CGI - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 21 Oct 2021 14:32:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg CGI - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 BanG Dream!: a era das bandas de garotas https://animesonlinebr.org/anime/bang-dream-a-era-das-bandas-de-garotas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bang-dream-a-era-das-bandas-de-garotas https://animesonlinebr.org/anime/bang-dream-a-era-das-bandas-de-garotas/#respond Thu, 21 Oct 2021 14:32:15 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=26817 BanG Dream! é uma franquia multimídia da Bushiroad sobre bandas femininas. A primeira parte do projeto a ser lançada foi o mangá “BanG

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BanG Dream! é uma franquia multimídia da Bushiroad sobre bandas femininas. A primeira parte do projeto a ser lançada foi o mangá “BanG Dream!: Star Beat” em 2015, mas logo se expandiu para CDs, shows ao vivo, uma série de anime e um jogo para celulares.

Takaaki Kidani¸ presidente da Bushiroad, idealizou a franquia após ver o sucesso do jogo Love Live! School Idol Festival, o que lhe deu uma nova perspectiva de como fazer um projeto musical, ideia que já era de seu interesse.

Surgimento da Franquia

Terakawa Aimi

Em 2014, Terakawa Aimi participou de seu primeiro show ao vivo na franquia de IDOLM@STER, sendo a primeira dubladora a performar com um instrumento na franquia, o que teve um impacto muito grande nos fãs. Membros da Bushiroad que estavam no show reportaram, ao Kidani, o impacto gerado pela Aimi. Por conta disso surgiu a ideia de um projeto centrado não em idols, mas em bandas de garotas capazes de cantar e tocar seus instrumentos.

A primeira banda de BanG Dream! se chama Poppin’Party. A primeira temporada do anime, lançada em 2017 pelos estúdios Xebec e Issen, tem foco em como as personagens se conhecem e formam a banda.

A partir da segunda temporada, o anime de BanG Dream foi feito pelo estúdio especializado em CGI Sanzigen. Essa temporada traz destaque não apenas a Poppin’Party, mas também para as outras bandas da franquia: Roselia, Afterglow, Hello Happy World, Pastel Palets e o surgimento de Raise Suilen (RAS).

Na vida real, a RAS foi introduzida ao público como “THE THIRD”, pois seria a terceira banda a ter integrantes que de fato tocavam seus instrumentos, até então, apenas Poppin’Party e Roselia faziam isso. Ademais, as outras bandas performavam apenas vocalmente, o instrumental era feito por uma banda de suporte que veio a ser a RAS.

Uma sexta banda foi lançada em 2020, Morfonica, sendo a quarta banda de performance vocal e instrumental.

O anime

Poppin'Party

Eu fui atrás de ver o anime por indicação de um amigo que é muito fã, parte do aviso dele é que fica bom de verdade na segunda temporada porque foca também nas outras bandas além da Poppin’Party.

Eu demorei por volta de 2 meses para terminar os três primeiros episódios, eu achava a protagonista insuportável. Entretanto, a partir do episódio 4 eu comecei a não detestar ela.

A transição da animação 2D para CGI a partir da segunda temporada não apenas deixa o anime mais belo, como também torna as performances mais fluidas. Por outro lado, é curioso ver que algumas personagens ainda são desenhadas em 2D por não serem tão importantes para a história.

O aprofundamento em outras bandas e em suas problemáticas é um ponto que o anime soube desenvolver muito bem. Exceto por um dos grupos.

Eu não sou fã de Hello Happy World. O mundo de BanG Dream! é teoricamente normal, não há nada sobrenatural, exceto o que envolve essa banda, há cenas da líder, a Kokoron (Itou Miku), pulando do terceiro andar da escola, cai no chão dando estrelinha até chegar nas pessoas com quem ela quer falar.

Eu adoraria ver um anime apenas de Hello Happy World, mas essa banda estar inserida em um anime que seria tecnicamente normal, só me distanciou de qualquer problemática de outro grupo. Me dispersou de dramas que são interessantes.

