Aventura - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Mon, 08 Apr 2024 17:55:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Aventura - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Pepper Grinder: a Plataforma 2D diferente de tudo que você já jogou https://animesonlinebr.org/review/pepper-grinder-a-plataforma-2d-diferente-de-tudo-que-voce-ja-jogou/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pepper-grinder-a-plataforma-2d-diferente-de-tudo-que-voce-ja-jogou https://animesonlinebr.org/review/pepper-grinder-a-plataforma-2d-diferente-de-tudo-que-voce-ja-jogou/#respond Mon, 08 Apr 2024 17:55:07 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=38613 Estamos em 2024 e ainda há quem torça o nariz para as Nintendo Partner Showcase, é uma pena, porque elas sempre são uma

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Estamos em 2024 e ainda há quem torça o nariz para as Nintendo Partner Showcase, é uma pena, porque elas sempre são uma excelente oportunidade de descobrir novas joias que estão por vir, foi na última partner showcase que soube de Pepper Grinder, e é mais uma prova de que precisamos dar moral para a Nintendo Parter Showcase, e Pepper Grinder (e para a Devolver Digital!).

O que é

Pepper Grinder é um jogo de ação, aventura e plataforma. Desenvolvido pela desenvolvedora indie Ahr Ech e publicado pela Devolver Digital. Lançado em 28 de março de 2024 para o Steam e Nintendo Switch. Aqui você encarna Pepper, que tem seu tesouro roubado, e vai usar sua furadeira ao máximo para coletar tudo o que lhe foi roubado, enquanto viaja por todo um mundo fascinante.

Tá, mas O QUE É PEPPER GRINDER?

Chamar pepper grinder de um jogo de plataforma 2d parece errado. Sim é um jogo 2D, e o que você vê na tela realmente é uma plataforma, mas toda a jogabilidade é pautada pela sua furadeira gigante que te permite basicamente nadar por cenários, mesmo que eles sejam sólidos! Não é uma plataforma em que você pula e corre, aqui você também mergulha, salta, usa a aerodinâmica pra pegar impulso e dar saltos ainda mais altos. É um elemento diferente que dá um novo ar a um estilo de jogo tão popular.
Então sim, é um jogo de plataforma, que vai além do que estamos acostumados. Mas a mecânica de furar para conquistar poderia ficar cansativa e repetitiva rapidamente, então o jogo propõem novos desafios e novos usos a sua ferramenta, então não pense que só de escavação vive Pepper! A cada novo nível um novo desafio é proposto, é bem fácil entender como a jogabilidade funciona em um primeiro momento, mas os desenvolvedores foram bem criativos e você também terá que ser para avançar.

Recupere o que é seu

A trilha de moedas no chão está presente por todos os biomas, e gostaria de te lembrar que são SUAS MOEDAS QUE FORAM ROUBADAS, então é melhor recuper o que é seu, não perca uma chance de recuperar partes do seu tesouro (e é claro, se emburacar na terra!). Essas moedas podem ser gastas em melhorias, não veja isso como um gasto, é um investimento!
A arte pixelada casa perfeitamente com a atmosfera do jogo, e a cada nova área você encontra novidades e detalhes bem caprichados nos cenários, alguns elementos me deixaram bem curiosa para saber mais sobre esse mundo. A trilha sonora é bacana, mas brilha mais em certas boss battles. Isso aqui é uma review sem spoilers mas eu só quero dizer que há muito tempo não jogava uma boss battle tão criativa como uma ceeerta boss battle presente no jogo.

O veredito

Pepper Grinder consegue adicionar um simples item a sua gameplay e diversificá-lo ao máximo, criando uma experiência muito diferente de tudo que já joguei. Extremamente cativante, divertido e sempre fugindo da mesmice, Pepper grinder é um jogo fácil de jogar e difícil de largar. A progressão de dificuldade é justa e o level design vai te colocar pra pensar, outro grande acerto da Devolver Digital.

Notas

Gráficos: 5/5

Jogabilidade: 5/5

Diversão: 5/5

Som: 5/5

Narrativa: 2/5

Geral: 4.4/5

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Gunbrella: arma + guarda chuva = jogão https://animesonlinebr.org/review/gunbrella-arma-guarda-chuva-jogao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gunbrella-arma-guarda-chuva-jogao https://animesonlinebr.org/review/gunbrella-arma-guarda-chuva-jogao/#respond Wed, 20 Sep 2023 12:10:55 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=36566 Um belo dia você sai de casa para pegar ingredientes para a janta, e ao voltar você encontra sua mulher assassinada e sua

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Um belo dia você sai de casa para pegar ingredientes para a janta, e ao voltar você encontra sua mulher assassinada e sua criança está desaparecida, como se já não fosse grave o bastante, a única pista no local é um guarda chuva, que também é uma arma. Ficou curioso? Calma que esse é só o topo do iceberg de Gunbrella (ella,ella, ê ê).

O que é

Gunbrella é um jogo de ação e aventura neo-noir,desenvolvido pelo estúdio Doinksoft e publicado pela Devolver Digital . Lançado em 13 de Setembro de 2023 para Nintendo switch e PC. Gunbrella combina elementos típicos de jogos de tiro e plataforma, enquanto tem como característica principal o uso de uma única ferramenta durante todo o jogo: Gun (arma) + brella (de unBRELLA= guarda chuva).

