Assassin’s Creed Odyssey - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Tue, 01 Jun 2021 17:18:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Assassin’s Creed Odyssey - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 9 jogos com representatividade LGBTQIA+ https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=9-jogos-com-representatividade-lgbtqia https://animesonlinebr.org/post/9-jogos-com-representatividade-lgbtqia/#respond Tue, 01 Jun 2021 19:00:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=21452 Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a

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Dia primeiro de junho, primeiro dia do mês do Orgulho LGBTQIA+! O dia do orgulho é em 28 de junho, em referência a Rebelião de Stonewall (EUA), em que uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York ao bar Stonewall Inn. Porém, a celebração e visibilidade tradicionalmente se estendem ao longo do mês.

Se você se pergunta o porquê: é tudo sobre se valorizar. Um mês de orgulho pode trazer força e esperança para quem se sente isolado nos outros 11 meses do ano.  30 dias em que uma comunidade de apoiadores se dedicam a nos trazer ânimo e acolhimento sobre quem somos. Quatro semanas para imaginarmos uma vida de aceitação e livre de medo (ou ao menos uma semana, se possível).

Para mim, a representatividade transmite um pouco dessa sensação. De que há mais gente comigo ou que já viveram ou poderiam viver aventuras dignas de  games. Aos poucos, vamos conquistando mais voz e espaço. Cada vitória é comemorada como uma Copa do Mundo. 

Sim, ainda estamos caminhando, mas é possível encontrar conteúdo emocionante e de qualidade. Se você veio aqui pela lista de jogos com representatividade LGBT, siga o arco-íris!

1 – Life Is Strange

Max e Chloe no quarto, ambas segurando uma mesma câmera na mão

Primeiramente, não existe falar em representatividade sem citar um dos maiores sucessos da última década. Life Is Strange é uma emocionante franquia e exemplo de como a representatividade pode tocar a todos. O primeiro jogo, além de ser uma rara história sobre jovens mulheres, também é uma descoberta sobre a sexualidade. 

A franquia manteve a premissa de dar opções de romance homo afetivo em seu segundo título e promete manter a inclusão LGBTQIA+ para o terceiro título, True Colors (qual é, com esse nome seria um pecado não ter).

2 – Gone Home

Um dos quartos na casa em Gone Home. Há colagens de mulheres em um armário na frente, ao fundo uma bandeira de pirata estendida na janela.

Gone Home é um jogo de exploração em primeira pessoa. Você chega em casa depois de um ano no exterior, mas a casa está vazia. Onde está sua família? O que aconteceu? 

Um dos jogos narrativos mais bonitos que já joguei – especialmente pois o experimentei totalmente alheia ao fato de incluir a história de um romance sáfico.

3 – Dragon Age: Inquisition

Krem de pé dentro de um edifício

Dragon Age: Inquisition não só promove a diversidade em seus personagens e possibilidades amorosas, mas também ensaia educar o público sobre como lidar com as diferenças através das histórias e diálogos – especialmente nas interações com Krem, um mercenário transgênero.

4 – Bully

Jimmy hopkins beija um estudante no corredor da escola

Seção nostalgia! No controverso jogo que provavelmente seria cancelado se lançado nos dias de hoje (mas que muita gente amou jogar), vivemos na pele Jimmy Hopkins, um aluno de ensino médio buscando a si mesmo e o seu lugar. Além de causar muita desordem, Jimmy também era um galanteador e podia ficar tanto com meninas quanto com meninos. Aliás, a Rockstar Games incluiu a conquista “Over the Rainbow” ao jogo, concluída ao beijar 20 meninos.

5 – The Last of Us

Ellie segurando uma espingarda em meio a floresta

Um pouco de spoiler, mas quem não ficou sabendo certamente estava em uma caverna.  Seguindo o sucesso do primeiro título, The Last of Us 2 é considerado o jogo mais premiado da história e conta com a representatividade lésbica junto a Ellie, protagonista da saga.

6 – Assassin’s Creed: Odyssey

Kassandra e um interesse romântico em Odyssey

Apesar das controvérsias no título grego da Ubisoft – incluindo uma polêmica DLC – ao longo da história é possível tomar decisões relacionadas a sexualidade de ambos os personagens jogáveis (Kassandra e Alexios). Eventualmente, o personagem escolhido será abordado por diversos interesses românticos e são as escolhas do player que definem a orientação sexual do personagem.

7 – Stardew Valley

Casamento LGBTQIA+ na praça de Stardew Valley, com os moradores participando da cerimônia

RPG da vida no campo, a diversidade em Stardew Valley é simples como deveria ser a vida: normal. O game deixa em aberto todas as opções de personagens casáveis, independentemente do gênero do personagem, sem nada interferir na narrativa, nas falas ou interações. Do mesmo modo, outros jogos seguem esse modelo de simples representatividade: Skyrim, The Sims, Fallout, Fable, dentre outros.

8 – Overwatch

Close do rosto de Tracer sorrindo e olhando para o lado.

Em 2015, a Blizzard anunciou que diversos personagens em Overwatch são LGBTQIA+. O vencedor do jogo do ano de 2016 apresentou Emily na HQ “Reflexos”, namorada da personagem Tracer. Do mesmo modo, em 2019 foi a vez do Soldado 76 ser revelado como gay (na HQ “Bastet” conhecemos um antigo amor do herói, Vincent).

Aliás, eu era main Tracer antes de saber sobre isso. Representatividade importa até para o subconsciente.

9 – Apex: Legends

Imagem de divulgação de apex legends, com os dois personagens LBGTQIA+, dois dos primeiros lançamentos.

No Battle Royale da Eletronic Arts, dois dos personagens promovem a diversidade LGBTQIA+, de acordo com suas biografias: Gibraltar, a fortaleza blindada, um homem homossexual, bem como Bloodhound, a rastreadora tecnológica, se identifica como não-binário.

Histórias LGBTQIA+

Antes de tudo, games são histórias que se baseiam na dinâmica e imaginário humano. Inserir e dar protagonismo a personagens LGBTQIA+ é representar a vida como ela é, fomentando a inclusão e o respeito ao próximo.

Entretanto, há quem vire o rosto para a diversidade alegando ser “jogada de marketing”. Spoiler: vivemos em uma sociedade capitalista. Tudo é marketing. A minha representatividade foi feita para vender, mas e a sua? Também não é? O propósito do entretenimento não é vender/convencer sobre uma narrativa, seja lá sobre o que for?

Finalmente: não, jogar com uma personagem trans não vai matar nem “influenciar” ninguém. A proporção que essas representatividades tomam é grande por sua natureza – afinal, se fosse proporcional à vida real não haveria tanta comoção sobre nossas pequenas conquistas.

Sendo assim, seguiremos comemorando e dando visibilidade para cada representação, para cada personagem e para cada história. Sim, nós existimos e temos orgulho disso!

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Entrevista: Renata Pillonato (Dubladora de Kleta – Assassin’s Creed Odyssey) https://animesonlinebr.org/curiosidades/entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey/#comments Wed, 10 Mar 2021 18:37:05 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18442 Nessa semana em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres, eu trago uma convidada muito especial para conversar sobre dublagem e games. Renata

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Nessa semana em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres, eu trago uma convidada muito especial para conversar sobre dublagem e games. Renata Pillonato, libriana, atriz, professora, dubladora e do bem e que emprestou a voz para Kleta, personagem em Assassin’s Creed Odyssey.

Ela me concedeu uma entrevista falando sobre carreira, alguns segredos da dublagem, com quem já trabalhou e onde podemos encontrar a voz dela no mundo dos games, e vai por mim, foi incrível quando eu descobri onde podemos encontrar ela, numa franquia muito grande recém contada por esse que vos fala. Portanto, conheçam Renata Pillonato!

Renata tem uma carreira recente na carreira, há 5 anos ela trabalha com dublagem, e junto da Maximal Studio, um dos mais conceituados lugares de dublagem no país, e responsável pela localização da franquia de jogos Assassin’s Creed.

Ela teve a oportunidade de estar em Assassin’s Creed Odyssey e em Wolfstein: Young Blood. Em Assassin’s Creed, ela fez a personagem Kleta, presenta na DLC: O Legado da Primeira Lâmina. A personagem de Renata vive em Acaia e ajuda alguns náufragos e pede ajuda para Kassandra resolver alguns problemas na região.

Ao longo desses 5 anos, Renata pegou um mercado de dublagem nos games que ainda estava se encontrando, além disso, ela nos contou como foi o processo para entrar na Maximal e a reação dos seus familiares ao saber que passou para dublar no jogo da Ubisoft.

“Na verdade, fui eu que entrei em contato com eles. Justamente pelas pessoas daqui de casa que jogam, eu fui fuçando no negócio de games dublados e eu consegui fazer um registro de voz lá (Maximal). E a partir desse registro, eu consegui outros papeis antes de Assassin’s Creed Odyssey. E depois foi muito legal voltar a casa e ficar avisando todo mundo “a mamãe é muito fo**”.

E ainda contou que o namorado da filha dela conta por aí: “Gente, a minha sogra dublou em Assassin’s Creed”.

Renata também falou sobre o mundo dos games ser um mundo muito sério, respeitável e sobre o retorno de seu trabalho: “O mundo dos games é um mundo muito sério, respeitável. Quando a gente olha tudo o que está ao redor, a gente se sente muito gratificada”.

