Brian K Vaughan - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 09 Sep 2021 19:53:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Brian K Vaughan - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 “Y: THE LAST MAN” ESTREIA EM SETEMBRO COM EXCLUSIVIDADE NO STAR+ https://animesonlinebr.org/noticias/y-the-last-man-estreia-em-setembro-com-exclusividade-no-star/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=y-the-last-man-estreia-em-setembro-com-exclusividade-no-star https://animesonlinebr.org/noticias/y-the-last-man-estreia-em-setembro-com-exclusividade-no-star/#respond Thu, 09 Sep 2021 19:53:30 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=24766 Na próxima segunda-feira, 13 de setembro, o Star+ estreia com exclusividade a série “Y: The Last Man” com os três primeiros episódios e novos episódios todas

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Na próxima segunda-feira, 13 de setembro, o Star+ estreia com exclusividade a série “Y: The Last Man” com os três primeiros episódios e novos episódios todas às segundas.

Baseada na aclamada graphic novel de Brian K. Vaughan e Pia Guerra“Y: The Last Man” conta a história de um mundo pós-apocalíptico no qual um evento cataclísmico dizima todos os primatas com cromossomo Y, menos Yorick Brown (Ben Schnetzer, “Goat”), homem cisgênero e seu macaco de estimação. A série de dez episódios acompanha os sobreviventes neste novo mundo enquanto eles lutam com seus esforços para restaurar o que foi perdido e a oportunidade de construir algo melhor.

Além de Schnetzer, o elenco apresenta Diane Lane como “Congressista Jennifer Brown”, Ashley Romans como “Agente 355”, Olivia Thirlby como “Hero Brown”, Amber Tamblym como “Kimberly Campbell Cunningham”, Marin Ireland como “Nora Brady”, Diana Band como “Dra. Alisson Mann”, Elliot Fletcher como “Sam Jordan” e Juliana Canfield como “Beth Deville”.

Todos os episódios da temporada são dirigidos por mulheres, além da produção também contar com um time feminino de peso, incluindo ambas as diretoras de fotografia, a designer de produção, a figurinista, a diretora de elenco, as editoras, a coordenadora de dublês/cenas de ação e muito mais. A série é produzida pela FX Productions e desenvolvida para televisão por Eliza Clark, que atua como showrunner e produtora executiva ao lado de Nina Jacobson e Brad Simpson, Mari Jo Winkler-Ioffreda, Brian K. Vaughan e Pia Guerra. Coleman Herbert é coprodutor executivo, e Nellie Reed e Anna Beben são produtoras.

SOBRE O STAR+ 

Star+ será um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes que será lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, e será complementar, mas independente, do serviço Disney+ nesta região. O serviço será o lar de estreia exclusivo de séries de televisão e filmes de entretenimento geral dos estúdios de conteúdo The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como o serviço de streaming de esportes ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida para todos os fãs de esporte na região. De dramas a comédias, incluído todas as temporadas de Os Simpsons e thrillers para adultos, Star+ também contará com programação original e exclusiva da marca de entretenimento geral Star, junto com uma coleção de produções regionais originais da América Latina. Para mais informações visite: www.starplus.com.

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Paper Girls: O clima dos anos 80 com a visão feminina adolescente https://animesonlinebr.org/hq/paper-girls-o-clima-dos-anos-80-com-a-visao-feminina-adolescente/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=paper-girls-o-clima-dos-anos-80-com-a-visao-feminina-adolescente https://animesonlinebr.org/hq/paper-girls-o-clima-dos-anos-80-com-a-visao-feminina-adolescente/#respond Tue, 17 Nov 2020 14:45:27 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15756 E mais uma vez, Brian K. Vaughan impressiona com suas HQs. Desta vez, lançado pela Image Comics em 2015, Paper Girls é uma

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E mais uma vez, Brian K. Vaughan impressiona com suas HQs. Desta vez, lançado pela Image Comics em 2015, Paper Girls é uma HQ de mistério e ficção científica, publicada no Brasil pela editora Devir. A série já ganhou prêmios, tanto na parte de roteiro, como também por conta da ilustração.  

Como o título já sugere, Paper Girls segue a história de 4 garotas que são entregadoras de jornais. Erin, KJ, Mac e Tiff entregavam jornais na manhã seguinte ao Halloween, mas a cidade é atacada por uma invasão de uma força misteriosa do futuro. Assim, as garotas são envolvidas no conflito entre duas facções guerreiras e viajantes do tempo. O quadrinho é escrito por Brian, mesmo criador de Saga (2012), quadrinho que já analisei aqui no site. O quadrinho teve sua conclusão em 2019.   