história

Aqui você encarna esse pai/marido sem nome que perdeu tudo, você e sua gunbrella vão em busca de respostas, e acabam esbarrando em cenários e inimigos inimagináveis. Como sempre, ao prezar por uma review sem spoilers de um jogo recém lançado, serei bem vaga quanto a detalhes do enredo. Mas posso afirmar que a história e personagens são a força motriz do jogo, por mais que tenha interagido pouco com alguns, o jogo se preocupou em fazer com que me importasse com cada um deles. A história tem desdobramentos para um tópico muito real, e é impossível passar por certos diálogos sem fazer um paralelo com nossa realidade. Apesar de ser profundamente pautado em sua história, os diálogos não curtos e os desenvolvedores conseguiram fugir de longos parágrafos expositivos, sendo sempre sucinto e eficaz em seus diálogos. Afim de poupar detalhes para que sua experiência jogando seja mais rica, não comentarei o final, mas saiba que tenho uma opinião!

a estrela do show: Gunbrella

A gunbrella é sua chave mestra no jogo, sem ela você não conseguiria ir a lugar nenhum, uma arma extremamente versátil e pronta para todo tipo de combate e escapada. Me senti a própria Mary popins voando por ai (mas acho que Mary nunca matou ninguém).
Ela já se apresenta desde o primeiro momento como uma arma super versátil e bem forte, capaz de atirar com munições diferentes, protejer e até mesmo te ajudar na locomoção. Os tiros de espingarda são infinitos, busque o melhor uso possível para sua gunbrella, as vezes é possível fazer umas gracinhas que vão poupar seu tempo.

gameplay

Ao longo de sua gameplay você revisitará alguns pontos em que já esteve previamente, mas o jogo não é um Metroidvania, então nao fique quebrando a cabeça procurando melhorias ou passagens que não estavam ali anteriormente. No geral, se você não sair da linha por side quests, a gameplay é bem linear.
Falando assim pode até parecer que gunbrella é um jogo de plataforma e sidescroll convencional, mas o game se esforça para passar linge disso, e consegue! Uma dica de amiga: não baixe a guarda nunca, os inimigos são mais durões do que parecem, e podem vir de QUALQUER lugar, e nem me refiro aos chefões, tomei muito dano de inimigos regulares porque não esperava que surgissem NAQUELE MOMENTO/NAQUELE LUGAR.
Ao longo do jogo você conseguirá recolher moedas que poderão ser usadas pra comprar pílulas ou alimentos pra melhoras sua saúde, mas de modo geral você não precisa se preocupar tanto com seus saves, o jogo é bem generoso com save points.

gráficos

O jogo tem esse belo estilo de pixelart que consegue transmitir bem o clima de cada localidade,  também passa muita expressividade para esse mundo e personagens. Além do gráfico lindo, a trilha sonora casa muito bem com o jogo e sua atmosfera geral.

Tive a oportunidade de jogar Gunbrella antes de seu lançamento oficial, por isso lidei com um bug meio chatinho que já deve ter sido corrigido no momento em que você lê esse texto. Ao perder para um chefão, meu save point anterior não constava, por isso gastei mais tempo para refazer o caminho e chegar novamente ao inimigo. Repito, esse bug estava presente na minha versão anterior ao lançamento oficial do jogo, e imagino que já tenha sido corrigido no primeiro patch.

O veredito

Gunbrella é um jogo misterioso, cativante e super divertido. Com combates criativos e inimigos que vão do “carinha chato” até o “MISERICÓRDIA”, e podem te dar um trabalho bem considerável dependendo da dificuldade que escolha para sua gameplay. Uma experiência que recomendo a todos os entusiastas de jogos de ação, e sinto que esse universo pode ser ainda mais explorado no futuro.

Notas:
Gráficos: 4/5
Jogabilidade: 4/5
História: 5/5
Diversão: 4/5
Som: 5/5
Geral: 4,4/5

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Behind the Frame é uma obra prima https://animesonlinebr.org/review/behind-the-frame-e-uma-obra-prima/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=behind-the-frame-e-uma-obra-prima https://animesonlinebr.org/review/behind-the-frame-e-uma-obra-prima/#respond Tue, 20 Jun 2023 15:00:37 +0000 https://animesonlinebr.org/?p=35930 Tenho o costume de anotar nomes de jogos que despertam minha curiosidade, em dezembro de 2021 Behind the Frame: The Finest Scenery foi

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Tenho o costume de anotar nomes de jogos que despertam minha curiosidade, em dezembro de 2021 Behind the Frame: The Finest Scenery foi anunciado para nintendo Switch, e no mesmo dia foi parar na minha caderneta de interesses. Mais de um ano e meio depois, finalmente decidi ver o mundo por trás de sua moldura, e encontrei uma obra de arte de uma beleza sem igual.

O que é

Behind the Frame: The Finest Scenery  se descreve como um jogo de aventura (mas eu tenho que discordar, o jogo puxa muito mais para o lado das visual novels e puzzles)  criado pelo desenvolvedor taiwanês Silver Lining Studio e co-publicado pela Akupara Games e Akatsuki Taiwan Inc. O jogo foi lançado para Microsoft Windows, macOS, iOS e Android em agosto de 2021, e depois para Nintendo Switch e PlayStation 4 em junho de 2022. Optei por jogar no Pc porque no momento em que escrevo esse texto, o jogo está mais barato na Steam, R$23 reais de diferença para ser mais exata. O jogo é curto e a história principal pode ser concluída em menos de uma hora.
No jogo você encarna uma pintora que está preparando sua obra prima, com um objetivo ambicioso em mente, voce se desdobra entre sua arte e atividades cotidianas. Mas embora queira focar em sua arte, não pode deixar de reparar na estranheza de seu vizinho (também pintor), e seu gato, que invade sua casa e te distrai. Aos poucos, o jogo de puzzles leves ganha uma aura de mistério e te deixa com a pulga atrás da orelha para entender quem são as pessoas que te cercam, e quem é você?

Quem onde e quando?

