Castlevania - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Mon, 21 Nov 2022 14:15:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Castlevania - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Videogames mudaram minha vida https://animesonlinebr.org/curiosidades/videogames-mudaram-minha-vida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=videogames-mudaram-minha-vida https://animesonlinebr.org/curiosidades/videogames-mudaram-minha-vida/#respond Mon, 21 Nov 2022 16:00:28 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=34465 Se eu não tiver morrido entre o período de revisão e lançamento desse texto (causa da morte: vontade de jogar Pokémon Violet), no

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Se eu não tiver morrido entre o período de revisão e lançamento desse texto (causa da morte: vontade de jogar Pokémon Violet), no dia em que esse texto é lançado eu completo 1/4 de século. Eu poderia tirar esse momento para dar uma review de duas estrelas e meia pra minha vida, mas isso aqui é uma coluna de games! Mesmo sendo apenas um Hobby, jogos foram parte fundamental da minha vida, hoje quero falar um pouco sobre como videogames definitivamente mudaram o curso da minha vida.

Quando digo jogos que mudaram o curso da minha vida, não falo necessariamente sobre meus jogos, mas jogos que alteraram alguma dinâmica, ou que me levaram para novos caminhos, às vezes um jogo bem porcaria pode mudar todo o curso de uma vida, para mim foi um jogo pirata do Mario.
o começo de um sonho
Uma das lembranças mais antigas que tenho é de quando estava na escola e iriamos ter uma “aula de informática”, por que as aspas? Porque não era informática, a escola tinha recebido um computador que rodava um jogo pirata do Mario, a aula de informática consistia em um amontoado de crianças esperando o coleguinha perder pra ser sua vez de jogar. Foi com esse jogo pirata (e crianças se estapeando) que meu interesse por jogos surgiu.
Esse fanmade foi a porta de entrada pra esse mundo, foi o que despertou minha curiosidade, mas fui tomar gosto pela coisa ao ver meu primo que tinha um PlayStation jogar mario bros (foi isso mesmo que você leu). Quando meu pai comprou um computador para casa, eu já devia ter uns 8 anos, a primeira coisa que fiz foi pesquisar por jogos do Mario. Foi a curiosidade da Giselle de 4 anos que levou a Giselle de 8 anos a se apaixonar por jogos, principalmente os da nintendo, essa paixão levou a Giselle de 24 escrever esse texto.
Super Mario 64 rodando no PS2, 100% legítimo
Poderia passar algumas horas citando tudo que aprendi com os games: paciência, persistência, raciocínio lógico, inglês, etc. Não posso negar que jogar me fez aprender muita coisa, e se me perguntasse qual foi a coisa mais valiosa que anos jogando me proporcionaram, a única resposta possível são as amizades.
Fico lisonjeada quando dizem que sou extrovertida, pois na verdade sou muito tímida e só consigo me soltar quando estou confortável com as pessoas ao meu redor (e isso leva tempo), passei boa parte da infância e adolescência sendo a caladona que não fala com ninguém por medo, mas quando estava jogando ou falando sobre jogos esse medo de conversar sumia. Eu poderia passar eventos familiares inteiros evitando interações, mas no momento que um fliperama entrava na equação ficava tudo bem, eu tinha o que falar, e ficava feliz por ter com quem falar. Foi assim que fiquei mais próxima de primos, dos vizinhos, foi assim que comecei inúmeras amizades, sabe quantas amizades fiz no fliperama jogando KOF? Não muitas pois a amizade acaba no momento que a outra pessoa escolhe jogar de Rugal.
proibido usar Rugal na frente das crianças, sujeito a paulada
E não posso falar sobre como jogos me trouxeram até aqui sem citar pokémon, minha primeira paixão (para não dizer obsessão). Tudo começou pelo anime, eu só fui descobrir os jogos por causa de uma prima que tinha um Gameboy. Se Mario despertou meu interesse por jogos, foi pokémon que consolidou essa relação, com pokémon eu descobri os consoles, já tem até carta de amor ao meu primeiro console aqui.
Foi com esse DSiXL e pokémon black que um novo mundo se abriu, com a descoberta de novos jogos e franquias que passei a amar, novas possibilidades, novas amizades, e novos começos.Sou filha única, passei a infância inteira com dificuldades para fazer amigos, estava acostumada a estar só, brincar só, jogar só, foi com pokémon (e grupos do orkut/facebook) que descobri uma comunidade, pode parecer bobo mas foi um momento transformador em que não me sentia mais sozinha.
Você não encontra seu lugar no mundo, você tem que criá-lo
O primeiro que joguei foi Ruby no emulador, que acompanhei o lançamento foi Diamond/Pearl, o primeiro que joguei em meu próprio console foi PKM Black, e o primeiro amigo que fiz graças aos jogos foi o Gabriel Frazão, um querido que amo muito, que faz parte da minha vida até hoje, e tenho a honra de chamar de amigo.
No auge da ansiedade, pokémon ainda me fazia ir aos encontros do grupo ´´Nintendo DS/3DS Brasília“, sentar na FNAC, trocar bichinhos e conversar com pessoas novas, no auge da depressão, pokémon conseguia me tirar da apatia. O que era só um jogo se tornou uma ajuda para sair do fundo do poço, uma forma de conhecer pessoas novas, me levou a desenterrar desejos antigos e finalmente colocá-los em prática (como cosplay, aprender outros idiomas para jogar melhor, fazer amigos…). Falo de pokémon por ser a comunidade que mais frequento até hoje, mas um beijo pro pessoal de Animal crossing, The king of figthers, street fighter, Kirby, nintendistas no geral, castlevania, etc, outras franquias que amo, e graças a elas conheci pessoas maravilhosas que levo pra vida.
é como se você trocasse suas memórias com outras pessoas
Nem só de vitórias se vive, esse mundinho dos videogames já me machucou bastante, na maior parte das vezes por ser mulher, de ofensas machistas a perseguição, muita coisa desagradavel já me aconteceu, o que me levou a abandonar alguns jogos e comunidades (estou falando de você LOL) . Mas essas experiências ruins não são nada perto de todas as alegrias que tive/tenho.
Zero: Eu parei de contar minhas vitórias depois de 100!
Sendo bem honesta, nunca achei que fosse chegar ao lvl 25, pois já tinha desistido de mim mesma muito tempo atrás, a vida pareceu um eterno ´´water temple´´ de Ocarina of time por muitos anos, e às vezes, ainda parece, mas felizmente encontrei algo que amo, e que mesmo nos momentos mais difíceis, pode ser um conforto. Comecei o texto dizendo que os jogos mudaram o curso da minha vida, mas acho que o mais correto seria dizer que as pessoas que conheci graças aos jogos que mudaram minha vida. Se os jogos me trouxeram conforto, foram as pessoas que conheci graças a eles que me trouxeram até aqui, tendo a não compartilhar minhas dores e problemas, mas vocês me ofereceram muito conforto e ajuda sem nem mesmo saber.
Essa poderia ser uma review de duas estrelas e meia da minha vida, mas também poderia ser uma review de 5 estrelas de tantas pessoas fantásticas que conheci por causa dos games diretamente ou indiretamente, streamers, jornalistas, fanbases ou só entusiastas mesmo, adoraria citar todos nominalmente, mas ainda não é hora de rolar os créditos. Obrigada a todos que se juntaram a mim nessa jornada, obrigada a equipe MDA, obrigada caro leitor, obrigada amigos, obrigada mãe (eu sei que a senhora veio ler!) e por último mas não menos importante, obrigada jogo pirata do Mario.
Obrigada

