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]]>A Série Qualificatória do Mundial será uma partida melhor de cinco entre a Team BDS (4º seed do LEC) e a Golden Guardians (4º seed da LCS) em 9 de outubro no LoL Park em Seul. Quem vencer a SQM, junto com outras 21 equipes, vai disputar o Mundial na Coreia. Oito dessas equipes começarão na Fase de Entrada. Essas classificações iniciais foram determinadas pelo desempenho internacional anterior de cada região.
Todo ano é temático, e o tema deste ano para o Mundial é “A GARRA. A GLÓRIA.” Quando o confete cai e o troféu é erguido, estamos apenas presenciando a glória. Mas, na verdade, não existe glória sem garra. Por trás de cada título do Campeonato Mundial está a dedicação incansável à arte, o trabalho duro e a longa jornada desafiadora que os levou até lá.
Esse tema representa a ousada dicotomia, na qual abraçamos a dualidade da jornada dos profissionais e celebramos ambas como parte da busca: a garra árdua e constante, e o farol de esperança e glória que aguarda na Final do Mundial.
O Mundial começa com a Fase de Entrada no dia 10 de outubro e termina com a Final no dia 19 de novembro.
Fase de Entrada (todas as partidas começarão às 04:00 BRT, salvo indicação em contrário)
Fase Suíça (todas as partidas começarão às 04:00 BRT, salvo indicação em contrário)
Fase Eliminatória (todas as partidas começarão às 05:00 BRT, salvo indicação em contrário)
O novo formato do Mundial contará com 22 equipes em três fases de competição: a Fase de Entrada, a Fase Suíça e a Fase Eliminatória (Quartas de Final, Semifinais e Final). Há mais informações sobre cada fase logo abaixo.
A Fase de Entrada acontecerá de 10 a 15 de outubro no LoL Park, em Seul.
A Fase Suíça acontecerá de 19 a 23 de outubro e de 26 a 29 de outubro na KBS Arena, em Seul.
As Eliminatórias consistirão em Quartas de Final, Semifinais e Final.
Os seeds de uma região são escolhidos com base em seu desempenho internacional e regional anterior. Regiões tradicionalmente fortes costumam mandar alguns ou todos os seus seeds diretamente para a Fase Suíça, enquanto outras regiões ficam com menos representantes e/ou começam pela Fase de Entrada.
As 22 equipes competindo este ano são:
CHINA – LPL
COREIA – LCK
EUROPA – LEC
AMÉRICA DO NORTE – LCS
SUDESTE ASIÁTICO – PCS
VIETNÃ – VCS
BRASIL – CBLOL
JAPÃO – LJL
AMÉRICA LATINA – LLA
Será decidida em 9 de outubro entre a Golden Guardians (GG) da LCS e a Team BDS (BDS) do LEC.
Fase de Entrada: de 10 a 15 de outubro
A Fase de Entrada dará início ao torneio, com o primeiro e segundo seeds da VCS e do PCS, o primeiro da LLA, do CBLOL e da LJL e o campeão da Série Qualificatória do Mundial entre os quartos seeds da LCS e do LEC. As oito equipes serão divididas em duas chaves de eliminação dupla no formato “melhor de três”. O primeiro lugar de cada chave vai enfrentar o segundo lugar da outra em uma série final de melhor de cinco. As vencedoras de cada uma se classificarão para a Fase Suíça.
As primeiras dez partidas serão Md3, enquanto as duas finais serão Md5.
Fase Suíça: de 19 a 23 de outubro e de 26 a 29 de outubro
As duas equipes qualificadas na Fase de Entrada vão se juntar às três melhores do LEC e da LCS e às quatro melhores da LCK e da LPL. Essas dezesseis equipes serão divididas em quatro conjuntos — primeiros seeds, segundos seeds, terceiros seeds e quartos seeds + classificadas da Fase de Entrada. Elas serão divididas em um conjunto inicial de oito partidas melhor de um com base na classificação: as equipes do conjunto 1 jogarão contra as equipes do conjunto 4 e as equipes do conjunto 2 jogarão contra as equipes do conjunto 3. Além disso, na primeira rodada, nenhuma equipe irá enfrentar adversárias da mesma região. Após a primeira rodada, as equipes serão divididas novamente em duplas com histórico similar, sem restrições adicionais. O torneio repetirá esse processo por mais três rodadas, pareando equipes com históricos similares até vencerem três vezes e avançarem ou perderem três vezes e deixarem a competição.
No total, oito equipes avançarão para as Eliminatórias. As primeiras rodadas serão melhor de um, mas todas as partidas de avanço e eliminação serão melhores de três. Durante a Fase Suíça, a escolha de lado será determinada pelos conjuntos, e o conjunto com a classificação mais alta poderá escolher o lado. Nas partidas entre equipes do mesmo conjunto, a escolha de lado será decidida por um sorteio de moeda.
Fase Eliminatória: de 2 a 5 de novembro (Quartas de Final); 11 e 12 de novembro (Semifinais); 19 de novembro (Final)
Oito equipes avançam para a Fase Eliminatória, que é formada pelas Quartas de Final, Semifinais e Final. Nesta fase, o torneio é convertido em uma chave de eliminação única e todas as partidas são disputadas no formato melhor de cinco. Os confrontos das Quartas de Final serão decididos em um sorteio no palco após o último dia da Fase Suíça. No sorteio, as equipes que avançaram com histórico de 3-0 serão pareadas com equipes que avançaram com um histórico de 3-2. Na sequência, as equipes restantes serão pareadas umas contra as outras.
A equipe que sair vitoriosa será coroada Campeã do Mundial de 2023.
Estamos animados em expandir a cotransmissão para o Mundial 2023! Ao longo do torneio, esperamos a participação de mais de 50 co-streamers, representando as regiões e idiomas da nossa comunidade do mundo todo.
A cotransmissão do Mundial será um programa de convite exclusivo, e os streamers e criadores de conteúdo pré-aprovados darão aos fãs a chance de acompanhar o Mundial com seus streamers favoritos juntamente com a transmissão principal.
Os co-streamers aprovados revezarão durante o evento, e o processo de seleção será conduzido pelas equipes locais da Riot, com as regiões anunciando os co-streamers selecionados pelos canais oficiais dos Esports do LoL.
Além disso, todos as equipes profissionais que se qualificaram para o Mundial também são convidadas a aproveitar seus criadores de conteúdo já existentes para fazer cotransmissões durante o torneio. Para todos os outros criadores de conteúdo, as atuais diretrizes para criadores de conteúdo continuam em vigor.
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]]>The post pH-1 anuncia show inédito em São Paulo first appeared on Animes Online BR.
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Parte do selo da agência H1GHR MUSIC, fundada por Jay Park e Cha Cha Malone, pH-1 é um dos grandes nomes do rap sul-coreano. O rapper também é um dos MCs do podcast de sucesso The Dive Studios e conta com 1 milhão de ouvintes mensais em seu perfil no Spotify. Recentemente, o artista lançou o álbum ‘BUT FOR NOW LEAVE ME ALONE’, que inclui faixas como ‘ZOMBIES’ e ‘TIPSY’.