Escrever essa sinopse sem dar nenhum detalhe comprometedor foi um belo malabarismo, pois aqui cada detalhe, cada diálogo, cada cena, cada memória importa. Esse não é um jogo para distrair, é um jogo para te deixar alerta, não dar a devida atenção a um diálogo ou puzzle pode te fazer perder o fio da miada, e não entender o que está acontecendo, ou o final. O fim do jogo é lindo e não subestima a inteligência do jogador, não é um “aconteceu isso e fim”, as peças estão na mesa, e para bom entendedor meia palavra bastará. Se atente a cada etapa para não ficar confuso ao final.
O jogo alterna entre puzzles e cutscenes, interrompidas por algumas informações importantes para a compreensão da trama. Falando assim pode parecer que o jogo é uma obra de Hideo Kojima, mas não se preocupe, as ceninhas são curtas e não estão enchendo linguiça. Os puzzles são simples e vão de atividades cotidianas da moça a preencher lacunas de memória para se conectar aos fatos.

Assim como o cubismo…

Embora eu tenha amado cada segundo dessa experiência, esse tipo de jogo não vai agradar a todos. Se você quer um jogo com muitas opções do que fazer, se quer ser um agente determinante na história, talvez Behind the Frame não seja para você. O game bebe da fonte de visual novels, sua interferência aqui é pouca, você está aqui não como um agente transformador que vai mudar o rumo dos fatos como em Missed messages, mas sim como aquele que vai ligar os fatos que já estão definidos, como em florence.

Arte

O visual apresentado em Behind the frame é lindo e faz jus ao seu tema artístico. As cutscenes são muito bonitas e fluem com muita leveza. O jogo brinca com sua própria arte ao apresentar estilos diferentes para a artista, seus desenhos, outros quadros que entram em cena. Em um game que tem a arte como motor, não poderia ser diferente, o estúdio soube como aproveitar a oportunidade e entregar um jogo fascinante.
A trilha sonora é impecável, as músicas instrumentais complementam tão bem cada momento retratado, que mesmo quando a história ainda não fazia muito sentido para mim, dei uma choradinha ao notar que aquele momento teria um grande peso mais a frente, e é bem isso, você pode não ter pego todos os detalhes da história para entender o que está acontecendo ali, mas a trilha sonora sabe exatamente como fazer seu coração apertar sempre que necessário. A única musica com letras aparece ao fim do jogo, e deixa impossível pular os créditos.

O veredito

Behind the Frame é um jogo lindo e acolhedor, que aproveita sua premissa ao máximo e foge do que teríamos normalmente em uma visual novel. Estou me coçando para dar spoilers mas qualquer revelação  poderia estragar sua experiência, até o nome da protagonista pode ser um spoiler relacionado a uma música da trilha, então só digo que o jogo merece seu voto de confiança, caso goste de uma boa narrativa e de bancar o detetive, essa obra prima vai te surpreender. Ah, e após a história principal tem um capítulo bônus!

Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
História: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Geral: 5/5

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Quer jogar um jogo? Little Misfortune https://animesonlinebr.org/review/quer-jogar-um-jogo-little-misfortune/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quer-jogar-um-jogo-little-misfortune https://animesonlinebr.org/review/quer-jogar-um-jogo-little-misfortune/#respond Mon, 06 Jun 2022 18:00:11 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=32198 O que você faria se ouvisse o narrador do universo dizendo que você morrerá em breve? Como isso te afetaria? Você pensaria nas

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O que você faria se ouvisse o narrador do universo dizendo que você morrerá em breve? Como isso te afetaria? Você pensaria nas pessoas que deixaria para trás? E o mais importante: você estaria disposto a entrar em um jogo perigoso para tentar mudar seu destino e buscar a felicidade eterna? Vamos falar um pouco de Little Misfortune.

Little Misfortune
o biscoito diz : Você vai morrer hoje

O que é?

Lançado em 18 de setembro de 2019, desenvolvido e publicado pela KillMonday Games AB, Little Misfortune é um jogo de aventura, com elementos de terror e suspense, a jogabilidade é “point and click”, em formato 2D. Nossa protagonista é Misfortune Ramirez Hernandez, de 8 anos de idade, que, acompanhada por seu novo amigo, Mr. Voice, a garotinha vai participar de um jogo, tudo em busca da Felicidade Eterna. Misfortune lteralmente significa ´´Desafortunada“, então as coisas não parecem muito favoráveis, mas não se preocupe pois Mr. Voice irá ajudá-la (ou não).
Little Misfortune
esses carrinhos estão me matando com sua fofura, tão fofos.

clicar e apontar mas…

A mecânica “Click and point” pode ser usada de formas muito criativas, mas aqui o estúdio apostou na simplicidade de clicar nas escolhas e lidar com suas consequências, mas o jogo poderia se beneficiar de puzzles ou outras formas de dar uma “sacudida” na gameplay.
A ideia de guiar seus caminhos e ver o que se desenrola disso é algo que adoro, quando bem executada, e infelizmente o jogo deixa a desejar nesse ponto. Pois sim, suas escolhas terão pesos diferentes em aspectos distintos, mas o jogo cai na obviedade com frequência e desliza em um ponto crítico… a protagonista, ou melhor, o que aconteceu com a protagonista quando o roteirista deu uma saída. Durante o jogo você acaba encontrando diferentes versões da personagem, e não digo isso como “amadurecimento de personagens”, digo como “os roteiristas esqueceram qual é a voz da personagem e o tom que o jogo pretendia seguir”.
Little Misfortune
Vamos lá, o jogo é pautado em seu humor dark, em um primeiro momento, contrastando com a inocência da personagem. Little Misfortune fala atrocidades sem ter a menor ideia do absurdo que acabou de dizer, por ser uma criança ela não vê o mundo como eu,você e o Mr.Voice. Até que os roteiristas metem o louco e largam a ideia da inocência infantil pra uma personalidade mais bruta,sarcástica e … desagradável?

