bushiroad - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 25 Aug 2022 19:15:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg bushiroad - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Por que Cardfight Vanguard é o jogo de cartas para fãs de anime? https://animesonlinebr.org/anime/por-que-cardfight-vanguard-e-o-jogo-de-cartas-para-fas-de-anime/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-cardfight-vanguard-e-o-jogo-de-cartas-para-fas-de-anime https://animesonlinebr.org/anime/por-que-cardfight-vanguard-e-o-jogo-de-cartas-para-fas-de-anime/#respond Thu, 25 Aug 2022 19:15:35 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=33368 De cara nova, mas resgatando o antigo. Vamos falar sobre como Cardfight Vanguard é o card game para fãs de anime. Quando eu

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De cara nova, mas resgatando o antigo. Vamos falar sobre como Cardfight Vanguard é o card game para fãs de anime.

Quando eu entrei para o site meu terceiro texto foi sobre Vanguard. Fiz um guia sobre as temporadas. Porque pesquisar e descobrir todas as 14 temporadas (na época, já são 16 por agora) pode assustar um pouco quem não conhece a franquia.

Dessa vez eu quero falar um pouco mais sobre o jogo de cartas em si. Não sobre as estratégias, os decks mais fortes, as cartas que merecem atenção. Mas sim sobre o apelo que ele tem no público.

Card games para o fã de anime?

Nesse momento vale comentar um pouco sobre outros jogos de cartas famoso famosos.

Inicialmente sobre o grande Magic The Gathering. No começo de 2022, lançou uma coleção chamada Kamigawa Dinastia Neon, que foca numa temática mais japonesa. Boa parte das cartas da coleção tem uma arte alternativa em estilo anime/mangá.

Cartas de Magic de Kamigawa Dinastia Neon

Porém, apesar de ter alguns casos como esse, público de anime não é exatamente atraído por Magic. O que não quer dizer que não tenham fã de anime jogando, mas não são interesses que se misturam normalmente.

A pessoa gosta de Magic e gosta de animes e mangás, mas uma coisa não tem relação com a outra.

Por outro lado, temos Pokémon, que tem um anime vivo há 25 anos. Mas o card game não conversa muito com o anime, ou com os jogos eletrônicos, ele é sua própria entidade.

Mas por que Cardfight Vanguard e não Yu-gi-oh!?

E claro,  Yu-gi-oh! Como Vanguard seria o jogo de cartas para fãs de anime, sendo que Yu-gi-oh! existe? Porque o anime não exatamente importa. Como assim?

Eu acompanhei o competitivo de Yugi por muitos anos e os decks fortes (tier 1, meta), que saíram do anime eram minoria. Existiram casos sim, mas a maioria dos decks e das cartas mesmo, não tinham relação com o anime.

Arte oficial de Yu-gi-oh master duel

Desde o final do anime de VRAINS, as coleções principais pararam de ter qualquer relação direta com o anime transmitido. Porém, sempre houve um resgate de temas clássicos como Mago Negro ou Dragão Branco, ou de outras temporadas como os Heróis Elementais.

A partir desse ponto, as capas das coleções principais eram novas versões de cartas ou baralhos de séries do passado. Dito isso, eu não acompanho o competitivo desde pouco antes disso começar, mas mesmo vendo por fora, sei que ainda há a presença de vários baralhos que não tem relação com o anime.

Por outro lado, o Rush Duel de Yu-gi-oh! Sevens parece ter mais relação com o anime. Mas, é um formato exclusivo do Japão e não sei as informações sobre o competitivo.

Se for falar de jogo casual, dá para montar de qualquer coisa. O deck igualzinho do personagem que você gosta, mas não é o que é incentivado. Não pelo jogo de alto nível, mas porque ao longo dos anos o jogo evoluiu. Então mesmo casualmente, vão ter cartas que funcionam junto do Dragão Negro de Olhos Vermelhos, mas não são as cartas do Joey.

Cartas para um deck de Dragão Negro de Olhos Vermelhos
*Thumbnail de um vídeo no Youtube mostrando o deck

O que eu quero dizer é, Yu-gi-oh! tem relação com o próprio anime, mas o competitivo que faz o jogo rodar se relaciona minimamente com ele.

Como Cardfight Vanguard é diferente?

Eu vejo Vanguard há 10 anos, as vezes mais, as vezes menos, mas o combate do jogo sempre me motivou a jogar um card game. A emoção das partidas empolga muito.

Além de ser mais relacionável, porque sim acontecem coisas sobrenaturais e partidas com hologramas. Mas muitos jogos são em cima de uma mesa e com a imaginação de quem está ali.