Além de assistir as performances de pH-1, os fãs que adquirirem os ingressos na modalidade Homebody, também poderão tirar foto em grupo com o artista e terão acesso à um crachá e área exclusivos. As vendas de ingressos para a turnê “ABOUT DAMN TIME” em São Paulo começam dia 07 de abril, sexta-feira.
Também conhecido como Park Junwon, o rapper estreou em 2016 com o single “Wavy” e já atraiu milhares de fãs ao redor do mundo. Dono de um talento único, pH-1 já colaborou com nomes lendários como Simon Dominic, Gray e Jay Park no programa High School Rapper 4. é um dos jurados e mentor de hip-hop do programa de sobrevivência de K-POP, Boys Planet, da Mnet.
Com sete anos desde sua estreia oficial, é a primeira vez que o artista vem para o Brasil, e os fãs já podem esperar uma apresentação ímpar, com muita energia e seus maiores hits na setlist do show. Com paradas anunciadas também no México e no Chile, a turnê já passou pela América do Norte, Ásia, Europa e Oceania.
O show na AUDIO, em São Paulo, acontece no dia 22 de maio, com venda de ingressos a partir de 07 de abril. Link de vendas e valores de ingressos serão divulgados em breve.
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]]>The post Asia Star Festival: Festival reunirá astros da música asiática no Brasil first appeared on Animes Online BR.
]]>Seis astros da música da Coreia do Sul, da Tailândia, da China e do Japão se apresentarão na primeira edição do festival, que promete se tornar a principal referência da música asiática entre os festivais de música do Brasil. Serão mais de cinco horas de música em um único dia de shows, com apresentações de artistas que representam diferentes gêneros musicais, do pop ao rock.
A line-up da primeira edição do Asia Star Festival será divulgada a partir do dia 2 de fevereiro, nas redes sociais da Highway Star. A venda de ingressos para o público geral estará disponível a partir do dia 10 de fevereiro, às 19h, pelo site da Eventim. Os ingressos também estarão disponíveis a partir do dia 11 de fevereiro na bilheteria do Espaço Unimed e nos demais pontos de venda da Eventim, de acordo com o horário de funcionamento de cada local.
As entradas para o Asia Star Festival serão vendidas a partir de R$230 e há opção de ingressos sociais para aqueles que fizerem doações de 1kg de ração para cães e gatos, a serem entregues na portaria do evento. As doações serão entregues para grupos de proteção animal da cidade de São Paulo. Os valores dos ingressos de todos os setores serão divulgados em breve.
Além das apresentações musicais, fãs também poderão interagir com os artistas que compõem a line-up do Asia Star Festival com dois eventos de interação, que acontecerão logo após o festival: o hi-touch, em que poderão cumprimentar cada artista com um toque de mãos, e o send-off, em que poderão se despedir dos artistas na saída da casa de shows.
ASIA STAR FESTIVAL 2023 (SÃO PAULO – SP)
Para compras realizadas em Pontos de Venda e Bilheterias, são aceitos como forma de pagamento dinheiro, cartões de crédito Mastercard, Visa, AMEX e ELO (parcelamento em até 3x sem juros) e débito Mastercard, Visa e ELO.
Apenas os setores Pista Premium, Pista e o Camarote 3A possuem local reservado para Pessoas com Deficiência (PCD) cadeirantes. Pessoas com Deficiência não cadeirantes poderão adquirir ingressos para todos os setores. Dúvidas podem ser tiradas pelo e-mail [email protected].
For foreigners: Foreigners can buy tickets through Eventim website, with passport information. Inquiries can be made via email: [email protected].
IMPORTANTE:
– Ingressos “Send-off” e “Hi-touch” não incluem entrada no show só terão validade se apresentados junto com ingresso para qualquer setor do festival;
– em caso de arrependimento da compra, o cancelamento do ingresso deverá ser, obrigatoriamente, solicitado em até 07 (sete) dias corridos, contados a partir da data da efetivação da compra. Para ingressos adquiridos em prazo inferior a 07 (sete) dias da realização do evento, o prazo máximo de cancelamento é de 48 horas antes da realização do mesmo. Cancelamentos solicitados no dia da realização do evento não serão acatados;
– a entrada e permanência no evento está sujeita ao cumprimento das orientações vigentes do município de São Paulo para realização de eventos durante a pandemia da covid-19. Cada participante deve se responsabilizar por cumprir as orientações, que podem exigir, por exemplo, comprovante de vacinação contra a covid-19 e uso de máscaras faciais. As exigências para entrada e permanência no evento serão enviadas, posteriormente, para os participantes por e-mail. Aqueles que descumprirem as regras de acesso não poderão participar do evento e não terão direito ao reembolso;
– a Highway Star não se responsabiliza por ingressos adquiridos em pontos de venda não oficiais.
ATENÇÃO!
Para entrada no evento, é OBRIGATÓRIA a apresentação de um documento oficial e original com foto. São aceitos como documentos de identidade:
– Carteira de identidade;
– Carteira expedida por órgão público, válida, por lei, como documento de identificação pessoal em todo território nacional;
– Carteira de identidade expedida por comando militar, bombeiros e polícia militar;
– Carteira nacional de habilitação (CNH);
– Carteira de identidade expedida por órgão fiscalizador de profissões regulamentadas por lei;
– Carteira de trabalho e da previdência social (CTPS);
– Passaporte.
Qualquer outro documento que não esteja entre os citados acima NÃO garante a entrada no evento. Documentos digitais serão aceitos desde que emitidos pelos respectivos órgãos públicos.
Participantes que não apresentarem a documentação não poderão participar do evento e não terão direito ao reembolso.
De acordo com as leis federais, estaduais e municipais, terão direito ao benefício da meia-entrada:
– Estudantes do território nacional de instituições públicas ou privadas da Educação Básica, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Profissional Técnica de Nível Médio, Educação de Jovens e Adultos, Educação Profissional e Tecnológica, Ensino Superior, Especialização, Pós-graduação (stricto ou lato senso), Supletivo e Técnico Profissionalizante, seja na modalidade presencial, híbrida ou virtual;
– Pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário;
– Pessoas de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no CADÚNICO com renda mensal de até dois salários mínimos;
– Pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;
– Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais;
– Professores, diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares do quadro de apoio da rede pública estadual e municipal de ensino do estado de São Paulo;
– Aposentados.
Além dos beneficiados por lei, a meia-entrada estará disponível para membros do clube de vantagens Galaxie da Highway Star.
Por se tratar de um serviço de interação com o artista, não se aplica o benefício da meia-entrada para os ingressos Send-off e Hi-touch.
Sobre descontos: clientes e funcionários Unimed poderão adquirir ingressos com 50% de desconto sobre o valor da inteira, mediante disponibilidade, durante os 3 (três) primeiros dias de venda.