Assassin's Creed Odyssey

Renata também nos conta um pouco de como é a estrutura de localização e dublagem dentro de um estúdio.

“O diretor artístico recebe o texto traduzido, e ele vai dirigindo o trabalho, e se ele achar que deve mudar o contexto, se baseando no conhecimento dele, que foi o caso quando dublei Assassin’s Creed Odyssey, o diretor jogava, ele tem a autonomia de alterar o texto, nunca o dublador. Na dublagem de filmes e séries, você (atriz/ator) tem uma liberdade maior de mudar o texto, em games não.”

E ressalta, além do trabalho como professora de português, que ajuda muito, ela destaca principalmente o fato de ser atriz, que é algo primordial para dublar.

“Eu ser professora de português ajudar e muito, morei também dois anos nos Estados Unidos…, mas claro, o que ponto “x” que conta muito mais é ser atriz, saber atuar.”

O papo ficou um pouco mais quente quando entramos na velha discussão sobre famosos que tiveram a oportunidade de participarem de dublagens em games.

“Sobre esse assunto, eu tenho uma opinião formada. Seria covardia julgar essas pessoas pelo trabalho que fizeram. Quem exigiu se não me engano foi a Warner e tudo o que se falou em questão de críticas para a Pitty e o Roger foi totalmente injusto. Eles foram convidados para fazer o trabalho e não sabiam fazer.

Mas eu consegui ver pelo lado do “copo meio cheio”, as pessoas começaram a olhar para quem realmente sabia fazer aquele trabalho. Na dublagem, principalmente nos filmes da Disney que é mais comum, eles chamarem atores famosos para dublar. Ou seja, isso também é uma coisa injusta, eles são atores, mas a dublagem é um braço específico da arte cênica. Então, as pessoas acabam atacando os atores sendo que eles são meio que vitimas de uma condição.

Eu sou atriz, dubladora, agora, você querer pegar um cantor ou uma cantora para dublar, fica algo meio surreal”.

Já partindo para o meio da entrevista, falamos sobre como foi trabalhar com uma das vozes mais icônicas da cultura pop brasileiro. Letícia Quinto deu sua voz para Kassandra em Assassin’s Creed Odyssey e como foi para ela, Renata, trabalhar ao lado de Athena, digo, Saori, caramba, ao lado da Letícia.

“Eu me contive, juro (perguntada se teve vontade de chamar Letícia de Saori). Mas assim, nós gravamos sozinho, em dia e horários diferentes. Eu nunca me encontrei com ela durante as gravações. Depois nos encontramos fora, nós somos amiga de uma dubladora em comum, mas não tem como, ela fala “oi tudo bem?” e você fica congelado.

Ela é uma pessoa extremamente simples, simpática, amorosa, divertida, e humana, e não tem como, você ser tão fã e ser tão grato de escolher uma profissão como a da Letícia Quinto e o Rapha Rossato.”

Para quem não sabe, Raphael Rossato, além de Alexios no mundo dos games, é conhecido por emprestar sua voz ao Senhor das Estrelas, Peter Quill em Guardiões da Galáxia, Vingadores e Kristoff em Frozen.

Letícia tem como seu o maior papel sem sombra de dúvidas, a Deusa Athena/Saori Kido em Cavaleiros do Zodíaco, também foi a Sandy Bochechas em Bob Esponja e a Kagome Higurashi em Inuyasha.

Ainda sobre os encontros com os companheiros de profissão e como são feitos os testes, ela nos contou mais um pouquinho de como é feita a seleção e o processo de dublar “no escuro”.

Assassin's Creed Odyssey

“Nós nos encontramos sempre fora do estúdio, na recepção, mas sempre gravamos sozinhos. Você, o técnico e o diretor, sempre. E a gente nunca sabe o que vamos fazer, tanto em narração, dublagem, localização e até mesmo em locução.

Nós chegamos no estúdio, tem o roteiro, hoje em dia num computador, e nós temos o contato com o roteiro dentro do estúdio, você faz seu personagem e só. Cada um vai lá e grava o seu”.

Já para o fim da entrevista, Renata falou sobre suas referências na dublagem.

“Olha, eu sou fã anteriormente e atualmente, pessoas novas e veteranas. Mas tem algumas pessoas que vale muito a pena citar. Nestor Chiesse, a Mabel César que é atriz completa, o Wendell Bezerra criou um caminho para a dublagem admirável, ele é a nossa voz na dublagem, as pessoas sabem o que é dublagem por conta dele. Uma amiga, quando eu conheci, fiquei, não acredito que é você. E eu fiquei “oiii..” você é a Kate Kelly.

São muitas pessoas, daria para falar o dia todo sobre. E é um mercado que ainda é pequeno, mas com certeza vai crescer”.

Sobre o reconhecimento fora do Brasil sobre as dublagens no mundo dos games, a Renata deu sua opinião de como as empresas estão investindo cada vez mais no mercado nacional de dublagem.

“Olha, eu tenho uma amiga que mora em Londres e o marido comprou um jogo lá recentemente, e ele estava dublado em português lá. A coisa está bem melhor do que a gente imagina.

Um segundo ponto, a Maximal fez uma “parceria” com uma empresa americana chamada Keywords e eles tem um novo espaço, estúdio, e até cabines de higienização seguindo os protocolos anti Covid. E o investimento é bem alto nessa nova fase, eles vão trabalhar com voz original, quando você cria uma voz para o personagem.

Nós brasileiros somos muito talentosos no que fazemos, e estamos levando isso para o mundo dos games. Somos considerados a melhor dublagem do mundo! Precisamos investir mais em nós. E eu ouvir isso da minha amiga que o marido comprou um jogo em Londres em português, é um sinal de o mercado está crescendo”.

A Renata nos revelou em quais projetos gostaria de trabalhar, ou o tipo de personagem que ela gostaria de fazer também.

“Olha, eu nunca tinha parado para pensar nisso. Uma coisa que eu gosto muito de fazer, quando me chamam eu faço com muito prazer é quando o personagem é policial. Se algum personagem tipo a Olívia de Law&Order, isso seria muito legal, eu amo séries, mais que desenhos.

Ou alguma vilã da Disney, nesse nível, eu tive poucas oportunidades de fazer vozes caricatas, e eu sempre tive o sonho de ser dubladora. Eu me formei em administração, eu voltei para o Brasil e não queria mais trabalhar em escritório.

Por fim, a entrevista se encerrou e, aqui é um feeling da pessoa que vos fala, já diria a Marvel “A Renata voltará em breve…”

Confira também nosso especial sobre Assassin’s Creed, contando a história de Kassandra em Assassin’s Creed Odyssey.

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a Renata Pillonato pela disponibilidade da entrevista, foi um papo maravilhoso, poderíamos ficar horas ali conversando que a resenha seria muito boa, portanto, Renata eu sei que você chegou até aqui como alguns dos meus leitores. Quero te desejar o maior sucesso do mundo na sua carreira, como você bem se descreve em uma das suas redes sociais, você é uma pessoa do bem e realmente merece o mundo, obrigado mesmo pela oportunidade de bater esse papo, um abraço enorme para você e para a sua família, beijão!

E a você que acompanhou essa entrevista sensacional, a primeira que faço aqui pelo NSV, não poderia ter sido melhor. Um abraço para você também, e até semana que vem!!!

Assassin's Creed Odyssey

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Nier: Automata – Primeiras Impressões https://animesonlinebr.org/games/nier-automata-primeiras-impressoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nier-automata-primeiras-impressoes https://animesonlinebr.org/games/nier-automata-primeiras-impressoes/#respond Wed, 20 Jan 2021 21:30:26 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=17104 Dessa vez, vamos falar sobre um jogo no qual eu esperei por muitos anos para jogar, Nier: Automata. Por tempos, alguns jogos que

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Dessa vez, vamos falar sobre um jogo no qual eu esperei por muitos anos para jogar, Nier: Automata.

Por tempos, alguns jogos que são lançados, não conseguem ser jogador por nós. Eu mesmo, esperei pelo menos uns três anos para poder colocar as mãos no final da saga Arkham do Batman, outro exemplo, o próprio Assassin’s Creed Odyssey, que por opção, há época, não liguei muito para ele.

E isso não mudou também em relação ao Nier: Automata não. O jogo, em sua versão completa, estava disponível na promoção de final de ano no Playstation. E, agora, vou trazer umas primeiras impressões sobre esse jogo, que vou te adiantar, ele não é o que parece. Vem comigo!

Gameplay

Nier: Automata é um jogo lançado em 23 de fevereiro de 2017, e é um bom e velho RPG, onde o combate não é de turno e sim, um hack-in-slash RPG, onde você sai batendo nos inimigos que vão aparecendo.

Porém, Nier tem um detalhe muito interessante. Toda vez que você morre, e você não tenha conseguido alcançar o checkpoint (o que é o meu caso), você voltará desde o princípio. E MAIS!

Devo dizer também que o combate pode ser um pouco complicado no começo, muito devido a câmera, mas isso certamente não ser um incomodo para você. Do mais, como é um jogo da Square Enix com a Plantinum Games, ele se assemelha muito ao que vimos de Final Fantasy nos últimos anos.

História

Por tudo o que é sagrado, dessa vez é a primeira vez que eu vou pedir para você não dar nenhum spoiler na caixinha de comentários aqui. OK???? OK!!!!

