a sons, mais incríveis que eu já vi em qualquer outro jogo. Diálogos, sons externos de Night City, sons internos e principalmente quando você está dentro de carros, é magnifico. Cada arma tem seu próprio som de emissão.

Mas, como tudo, ele travava por vezes, principalmente quando demorava muito para uma ligação acontecer, o personagem que você ia falar, ficava com a telinha no hud e você não o ouvia falar, pois, ele estava travado.

Eu vou falar mais de Night City abaixo, mas apesar de tudo isso citado acima, era muito ver passear em Night City, principalmente de carro e ouvir a cidade. Sobre as músicas, em cada rádio do jogo, você podia ouvir um estilo de música, ou até mesmo informações da cidade eram apresentadas em boletins durante a programação. Me foi insuficiente por momentos, mas saiu mais puxando pelo lado positivo do que o negativo.

Design

Bom, visualmente, tudo em Cyberpunk 2077 é lindo. Pena que se você se atentar aos pequenos detalhes, você pode ficar muito frustrado dependendo do que você imaginava para esse jogo. Exemplo: Eu esperava, o jogo durante andar por ai de carro, fosse mostrar o personagem pisando no pedal de aceleração, bem como no freio, é um pecado chato, mas ainda assim conta pelo menos para mim, como um.

Mas se você não for detalhista como eu, pode ter momentos incríveis com os visuais de personalização da V desde o começo do jogo, até lugares estruturados e vislumbres do céu aberto da grande cidade de Night City.

Entretanto não se engane, andar em Night City, pelo menos para mim, foi meio complexo no primeiro, pois, principalmente de noite, os carros que andavam por aí, não mostravam sua sinalização, ou seja, não só faróis baixos, mas como por vezes, faróis apagados durante A NOITE!

A iluminação da cidade era terrível também por grandes momentos, sério, para quem jogou Spider-Man do PS4 ou até mesmo Miles Morales, teve uma experiência de iluminação bem melhor.

Acho que tudo nesse jogo, foi melhorando conforme os patchs de correção foram sendo lançados, mas, me irritava muito que essas coisas aconteciam e eu deixei de jogar o jogo não só por isso, mas por outros fatores também.

Eu preciso dizer, como a iluminação de noite era ruim, ficava muito difícil de ver detalhes do mapa e acontecia e muito de você sair batendo seu carro por aí. E olha que, tinha por vezes também detalhes do mapa renderizados que pareciam coisas de Playstation 1, é chato, mas precisa ser comentado.

Personagens

Sim, eu inverti a ordem aqui. Pois, achei necessário falar dos personagens depois do design para fazer sentido com o trecho acima.

Começando pelos seus estilos. Meu, é muito bom ver personagens tão diferentes em um lugar como Night City. Claro, alguns são mais diferentes do que outro por questões de roteiro e tudo mais, o que não me incomoda em nada.

Mas, você parece que por vezes, vai conversar com o personagem tirado diretamente do mundo louco das Tartarugas Ninjas e as vezes, são pessoas normais. Sério, tinha uma missão, não principal que a mulher era toda coberta por um tipo de metal, blindagem e é isso aí.

E o melhor de tudo, você se importa com cada um deles! Aqui, um SPOILER dos grandes do modo história. No que vamos chamar de primeiro ato do jogo, Jackie Wells, seu companheiro de missão, acaba falecendo, e todo o arco que envolve depois os amigos, conhecidos e família dele são de te fazer chorar.

Relacionamentos

Panam, meu crush eterno desse jogo. Ela faz parte do grupo dos nômades, que vivem de forma mais afastada de Night City e te ajuda em várias missões, e você também a ajuda para salvar seus amigos. A relação é tão boa, e que, no final do jogo, você pode simplesmente ligar para ela e pedir ajuda para enfrentar o que vem pela frente.

River Ward pode parecer chato e inconveniente no começo da sua relação com ele, mas ao mesmo tempo, é construída toda um background em volta do personagem que você acaba se identificando com o personagem ao ponto dele se sentir confiável e atraído por você durante sua jornada juntos.

E ele, Johnny Silverhand, que figura encantadora. Não pelo simples fato de ser interpretado pelo Keanu Reevers, ele é o centro da história. Tudo é motivo por ele e para ele. Sabe Liga da Justiça do Zack Snyder? Então, ele é o Cyborg do role.

Atente-se, com Panam e River, você pode ter algo romântico com eles, mas, no meu caso, fugi de relacionamento como um ser das trevas foge de uma cruz.

Mas, se você for diferente de mim, pode não só aproveitar viver ao lado desses personagens, como também tem as opções mais “comerciais” de curtir Night City, sem julgamentos.

Por fim, aproveite bem para conhecer todos os NPC’s de Cyberpunk 2077, tenho certeza de que você vai se divertir, se emocionar e principalmente ter muito o que fazer por eles.

