Bandai - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Thu, 18 Apr 2024 14:07:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Bandai - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Mr. DRILLER DrillLand: Impressões sobre a Versão Ocidental https://animesonlinebr.org/review/mr-driller-drillland-impressoes-sobre-a-versao-ocidental/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mr-driller-drillland-impressoes-sobre-a-versao-ocidental https://animesonlinebr.org/review/mr-driller-drillland-impressoes-sobre-a-versao-ocidental/#respond Thu, 18 Apr 2024 14:07:39 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=38648 Entre os anos de 2020 e 2021, a BANDAI NAMCO nos trouxe uma versão remasterizada de Mr. DRILLER DrillLand, um jogo de GameCube

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Entre os anos de 2020 e 2021, a BANDAI NAMCO nos trouxe uma versão remasterizada de Mr. DRILLER DrillLand, um jogo de GameCube que ficou por muitos anos exclusivo no Japão, e agora ele está disponível para o Ocidente nas plataformas de consoles atuais e PC, e hoje falarei desse “clássico obscuro” no MDA.

Enredo

Antes de explicar sobre a história especificamente DESSE jogo, quero só detalhar que não sei como funciona a ordem cronológica de Mr. DRILLER (levando em conta que alguns jogos são exclusivos em terras nipônicas), mas eu já adianto que o universo da franquia tem fortes ligações com outros games da NAMCO, como Star Trigon, Baraduke, o clássico Dig Dug de 1981 (inclusive, o Taizo Hori – o protagonista de Dig Dug, é pai de Susumu Hori – protagonista de Mr. DRILLER), e com The Tower Of Druaga.

Taizo Hori - Protagonista de Dig Dug e pai de Susumu - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Taizo Hori – Protagonista de Dig Dug e pai de Susumu – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

Enfim, a história se passa em um parque de diversões chamado de “DrillLand“, onde Susumu e seus amigos e parentes foram convidados para aproveitas as 5 atrações desse novo parque, cada dessas atrações são fases que mudam a jogabilidade de uma pra outra. No caso, você tem que passar cada estágio dessas fases para conseguir enfrentar o chefão, o Dr. Manhole (o antagonista principal da franquia, e por meio de um disfarce, foi quem convidou Susumu e seus associados à participarem das atrações). Vale lembrar que tem dois modos de jogabilidade, o modo Casual, e o modo Clássico (que é bem difícil conforme progride no game).

Susumu e seus amigos - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Susumu e seus amigos – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

Controles, Modos de Jogo e Gameplay Geral

Como dito anteriormente, tem 5 atrações com um estilo próprio de jogabilidade e também com cada personagem diferente, passando cada fase, você ganha um carimbo das atrações. Além disso, no mapa central existe uma lojinha para comprar itens (como adesivos, selos, cartas etc), e você consegue comprar esses itens à partir de pontos que você ganha após o termino de cada fase (mas tendo a opção também de repetir as fases, principalmente as fases, pra farmar esses pontos).

A maioria das fases você perfura os blocos até chegar em um certo limite, coletando cilindros de oxigênio e evitando que os blocos caiam na sua cabeça.

Mapa de DrillLand - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Mapa de DrillLand – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

A primeira atração disponível é o The Hole Of Druaga, seu nome faz paródia ao game da NAMCOThe Tower Of Druaga” dos Arcades, onde você controla a Anna Hottenmeyer num papel de cavaleiro, que tem de resgatar o Susumu Hori…trajado de princesa (isso tá me lembrando uma peça teatral que acontece em um certo anime de Mahou Shoujo)!

Nesse modo, além da jogabilidade padrão de Mr. DRILLER, você pode usufruir de Power-Ups (de cura, de eliminar blocos pelo seu caminho, e outras habilidades), o cenário passa-se numa Dungeon onde você tem que encontrar a chave e liberar caminhos secretos, e derrotar os inimigos e chefões.

The Hole Of Druaga - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
The Hole Of Druaga – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

Em seguida, nós temos a Star Driller, que é uma referência ao jogo Star Trigon, um jogo bem obscuro da NAMCO lançado em 2002 para Arcade no Japão, e posteriormente para iOS e PC (pelo serviço Namco Networks), sendo desenvolvido pela Project Driller (time interno da NAMCO focado em Mr. DRILLER). Você controla o Susumu trajado de astronauta desvendando o espaço, esse modo lembra muito a gameplay tradicional de Mr. DRILLER, a diferença é que tem alguns meteoritos para destruir no caminho, e Power-Ups para usar (desacelerar a queda de blocos, aumentar o limite de oxigênio, sumonar buraco negros etc).

Lembrando que o Susumu também é um personagem jogável no jogo Star Trigon.

Star Driller - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Star Driller – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

O Horror Night Nouse é um modo original com temática de terror, você controla o Ataru Hori (o membro gótico do grupo, e irmão mais velho de Susumu e filho mais velho de Taizo), e seu objetivo é um tanto confuso (em minha concepção), pois o Ataru desempenha um papel de vampiro, que tem de coletar água benta e injeta-la em blocos com fantasmas, destruir esses blocos e em seguida transforma-los em joias para avançar de andar. Aliás, tem dois lembretes, é obrigatório pegar as joias, porque se não você ficará cavando infinitamente em um mesmo andar, não adianta cavar só pra baixo e ignorar as joias, e também muito cuidado ao destruir os blocos sem a água benta, pois se não os fantasmas reduzem seu HP/Oxigênio, e é o único modo onde você só tem uma vida.

Horror Night Nouse - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Horror Night Nouse – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

O Drindy Adventure é mais um modo original, você está no controle de Taizo Hori (protagonista de Dig Dug) num papel de explorador, seu objetivo é coletar uma estatuetas douradas em algumas cavernas (ou tumbas, como preferir), e evitar pedras que podem te esmagar, e outras armadilhas.

Lembrando que você não tem medidor de oxigênio (logo dá mais tempo para raciocinar e montar estratégia para cavar), mas tem um contador de vidas.

Drindy Adventure - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Drindy Adventure – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

E por ultimo, mas não menos importante, Drill Land World Tour é o modo tradicional e clássico de Mr. DRILLER, você jogar com todos os personagens já citados, como também Holinger-Z (um robô assistente), Puchi (cachorrinho falante de estimação do Susumu) e Usagi (uma criatura extraterrestre com semblante de coelho, o bicho de estimação do Ataru, e que só pode ser desbloqueado por meio de duas cartas dele para serem compradas na loja de DrillLand).

E a vantagem de se jogar com o Usagi é que ele tem a habilidade de escalar até 2 blocos, e quebrar 3 blocos de uma mesma linha.

Drill Land World Tour - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Drill Land World Tour – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

Lançamento para os consoles atuais e pro Ocidente

Lançado originalmente pra GameCube em 2002, Mr. DRILLER DrillLand é um dos games da franquia que ficou muitos anos “preso” no Japão, mas nos últimos anos a BANDAI NAMCO tem buscado remasterizar alguns de seus jogos clássicos para os consoles atuais (também tivemos PAC-MAN World, Klonoa e a franquia Katamari), essa versão em alta definição saiu primeiro em 2020 para Nintendo Switch e Steam, e em 2021 para PlayStation 4 e 5, e XBOX One, o jogo só saiu em mídia física no Japão.

Mr. DRILLER DrillLand é um jogo bem interessante e divertido, o meu único desapontamento com esse jogo é o sistema de troféus e conquistas, talvez é o PIOR jogo para se platinar. Lembram quando eu disse que o jogo tem o modo Casual e o modo Clássico (esse ultimo baseado na jogabilidade da versão de GameCube)? Pois bem, muitos desses troféus e conquistas só podem ser desbloqueado no modo Clássico, e as exigência de cada conquista/troféu é uma pior que a outra, existe conquista onde você tem que passar fases sem morrer, passar a mesma fase da Drill Land World Tour com todos os personagens, desbloquear o Usagi, comprar TODOS os itens de cada loja, destruir uma quantidade absurda de blocos etc, levando em conta que nessa situação tu vai ter que depender de um RNG favorável. E o pior de tudo é que Mr. DRILLER é uma franquia com um visual apelativo pra um público mais infantil, mas conforme você vai jogando, parece um jogo de terror pra quem sofre de TDAH, crises de ansiedade ou claustrofobia (tá, meio dramático de minha parte hahaha).

Enfim, eu recomendo que você jogue Mr. DRILLER DrillLand desde que você ignore totalmente as intenções de platinar ele, ou quem sabe pegando a versão de Switch já ajuda nessa parte, fora isso, o jogo é bem divertido.

Ataru Hori - ©Bandai Namco Entertainment Inc.
Ataru Hori – ©Bandai Namco Entertainment Inc.