Sobre o ingresso promocional: quem não for contemplado pelo benefício da meia-entrada poderá adquirir o ingresso social, mediante disponibilidade. Aqueles que optarem pelo ingresso social deverão doar 1kg de ração de qualquer marca para cães ou gatos, a ser entregue na portaria do evento. O cliente deverá optar pelo ingresso indicado como INGRESSO SOCIAL e entregar a doação correspondente no dia do evento, na portaria do Espaço Unimed.
Todo o alimento arrecadado será doado para grupos de apoio animal. Os pacotes de ração devem estar válidos e lacrados (não serão aceitos pacotes a granel).
Lista de objetos proibidos no Espaço Unimed:
Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, gu
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]]>The post Because This Is My First Life: um baita olhar sobre a vida adulta first appeared on Animes Online BR.
]]>Alguns dramas nos mostram o glamour da vida adulta, eventualmente outros levam tudo na comédia, enquanto outros são focados muito mais nas desgraças. Mas são poucos que pegam o espectador pela gola da camisa e fazem encarar a realidade misturando comédia com drama na medida certa como esse.
A história começa promissora, assim como nossos sonhos. Já naquele pique de que todo dia é uma nova batalha, dessas de tentar se segurar e seguir em frente. O ar é bem rotineiro, destrinchando a vida da personagem principal de várias formas.
O olhar desse drama em relação as mulheres é uma poesia. De uma leveza até a brutalidade da rotina que mulheres vivem, são abordados temas que vão de amizade, anseios internos, pressão da sociedade, trabalho e até o romance. E o melhor de tudo, em perspectivas diferentes. Antes de mais nada, Because This Is My First Life não fica preso a somente o que uma personagem vê e, sim, os vários ângulos de um mundo que não é MESMO igual para ninguém.
Esse drama traz um belo de um clichê logo no começo, mas de propósito. É nessa hora que quem odeia clichês faz todos os barulhos e expressões de desgostos, revira os olhos e promete deixar de assistir. Também é nesse momento que os amantes desse detalhe dão seus pulinhos de alegria. É o famoso esquema de fazer os protagonistas morarem juntos ou se casarem por conta de acordos ou coisas parecidas.
(Olha a cara de felicidade desses noivos, né)
Entretanto, não se engane. Porque Esta é a Minha Primeira Vida não é um conto de fadas e muito menos o k-drama bobinho em que os dois são colocados juntos e isso é tão forte que vai gerar interação para se apaixonarem de vez (e é engraçado, pois essa série traz pontos de metalinguagem, inclusive relacionando a clichês e etc. Ou seja, eles sabem o que estão fazendo).
(A bagunça de quem tem prazo pra terminar o trampo)
Além disso, a protagonista conta sobre clichês em novelas e como ela tem que enquadrar sua escrita. Só que na história real dela, há uma quebrada. A personagem principal não segue o conceito de bater de frente e muito menos de aceitar alguns fatos. De tal forma que ela não é nenhum dos extremos, não é uma pamonha que aceita tudo e nem daquelas moças que partem com tudo para dar uma revirada na vida.
Ela simplesmente larga esses conceitos e vai por outro caminho, apesar de parecer que não é bem isso. Portanto, esse ponto é um dos elementos de destaque, mostrando que a vida adulta não tem um manual e que as pessoas precisam de experiências para alcançar alguns aprendizados.
Essa série tem não só uma história de romance e sim 3. E, na realidade, as outras duas histórias são muito mais instigantes do que a principal. Muitos feelings aqui, principalmente para toda a reviravolta do casal Ho Rang e Woo Seok.
Temos que lembrar que ainda se trata de uma novela de comédia romântica e, assim, o enredo tenta fazer com que os espectadores simpatizem pelos dois protagonistas e torcer para que fiquem juntos, mesmo que não faça sentido. Aliás, isso faz parte da receita de bolo de dorama que a própria história dá uma diquinha para o público. Não importa para onde a pessoa corra, o final normalmente é alcançado harmonicamente.
Because This Is My First Life – Comédia RomânticaPaís: Coreia do Sul Número de episódios: 16 episódios (+- 1h10m cada) |
Yoon Ji Ho, a mocinha, é escritora. Ela tenta galgar seu caminho profissional enquanto tem que arranjar um local para morar. Já, Nam Se Hee, o mocinho, trabalha com tecnologia. Ele já tem um apartamento, trabalho e um gato, o que mais poderia querer? Bem, tudo se encaixa no momento em que ela precisa de um lugar pra morar e ele precisa alugar um quarto para alguém que siga suas regras à risca. (Lembre-se bem desse último detalhe quando for assistir)
Basicamente, duas pessoas se casam nesse drama por n motivos e o principal deles é diminuir despesas. Note que nesse k-drama, os protagonistas, Ji Ho e Se Hee, já passaram de seus 20 anos. O que reforça a preocupação “geral” com algumas questões, como a da carreira, moradia e relacionamentos. Tudo gira em torno de como isso foi acontecer e como isso influencia a vida deles. Além de duas outras histórias paralelas que se relacionam com a principal. São elas as histórias das amigas da protagonista, Ji Ho.
As amigas![]() Yang Ho Rang sonha em se casar. Ela parece ser de longe a mais animada das três amigas, com um espírito colorido e iluminado. Das amigas, ela é a que está num relacionamento amoroso a mais tempo, cultivando seu ideal. Já Woo Su Ji é uma moça que focou no trabalho, com a ambição de se tornar CEO um dia. Aos nossos olhos ela é linda, bem sucedida e esbanja sucesso. Tem uma personalidade forte e parece não levar desaforo pra casa, além de ser muito bem decidida quando o assunto é relacionamentos amorosos. As histórias sobre as vidas das amigas e como elas lidam com seus amores e temores são muito boas. |
A trama é engraçada, leve, REAL e muitas vezes filosófica (se você estiver aberto a prestar atenção em o que cada personagem e situação tem a passar). Sem contar que tem sua pegada de drama e tem um gatinho super fofo, que rouba a cena.
Se isso não te convenceu a assistir ou se quer saber mais ainda, tem mais:
Assim que entramos nessa vida de adultos (mentira, desde crianças) somos questionados sobre nossas profissões. É absurdo o tanto que fazem jovens se preocuparem com isso e como fazem parecer que tudo será tão óbvio quando formos adultos. Que adultos tomam decisões certas e só vão “evoluindo”. Ninguém, de fato, está preparado para essa busca. E, muitas vezes, temos que mudar nossos caminhos, nossos sonhos, porque a vida não facilitou ou não deu certo mesmo.
Dúvidas como essas, além de mostrar a rotina de trabalho de diversos personagens são muito bem colocadas na série. Dessa forma, vários ângulos de como chegaram ou imaginaram as carreiras são retratados como partes muitas vezes secundárias na história. Afinal, comédias românticas normalmente falam de encontrar sua alma gêmea e no caso desse k-drama encontrar a si próprio também.
Outros dois kdramas ótimos sobre autoconhecimento são o melodrama My Liberation Notes e o fofo Twenty Five Twenty One.