O jogo começa com seu esquadrão (nem é bem seu no começo) que é atacado por alguma coisa. Aos poucos, todos do seu esquadrão vão morrendo, você assume o comando da missão e parte sozinha na sua aventura.

Ah, você é a 2B (Two B), uma guerreira que está em busca de desvendar os mistérios dos eventos que assolam sua missão e levaram seus companheiros. Depois de uma “mini” boss fight, você encontra 9S, que te auxilia durante a jornada.

Desse ponto em diante, a gente descobre uma fábrica onde robôs eram criados por humanos, mas depois de um tempo, sem a humanidade, a fábrica passou a ganhar vida própria e os robôs a ficarem autônomos e agressivos.

Design e Áudio

Os designers de personagens, até os inimigos são incríveis. Você fica admirado com tudo o que vê durante o jogo, desde as construções, até mesmo o ângulo da câmera que por vezes mostra a 2B numa perspectiva de cima, como se fosse as antigas câmeras dos jogos de Metal Gear.

Nier: Automata

O áudio é um absurdo. As músicas são incríveis, e se você jogou Final Fantasy XV, sabe do que eu estou falando. Empolgantes e ao mesmo tempo assustadoras quando você toma um dano critico, já que a tela e a música dão uma leve pausa brusca que te faz pensar “Morri”.

Afinal, vale a pena??

Até o devido momento que estou jogando, já posso dizer que é um dos jogos mais difíceis e incríveis que eu já joguei.

O fato de você se frustrar por vezes pois você não conseguiu desviar de um golpe a tempo, ou que simplesmente você errou o traçado e não percebeu qual a movimentação inimiga te faz querer mais e mais daquilo.

É desafiador querer saber o que tem além do checkpoint que você ainda não descobriu aonde fica. Portanto, se você pensa em pegar esse jogo, vá de cabeça e se divirta.

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Cronologia AC Parte 9 – Assassin’s Creed Odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-9-assassins-creed-odyssey/#comments Wed, 04 Nov 2020 19:00:15 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15375 Olá, e cá estamos novamente, dessa vez para encerrar, até agora, esse quadro chamado cronologia. Conhecemos juntos, um pouco mais da franquia de

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Olá, e cá estamos novamente, dessa vez para encerrar, até agora, esse quadro chamado cronologia. Conhecemos juntos, um pouco mais da franquia de jogos principais da franquia Assassin’s Creed, da Ubisoft. Tudo se iniciou com Altaïr, em Assassin’s Creed I e de forma momentânea, terminará nos próximos parágrafos com Kassandra (ou Alexios) em Assassin’s Creed Odyssey.

Meu muito obrigado!

Antes de começarmos a história do jogo em si, eu quero te agradecer. Sim, você mesmo, que está desse outro lado da minha tela. Você foi uma das razões que me motivaram a fazer esse especial. A cada memória que tive, junto com as pesquisas que tive de fazer para me lembrar de passos dessa extraordinária franquia, foi para você, que passou a me acompanhar desde o meu primeiro texto sobre Metal Gear V, lá atrás, nos primórdios das colunas de Games do NSV Mundo Geek.

Também, quero agradecer a Ubisoft, que comprou a ideia do especial. Espero que vocês tenham gostado, e que eu pude passar minhas percepções de alguém que aprendeu a amar essa franquia.

E principalmente, ao pessoal do NSV Mundo Geek, em especial ao Raul. Que foi quem me sugeriu que essa série pudesse sair. Graças a ele, a você, aos meus amigos, chegamos até aqui, e não vamos parar. Valhalla estará entre nós em breve, com muito mais coisa para se fazer, histórias que deverão ser contadas. E fique tranquilo (a), isso não é o fim, muito em breve nós nos veremos novamente, mas dessa vez, contando outras histórias de guerra na Grécia e em terras Nórdicas. Aguarde.

Por fim, chegou a hora de viajarmos, para uma época rica, e contos maravilhosos a serem contados. Um tempo, onde a filosofia, a matemática, a sociedade nascia. Conheceremos mais figuras antigas, que você, eu, certamente nossos antepassados leram e ouviram falar sobre eles, alguns muitos te fazem rir e podem parecer um pouco diferente do que você pensa. Claro, tudo dentro da mitologia desse jogo.

Mas antes, tenho mais um recado, a dinâmica desse texto será diferente. Você conhecerá a história, o caminho que eu fiz, e você terá a chance de escolher o seu próprio destino. Como? Simples, escolhendo as alternativas que lhe será dada e deixando suas escolhas nas caixas de comentários.

Assassin’s Creed Odyssey é um jogo rico, cheio de linhas de diálogos nos quais podem e vão afetar suas escolhas, mas isso claro, estamos falando das escolhas chaves, as quais vão moldar a sua história, bem como moldou a minha. Combinados? Então, vamos lá!

[…] Somos Assassinos. […]

Contexto Histórico – Assassin’s Creed Odyssey

No ano de 431 a.C no Século V, nós somos levados até a briga entre Espartanos e os Gregos, no que foi chamada Guerra do Peloponeso, uma guerra caseira entre cidades-estados da Antiga Grécia.

Esse conflito marcou um momento crucial na vida da humanidade, especialmente dos gregos. Os Espartanos, lideravam a Liga do Peloponeso, que era formada por seu lar, Esparta e cidades da península, como Corinto, Elis e Argos, e muitas outras. Essa “aliança”, porém, era nada mais do que um meio de Esparta controlar cidades próximas, fazendo com que eles não evoluíssem, assim, impondo seus interesses a frente.

Com a Guerra, os Espartanos tiveram ajuda das outras cidades que compunham a Liga, fazendo assim com que eles tivessem o exército mais temido do mundo, há época.

Já os Gregos, faziam parte da Liga de Delos, liderada por Atenas. Essa liga foi criada para meio que controlar as cidades-estados dos ataques dos Persas. A Liga de Delos tinha como objetivo fortalecer seus poderes marítimos, assim fazendo com que fosse mais fácil chegar aos locais formados pela liga.

Esparta, após derrotar os Persas, e sair da Liga de Delos, na qual ela fazia parte e passou a querer tomar terras gregas, como Corinto. Porém, Grécia tinha Megara em seu controle e no meio dessas grandes cidades, havia pequenas ilhas, nas quais sofriam com as consequências da Guerra ou se juntavam na briga.

O inicio

No começo de Assassin’s Creed Odyssey, somos levados até o campo de Batalha de Termópilas, 480 a.C (antes de Cristo) eu sei, me segurei o jogo todo para não fazer a piada Antes do Credo, mas quer saber de uma coisa? Odyssey se passa 400 anos antes da história de Assassin’s Creed Origins.

Talvez você, fã antigo da franquia, como eu se pergunte, “Mas então Luiz, não é um o Odyssey não é para se considerar um jogo da franquia Assassin’s Creed”. Eu poderia concordar, e certamente concordaria antes de ter jogado. Mas, vamos com calma aí, meu (minha) Misthios.

Leônidas e seus trezentos estão diante de seu combate, o exército Persa de Xerxes. E temos o primeiro ato do jogo, onde Leônidas assassina com sua lança com “certos” poderes místicos. E descobre a verdade que havia entre eles um traidor. Leônidas então faz todo um discurso, um tanto semelhante ao que vimos no filme 300 e após isso, somos levados até os dias atuais, precisamente, em 2018.

E sim, Layla Hassan is back, bitches! Ela encontra a lança de Leônidas, e a mesma leva o artefato até a Doutora Victoria Bibeau, uma ex-funcionária da Abstergo que assim como Layla, tomou o caminho e entrou para o Credo dos Assassinos. Layla após uma conversa, resolve entrar no Animus e pede para que a doutora use o artefato junto com o aparelho para descobrirem mais sobre ele.

É aqui então que temos a oportunidade de escolher entre Alexios ou Kassandra. Sua escolha será definitiva. *Eu fui de Kassandra, portanto, direi a história na ótica dela*. Layla diz que ela pode ajudar na busca de algo que elas estão atrás e somos levados até a Grécia Antiga.

Kassandra e Cefalônia

Layla passa a reviver o ano de 431 a.C, na pequena Ilha de Cefalônia e as memórias de Kassandra. Uma Misthios, que em Português bem-dito, seria uma mercenária espartana que lutou durante a Guerra de Peloponeso, ano que se inicia inclusive a Guerra é esse.

Kassandra então é apresentada em sua casinha simples, admirando uma lança que ela mantinha em posse, dois caras chegam gritando por ela, dois capangas do cara que comandava a Ilha, Ciclope. Após matar eles, Phoibe, uma garotinha que admirava muito Kassandra, chega para perguntar o que houve.

Phoibe então fala que Markos estava chamando por ela e que Ciclope havia emprestado dinheiro para que Markos comprasse um Vinhedo, mas nunca conseguia paga-lo, logo, ele mandava capangas para cobrar a dívida. Kassandra se enfurece, já que Markos foi o cara quem criou ela durante a infância e quando ela chegou na Ilha, quase que um pai adotivo para ela.

Kassandra se encontra com Markos e uma mulher chama a mercenária dizendo que Phoibe havia sido sequestrada. Após uma breve busca, e com ajuda de Ikaros, a Águia que auxiliava desde pequena, ela encontra a garota, dando um fim em mais capangas de Ciclope e salvando Phoibe.