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6 jogos que viraram filmes ou séries https://animesonlinebr.org/curiosidades/6-jogos-que-viraram-filmes-ou-series/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=6-jogos-que-viraram-filmes-ou-series https://animesonlinebr.org/curiosidades/6-jogos-que-viraram-filmes-ou-series/#respond Tue, 08 Jun 2021 19:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21704 A arte imita a vida, a vida imita a arte. Os games se baseiam em tudo isso e tudo isso se baseia nos

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A arte imita a vida, a vida imita a arte. Os games se baseiam em tudo isso e tudo isso se baseia nos games. Perdemos as contas dos filmes que tiveram algum sucesso ao migrar para a interatividade dos jogos em busca de novas histórias, mas e quando acontece o contrário?

Há certa dificuldade em traduzir e sintetizar as narrativas dos games, que geralmente pedem horas de dedicação do player. Portanto, a maioria esmagadora das adaptações optam por histórias que resumem ou tangiam a narrativa de origem, usando a ambientação, criando narrativas paralelas ou de origem. Há uma certa preferência por franquias de jogos, provavelmente pois sempre haverá uma legião de fãs disponível a consumir qualquer coisa relacionado a seu universo favorito.

Quais foram as melhores experiências com adaptações que você teve? Certamente você se lembra das piores. E o que será que vem pela frente? Confira na lista uma seleção das adaptações mais recentes, mais agradáveis e projetos promissores para ficar de olho!

1 – Mortal Kombat

Jogos como filmes: cena mostra Scorpion lançando suas correntes a frente do corpo, no filme Mortal Kombat 2021

Ainda no hype pelo título mais recente ainda nos cinemas, mas Mortal Kombat coleciona  4 filmes, 2 séries e 1 animação.

O primeiro, de 1995, segue sendo o mais icônico – em sua própria maneira – baseado na gigantesca franquia de luta. Outro destaque fica para a filme animado de 2020, Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion (lembra o estilo das recentes animações da DC Comics). Você já assistiu ao novo filme?

2 – Pokémon

Imagem ilustrando a adaptação de um jogo em um filme, apresentando as versões live action de diversos pokémons do filme Detetive Pikachu

Franquia que dispensa apresentações, a série de Pokémon é tão popular quanto a própria franquia de games e pode até gerar uma confusão de quem é o ovo e quem é a galinha (para aqueles que não são tão assíduos). Conta também com diversos filmes animados (23!) e o mais recente, em live-action, Pokémon: Detetive Pikachu – que ninguém sabia que precisava, mas garantiu uma boa recepção do público e da crítica.

3 – Resident Evil

Milla Jovovich em Resident Evil, segurando uma pistola com as duas mãos a frente de seu corpo, mirando para um ponto a frente. Ela olha intensamente para o mesmo ponto.

Aproveitando a popularidade inabalável desse grande nome dos games, o reboot de Resident Evil nos cinemas está previsto para dezembro, com Resident Evil: Bem-Vindo A Raccoon City. No streaming, há também a espera sobre a série animada da Netflix, Resident Evil: Infinite Darkness (previsto para julho).

A franquia nos games se converteu em uma cativa franquia de filmes em 2020, liderados pela figura de Milla Jovovich que supostamente encerrou sua participação na saga e já apareceu em outro filme baseado em games em 2020, Monster Hunter.