Mr. DRILLER DrillLand está disponível na Microsoft Store por 147 Reais, PS Store por 159 Reais, e na Steam e Nintendo eShop por 139 Reais.

Mas ocorre também algumas promoções, a versão de XBOX (que foi usada para essa Review) chegou à sair por 14 Reais, e no momento até essa Review sair, a versão de PlayStation tá saindo por 31 Reais, então não perca tempo e corra pra comprar!

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Review: NARUTO X BORUTO: STORM CONNECTIONS https://animesonlinebr.org/review/review-naruto-x-boruto-storm-connections/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-naruto-x-boruto-storm-connections https://animesonlinebr.org/review/review-naruto-x-boruto-storm-connections/#respond Fri, 15 Dec 2023 13:51:14 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=37837 NARUTO X BORUTO Ultimate Ninja STORM CONNECTIONS era altamente aguardado pelos fãs há muito tempo, prometendo reunir todo o conteúdo dos quatro jogos

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NARUTO X BORUTO Ultimate Ninja STORM CONNECTIONS era altamente aguardado pelos fãs há muito tempo, prometendo reunir todo o conteúdo dos quatro jogos anteriores, aprimorar os gráficos, introduzir novas mecânicas e um modo história abrangente, desde o início até o desfecho dessa saga.

A inclusão de dublagem completa, uma ausência nos três primeiros jogos da franquia, era um anseio dos entusiastas, trazendo os personagens com falas localizadas. Contudo, algo parece ter saído errado.

© Bandai Namco

Realidade

O resultado do Naruto x Boruto Ultimate Ninja Storm Connections é triste, para não dizer decepcionante. O jogo falha em cumprir boa parte do que prometia como a versão definitiva da franquia. Tornou-se alvo de críticas da comunidade por não atender às expectativas. A tentativa de ser uma coletânea é frustrada, especialmente pela dublagem insatisfatória. Vamos analisar mais detalhadamente esses problemas.

A franquia Storm possui uma coletânea, o Naruto Ultimate Ninja Storm Legacy, que reúne todos os jogos anteriores. Ela no entanto apresenta problemas como o Storm 1 não possuir legendas em português, enquanto o terceiro e o quarto têm legendas e dublagem em português. O Storm 3 introduziu a barra de jutsu de substituição, ausente no Storm 2 e na coletânea Legacy.

© Bandai Namco

A proposta do Naruto x Boruto Ultimate Ninja Storm Connections era recontar a história dos quatro jogos, atualizar as mecânicas e incluir legendas e dublagem em português. Porém, o resultado foi diferente: o mundo explorável e as belas cutscenes que caracterizavam a franquia foram substituídos por uma narrativa em linha do tempo limitada. A exploração do mundo de Naruto foi reduzida a um simples menu, enquanto as cutscenes que antes contavam fielmente a história do anime foram trocadas por sequências estáticas de slides. Embora já vistas no Storm 4, lá havia diálogos entre personagens, enquanto grande parte do jogo atual é apenas narrativa, tornando-se cansativo.

© Bandai Namco

Muitas batalhas importantes da série foram simplesmente cortadas, o que é incompreensível para uma coletânea que se propunha a ser a definitiva. Há poucos personagens novos e muitas variações do mesmo, porém, o principal problema é a dublagem. Existem erros de sincronização nas cutscenes existentes, revelando falta de cuidado.

A dublagem nos games e nos grandes filmes blockbusters do cinema geralmente segue um método no qual os dubladores não visualizam as cenas, recebendo orientações do contexto, algo que parece ter sido negligenciado aqui. Muitas vezes, a fala termina e o personagem continua movendo a boca. Além disso, houve o rumor de que teria sido utilizada inteligência artificial para algumas falas, perceptíveis por suas vozes sem expressão e quase robóticas, contrastando com a qualidade das vozes em japonês.

O menu de opções é confuso, sem uma organização por abas, agrupando tudo em uma lista extensa, o que torna difícil a localização de configurações específicas. Por outro lado, o desempenho do jogo é estável. Testei o jogo com as configurações no máximo em um PC mediano e não tive problemas, embora a melhoria gráfica seja leve, principalmente pela iluminação.

© Bandai Namco

Gameplay

Naruto x Boruto Ultimate Ninja Storm Connections oferece batalhas épicas, segredos e mais, tornando-se um ponto positivo. O jogo online é excelente para acumular moedas e personalizar, já que outros modos oferecem recompensas mínimas. Apesar disso, a ausência de um lobby específico, rollback ou servidores dedicados é notável, embora minhas experiências nas lutas online tenham sido fluidas.

Existem problemas, como desafios semanais, mas os incentivos são básicos, principalmente porque, mais uma vez, o jogo não se destaca na competitividade. A experiência online é divertida, repleta de truques e situações estranhas. A trilha sonora é agradável, contribuindo para a atmosfera do jogo, assim como todos os sons que se encaixam bem. O chamado “tutorial” são apenas dicas que aparecem como cartões informativos antes do jogo; o verdadeiro aprendizado ocorre nos modos de batalha livre e treinos, onde é possível compreender o funcionamento do jogo de maneira mais prática.

No geral, esperava-se mais deste game. Com a franquia já encerrada, parece ser apenas uma maneira de promover Boruto. Considerando o preço – R$ 300 nos consoles e R$ 230 na Steam, é compreensível sentir hesitação, parecendo mais um movimento comercial do que uma experiência genuína.

© Bandai Namco

Este jogo é aconselhável para quem não teve contato com todos os jogos anteriores da franquia ou para novatos interessados, sendo um ponto de entrada válido. Oferece uma quantidade considerável de conteúdo verdadeiro, tanto em horas de jogabilidade offline quanto na tentativa de desbloquear tudo. Aqueles familiarizados com os jogos anteriores encontrarão semelhanças, mas este destaca-se por oferecer não apenas a mesma jogabilidade e história, mas também trazendo outras narrativas e personagens, ampliando ainda mais o universo.

© Bandai Namco

Conclusão

Resumindo, não recomendaria este jogo apenas para aqueles que já exploraram todos os títulos da franquia Naruto Storm, pois provavelmente já estarão familiarizados com tudo o que foi mostrado e talvez se sintam decepcionados; para estes, seria melhor aguardar alguma promoção.

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Review: voe aos céus em Baten Kaitos I & II HD Remaster https://animesonlinebr.org/review/review-voe-aos-ceus-em-baten-kaitos-i-ii-hd-remaster/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-voe-aos-ceus-em-baten-kaitos-i-ii-hd-remaster https://animesonlinebr.org/review/review-voe-aos-ceus-em-baten-kaitos-i-ii-hd-remaster/#respond Tue, 26 Sep 2023 02:07:35 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=36721 Eu amo remasters, uns por melhorar a experiencia prévia que já tinha com um jogo, outros por me apresentar a um jogo que

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Eu amo remasters, uns por melhorar a experiencia prévia que já tinha com um jogo, outros por me apresentar a um jogo que por algum motivo não joguei em um primeiro momento. Baten Kaitos I & II HD Remaster é um bom exemplo, não joguei no GameCube, mas estou vidrada no switch.

O que é

Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean e Baten Kaitos Origins   foram desenvolvidos pela Monolith Soft e publicado pela Namco, são dois JRPGs lançados para o Nintendo GameCube em meados dos anos 2000. Agora eles estão de volta, dessa vez para Nintendo switch, com gráficos aprimorados e novos recursos que os tornam convidativos para novos jogadores mas sem deixar de lado os amantes dos jogos originais.

História

Após anos de batalhas árduas, os humanos derrotaram e selaram um deus maligno, mas essa vitória deixou um gosto amargo, pois a terra, seu lar,  ficou  completamente destruída, impossibilitando a vida por lá, por isso todos decidiram ir morar nos céus.
Agora as pessoas se locomovem com as asas do coração, asas que se manifestam, ou grandes naves que vão de uma ilha para a outra. Nesse mundo fascinante nós acompanhamos as aventuras de Kalas no primeiro Baten Kaitos e Sagi em sua sequência, Baten Kaitos Origins, enquanto eles buscam a verdade por trás de seu mundo, enquanto algo parece ameaçar tudo o que conhecem. Estamos falando de um bundle com dois jogos, então vamos abordar ambos, ok?

II em I

Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean , é o primeiro capítulo da série, A história o jovem Kalas, em uma jornada de vingança e autodescoberta depois que um incidente devastador, também conhecemos Xelha, ela tem seus motivos e se junta a ele nessa aventura. A História vai se desenrolando e te envolvendo cada vez mais nesse mundo.