História

Sim, novamente invertendo os assuntos, pois aqui também se faz necessário. Você é conhecido como V em Night City, ou a V no meu caso.

Passado um tempo fora da sua cidade natal, você acaba voltando para ter novas oportunidade, e acaba caindo numa maior enrascada ao tentar invadir a torre da Arasaka, principal máfia da cidade para roubar uma peça que seria de extrema importância para Dexter Deshaw.

Ao lado de Jackie, você descobre que existe muito mais coisa do deveria, e ao tentar sair do local, uma incansável se inicia e você precisa sair de lá com a tal peça. Acontece que Jackie acaba falecendo e implantando a tal peça em você.

Após ir até Dexter, V é traída pelo mesmo que acaba sendo morto pela Arasaka e V começa sua jornada para saber o que está acontecendo com suas falhas no sistema desde que a peça, ou chip, que foi lhe dada por Jackie Wells está em atividade em seu corpo.

Cyberpunk 2077

Esse chip nada mais é que o “Chip da Imortalidade” que consta as memórias e consciência de Johnny Silverhand. Então, em uma viagem para que seja retirado esse chip sem consequências mais graves, você deve fazer escolhas, que vão te levar aos mais diversos caminhos para determinar o futuro de V.

São ao todo 6 finais em Cyberpunk 2077, 4 lhe dão acesso as conquistas do seu console e os outros dois são secretos. Óbvio, não vou contar nenhum deles, mas, desses 6 eu fiz 3 deles, e recomendo fazer todos e entender qual é o melhor final para você.

A história não é nada digno de um Óscar, mas, é bem feita e sem forçar o jogador a terminar ela, fora o fator replay antes de entrar na considerada “última” missão, onde não tem volta a não ser terminar o jogo e voltar daquele ponto para tentar outros finais.

Gameplay

Aaah o grande problemático e tão bom ponto em Cyberpunk 2077.

Sério, são muitos caminhos nas quais você pode levar o seu/sua V aqui. Você pode ser o que quiser, desde um Rambo Hacker, até um Rambo Rambo, ou parte da Irmandade dos Assassinos Hacker (alô Watch Dogs, aqui foi mais bem feito hein?) sério, é uma infinidade de coisas que se dá para fazer

Você tem o mais diverso arsenal de armas e vestimentas possível. Claro, tudo dentro dos padrões de um bom RPG, cada coisa com seu efeito, especialidade e tudo mais. É um harém de opções de como jogar o jogo.

Cyberpunk 2077

Porém, como tudo na vida, e principalmente em Cyberpunk, nada é perfeito. Eu pelo menos joguei boa parte do jogo beirando a dificuldade mais alta, e sério, os inimigos por vezes são muito burros, sem contar o momento que travam no cenário e você fica “ahn…”.

Mas tudo isso não torna o combate menos empolgante, pelo contrário, por momentos você pode ficar hypado por enfrentar alguém e pode acontecer de você estar no meio da rua e ver um comboio policial parado em um lugar, e quando você vai investigar tem uma batalha do nada e você resolve o problema para a polícia.

Por falar nisso, é comum você também combater o crime em Night City, o famoso “faça justiça com as próprias mãos” vale aqui, e você pode abordar a situação da forma que quiser, e no final será recompensado pelo departamento de polícia.

Várias quests secundárias podem ser feitas, como contratos para fazer x coisa, matar alguém, levar o pacote do lado A para o B, tudo isso e uma série de outras coisas que você pode aproveitar em Night City. Eu como sempre, não gosto dessa coisa toda de fazer missões secundárias, a não ser que seja muito do meu interesse (AC Valhalla eu vou chegar em você). Mas para quem gosta, é um prato cheio.

Considerações – Cyberpunk 2077

Bom, completado todo o roteiro que precisava trazer para vocês, chegou o momento da grande pergunta. E aí Luiz, tudo bem? Sacanagem, mas se você me perguntou isso ao ler a pergunta, estamos tentando ficar bem, obrigado. Brincadeiras a parte, vale a pena comprar Cyberpunk 2077?

Bom, perto do lançamento, eu certamente diria não. Sério, eu não demorei para terminar ele porque eu quis, mas o jogo simplesmente fechava na minha cara, tinha bugs bizarros, quem quer jogar um jogo assim, não é mesmo? Por isso, eu confiei na CD Projekt RED ao falar que ao longo do tempo, o jogo seria curado. E parece que, até onde eu joguei, estava bem melhor, mais polido, apesar de fechar na minha cara ainda assim, mas com menos frequência. Felizmente não tive problemas ao ponto de perder o salve ou coisa do tipo, mas, os bugs eram vergonhosos e nada excitantes para um jogo que teve tanto tempo para ser desenvolvido.