Por fim, o que eu gostaria de dizer é que BanG Dream! é um anime muito divertido com músicas muito boas. Você consegue encontrar alguns concertos das dubladoras no youtube e é uma experiência incrível.

As duas primeiras temporadas estão disponíveis na Crunchyroll

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O uso da computação gráfica nos animes. https://animesonlinebr.org/anime/o-uso-da-computacao-grafica-nos-animes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-uso-da-computacao-grafica-nos-animes https://animesonlinebr.org/anime/o-uso-da-computacao-grafica-nos-animes/#respond Mon, 03 Feb 2020 13:30:52 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6222 Ultimamente, vem sendo lançados muitos animes com computação gráfica, ou CGI. Alguns animes acabam desagradando pela qualidade de animação, mas também tem aqueles

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Ultimamente, vem sendo lançados muitos animes com computação gráfica, ou CGI. Alguns animes acabam desagradando pela qualidade de animação, mas também tem aqueles que estão conseguindo fazer sucesso e agradar várias pessoas. Saiba agora o que é animação CGI e sobre os animes que utilizaram a tecnologia.

O que é CGI?

Para quem não sabe, a sigla CGI é utilizada para o termo em inglês Computer Graphic Imagery, ou seja, são imagens ou animações construídas a partir da computação gráfica. As imagens são geradas através de computadores feita em três dimensões, que tem uma grande capacidade de campo. A animação CG está presente em filmes, séries, jogos e até nos animes.

Imagem ilustrativa da computação gráfica.

Primeiro anime com animação CGI:

Em 1983, estreou Golgo 13: The Professional, pelo estúdio Tokyo Movie Shinsha. Este foi o primeiro anime que utilizou o efeito tridimensional. Pode-se notar na cena em que o protagonista está fugindo dos vilões. Os helicópteros e todo o cenário estão em 3D.

Golgo 13: The Professional (1983).

Em 1995, foi lançado o filme Ghost in the Shell, que soube harmonizar muito bem o uso de 2D com 3D. O longa-metragem é aclamado pelos apreciadores da cultura japonesa.

Cena de Major VS Tank – Ghost in the Shell (1995).

Na Indústria de animes, tiveram estúdios que conseguiram aproveitar dos recursos e fazer produções com incríveis efeitos especiais. Também tem aqueles que fazem o trabalho mal feito, na intenção de apenas lucrar com seus projetos e acabam entregando um trabalho repleto de erros, para a revolta de muita gente. Muitos acabam detestando os efeitos visuais e preferem animações de 2D. A qualidade ruim dos efeitos, acontecem por falta de recurso ou de verba. Diante disto, muitas animações japonesas em CG sofrem preconceito.

Um exemplo é Berserk 2 (2016). O diretor optou por fazer a segunda temporada toda em CGI, para ser fiel ao original, colocando mais detalhes nos personagens e em seus movimentos. A equipe foi contra, por causa da falta de recursos e de softwares adequados. Mas o diretor foi ambicioso e colocou em prática a sua ideia. Na estreia, o anime terminou desagradando muitos fãs, que ficaram revoltados por seu visual, quantidade de bugs e movimentos travados.

Berserk – 2ª Temporada (2016).

Outras produções japonesas também quiseram fazer algo diferente para chamar atenção e/ou obter mais lucros. Porém acabaram desagradando aos espectadores. Alguns dos exemplos, são Knights of Sidonia e Souten no Ken Re: Genesis.

Sōten no Ken: Re: Genesis (2018).

Outros estúdios, além de terem recursos adequados,  investem bem em seus projetos e produzem ótimas animações, com efeitos agradáveis. Como, por exemplo, os estúdios Ufotable (Demon Slayer), Khara (Darling in the FraXX), Sanzigen (Terra Formars) e Kyoto Animation (Violet Evergarden) e Orange (Beastars). As obras citadas conseguiram conquistar pelos lindos traços, cores e movimentos de combate incríveis, como no caso de Demon Slayer.

Cena épica de Tanjiro e Nezuko – Demon Slayer (2019).