Baten Kaitos Origins é um tanto peculiar, porque ele serve como prequel, mas também pode ser jogado de forma independente sem prejuízos para quem não jogou o anterior. O herói da vez é Sagi, um jovem que vai investigar alguns eventos, mas nada é o que parece, e o buraco é mais embaixo do que esperávamos.

Confie no coração das asa…digo, cartas

Uma das particularidades de Baten Kaitos são suas cartas Magnus, ao invés de um combate de porrada com sistema de turnos como estamos acostumados, o jogo conta com batalhas de cartas em turnos. As magnus serão utilizadas para tudo, tudo mesmo, ataque, defesa, até armadura! Então se posso te dar uma dica é que tente se familiarizar com elas rapidamente, ter um bom deck e saber como usá-lo para cada situação.

Em determinado momento do jogo achei que tinha desperdiçado uma carta, que depois descobri que em sua ´´nova forma“ poderia ter outra função. As combinações parecem ser infinitas, deixando muito espaço para montar suas estratégias de formas bem criativas.

Esse sistema de combate peculiar se mantém no segundo jogo, mas foi aperfeiçoado,com possibilidades para novos combos e maiores possibilidades estratégicas.

gráficos

Os gráficos estão surpreendentes nos dois jogos. Com uma mistura de texturas e cores que tornam cada momento do jogo uma experiencia imersiva diferente. Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Oceantem cenários que parecem pintados a mão na tv a sua frente, em outros momentos, o cenário parecia um sonho. Sabe aqueles sonhos com cenários meio delirantes, é exatamente isso. Cada ilha flutuante tem sua própria aura, o que passa uma atmosfera distinta a cada novo local visitado. Vez ou outra tive uma quedinha de qualidade mas nada grave ou duradouro.

Dublagem? temos

A trilha sonora também não deixa a desejar em nada, e acompanha bem a trama. Além da música, o jogo conta com sua dublagem em japonês, que valoriza bem a experiência.

Melhorias

E como todo bom remaster, o jogo conta com algumas funções que não estavam presentes no jogo de gamecube: há um menu de pausa com a capacidade de desativar os encontros, ativar batalhas automáticas, acelerar encontros de mais de 300%. Além disso, há buffs que você pode usar para melhorar seus combates. Além disso, sabemos que jogos não são baratos, nesse Bundle você recebe dois jogos bons (e bem longos) pelo preço de um exclusivo.

O veredito

Se você gosta de JRPG  e estratégias com cartas, Baten Kaitos I & II HD remaster é uma parada obrigatória na sua eshop! Mesmo que você já tenha jogado esses jogos no GameCube, vale a pena conferir a remasterização .Monte seu deck e confie no coração das cartas.

Notas:
Gráficos: 4,5/5
Jogabilidade: 4/5
História: 5/5
Diversão: 4/5
Som: 5/5
Geral: 4,7/5

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One Piece Odyssey: Primeiras Impressões do novo RPG https://animesonlinebr.org/manga/one-piece-odyssey-primeiras-impressoes-do-novo-rpg/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=one-piece-odyssey-primeiras-impressoes-do-novo-rpg https://animesonlinebr.org/manga/one-piece-odyssey-primeiras-impressoes-do-novo-rpg/#respond Mon, 23 Jan 2023 15:00:50 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=34786 No dia 13 de Janeiro, foi lançado o One Piece Odyssey, um novo RPG focado da franquia nas aventuras dos Piratas de Chapéu

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No dia 13 de Janeiro, foi lançado o One Piece Odyssey, um novo RPG focado da franquia nas aventuras dos Piratas de Chapéu de Palha em uma ilha misteriosa, desenvolvido pela ILCA (estúdio japonês não muito conhecido, mas seu trabalho em destaque são os jogos/remakes Pokémon Brilliant Diamond and Shining Pearl) e publicado pela BANDAI NAMCO, esse jogo é uma celebração dos 25 anos da franquia criada pelo Eiichiro Oda.

No jogo, Monkey D. Luffy e sua tripulação estão navegando em direção em uma ilha misteriosa, cujo nome é a ilha Waford, porém graças à uma forte tempestade acaba naufragando o Luffy e seu bando nessa ilha, e danificando o seu navio Thousand Sunny.

Thousand Sunny destruído

Luffy posteriormente é acordado pelos seus companheiros Sanji, Franky, Chopper, Usopp e Robin, mas ele se deu conta do sumiço de Nami, Brook e Zoro, além de seu chapéu de palha roubado por uma garota misteriosa.

Depois de reunir com os outros membros do bando, no jogo somos apresentados à dois personagens originários dele: a Lim, a garota que pegou o chapéu de Luffy perdido, e por conta de seu ódio contra piratas, ela remove os poderes e habilidades deles e em seguida os sela em cubos que se espalharam pela ilha, e temos também o Adio, um sobrevivente da ilha Waford que decide à ajudar e guiar o Luffy e seus amigos para recuperar os cubos, assim conseguindo suas habilidades de volta.

Lim com o chapéu de Luffy

Assim como muitos jogos do gênero JRPG, One Piece Odyssey também é em batalhas de turno, durante elas você pode controlar até 4 personagens em cada batalha, você pode atacar os inimigos, usar itens para curar você ou algum amigo, além de usufruir das habilidades únicas de cada membro da tripulação, e como você perde seus poderes (e recupera no decorrer do jogo por meio dos cubos que você coleta), você tem que evoluir seu nível à cada batalha.

Outro detalhe, se você for atacar um inimigo, mas ele estiver “distante” do campo de visão (por exemplo, 3 inimigos em cerca do Usopp, mas distante do Luffy), você pode selecionar algum desses inimigos que seu personagem dá um pulo em direção à dele, e em seguida ataca-lo.

Batalha de turno

Enfim, a experiência com One Piece Odyssey é muito boa, tem ótimos gráficos, um mapa gostoso de se explorar, um sistema de batalha de turnos interessante, boa trilha sonora composta pelo Motoi Sakuraba (famoso por compor músicas de jogos como Dark Souls, a franquia Tales Of, Star Ocean, os jogos de esportes do Mario como Mario Golf etc), e é uma boa pedida pra você que ama One Piece, principalmente por conta de seus 25 Anos.

Queremos agradecer a BANDAI NAMCO por nos enviar o jogo, assim como também parabenizar pela sua ótima trajetória com os games baseados na franquia One Piece.

O One Piece Odyssey está disponível pra PlayStation 4 e 5, Xbox Series X e Series S por 299 Reais, e na Steam por 259 Reais.

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Piticas: Nova coleção de produtos de Digimon https://animesonlinebr.org/anime/piticas-nova-colecao-de-produtos-de-digimon/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=piticas-nova-colecao-de-produtos-de-digimon https://animesonlinebr.org/anime/piticas-nova-colecao-de-produtos-de-digimon/#respond Fri, 04 Nov 2022 13:48:07 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=34288 Sucesso no mundo inteiro no final dos anos 90 e início dos anos 2000, a franquia de mídia japonesa, Digimon, distribuída pela Bandai

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Sucesso no mundo inteiro no final dos anos 90 e início dos anos 2000, a franquia de mídia japonesa, Digimon, distribuída pela Bandai e criada por Akiyoshi Hongo, acaba de ganhar uma coleção com 19 produtos exclusivos lançados pela Piticas, maior franquia focada em produtos licenciados da América Latina.

Em 1997, o primeiro produto da franquia foi lançado, um virtual pet, nomeado Digimon, seguido de um jogo eletrônico chamado Digital Monster Ver. S: Digimon Tamers, para Sega Saturn, lançado em 1998. No dia 06 de março de 1999, chegou aos cinemas o primeiro filme da franquia, “Digimon Adventure“, sendo lançado no dia seguinte a primeira temporada do anime, que chegou ao Brasil em julho de 2000, no canal Fox Kids, mas ficou conhecido quando chegou nas manhãs da Rede Globo, na mesma época, para disputar audiência com “Pokémon“, que era exibido na Record.

“Os monstrinhos digitais conquistaram os corações de várias gerações, e tiveram um papel muito importante no começo dos animes no Brasil. Ter seu companheiro digital, desbravar um mundo desconhecido e acompanhar sua evolução era um sonho de uma geração que crescia ao lado da internet, pensando como seria o futuro.

A coleção escolhe abordar momentos icônicos da temporada 1 dos digiescolhidos e seus amigos; como a profecia da Mega Digevolução, o sacrifício de Wizardmon para proteger Kari e Tailmon, a dupla dinâmica de Agumon e Kabumon e a não menos importante “despedida do digimundo”!

Junto com o próprio pin do Digivice e o colar das virtudes, é só aguardar seu companheiro surgir para seguir em sua aventura como digiescolhido. É um tributo a uma geração que acompanhou a saga em seus momentos de ouro, criando muitos fãs de anime para os dias de hoje!” Comenta Matheus Pieri, supervisor de criação da Piticas.