4 – Castlevania

Imagem mostra os três personagens principais da adaptação em série do jogo Castlevania

Castlevania veio ao mundo em 1984 e não demorou para se consolidar como um dos títulos mais famosos entre os fãs de games. O destaque fica para a ótima série animada da Netflix, com o mesmo título do jogo. Apesar de ser, de certa forma, uma adaptação de Castlevania III: Dracula’s Curse, a série reuniu o público da franquia e novos fãs sob uma narrativa própria e única, bem construída em 4 temporadas independentemente dos jogos.

Saiba mais sobre a série: 5 Adpatações animadas de Games que você precisa assistir!

5 – Tomb Raider

Alicia Vikander segura uma fecha armada em um arco, apontando para a frente. Alicia Vikander vive Lara Croft na adaptação do game para o cinema..

Talvez uma das franquias que “mais deu certo”, falando em recepção e popularidade. Afinal, a história de Lara Croft garantiu dois títulos com a super Angelina Jolie e, mais recentemente, um remake estrelado por Alicia Vikander, vencedora do Oscar.

O segundo filme com Vikander está em produção, porém sem previsão de lançamento – coloquem Tomb Raider – Obsidian no radar!

6 – Assassin’s Creed

Michael Fassbander, trajado como Assassino, luta com uma lança contra dois homens.

Uma franquia com tanta história não conseguiu convencer ao ir para os cinemas. O filme estrelado por Michael Fassbender e Marion Cotillard pode ser legal de assistir para quem não conhece a história, mas passou despercebido pelos fãs.

Apesar disso, merece entrar na lista pois há grande expectativa sobre a parceria da Ubisoft com a Netflix. Aparentemente, está a caminho uma série animada sobre a Ordem dos Assassinos.

Logo da Ordem dos Assassinos em vermelho sobre fundo preto, fundida à logo da Netflix. Publicação sobre jogos adaptados para filmes

Por fim, podemos perceber um denominador em comum em alguns dos citados: o interesse de uma certa plataforma de streaming sobre o universo gamer. Famosa pela qualidade do conteúdo que costuma entregar, espero que a Netflix embarque cada vez mais nas adaptações!

O fato é: são adaptações. Logo, assim como adaptação de livros, não dá para cobrar 100% de fidelidade. Mas sim, gostamos de uma boa fidelidade ou ambientação e isso não é pedir muito.

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5 Adpatações animadas de Games que você precisa assistir! https://animesonlinebr.org/anime/5-adpatacoes-animadas-de-games-que-voce-precisa-assistir/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-adpatacoes-animadas-de-games-que-voce-precisa-assistir https://animesonlinebr.org/anime/5-adpatacoes-animadas-de-games-que-voce-precisa-assistir/#respond Fri, 12 Mar 2021 18:47:37 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18511 É bem provável que você, assim como qualquer outra pessoa, não se interesse somente em Videogames, mas também em outras mídias de entretenimento,

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É bem provável que você, assim como qualquer outra pessoa, não se interesse somente em Videogames, mas também em outras mídias de entretenimento, seja músicas, filmes, seriados, e etc, sendo que várias dessas mídias tem suas exclusividades e diferenciais, que torna cada experiência por meio delas únicas.

Porém, não é impossível para um produto ou marca de uma mídia específica, tentar invadir outra, como em Spin-Offs, participações especiais, narrativas transmídia, e muito mais. Mas dentre essas várias possibilidades de uma mídia participar de outra, há uma que normalmente não é tão bem vista sempre, as adaptações.

Como o nome indica, a adaptação é, de certa forma, uma maneira de fazer um produto de uma mídia se encaixar em outro formato, tentando ajustar e adequar esse produto para participar de outra forma de mídia, e dá para ver o porque normalmente os fãs não gostam muito disso, e não são poucos esses motivos.

Uma crítica que é bem comum por exemplo, é o fato de que, ao mudar alguns elementos e características do material original, o novo pode vir a não agradar os fãs que acompanham essa série e franquia, porque essas mudanças não só podem fazer com que o novo produto pareça muito diferente de sua origem, como também se mostra uma experiência bem diferente e menos “fiel” ao material original. Por outro lado, se esse mesmo produto não fizer alterações e ser muito fiel a sua origem, isso também pode ser um problema, já que não haveria praticamente motivo nenhum em ver essa adaptação se ela é similar demais e não mostra nenhuma experiência diferente ou novidades.

Contudo, mesmo com essa certa dificuldade, há sim adaptações que, acredito eu, conseguem sim chegar no equilíbrio, que conseguem não só serem diferentes o bastante do original para serem experiências únicas, como também mantém completamente a essência do produto original, e hoje, eu quero mostrar essas adaptações no mundo das animações!

E porque nas animações? Bem, sobre isso eu não posso mentir, admito que um dos motivos é pelo fato de que eu sou um fã e adoro animações e séries animadas, de diversos tipos, formatos, regiões, e dimensões diferentes.

Mas, eu acredito que no mundo das animações foi possível achar vários casos de bem sucedidos de boas adaptações de histórias do mundo dos Games, sendo esses casos cada vez mais presentes nos dias de hoje, com vários sucessos recentes, que valem a pena serem assistidos tanto por fãs dessas franquias de jogos, como também por quem não os conhece, servindo de porta de entrada.

Bom, então finalmente, sem mais delongas, e deixe-me te apresentar, 5 Adaptações animadas de Games que você precisa assistir!

Castlevania

Para começar, vamos falar sobre uma animação que com certeza surpreendeu bastante! Tanto os fãs dessa franquia de longa data da série de jogos, como também aqueles que até então não conheciam ou não tinham familiaridade com ela, Castlevania.