É aqui que Kassandra tem um flashback de sua infância em Esparta, onde ela treinava com seu padrasto Nikolaos enquanto Myrrine, sua mãe olhava com Alexios no colo. Na conversa de volta com Markos, ela tem um novo flashback, de quando encontra a lança e pega um barco e acaba chegando numa ilha, onde Markos a encontra.

Ele diz que tem um plano para conseguir quitar sua dívida. Mas envolvia algumas coisas, como roubar o olho de obsidiana de Ciclope e matar e roubar uns amigos próximos de Ciclope que estavam na Ilha.

O mundo lhe espera

No meio de tudo isso, Kassandra conhece Elpenor, que se aproxima dela sabendo já seu nome e diz que a quer contratada para fazer uns serviços. E no final de tudo isso, ele oferece muito mais dinheiro para a jovem, só que dessa vez, era matar um General Espartano em Megaris, conhecido como “O Lobo”. Kassandra aceita, mas precisa de um barco para viajar até Megaris.

Assassin’s Creed® Odyssey

Ela descobre que Ciclope tem um, mas não seria fácil. Após entrar no forte do Ciclope, e derrota-lo, ela conhece Barnabás, que estava sendo aprisionado por Ciclope e por coincidência, era Capitão do Navio chamado Adrasteia e oferece não só seu navio para Kassandra, mas como sua tripulação em troca da gentileza dela de ter salvado sua vida.

Feito tudo, Phoibe e Markos aparecem no porto, onde se despedem de Kassandra. Quando o navio parte, Barnabás pergunta qual é a missão que ela parte para cumprir. Ela diz que que era para matar o tal general chamado Lobo.

Barnabás então intervêm perguntando se Kassandra queria matar o Nikolaos de Esparta. Kassandra olha assustada para seu novo colega e tem um novo flashback.

Passado

Nele, voltamos até a ponta do Monte Taigeto, onde estava rolando algo meio sinistro. Uma pessoa, com um bebê enrolado nos braços dizendo que a oráculo estava certa, que aquela criança (Alexios) traria a derrocada de Esparta, e que ela precisava morrer.

Myrrine gritava para que parecessem com aquilo, que queria seu filho mais novo de volta. Myrrine pediu ajudar para que Nikolaos interferisse, mas parado sem fazer nada, ele vê aceitando o destino de seu filho. Kassandra então, pequena, mas já com espirito guerreiro, consegue escapar das mãos de um dos hoplitas e empurra a pessoa monte abaixo. Porém Alexios também cai no processo.

Então os civis começam a gritar para que Nikolaos a jogue também, já que esse ato, despertaria a fúria dos Deuses contra Esparta. Sem, digo “SEM Escolhas”, Nikolaos cumpre com o dever com Esparta e solta a garota desfiladeiro também abaixo.

Kassandra até o momento da conversa com Barnabás, não tinha mais notícias de seus pais, nem muito menos de seu irmão. Vale ressaltar, que na cena em que aparece levantando da queda e fugindo, no flashback que comentei mais acima, ela corria de soldados Espartanos que haviam ido até o local de sua morte certificar de que a garota e seu irmão estivessem mortos.

Hello, Dad!

Após umas tretas marítimas contra os Atenienses, Kassandra chega até uma praia de Megáris, onde encontra um guerreiro chamado Stentor, que lhe pergunta se foi ela que havia derrubado o bloqueio ateniense. Ela diz que sim e pede para ir ao encontro do Lobo, que estava no topo de uma montanha observando todos a luta de seus guerreiros contra os atenienses.

Stentor informa que não é assim que as coisas funcionam, mesmo ela afirmando ser filha dele, bem como ele era também o filho adotivo do Lobo. Stentor então pede para que Kassandra faça algumas coisas, para ele ter certeza de que ela é de confiança.

Ela cumpre os objetivos e volta até seu “meio-irmão” e ele permite que a jovem suba para falar com seu pai. Lá, Kassandra não mede palavras e já chega chamando o General de Pater, ele reconhece Kassandra e pede desculpa e diz que foi tudo por Esparta. E aqui, temos as seguintes opções.

  1. Matar Nikolaos
  2. Poupar Nikolaos

*Kassandra mata seu pai que revela ela nunca foi sua filha e que a mãe dela deveria responder todas as perguntas* e Stentor chega até o local em busca de tentar entender o que Kassandra fez, ela foge dali para se tornar anônima e volta até seu barco, e conversa com Barnabás. Ela diz que vai procurar sua mãe, mas que primeiro irá até Fócida para falar com Elpenor.

Ele concorda com a jovem e diz que assim que o fizesse, era para ela encontrar com ele no Templo de Apolo em Delfos para eles falaram com a Oráculo sobre o paradeiro de sua mãe.

De volta com Elpenor, ele diz que sabia do feito de Kassandra e que conhecia todo o passado de sua família. E que ele usou ela para matar o Lobo. Kassandra tenta ter mais respostas, mas a figura deixa dos guardas para se resolverem com ela e vai embora.

Após derrotar os guardas, Kassandra entra onde estava Elpenor, e lá, ela lê alguns papiros que dizia que ele estava atrás de Myrrine também, a mãe de Kassandra. Mas sem pistas, ela decide ir até Barnabás no Templo de Apolo.

Novas amizades e Sombra do Passado

Ao chegar no local, Kassandra encontra Barnabás que apresenta Heródoto, grande historiador e geografo da humanidade. Ele dá as caras em Assassin’s Creed Odyssey para ajudar a Kassandra na sua busca e também querer ver o final do conflito que assolava aquelas terras.

Barnabás então diz para que Kassandra vá até a Oráculo, assim ela poderia obter mais respostas e onde sua mãe estaria. Apesar de não acreditar em “bobagens”, Kassandra ainda sabia que a responsável pela separação de sua família, estava naquele templo.

Ainda assim, ela é convencida e vai até o encontro da Oráculo. Ao entrar no templo, Pítia, a Oráculo, se lembra de Kassandra, a qual ela se referia como “A criança da Montanha” de suas visões. Ela ainda fala algo sobre o Culto dos Cosmos, mas é imediatamente interrompida por seus guardas, que a levam do local.

Depois de sair do templo, Kassandra conversa com Heródoto que tinha algumas informações sobre tal Culto. Esse mesmo culto manipulava a Oráculo e que estavam tentando controlar o mundo através da moça. Kassandra então descobre com Heródoto a localização da casa de Pítia, e lá elas conversam um pouco mais de forma privada.

Ao chegar no local, ela enche a Oráculo de perguntas, e dentre as respostas, ela afirma que o tal do Culto se encontravam sempre com uma máscara em um local secreto na região do Templo de Apolo. E que eles estariam atrás da criança que sobreviveu a queda no Monte Taigeto.

Ela decide então invadir o local, mas não seria possível sem as vestimentas adequadas. Havia um membro do Culto que morava por ali, ele era nada mais que Elpenor. Kassandra então começa a juntar as peças, e diz entender que Elpenor queria a família de Kassandra morta, e que ele a usou e provavelmente a mataria depois de tudo isso.

A Oráculo então dá a localização de Elpenor, Kassandra vai até ele e o mata, pegando assim suas vestimentas e sem perder tempo vai direto para a tal reunião secreta do Culto dos Cosmos.

Ree…ncontro?

Lá, ela chega no centro da reunião, que não havia sido iniciada, já que faltava o líder, Deimos. Ela encontra uma espécie de pirâmide de luz no meio do local, e a mesma completa o enigma do milê… digo, a pirâmide com um pedaço que estava junto com Elpenor.

É então que ela tenta se “enturmar” com a galera para saber mais da razão na qual o Culto está atrás dela e Deimos aparece, urrando com o pé na porta e a cabeça arrancada de Elpenor na mão esquerda. Ele chega no local dizendo que havia um traidor entre eles e queria saber quem era.

Ele então, puxa alguns membros para então tocar, com ele o tal artefato, e acabando escolhendo Kassandra depois. Os dois colocam as mãos na pirâmide e acabam tendo um flashback juntos. Eles retiram a mão imediatamente e Kassandra pergunta por seu irmão. Deimos responde perguntando quem era ela. Mas aparentemente foi baixo o suficiente para que ninguém soubesse que era Kassandra ali (ou será que não?). Deimos então puxa outra pessoa para o lugar de Kassandra, e acaba matando a mesma ali numa batida da pirâmide.

Fora da câmera, Kassandra conversa com Heródoto sobre tudo o que viu e passou. Ele então diz para ela que um homem, chamado Péricles poderia ajuda-la em reencontrar sua mãe. Ele então diz que mesmo ela tendo origens espartanas, ela era uma mercenária, assim, ela poderia lutar por ambos os lados.

Mas antes de ir até Atenas, Heródoto pede para tocar na lança de Kassandra e ambos conseguem ter uma visão das últimas horas de Leônidas. Ele então comente que existe um lugar em Andros, uma pequena Ilha que havia uma tecnologia que se parecia com os das pessoas que vieram antes.

Kassandra então não perde tempo e vai até lá, onde usa a lança para abrir a porta e tem um flashback. Sua mãe estava ensinando ela a caçar e a mesma diz que sua linhagem era especial. Após a lembrança, Kassandra coloca a lança em um pedestal onde faz com que sua lança fique mais forte.