Opinião sincera? Hoje até vale a pena, mas definitivamente não no preço cheio, apesar da diversão, não vale um investimento tão alto agora.

Bom, é isso, vai aqui minha nota ao final dessa review. Mas antes, se você chegou até aqui, eu quero te agradecer. Sim, você aí mesmo. Sendo algum conhecido meu ou não, você é responsável por esse quase um ano que estamos aqui juntos falando sobre joguinhos, afinal, isso é o que nos move.

Vou deixar aqui o meu primeiro texto que foi ao ar no dia 1 de abril de 2020, e completará um ano amanhã. Ao lado da equipe do NSV Games, eu cresci muito e realizo um dos meus sonhos, que é poder compartilhar meus pensamentos sobre o mundo dos games e cá estamos.

Obrigado pelo acesso, pelo compartilhamento, pelo seu tempo de leitura e que nesse próximo um ano, venham mais textos e muitos outros jogos terminados.

Meu sincero agradecimento,

Abraço!

Notas:

Gráficos: 4/5
Jogabilidade: 4/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 3.5/5
Nota Geral: 4.3/5

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Cyber Hero: Mission Runner – Um viciante game mobile https://animesonlinebr.org/review/cyber-hero-mission-runner-um-viciante-game-mobile/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cyber-hero-mission-runner-um-viciante-game-mobile https://animesonlinebr.org/review/cyber-hero-mission-runner-um-viciante-game-mobile/#respond Thu, 25 Mar 2021 19:00:20 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18933 Olá pessoal! Hoje iremos falar do jogo para Android Cyber Hero: Mission Runner que chegou nesta semana, 24 de março, após um ano de

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Olá pessoal! Hoje iremos falar do jogo para Android Cyber Hero: Mission Runner que chegou nesta semana, 24 de março, após um ano de desenvolvimento.

Cyber Hero: Mission Runner

O jogo foi desenvolvido pela empresa alemã, Since Idea, e traz em sua proposta uma mistura de shooter, bullet hell e rogue-like. No jogo controlamos um herói com caracterização cyberpunk, com direito a olho biônico e tudo mais. O objetivo do jogo é passar por diversas fases eliminando inimigos, coletando power-ups e subindo de níveis. Se morrer e não tiver o power up de reviver, terá que reiniciar do começo.

A interface de Cyber Hero: Mission Runner

Assim que iniciamos o jogo já caímos na tela inicial, sem uma cutscene ou tutorial. Devido a proposta do jogo, aqui vejo como um ponto positivo. Abordando a tela inicial em sí, ela é dividida em 3 opções de menu. O de missões, que contem o mapa de fases, um icone pro discord do jogo e o level. Simples e objetivo, é só Apertar em play e começar a jogar.

O menu a direita é o de talentos, onde compramos habilidades com o loot das partidas anteriores. E o menu a esquerda, vemos nosso herói e as armas disponíveis. Ainda no menu, temos overlays de configuração que permite mudar o idioma do jogo, e também as informações de loot, fusíveis ( que são usados para poder jogar a tela) e cristais.

 Os idiomas disponíveis são: Alemão, inglês, francês, e espanhol. Vale ressaltar que mesmo na versão em inglês, ainda existem algumas palavras que estão em alemão, mas nada que impede o entendimento do jogo.

Gráficos

Os gráficos de Cyber Hero: Mission Runner são bem simples, e não possuem muitas texturas. Seja em nosso personagem, nos inimigos ou no cenário. Visto que durante a jogatina temos uma visão de cima do mapa, e o número de inimigos aumenta com o passar das fazes. O gráfico simples permite que a maioria dos celulares rodem o jogo, e impede ainda que o numero de inimigos derrube o desempenho do mesmo. O número limitado de partículas também previne que o olho fique cansado com a poluição visual.

O design dos mapas entretanto, acaba sendo simples demais. Tomando como base o mapa dos esgotos. A única variação que temos de uma tela e outra são alguns obstáculos que aparecem, mas no geral é o mesmo mapa. Os inimigos do jogo também seguem no mesmo sentido. Tendo pouca variação entre eles, os padrões de ataques são facilmente memorizáveis. O que acaba tirando um pouco da dificuldade do jogo.

Trilha sonora e Sxf

Os efeitos do menu, são bem tecnológicos, o que casa bem com a temática cyberpunk do jogo. A trilha sonora do menu consegue criar uma atmosfera de suspense e tensão, mas acaba enjoando. Durante o jogo mesmo a trilha sonora muda, para uma mais frenética. Mas ainda assim a falta de variação de uma tela para outra, acaba incomodando. Os efeitos de tiro e inimigos também são muito contínuos. A trilha sonora acaba sendo o ponto fraco do jogo.