A história de Castlevania conta a história de Trevor Belmont, um homem da lendária casa dos Belmont, conhecida por serem especialista em derrotar os monstros conhecidos como “Criaturas da Noite”, figuras sombrias e assustadoras que estão matando os homens e destruindo tudo, a comando de Drácula que junto de seus subordinados, declararam guerra contra a humanidade, não só para tomarem o mundo dos homens, mas também por um motivo pessoal, de vingança contra os homens.

Durante a jornada, conhecemos além de Trevor, Sypha Belnades, uma Oradora conhecedora de poderes místicos, e o filho de Drácula, Adrian Tepes, conhecido como Alucard, que em nome de sua mãe, tenta impedir o pai.

Já do lado do próprio Drácula, também já outros personagens bem interessantes além do próprio, como a também vampira Carmilla, e os dois mestres de forja, Hector e Isaac, que mesmo sendo humanos, se mostram os mais fiéis a Drácula em sua busca de exterminar a raça humana.

São vários os motivos para que a animação de Castlevania não só seja um verdadeiro sucesso, como também um ótimo seriado, mesmo se você não for familiarizado com a série.

A animação, por mais que de certa forma adapte o jogo “Castlevania III: Dracula’s Curse”, não é nem um pouco necessário saber do que se trata o jogo ou a série, até mesmo porque essa adaptação dá uma ótima repaginada nos elementos e história do jogo, com versões próprias e únicas, diferentes das vistas no jogo de origem, como por exemplo o Alucard, que aqui está com uma aparência e personalidade bem mais próxima ao do jogo Castlevania: Symphony Of The Night, e o próprio Drácula aqui é um personagem bem mais profundo do que era visto nos jogos da franquia, com vários complexos e se tornando um personagem bem interessante. 

Além disso, para completar, a parte técnica da série é belíssima, com uma trilha sonora ótima e um visual profundo, e claro, há várias referências e homenagens, que são de agradar qualquer fã da franquia de jogos.

Independente da sua experiência com Castlevania, eu altamente recomendo que você assista, você não vai se arrepender! Mas antes de começar, saiba que a série é para maiores de 18 Anos (+18), possuindo não só linguagem e temas fortes, como também bastante Gore e violência explícita, então tire as crianças da sala!

Persona 4 The Animation

Agora vamos ao outro lado do mundo e falar de um Anime que adapta um jogo, Persona 4 The Animation.

Persona 4 The Animation conta a história do protagonista Yu Narukami, um jovem que, devido ao trabalho de seus pais, que estão sempre ocupados, se muda para a pequena e simpática cidade de Inaba, morando com seu tio, Ryotaro Dojima e a sua prima, filha de Dojima, Nanako Dojima, além de frequentar a escola local Yasogami High School, onde conhece Yosuke Hanamura, Chie Satonaka e Yukiko Amagi, seus companheiros de classe.

Mas, o’que pareceria um ano tranquilo para Narukami na verdade se torna algo completamente diferente, com o surgimento de um misterioso Serial Killer que pendura suas vítimas e do surgimento de um mundo estranho dentro da TV, que é habitado por uma estranha figura chamada Teddie, e por várias sombras, além do aparecimento de uma estranha névoa na região, que aparentemente está relacionada a tudo isso.

Persona 4 The Animation em seu todo, é uma adaptação bem mais fiel e próxima ao seu jogo de origem, Shin Megami Tensei: Persona 4, e na verdade, pelo menos para mim, eu acredito que é esse o maior destaque de Persona 4 The Animation, ele é uma ótima adaptação, dando uma experiência bem próxima ao jogo original, mas também única!

Sim, como é de se esperar, a adaptação faz vários cortes da história e da experiência do jogo, o’que foi algo inevitável, não só por causa do novo formato, mas também parte da experiência de Persona 4 é como as suas escolhas e as suas ações influenciam no jogo, como você conversa e faz novas amizades pelos seus Social Links, como você explora o mundo da TV, e muito mais.

Mas em contrapartida, a adaptação faz algumas adições e alterações para de certa forma “compensar” essa perda. Um exemplo disso, é que não só boa parte dos Social Links estão presentes na animação, como também no início de cada episódio, Margareth, a assistente da Velvet Room, conta sobre esse personagem e sobre a sua Arcana, indicando assim a progressão dos laços de amizade de Yu.

Além disso, o próprio protagonista teve uma alteração que eu considero ótima! Em Persona 4, você pode nomear o protagonista como você quiser e você escolhe suas ações, até mesmo o’que e como você vai responder a determinados personagens e cenas em determinadas situações, às vezes até mesmo tornando ele aquele tipo de personagem “Calado” o’que é bem típico de RPGs japoneses, onde o objetivo é que o jogador se veja no personagem que está jogando.

Já no Anime, ao invés disso, Yu Narukami, por mais que seja sim um pouco quieto, tem uma participação em diálogos bem maior do que no jogo, e até mesmo ele tem uma personalidade própria, sendo um personagem focado e confiante, mas às vezes bem engraçado e um pouco estranho, fazendo comentários estranhos e engraçados de vez em quando, na verdade, alguns desses comentários são referências a escolhas de resposta no jogo, em especial as mais inusitadas, resultando em um Yu Narukami que é bem único e divertido de assistir.

Se você quer conhecer a história de Persona 4, mas não pode adquirir o jogo, ou porque você não gosta muito de Games, ou porque não tem como joga-lo, Persona 4 The Animation é uma boa animação, e se você já jogou o jogo, ele é um bom resumo dos eventos, com algumas adições e alterações que tornam a experiência um pouco diferente.

Ah, e só para não deixar de lado, há também outra animação de Persona 4, Persona 4 The Golden Animation, que adapta alguns dos eventos exclusivos do jogo Persona 4 Golden, com a adição da personagem Marie, e também adicionando outras cenas e momentos únicos da animação.