Errou,mas segue o jogo

A garotinha que começou o jogo com falas pesadas sobre “como sua mãe não queria casar com seu pai, mas o fez porque estava grávida e aborto é ilegal”, perde esse tom de “choque porque uma criança falou algo pesado sem notar” e passa ao nível “piada de pum” várias vezes, a quebra da personagem vai te fazendo perder interesse nela, ou em seu futuro, ao final das 3h de jogo eu já não estava mais tão envolvida na narrativa porque a imersão é quebrada nesse multiverso de infortúnios em que temos várias versões da protagonista, no fim do jogo temos a versão mais próxima a do início que fecha um arco (principalmente se você pegar o final “eternal happiness for mommy), mas as deslizadas de roteiro no caminho não deixam o fim ser totalmente satisfatório.
House

E o prêmio de obviedade vai para…

Infelizmente os deslizes do roteiro não param por ai, até dá pra engolir a mudança súbita  de personagem da garotinha, mas o imperdoável é o plot twist que mirou no M. Night Shyamalam em “Corpo fechado” mas acertou no M. Night Shyamalam de “O último mestre do ar”.
Logo de cara, o roteiro deixa claro que “fulaninho bom,ciclaninho mau”, o que a princípio pareceu só uma forçação, pouco depois fica muito óbvio pra qual caminho o jogo vai. E o pior é que além desse plot twist capenga, dá pra sentir que os roteiristas se sentiram muito inteligentes ao arquitetar esse fim de jogo que não faz jus ao que foi proposto no começo , o jogo age como se fosse algo grandioso e que você não viu chegando, quando tudo estava tão, mais tão óbvio. Essa conexão óbvia que você provavelmente fará em 40min de jogo não chega a estragar a satisfação do final (bom,do ruim estraga sim), mas o jogo tenta fazer uma super revelação que não era lá grande coisa.
Graveyard
Paul morreu fazendo o que amava, comendo cocô

Humor

O humor mais pesado do jogo também varia bastante de tom, mas majoritariamente trazendo tópicos pesados ou desconfortáveis da vida real. Nem sempre são piadas, as vezes alguma verdade dura é jogada na sua cara e o jogo segue como se não tivesse dito nada demais. Quanto ao humor, normalmente não são piadas mas frequentemente topamos com comentários sobre a vida real, frases secas e dolorosas, ou frases soltas, umas são realmente bons e te fazem dar uma risadinha sincera, outras te fazer dar só um soprinho pelo nariz, e tem as em que o jogo se esforça demais paraa ser engaçado e falha miseravelmente.

Lindo de morrer

Mas vamos falar de coisa boa: a estética! Little Misfortune entrega gráficos cartunescos que parecem ter saído de um livro de história infantil. Com gráficos de encher os olhos, é impossível não reparar cada pequeno detalhe da tela, tudo é muito polido e bonitinho. Quanto ao som, o que mais ouvimos são os diálogos entre Miss Fortune e Mr. Voice, e eles falam bastante, funciona para a narrativa e felizmente não parece apenas um audiobook, a dublagem e inglês é muito boa.
Fox

O veredito

Little Miss fortune é um jogo que inicialmente te instiga por sua premissa e humor inusitados, enquanto enche os olhos com uma arte linda. Mas não aproveita totalmente seu potencial. Sim, é um game curto, a revelação do inimigo era óbvia, mas o final do jogo não deixa de ser satisfatório, e me fez dar uma lacrimejada sincera. Little Misfortuneme surpreendeu de varias maneiras, embora nem todas tenham sido positivas, ainda sim, foi um jogo de muito choque, e certa doçura a sua maneira, que não deixa de encantar.

Notas:
Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 3/5

Diversão: 3/5
Som: 2/5
Narrativa: 3/5

Geral: 3,2/5

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Lost in Random: salve sua irmã e o reino https://animesonlinebr.org/sem-categoria/lost-in-random-salve-sua-irma-e-o-reino/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lost-in-random-salve-sua-irma-e-o-reino https://animesonlinebr.org/sem-categoria/lost-in-random-salve-sua-irma-e-o-reino/#respond Tue, 28 Sep 2021 20:08:00 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25631 Se da última vez eu trouxe um FPS online, hoje eu trago um single player único. Tive o privilégio experimentar Lost in Random,

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Se da última vez eu trouxe um FPS online, hoje eu trago um single player único. Tive o privilégio experimentar Lost in Random, da Electronic Arts. A aparência do jogo já é suficiente para despertar nosso interesse:  logo de cara vemos uma estética que lembra animações feitas em stopmotion, como um trabalho manual e mais artístico, com um ar Tim Burton. De fato essa era uma das propostas do elaborado game: a referência visual foi um grande ponto de partida para criação desse universo baseado no trabalho de artistas plásticos, pintura digital e trabalho com argila.

Antes de tudo, eu adoro contar a história do game. Para mim, uma boa narrativa é sempre um ponto alto – especialmente nesta obra, que preza muito pelo lado artístico da composição. Sempre tento poupar vocês dos spoilers, mas dessa vez quero ir um pouquinho além. Mas nada que comprometa sua experiência, claro. Enfim, inicie Lost in Random com uma pergunta: como seria um mundo em que tudo fosse resolvido no dado?

Lost in Random: a aleatoriedade reina

Podemos traduzir Lost in Random  como “perdida no aleatório “. Entretanto, Random é o território em que acontece a narrativa, governado por uma Rainha tirana, dona de um dado mágico e um punho de ferro. A principal de suas regras é que tudo em seu território deve ser definido pelo rolar de seus dado mágico – que talvez não seja tão aleatório. Seu slogan, que deve ser repetido por toda a população, é “Random rules” (a aleatoriedade governa).