Jogabilidade de Cyber Hero: Mission Runner

Por mais que o jogo deixe a desejar na trilha sonora, a jogabilidade compensa tudo, e é o ponto forte do jogo. Nós movimentamos o personagem pelo mapa tocando na tela, e vamos através do mapa derrotando inimigos e coletando loots e power ups. O ritmo da gameplay é muito gostoso, rápido e viciante. Dá pra facilmente matar algumas horas, visto que é possível voltar de onde parou. Por ser fácil de jogar, é uma boa pedida para matar tempo em filas, esperas em consultórios e afins. A variedade de power-ups é imensa, e a curva de aprendizagem do jogo também é fácil, é seguro dizer que qualquer pessoa consegue aprender em uns 5 minutos de gameplay.

Claro que não é perfeito, minha maior critica com a jogabilidade é não poder escolher qual inimigo você quer atacar, o jogo escolhe o inimigo mais próximo de você para dar ataque automático. Isso acaba atrapalhando quando tem muitos inimigos próximos do jogador, e você quer escolher qual quer derrotar primeiro.

Cyber Hero: Mission Runner é um ótimo pedido para quem quer um novo jogo no Android. Ele é fácil de se jogar, e altamente viciante. As skills fazem com que cada jogada seja uma experiência nova. A interface clean permite com que seja extremamente intuitivo e descomplicado até para quem não está acostumado com jogos de celular. A simplicidade dos gráficos torna o jogo acessível em diversos smartphones Android de diferentes gerações. O jogo é gratuito e leve, apresenta mais pontos positivos do que negativos. Levando tudo em consideração é um jogo que todos deveriam dar uma chance para ver se gosta.

Por hoje é só, utilizem a seção de comentários e nos deixe saber o que acharam do jogo.

NOTAS

Gráficos: 4/5
Jogabilidade: 4/5
Diversão: 4/5
Som: 2/5
Geral: 3,5/5

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Jogos para a Quarentena: Cyberpunk 2077 https://animesonlinebr.org/review/jogos-para-a-quarentena-cyberpunk-2077/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jogos-para-a-quarentena-cyberpunk-2077 https://animesonlinebr.org/review/jogos-para-a-quarentena-cyberpunk-2077/#respond Wed, 17 Feb 2021 19:00:55 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17668 *Potencial de Spoilers* Opa, turu pom aí?? Provavelmente você está se perguntando, Cyberpunk 2077, Luiz? Sério?? Sim. Cyberpunk 2077, e eu juro que

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*Potencial de Spoilers*

Opa, turu pom aí?? Provavelmente você está se perguntando, Cyberpunk 2077, Luiz? Sério?? Sim. Cyberpunk 2077, e eu juro que você não vai se arrepender, esse jogo tem muita coisa guardada para você.

Eu sei, eu sei, os memes são maravilhosos, o começo foi uma tragédia, mas as coisas estão melhorando, mesmo que aos poucos. E outra coisa, esse aqui ainda não é o texto de review de Cyberpunk, para dar uma esclarecida, ele virá em março, pois estou desenrolando a história do jogo, principalmente agora que ele deu uma melhorada mais que considerável da versão que foi lançada.

Por isso, não vou entrar em muitos detalhes aqui para que “Cyberpunk 2077: A Experiência” não seja estragada de forma alguma. Portanto, você está pronto (a) para revisitar Night City?

História

Sobre a história em Cyberpunk 2077, não irei dar tantos spoilers assim, tá? Afinal, vamos falar melhor dela em outro momento.

Porém, V volta para Night City após um tempo fora, ela (ou ele, dependendo da escolha do jogador) é uma pessoa que trabalha com o submundo de Night City, uma cidade perdida em pecados, corrupção e muita coisa para se fazer… uma cidade dos sonhos!

Cyberpunk 2077

E de volta, ela (vamos falar da V, aqui, ok?) é enviada para um trabalho onde conhece Jackie Wells, que tem como objetivo fazer o mesmo trabalho V. A partir daqui muita coisa acontece na vida dos dois e ambos descobrem que eles são pessoas mexendo em um vespeiro de gente grande, a principal família de Night City, Arasaka.

Daqui em diante, é uma savana que não iremos explorar, e acredite, savana é um termo realmente bem usado aqui, com toda a modéstia do mundo.

Gameplay

Talvez aqui tenha sido um dos principais calcanhares de Aquiles de Cyberpunk 2077, a gameplay é cheia de controversas, mas, não se engane, como eu disse no começo do texto, as coisas estão melhorando cada vez mais.

Você tem a possibilidade de jogar como bem quiser aqui, principalmente, ser um Rambo da vida, um hacker nojento onde deixa todo mundo ao seu redor morrer com mais facilidade através das suas habilidades de enfraquecimento dos inimigos, ou até mesmo a rainha do stealth, por mais que isso seja muito difícil em diversos momentos e você não tenha muita opção a não ser ir de Rambo mesmo.