Shion e Chrono de Cardfight Vanguard G batalhando

Recentemente tenho visto muitos vídeos sobre Cardfight Vanguard no Youtube. Curiosidades, história, sobre como era o competitivo do passado, entre outros assuntos. A partir disso caiu a ficha de algo que estava na minha cara há muito tempo. Ao contrário de Yu-gi-oh!, que os decks fortes relacionados ao anime são minoria, em Vanguard eles tem destaque.

A primeira lista de cartas banidas e restritas do jogo aconteceu por causa de 4 decks de personagens do anime. Não baralhos que tem algumas cartas dele, não. A maioria das cartas são as do personagem.

Então Cardfight Vanguard, tem o sentimento além da empolgação da partida de como o jogo funciona. Ainda tem um fator a mais de “eu posso usar o deck do meu personagem favorito”, ou poder usar a carta que viu no anime e gostou de forma consistente.

Existem sim baralhos que não aparecem no desenho e que jogam em alto nível. Mas não é algo como “tudo que veio do anime é ruim, e tudo de fora é bom”, ou vice e versa. É algo mais misturado em que as vezes aparece mais um do que o outro nos resultados de torneios grandes.

Considerações finais sobre Vanguard

Assim, o que eu quero dizer por Vanguard ser o anime para o fã de anime, não é apenas por poder usar baralho do seu personagem favorito se quiser. Mas também pela emoção de como funcionam as partidas. O jogo é dinâmico e a cada turno vai aumentando. Ao contrário de ficar 10 minutos no mesmo turno jogando carta milhões para ganhar antes que o oponente possa fazer qualquer coisa.

Além disso, já houve baralhos e coleções de crossover com outras franquias. Tais como: Token Ranbu, Bang Dream, Shaman King (lança no ocidente ainda esse ano), Record of Ragnarok, Monster Strike e Detective Conan (na Tailândia).

Shaman King em Vanguard

O outro…

A Bushiroad, empresa por trás de Cardfight Vanguard, já fez e faz vários card games. Um dos mais populares, é Weiß Schwarz, provavelmente o derradeiro jogo de cartas para fãs de anime.

Por quê? Pois ele é feito em cima de outras franquias. Ao ver o anime de Vanguard, no Youtube, sempre tem propagandas. Uma das mais constantes que me lembro é Weiß Schwarz, e simplesmente tem decks de Shingeki no Kyojin, Love Live!, Gurren Laggan, SAO, Fate, Saekano, Dynazeon, Quintessential Quintuplets, Kaguya-sama e MUITO mais.

Mas ser feito em cima de diferentes anime e ser sua própria imagem com crossovers pontuais são coisas diferentes.

Weiß Schwarz

 

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D4DJ First Mix: Rinha de Idols DJs https://animesonlinebr.org/anime/d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs https://animesonlinebr.org/anime/d4dj-first-mix-rinha-de-idols-djs/#respond Thu, 16 Dec 2021 21:00:59 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=29070 De volta ao Japão após passar anos numa ilha na África, Aimoto Rinko (dublada por Nishio Yuuka) é arrastada para o um concerto de

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De volta ao Japão após passar anos numa ilha na África, Aimoto Rinko (dublada por Nishio Yuuka) é arrastada para o um concerto de DJs e decide entrar nesse mundo.

D4DJ é um projeto multimídia da Bushiroad que envolve um jogo gacha para celulares, mangás, shows e animes.

O meu interesse inicial na franquia se deu por conta das dubladoras, muitas delas eu conhecia por conta de outros animes de Idols como Love Live, Bang Dream e Revue Starlight. No entanto, quando o primeiro episódio saiu, eu não gostei e parei de ver.

A minha falta de interesse por D4DJ aconteceu pelo estilo das músicas me fisgar. A abertura foi legal, mas eu não colocaria no meu celular. Até que recentemente, escutando músicas de forma aleatória, brotou uma música de D4DJ que foi empolgante demais (4 Challenges Photon Maiden).

Photon Maiden de D4DJ

Por conta dessa música, eu dei uma nova chance a D4DJ. E minha intuição sobre não gostar do estilo de músicas se concretizou. Fora a abertura, não gostei de nenhuma música que aparece no anime. Mas, eu devo admitir que algumas ficaram na minha cabeça por algum tempo.

Então, como foi a experiência de ver um anime em que um dos pontos principais é a música, não gostando de nenhuma delas? Não muito bem, para falar verdade.