Tendo explicado sobre o ponto de encontrar a si próprio, está na hora de iluminar um aspecto que atordoa e que não pode ficar de fora quando falamos de vida adulta. Independente da idade, todos nós temos uma luta interna acontecendo todos os dias nas nossas cabeças. Alguns dias é mais forte e outros ela enfraquece, ficando quase que despercebida – mas o ser humano tem que conviver com isso.
Com tantas responsabilidades e tantos julgamentos nas nossas costas (muitas vezes dados por nós mesmos), acabamos passando um belo perrengue nos próprios pensamentos. Do mesmo modo ocorre com a personagem principal e os outros que a cercam. Claro que tendemos a perceber mais essa visão por parte dela, exatamente por ela ser a protagonista, mas Because This Is My First Life faz um belíssimo trabalho trazendo as angústias e os pensamentos de vários personagens, em diversas etapas da vida.
A medida que a história desenrola nós vamos nos aproximando mais das personagens e entendendo porque cada um age do jeito que age. Dava pra escrever uma matéria sobre cada um do tanto que conseguem aprofundar o desenvolvimento de personagem nesse drama.
Voltando aos protagonistas, a história começa deixando a Ji Ho como um livro aberto para nós e o Se Hee como um mistério. Contudo, os detalhes sobre o rapaz vão brotando aos poucos de tal maneira que conseguimos enxergar a luta interna dele também, e não só superficialmente. E não só dele, como das amigas, que normalmente ficam em plano de fundo em vários dramas. Não nesse aqui!
Esse aqui foi o ponto que me fez querer assistir o drama. A premissa feminista e a crítica em relação a sociedade são o alicerce dessa história. São dados vários pequenos toques sobre como mulheres e homens são moldados em sociedade para agirem conforme a música; e como várias coisas são perpetuadas, quando poderiam ser mudadas. Convenhamos que a música que estamos falando é uma bem tosca e inegavelmente quase todo mundo, se não todos, sofrem por conta desse molde.
Em pensamentos, ações, histórias de personagens, a pressão em relação às mulheres se mostra tanto de maneira óbvia quanto em detalhes que passariam despercebidos no dia a dia. Na trama, temos personagens que aceitam sua condição, personagens que são contra o que está acontecendo e outras que não entendem o motivo para aquilo acontecer. Sem contar que vemos críticas que parecem piadas para descontrair, como o caso do rapaz do café.
Dessa forma, pode-se reparar em cenas que não são focadas nesse “papel”, mas acabam retratando. Para mim, dois assuntos foram o destaque nesse sentido:
Falando em papel, qual seria o da família quando ficamos adultos?
Não é por causa da família que acabamos nos reprimindo a fim de se encaixar no que nos pedem? Ou será que é a família que nos apoia a ponto de conseguirmos sair do que nos prende? Em dorama não pode faltar casos de família, mas dessa vez é só um plano de fundo que se movimenta em momentos para entendermos algo que estava faltando. De tal forma que também esmiúçam a relação de várias famílias, sem trazer como um dos pontos centrais da trama.
Ou seja, as famílias são aparições certeiras neste kdrama.
Há muita coisa ultimamente que fazemos só de praxe, porque nos foi imposto, porque é para ser assim. Às vezes nem nos perguntamos o motivo para estarmos querendo, fazendo ou reforçando aquilo, só seguimos com o que foi nos ensinado ou o que achamos que é o comum. E isso vale para nós em cada aspecto da nossa vida de adultos. O quanto do que você fez foi realmente porque você queria? Será que era necessário passar por essas etapas dessa forma ou haveria outra opção que entra em dissonância com o ideal da nossa sociedade?
Esse é um debate que devemos fazer todos os dias nas nossas cabeças, se já não o fazemos. E, novamente, Because This My First Life traz com graciosidade. Podemos, sim, sair desse caminho em linha reta que nos foi imposto para um em que nós mesmos desenhamos. Não é tudo preto no branco e não é porque nossos pais ou os senhores lá de mil anos atrás faziam de uma forma que devemos seguir o mesmo. De maneira idêntica está essa necessidade estranha de se espelhar em outras famílias e regras para trilhar o futuro. As sacadas que eles dão ao modelo de casamento, família e formas de lidar com as situações em geral simplesmente maravilhosas. Como um clique, sabe?
E aí nós vamos para o próximo tópico e a cartada final!
Esse drama dá um excelente espetáculo de sororidade. As relações femininas aqui são lindas de se ver e são um ótimo exemplo de como fazer nos dramas. Because This Is My First Life vai além de sororidade entre amigas, trazendo à tona até uma representação espetacular de “ex” e cortando pela raiz a tal da competição ridícula pelo boy entre a protagonista e outra personagem feminina.
Relacionamentos precisam ser cuidados, dia a dia. Com o propósito de que ambas as partes devem se entender, porque se não for assim, de que adianta? Aqui não tem essa história de amor à primeira vista e está tudo certo; é passo a passo, não adianta apressar. Assim sendo, os relacionamentos são retratados de maneira muito real, sem romantizar de maneira equivocada e sem querer colocar qualquer um no pedestal.
São abordadas questões como relacionamentos tóxicos e saudáveis, discussões cotidianas e interações das mais diversas. Também trazem a diferença de momentos, pois uma pessoa pode estar vivendo um cenário totalmente diferente do anterior e, portanto, as situações e respostas mudam. Além dos relacionamentos em si serem muito bons de acompanhar, cada um traz um ensinamento. Tanto de amizade, quanto de família, quanto de romance.
Obs.: As conversas sobre casamento neste kdrama dão uma lição e tanto.
Essa é a nossa vida, mas o que significa isso? Entendemos o que é viver e estamos vivendo por completo? Portanto, estamos nos sufocando pelos outros ou seguindo nossos caminhos porque queremos? Será que sabemos o que queremos ou estamos só deixando a vida passar?
Porque esta é a minha primeira vida é um título muito bem elaborado, pois consegue trazer o sentimento da trama inteira em uma só frase. É um combo de ensinamentos e questionamentos que se escondem numa historinha de romance.
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]]>The post Dorama e Animação: 4 motivos para assistir ao slice-of-life Yumi’s Cells! first appeared on Animes Online BR.
]]>Onde assistir Yumi’s Cells?
Completinho no Viki: clique aqui.
Você pode ver 14 episódios de 1 hora direto ou dividir em mini episódios pelas pausas já definidas em cada parte.
Yumi’s Cells traz uma narrativa contrastante com qualquer série. Temos a cena descrita não só pela personagem principal, a Yumi, como também pelas suas células. No caso, as células seriam representantes de funções, sentimentos e habilidades da protagonista, tal qual as emoções em Divertida Mente.
Para quem curte anime, a temática pode lembrar de Cells at Work. O conceito é parecido, mas ao mesmo tempo bem diferente. Afinal, o foco deste dorama é sobre as células do cérebro e a história se intercala entre mundo interno e externo de forma singular. Como?
Baseado na webtoon de mesmo nome, o dorama Yumi’s Cells mostra o que leva a protagonista a tomar decisões desde acordar até xingar alguém. Cada episódio é como um novo dia que se acrescenta àqueles já vividos.