Portanto, mais uma vez, Brain trabalha com gênero ficção científica, com propostas e tons bem parecidas com outras histórias que são ambientadas nos anos 80. No entanto, Paper Girls se destaca por trabalhar com a visão de jovens garotas vivendo sua pré-adolescência com aventuras que envolvem mistérios e viagens no tempo. 

Ambientação de Paper Girls

Paper Girls traz um clima bem parecido com Stranger Things, série da Netflix de 2016, onde as duas obras são comparadas favoravelmente por conta da ambientação dos anos 80. Muitos também comparam Paper Girls com a série Dark, também da Netflix, por questões das viagens do tempo que acontecem nas histórias e Super 8, filme de 2011, dirigido por J.J. Abrams, onde também possuem crianças que acabam se envolvendo em uma aventura com alienígenas.  

Mas ainda comparando com Stranger Things, por mais que o clima oitentista é bem pontuado nas duas histórias, junto também com a ideia que os personagens das duas histórias usam bicicletas para andarem pela cidade, o que chama atenção em Paper Girls com certeza é o ponto de vista trabalhado sob mulheres jovens. Como pontua Susana Polo no site Polygon (2020), “se você é um fã de Stranger Things, mas deseja que a série lide com suas personagens femininas, ou sua codificação queer, ou seu amor pela cultura pop dos anos 1980 com um pouco mais de nuance com mais frequência, você encontrará muito do que gostar “.

Outro ponto que chama atenção no quadrinho é a paleta de cores feita por Matt Wilson, que ganhou prêmio de melhor colorista na premiação de Eisner no ano de 2016. A paleta, com cores vivas, de Paper Girls consegue criar um estilo diferenciado e único, casando com a arte feita pelo ilustrador Cliff Chiang. São cores que chamam atenção, criando um tom de mistério que a obra necessita. 

Análise do Enredo 

Como já citado, o que mais chama atenção em Paper Girls é a representação feminina na história. Brian chegou a comentar em uma entrevista para o The Daily Best (2017) que Paper Girls é uma história de 4 garotas de 12 anos que cresceram, como ele, nos subúrbios de Cleveland, nos anos 80. “Elas acabam tropeçando em algo extraordinário e é um mistério, junto com uma aventura, em um livro estranho”. É interessante que, mais uma vez, o autor traz um pouco de suas experiências pessoais para suas quadrinhos. Assim também como Saga, onde pontuei em como o autor consegue trazer inspirações para a construção de universo de sua história.   

Paper Girls trabalha com um tom mais duro quando é mostrado o ponto de vista de adolescentes mulheres. O tom tem uma ideia de despreocupação, mais engraçado, idealizando a “inocência perdida” da infância daquelas garotas que moram no subúrbio de Cleveland e tem seus problemas rotineiros a serem enfrentados. Como chama atenção a relação da personagem Mac e sua madrasta, uma relação que não é totalmente trabalhada, mas já é mostrado grandes contratempos para uma garota de 12 anos enfrentar. 

De todas as histórias citadas no texto, outro ponto que Paper Girls se diferencia é como o conflito é trabalhado. Logo no primeiro volume já temos os problemas aterrorizando a rotina daquelas garotas, mas tudo ainda é incerto, onde as mesmas não sabem exatamente o que estão enfrentando. Mesmo com as ajudas que elas recebem no primeiro volume  dos personagens que, inicialmente pareciam vilões, ainda não sabemos exatamente o que está acontecendo naquele universo. 

Também, o que ajuda essas garotas a ganharem destaque em sua obra é a ausência dos adultos, diferente de Stranger Things que gosta de trazer os personagens mais velhos para as aventuras junto com as crianças. Em Paper Girls, os personagens mais velhos começam a sumir, sem explicação nenhuma, trazendo mais um problema para aquelas garotas. Já em questão narrativa, é interessante ver como as 4 garotas vão se comportar trabalhando sozinhas.  

Portanto, Paper Girls é uma história que, por mais que se assemelhe com outras histórias que trabalhem com ficção científica, mistério e “crianças em bicicletas”, o que se destaca com certeza é essa visão feminina bem dura e certeira para a obra. É um contraste entre pontos fantásticos com a realidade dura que aquelas garotas enfrentam.

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Saga: O retrato de um romance em meio a uma guerra intergaláctica https://animesonlinebr.org/hq/saga-o-retrato-de-um-romance-em-meio-a-uma-guerra-intergalactica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saga-o-retrato-de-um-romance-em-meio-a-uma-guerra-intergalactica https://animesonlinebr.org/hq/saga-o-retrato-de-um-romance-em-meio-a-uma-guerra-intergalactica/#respond Tue, 03 Nov 2020 16:30:17 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15290 Sendo uma das HQs da Image Comics mais premiadas nesses últimos anos, Saga é o quadrinho lançado pela editora Devir aqui no Brasil.