Com o pensamento de não gostar das músicas, eu estava vendo o anime tentando procurar qualquer defeito para falar mal, ao invés de aproveitar e ver o que ele faz bem.

Eu posso não gostar do estilo musical, mas visualmente os shows são um espetáculo, a coreografia, os cenários, a câmera, os vídeos de fundo contribuem muito bem para a experiência do show.

D4DJ tem um ótimo timming cômico, e mesmo enquanto ainda estava tentando procurar qualquer mínimo defeito, o anime me tirava boas risadas.

Metade das protagonistas de D4DJ

O anime fica muito mais interessante quando há um foco maior em outro grupos além do da protagonista, Happy Arround. A franquia de D4DJ tem, até o momento de escrita deste texto, 6 grupos, mas apenas três são trabalhos no anime.

O design das personagens é muito cativante e vivo. Entretanto, isso destoa muito das figurantes. D4DJ é um anime em CGI, um CG bem bonito, para as personagens importantes, mas quando se trata de figurantes… não é tão bom. As figurantes são um mesmo modelo 3D que muda apenas a cor e uma seleção pequena de penteados.

As personagens principais passando por algum canto com muitas figurantes, fazia parecer que estava passando por manequins.

Os shows são muito energéticos, vivos e muito bonitos, até olhar para a plateia. Quando a cena sai do grupo performando e foca na plateia, é assustador olhar uma multidão de pessoas pulando todas com a mesma expressão em seus rostos.

Plateia em D4DJ

Eu adoro a abertura e como ela transborda energia, o mesmo não pode ser dito do encerramento. Ele consiste em uma das personagens num estúdio tocando uma música e dançando, enquanto a câmera se aproxima dela, e apenas isso. A música é legal, mas visualmente o encerramento não faz jus ao anime.

Portanto, apesar de não ser do meu agrado pessoal, D4DJ está longe de ser um anime ruim, sendo uma ótima recomendação a quem quer um anime descontraído para ver.

Por fim, você pode encontrar os 13 episódios de D4DJ First Mix na Crunchyroll, e no canal oficial de D4DJ no Youtube.

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Revue Starlight: uma história sobre brilho https://animesonlinebr.org/anime/revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho https://animesonlinebr.org/anime/revue-starlight-uma-historia-sobre-brilho/#respond Thu, 23 Sep 2021 13:57:55 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25328 Se você busca por um anime de idols fofinhas, cantando e dançando, Shoujo Kageki Revue Starlight definitivamente não é o que você está

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Se você busca por um anime de idols fofinhas, cantando e dançando, Shoujo Kageki Revue Starlight definitivamente não é o que você está procurando. Aqui temos rinha de idol, com espadas, arco, lanças entre outras armas, para descobrir quem será a Top Star que decidirá o Palco do Destino.

Sobre a Franquia

Revue Starlight é um projeto multimídia criado pela colaboração entre a Bushiroad, a Nelke Planning e o estúdio Kinema Citrus. Inicialmente, a franquia se iniciou com um musical teatral intitulado Shōjo Kageki Revue Starlight: The LIVE #1, o qual foi performado em setembro 2017. Sequencialmente, em 2018, lançaram 3 adaptações em mangá, assim como, um jogo para celular, e um anime de 12 episódios dirigido por Tomohiru Furukawa.

O foco desse texto será no anime, mas, acho de bom tom comentar rapidamente sobre o que eu vi além do anime.

  • The LIVE#1: é confuso, muito corrido e eu não consegui me conectar as personagens que eu já gostava tanto. Por causa disso, eu não gostei, exceto por ver as dubladoras no palco atuando, isso foi incrível.
  • The Show Must Go On: um mangá lançado em janeiro de 2018 que adapta a história da performance teatral. Achei melhor que o musical, mas ainda é fraco em comparação ao anime.
  • Re LIVE: é um gacha de celular, comparado a outros que eu joguei, ele é bem generoso com recurso, até onde eu fui. A história dele se passa depois a do anime, o que me foi muito interessante. Eu gostei da jogabilidade, entretanto, quando precisei de memória no celular, ele vazou.

elenco teatral de Starlight

O Anime de Starlight

Starlight acompanha a história de Aijo Karen (dublada por Momoyo Koyama), uma garota animada que estuda na Escola Musical Seisho para ser uma atriz, com o intuito de um dia encenar junto a sua amiga de infância.

A introdução no primeiro episódio é muito boa. O básico das personagens e da relação entre elas são elementos passados de forma tão natural. Seja de como a Karen não tem energia ao acordar e precisa de sua colega de quarto para conseguir chegar cedo na escola, até de como a presilha de cabelo é importante para ela, essas coisas são passadas para o expectador antes desses detalhes serem expostos por falas.