De volta a Layla

Então, de volta aos tempos atuais, elas conversam sobre a lança e a mesma resolve descansar um pouco. Já que o Animus causava efeito sangria, lembram-se dos primeiros Assassin’s Creed com o Desmond? Pois bem. Layla que já havia passado muito tempo no seu próprio Animus em Assassin’s Creed Origins ganhou certas skills de Bayek e Aya. Elas então conversam sobre um livro de Heródoto que Layla havia encontrado, que falava sobre os artefatos da primeira civilização e que eles deveriam achar primeiro do que os templários.

Novo reencontro?

Ao sair do local, Kassandra é alertada com uma flecha por seu irmão, digo, Deimos. Que a seguiu até ali. Ele diz que o “truque” que ela usou ao tocarem na pirâmide foi interessante, ela o confronta dizendo que não ouve truque algum e diz que eles são uma família. Deimos diz que não tem família, já que ele foi criado pelo Culto dos Cosmos.

Mesmo assim, Kassandra diz que tudo poderia voltar ao normal, ao reunir a família. Ele então que irá perseguir e matar Kassandra em algum momento, voltando assim para o culto, enquanto ela, de volta para o seu barco.

Com Heródoto, eles chegam em Atenas. Onde eles encontram Péricles e Cléon discutindo sobre os métodos de como ganhar a guerra contra os Espartanos. Após a discussão, Kassandra é apresentada para Péricles que diz que pode ajudar, após uns favores da mesma, ele então arruma um lugar onde estariam pessoas importantes que poderiam ajudar na missão de Kassandra de achar sua mãe.

O lugar nada mais era que a casa de Péricles, e haveria muita gente lá, era uma festa, e como tal, ela deveria se vestir para a ocasião, como diz Phoibe que nos encontra por lá falando que agora trabalha para Aspásia. Kassandra aceita e entra e fala com Heródoto que diz para ela se enturmar para ganhar a confiança de certas pessoas.

Dentre os convidados, Kassandra conversa com algumas pessoas, dentre elas, Sócrates e Eurípedes. Sim, ambos estão discutindo sobre coisas da vida e filosofando sobre dramaturgia e filosofia e pedem ajuda da moça para resolver umas questões, sem ação, dessa vez.

Eurípedes diz que ela, Myrrine foi ao encontro de um doutor chamado Hipócrates em Argos. Alcibíades fala que poderia achar algo com uma mulher, chamada Anthousa em Corinto. Sócrates era o último “alvo” de Kassandra, mas é aí que Aspásia adentra ao local. Ela diz que se Kassandra fosse até Ceos, ela poderia procurar informações com uma mulher chamada Xenia.

Pistas

Com três pistas em mãos, Kassandra vai até Ceos atrás de Xenia. Chegando lá, a mesma diz querer em troca informações, dracmas. Ao conseguir, ela informa Kassandra que a mulher agora se chama Fênix e que fez parte de sua tripulação, mas depois de um tempo foi embora para o sudeste.

Ao seguir as pistas de Alcibíades e vai até Corinto. No encontro com Anthousa, Phoibe aparece dizendo que Aspásia a enviou como uma emissária, Kassandra fica meio receosa pois a garota estava ali. Anthousa então pede ajuda para que Kassandra resolva umas tretas para ela na região contra um tal de Tratante e nisso ela conhece Brásidas, que também havia interesse no alvo de Kassandra.

Ao encontrar com o Tratante, Kassandra tem uma luta com ele e deixa que as cortesãs de Anthousa matem o membro do Culto dos Cosmos. Agora, Anthousa poderia ajudar a espartana com sua missão. Myrrine havia passado por Corinto sim, mas que ficou por pouco tempo, já que havia ganhado um navio chamado “O encanto da Sereia” num jogo de dados.

E finalmente em Argos, Kassandra conhece Hipócrates, que precisava de muitas ajudas para com seus pacientes e obviamente, o ajudamos em sua missão em troca de informação. Ele diz que realmente conheceu a mãe de Kassandra, mas não tinha muito para oferecer em troca, mas que talvez ela achasse algo num templo ali por perto.

Lá então, ela se depara com uma figura com um bebê no colo. Se tratava de Chrysis, uma mulher membro do Culto que conta para Kassandra que Myrrine encontrou Alexios vivo, mas muito ferido após a queda do Monte Taigeto e o levou até Argos. Lá, Chrysis mentiu para Myrrine dizendo que Alexios havia morrido e assim cuidando do bebê, o criando dentro dos dogmas do Culto e escondendo toda a verdade para o jovem.

Kassandra consegue matar Chrysis e volta para Atenas.

Terra, mãe de todos, eu a saúdo

De volta em Atenas, algo estava fora dos eixos corpos queimados, uma doença havia se espalhado. Péricles estava mal das pernas e Phoibe a pedido de Aspásia pediu para ir atrás de um homem que pudesse ter um barco para levar Péricles para um local seguro.

Porém, a garota demora, e encontra Phoibe sendo atacada por uns bandidos, e ao matar eles, vemos que Phoibe havia sido morta…

Furiosa levanta em busca de vingança do Culto. Ao continuar sua jornada, Kassandra adentra até um templo ao lado de Aspásia e Sócrates que se deparam com Deimos finalizando Péricles e deixando o corpo dele no chão. Kassandra não alcança seu irmão e eles saem dali, e se encontram no porto, onde Kassandra pede para que eles, Aspásia, Hipócrates e Sócrates saíssem de Atenas, já que ela estava sendo tomada. Sócrates e Hipócrates resolvem seguir na cidade, enquanto Aspásia foi junto com ela.

Elas se atualizam e Aspásia informa que o navio de sua mãe havia desembarcado em Naxos e é para lá que nós vamos finalmente reencontrar nossa mãe.

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Depois de um papo, Kassandra promete trazer Alexios de volta. Alguns dias depois resolvendo uns problemas na ilha, Kassandra encontra uns documentos que alertava que Esparta também foi tomada pelo Culto e que além disso, um dos reis espartanos fazia parte do Culto.

Em casa, por enquanto

De volta para sua terra natal, mãe e filha se veem perto de sua casa, e Brásidas aparece dizendo que elas poderiam recuperar sua casa, se ajudassem os Reis de alguma forma. Essa forma seria matando alguns atenienses e antes de partirem, descobrimos pela boca de Myrrine que Kassandra nada mais é que a neta de Leônidas e que o mesmo havia batido de frente com o Culto em sua época. E que de certa forma, a linhagem de Kassandra estava predestinada a lutar contra o Culto.

Após fazer algumas missões, elas ganham o direito de se encontrar com os Reis de Esparta, Arquídamo e Pausânias que pedem alguns simples favores. Kassandra teria que vencer as Olimpíadas e ganhar a região de Beócia para Esperta, só isso.

Para as Olimpíadas, Kassandra vai atrás de um guerreiro, chamado Testikles para disputar as Olimpíadas, mas acidentalmente o grandão acaba caindo no mar e é comido por um tubarão, sobrou para quem ir disputar as Olimpíadas? Sim, Kassandra! Que leva nas costas a disputa e ainda de quebra mata mais um dos Cultistas (nessa altura, muitos já haviam morrido) e dentro da missão para tomar Beócia, ela encontra Stentor, que poderia lhe ajudar na missão.

Assassin's Creed Odyssey
Campeã Olimpíca

Ele mesmo p*&¨%$ com Kassandra, decide ajudar sua meia irmã a tomar Beócia para Esparta. No término, eles acabam tendo um desentendimento por conta da morte de Nikolaos e brigam entre si, fazendo com que Kassandra mate Stentor. *Vale ressaltar aqui que caso você não tenha matado Nikolaos no começo do jogo, ele aparece interrompendo a briga entre os irmãos*.

Nesse meio tempo, Kassandra também conseguiu juntas provas para incriminar um dos Reis que fazia parte do Culto, e nada mais era que Pausânias. E em uma luta, ela o mata e assim, Arquídamo devolve as terras da família.

Briga entre irmãos

Com as atenções voltadas para Alexios agora, Kassandra foca em trazer seu irmão de volta, onde Brásidas diz precisar de ajuda contra uns Atenienses em Pilos, ela aceita e partem até lá. No campo de batalha, acabamos encontrando Deimos e uma briga das boas acontecem. No final, você tem a oportunidade salvar seu irmão ou deixa-lo ali para morrer, independentemente de sua linha de diálogo, uma arvore cairá sobre você e será capturado.

Ao acordar, você conversa com seu irmão, onde vai decidir de novo mata-lo ou tentar salvar ele, o que você faria.

  1. Deixaria Demos voltar para o Culto
  2. Salvar Alexios

*Essa eu não me recordo bem o que eu fiz, mas acredito que foi tentar salvar ele*

E após um bate papo uol, Cléon aparece dizendo que foi ele quem ordenou que Alexios matasse Péricles, assim sendo, ele se mostra fazer parte do Culto dos Cosmos e antes de ir, ele deixa dois guardas para matar Kassandra que viram pastel fáceis na mão dela.

Os amigos de Kassandra então chegam até ela, a libertando e decidem derrubar Cléon. Kassandra então se vê novamente num campo de batalha entre Esparta e Atenas, onde coloca os irmãos novamente frente a frente, mas dessa vez, Alexios mata Brásidas na frente de Kassandra que tenta ir até o seu irmão, mas uma flecha, que era destinada para ela, acaba acertando Alexios, o deixando inconsciente. A flecha foi disparada por Cléon.