Beastars, baseado no premiado mangá de Paru Itagaki, foi a mais recente produção japonesa com a animação em CGI. A história gira em torno de Regoshi, um lobo sensível e membro do clube de drama da Academia Cherryton. O protagonista acaba se apaixonando por uma coelha (Haru) e tem que lidar com seus sentimentos e com seus instintos de predador.

Beastars (2019).

A adaptação foi feita pelo estúdio Orange. O diretor, Shinichi Matsumi, optou por produzir o anime inteiramente em CGI. A produção acabou agradando muita gente depois do seu lançamento, pela qualidade dos movimentos e da animação. É considerado um dos melhores animes em CG . Por causa do sucesso, foi anunciado uma segunda temporada. Além disso, a Netflix irá lançar em sua plataforma.

Beastars (2019).

Remake de Pokémon: O filme:

Pokémon: O filme – Remake (2020).

Pokémon – O filme, primeiro longa-metragem da franquia, ganhará um remake neste ano, com animação em CGI. O filme mostra Ash, Pikachu, Brock e Misty enfrentando o Mewtwo e seu exército de clones. A nova produção será lançada pela Netflix, no dia 27 de fevereiro. Será que a produção agradará aos fãs? Vamos aguarda!

Confira o trailer:

Trailer do remake de Pokémon: O filme – com animação feita em CGI (2020).

E aí? Gostaram da matéria?

 

Referências

BEASTARS: Anime vai ser lançado mundialmente pela Netflix no início de 2020Acesso em: 2 fev. 2020.

O CGI ou CG (computação gráfica) é o futuro dos animes. Será? -Acesso em: 2 fev. 2020.

O que aconteceu com Berserk? O motivo do Visual Zuado e Bugs do Anime Acesso em: 2 fev. 2020.

O que é CGI e computação gráfica? – Acesso em: 2 fev. 2020.

A gente precisa MESMO de animação 3D nos nossos animes? – Acesso em: 2 fev. 2020.

Netflix anuncia lançamento remake em CGI de Pokémon: O Filme; confira o trailer. – Acesso em: 2 fev. 2020.

O que é CGI? Acesso em: 31 jan. 2020.

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The King of Fighters: Destiny — Review https://animesonlinebr.org/post/the-king-of-fighters-destiny-review/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=the-king-of-fighters-destiny-review https://animesonlinebr.org/post/the-king-of-fighters-destiny-review/#comments Mon, 29 Jan 2018 14:00:31 +0000 http://www.nsvmundogeek.com.br/?p=644 The King of Fighters: Destiny é uma animação em CGI com 24 episódios que variam entre 11 e 19 minutos de duração, produzido

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The King of Fighters: Destiny é uma animação em CGI com 24 episódios que variam entre 11 e 19 minutos de duração, produzido pela empresa chinesa Shangai Motion Magic Digital Entertainment no estúdio iDragons Creative Studio e dirigido por Leon Ha. É baseado na franquia de jogos The King of Fighters (KOF).

The King of Fighters Destiny
© SNK / iDragons Creative Studio

O jogo The King of Fighters foi criado pela SNK com o intuito de juntar as duas maiores franquias da empresa na época, Fatal Fury e The Art of Fighting e para atrair um público maior personagens de duas franquias mais antigas como Ikari Warriors e Psycho Soldier também foram adicionados. Entretanto devido à grande gama de personagens contidos na trama, foram acrescentados um trio que representasse seus jogos de esportes lançados anteriormente e o time de heróis que seriam os protagonistas dessa série. Devido ao sucesso de KOF a série virou a marca da companhia, a SNK passou a realizar lançamentos anuais do jogo, sendo o primeiro deles The King of Fighters’94 lançado em 1994.

The King of Fighters
© SNK

The King of Fighters: Destiny adapta os acontecimentos narrados no primeiro jogo da franquia lançado em 94. Um campeonato chamado The King of Fighters será televisionado a nível mundial oferecendo uma grande prêmio em dinheiro ao vencedor. Os competidores recebem convites para participar formando equipes de três para lutarem contra outras equipes. A trama toma início mostrando Kyo Kusanagi do Clã Kusanagi que chama seus amigos o judoca Goro Daimon e Benimaru Nikaido que luta com poderes de eletricidade para integrar seu time. Ao longo do desenvolvimento da narrativa mais times e personagens são revelados, dando uma amostra de seus poderes e de suas histórias, tendo como destaque personagens do time de Fatal Fury.