Eu mesmo, até agora, consegui passar algumas partes na furtividade, mas confesso que meu plano original de não matar ninguém foi simplesmente pelo ralo. Mas talvez você consiga. Vai saber.

Além disso, rodar em Night City de carro é tão gostoso, a variedade de carros vai deixar seu passeio pelas ruas da cidade dos sonhos mais alegres, vai por mim.

As missões são legais, e você se preocupa com os personagens, ou não, dependendo do serviço que você aceitar e sua abordagem durante ele.

Gráficos e Áudio

Apesar desse texto não ser uma análise, é preciso dizer que esse ponto aqui é algo que precisa ser realmente melhorado em Cyberpunk 2077. Em especial o áudio. Os gráficos claro que tiveram uma queda considerável das versões apresentadas em trailers e tudo mais, isso é muito normal, e para um PS4 base, o gráfico até que está bem bonito, por mais que existam problemas claros de renderização das coisas.

Mas o áudio ainda é algo que dá uma emperrada por muitas vezes, você ouve o personagem meio robótico, e tá, muitos personagens ali têm voz robótica, mas em sua maioria, são pessoas “normais” com suas vozes normais, e parece que na hora da conversa, fica parecendo um som auxiliar 2 na voz de tal personagem, não sei se ficou tão claro.

As músicas por vezes somem durante seus passeios de carro, por isso, prefiro aproveitar esses passeios sem música mesmo e só ouvir o som do carro e a cidade da perspectiva de dentro deste.

Alguns diálogos demoram para acontecer, mas tudo bem, eu entendo que seja problema mais de desempenho do Play4 base mesmo.

Por fim, vale a pena jogar Cyberpunk 2077, Luiz?

Eu não vou te responder agora, irei pedir paciência a você, onde teremos essa resposta e muito mais coisas para falar daqui um mês, dia 17/03 em Cyberpunk 2077: A Experiência; eu juro que vou trazer mais coisas para tentar te convencer ou não de comprar esse jogo ou dar uma revisitada nele, combinados?

Mas tá, vou dar uma colher de chá aqui, ok? Eu estou me divertindo até agora.

E sim, se você chegou aqui, SEM SPOILERS, POR FAVOR!!!!!

Até semana que vem!

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Primeiras Impressões – Cyberpunk 2077 https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-cyberpunk-2077/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiras-impressoes-cyberpunk-2077 https://animesonlinebr.org/games/primeiras-impressoes-cyberpunk-2077/#respond Wed, 23 Dec 2020 19:30:21 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=16701 Sim, hoje, antevéspera de natal, vou trazer para vocês as primeiras impressões desse jogo que, prometeu ser revolucionário, e… até o momento… Bom,

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Sim, hoje, antevéspera de natal, vou trazer para vocês as primeiras impressões desse jogo que, prometeu ser revolucionário, e… até o momento… Bom, hora de falar sobre Cyberpunk 2077. Vem comigo!

Como vocês sabem, Cyberpunk 2077 foi lançado pela CD Projekt Red no dia 10 de Dezembro de 2020 e no primeiro momento me pareceu ser um excelente jogo, que não apresentava nada demais nas primeiras missões, coisas que a gente já via nos trailers, o que é ótimo.

Surpresa

O fato surpresa mesmo chegou na criação de personagens, onde a gama de escolhas nas quais você faz para customizar o seu/sua “V” é inacreditável, e pode até causar estranheza em muitos momentos por coisas bizarras, como usar o olho da personagem (no caso a minha) com um olho totalmente preto, estilo os demônios de Supernatural mesmo. E isso é fantástico.

Você tem uma liberdade imensa para customizar o seu personagem e pode até mesmo definir o gênero dele, ou dela, sem nenhum problema. Estamos em 2077, em 2020 a gente já deveria ter aprendido a lidar com as diferenças, não??

Cyberpunk 2077
Minha V – Cyberpunk 2077

E é isso que torna esse momento de criação incrível. Ao rodar Cyberpunk 2077 pela primeira vez, eu fiz em party com mais 3 amigos, nos quais, nós íamos trocando ideias de como fazer nossos personagens e tudo mais. Cada um foi num estilo, e não necessariamente por caminhos diferentes, na hora de escolher o background de seu personagem.

Lifepath

Eu, fiquei muito em dúvida se no primeiro momento eu iria de coorporativo ou gangster. Definitivamente eu não iria de Nômade, já que o background se assemelhava muito o que eu vi em Mad Max, e eu não queria ter essa experiência novamente. Geralmente, eu iria de Coorp, mas decidi ser uma, garota de rua.