Lost in Random

Uma das principais características do governo da Rainha é a divisão do reino em em seis regiões, com pouco ou nenhum trânsito entre si – assim como os distritos de Jogos Vorazes. Toda criança, ao completar 12 anos, recebe a “dádiva” de rolar o dado mágico da Rainha, definindo a sua moradia definitiva. Cada número do dado corresponde a uma região diferente e o seis é o mais desejado – afinal, significa Sixtopia, o distrito em que habita a Rainha e uma suposta vida luxuosa. Os outros reinos são:

  • Onecroft – A população é apática no aterro sanitário de Random. Ganham a vida recolhendo o lixo dos outros reinos;
  • Two Town – Na cidade do número 2 tudo tem dois caminhos ou dois lados. O mais peculiar é que todo cidadão tem duas personalidades. Adivinha o que é que define qual personalidade reinará no dia? Sim, o dado da rainha;
  • Threedom – Onde reina uma guerra civil entre três irmãos, herdeiros do falecido Rei. Vivem em uma eterna guerra, incentivada pela rainha;
  • Fourburg – Uma terra de ninguém, dizimada após a grande Guerra dos Dados (sem spoilers). É dominada por apostadores;
  • Fivetropolis – Antes uma grande produtora de cartas, agora a cidade é indústria para os robôs da Rainha

Random Rules

Lost in Random

Nós acompanhamos a história de duas irmãs inseparáveis, Odd (ímpar) e Even (par), moradoras de Onecroft. Todo o problema começa quando Odd completa 12 anos e é obrigada a rolar o dado da Rainha – e irá para Sixtopia. Um ano após o evento de sua separação, Even passa a sonhar com sua irmã. Sonhos que ela nunca antes teve, que pareciam visões. Por fim, talvez Odd não está tão bem quanto se imagina. Além das visões, Even recebe a visita de um ser peculiar, que a faz fugir de casa em uma grande aventura atrás de sua irmã. É claro, essa aventura significa atravessar todos os distritos até Sixtopia e descobrir o que de fato está acontecendo.

Porém, ela não fará esse caminho sozinha. Em um trajeto acidental, Even encontra Dicey, um dado mágico que guarda grandes e antigos poderes – há muito suprimido pela Rainha. O resto eu vou deixar para você descobrir em seu próprio caminho.

Mas e a gameplay?

Lost in Random é um tanto difícil de definir. Em terceira pessoa, o jogo é um misto de aventura, puzzle e RPG. Enquanto saímos em busca de Odd, na maior parte do tempo possuímos apenas um estilingue. É com ele que acontece grande parte da interação com o ambiente, destruindo totem para ganhar moedas, ativando parte dos puzzles e iniciando combates. Primeiramente, os combates só começam após encontrarmos Dicey – afinal, é apenas através de seu poder mágico que Even ganha forças para enfrentar as tropas da Rainha.

Lost in Random

Devemos interagir com os personagens, explorar, olhar os cantos e podemos voltar pelo mesmo caminho. Mas os combates são únicos e o jogador precisa se virar com apenas um estilingue, sem causar dano, no começo das batalhas – que só se desenrolam através de cartas absorvidas pelo dado mágico. Dicey dita a dinâmica dos confrontos através dessas cartas encontradas no nosso caminho, seja no percurso natural do game ou comprando mais cartas com os Mannie Dex, uma loja viva. Cada carta tem o seu efeito, podendo fornecer armas, cura, proteção e vantagens para Even. Com o acúmulo de cartas é preciso definir apenas 15 para ser o deck de Even.

Batalhando com cartas e palavras

Para usar as cartas, devemos coletar fragmentos que fornecem energia ao Dicey – assim ele pode agir. Esses fragmentos são cristais que aparecem nos corpos dos inimigos e podem ser destruídos com o estilingue. Portanto, o começo das batalhas sempre pede muita movimentação e atenção do player. Com o acúmulo dos cristais, novas cartas são retiradas do deck e assim podemos lançar o dado mágico. Ao lançar Dicey, o número tirado define a quantidade de pontos que podemos gastar em cartas – e cada carta tem uma pontuação única. Só temos um pequeno problema a superar: Dicey, a princípio, só consegue contar até dois.

Lost in Random

Além dos encontros aleatórios, há também um outro estilo de luta: as Arenas-Vivas. A dinâmica é mais complexa, como um jogo de tabuleiro. Ao longo da sua aventura, Even conhece vários personagens e aos poucos descobre a verdadeira história de Random. É preciso vencer as lutas e puzzles, mas também sabe lidar com os diálogos. Há também a possibilidade de completar missões secundárias. Não são obrigatórias, mas podem ser facilmente resolvidas ao longo da missão principal e garantir alguns bônus extras como moedas ou cartas novas.

Lost in Random, Confie no aleatório

Com toda a experiência do jogo, fica apenas uma ressalva: traduções poderiam mexer com algumas palavras e significados. Além de captar os detalhes do jogo e descobrir mais sobre o enredo, não saber inglês pode ser um obstáculo em algumas missões. Por exemplo, há um oponente que devemos derrotar com rimas. Ou quando pensamos nas irmãs Even (par) e Odd (ímpar), podemos imaginar diferentes interpretações:  Even, por ser par, não consegue lidar bem sem a companhia de sua outra metade; Odd pode significar que ela não se encaixa em Sixtopia por ser ímpar – ou mesmo podemos ir além e ver na palavra um indício de que há algo muito estranho com o seu rolar de dados. Afinal, “odd” também significa “estranho”.

Lost in random

Por fim, acredito que de qualquer forma vale a experiência, mesmo que não seja no idioma original. Lost in Random é agradável aos olhos, aos ouvidos e com uma dinâmica desafiadora para a mente, única. É tão artístico que, muitas vezes, até mesmo parece um poema. Não hesite, jogue os dados, salve Odd e random rules.