Originalmente KOF’ 94 segue a história apenas do Time de heróis composto personagens já citados anteriormente, mas com o seguimento da trama os acontecimentos narrados apenas no jogo de Fatal Fury se integram harmoniosamente a narrativa, enriquecendo o enredo e os próprios personagens. Vi essa mudança de forma positiva. Devido ao grande número de personagens presentes em um anime tão curto, não ter se focado em Kyo Kusanagi o tempo todo foi algo bom. Além de Terry Bogard do time de Fatal Fury, os outros personagens das outras franquias da SNK também tiveram seu destaque, infelizmente apenas a história de Art of Fighting acabou se perdendo. Isso não afeta o enredo, mas exige que algumas pessoas tenham que pesquisar sobre os acontecimentos desse jogo em questão.

Apesar das mudanças integradas, todos os acontecimentos do KOF’94 estão presentes na animação do Destiny. Acrescento que o final da animação foi verissímil ao do jogo e com um bônus pode-se dizer. Talvez o único ponto negativo tenha sido o abobalhamento de alguns personagens. Certas cenas tomaram um rumo que ficou um tanto quanto infantil. As pessoas mais saudosistas e que assistiram as animações antigas de Fatal Fury e Art of Fighting provavelmente vão estranhar, mas novamente, nada que comprometa o rumo da animação.

The King of Fighters Destiny
© SNK / iDragons Creative Studio

Outro ponto a ser analisado em Destiny é a animação. O design dos personagens está idêntico ao dos games, mas a animação em CGI não é exatamente a das melhores. A expressão fácil de alguns personagens é meio dura em certos momentos, mas a lutas acabam sendo justamente o contrário, fluídas até, em um nível bem mediano, mas não é ruim.

Outra coisa que me desagradou ao longo da animação foram os episódios de flashback. O problema não foi seu conteúdo, mas a forma que foi feito: ao estilo storyboard com apenas as vozes dos personagens acompanhando de fundo! Muitas vezes contando acontecimentos pouco pertinentes no momento em que ocorrem.

A trilha sonora é outra coisa que não se pode reclamar. As músicas de abertura e encerramento são ótimas, além de contar com a música tema do personagem Kyo Kusanagi. Entretanto elas tomam muito tempo de duração. Os episódios possuem tempos de duração muito variáveis, e a cada episódio temos uma introdução que é a mesma para todos os episódios, a abertura e o encerramento. Para um anime já bem curto, a trilha sonora “grande” acaba tomando muito espaço. Um compilado dos 24 episódios da série tocando a introdução, abertura e encerramento apenas uma vez cada conta com aproximadamente duas horas de duração. O que ao meu ver é bem pouco.

The King of Fighters: Destiny pode não ser a melhor das animações e sua trama hoje em dia pode ser considerada bem clichê para os mais críticos. Mas ela entrega o que promete, além de ser uma salvação para os fãs da série que tiveram a infelicidade de assistir a adaptação em Live-action, que é tão ruim, mas tão ruim que virou praticamente um tabu falar a respeito dele. Ademais a animação não é chata e muito menos cansativa, revela o necessário, mas isso não é algo ruim, quando tudo acaba o espectador acaba ficando com aquele gostinho de “quero mais”; com vontade de conhecer os outros inúmeros personagens da série e se haverá outra competição do The King of Fighters. Minha nota final: 3,5 / 5

The King of Fighters: Destiny está disponível para assistir gratuitamente pela Steam com áudio em japonês e legendas em inglês. E pode ser facilmente encontrado no Youtube com legendas em português feita por fãs.

The King of Fighters: Destiny já tem anunciada mais duas temporadas que irão adaptar a saga Orochi da franquia e um longa-metragem sem data prevista para serem lançados.

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