Mas saiba, diferente de Persona 4 The Animation, essa animação já espera que você conheça os personagens e toda a história, ou seja, ela é bem mais voltada aos fãs do jogo, não só podendo te dar Spoilers bem pesados da história principal, como também não sendo muito divertido e interessante se você não conhece nada de Persona 4, então só veja essa segunda animação se você já jogou o jogo, ou se viu o primeiro Anime.

Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion

Agora mais uma animação voltada para o público adulto, principalmente pela sua alta dose de Gore e violência, Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion ( Também conhecido pelo seu nome original, Mortal Kombat Legends: Scorpion’s Revenge.)

Você provavelmente já conhece essa franquia, mas caso não, Mortal Kombat conta a história da luta entre diversos reinos, mas no começo a história foca principalmente em Earthrealm, que seria o equivalente do nosso reino, e Outworld, um reino que está sempre em busca de possuir mais poder pela força e conquista, na tentativa de Shao Kahn em vencer o torneio Mortal Kombat 10 vezes, e assim, ter o direito de fundir o reino de Earthrealm para o dele, mais especificamente, o conquistando. Mas não seria uma tarefa tão fácil, já que, no décimo torneio, Raiden, o protetor de Earthrealm e deus do trovão, chamou 3 dos maiores artistas marciais da terra para representá-la no torneio, sendo eles Liu Kang, Sonya Blade, e Johnny Cage, para acabar de uma vez por todas os planos de Shao Kahn.

Conforme foram lançados mais jogos, a história foi se desenrolando cada vez mais, mais personagens importantes aparecem, e a história por trás de todo o Mortal Kombat é desenvolvida, além do surgimento de outras figuras perigosas, como Shinnok.

Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion é um filme animado que adapta os eventos do primeiro Mortal Kombat, mas de uma forma um pouco diferente. No filme, ao invés do foco principal ser o torneio em si, o foco é em Scorpion, mostrando o passado dele, de como ele perdeu a sua humanidade e se tornou quem é, as suas lutas, e muito mais sobre o personagem, além de claro, vermos os personagens clássicos da saga e sua participação no torneio que ocorre no primeiro jogo.

O filme, além de ser uma ótima adaptação, também traz várias referências ao jogo e a momentos marcantes da história, sendo muito bem divertida para quem é fã da série.

Mas, para mim um dos destaques não é só o ponto de vista da história pelo Scorpion, mas também a animação, com cenas de ação muito boas, lutas muito bem coreografadas, e muita violência e Gore, que são dignas de Mortal Kombat, sendo um filme considerado para maiores 18 Anos (+18), então não é muito recomendável assistir perto de crianças.

Fate/stay Night: Unlimited Blade Works 

Agora, voltando ao mundo dos Animes, vamos falar de Fate!

“Mas pera aí, Fate? Não é aquela franquia enorme, com vários Animes, Mangás, Light Novels, e milhares de produtos licenciados?”

Sim, exatamente esse! Talvez alguns não saibam, mas o primeiro Fate, Fate/stay Night é uma adaptação de uma Visual Novel!

Assim como no material original, o protagonista da história é Shirou Emiya, um jovem adolescente que, por herança de seu pai adotivo que era um mago, treina e pratica o uso de magias, apesar de não ser muito bom nisso.

Mas, o destino de Shirou muda para sempre após ser escolhido para participar de uma grande guerra entre magos que estava marcada para acontecer em Fuyuki, a cidade onde mora, sendo essa guerra a Guerra do Santo Graal, onde 7 magos poderosos junto de seus servos, que são lendárias figuras históricas, lutam entre si para que, o único sobrevivente conquiste o Santo Graal, e possa realizar qualquer desejo possível e imaginável.

Na Visual Novel de Fate/stay Night, é possível escolher uma entre 3 rotas diferentes, baseadas nas outras 3 protagonistas da história, sendo possível seguir a rota Fate, que foca na personagem Saber, a Unlimited Blade Works, que foca em Rin Tohsaka, e a rota Heaven’s Feel, que foca em Sakura Matou, sendo que dependendo da rota que você seguir, a história muda drasticamente.

E bem, como é de se esperar, infelizmente como cada rota muda a história, seria impossível fazer uma adaptação direta das 3, então no caso, existem 3 adaptações diferentes.

Mas hoje, das 3 adaptações, eu venho indicar a Unlimited Blade Works, a rota que foca na Rin.

A adaptação animada desse arco é ótima em vários pontos, tanto na questão de fidelidade quanto em produção, e isso vale a pena citar aqui, já que os responsáveis pela animação desse arco foi a Ufotable, que se você é fã de Animes, você provavelmente já conhece esse estúdio e o trabalho deles, já que eles foram responsáveis pela adaptação animada de Kimetsu no Yaiba (também conhecido como Demon Slayer), que realmente dispensa apresentações.

Mas não só no quesito técnico o Anime é ótimo, já que a história representada nessa rota também é bem intensa e divertida, cheia de momentos marcantes e únicos, até mesmo engrandecendo e melhorando alguns momentos de forma que não era possível na Visual Novel, tanto é que essa rota é a favorita de muitos que conhecem o primeiro Fate.

Eu altamente recomendo você assistir Fate/stay Night: Unlimited Blade Works, vale muito a pena, principalmente se você gosta de Animes.

E também, caso você goste desse Anime, a Ufotable também adaptou, em formato de filmes, a rota Heaven’s Feel, pelo título Fate/stay Night: Heaven’s Feel, então caso tenha interesse, também vale muito a pena.