Comemorando os 25 anos da franquia e a estreia do anime no Globoplay, que estreou no começo deste mês no serviço de streaming, a coleção DIGIMON é composta por quatro camisetas, sendo uma delas dupla-face, além de calça de moletom, moletom, cropped, pins, colar, cordão, copo, baby body e meias. Uma linha de produtos que promete agradar em cheio os fãs de todas as idades.

CAMISETA DUPLA-FACE DIGIMON ROOKIES | R$ 89,90

CAMISETA DIGIMON FAREWELL | R$ 79,90

CAMISETA DIGIMON WIZARDMON | R$ 79,90

CAMISETA DIGIMON PROFECIA | R$ 79,90

CALÇA DE MOLETOM DIGIMON MEGAS | R$ 159,90

MOLETOM DIGIMON MEGAS | R$ 299,90

CROPPED TAILMON | R$ 69,90

BABYBODY PATAMON | R$ 69,90

BABYBODY TAILMON | R$ 69,90

PIN DIGIMON DIGIVICE | R$ 59,90

PIN DIGIMON AGUMON KIGURUMI | R$ 59,90

PIN DIGIMON GABUMON KIGURUMI | R$ 59,90

 

PIN DIGIMON PATAMON KIGURUMI | R$ 59,90

PIN DIGIMON TAILMON KIGURUMI | R$ 59,90

CORDÃO COM PINGENTE DIGIMON | R$ 39,90

COLAR DIGIMON SIMBOLOS | R$ 149,90

MEIA DIGIMON GABUMON | R$ 39,90

MEIA DIGIMON AGUMON | R$ 39,90

COPO CORDÃO DIGIMON | R$ 69,90

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Museu do Videogame Itinerante: Resumo da exposição no Tatuapé https://animesonlinebr.org/curiosidades/museu-do-videogame-itinerante-resumo-da-exposicao-no-tatuape/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=museu-do-videogame-itinerante-resumo-da-exposicao-no-tatuape https://animesonlinebr.org/curiosidades/museu-do-videogame-itinerante-resumo-da-exposicao-no-tatuape/#respond Wed, 31 Aug 2022 14:54:01 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=33444 Entre os dias 13 e 28 de Agosto, o Complexo Tatuapé (os Shoppings Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé, Zona Leste de São Paulo) recebeu

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Entre os dias 13 e 28 de Agosto, o Complexo Tatuapé (os Shoppings Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé, Zona Leste de São Paulo) recebeu as exposições do Museu do Videogame Itinerante, é um evento que sempre ocorre nas grandes cidades brasileiras onde as pessoas podem jogar videogames retros e modernos, e com direito à exposições de alguns consoles, e depois de 3 Anos a cidade de São Paulo recebeu o evento (a ultima vez foi no Shopping Metrô Itaquera, também localizado na Zona Leste).

Na parte do Metro Tatuapé temos telão com torneios de Just Dance, e totens para as pessoas jogarem os atuais consoles da Sony, Microsoft e Nintendo.

XBOX Series S disponível para jogar na exposição

Além de televisores com vários consoles retros das décadas passadas como Mega Drive, XBOX Original, PS1, PS2, PS3, GameCube, Super Nintendo, Famicom, PC Engine, Atari Jaguar, Panasonic 3DO, XBOX 360 etc.

Atari Jaguar disponível para jogar na exposição

XBOX Original disponível para jogar na exposição

E em algumas áreas espalhadas pelo Shopping, tem exposições de alguns consoles para saber um pouco sobre sua história, alguns famosos e tradicionais (como PlayStation 1 ao 3, consoles da SEGA, consoles da Nintendo etc), e outros bem raros como Amiga CD32, Sony PSX (variante rara do PlayStation 2), Panasonic Q (variante rara do GameCube), Panasonic 3DO, MSX, Casio Loopy, Apple Bandai Pippin (fruto de uma parceria entre a BANDAI e a Apple), BANDAI WonderSwan etc.

Apple Pippin

E no Shopping Boulevard Tatuapé o espaço tem atrações, como um jogo de dança similar ao Dance Dance Revolution, Air Hockey, máquina Pinball, máquina de MAME (o maior multi-emulador de Arcade) e mais consoles retros disponíveis pra jogar, como PlayStation 2, Dynavision (Famiclone/Clone de NES nacional), Super Famicom, Master System Evolution da TecToy, Super Famicom e Nintendo 64.

Donkey Kong Country 2 para Super Famicom

E nesse espaço também tinha uma vitrine com mais consoles e acessórios disponíveis para exposição, como o controle NegCon da Namco (controle especial para PlayStation 1 usado em jogos de corrida, como Ridge Racer e WipEout).

Controle do primeiro PlayStation fabricado pela Namco

O Museu do Videogame Itinerante é um ótimo espaço para aproveitar e conhecer a história dos videogames, lembrando que é um evento que circula todos os anos pelas grandes cidades do Brasil, então sempre fiquem de olho nas rede sociais, pois com certeza ele pode está chegando na sua cidade.

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Shaman King: Spirit of Shamans – Você se lembra? https://animesonlinebr.org/games/shaman-king-spirit-of-shamans-voce-se-lembra/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=shaman-king-spirit-of-shamans-voce-se-lembra https://animesonlinebr.org/games/shaman-king-spirit-of-shamans-voce-se-lembra/#respond Fri, 18 Mar 2022 18:00:19 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=30772 Nome: Shaman King: Spirit of Shamans Data de lançamento – 6 de junho de 2002 Estúdio & Desenvolvedor – Bandai/Dimps Plataforma – Playstation 1 Diversão  Eu

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Nome: Shaman King: Spirit of Shamans 
Data de lançamento – 6 de junho de 2002 
Estúdio & Desenvolvedor – Bandai/Dimps 
Plataforma – Playstation 1

Diversão 

Eu já falei uma vez isso aqui e vou falar de novo. Nada me deixa mais alegre do que falar de coisas que eu gosto. E hoje não vai ser diferente, afinal games e animes são meus gostos, mais carinhosamente Shaman King, que é sim de longe um dos melhores animes que eu já vi ao longo dos meus 28 anos.  

Sabe aquele joguinho de luta gostoso, raiz e sem muita firula? Era esse jogo era assim. Claro que, havia o modo história para você se divertir e sair na mão com seu irmã.. Digo, Hao e se transformar no Rei Shaman, 

No jogo, precisamente no modo história, a coisa é fácil. Você só precisa completar o modo história com o seu personagem favorito e sair na mão com o espírito de fogo no final e não exatamente tem um final finaaaal, mas tem um final simbólico.  

Um dos pontos mais divertidos e terríveis na minha cabeça era fazer os treinamentos da Ana, que na sua maioria eram desafiadores para uma criança, que só queria mesmo era saber de cair na porrada contra os seus amigo-rivais do anime.  

Esse era um dos jogos nos quais eu me divertia horrores, bem como Digimon Rumble Arena, ainda que esse fosse mais vertical do que o jogo de Shaman King, mas era igualmente divertido, pqp. 

Gameplay 

A gameplay era muito simples, não era muita surpresa você manjar de todos os combos do jogo, afinal, só mudava o poderzinho do seu personagem, mas fazer o combo necessariamente era a mesma coisa. O modo de jogo consistia em apenas três, o história, o versus e principalmente o arcade, dava tempo de sobra para explorar tudo nesse jogo.  

Sobre os personagens, para um jogo de Playstation 1, o total eram 17 jogáveis, ainda que você precisasse de um código de um certo tubarão-jogo para ativar ele. Dentre os 17, 3 eram skins diferentes de Yoh, algo muito semelhante com o que acontece no anime também.  

Áudio e Vídeo 

Para um jogo de Play1, Shaman King era maravilhoso! Os gráficos além de hoje serem nostálgicos, me encantava, pois, a atmosfera do anime estava presente o tempo inteiro, principalmente quando você incorporava seu espirito para ser seu aliado na luta. Além claro dos cenários que remetiam aos do anime o tempo inteiro.  

O áudio também era algo muito legal, principalmente por trazer as vozes dos personagens, e não me pergunte se são as vozes originais do anime, mas que trazia uma credibilidade maior ao jogo, isso com toda a certeza.  

Conclusão 

Quer algo retro para jogar e não sabe o que? Sim, Shaman King é uma pedida, ainda que você talvez tenha que recorrer a métodos ortodoxos para isso hoje em dia. Mas seria uma boa, já que a franquia voltou aos holofotes, quem sabe a gente não tenha um remake ou até mesmo um novo jogo dentro desse universo, eu compraria, fácil.  