Vale ressaltar a introdução da melhor aluna da turma, Tendou Maya (Tomita Maho). Toda a cena que estava acontecendo para quando ela aparece, a trilha sonora que havia se silenciado por um momento, retorna forte quando ela se apresenta, e seguindo ela as outras alunas se posicionam para o início da aula. Através da feição e tom de voz, a Maya passa uma sensação de orgulho e superioridade, e por meio da reação de outras personagens é visto que ela é um objetivo a ser superado.

As protagonistas fazem parte da 99ª turma da Academia Seisho, que, durante o festival escolar, irá encenar a mesma peça por todos os seus três anos no ensino médio, o que servirá como uma forma de ver como elas se aprimoraram durante esse período. A peça em questão se chama Starlight, que é a obra que fez a Karen se apaixonar por teatro e querer ser uma atriz.

99ª turma após o festival escolar

Na metade do episódio,  Kagura Hikari (Mimori Suzuku), a amiga de infância da Karen acaba de voltar da Inglaterra e se transfere para 99ª turma. Apesar da animação de Karen por ver sua amiga, a Hikari age muito friamente com ela por muitos episódios. A Hikari é habilidosa e performa muito bem durante as aulas, mas lhe falta algo em sua atuação, algo que a Maya percebe, que a interpretação da Hikari carece de alma, de vontade, de brilho.

Brilho

Uma das maiores temáticas de Starlight é o “brilho” das personagens. Esse elemento representa coisas como se destacar em cima do palco, confiança, motivação, até mesmo uma representação dos laços que elevam as personagens.

O brilho de cada uma é algo que tange a série inteira. Perder o brilho é como morrer para o palco: perder o nervosismo de subir em cena, a emoção de cantar, não saber o porquê está ali.

Os embates do anime são lutas para roubar o brilho umas das outras para que seu próprio prevaleça e seja ainda mais radiante.

Esse tópico é também uma questão de ideologia. A Maya acredita que aquela que está no centro do palco é a que mais brilha, que há apenas uma estrela no palco e que para chegar a isso ela deve arriscar sacrificar tudo. Contrariando, assim, a motivação da Karen de querer estrelar junto à Hikari.

Karen Vs Maya

Rinha de Idol

Os visuais de Starlight são lindos. Antes de eu saber do que se tratava a obra, eu já havia me apaixonado pelos figurinos. Todavia, os cenários das lutas não ficam para traz, a cada luta um cenário novo que se encaixa tematicamente com o embate acontecendo e se moldando a vontade daquela que apresenta maior brilho.

As disputas de Starlight, as Audições, ocorrem no Teatro Subterrâneo da Academia Seisho. As 9 protagonistas lutam enquanto cantam, e tecnicamente dançam, com o objetivo de se tornar a Top Star e escolher seu Palco do Destino. Contudo, mesmo que seja um dos elementos mais importantes do anime, esse palco é algo abstrato, pode ser o que a pessoa quiser e quando ela quiser. Pode-se dizer, assim, que é o ápice da atriz, o momento em que ela mais brilha.

As lutas são muito bem coreografadas, e cada uma é bem única, não apenas por mudar as personagens participantes, mas também pelos cenários, as músicas e as temáticas que variam de embate para embate.

Karen e Junna nas audições

Considerações finais

Todas as personagens são bem divertidas e tem suas peculiaridades, o enredo é focado na Karen e na Hikari, mas no geral, todas elas têm seu arco e seu tempo de tela.

A história é fantástica e bem amarrada, apresentando vários mistérios desde o primeiro episódio. Por que a Hikari age da maneira que age e como isso está ou não ligado com a falta de alma na performance dela?; Quem é aquela coisa encarregada das Audições e quais seus objetivos?; O que tem de tão especial no 99º festival da Seisho?

Sem dúvidas Starlight fez eu me apaixonar desde o primeiro episódio e se tornou um dos meus animes favoritos. No entanto, da primeira vez que vi muitos elementos ficaram confusos para mim, até ver pela segunda vez e perceber que esses tópicos estavam sendo preparados ao longo da série, eu apenas não havia prestado atenção.

Starlight é uma série cheia de metáforas. Uma das principais é a Tokyo Tower, que não só é um símbolo de amizade entre as protagonistas, mas a torre também carrega significados: a recuperação do Japão pós-guerra (a recuperação da Karen para subir de novo no palco); e a representação um Japão renovado e ambicioso.

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