Com Alexios fora de jogo, Kassandra parte contudo para cima de Cléon e na beira do mar, ela mata mais um cultista.

Hora da verdade

Kassandra de volta até sua mãe, é chamada para ir até onde tudo começou, no Monte Taigeto. Lá, Alexios estava esperando por elas, e uma série de diálogos acontecem e você tem como opção lutar contra seu irmão ou falar que não irá lutar contra ele. O que você faria?

  1. Não lutaria contra seu irmão
  2. Lutaria com ele

*Em minha gameplay, eu escolhi salva-lo, porém, algo durante a minha gameplay não saiu bem como o esperado, então, Deimos matou Myrrine, logo, forçando com que eu o matasse também depois de uma batalha*. Com isso, o final ruim foi o meu durante a jornada, fazendo com que Kassandra terminasse em sua casa, na mesa de jantar sozinha. Assim terminando seu primeiro arco.

Arco II

Kassandra ainda teria que ir atrás de todos os cultistas. Cada um deles deixava uma pista de outro e por aí vai. Era formado uma teia de cultistas na qual você ia liberando a cada pista e matando o outro, até chegar no fantasma, que era o centro de tudo.

Aspásia

No final, o Fantasma do Cosmo era nada menos que Aspásia. Kassandra após retornar para o local secreto de reuniões do Culto, encontra ela lá, onde a mesma diz que fez isso para ter o controle da Grécia e que estaria fazendo bem. Por isso, eles (Culto estavam atrás da linhagem de Kassandra), assim deixando com que essa linhagem não atrapalhasse nos seus planos. Por fim, o jogador ter a opção de:

  1. Matar Aspásia
  2. Beijar Aspásia
  3. Deixar Aspásia fugir

Me lembro bem que minha alternativa foi matá-la depois de uma treta.

Rede de Cultistas

Arco III

Durante algumas missões, ao encontrar sua mãe, ela pede que você vá atrás do seu verdadeiro Pai, nas profundezas de uma caverna na Ilha de Tera. Após chegar lá, temos o encontro com seu verdadeiro Pai. Pitágoras.

Assassin's Creed Odyssey
Ikaros e Pitágoras

Sim! Pitágoras é seu pai e se encontra diante de um local misterioso, com o Cajado de Hermes em posse. Eles têm uma grande conversa sobre tudo o que aconteceu. E é explicado que Pitágoras deixou sua família pois queria conhecimento, fazendo assim com que ele chegasse até o Portal para Atlântida, mas que o mesmo deveria ser fechado por quatro chaves que estavam espalhadas pela Grécia.

Antes de partir, ficamos sabendo que Ikaros era parceiro de Pitágoras, e que ao saber o de seu nascimento, ele mandou a ave até a garota para que ela a protegesse em seu lugar.

Kassandra então parte em busca dessas quatro chaves que envolviam figuras mitológicas, como a Esfinge, Ciclope, Medusa e o Minotauro. Todos eles haviam missões e locais específicos, de dar calafrios em muitos momentos. E após derrotar todos, você conseguia fechar Atlântida e seu pai lhe entregava o Cetro de Hermes assim, morrendo.

Fim

O bastão do Hermes era nada mais que uma relíquia da primeira civilização. Ele dá a imortalidade ao usuário e não poderia cair em mãos erradas.

Layla então encontra o Templo e algo surreal acontece.

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Sim, Kassandra diz suas últimas palavras para que Layla continue seu legado. E agora, é esperar para saber o que será de Layla nos próximos jogos da franquia Assassin’s Creed.

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Olá, estamos chegando ao final do nosso especial sobre a franquia Assassin’s Creed, e estamos para celebrar o novo capítulo da saga com a chegada de AC Valhalla. Mas antes de chegarmos no período dos Vikings e suas barbas e cabelos magníficos, vamos voltar a origem de tudo. Hoje conheceremos novos heróis e heroínas, tanto do passado, quanto do presente “atual”. Hoje, você conhecerá a história de Assassin’s Creed Origins, seja muito bem-vinda (a).

Tudo tem um começo, um meio e um fim. Nós tivemos, o que para muitos, foi o fim da franquia com a morte de Desmond Miles, no final de AC III. Mas também podemos olhar como fim ou meio, a que podemos chamar de “Era Moderna” da franquia que teve seu findar durante AC Syndicate no texto passado, depende muito da perspectiva. O começo também pode ser visto de outra forma, a qual foi o nosso primeiro encontro com a Irmandade dos Assassinos e seu confronto com Templários lá com Altaïr no AC I ou agora, com Origins.

Como o nome sugere, Origins é a origem de tudo (Kassandra não concorda muito, mas isso, veremos mais em breve). Mas sim, aqui existe o começo de todo esse confronto e nós iremos ver as razões e motivações de cada um. Pois bem, vamos lá?

[…] Para servir a luz […]

Contexto Histórico – Assassin’s Creed Origins

O período que se passa a história de Assassin’s Creed Origins é durante o Reino Ptolemaico, quando Cleópatra ascende, casando-se com se irmão Ptolomeu XV ao trono em 49 a.C, no que podemos chamar de “Baixo Egito” e “Alto Egito”. Onde a adoração aos Deuses já não era tão comum como antes e principalmente, a influência Greco-Romana em várias Cidades, bem como Alexandria era vista em várias estátuas e até mesmo estruturas prédios que se assemelhavam aos de Roma e Grécia.

Nesse período também, a Influência da República Romana era dominante no Egito, já que havia uma disputa, principalmente por Alexandria entre generais Romanos, tanto Júlio César e Pompeu.

Após uma sucessão de encrencas políticas, alianças inesperadas, Cleópatra foi deixando a política de lado, sem perder a majestade.

Antes da viagem

É bom amarrar umas pontas soltas que podem haver nesse texto, antes mesmo dele começar, portanto vamos lá.

No presente, somos apresentados a Layla Hassan, uma nova protagonista no presente atual da franquia Assassin’s Creed. Ela, nascida no Cairo, Egito, foi levada logo quando pequena para os Estados Unidos, passando a morar em Nova Iorque.

Algum tempo depois, ela foi descoberta por Sofia Rikkin, filha de Alan Rikkin, ex-CEO da Abstergo Industries e Membro da Ordem Templária. E aqui vai, para que não assistiu ao filme live-action lançado em 2018, Sofia Rikkin e seu pai estão presentes no lore da história e agora dentro, podemos dizer que sim o filme de certa forma faz parte do cânone oficial da franquia.

Pois bem, Layla agora recrutada por Sofia, ficou apenas na área de pesquisas de história da Abstergo, já que não lidava bem como regras e tudo mais. Apesar da proximidade com Sofia, Layla nunca pode trabalhar perto dos projetos que envolvia o Animus e ao viajar para Madri, na Espanha, para dar procedimento a um novo tipo de Animus, o que vemos no filme, Layla ficou desapontada e mandada para o Egito, com sua amiga de trabalho Deanna Geary a fim de recuperar um objeto para a empresa.

Assassin's Creed Origins
Layla pela primeira vez na franquia

Dentro de uma caverna, na Depressão de Qattara, encontrou as múmias dos Assassinos, Bayek e Aya e com uma versão portátil do Animus, na qual ela mesmo criou ao longo dos seus onze anos de Abstergo, ela resolve reviver as memórias deles, mesmo que não tivesse autorização de seus superiores para isso. Portanto vamos agora sim conhecer nossos heróis do passado.

Conhecendo novas caras

A cena inicial de Assassin’s Creed Origins mostra Bayek, residente do Oásis de Siwa, com sua esposa Aya e seu filho Khemu. Bayek acabou herdando de seu pai o título de Medjay de seu pai. Medjay eram conhecidos as pessoas que basicamente faziam os papéis de policiais da época. Fazendo favores a população e ajudando sempre que pudesse. Bayek foi um homem justo e devoto a sua família, ele via em Aya uma força incrível para continuar trilhando seu caminho, e Aya por sua vez, era uma grande mulher que planejava todos os passos de sua família. Ambos eram formidáveis guerreiros, pois precisam estar sempre a disposição de sua pequena aldeia em Siwa.

Ao lado de Bayek, também havia Senu, a sua Águia de Bonelli que, bem como em Odyssey, fazia a visão tática e de águia (literalmente) sob a cabeça de Bayek, fazendo com que ele adotasse estratégias em horas de combate.

A cena mostra a chegada de Ptolomeu XVIII, que após dar o golpe em sua irmã, ascendeu ao cargo de Faraó, cargo esse que era para muitos de um Deus, e o pior, muitas pessoas eram iludidas por isso, assim, criando por vezes imagens falsas de deuses em seu imaginário e em contos.

Ali, Bayek estava para entregar um Íbex, um animal bovino para ser entrega para homenagear a chegada do novo Faraó. A caça foi feita com seu filho, Khemu e seu amigo, Chenzira. Após pedir para que seu filho fizesse um favor, Bayek e ele são abordados por homens mascarados, parecidos com os seguranças de Ptolomeu, eles chegaram até a caverna que Bayek e Khemu estavam com o amigo do garoto como refém e queriam ver o Medjay. O mesmo pediu para que Khemu fugisse, ele enfrentou alguns soldados, mas acabou desacordado.