Pra fechar, não deixem de acompanhar o anime que está saindo em partes na Netflix, sério, recomendo para todos que vejam esse anime brilhante e atemporal.  

Até a próxima! 

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E3 2021: Nossa experiência https://animesonlinebr.org/curiosidades/e3-2021-nossa-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=e3-2021-nossa-experiencia https://animesonlinebr.org/curiosidades/e3-2021-nossa-experiencia/#respond Wed, 16 Jun 2021 18:58:46 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=22008 Bom, já podemos dizer que e E3 2021 se foi, e vai deixar saudades? Pelo menos para mim, é bem provável que não.

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Bom, já podemos dizer que e E3 2021 se foi, e vai deixar saudades? Pelo menos para mim, é bem provável que não. Claro, entre uma coisa e outra ali, se salvam algumas Mas não estou aqui para falar sozinho sobre a E3 2021, não!  

Juntei os três redatores originários de Kanto (sim, nos denominamos assim, nos aguente) para darmos nosso parecer sobre esse evento que teve início na quinta-feira (10) passada e teve seu fim, ontem, terça-feira (15).  

Cada um pode acompanhar a E3 2021 do seu jeito, ainda não conseguimos nos unir novamente desde o The Game Awards do ano passado, mas cá estão os depoimentos da Giselle e do Victor, e claro, o meu.  

Vamos começar com o depoimento do Victor: 

Bom, antes eu agradeço demais a oportunidade de poder compartilhar com todos vocês minhas opiniões e sentimentos sobre a conferência da E3, que é um evento bem marcante para a comunidade de jogadores desde muito tempo! 

No geral, a E3 desse ano foi uma que com certeza dividiu e ainda vai dividir opiniões, principalmente pela falta de grandes anúncios ou pela quebra de expectativas em algumas das conferências. 

Acredito na verdade que isso é reflexo de uma realidade, que o formato de como o mercado de games e seus anúncios estão mudando, e que as grandes empresas e estúdios perceberam isso.  

A E3, além de ser um grande evento, acaba sendo inevitavelmente uma competição entre as próprias conferências, tanto é que não é à toa que sempre há a discussão de quem “Venceu” a E3, sendo normalmente o vencedor quem teve os melhores anúncios, quem mais agradou, e etc. O resultado disso é que acaba sendo inevitavelmente que alguns anúncios e novidades acabam sendo ofuscados por outros, por exemplo, mas a questão é que, hoje em dia, está cada vez mais claro para os grandes nomes que é possível fazer grandes anúncios e surpreender fãs sem necessariamente competir em uma E3. 

Como? Fazendo sua própria conferência, ou participando de outros eventos. Um dos exemplos mais chamativos disso recentemente foi que a Sony por exemplo não participa mais da E3, mas agora faz sua própria conferência, o que acaba sendo benéfico para ela, já que não só ela pode definir que dia do ano será podendo preparar seus anúncios para tal data, como os holofotes são somente dela nesse tipo de evento, sem a participação de concorrentes que possam roubar a atenção dos anúncios. 

Já o outro caso é a  participação e anúncio em outros eventos, e acredito que um exemplo que mostra bem isso é o The Game Awards, que mesmo sendo um evento com foco na premiação de jogos, estúdios e personalidades do ano, traz anualmente anúncios, e isso faz sentido, já que não só não é uma competição entre as empresas que estão anunciando, porque elas não possuem a mesma pressão que em uma E3 para fazerem grandes surpresas, como que a competição em si são dos indicados aos prêmios, que são as verdadeiras estrelas da premiação. 

Eu acredito que o que eu estou afirmando aqui é mais uma suposição e uma opinião do que fatos em si, mas acredito que é perceptível que o mercado está mudando, e junto deles como os anúncios estão sendo feitos. Se isso é bom ou não é algo que eu não consigo responder agora, porque, querendo ou não, quem mais se beneficiava dessa enorme competição da E3 2021 éramos nós, os espectadores, que víamos ao vivo como uma empresa se sobressaia em relação a outra, fazendo anúncios sempre incríveis e às vezes até mesmo inacreditáveis. É incerto dizer se realmente essa E3 seja mesmo um presságio de que o formato ou a experiência vai mudar ou algo do tipo, mas acredito que o mais importante seja que, no fim do dia, esses grandes anúncios ainda acontecerão, só que não necessariamente nos mesmos palcos”. 

A Giselle acompanhou o evento pelo projeto Sakuras Esports e nos traz também as suas impressões sobre a E3 2021:

Devo confessar que não estava muito empolgada para essa E3. Em período de pandemia sabemos que empresas e desenvolvedores também são afetados, como o meu tão aguardado The King Of Fighters XV que teve seu lançamento adiado. Então tentei assistir a conferência de forma otimista mesmo sabendo que ninguém iria reinventar a roda. 

Mas devo confessar que fui surpreendida por empresas que não costumam me empolgar tanto, como a Microsoft. E que mal posso esperar para jogar algumas das novidades anunciadas. Minha apresentação favorita definitivamente foi a da Wholesome Games, que fez meus olhos brilharem com seus jogos “wholesome”. E quem poderia imaginar que Metroid e Wario voltariam com um jogo solo novo? 

Apesar de não ser a melhor E3 que já acompanhei, não posso negar que me diverti demais assistindo. Ver o que vem por ai sempre me deixa empolgada. Dos games mais singelos até aqueles mais hardcore, estou feliz por ver tantos trabalhos novos chegando ao mercado. É claro que as esse período de pandemia não facilitou nada para ninguém, mas por mais que uma ou outra empresa tenham me deixado um pouco desapontada, consegui encontrar muitos jogos que me agradaram, e mal posso esperar para viver outra E3 em 2022, em condições melhores, espero”. 

Sobre essa pessoa que vos fala, eu preciso ponderar algumas coisas antes. Caso você não tenha visto o meu texto de semana passada, saiba que ele refletiu literalmente minhas esperanças para esse evento. Porém, durante o Summer Game Fest, eu dei uma leve hypada para todas as conferências pelo simples fato de ver que Elden Ring saiu do status “delírio coletivo”, e esse foi o meu grande problema, achar que a partir dali, pudesse tudo ser diferente do que eu disse semana passada, e bem… não foi.  

É muito óbvio na minha impressão que a Microsoft sambou tudo o que tinha (mas nem tudo assim) para essa E3 de volta. Sim, estou falando algo de The Elder Scrolls VI, que o nosso Tio Phil Spencer não deixou tão claro assim qual rumo esse jogo tomará, se será exclusivo, se sairá primeiro no Xbox, não sei.  

Algumas coisas ali da Microsoft principalmente me chamaram a atenção, como o esplêndido Forza Horzion 5, que se passará no México e me deu sim uma vontade de adquirir um Xbox novo só para poder jogar aquilo. Stalker 2 foi outra coisa que me alertou os olhos com a sua vibe Metro caótica e sombria.  

Tirando isso, acho que a Ubisoft apesar de não mostrar nada de encher os olhos, nos informou que dará suporte para o ano 2 de Assassin’s Creed Valhalla (e vamo lá né Ubi, é o mínimo) e nada de um novo AC por enquanto, o que para mim é ótimo.  

A Nintendo mostrou o Metroid Dread me pareceu muito legal e claro, mais um vislumbre da sequência do aclamado Zelda Bafinho Selvagem.  

E para finalizar, o que dizer hein dona Capcom, dona Square com seu Final Fantasy genérico, Warner e Bandai hein? O que eu posso dizer para as senhoras?  

A Capcom ok, ainda tem muitos créditos por conta de Resident Evil Village, mas não me venha com DLC de jogar cartas, por favor! Warner, você só tinha uma missão, apresentar mais sobre Gotham Knights e você falhou MISERAVELEMENTE!!!  

Square, não me convenceu com seu Aveng… digo Guardiões da Galáxia novo, tá? Queda de frame pesadíssima durante a apresentação do jogo e algo que me cheira muuuuuito o jogo dos Vingadores saido diretamente pela própria Square. Bem como seu Final Fantasy genérico, personagens genéricos, não sei, preciso de mais. E Bandai! Argh… Sony, anuncia logo esse seu evento ai pelo amor de Deus!  

Nós vemos semana que vem, pessoal! 

faz algo ai Sony =,(

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5 Card Games para celular que você precisa conhecer! https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-card-games-para-celular-que-voce-precisa-conhecer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-card-games-para-celular-que-voce-precisa-conhecer https://animesonlinebr.org/curiosidades/5-card-games-para-celular-que-voce-precisa-conhecer/#respond Tue, 15 Dec 2020 18:59:01 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=16366 Se tem um formato de jogo que é, e sempre foi popular, é o de Card Games. Você provavelmente conhece um jogo que

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Se tem um formato de jogo que é, e sempre foi popular, é o de Card Games. Você provavelmente conhece um jogo que entre na categoria de Card Game, ou até mesmo sabe jogar um ou mais jogos nesse estilo, e isso não é de se estranhar, já que eles sempre foram, e provavelmente sempre serão bem populares entre jogadores de todas as idades. 