Apesar de inicialmente lembrar a produção da Disney, essa história vai por outro caminho. O dorama traz uma moça adulta e pensamentos que correspondem a esse momento da vida.
As Células de Yumi traduzem o viver pela perspectiva de uma pessoa já em seus 30 e poucos anos, que sofreu para um caramba com relacionamentos passados e trabalha numa grande empresa de macarrão. Por aí já podemos imaginar uma bagagem que virá.
E aí, algumas variáveis são acrescentadas, como ninguém mais, ninguém menos que aquela chama do desejo (Essa foi brega no último nível). Nesse caso chamarei de célula safadinha. ( ͡° ͜ʖ ͡°) Irritante e engraçada, aparecendo de supetão nos pensamentos da Yumi.
Na história, células personagens que são importantes entram em cena como as do amor e da razão. Cada célula representa uma parte da Yumi, com pensamentos, ações e falas que explicam a pluralidade que existe em dentro de cada pessoinha. Uma delícia ver as reações de cada uma delas!
Detalhes fofos: Os bonequinhos tem um design engraçadinho, né? Apesar do desenho original lembrar o traço de mangás, a animação em 3d não tem um estilo como àqueles que estamos acostumados em animes. Chega até a lembrar o Pororo que é um desenho infantil coreano sobre um pinguinzinho.
O interessante também é que as células do dorama, feitas por meio de animação, possuem um cenário próprio. Mesmo assim elas podem acabar voando para a realidade ou a realidade entrando na animação, como é o caso de sonhos ou memórias.
Não espere uma reviravolta maluca, amores mágicos ou qualquer coisa que possa destoar da nossa realidade. Yumi’s Cells é boa justamente por ser uma série que poderia estar acontecendo com, sei lá, sua vizinha. Ela passa por situações muito rotineiras e que podem ou não se tornar especiais.
A graça desse dorama é acompanhar as fases da vida diária de Yumi, seu romance, seus medos, suas oportunidades e até mesmo as vezes em que ela quebra a cara. E com um toque a mais que são as células. Esse modelo híbrido ajuda a gente a entender tudo que se passa na cabeça dessa pessoa para ver a situação de forma x ou y.
Com ações sendo corretas ou não aos nossos olhos, é uma experiência singular acompanhar o que a Yumi faz ou pensa. Não só ela, como também quando outros personagens aparecem com suas células ou cartas expostas ao público.
O que nos leva ao último tópico: a forma como os relacionamentos, principalmente amorosos são levados nesse dorama é extremamente verossímil com a realidade. Ponto importante para comédias românticas, e em especial para a Yumi, é o despertar do amor e aqui temos situações que podemos nos identificar.
Yumi’s Cells mostra que um amor fofinho para acontecer não precisa ser perfeito e que esse sentimento é capaz de influenciar em várias coisas na vida das personagens. É o tipo de dorama que nos mostra que precisamos nos deixar viver e sem procurar aquele ar de filme de princesa com parceiros totalmente fora da realidade e situações que parecem ter saído de um livro.
O romance aqui é resultado de personagens cheios de medos, qualidades e defeitos. E isso mostra que memórias bonitas não precisam ser criadas de grandes feitos em dias totalmente planejados. Junto a isso, temos também pequenos aprendizados que mostram os dois lados da moeda e a grande questão que é a importância de uma conversa. (Quando notar, você vai explodir)
Esse dorama é uma gracinha, mas ele também tem um jeito de quebrar o telespectador com um tapinha atrás do outro (da realidade). Desse jeito, quando você menos percebe aqueles tapas todos deixaram uma marca.
Além disso, Yumi’s Cells tem mais história por conta da webtoon (cheirinho de segunda temporada por aí, hein). Está aí a dica para quem gosta de séries slice-of-life e com a possibilidade de várias temporadas.
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]]>The post Para degustar: 3 séries asiáticas DELICIOSAS first appeared on Animes Online BR.
]]>Tendo isso em mente, nada melhor que compartilhar algumas séries asiáticas de lamber os dedos (e dar aquela vontade de procurar a receita ou conhecer o restaurante) para mostrar que é amplo o leque de atrações culinárias.
Esse artigo traz produções de 3 países: Coreia do Sul, Japão e Taiwan. Justamente para mostrar diferentes culturas e sua relação com a comida.
Começamos com a minha favorita: a série coreana que mistura Mukbang com drama e comédia na medida certa. Let’s Eat conta a história de 4 protagonistas e a relação de cada uma tanto com a comida quanto com outras pessoas.
Eles são, por ordem dos personagens que achei mais interessantes: uma secretária divorciada, um cara que manja das comidas, uma estudante e um advogado.
É uma série divertidíssima com ótimos takes de pratos e de brinde até algumas dicas, como uma receita de miojo com molho a base de leite (que eu anotei e fiz em casa para testar).
Mukbang é a definição daqueles vídeos em que a personalidade (normalmente um youtuber, tiktok, etc.) se põe a comer em frente a tela como forma de entretenimento. Esse nome significa literalmente “transmissão comendo” e é um espetáculo que faz muito sucesso na Ásia. Digamos que é o vlog de gente comendo.
Existem vários tipos de mukbang: aqueles que comem muito, aqueles que conversam com os fãs e até aqueles que comem fazendo asmr. O fato é que o cenário traz muitas possibilidades e imagino que Let’s Eat tenha tentado retratar um pouco disso ao colocar seus personagens em frente à mesa desfrutando das refeições com bastante foco nas reações e ainda sons muito comuns em vídeos desse tipo de entretenimento.
Para mim, Let’s Eat traz uma personagem em destaque e ela traduz um amor tão grande por comida que é impossível assistir sem notar. Fora que essa série é cheia de imagens culinárias lindas, o que é perfeito para morrermos de fome assistindo e conhecermos visualmente o paladar coreano.
Esse dorama tem 3 temporadas, mas a galinha dos ovos de ouro, com certeza, é a primeira. Você não perde nada vendo só ela. A primeira e a segunda temporadas ficarão no catálogo da Netflix do Brasil até o fim de setembro de 2021, então clique aqui e corra para assistir!
Esquisito, porém divertido e delicioso de assistir. As aventuras de um trabalhador, daqueles homens de terno que parecem bem fechados, com sobremesas pelo Japão são o tema desta série.
Assim como em Let’s Eat, o amor de Kantaro pela comida é tão grande que ele demonstra com expressões faciais (com bastante exagero, podendo deixar algumas pessoas encabuladas).
Ou seja, essa trama mostra o lado mais doce e maluco desse mundo de quem aprecia uma boa refeição. E é por isso já alerto para caso vá assistir em ambientes compartilhados para não gerar um mal- entendido. Além disso, essa série japonesa traz outro ponto em comum com o dorama coreano: um blog culinário.
Kantaro: The Sweet Tooth Salaryman é inspirado no mangá chamado Saboriman Ametani Kantarou. O enredo televisivo traz uma mistura de vida cotidiana com Mister Bean e uma pitada de cenas bizarras, enquanto o protagonista viaja entre imaginação e o mundo aparentemente sem graça.