Pokémon Origins

E por fim, para fechar a lista, Pokémon Origins!

Provavelmente muitos de vocês conhecem o anime de Pokémon, ele não só marcou a infância de muitos jovens (e marca até hoje), mas também marcou uma geração inteira, e até hoje é um enorme sucesso.

Mas, talvez alguns não saibam, mas há outros Animes de Pokémon que não só não são protagonizados pela eterna dupla de Ash e Pikachu, mas também contam histórias diferentes e únicas, e esse é um desses vários Animes, Pokémon Origins.

Pokémon Origins, diferente da série de Anime principal e de enorme sucesso, é uma adaptação bem direta e fiel dos primeiros jogos da série, Pokémon Red e Green.

No anime,vemos alguns momentos bem marcantes da aventura de Red, um jovem que está em sua aventura para se tornar um mestre Pokémon, enfrentando vários líderes de Ginásio, a Team Rocket, e o seu rival Green.

Um detalhe bem importante e interessante sobre o Pokémon Origins é que, por mais que de fato ele seja uma adaptação dos primeiros jogos, ele não conta detalhadamente a história inteira, mas não se engane, porque isso não é um problema, já que o destaque é o foco do Anime não é necessariamente o de mostrar a jornada inteira de Red, mas sim, de mostrar os eventos mais marcantes, memoráveis e importantes de Pokémon Red e Green de uma forma diferente da que era possível no Game Boy, e faz isso muito bem, com uma animação ótima e bem divertida, cheia de referências e homenagens aos momentos mais marcantes do primeiro jogo, ou seja, Pokémon Origins é praticamente uma coletânea animada dos melhores momentos de Pokémon Red e Green, não só bem feita, mas também bem detalhada e fiel ao material original.

Outro detalhe presente que eu também gosto aqui é que, como em outras adaptações, há algumas mudanças leves que diferenciam o Anime e o tornam mais único em comparação com jogo original, como por exemplo o Red ser um personagem bem mais expressivo do que ele é na franquia, e também um momento bem surpreendente no último episódio.

Vale a pena citar aqui que, após essa animação, também foram lançadas outras séries de animações nesse estilo, que adaptam de forma mais única e bem detalhada os eventos dos jogos, como Pokémon Generations (que foi lançado por aqui como “Pokémon Gerações) que mostra vários momentos de cada geração, e Pokémon Twilight Wings, que conta histórias dos personagens da geração Sword e Shield.

Se você é fã de Pokémon, especialmente da primeira geração e dos primeiros jogos, vale muito a pena assistir Pokémon Origins, não só pela nostalgia, mas também pela animação de excelente qualidade!

E então, essa é a lista até o momento, mas há várias outras adaptações animadas de excelente qualidade que não só já foram lançadas, mas que ainda serão!

Mas e você? Já assistiu alguma dessas animações? Gostou da lista? Achou que faltou alguma outra adaptação animada? Conte para nós nas redes sociais ou nos comentários, ficaremos felizes em ouvi-lo!

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Castlevania Symphony Of The Night: O Spin Off Que Mudou Tudo https://animesonlinebr.org/review/castlevania-symphony-of-the-night-o-spin-off-que-mudou-tudo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=castlevania-symphony-of-the-night-o-spin-off-que-mudou-tudo https://animesonlinebr.org/review/castlevania-symphony-of-the-night-o-spin-off-que-mudou-tudo/#respond Mon, 25 May 2020 19:00:24 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=8352 Castlevania é uma franquia clássica da Konami, com seu primeiro jogo lançados de 1986, a adaptação de Castlevania III: Dracula’s Curse, para a

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Castlevania é uma franquia clássica da Konami, com seu primeiro jogo lançados de 1986, a adaptação de Castlevania III: Dracula’s Curse, para a Netflix trouxe uma nova onde de fãs para a franquia e deu mais conteúdo para fãs, nesta clássica franquia com vários jogos, um deles se destaca por surgir inicialmente como um spinoff despretensioso, mas se tornou um dos maiores jogos da quinta geração de consoles e sendo um dos percursores de um novo gênero, estamos falando do Castlevania Symphony of The Night.

Para entender a importância deste jogo e como ele surgiu, precisamos entender o contexto no qual ele nasce e o sucesso de seus antecessores. Na saga Castlevania o Castelo do Drácula aparece a cada 100 anos, quando o vampiro ressuscita, e a família Belmont é responsável por matá-lo antes que ele consiga executar seus planos de vingança contra a humanidade, a cada jogo acompanhamos um Belmont diferente nesta batalha (pois Belmonts são humanos, e não viveriam por 100 anos para matar o vampiro). Em 1995 foi lançado Drácula X para Super Nintendo, um dos jogos mais aclamados da franquia, a Konami decidiu trabalhar em um próximo jogo da franquia para o 32x da Sega, esse projeto era o Castlevania The Bloodletting, mas  foi rapidamente cancelado, pois o PlayStation 1 chegou ao mercado e decidiram migrar o projeto para esta plataforma, não há muitos detalhes sobre esse projeto; Os desenvolvedores se dividiram em duas equipes, a primeira trabalharia em um spinoff e a outra focou os esforços no próximo jogo principal.