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Bayek e Khemu

Após um tempo no Templo de Amun, Bayek, amarrado, foi escoltado para dentro do templo e viram Khemu entre quatro soldados cercado. Ao mostrar uma relíquia para Bayek, um dos mascarados exigiu de Medjay que ele abrisse a porta do templo. Bayek sem saber o que fazer, pois não tinha conhecimento de tal artefato, muitos menos de como abrir a porta.

Entra em cena não, o Faraó, Ptolomeu XIII, nisso, Khemu consegue roubar uma faca de um dos mascarados, jogando-a para seu pai que se liberta, enfrenta uns guardas, mas um deles faz um movimento no qual faz com que Bayek acerte o abdômen de seu filho involuntariamente. Bayek no calor do desespero é mais uma vez desacordado pelos mascarados.

Questão de vingança

Tomado pelo ódio e a culpa em seu coração, Bayek enterra seu filho na Montanha dos Mortos. Ao lado dele, Aya, sem saber o que fazer, resolve viajar até Alexandria, onde seu primo, Phanos vivia. Bayek então começa a ir atrás de informações sobre os mascarados, ficando praticamente fora de Siwa por um ano.

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Após esse período, Bayek descobriu a identidade de um dos mascarados, Rudjek, que usava o pseudônimo de “A Garça”. “A Garça” foi perseguido por Bayek até a Pirâmide Torta de Sneferu. Onde cruzou com o guarda-costas de Rudjek, Hypatos pela primeira vez. Após conseguir escapar de Hypatos, ele foi até Rudjek que em uma tentativa nojenta, ataca em Bayek a faca que havia sido usada na morte de seu filho. Porém, Bayek bloqueia, diz que era matar a todos que estivessem envolvido na morte de Khemu e enfia a faca no meio do rosto de Rudjek, assim o matando.

Volta para casa

Depois de um tempo após a morte de Rudjek, aos arredores de Siwa, Hypatos encontrou Bayek e ambos lutarem até a morte. Bayek até pediu para que Hypatos parasse com aquilo, oferecendo uma trégua, mas o mesmo recusou. Então, Bayek deu um fim em sua vida.

Na saída da tumba onde se encontravam, Bayek encontra seu amigo, Hepzefa, que na ausência de Bayek, havia se tornado o Medjay da região. Ele estava lutando contra alguns soldados que ainda juravam lealdade ao Rudjek, nessa altura mais morto que tudo.

A dupla então cavalga até a cidade natal de ambos, onde Bayek descobre que as ações de Medunamun, um membro da Ordem que Bayek tem como alvo, havia montado uma base de operações no Templo de Amon. Bayek então na casa de seu amigo, começou a planejar seu próximo ataque, mas não sem antes ser tratado pela curandeira da vila, Rabiah.

Bayek então se encontra com Senu, que ele achará estar morta quando houve a treta envolvendo seu filho na tumba. Ao perceber que poderia se ferir, Bayek vai atrás de equipamentos para enfrentar os mais diversos desafios para alcançar sua vingança.

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Ao ajudar muitos de seus vizinhos, Bayek adentrou no templo, onde liberou alguns cidadãos e encontrou o sacerdote Íbis, que tambem era conhecido como Medunamun, após uma batalha, Bayek matou o sacerdote a base de socos, onde finalmente trouxe paz para sua região.

Encontrando sua amada

Após libertar os seus da tirania dos mascarados. Bayek atravessa o deserto até Alexandria para encontrar Aya. E após uma viagem fazendo umas missões no caminho, chegamos até Alexandria, onde ao lado da Grande Biblioteca, Bayek avista Aya do lado de uma estátua.

Phanos recebe Bayek e leva o Medjay até uma entrada de um esconderijo onde sua mulher se encontra. Eles se reencontram com um momento intimo, afinal, fazia mais de um ano que não se encontravam. Ela informa seu marido que localizou e matou dois mascarados. Acteon conhecido como “O Abutre” e Ketsos, “O Carneiro”.

Aya mostra também a Bayek uma carta que ligava a Ordem a Corte de Ptolomaica. Ela obteve essa informação com Apolodoro que em nome de Cleópatra tinha espiões rastreando os mesmos homens que o casal. Bayek não confiava em Cleópatra, mas sim em sua esposa.

Aya entrega nesse momento o que viria a ser a Hidden Blades num futuro, e ela avisa que estava sendo caçada pelos mercenários da época conhecido como Phylakitai de Alexandria e Bayek ficou a cargo de Gennadios.

Ao eliminar Gennadios, o mesmo em seu leito avisa que outros iriam atrás do casal e que suas atitudes estavam acima da lei. Após mais algumas missões, Bayek encontra uma pista de que Eudoros, “A Serpente”, estaria em sua casa de banho que frequentava já a bastante tempo. Ao entrar, houve duas tentativas, uma falha, mas a segunda, acidentalmente Bayek aciona sua Hidden Blade, não só assassinando seu alvo, bem como cortando assim seu dedo anelar. Ao cauterizar seu dedo e reportar sua esposa, a sensação era de alívio, e eles passam a noite juntos.

Não era o fim

Apesar de passarem juntos a noite, Bayek tinha a sensação de que Eudoros não era o último alvo que ele precisava tirar do caminho, mesmo com Aya tendo certeza de que a vingança deles teria terminado ali. Ela sugeriu que seu marido fosse até o Hipódromo Lagoon, onde encontraria Apolodoro e mais informações também.

Mais umas missões depois ao lado de Apolodoro, eles vão até a residência da Rainha ao seu encontro. Ao chegar diante da rainha que estava curtindo a vida, ela informa que a Ordem dos Antigos era responsável pelo poder de seu irmão e automaticamente seu exílio. Foi revelado então que a Cobra nada mais era como a Ordem num todo, e que Eudoros nada mais era que apenas o “Hipopótamo” dentro dessa cadeia. Além disso, os espiões enviados de Apolodoro encontram o “Escaravelho”, a “Hiena”, o “Lagarto” e por fim, o “Crocodilo”. Cada um em um canto específico do Egito. Então, em um acordo, Bayek se tornou o Medjay de Cleópatra, e prometeu que iria dar fim em cada membro restante da Ordem dos Antigos.

Aya e Cleópatra

Ao começar suas investigações, ele vai primeiro atrás do Escaravelho. Onde lá, descobre informações com Harkhuf, onde disse que a última pessoa que procurou informações sobre teve a língua cortada.

Bayek recebeu uma informação de que ao velho que havia tido a língua cortada, foi sequestrado e seu neto iria lhe ajudar com a caçada do Escaravelho. Ao conseguir, Bayek recebe um pergaminho que diz que as tropas do Escaravelho estão em Letópolis. E a filha de Ghupa, o velho, disse que seu marido, Taharqa poderia ajudar.

Ao ajudar Taharqa, o mesmo convida Bayek para um jantar e ao beber um vinho, Bayek se sente mal e só percebe um sorriso no rosto de Taharqa e um anel que tinha um desenho de Escaravelho. Após acordar, Bayek se encontra no Deserto, totalmente coberto na areia e apenas a cabeça sob o lado de fora, lá fora deixado para morrer junto com outras vítimas com Taharqa.

Com a ajuda de Senu e seu corcel, Bayek volta a Letópolis e assassina seu alvo. Kawab, o filho de Taharqa, jurou matar Bayek pois presenciou a morte dele pelas mãos do Medjay, e sua mulher teve que ouvir a explicação do mesmo.

Indo até Gizé, atrás da Hiena, ele conhece Mered, que lhe informa que o nome verdadeiro da Hiena era Khaliset e lhe pediu uns favores. E após umas idas e vindas, Bayek localiza um pergaminho na Grande Pirâmide de Gizé e rastreou Khaliset até lá.

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Abaixo da pirâmide, havia um complexo Isu, um templo relacionado a primeira civilização. Lá, havia uma mensagem que falava diretamente com a Layla Hassan. Além disso, ele achou o que procurava, as pistas mais que necessárias para seguir a Hiena. Lá, ela tentaria ressuscitar sua filha com o poder da câmara e uma sílica, mas Bayek interviu começando uma perseguição que levou ao lado de fora com uma tempestade de areia e acabou com a morte da Hiena.

Lagarto

Já em Memphis, Parsherenptah pediu ajuda do Medjay, para ajudar a quebrar a maldição que assolava sua esposa grávida e a cidade. Após investigar, e completando umas missões que envolviam múmias podres, e um touro envenenado que supostamente não queria a presença de Cleópatra nas redondezas.

Bayek e Aya trabalharam juntos para encontrar o Lagarto, que foi identificado por Bayek pela sua tosse e uma peça de roupa azul. Então, ele o mata dando fim na “maldição” que assolava Gizé.

Crocodilo

Restava então o Crocodilo, que Bayek então foi enviado para recuperar um livre que continha a verdadeira identidade do Crocodilo e seus atos corruptos. A filha de Khenut e sua filha que estavam o livro, foram raptadas pelo membro da Ordem e foram levadas para o Farol de Euhemeria. Bayek então lutou na Arena para derrotar Diovicos e Viridovix, e ao derrotar ambos ele conseguiu a identidade do Crocodilo, que se chamava Berenike, ele rastreou seus passos e ao chegar na sua vila, a matou.