Logo, é muito divertido presenciar as nuances do homem trabalhador, quieto e focado para a pessoa apaixonada por doces que visita locais reais do Japão. Sim, você pode anotar tanto os nomes dos pratos quanto das localizações para saber mais e quem sabe reproduzir em casa ou visitar?
A série possui 10 episódios super curtinhos e está disponível na Netflix: clique aqui.
Agora é a vez de uma série taiwanesa para fechar com chave de ouro. Com um estilo parecido com Midgnight Diner (Disponível aqui na Netflix). Lonely Gourmet trabalha com o intimismo. Acompanhamos várias histórias em Taipei, a capital de Taiwan, por um guia em comum: um senhor que visita restaurantes e tendas em seu tempo livre.
A trama é baseada num mangá japonês chamado Kodoku no Gourmet (The Solitary Gourmet) e mostra como pode ser maravilhoso descobrir novos locais e sabores, mesmo estando sozinho. É incrível a narrativa de ir aos lugares aproveitando oportunidades do trabalho do protagonista e conhecer a paz que ele sente ao comer em sua própria companhia.
A melhor parte é que, assim como a Kantaro, os locais visitados são reais e a série faz questão de colocar informações como nome e endereço na tela durante cada visita. Portanto se torna um guia turístico perfeito. Nada como anotar dicas enquanto assiste a um programa suave, não é?
Lonely Gourmet: Taipei é uma série para se ver aos pouquinhos, pois é bem leve e muda a cada episódio. Infelizmente o Viki (que foi onde eu assisti em português) não tem mais essa série disponível, mas é possível encontrá-la com legendas em inglês por aí. Enquanto isso, torcemos para que entre em algum streaming novamente.
Curiosidades:
- Essa série teve a participação de dois idols coreanos, o JR e o Ren do NU’EST.
- Alguns dramas e programas chineses são dublados por outros atores ou dubladores, como foi o caso desta série. Por isso, os dois k-idols estão dublados.
Enfim, espero que esses três programas entrem na sua lista (se já não estiverem) e que você aproveite muito.
Leia também:
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]]>Conheça a seguir 4 seres mitológicos da Coreia do Sul que inspiraram (e ainda inspiram) doramas:
Goblin é o título de um dos doramas de sucesso dos últimos anos. A série fala sobre um ser imortal que deseja não mais existir, por assim dizer. Para isso, ele precisa encontrar a tal da Noiva do Goblin.
Talvez traduzir Dokkaebi para Goblin não faça jus à criatura, visto que é um ser diferente do que se entende no mundo ocidental (que conhece o termo goblin vindo da cultura celta e nórdica). Mas é compreensível pelas semelhanças.
O Dokkaebi é uma criatura mística do folclore coreano, que se equipara a um deus, tanto que o nome completo do dorama em inglês é Guardian: The Lonely and Great God (Referência a um Deus Bom e Solitário) .
Com vários poderes e habilidades, o goblin coreano é conhecido por interagir com humanos, seja ajudando ou pregando peças. (A imagem abaixo mostra uma representação de Dokkaebi no jogo coreano The Coma 2: Vicious Sisters)
Na história original, esse ser ganha vida a partir de um objeto. Tem nada a ver com gloriosos guerreiros sendo transformados em seres imortais e sim COISAS. O que é bem interessante.
Sabe a vassourinha do Mickey Mouse em Fantasia? Agora imagine que, além de sair por aí fazendo o que bem entende, ela possa tornar um ser com outra aparência. É bem parecido nesse sentido.
O que nos leva à próxima lenda:
Uma das histórias de kdrama que fala sobre Habaek é A Noiva do Deus da Água. Baseado no manhwa Bride of the Water God, o dorama mostra um romance em tempos modernos entre o Deus da Água e uma humana.
De acordo com a crença sul coreana, Habaek não é só o Deus da Água. Ele também é o pai de Yuhwa, que teria dado a luz ao fundador de Goguryeo, um dos três reinos da Coreia que é comumente chamado também de Goryeo.
Apesar do dorama focar no Deus da Água, a parte mais admirável da origem dessa história é sobre a filha mais velha dele. A lenda diz que Habaek teve três filhas, Yuhwa, Wuihwa, e Hweonhwa.
Após conhecer um homem chamado Hae Mo-su em um rio, a primogênita casou-se sem a permissão do pai. Isso gerou a ira do Deus que desafiou o tal marido e acabou perdendo (O cara é brabo ein). História vai, história vem, a senhorita gerou um OVO. Deste ovo que nasceu o rei Jumong. Agora quero ver alguém dizer que essa história não é massa. O cara, além de ser filho de um ser maravilhoso das águas, nasceu de um o-v-o.
Existem doramas que contam a história da senhorita Yuhwa e aqui vem a indagação: será que mostram essa parte do ovo? Quem veio primeiro: o ovo ou a Coreia?
Se você conhece Naruto, provavelmente já tem uma noção do que seria a Gumiho. A Lenda da raposa não é particular da Coreia e está presente em diversas mídias do leste asiático com bastante destaque.
Na história coreana, gumiho é uma bela de uma raposa que pode se transformar em um ser humano e conquistar a todos. Normalmente, é dito que esse ser se transforma em uma mulher instigante, assim como nosso boto cor-de-rosa seria um rapaz garanhão. E para piorar: a imagem da gumiho não é lá positiva. Ela é conhecida por atrair os homens e comer órgãos como fígado ou coração deles.
Nos doramas, a gumiho é um clássico. Em 2010 fomos presenteados com My Girlfriend is a Gumiho, uma comédia romântica muito boa que pode ter introduzido vários dorameiros ao novo amor pelas novelas coreanas.
Já agora em 2021 temos os exemplo mais recente: a saga das raposinhas está de volta com My Roommate is a Gumiho. Uma versão repaginada da lenda, pois a raposa agora é um cara, assim como no dorama de 2020 chamado The Tale of the Nine Tailed. Dá para ver que pegaram gosto por trazer a gumiho versão masculina, né?
A essência desses kdramas é, no geral, sempre trazer uma interação que funcione bem entre humanos e aqueles que seriam seres míticos tão conhecidos. E com isso conseguem trazer a essência da sedução, pois há sempre alguém que se apaixone pela gumiho.
Falando em terror, a gente lembra de fantasma. Dentre vários fantasmas que poderia citar nesse post sobre folclore, aqui está um especial: a virgem. Esse tipo de fantasma parece ter grande presença nas tramas coreanas e, por isso, foi o selecionado para representar a todos.
Aparentemente, a pessoa que morre virgem fica frustrada num nível tão grande que continua vagando pela Terra. É comum incluírem conversas furadas sobre fantasmas, principalmente as virgens, em vários kdramas. Seja para ilustrar o motivo para algum personagem se casar ou só para assustar mesmo. Podemos dizer que a fantasma virgem da Coreia do Sul é que nem a nossa loira do banheiro: tem uma história cada esquina.