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Sendo uma das HQs da Image Comics mais premiadas nesses últimos anos, Saga é o quadrinho lançado pela editora Devir aqui no Brasil. A história conta com dilemas morais que se ambientam em uma aventura no espaço, além também de personagens bastante cativantes. 

Assim, Saga é classificada como space opera, subgênero do gênero ficção científica com ênfase em batalhas interplanetárias. A história é escrita por Brian K. Vaughan e ilustrada por Fiona Staples. A HQ é fortemente influenciada pela franquia de Star Wars e inspirado nas próprias experiências de Vaughan, sobre ser pai, para criar o casal principal, Alana e Marko. Os dois personagens, que são de duas raças extraterrestres distintas, fogem das autoridades de seus planetas-natais que estão em guerra entre si. Alana e Marko ainda lutam para conseguirem cuidar de sua filha recém-nascida Hazel, personagem que também é narradora da história. 

A primeira edição de Saga foi publicada em 2012 nos Estados Unidos. Em outubro, foi informado que a editora Devir iria reimprimir os volumes esgotados, começando pelo segundo volume. Os volumes 3 e 4 também ganharão reimpressão antes do final do ano. 

Inspirações e temas debatidos em Saga 

Contando de uma forma pessoal, nunca fui muito fã de HQs. Sempre dei mais prioridade a minha coleção de mangás do que outros produtos. Assim, surgiu a oportunidade de ler os dois primeiros volumes de Saga que a Devir disponibilizou e me impressionei, tanto pela arte, como a história. 

Um dos fatores que mais se destacam na trama com certeza é o universo que se passa a história. Provavelmente, graças a inspiração de Star Wars, Vaughan concebeu que o universo ficcional se Saga se passasse no espaço. Além de Star Wars, a Image Comics já chegou a descrever a série como um encontro entre Guerra das Estrelas com Game of Thrones

Assim, o universo de Saga, ambientado no espaço, tem pontos de conflitos muito bem definidos relacionado a guerra que se passa aquele universo. Alana vem de Aterro, o maior planeta da galáxia e o mais avançado tecnologicamente. Já Marko vem de Grinalda, o único satélite de Aterro. Uma vez que a destruição de um arruinaria a órbita de outra, a guerra ocorre de forma terceirizada em outros planetas.

No entanto, vale ressaltar que Saga tem outros pontos interessantes e se destaca por retratar a diversidade étnica na história, onde a discriminação vem de fatores genéticos e culturais que são inexistentes na nossa realidade, mas que causa uma grande reflexão. Além também de retratar diversidade sexual, estética e de comportamento de gênero entre seus personagens.”

Análise do enredo e os personagens

A trama de Saga já começa com um dos momentos mais interessantes da história, o nascimento de Hazel, como se fosse uma história de momentos felizes das aventuras entre aquele casal. Nessa cena, o que chama atenção é como o nascimento e cuidado da garota é retratado de uma forma “crível” nas páginas iniciais, com a naturalidade necessária, onde são vista com pouca frequência em histórias deste gênero. Portanto, na cena, o pai corta o cordão umbilical do bebê com os dentes e sua mãe com a amamentação da criança, com um certo close na cena. 

Com o nascimento da Hazel, além do cuidado, preocupação e amor que os pais têm por ela, e por ela fazer a história movimentar, ou seja, por os pais passarem problemas por procurarem um lugar mais seguro para a garota, o que chama atenção é a narração da história feita pela própria Hazel, se tornando um ponto muito forte para a fluidez da história. 

Já o relacionamento de Alana e Marko, para alguns críticos, pode ser considerada como um “Romeu & Julieta interplanetário”. Tanto o relacionamento, como as características dos dois personagens chamam a atenção. Marko pode ser caracterizado como pacifista, com uma mente mais aberta, enquanto Alana é mais racional, com uma personalidade mais forte. 

No entanto, além dos dois personagens e da filha Hazel, os personagens coadjuvantes chamam a atenção do leitor também. Temos o matador freelancer O Querer, que tem como sua assistente uma Gata que pode captar mentiras que pessoas contam, e o Robô IV, membro da família real. Ambos estão atrás de Alana e Marko mas que acabam tendo seus conflitos internos apresentados nesses dois primeiros volumes e provavelmente trabalhados durante a trama. Outras personagens que ganham destaque são Izabel, fantasma de uma adolescente que é considerada a babá de Hazel, e Gwendolyn, ex-noiva de Marko que trabalha para o alto comando de Wreath.   

Em suma, Saga não é necessariamente uma história com grandes inovações, onde sua trama segue propostas bem semelhantes a histórias do mesmo gênero. No entanto, a forma como a história é contada, com certa sensibilidade com seus personagens, além de características muito marcantes dos mesmos, traz um certo interesse ao acompanhar a história. Portanto, Saga consegue trazer bastante entretenimento e encanto para o leitor que gosta do subgênero space opera

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