Como já ressaltado, os primeiros momentos de Cyberpunk 2077, são missões nas quais a gente viu um pouco nos trailers, e bem no comecinho, somos apresentados ao Jackie. Porém, antes de falar com Jackie, eu preciso ressaltar o primeiro encontro com Kirk.

Detalhes

Logo de cara, você já começa num bar, isso claro, você tenha escolhido seguir o caminho das ruas. E ao lado dele, existe um NPC, chamado de Zezão. E por incrível que pareça, você pode conversar com Zezão. E isso fica nítido, e não só com ele, em muitos momentos, você pode focar em outros personagens, que não seja aquele primário em sua frente e falar com ele, o que é bem legal, na minha opinião.

Zezão, o NPC que você pode trocar ideia

Após o papo com Kirk, você é levado a sua primeira missão de fato, onde, você acaba tendo um encontro com Jackie e ambos sofrem uma espécie de emboscada. Mas não vou entrar em mais detalhes, afinal, isso é só as primeiras impressões.

Após um tempo, nós começamos o jogo de fato, fato mesmo, ainda fazendo algumas coisinhas pré-definidas, mas, são coisas rápidas, tirando o tutorial, que, como todo tutorial, é chato, mas, necessário para entender como abordar diferentes tipos de missões.

Cyberpunk 2077
Tutorial

Até aí eu não tive problemas algum com Cyberpunk 2077, afinal de contas, o meu jogo roda num Playstation 4 base, mas já nessa altura, a vaquinha já havia deitado. Relatos e mais relatos de bugs dos mais diversos se espalhavam nas redes sociais e conversas com amigos, cada um relatando algum tipo de erro, durante sua jornada em Nightcity.

Por fim, veio uma grande atualização, de 18Gb’s, que aparentemente melhorou bastante coisa, mas, ainda assim, os primeiros bugs começavam a rolar. Não sei se posso dizer que tive sorte, já que o meu jogo, durante minha única live até aqui de Cyberpunk 2077 na Twitch, um único bug claro aconteceu, uma queda de um poste, logo na saída do prédio onde V mora, foi algo que deixou tanto a mim, como o pessoal da live no famoso “Que que houve aqui”?

Mas por fim, acabei deixando Cyberpunk de lado por alguns dias, na esperança de que ele pudesse melhorar, e, com a última atualização, parece que aos passos de tartaruga, as coisas vão se ajeitando. E, não entendam esse “passos de tartaruga” como algo prejudicial ao jogo não, tá?

Tenha calma!

Para finalizar a minha analise até aqui de Cyberpunk 2077, eu queria deixar umas palavras, não só para você, mas para a CD Projekt Red também.

Para você primeiro: Tenha calma! Eu sei, a CD errou sim, tantos anos com Cyberpunk 2077 sendo desenvolvidos para a atual geração (PS4 e Xbox One) e entregar algo assim, deve ter sido frustrante. E você não está errado, tanto que, o jogo até saiu da loja da Playstation e muitas pessoas estão recebendo reembolso. Mas, tenha calma, quem está jogando no PC, diz que o jogo é incrível, e é sim um pouco daquilo que a CD Projekt Red prometeu.

Para a CD Projekt Red agora: Pisaram na bola, e feio… mas…! Eu nunca joguei nada de The Witcher, por falta de interesse mesmo. A fórmula de mundo aberto, me parece muito batida, apesar dos grandes elogios que vocês receberam por conta das diversas coisas que dava para fazer no jogo do bruxão.

Por isso, eu vou dar um voto de confiança para vocês. Nós vimos que No Man Sky’s, foi um exemplo de chacota no início, mas perseverou e hoje, ganha até premiação e eu tenho até vontade de jogar. Mas, tem umas coisas que eu vou mais além. A razão pela qual eu vou dar um voto de confiança para vocês. E é simples: Dá para ver o amor que vocês colocam em seus projetos. Saiu errado? Sai, mas quem não erra. Diferentemente de outras empresas, que pegam seu dinheiro, não só com o jogo, mas com micro transações agressivas e o jogo, dois meses de lançamento já está morto (e sim EA, estou falando com você), vocês, estão em busca do melhor para o consumidor que não só deu o seu dinheiro, mas sua confiança. Portanto, vocês têm a obrigação de salvar esse jogo, que ele demore um ano para estar melhor otimizado no Playstation 4 e no XONE, mas, pelo menos da minha parte, eu vou esperar.

Por fim, e prometo, é o fim mesmo, Cyberpunk 2077, de longe não será o jogo do século, como muitos veículos de comunicação gamer estavam espalhando por aí. Cyberpunk 2077 é um excelente jogo, que precisa ser (e muito) lapidado, mas que tem, não só o meu grande interesse em me aprofundar mais na história e nesse universo, como tenho certeza de que ai desse lado, também.