Richter Vs Drácula

O jogo é uma sequência direta a um “patinho feio” da franquia, em 1993 a Konami lançou Castlevania Rodo of Blood para o PC engine (turboGrafx-16) o jogo foi bem recebido pela crítica e por jogadores, mas não foi lançado fora do Japão, Rondo of Blood se passa em 1792, o jogador estará ao lado de Richter Belmont, novamente o castelo de Drácula apareceu, mas dessa vez 4 moças foram sequestradas: Tera, Íris, Annette e Maria (sendo as duas últimas a noiva e irmã de Richter respectivamente), ao finalizar o jogo, Drácula é derrotado, espera-se que o castelo apareça novamente daqui há 100 anos, após finalizar a rota principal do jogo, é possível jogar com Maria, ela usa bichos bonitinhos para atacar, é uma jogabilidade interessante.

Symphony Of The Night foi lançado em 1997, a primeira cena do jogo é justamente a batalha de Richter com Drácula de Rondo Of Blood, o jogo se passa em 1797, vamos para um breve resumo sem grandes spoilers: O castelo de Drácula voltou muito antes do previsto, então, em teoria, Richter ainda estaria vivo para derrotar o vampiro novamente, certo? Bom, mais ou menos, Richter na verdade desapareceu, e quem vai para o castelo descobrir o que está acontecendo é Alucard, o Dampiro filho de Drácula com sua segunda esposa, a humana Lisa, ao chegar ao castelo vemos que os generais de Drácula estão tentando ressuscita-lo e que Richter na verdade está no castelo, mas por algum motivo ele está do lado de Drácula desta vez, Maria também está lá, procurando por seu irmão.

A Morte recepciona Alucard

A produção do jogo durou cerca de 3 anos, e por ser um spinoff, a Konami deu maior liberdade para roteiristas e diretores, já que um spinoff não afeta a saga principal, a primeira grande diferença é nosso protagonista, pela primeira vez na franquia, estamos controlando um ser místico, os desenvolvedores aproveitaram ao máximo o potencial de Alucard, buscando inspiração na mitologia de vampiros, Alucard pode se transmutar, virando lobo, névoa ou morcego, todas estas transformações são bem aproveitadas pelo jogo, e necessárias para acessar diversas áreas.

Por falar nas áreas do jogo, ele não possui o sistema de fases que devem ser vencidas para acessar as próximas, na realidade o jogo é um grande labirinto aberto para ser explorado, algumas habilidades permitem acessar novas áreas em lugares nos quais o jogador já esteve, então voltar no mapa é inevitável, esse estilo de mapa já havia aparecido anteriormente em o Xanadu: Dragon Slayer II,lançado pela Nihon Falcom lançou na década de 80, mas ficou mais conhecido em Metroid, jogo da Nintendo para NES, lançado em 1986, Castlevania acrescenta elementos de RPG a esta jogabilidade, esse “gênero” acabou se popularizando e sendo carinhosamente apelidado de MetroidVania, em homenagem aos jogos que popularizaram o gênero, alguns jogos neste estilo são: Salt and Sanctuary (PlayStation 4), Ori and The Blind Florest (Windows e Xbox One), Hollow Knight, da TEAM Cherry (Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Windows, macOS e Linux.) entre outros

Mapa do Castelo

Cada lugar percorrido no mapa conta como uma porcentagem, completar o mapa é uma das vitórias do jogo, a porcentagem de um mapa completo e sem uso de bugs ou cheats é de 200.6%, essa porcentagem interfere na sua gameplay e no seu final, já 4 finais possíveis na rota principal, dois dependem de derrotar um falso último chefe (com ou sem um acessório específico), um terceiro é sobre derrotar o verdadeiro chefe final mas com uma menos de 196% do mapa concluído, e o final verdadeiro, ao derrotar o chefe final com mais de 196% do mapa concluído, após finalizar o jogo, é possível começar um novo jogo com Richter.

Symphony Of The Night foi um jogo em 2D na era dos jogos 3D, por isso seu lançamento não foi tão aguardado, as empresas e o público viam o 3D como o futuro, ledo engano dúvidas dos jogos em sprites, SOTN trouxe gráficos deslumbrantes, cenários de cair o queixo, inimigos altamente detalhados e uma jogabilidade fluida, o jogo rapidamente atraiu a atenção da mídia e do público e se tornou um dos queridinhos da geração, mas o jogo demorou a chegar no ocidente, pois a Sony possuía um regimento interno que proibia o lançamento de jogos 2D (com exceção dos jogos de luta) já que a onda do momento eram os 3D, e jogos 2D eram tidos como inferiores, mas o sucesso de SOTN não poderia ser ignorado, e depois o jogo chegou no ocidente.

A batalha contra Beelzebub

As Artworks dos jogos também são uma obra de arte a parte, Ayami Kojima foi a ilustradora e artista conceitual dos jogos, e as arte são magníficas, consideradas por muitos as artes mais bonitas de toda a franquia; E um jogo chamado “Sinfonia da noite” precisa de uma trilha sonora adequada para a ambientação e imersão do jogador neste imenso castelo, Michiru Yamane é a compositora por trás da obra prima que é a trilha sonora deste jogo, cada ambiente possuiu uma música tema, são 68 minutos de músicas originais e distintas, já que alguns cenários da “segunda parte do jogo” possuem as mesmas músicas, é uma trilha sonora magnífica, com influências de músicas eruditas, clássicas e rock, músicas tão boas que até hoje são aclamadas pelo público, ainda em 1997 foi lançado um vinil com a trilha sonora do clássico de PS1, e felizmente hoje a trilha sonora completa está disponível nas plataformas YouTube e Spotify.

O jogo também recebeu uma versão pra Sega Saturno em 1998, esta versão conta com áreas exclusivas e músicas novas, mas peca em sua jogabilidade, que é mais travada do que a original, está versão foi exclusiva para o Japão; Atualmente, o jogo está disponível para PlayStation 1, Sega Saturno, PSP, PlayStation Network e em Março deste ano ele chegou para Android e IOS, custando R$10,00 na Google e App Store.