E isso faz todo sentido! Por mais que todos eles tenham alguma característica em comum, sendo os principais pontos de similaridade entre esses jogos o incentivo a coleção de cartas, para montar seus próprios Decks (ou Baralhos, se preferir), e então, enfrentar outros jogadores com seus próprios Decks. Não tem como negar que esses jogos são muito divertidos e viciantes, sendo realmente empolgante quando você consegue consegue dar aquela virada incrível em uma partida que você estava perdendo, ou quando finalmente você consegue montar o seu Deck perfeito depois de horas de dedicação, planejamento, e estratégia, ou até mesmo, a satisfação e felicidade quando você finalmente consegue aquela carta ultra rara que estava querendo tanto conseguir, ou simplesmente conseguiu na sorte.

Realmente, os motivos não são poucos o porque muitas pessoas gostam desses jogos e sempre jogam eles quando possível, mas também é compreensível o porquê de algumas pessoas não se interessarem ou não quererem jogar eles, e são motivos totalmente justos reais, como a falta de amigos para jogarem esses jogos, já que eles requerem mais de um jogador que tenha um Deck para jogar contra você, e até mesmo os preço e investimento necessário para jogar eles, já que, por mais que não seja tão caro começar a jogar esses jogos (Alguns até mesmo sem custo nenhum para começar), é inegável a fama que esses jogos possuem de lhe fazer gastar dinheiro, já que não só são sempre lançadas mais e mais cartas com diversos poderes, regras, e habilidades diferentes, como as mais raras e poderosas não só são super difíceis de encontrar, como elas também podem ser bem caras.

Porém, para esses casos, há um jeito de você conseguir jogar, pelos Videogames!

Sim, é bem claro que, com o enorme sucesso que esse modelo de jogo tem, uma hora ou outra eles iam para nos mundo dos jogos digitais, na verdade, já estão lá faz tempo! Seja em consoles ou em computadores, é sempre possível encontrar os Card Games, mas hoje, eu quero falar dos que não estão nessas plataformas, mas sim, nos celulares!

Hoje, eu quero apresentar para vocês, 5 Card Games para celular que você precisa conhecer! Para não só você se divertir onde quiser, graças aos celulares serem portáteis e acessíveis, mas com quem quiser, já que uma das principais graças desses jogos, é a possibilidade de jogar com jogadores de qualquer lugar do mundo!

Então, sem mais delongas, vamos lá!

Shadowverse

Bom, para começar, vamos para um que é realmente bem interessante e detalhado, Shadowverse.

Shadowverse é um jogo feito pela Cygames, empresa responsável por jogos como Granblue Fantasy, Princess Conect, entre vários outros. Nele, você deve montar o seu Deck com 3 tipos de cartas, os Followers (Seguidores), que são cartas que irão atacar os Followers dos seus adversários, ou eles diretamente, as cartas Amulets (Amuletos), que você joga no seu lado do campo e irão ocupar um espaço nele por tempo limitado ou permanentemente, lhe dando algum efeito e vantagem enquanto ele estiver no campo ou quando sair dele, e as Spells (Feitiços), que tem possuem diversos efeitos, que podem influenciar tanto as cartas no campo, os jogadores, e até mesmo as cartas fora de campo, como as que ficam na sua mão.

Mas um dos grandes diferenciais de Shadowverse, é que, além de você ter que escolher as cartas do seu Deck, você deve também escolher o seu estilo de jogo!

Algumas cartas são específicas para tipos diferentes de Decks, que correspondem a diferentes líderes, cada um com seu estilo de jogo e regra específica, deixando as partidas ainda mais intensas e interessantes.

Já outro detalhe interessante, é que o jogo possui sua própria história, que é protagonizada pelos líderes do jogo, que interagem entre si em uma grande aventura.

Na questão técnica, Shadowverse realmente não peca, com efeitos bem bonitos, animações bem feitas, cenários bem feitos, e até mesmo com dublagem nas cartas!

Se você quer jogar um Card Game realmente desafiador, bem detalhado, e único, Shadowverse é o jogo ideal para você!

Gwent

Agora, vamos para um jogo que eu acredito que você deveria conhecer principalmente se você for um fã de The Witcher, Gwent!

Se você já jogou The Witcher 3, você provavelmente conhece bem Gwent, já que ele é um jogo que está presente dentro de The Witcher 3, sendo até mesmo necessário aprender a jogar ele e a ganhar partidas no jogo para completar algumas Side Quests e missões opcionais.

E bem, se você gostou do jogo nos consoles, saiba que existe uma versão Mobile dele!

Gwent traz o jogo da mesma forma que estava presente em The Witcher 3, e da melhor forma possível.

No jogo, para montar o seu Deck, você deve escolher entre 4 facções, e em todas elas você tem 5 tipos de cartas para escolher, as cartas que representam unidades sendo 3, às Close Combat Units (Unidades de combate a curta distância), Ranged Units (Unidades de média distância), Siege Cards (Unidades de longa distância), além das Weather Cards (Cartas de clima), e as Special Cards (Cartas especiais), sendo que várias dessas cartas possuem referências ao mundo de The Witcher.

E bem, eu posso até continuar a falar dos vários elementos, e das regras do jogo, mas como afirmei anteriormente, se você já jogou The Witcher 3, é bem provável que você já saiba jogar Gwent, e bem, a versão Mobile realmente não varia muito em questão de jogabilidade, mas elas traz sim alguns elementos distintos, principalmente em questão visual, em algumas cartas novas, e em seu Multiplayer, e ainda mais algumas diferenças que a tornam distinto de sua versão do Game original, sendo indispensável para qualquer fã de The Witcher.

Legends Of Runeterra

A vários jogos que se tornaram verdadeiros sucessos e fenômenos no mundo dos Games, é um que certamente é indispensável de se falar quando tocamos nesse assunto, é o League Of Legends!

E esse sucesso até hoje é tão grande, mas tão grande, que até hoje o universo dentro do jogo continua se expandindo mais e mais, com diversos personagens, histórias, e até mesmo outros tipos de conteúdo, como o musical, e até outros tipos de jogos, como jogos RPG e de Luta, por exemplo.

E um desses novos produtos é Legends Of Runeterra, um Card Game Mobile que traz o universo do League Of Legends em um jogo de cartas, e faz isso de forma muito bem feita.

Aqui, é possível construir Decks com os vários personagens do mundo do LOL, como Ezreal, Jinx, Garen, dentre vários outros campeões.

Aqui, o objetivo é derrotar o cristal do adversário, e para alcançar esse objetivo, o jogo traz muitas cartas bem bonitas e efeitos realmente únicos, que tornam as partidas não só bem dinâmicas, mas também bem acirradas, já que com uma boa estratégia, é possível virar o jogo em poucos turnos, caso o outro jogador se descuide.

Por fim, o jogo também traz várias novidades e elementos interessantes para os fãs dos personagens e do mundo em que habitam, Legends Of Runeterra expande ele ainda mais, com várias novidades interessantes.

Se você é fã de League Of Legends, Legends Of Runeterra é um ótimo jogo para você, é até mesmo caso você não seja um fã, vale a pena jogar, sendo esse jogo um bom portal de entrada para quem nunca conheceu esses personagens, e está interessado neles pela primeira vez.

Yu-Gi-Oh Duel Links

Agora, não podia faltar nesta lista um jogo do Card Game que já foi fenômeno aqui no Brasil, principalmente no início dos anos 2000, Yu-Gi-Oh!

Yu-Gi-Oh Duel Links trás os personagens do mangá, e das várias outras temporadas do anime para um mundo virtual, de nome “Duel Links”. Mas mesmo que os personagens sejam os mesmos, o jogo possui algumas pequenas mudanças aqui, em relação a sua versão TGC. Os principais diferenciais de sua jogabilidade em comparação com a versão real do jogo são três, a primeira sendo o campo reduzido, a segunda sendo os pontos de vida reduzidos para 4000 (Como era no anime), e a possibilidade de usar diversas habilidades, sendo algumas exclusivas para cada personagem, se assemelhando e fazendo referências a como eles duelavam no anime!

Além disso, há vários personagens que vieram dos animes, mas das várias temporadas que não vieram para o Brasil, como 5D’s, e Zexal por exemplo, que veio recentemente ao jogo.