Chacal e Escorpião

Ao ir embora com a Rainha, Aya manda uma carta para Bayek informando que haviam mais dois membros, Chacal e o Escorpião. Membros da Guarda Real de Ptolomeu e os possíveis culpados pela morte de seu filho. Ela então rastreou que Lucius Septimius que pretendia matar Pompeu.
Cleópatra pode ajuda para Aya, Bayek e Apolodoro para entrar no Palácio e encontrar Júlio César, eis que surge a icônica história da rainha enrolada no tapete. Bayek se aproveita da situação e mata o Escorpião, que era Potinus, mas é impedido de matar Lucius por César.

A origem

Cleópatra havia conseguido o trono de volta ao lado de Júlio César e viu seu irmão sendo morto por crocodilos. Septimius foi autorizado a viver e Bayek e Aya ficaram sem sua vingança. Mas, Bayek começou a unir colegas que estavam ao lado dele durante sua jornada e começaram a formar o credo, com o objetivo de defender o livre arbítrio e ameaçar qualquer atividade da Ordem dos Antigos.

A primeira grande missão dos “Ocultos”, era de ir até o túmulo de Alexandre o Grande, já que a Ordem tinha interesse em algo lá. E ao chegar, Bayek e Aya encontram Apolodoro mortalmente ferido. Ele avisou que o Tenente de César, Flavius era o “Leão”, a verdadeira face da Ordem dos Antigos, e lá, ele pegou um orbe e o Cajado Real de Alexandre, assim, voltando para Siwa para a tumba.

De volta para casa, o já não mais Medjay encontrou a tumba aberta, lá Hepfeza estava morto. E ao rastrear Flavius até a cidade Romana de Cirene, Bayek enfrentou Flavius e depois de uma batalha onde ele enfrentou o romano, Bayek matou o homem que ele considerava ser o responsável pela morte de seu filho, que aparece dizendo que vai aguardar seu pai nos Campos de Junco. Ao voltar para Aya, com o que podemos chamar Maçã do Éden, ela avisa que irá até Roma atrás de Septimius e Júlio César. Os dois conversam na beira da praia onde o credo recebe oficialmente seu início.

https://youtu.be/5NBS10TXHUM

A agencia dos Ocultos começa a ganhar força no Egito e uma é fundada na Roma, pela própria Aya, que agora se Chama Amunet. Aya chega depois de umas encrencas marítimas até Roma, no Teatro de Pompeu onde está Júlio César e Septimius. Aya, pede para que Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus vão colocar em prática o plano de matar César.

Septimius vê Aya a briga entre eles acontece de forma feroz, com o braço direito de César, que diz que agora o ditador romano é o pai da razão. O fim disso, é de Septimius sendo morto por Aya que após isso, vai atrás de Júlio César, trazendo uma das cenas mais icônicas da história de Assassin’s Creed, parabéns Ubisoft.

crédito ao canal Bruno Pereira.

Então Aya volta até Cleópatra e termina sua jornada enviando uma carta para Bayek.

Assassin's Creed Origins
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Vale ressaltar que ao final da campanha, William Miles, pai de Desmond aparece no local onde Layla se encontra e pede para que ela se junte a causa dos Assassinos.

A mesma então aceita o convite e voltará ao lado de Kassandra e Alexios em Assassin’s Creed Odyssey, no nosso último encontro (pelo menos por enquanto) da Cronologia Assassin’s Creed, até lá.

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Já é uma tradição aqui na minha coluna, quando temos um especial vindo é por aqui que começamos, os top 5 jogos (na minha opinião) daquela franquia em questão, e hoje, chegou a hora de falar da franquia de jogos Assassin’s Creed.

Não é novidade para ninguém que a série Assassin’s Creed tem seus altos e baixos, ao foram nada mais que de 11 jogos da série principal lançados até o momento, e Valhalla será no final do ano, o capítulo mais recente da franquia.

Caso você tenha jogado já algum jogo, você tem seus favoritos, certo? Bem como o especial de Final Fantasy, lá atrás, esse texto trata apenas da minha, e claro que você pode discordar veemente dela.

Bom, chega de lenga lenga e vamos ao que interessa?

5 – Assassin’s Creed Odyssey

Eu poderia colocar dois nessa lista que estaria tudo bem, mas eu vou escolher um só, o que eu joguei mais tempo. Com mais de 60 horas de jogo, com lágrimas, sorrisos, gargalhadas e surpresas, fica Assassin’s Creed Odyssey.

“Ai meu deus, você já falou do AC Odyssey semana passada, Luiz”. Sim, falei e tenho mais para falar, fica tranquilo (a), Kassandra está de volta! E meus amigos, o quão bobo eu fico ao descobrir coisas novas, locais novos, histórias novas durante minha jornada pela Grécia Antiga.

Tudo em Odyssey é vivo, os cenários te passam sensações diversas, você sente desconforto, fica apreensivo a cada tumba/caverna/naufrágio que você encontra. Bem como as florestas, que realmente são os lugares mais perigosos desse jogo, afinal, você pode estar andando com Phobos e do nada um urso pode vir para cima de você.

A história é um ponto alto aqui, bem como uma tragédia Grega, você se encontra no meio do confronto entre Gregos e Espartanos. Aqui, você pode ter certeza, a história do jogo pode ser cruel com personagens que você menos espera.

E lágrimas podem escorrer dos seus olhos, ao se aprofundar na história familiar de Kassandra.

Assassin's Creed
Kassandra em ação

4 – Assassin’s Creed Origins

Fazem alguns bons anos que não reencontro um dos personagens mais fo*** que já tive o prazer de conhecer no mundo dos games. E não, não estou de falando apenas do Bayek, mas sim de sua esposa, Aya. Que por sinal, merecia muito mais destaque no jogo antecessor a Odyssey.

Que mulher, e sim ao matar Lucius Septimius, Aya lança “pela primeira vez” na franquia, a frase “Requiescat in Pace”, frase essa tão famosa por ser o bordão de Ezio Alditore em jogos mais antigos da série.

Em Origins, ao lado de Bayek e Aya, você tem como principal função ajudar Cleópatra a retomar o trono de seu irmão, Ptolomeu XIII. Ao se deparar com isso, Bayek enfrenta o que viria a se tornar a ordem dos templários.

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E sua saga, bem como a de Kassandra, é cheia de reviravoltas, e tragédia. O que que faz com que você se identifique com sua família.

3 – AC: Brotherhood

O segundo capítulo da trilogia Ezio, foi lançado no dia 16 de Novembro de 2010, há quase 10 anos e é uma maestria de jogo. Na pele de Ezio, você terá que reconstruir Roma no período da Renascença que é controlada pelos templários, comandados pela família Bórgia, que na figura de Rodrigo Bórgia, viria se tonar o Sumo Pontífice.

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Ao lado de Ezio, já um mestre da Irmandade dos Assassinos, você busca reerguer o legado da irmandade, recrutando cidadãos para que expandam o conhecimento dos assassinos e enfrentem a ordem dos templários, em meio a locais históricos, um mundo aberto cheio de coisas para fazer, personagens aliados históricos.

Desmond, que sua linhagem carrega a genética do lendário assassino nos dias atuais, busca desvendar os mistérios da primeira civilização e desmantelar a empresa chamada Abstergo, que carrega a bandeira templária na sociedade moderna.

É um clássico do mundo dos jogos.

2 – Assassin’s Creed II

Não existe uma forma melhor de começar esse texto a não ser descrever a emoção de ver o recém-nascido Ezio Auditore da Firenze fazendo seus primeiros movimentos.

Aqui, somos apresentados ao melhor personagem da franquia. Ao movimentar Ezio nos primeiros minutos após o seu nascimento, você é levado a uma viagem de traição com a família Auditore. Anos mais tarde, já jovem, Ezio começa suas primeiras jornadas ao descobrir que seu pai fazia parte da ordem dos Assassinos.

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Ezio então é motivado pelo seu desejo de vingança e vai atrás dos responsáveis pela morte de seu pai e irmão. Sua saga aqui também continua com o Desmond, que também tem em sua linhagem o primeiro assassino da irmandade conhecido, até então, Altair Ibn-La’Ahad.

AC II melhorou e muito a jogabilidade do (hoje) travado primeiro jogo da franquia. E usa os dos mesmos conceitos de mundo aberto, só que com muita exploração e horas e horas de diversão para o jogador.

1 – Assassin’s Creeed Revelations

Já pensou num jogo que conte com os 3 principais personagens, em três momentos diferentes e eles de alguma maneira se encontram? Pois é, isso é possível no AC Revelations, lançado pela Ubisoft em Novembro de 2011.

É o final de um ciclo de todos esses personagens, que teve início com Altair e termina nos dias atuais com Desmond. Após a derrocada dos Bórgias ao final de Assassin’s Creed Brotherhood, Ezio já muito mais experimente, viaja até de Constantinopla, ou nos dias atuais Istambul atrás das chaves deixadas por Altair.

 

Chaves essas, que guardam a biblioteca de contém os conhecimentos de que são mais valiosos que o ouro do mundo todo. Altair teria se trancado lá após ter posse da Maça do Éden, e Ezio, parte em busca delas em meio a uma corrida cheia de luta contra os inimigos da irmandade dos assassinos, os templários.

E semana que vem, começamos a contar por lançamento a história de todos os Assassin’s Creed. Começando pelo claramente, pelo primeiro jogo. Espero você!

Chaire!

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