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Black Science: as consequências interdimensionais da ambição humana https://animesonlinebr.org/hq/black-science-as-consequencias-interdimensionais-da-ambicao-humana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=black-science-as-consequencias-interdimensionais-da-ambicao-humana https://animesonlinebr.org/hq/black-science-as-consequencias-interdimensionais-da-ambicao-humana/#respond Sat, 28 Aug 2021 15:00:47 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=24310 Não é segredo para ninguém que eu comecei a adentrar no universo das HQs há pouquíssimo tempo e, algumas obras tem chegado nas

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Não é segredo para ninguém que eu comecei a adentrar no universo das HQs há pouquíssimo tempo e, algumas obras tem chegado nas minhas mãos como grandes oportunidades que surgem do nada. Black Science foi uma delas.

Eu não conhecia o trabalho do Rick Remender até ler o volume 1 de Black Science (eu pelo menos eu achei que assim fosse), onde descobri que ele é o autor de uma das primeiras grafic novels que li (lá pelo ano de 2010), Night Mary, uma história que, se me lembro bem, é muito envolvente e cheia elementos muito interessantes, e isso me deu muitas expectativas com relação à obra que estava à minha frente.

Black ScienceNo primeiro volume de Black Science somos apresentados à Grant McKay, um cientista que tem a missão de criar um portal para outras dimensões para uma organização de Anarquistas. Já nas primeiras páginas do volume, entendemos que nem tudo na missão está dando certo, afinal, um dos experimentos falha ao levar um grupo de cientistas e duas crianças para o “sempreverso”.

Questões profissionais, pessoais e de caráter moral são temas de monólogos inteiros já no primeiro contato com a obra, fazendo com que o espectador se veja curioso com o motivo de tantas preocupações, em meio a um turbilhão de acontecimentos que surgem nos quadros do HQ.

A HQ é roteirizada por Rick Remender e tem ilustrações do italiano Matteo Scalera, que trabalhou em grandes obras como O Indestrutível Hulk. A coloração ficou por conta de Dean White que também fez parte da produção de grandes obras.

Black Science

A obra é surpreendente em todos os sentidos, a cada virar de páginas somos levados a lugares complexos tanto na questão de roteirização sobre o local, quanto artisticamente falando. A beleza e a fluidez das artes e das cores elaboradas por Scalera ganham uma dimensão incrível, fazendo com que o espectador ganhe uma experiência super imersiva durante toda a obra.

Um dos fatores mais interessantes na narrativa é que cada capítulo é contado de um ponto de vista diferente, os sentimentos, pensamentos e sensações de cada um dos integrantes da equipe tem seu espaço, fazendo com o leitor enxergue diferentes opiniões sobre o que os personagens estão vivendo, inclusive em meio a todos os momentos sufocantes. Como cada personagem tem seu lugar ao sol, acabamos nos identificando um pouco com cada um e fazendo com que suas perspectivas ganham um peso e uma intensidade.

O primeiro volume, intitulado “Como cair para sempre” conta com seis capítulos, já o segundo volume, “Bem-vindo, Lugar Nenhum” expande o universo da obra ao adicionar uma capacidade que parece ser infinita na sua narrativa, além de nos apresentar a uma situação de morte aleatória e decorrente dos saltos entre as dimensões do líder dos Anarquistas.

Já no terceiro volume, McKay se encontra preso em um mundo atacado e quase arruinado por uma praga e lá entende que todas as dimensões pelas quais passou com sua equipe foram devastadas pela tecnologia do Pilar. Inúmeras questões internas da equipe surgem e tudo entra em colapso. McKay pode perder tudo pelo que lutou na tentativa de salvar um mundo que sequer é o dele.

A obra como um todo tem um tom otimista a cada novo ciclo: apesar dos saltos seguidos do portal representarem universos corrompidos e cheios de novidades nada agradáveis, a todo momento e a cada novo mundo visitado surgem novas oportunidades de imaginação.

Black Science nos faz questionar até onde vai a ambição humana quando o assunto são interesses intensos que não conseguem enxergar as consequências.

A obra foi trazida para o Brasil pela editora Devir, que está trazendo agora o volume 3 em Setembro de 2021, com tradução de Giovana Bomentre.

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Conheça Clan O’Conall and the Crown of the Stag https://animesonlinebr.org/post/conheca-clan-oconall-and-the-crown-of-the-stag/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=conheca-clan-oconall-and-the-crown-of-the-stag https://animesonlinebr.org/post/conheca-clan-oconall-and-the-crown-of-the-stag/#respond Tue, 22 Jun 2021 19:00:58 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=22183 Está em busca de uma nova aventura? E se ela for toda desenhada a mão, com uma trilha sonora original? Conheça Clan O’Conall

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Está em busca de uma nova aventura? E se ela for toda desenhada a mão, com uma trilha sonora original? Conheça Clan O’Conall and the Crown of the Stag, game da independente HitGrabInc.

Lançado em abril desse ano após uma campanha de arrecadação apoiada por fãs e influenciadores, Clan O’Conall é um rico título de ação e plataforma. O game é totalmente baseado na tradição e mitologia Celta e é simplesmente uma maravilha audiovisual em 2D. A produção é de fato artesanal, rica em cores, o que traz um toque de animação clássica, como Hércules.

Primeiramente, é preciso entender que o jogo é altamente cultural e precisa ser admirado e respeitado por isso. Ele é baseado inteiramente na cultura e mitologia Celta (fortemente presente nas ancestrais Irlanda, Escócia e País de Gales), uma tradição que precisou lutar para manter seus registros. Alguns dos seres que receberam destaque dos desenvolvedores foram o Sluagh, espíritos inquietos, e Aos Sí: espiritos sobrenaturais como elfos e fadas. A tradição celta também dita muito do visual, combinado a conceitos modernos, e dita a trilha sonora (completamente original!).