Se você é fã de Yu-Gi-Oh, provavelmente já joga o Duel Links, mas se você gostava do anime quando ele passava na TV, é uma ótima oportunidade para conhecer e experimentar esse jogo!

ZENONZARD

E agora, para fechar essa lista, um jogo bem único nesse meio de jogos, ZENONZARD!

O grande diferencial de ZENONZARD é que ele possui um sistema totalmente baseado em Inteligência Artificial e Machine Learning, em que ao invés do seu objetivo ser enfrentar outros jogadores do mundo real, você enfrenta os diversos NPCs do jogo, que não só irão jogar com você de formas únicas, mas também aprendendo com você, aprendendo suas jogadas e estratégias, e até mesmo aconselhando você caso encontrem alguma falha em seus planos, ou te derrotem.

Este sistema é bem único, e além dele, outro atrativo de ZENONZARD é a aparência realmente bela do jogo, que possui personagens em estilo Anime e cartas bem bonitas.

Pode parecer estranho à primeira vista um jogo desses ter como foco somente o desafio contra a IA, já que é bem comum, e é até incentivado por outros jogos desse estilo que você jogue com seus amigos, mas além de todo esse sistema robusto de jogabilidade, eu acredito que nesse meio é bem interessante ter um jogo em que você não deve ter muita pressa para fazer suas jogadas, correndo o risco de deixar o outro jogador esperando, de poder jogar de forma tranquila e pensando em cada movimento, e até mesmo de desenvolver a inteligência artificial que te auxilia junto com você, sendo um conceito bem interessante.

Mas não se engane se você acha que outros jogadores não impactam, já que um modo do jogo é a possibilidade da IA jogar com Decks de outros jogadores, e jogar com eles, para que mais uma vez, você possa aprender mais estilos de jogos diferentes.

Em suma, ZENONZARD traz um conceito bem diferente e inovador para o gênero de Card Games, e se novidades são do seu interesse, acredito que será interessante jogar esse jogo!

 

Bom, por hoje é só pessoal! E vocês? Quais Card Games vocês jogam? Eles possuem alguma versão disponível para celulares? Achou quem teve algum jogo faltando nesta lista? Comente aqui para nós ou nas redes sociais! 

 

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Tales of Crestoria: O mais novo conto está em suas mãos! https://animesonlinebr.org/review/tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos https://animesonlinebr.org/review/tales-of-crestoria-o-mais-novo-conto-esta-em-suas-maos/#comments Tue, 28 Jul 2020 19:00:00 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=10899 Tales of Crestoria é o mais novo jogo Mobile da série “Tales of…”, também conhecida somente como “Tales”. A série Tales é bem

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Tales of Crestoria é o mais novo jogo Mobile da série “Tales of…”, também conhecida somente como “Tales”. A série Tales é bem antiga, tendo como o seu primeiro jogo “Tales of Phantasia”, que foi lançado somente para no Japão para o Super Nintendo, mas depois foi relançado para as Américas na sua versão de Game Boy Advance, para nós no entanto, o primeiro jogo da série foi Tales of Destiny, que foi lançado originalmente em 1997 no Japão, mas veio nos EUA em 1998.

Pode não parecer hoje em dia, mas a série Tales naquela época foi bem relevante no Japão desde o seu primeiro jogo, e isso se deve a vários motivos, desde a sua narrativa, como seu visual e estilo, que procuraram trazer uma aventura única e bem próxima aos animes daquela época, possuindo o carismático visual de Kosuke Fujishima, um ótimo elenco de voz, e até mesmo um tema de abertura, sendo esse último elemento bem raro para jogos no Super Nintendo na época.

Mas bem, desde aquele lançamento, anos se passaram, e a franquia conquistou o mundo, com cada história e elenco de personagens diferentes e super carismáticos, sendo esses os pontos mais fortes da série até hoje, mas ela também foi mudando conforme os anos, tanto em estilo quanto em jogabilidade, sendo até difícil dizer que o primeiro jogo faz parte da série hoje em dia, mesmo que vários elementos clássicos tenham se mantido.

Nesse ano de 2020, a franquia está completando seu aniversário de 25 anos, com vários lançamentos e novidades na porta, como o já anunciado ano passado, Tales of Arise, e mais recentemente, Tales of Crestoria, que depois de meses sendo adiado, finalmente está em nossas mão para podermos experimentá-lo, possuindo como proposta uma aventura única e original, que traz em sua narrativa os vários personagens da série Tales, sendo tanto um jogo Cross over, mas ainda sim com o mesmo padrão de história e de qualidade dos jogos Tales, e que pudesse ser aproveitado tanto por jogadores novatos, que nunca jogaram um jogo da série, como também para os veteranos, que a amam de paixão.

Mas Tales of Crestoria consegue mesmo cumprir essa promessa? Ele consegue mesmo ser um bom jogo da série, mesmo sendo Mobile? E também, agradar esses dois tipos de jogadores? Vamos descobrir!

Narrativa

A narrativa do jogo conta a história de Kanata Hjuger, um jovem simpático, sincero, com um grande coração e um enorme senso de justiça, que junto de sua amiga Misella, cuidam de um orfanato no vilarejo onde vivem, sendo esse o orfanato do vilarejo possuindo como dono o pai de Kanata, Cody, que é muito respeitado e admirado por todos, principalmente por Kanata.

Porém, em um certo dia, quando Kanata não estava conseguindo dormir em seu quarto, ele foi chamado por um dos garotos do orfanato, o Nash, que estava inquieto, e disse que precisava contar a verdade para Kanata. Ao chegarem no orfanato no meio da noite, Kanata descobre a verdade por trás do estabelecimento. Por trás dos panos de orfanato, o lugar na verdade traficava e vendia crianças, sendo o principal responsável por isso o seu pai, que ele tanto admirava. Em meio a raiva e repulsa que estava sentindo naquele momento, Kanata acaba, por impulso, assassinando seu próprio pai, com o intuito de salvar as crianças do orfanato, porém, ao fazer isso, a vila inteira julga Kanata como um criminoso, por ter assassinado alguém que todos viam com bons olhos e clamam pela morte dele. Em meio ao desespero e medo daquela situação, Kanata foge do lugar, e estava pronto para morrer pelos Enforcers, que são os responsáveis a dar a sentença de morte a aqueles que são julgados pela população, porém de maneira inesperada, um homem misterioso, Vicious, salva Kanata, e o concede um poder que surge do seu pecado e da sua vontade de viver, uma Blood Sin. Sem destino, o garoto resolve acompanhar Vicious em sua jornada, mas antes disso, eles resolvem fazer uma parada no vilarejo, para poderem descansar da noite cheia, porém, mal sabia, eles que muito mais iria acontecer naquele mesmo dia.

Esse é o começo de Tales of Crestoria, mas a história ainda garante vários momentos marcantes e divertidos ao decorrer dela, possuindo vários capítulos já no lançamento, mas ainda sim prometendo adicionar outros para continuar a história. Um ponto legal, principalmente para os fãs, é que além dos personagens novos, nesse começo já aparecem outros personagens mais antigos, como o Cress, do Tales of Phantasia, e a Milla, do Tales of Xillia, além de outros, mas não vou entregar essas surpresas.

Por fim, durante a história, também estão presentes Skits, que são conversas curtas entre os personagens que ocorrem na transição de um capítulo para outro, outra característica padrão da série Tales

Jogabilidade

A jogabilidade de Tales of Crestoria é simples e fácil de entender, principalmente se você já jogou um RPG Mobile, ou um jogo Gacha.

Aqui, diferente dos jogos da série Tales, que são Action RPGs, ou seja, RPGs de ação, no qual você tem controle livre do personagem e de suas ações, aqui os combates são em turnos, típicos de RPGs mais tradicionais, sendo os principais elementos que são relevantes nas partidas são, a ordem dos personagens no grupo, quando utilizar suas habilidades, e principalmente, o elemento de cada um deles, mas como assim “elemento”?

Sim, elemento, outro ponto que diferencia Tales of Crestoria dos outros jogos da série são os elementos dos personagens, aqui, cada personagem possui um elemento, que lhe dará uma vantagem ou desvantagem em luta, por exemplo, Sorey, o protagonista de Tales of Zestiria, foi caracterizado com o elemento vento no jogo, logo, ele terá desvantagem se entrar em combate contra monstros ou personagens do elemento terra, porém, ele terá uma vantagem significativa se lutar contra monstros e elementos do tipo água, por exemplo. Os elementos do jogo são 6, os 4 Água, Terra, Fogo, e Ar, e mais 2 elementos, Luz e Trevas, que diferente dos 4 elementos, que possuem vantagem em “círculo” (Água ganha de Fogo, que ganha de Terra, que ganha de Ar, e etc.) eles possuem vantagem e desvantagem entre si, sendo Luz eficiente contra Trevas e vice-versa.