Agora, ter um dorama que conte a história de uma fantasma em primeira mão já é algo bem mais diferente. Por isso, a dica de dorama sobre fantasma virgem é: Oh My Ghostess. Ele não só coloca a fantasma entre os personagens principais, como faz um ótimo serviço em nos divertir e traz uma fantasma bem atirada.
Além da trama abordar vários motivos para a fantasma ter continuado vagando por aí, ela traz uma humana que seria totalmente o avesso dessa personagem e um “triângulo amoroso”, o que torna bem engraçado de se assistir. Não é só mais uma conversa de botequim ou uma breve aparição, a fantasma está entre nós!
E aí? Qual ser você acha mais interessante para uma novelinha?
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]]>Os casos de Hwaseong ficaram tão presentes na memória dos sul coreanos que várias obras televisivas e cinematográficas abordaram o assunto. Ou seja, é aí que entra Memórias de Um Assassino. O filme é um drama policial de 2003, com direção de Bong Joon Ho (Mesmo diretor de Parasita) e que utilizou dessa história em seu enredo.
Esse artigo tem referência direta com crimes de assassinato e abuso sexual. Então, se você não curte obras baseadas em fatos ou assuntos fortes como esses, tudo bem não continuar.
Encontrar filmes coreanos que são guiados por histórias reais, como Silenced, The Chaser e A Taxi Driver, é bem comum e muitas costumam ser boas. Porém, o que reacendeu a curiosidade sobre essa história foi o recente avanço da polícia em conseguir solucionar crimes tão horríveis – anos após o filme ter sido lançado e muito mais tempo desde que os crimes ocorreram. Memórias de Um Assassino conta uma história que transmite uma sensação de angústia.
Na época que os casos de Hwaseong ocorreram, a Coreia do Sul estava passando por um período conturbado. Pouco antes dos assassinatos, havia acontecido um golpe de estado, múltiplas revoltas e até mesmo uma tentativa de reaproximação de famílias que estavam na Coreia do Norte.
Nos anos 80, a população não estava na mesma página que seus governantes. Em maio de 1980 foi declarada a Lei Marcial, que resultou no Massacre de Gwangju – tema do filme A Taxi Driver (O Motorista de Taxi). Já em 1985, talvez para tentar diminuir a pressão popular, governos da Coreia do Sul e do Norte promoveram visitas entre famílias separadas por esses territórios. Também vale pontuar que um ano após ao primeiro caso de assassinato em Hwaseong, a Coreia do Sul presenciou um forte movimento democrático conhecido como 6월 민주항쟁 (Movimento de Democracia de Junho ou June Struggle). Em resumo, foi um período de muita coisa acontecendo.
Você pode ler mais sobre o Massacre de Gwangju e o Movimento Democrático Coreano nesse texto da Revista Koreain.
A história original de Memórias de Um Assassino ocorreu no período de 1986 a 1991. Nessa época, mulheres de 13 a 71 anos foram abusadas sexualmente e assassinadas nos arredores da área rural da província de Gyeonggi.
O assassino e estuprador de Hwaseong foi encontrado em 2019 por meio de correspondência de DNA analisado. Ele já estava preso por ter cometido outro crime e infelizmente não será julgado pelos crimes que começaram em 1986 por já estarem prescritos. Somente em novembro de 2020, o assassino admitiu publicamente ter matado 14 vítimas e que estava surpreso pela demora das investigações.
Pelo filme, temos a impressão de uma polícia sucateada, ao menos em relação à polícia da região. Vemos o início da investigação de uma maneira muito desorganizada e com o foco distorcido. Apesar dessa interpretação do filme, diz-se que foi nessa época que ocorreu uma das maiores mobilizações policiais do país. Os esforços fizeram com que mais de 20 mil pessoas fossem investigadas e tivessem impressões digitais analisadas.
Com 20 anos sem solução, o que restou foram especulações misturadas com indignação e curiosidade. Nesse sentido surgiu o filme, tanto quanto outras obras sobre o assunto.
Memories of Murder (Memórias de Um Assassino) tem fortes inspirações de uma peça teatral de 1996 que também traz uma visão sobre os crimes ocorridos em Hwaseong. Entretanto, as influências de outras obras não param por aí: é possível encontrar vários comentários sobre Bong Joon Ho levando em consideração From Hell de Alan Moore.
Essa obra é repleta de humor ácido que provém da troca de cenas, comentários sarcásticos e outros pequenos detalhes. Mas também trabalha o forte retrato de uma sociedade rural que passava por momentos intensos como os descritos no cenário anteriormente. Em especial, destaco também a participação em plano de fundo e a falta de segurança das mulheres. Sendo assim, a trama compara a seriedade de uma investigação criminal com momentos de descaso.
A polícia obviamente tem um grande espaço no filme. Ao longo dos acontecimentos, podemos acompanhar o trabalho de investigação, a brutalidade e a indignação em dissonância. Desde de o começo conturbado e bagunçado até possíveis ideias para encontrar o culpado, a história entrelaça com o oficial e o extraoficial. É como se estivéssemos lá participando da resolução dos casos.
Como é uma obra fictícia, as cenas e personagens podem ser inventados mas é um fato que houve exageros e pontas soltas. Inclusive, vários aspectos do filme batem com a vida real, como acusações falsas que foram esclarecidas depois (Alguns jornais contam sobre pedidos de retratação pelos erros passados da polícia, como neste link – em inglês)
Este é um filme para se ter uma noção de como o cenário na época era, com várias cenas explícitas e um tom bem pesado. Apesar de ser uma obra fictícia e, portanto, ter a interpretação dos autores bem presente, ele vem com um panorama interessante sobre os casos e como afetaram os policiais encarregados. Além disso, é um ponto de partida para comparar com os passos tomados na realidade. Ao mesmo modo, também é uma forma de trazer questionamentos de o que é real e o que foi perdido.
Sinceramente, eu me senti bem incomodada assistindo a esse filme pela atmosfera toda que ele traz e por sempre parecer estar caçando o vento. Assim, parece que é a história de um bando de policiais tentando dar um fim aos crimes para mostrarem eficiência e sem apoio. Com violência e o deboche presentes em quase todos os momentos do filme, Bong Joon Ho mostra sua maneira sórdida de crítica.
E aí, você gosta das obras do Bong Joon Ho?
Informações presentes nesse artigo podem ser encontradas em sites como Korean Herald, New York Times, The Guardian, CNN, Naver e Rotten Tomatoes.
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]]>Na história, uma família sul-coreana se muda para o interior em uma área rural durante os anos 80. O objetivo é transformar a área em uma fazenda para que esse seja o sustento da família.
Minari foi indicado a vários Oscars, premiando a atriz Youn Yuh-Jung na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
Minari pode ser considerado um filme “parado”, os acontecimentos são lentos, bem como é a vida da família. Jacob (Steven Yeun) e Monica (Han Ye-ri) se mudaram da Coréia do Sul para os Estados Unidos com a intenção de melhorar de vida. Com um novo objetivo, a família toda se muda para a zona rural. Primeiramente, Monica não está certa das decisões do marido, mas vai levando a vida como pode.