Sendo assim, precisamos falar sobre a narrativa. Afinal, é o que guia todos os outros aspectos e define o objetivo final. Você será capaz de trazer paz para uma terra ancestral e salvar sua família?

Clan O’Conall and the Crown of the Stag

Acima de tudo, a história é lida através das imagens, diálogos e símbolos apresentados. É assim que, no começo, entendemos que houve uma longa e sangrenta guerra em Hibérnia entre humanos e os Aos Sí, liderados por um ser mítico de traços humanescos misturados a características de um veado, lembrando um elfo.

Em Clan O'Conall, mostra um campo de batalha forrado em neve, com altas chamas ao fundo. Todo o campo de batalha está cheio de corpos de humanos e veados sangrentos, com flechas e lanças espetadas aos corpos.

Ao perceber a matança infundada e infrutífera, os líderes de ambas as partes optam pela paz. Assim, inicia-se uma nova era de aliança entre as duas nações: o rei do clã oferece sua coroa ao líder dos veados, que por sua vez o presenteia com um par de seus chifres – magicamente fundidos ao ouro da coroa do rei. Portanto, temos aqui o título do game (traduzido literalmente para O Clan O’Conall e a Coroa do Veado).

Começamos com paz? E agora?

Sendo assim, todo o povo celebrou festivamente a união, exceto por uma criatura misteriosa e enfurecida. Longas gerações se passam, reis O’Conall nasceram e morreram até chegarmos a geração dos nossos heróis – os herdeiros do Clan O’Conall. O primeiro que conhecemos é Kilcannon e ele logo percebe que há algo acontecendo em sua terra: alguns de seus guerreiros viraram Sluagh (mortos inquietos e raivosos). E é aí que a aventura começa.

Porém, aqui sempre será um ambiente livre de spoilers (ao menos que eu avise o contrário no início da nossa conversa). Mas fique ciente: a história progride com o jogo, distribuído em fases. Atravessar os níveis é avançar na história e descobrir aos poucos o que está acontecendo e como resolver os problemas do Clan O’Conall.

Kilcannon, do Clan O'Conall, atravessando um vale verde, cheio de árvores e runas, com seu pulo e capa

Salvando o reino: os heróis

Agora, para a ação: a nossa participação na trama é através de três heróis celtas, guerreiros de diferentes classes e filhos do rei. Eles acompanham seu pai, se dedicam a resguardar o monarca e seu reino.

Nossos três personagens são irmãos, filhos do rei.  Eles são únicos em todos os seus aspectos: habilidades, vida, agilidade e possibilidades.

  • Kilcannon: Um clássico guerreiro com direito a espada, lança e capa flutuante;

Kilcannon passa pela paisagem , atravessando uma depressão com suas habilidades e cortando obstáculos com a espada.

  • Clakshot: Uma arqueira atlética e ágil que alcança os espaços mais improváveis;

Clakshot, a arqueira atlética, pula sobre um adversário, uma espécie de guerreiro zumbi, e atira diversas flechas nele

  • Haggish: Um bruto forte e resistente capaz de quebrar superfícies e empurrar grandes objetos.

Haggish quebra um pedaço de uma árvore com seu soco carregado

Uma das propostas do game é dominarmos as habilidades e os poderes de cada um dos heróis, usando todos a cada instante. Para isso, precisamos resolver puzzles, derrotar demônios, atravessar as incríveis paisagens e aprender a trocar constantemente de personagem.

Nesse sentido, a troca é necessária para avançar através dos obstáculos, sejam eles oponentes específicos, abismos, puzzles ou plataformas. Além disso, também é possível melhorar as habilidades dos personagens em determinados pontos do progresso, dando um toque de RPG ao game.

Para finalizar, é preciso ressaltar um feito: Clan O’Conall and the Crown of the Stag se juntou aos finalistas do Nordic Games Discovery Contest! O resultado só sai em novembro, mas essa já é uma grande vitória para o game indie abraçado pela comunidade.

Clan O’Conall and the Crown of the Stag está disponível para PC e Mac.

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Skyward vai deixar saudades! https://animesonlinebr.org/post/skyward-vai-deixar-saudades/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=skyward-vai-deixar-saudades https://animesonlinebr.org/post/skyward-vai-deixar-saudades/#respond Sat, 05 Jun 2021 15:00:14 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21504 Começar um texto falando de um final é bem difícil. As primeiras palavras que eu escrevo são sempre “É isso” seguidos de uma

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Começar um texto falando de um final é bem difícil. As primeiras palavras que eu escrevo são sempre “É isso” seguidos de uma vírgula e muitos minutos de reflexão. Me despedir de Skyward é, como bem disse Lee Garbett em suas considerações finais, fechar uma janela para o mundo da obra enquanto ela segue em frente com suas histórias malucas sobre uma garota que é, acima de tudo, corajosa.

Skyward páginas coloridas

O terceiro e final volume de Skyward já se inicia com uma das melhores passagens da obra, trazendo o que, para mim, é uma reflexão sobre o quanto a sociedade te pressiona a ter segurança e estabilidade em primeiro lugar, muitas vezes fazendo com que a ideia de seguir os nossos sonhos, alcançar o nosso céu, seja uma completa loucura que pode ser punida com a morte (no sentido metafórico de ser, claro). A obra trás uma crítica muito interessante nesse momento inicial (e eu estou falando apenas das primeiras páginas), quando aponta que nem essa “segurança” é tão segura assim.

Já deu pra entender que o volume já começa te dando aquele bom e velho solavanco? Mas calma que nem tudo são questões existenciais complexas (ainda bem). Após esse momento introspectivo com Willa, nossa protagonista, o volume caminha para fechamentos de ciclo muito bem desenvolvidos e como não poderia deixar de ser, cheios de ação.