Certo? Em breve eu volto a falar mais sobre Cyberpunk 2077, a minha análise completa sobre o jogo, estará disponível só em meados de Fevereiro. “Luiz, tanto tempo assim”? Sim, me permita dizer que esse é o prazo mínimo, afinal, eu não consigo mentir para você, meu leitor aqui do NSV, por isso, não posso e nem vou fazer uma análise baseado em um jogo que não está totalmente pronto. Mas, pode esperar, vai sair.

E, quero te desejar um Feliz Natal também. Nós falaremos agora na antevéspera de Ano Novo. Portanto, te desejo um bom natal, e lembre-se, ame aqueles que você tem guardado no coração, independente da distância.

Grande abraço!!!

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Cyberpunks #01: O que o futuro nos reserva? https://animesonlinebr.org/hq/cyberpunks-01-o-que-o-futuro-nos-reserva/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cyberpunks-01-o-que-o-futuro-nos-reserva https://animesonlinebr.org/hq/cyberpunks-01-o-que-o-futuro-nos-reserva/#respond Thu, 05 Nov 2020 14:00:36 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15376 Quando você observa as estrelas acima do céu noturno, o que imagina? Antepassados nossos costumavam usá-las para orientar os seus caminhos a partir

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Quando você observa as estrelas acima do céu noturno, o que imagina? Antepassados nossos costumavam usá-las para orientar os seus caminhos a partir de suas constelações, sonhando com o destino. Hoje, nós nos indagamos sobre o que se encontra  nos inalcançáveis planetas, promessas das próximas gerações. De tanto olhar para além do que já possuímos, não é de se espantar o sucesso da ficção especulativa científica – questionadora das rotas ainda não trilhadas.

Dr. Stone propôs isso incorporando primitivismo. Detroit: Become Human ofereceu uma análise íntima dos limites do que poderia ser considerado humanidade. Watch Dogs é uma franquia interessada na experimentação entre interatividade e a influência regida pela tecnologia em nosso cotidiano. A obra aqui estudada hoje, mais especificamente o primeiro volume do quadrinho Cyberpunks, também ambiciona caminhar por essas postulações.

Claramente inspirado no movimento literário cyberpunk – centrado, em suma, na ideia de uma má qualidade de vida apesar dos avanços tecnológicos, a obra é o primeiro trabalho publicado pela editora Portal Entretenimento. Lançado em 2019, a produção é assinada por três nomes: roteirista, editor, letrista (além de dono da editora) Matheus Haubrich “M.H.” Iparraguirre; desenhista e co-arte-finalista Adriano Alves Macedo de Lima; por fim, co-arte-finalista e colorista Felipe Felix Freitas.

A equipe conforme creditada no material.

O ano é 2050: os governos mundiais se colapsaram em si, deixando o ambiente político dominado pelas grande corporações. No submundo da antiga Porto Alegre (atual Tecno-Porto), um grupo de revolucionários briga por aquilo que é justo: seu livre arbítrio e o direito de viver na superfície. É uma era de anarquia, horror, porém, reinando acima disso, está o poder da tecnologia.

Tenho uma confissão a fazer: particularmente, não sou fã de ficção científica. Não acho ruim, muito pelo contrário, tem um valor imensurável no meio dos gêneros narrativos. Apenas prefiro remoer o passado e digerir fantasia. Uma preferência só. Dito isso, ainda me joguei na chance de fazer uma crítica à obra que chegou na sede do NSV – Mundo Geek. Amo as iniciativas nacionais, há produções estupendas no cenário brasileiro, e eu ainda ganhei uma cópia do quadrinho de graça. Não é minha expertise, mas – hey! – novas vivências são bem-vindas.

Mesmo as não tão boas assim, entretanto eu estou me adiantando.

Cyberpunks é um produto profundamente influenciado por referências da cultura nerd pop. O traço de Adriano rememora o estilo dos quadrinhos de super-herói do início dos anos 2000, em especial o de Jim Lee quando ele assinou All Star Batman & Robin. A estética urbana em neon remonta as cidades futuristas dos anos 80 de obras como Blade Runner (uma das favoritas do colorista, aliás) ou O Vingador do Futuro. O diferencial, todavia, era um conteúdo tupiniquim, um cyberpunk para chamar de nosso – se possível fosse. Infelizmente, não acho que tenha se destacado o suficiente esse caráter brasileiro.

Talvez uma sombra da natureza gaúcha, no entanto. Suponho que seja presunçoso da minha parte, como leitora nordestina, esperar uma brasilidade similar à minha quando seu autor é de uma região tão distinta. Seus diálogos refletem um regionalismo forte. Sua escolha de uma alternativa Porto Alegre não foi acidental. Há uma dimensão no produto que eu não consigo apreciar em sua plenitude, admito. Contudo, entre tudo o que pude absorver, não imagino que eu particularmente queira continuar no próximo volume.