Mas como você consegue esses personagens para montar o time? Então, ai está uma parte polêmica.

Tales of Crestoria utiliza o tão conhecido sistema Gacha, que é necessário tanto para conseguir personagens, como também para conseguir Memoria Stones, que são pedras que oferecem diversos atributos para o seu time.

Por fim, outros elementos que são típicos de jogos Mobile são as Quests especiais, e existem várias delas, desde Quests para evoluir seus personagens, conseguir Gald (O tipo de moeda padrão da série Tales) e também para evoluir os personagens e as suas Memoria Stones, além das Quests em Raid, em que são necessários vários jogadores para cumprir elas.

Trilha sonora e dublagem

Bom, por mais que a jogabilidade tenha saído diferente do padrão da série, algo que não saiu muito do padrão foi a qualidade de sua dublagem e trilha sonora.

Diferente dos jogos para consoles da série Tales, o jogo possui vozes somente em japonês, a língua original do jogo, mas o elenco dos personagens novos é excelente, sendo que todos já possuem bastante experiência na dublagem de animes e outros jogos, já os personagens dos jogos anteriores da série Tales, em sua maioria são dublados pelo mesmo elenco dos jogos e das animações originais, sendo raríssimas as exceções de uma troca de voz, o’que também é um ponto muito positivo, principalmente para os fãs que gostam e tem saudades das vozes originais.

Já sobre a trilha sonora, ela é ótima, principalmente para os padrões de jogos mobile, os temas, tanto os exclusivos modo história como os principais de batalha, chefes, e até mesmo do menu são muito bem feitos,e isso é muito bom, já que devido a natureza dos jogos de celular, essas músicas não podem cansar o jogador. Também dou crédito aqui a música de abertura do jogo, Mitsu to Tooboe (Ou “Howling for honey), pela banda Gesu No Kiwami Otome, que também é excelente, e falando na abertura…

Visual

Outro ótimo ponto de Tales of Crestoria é o seu visual.

O jogo segue o mesmo padrão de todos os jogos Tales, procurando trazer personagens estilosos e no estilo dos Animes, e como sempre, eles não fizeram feio.

No estilo e design dos personagens, a equipe foi composta de vários artistas talentosos, mas com certeza os nomes principais e mais chamativos são os de Miyuki Kobayashi, Daigo Okumura, e os veteranos da série Tales, Kosuke Fujishima e Mutsumi Inomata, que são responsáveis pelo design dos personagens e o visual da série há anos.

O jogo possui um visual 3D, e eles também não pecaram nessa parte visual, já que os modelos dos personagens são muito bem feitos e muito bem trabalhados, bem coloridos, cheios de detalhes, e bem fiéis aos seus jogos de origem.

Já o jogo também possui animações, e isso pode ser um ponto que divida os fãs, porque diferente de serem trabalhados pela Ufotable, que é o famoso estúdio de animação, que produziu as animações dos jogos mais recentes da série, dessa vez quem ficou por conta da animação foi o WIT Studio, que é sim tão bom quanto e também muito bem consagrado na produção e animação de Animes, mas ainda sim é um ponto que pode dividir os fãs. Eu pessoalmente amei o trabalho, a animação é muito bem feita e muito bem trabalhada, principalmente na sequência de abertura e nos momentos críticos da história, então acredito que nesse ponto, o jogo também não deixa a desejar.

Positivos VS Negativos

Mas agora, vamos aos pontos do jogo que não são tão agradáveis ou que deixam a desejar.

Bom, eu sei que são pontos podem ser óbvios, mas acredito que alguns deles ainda precisam ser ditos, tanto para os veteranos da série Tales, ou os que não estão acostumados com jogos Gacha.

A narrativa do jogo não está completa ainda, por mais que tenha uma boa porção de capítulos e bons momentos de história, ela ainda não está inteira ainda, e sinceramente, acredito que ela está só começando, já que o jogo promete ainda ter um bom tempo de vida.

No momento em que estou escrevendo essa matéria, o jogo é muito recente ainda, então ele não é livre de Bugs, erros e Glitches, pelo menos em minha experiência, houve diversos momentos de falha de conexão, dificuldade em acessar alguns menus, e casos em que o jogo sofreu “Crash” e teve que ser reiniciado.

Por mais que eu entenda e aceite o motivo, acredito que não vão ser todos os fãs que vão gostar da transição de RPG de ação para RPG de turnos, principalmente porque a série Tales desde sempre é reconhecida pela parte “ação” da fórmula, mesmo que já tenha tido vários Spin-offs que tenham mudado a fórmula antes.

O jogo não está localizado em português, normalmente, eu não vejo isso como um problema tão grande e necessário de destaque, já que infelizmente para nós do Brasil, é bem comum não terem jogos localizados em nossa língua, porém, já faz tempo que os jogos mais recentes da série estão sendo localizados com texto em português, ou seja, caso um fã que não saiba inglês queira jogar o jogo, ele pode ter um pouco mais de dificuldade para se divertir

No jogo, assim como em qualquer jogo Gacha, os personagens são divididos em raridade, sendo sempre os melhores e os favoritos dos jogadores, os mais raros, isso é até compreensível, porém, algo que eu realmente não gostei foi a limitação das Mystic Artes somente para os personagens mais raros, não só porque isso é uma limitação da mecânica pela raridade, como também as Mystic Artes sempre foram um ponto chamativo e muito legal da série Tales, logo, fazer uma barreira para quais personagens podem usá-la foi algo bem desagradável de ver.

Por fim, pelo menos na minha opinião, eu achei o custo para fazer a invocação dos personagens muito cara. Sim, eu entendo os jogos Gacha, e que é normal que esse custo seja alto e que a raridade dos personagens mais raros seja bem alta, mas sendo que em cada missão você só pode conseguir no máximo 30 Gleamstones, sendo Gleamstones a moeda necessária para fazer essa invocação, só para fazer uma é necessário jogar mais de 9 missões, isso se você não quiser pagar nada, claro, já que o custo mínimo de invocação é de 250 Gleamstones, e se você não conseguir o personagem que quiser, mesmo fazendo a invocação de 2,500 Gleamstones, que lhe garante um personagem SR ou SSR, é possível ter bastante frustração nesse processo.

Outros destaques

O jogo possui diversas referências a Tales, não só pelos personagens presentes, mas também em vários elementos, um exemplo disso é o fato de que, dependendo do time que você fizer, as comemorações de vitória serão interações entre os personagens no time, até mesmo personagens que não são do mesmo jogo.

Um ponto que eu achei bem legal, é que ao começar o jogo, você pode escolher seu personagem favorito da série Tales para ter no seu time, independente da raridade, e eu achei isso ótimo, já que em muitos jogos, é difícil você conseguir seu personagem favorito no começo, principalmente se ele for muito raro, fazendo com que muitos jogadores queiram começar de novo, com táticas conhecidas, como o “Reroll” por exemplo.

Os personagens mais raros, que são os SSR, diferente dos personagens menos raros, que são SR e R, possuem não só um Portrait do personagem, mas uma ilustração inteira, com plano de fundo e tudo mais, e todas elas são bem bonitas.

O jogo possui um mini glossário dentro dele, explicando cada jogo, animação, cada personagem e etc, e isso é um detalhe super legal, principalmente para os novatos que querem conhecer mais da série, ou dos personagens que estão aparecendo.

Conclusão

Tales Of Crestoria é bem divertido e engajante, para os padrões de jogos Mobile.

O jogo tem bom visual, boa trilha sonora e a jogabilidade não é ruim, mas o ponto que eu dou mais destaque é a narrativa, que sinceramente, nesse começo de jogo, é bem promissora, e acredito até mesmo que é digna de ser considerada tão boa quanto os jogos para consoles de mesa, com personagens bem divertidos e ótimos momentos, tanto de tensão, como de diversão e humor.

Se você é um fã da série Tales, acredito que você vai amar o jogo, mesmo ele sendo bem diferente, acredito que os pontos positivos dele são bem atrativos para os fãs da série, sendo um prato cheio para eles.

Mas, se você não for um fã da série, ou esse for o seu primeiro contato com ela, acredito que vale a pena experimentar um pouco, e caso você goste, recomendo ir atrás dos outros jogos também, mas saiba que, pelo menos em questão de jogabilidade, eles são bem diferentes desse jogo, sendo praticamente outro gênero.

Tales of Crestoria está disponível para IOS e Android.

Notas:

Gráficos: 4

Jogabilidade: 3

Diversão: 4

Som: 4

Narrativa: 4

Geral: 3,8

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