Além disso, todos passam por alguma dificuldade. Jacob quer provar que consegue ser um marido e pai melhor. Monica tem dificuldades em expressar o que quer, colocando os outros acima dela mesma. Já o menino David tem um problema de coração. As relações claramente estão abaladas pelas dificuldades que eles enfrentam.
O filme é, então, além de uma busca pelo sonho americano, como também a busca pela superação. Vários problemas são colocados no caminho da família e é se mantendo juntos que eles conseguirão superar os obstáculos. Demora um pouco, porém, para que os personagens percebam isso.
A sensibilidade do filme é cativante. Percebe-se que o diretor tem um carinho grande por sua história. É algo notável na sua forma de explorar seu roteiro. Apesar de ser sobre uma família coreana, Minari é em sua essência, uma história humana. Ela pode cativar tanto coreanos, quanto americanos ou qualquer pessoa de qualquer nacionalidade.
A busca por um lar, um lugar aonde sejamos aceitos é algo universal. É interessante notar que o filme é em sua maior parte falado em coreano. Além de falar em coreano, vemos todos da família tendo suas dificuldades de se adaptar a esse novo lugar. Cada um lida de formas diferentes com o que vai acontecendo.
Monica é quem tem mais dificuldades de falar inglês. Ela é muito ligada a sua cultura, tanto que ela pergunta sobre outros coreanos da região. Ao mesmo tempo que quer manter suas raízes, ela também quer fazer desse novo lugar o seu lar. Ela se adapta a outras crenças, como quando ela insiste em ir a igreja.
Jacob tem facilidade de lidar com outros americanos, se encaixando bem nesse novo lugar, mas tem dificuldades de realizar o que quer. David é quem mais fala em inglês, já que é o mais novo. As dificuldades que ele passa são devido a sua condição e também as diferenças físicas que as outras crianças veem nele. Enquanto isso, sua irmã, se adapta a todos, fazendo as vontades da família e cuidando dele.
O que muda a dinâmica da família é a chegada da vovó Soon-ja.
Além da direção, fotografia, trilha sonora e a atuação de Steven Yeun, o grande destaque é a Youn Yuh-Jung. A atriz rouba a cena e é um ponto de virada no filme. É ela traz ainda mais das tradições de volta para a família. Ela que causa um desconforto em David, que acha que ela não é uma avó de verdade.
Ela traz suas tradições e vem de uma história de sofrimento, pois perdeu o marido na Guerra da Coreia. Mas fora isso, ela não aquela típica senhorinha asiática. Soon-ja é desbocada, não sabe cozinhar nem assar biscoitos, algo que David pede para que ela faça. Ela quebra as expectativas do garoto e as nossas.
Algo importante no filme é o seu nome. Minari é uma planta típica da Coreia do Sul. Soon-ja traz algumas mudas da planta e escolhe um lugar aonde plantá-las. Ela se tornará muito importante ao fim do filme.
As adversidades vão colocando a prova a família toda, mas é interessante de notar que através das dificuldades é que cada um vai se expressando mais. David vai entendendo melhor sua avó e cria uma forte ligação com ela. Monica consegue dizer finalmente como se sente para Jacob. David começa a se recuperar de sua doença. E o mais importante acontece para o fim do filme.
Depois de passar por um derrame, a vovó fica muitas vezes fora de si, o que leva a ela causar um incêndio que destrói a colheita de Jacob. É uma tragédia, mas uma tragédia que evita uma ainda maior. No meio do perigo, Jacob deixa de lado sua obsessão pela plantação e salva Monica do meio do fogo. David, vendo sua avó caminhar sem rumo, corre atrás dela, deixando de lado o medo de correr. É, inclusive, a cena mais emotiva do filme e aonde a atuação de Youn Yuh-Jung brilha. Ela foi de uma personagem cheia de personalidade para uma pessoa com o olhar perdido.
No fim toda essa tragédia ajuda a família a se aproximar de novo. Monica aparentemente decide ficar com Jacob na fazenda e ele e David encontram a plantação de Minari. Além da planta ser uma representação da Coreia, ela significa também um recomeço e a adaptabilidade em frente as dificuldades. David e Jacob começam a colher a planta e isso dá uma sensação de recomeços.
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]]>Na história, duas mulheres, que vivem em tempos diferentes (uma em 1999 e a outra em 2019) se conectam através de um telefone. Tudo começa quando Seo-yeon perde seu celular e, ao chegar na casa que morava durante a sua infância, encontra um telefone sem fio. Nisso, ela usa o telefone e quem atende é Young-sook, que é uma mulher órfã que mora com sua mãe adotiva. Momentos depois, as duas descobrem que estão na mesma casa, só que em tempos diferentes, conectadas misteriosamente por esse telefone.
O filme tem uma premissa muito interessante, apesar de não se dar ao trabalho de explicar exatamente como ou porque o telefone liga essas duas mulheres. É necessário que o público simplesmente aceite o fato e se entregue a história. Logo, tudo o que Young-sook faz no passado, afeta o presente de Seo-yeon e, no começo, as duas mantém uma relação amistosa. Young-sook chega até mesmo a salvar o pai de Seo-yeon de um incêndio, mas depois as coisas começam a sair do controle. Vemos que Young-sook sofre nas mãos de sua mãe adotiva, que pratica rituais de purificação na filha, acreditando que esta está possuída por um espírito maligno.
Não demora muito para que a atitude de Young-sook mude drasticamente. Ela passa a agir de forma violenta, matando sua mãe e o pai de Seo-yeon, que fica presa a essa situação, tentando ao máximo interferir nas ações de Young-sook. Não dá para saber se Young-sook sempre foi assim, ou se os abusos de sua mãe a fizeram mudar.
Temos aqui duas atrizes que estão brilhantes em seus respectivos papéis. De um lado temos Park Shin-hye, que passa muito bem o lado mais contido de sua personagem, de uma forma até mesmo melancólica. Enquanto Jong-seo entrega muito bem o lado explosivo e vilanesco de sua personagem. Essa diferença de personalidade e tempo também é marcada pela fotografia, que usa tons mais claros, como o azul, para Seo-yeon. A personagem inclusive usa um figurino que combina com esses tons. Já quando acompanhamos Young-sook, as cores ficam num tom amarelado, mais fechado e sombrio. Além das cores, a movimentação de câmera é muito certeira, andando lentamente, causando um clima de tensão, fazendo com que fiquemos atentos ao que possa acontecer.
A trilha sonora é mais silenciosa, mas acompanha o filme muito bem, ficando mais aparente nas cenas mais agitadas. O filme mantém quem assiste curioso, o roteiro é um pouco devagar, mas depois que engrena, nos mantém atentos, graças a direção também.
O filme tem um final satisfatório, mas as cenas dos pós-créditos deixam tudo mais confuso e não precisavam existir. Talvez o diretor queria fazer a história ficar mais complexa, mas apenas tornou o final mais confuso do que precisava ser.
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