Sendo uma peça da nona arte, o quadrinho é uma mídia capaz de mesclar com maestria texto e imagem a fim de criar uma narrativa poderosa. Cyberpunks, acho, deixou lacunas nesse quesito: suas falas são deveras expositivas, não permitindo uma desenvoltura mais caprichada do aspecto visual, oferecendo portanto explicações para o roteiro quando a arte poderia ser mais elucidativa. Os personagens não são muito bem delineados e parecem ter a mesma voz em momentos da trama. Claro, essa foi a primeira edição, muitas revelações estão a caminho, sei disso.

Não obstante, aprecio profusa e profundamente a iniciativa de M.H. Iparraguirre. São claras a sua paixão pelo tema e a sua vontade de contar uma história na qual ele possa se sentir mais íntimo com o cenário e situações. Eu não pude apreciar devidamente as estrelas de Cyberpunks, mas talvez você, leitor, encontre sua trilha na futurista Tecno-Porto de 2050.

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Tokyo Ghost: Tecnologia, drogas cibernéticas e redenção https://animesonlinebr.org/hq/tokyo-ghost-tecnologia-drogas-ciberneticas-e-redencao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tokyo-ghost-tecnologia-drogas-ciberneticas-e-redencao https://animesonlinebr.org/hq/tokyo-ghost-tecnologia-drogas-ciberneticas-e-redencao/#respond Thu, 22 Oct 2020 17:00:24 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=14803 Se eu pudesse resumir a HQ de Tokyo Ghost, a palavra “inesperada” seria completamente apropriada. Com um início frenético e rico em detalhes,

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Se eu pudesse resumir a HQ de Tokyo Ghost, a palavra “inesperada” seria completamente apropriada. Com um início frenético e rico em detalhes, somos lançados num mundo cyberpunk no ano de 2089 onde o planeta foi tomado pelo oceano com aguas poluídas, e com uma humanidade viciada em tecnologia. Ao longo da leitura podemos notar influências de grandes obras da ficção cientifica diatópica, como por exemplo, Blade Runner do escritor Philip K. Dick, Neuromancer de William Gibson, e também Akira, de Katsuhiro Otomo, e em alguns momentos, a história também se arrisca em referenciar a cultura dos samurais japoneses.

Led Dent em sua moto.

Neste universo as pessoas em sua grande maioria são desempregadas e doentes, vivem em busca de alienação e um pouco de paz que só lhes é oferecido pelo êxtase das drogas digitais.

A leitura flui nos fazendo acompanhar um casal, Led Dent e Debbie Decay. Os nossos protagonistas aqui são os chamados “delegados”, responsáveis por caçar e prender os criminosos locais.

Aqui, o enredo nos entrega dois protagonistas que poderíamos chamar de anti-heróis. Led é um modificado, sua mente vive dopada com drogas cibernéticas, seu corpo passou por diversas modificações, a sede em tornar-se um homem forte o fez sucumbir ao sistema deturpado que Tokyo Ghost friza para os leitores quadro a quadro.

Debbie é a protagonista “pé no chão”, ela não se modifica, não utiliza drogas, e o seu amor por Led à mantém sempre perto dele, afim de que um dia ela possa mantê-lo longe de toda a droga e alienação do mundo.

Em uma de suas missões, Led e Debbie vão para Tokyo, onde encontram um paraíso livre de tecnologia. Uma vila liderada por Kazumi.

Ali, Kazumi ensina Debbie e ajuda Led em sua reabilitação. Ambos iniciam sua jornada de redenção, vivendo em comunidade com as pessoas que residem naquela vila, e aprendendo todos os dias o quanto a humanidade foi perversa com a natureza.

Mas, nem tudo são flores (como sabemos), a história tem a sua reviravolta e Led acaba sendo jogado de volta no mundo das drogas tecnológicas, e um ataque a vila faz com que Kazumi seja assassinada, a partir daí, um novo personagem surge em busca de vingança pelos mortos naquela vila: O fantasma de Tokyo.

Debbie, Led e Kazumi na vila “paraíso”.

Tokyo Ghost conta com um cenário colorido e pode inicialmente parecer confuso e poluído, mas para mim ele combina com o tom do enredo, um mundo tecnológico completamente alucinado pede uma arte exatamente como a que foi feita. É interessante apenas observar alguns objetos no fundo, analisar os personagens secundários ao fundo e perceber o quão louco algumas coisas aparentam ali.

A edição da darkside como sempre é bem completa, a edição conta com uma galeria com capas alternativas dos dez volumes separados e com um sketch book de rascunhos dos desenhos e do roteiro.

Influências orientais notáveis nos detalhes da arte de Tokyo Ghost.

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