Artwork Por Ayami Kojima

Castlevania Symphony Of The Night era inicialmente um jogo para manter a franquia viva enquanto o próximo jogo da franquia não era lançado, mas tornou-se tão grande e consagrado que acabou gerando outra linha do tempo dentro da franquia, por ousar em manter gráficos 2D na era do 3D, com seu plot twits ao desbloquear a segunda área, gráficos esplêndidos e trolha sonora impecável, Castlevania é um dos melhores jogos de PlayStation 1, e caso você ainda não tenha jogado está obra prima, talvez seja hora de aproveitar seus ports e se aventurar no castelo de Drácula.

Notas:
Gráficos: 5/5
História: 5/5
Jogabilidade 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Geral: 5/5

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Castlevania: o melódico requiém da destruição https://animesonlinebr.org/anime/castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao https://animesonlinebr.org/anime/castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao/#respond Thu, 19 Mar 2020 14:11:25 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6781 A natureza humana é de uma essência muito complexa, com algumas tendências ao caos. É o que nos torna imprevisíveis, tão bondosos a

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A natureza humana é de uma essência muito complexa, com algumas tendências ao caos. É o que nos torna imprevisíveis, tão bondosos a ponto de fazer a diferença ou tão cruéis, capazes até de levar devastação por onde passemos por razões diversas, seja tédio, ódio, injustiça, ou amor – razões que apenas nós mesmos podemos saber. Foi essa condição humana que o Drácula experimentou no começo de Castlevania e abriu as portas infernais da sua história.

Poster oficial da Netflix

Lançado em julho de 2017, o desenho animado é a adaptação do terceiro videogame da série de mesmo nome, Castlevania III: Dracula’s Curse, o qual acompanha as andanças de Trevor Belmont (Ralph C. Belmondo na versão japonesa) pelo território da Valáquia (uma província real dentro da Romênia). No jogo, Trevor é o último herdeiro do legado de sua família, a qual fora excomungada pela igreja, e o único capaz de derrotar Drácula em sua fúria violenta. Em sua aventura, ele conhece outros personagens os quais viram seus parceiros de time, Grant Danasty, Sypha Belnades, e Alucard, e, unidos, eles derrotam o Drácula.

Capa japonesa do Dracula’s Curse, com um estilo já datado e os personagens irreconhecíveis

Similar, mas não igual, a adaptação expande os conceitos introduzidos no jogo de 1989, carregando elementos de outros lançamentos da franquia, como as origens de Alucard (Symphony of the Night) ou a presença dos Mestres de Forja (Curse of Darkness). Como um monstro de Frankenstein gótico, os desenvolvedores construíram uma criatura única e independente, além de muito violenta e brutal, com os membros roubados de túmulos antigos.

Curiosamente, Castlevania foi um projeto que demorou ao menos uma década até ver a luz do dia. Sua produção começou como uma trilogia de filmes animados, encabeçada pelo Kevin Bolde e roteirizado pelo Warren Ellis. Lenta e gradativamente, o trabalho perdeu força e foi engavetado, guardado até o instante que Adi Shankar tirou o pó e conseguiu um contrato com a Netflix para a exibição, agora como uma série. A recepção foi tão positiva que o serviço de streaming pediu uma nova temporada aos produtores, os quais só tinham planejado duas. Em entrevista ao Collider, Ellis comentou sobre essa experiência:

“A segunda temporada era o final do meu plano original. Aí nós passamos, ou eu passei por um instante feliz e encantador e agradável, que foi quando a Netflix chegou e disse, ‘Nós gostaríamos de uma terceira temporada, por favor’. Aí o encanto, e alegria, e prazer somem e você passa pelo que nós roteiristas chamamos de momento ‘Oh merda’ que é quando você percebe que não tem ideia do que fazer a seguir.”

Independentemente de todos os problemas nesse longevo desenvolvimento, o produto é, e eu não digo isso com leveza, digno de atenção. Com a precisão de um experiente maestro, a história é conduzida na direção de uma linda tragédia, atentando-se à dor dos seus personagens de uma forma bastante verossímil. Por exemplo, o Drácula, no começo, amou profundamente a sua esposa humana Lisa e, com a sua violenta morte pelas mãos da Igreja, ele dá o passo final rumo ao caos destruidor, mergulhado no ódio cegante da sua perda. Não só ele, entretanto, recebe esse dedicado cuidado: todos os personagens que dão as caras, de uma forma ou de outra, são humanizados, perfeitos na sua imperfeição.

A trilha sonora da série é espetacular, com músicas que lembram aquelas usadas nos jogos. As vozes são boas, ao menos em português brasileiro, garantindo atuações convincentes. A animação é nada menos que magnânima, com designs interessantes, movimentos extremamente fluídos em momentos de luta, e sem nunca perder a energia mesmo nas horas mais paradas. O desenho, ainda que baseado numa propriedade intelectual já existente, é um dos programas mais carregados de personalidade que eu tive a felicidade de ver. 

Castlevania é uma tragédia que se estabelece na condição caótica do ser humano de causar a destruição, como o Drácula, e também de buscar a reparação e a paz, como Trevor, Sypha, e Alucard. Entre esses dois extremos, repousa a sigilosa e íntima escolha universal de escolher o seu próprio caminho. Afinal, o que é um homem além de uma miserável pilha de segredos?

Você pode assistir a todas as três temporadas de Castlevania no serviço de streaming da Netflix.

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