Willa em Skyward

Durante toda a obrade Skyward, Willa enfrenta tempestades assustadoras, insetos gigantes carnívoros, uma rebelião fatal e muitas tristezas, mas é chegada a hora de consertar a gravidade da terra e atender ao último pedido de seu pai: fazer com que mundo volte a ser como antes. E esse trajeto é escrito de forma espetacular pelo roteirista Joe Henderson, fazendo com que toda a dinâmica da obra entre em seu melhor momento nesse volume final. 

É incrível como apesar de toda a movimentação, as tramas muito bem articuladas e montadas, o carisma de Willa é sempre um ponto que jamais é deixado de lado, a personagem tem traços muito reais e reflexões que nos fazem às vezes tirar o pé do chão e desejar voar, mas, em muitas vezes te derruba com força total em direção ao chão, e é pra doer mesmo.

Capa volume 3 Skyward

Por fim, parece que me despedi daquela amiga sensata do grupo. Aquela, que sempre tem os melhores conselhos, mas que também tem umas histórias de deixar os cabelos em pé e de fazer você ter muita coisa pra pensar após o jantar da sexta-feira à noite com ela. Terei muitas saudades da obra e já estou animada para saber o próximo projeto que essa dupla (Joe Henderson e Lee Garbett) farão juntos e que Editora Devir trará. 

Skyward é publicado no Brasil pela Editora Devir e tem sua obra completa em 3 volumes super especiais de páginas coloridas e material de excelente qualidade. 

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Nanotale: Detalhes sobre o jogo de RPG e aventura lançado hoje https://animesonlinebr.org/noticias/nanotale-detalhes-sobre-o-jogo-de-rpg-e-aventura-lancado-hoje/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nanotale-detalhes-sobre-o-jogo-de-rpg-e-aventura-lancado-hoje https://animesonlinebr.org/noticias/nanotale-detalhes-sobre-o-jogo-de-rpg-e-aventura-lancado-hoje/#respond Wed, 31 Mar 2021 18:36:09 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=19457 O RPG Nanotale saiu do acesso antecipado e já está disponível para compra no Steam e GOG pelo preço de R$45,99. O jogo

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O RPG Nanotale saiu do acesso antecipado e já está disponível para compra no Steam e GOG pelo preço de R$45,99. O jogo faz parte da franquia Typing Chronicles, da desenvolvedora independente Fishing Cactus, trazendo uma mecânica diferente do comum para a jogabilidade do game.

Nesse jogo, você irá lançar feitiços por meio do teclado, digitando as palavras que aparecem próximas aos inimigos. A história traz a trajetória de Rosalind, uma arquivista novata, em um mundo de fantasia que se encontra à beira da destruição; a magia está morrendo. Saia em uma aventura para coletar e arquivar amostras da natureza, para então tentar descobrir os segredos a cerca da morte de seu mundo.

Confira o trailer abaixo:

Indo desde o modo de combate até os comandos de menu, tudo é feito por meio de digitação. Outros elementos presentes no jogo são a aventura e RPG, além de também oferecer quebra-cabeças, habilidades mágicas para desbloquear ao longo do jogo e encontrar diferentes personagens.

Nanotale está disponível em 11 idiomas, contando com português brasileiro.

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Kid Cosmic: Trailer da nova animação da Netflix https://animesonlinebr.org/noticias/kid-cosmic-trailer-da-nova-animacao-da-netflix/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=kid-cosmic-trailer-da-nova-animacao-da-netflix https://animesonlinebr.org/noticias/kid-cosmic-trailer-da-nova-animacao-da-netflix/#respond Tue, 05 Jan 2021 19:49:03 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=16850 Kid Cosmic é uma série de animação com dez episódios que estreia dia 2 de fevereiro na Netflix. Criada por Craig McCracken (As

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Kid Cosmic é uma série de animação com dez episódios que estreia dia 2 de fevereiro na Netflix. Criada por Craig McCracken (As Meninas SuperpoderosasA Mansão Foster para Amigos Imaginários e Galáxia Wander), a série conta as aventuras de Kid, um garoto animado e cheio de imaginação que mora com um avô muito descolado numa cidadezinha no meio do deserto. Ele sonha em ser herói e, ao encontrar cinco pedras cósmicas do poder nos destroços de uma nave, esse sonho parece se tornar realidade. Ele então monta uma equipe de heróis locais para impedir um violento ataque de alienígenas que querem recuperar as pedras, a Terra torna-se assim o palco de uma batalha épica por poder. Embora Kid e seus amigos sejam a ‘Galera do Bem’, eles mandam muito mal! Kid acaba descobrindo que ser herói na fantasia é bem diferente do que ser herói na realidade.

A história surgiu originalmente como uma tirinha em 2009. O protagonista Kid é inspirado nas experiências do showrunner Craig na infância, já os demais personagens são parcialmente inspirados em pessoas que fazem parte da sua vida. A sua filha serviu de inspiração para Rosa, brincalhona e divertida, e a relação de Craig com a sua irmã mais velha é a base da dinâmica entre Jo e Kid. Os personagens de Kid Cosmic foram criados para mostrar que pessoas comuns, de qualquer idade, qualquer gênero e com qualquer história, podem ser heróis. O ponto central da narrativa é que eles aprendem que os verdadeiros heróis ajudam, não machucam ninguém, e que não é preciso superpoderes para ser um herói.

Sobre Kid Cosmic:

Data de lançamento: 2 de fevereiro
Produtor Executivo / Showrunner: Craig McCracken
Episódios: 10 episódios de 22 minutos cada
Com as vozes de: Jack Fisher (Kid), Amanda C. Miller (Jo), Keith Ferguson (Papa G), Tom Kenny (Chuck) e Fred Tatasciore (Sanduíche de Atum)
País: Estados Unidos
Gênero: Infantil
Formato: Animação 2D

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