Assassin’s Creed III - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 24 Mar 2021 11:08:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Assassin’s Creed III - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Assassin’s Creed Valhalla – Primeiras impressões https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-valhalla-primeiras-impressoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assassins-creed-valhalla-primeiras-impressoes https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-valhalla-primeiras-impressoes/#respond Wed, 24 Mar 2021 19:00:51 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18992 Bom, estamos no fim, pelo menos até o próximo Assassin’s Creed (que eu espero que demore), a saga de jogos que marcou e

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Bom, estamos no fim, pelo menos até o próximo Assassin’s Creed (que eu espero que demore), a saga de jogos que marcou e até hoje marca uma geração de players, assim como eu. E hoje, vou contar um pouquinho sobre as primeiras impressões de Assassin’s Creed Valhalla, o mais recente capítulo da franquia.

Desenvolvido pela Ubisoft Montreal e lançado no final do ano passado, no dia 10 de novembro de 2020 para PC, Playstation’s 4 e 5, Xbox One e Serie X e para Stadia.

História

Perto do final do século IX, precisamente em 873 d.C, durante as Invasões Vikings na Grã-Bretanha, você é Eivor (podendo escolher entre ser A ou O Eivor, no meu caso, seguindo a tradição começada em AC Odyssey, escolhi a versão feminina da personagem) que faz parte do clã nórdico, necessitando sobreviver em novas terras.

Assassin's Creed Valhalla

Precisando se estabelecer na Inglaterra, dominada pelos saxões liderados pelo Rei Alfred de Wessex, Eivor e seus camaradas partem em uma jornada cheia de mistérios, romances, e principalmente, encontro com a Irmandade.

Assassin's Creed Valhalla

Porém, isso não vamos ver detalhadamente agora, e sim, quando o Cronologia Assassin’s Creed Valhalla ganhar o seu lugar ao sol, portanto, não percam!

Gameplay

Todo processo evolutivo dos jogos anteriores, o que vamos chamar de “Era clássica” de Assassin’s Creed, culmina aqui. É uma celebração de tudo o que há de melhor nos em Origins e Odyssey, sério. Para quem acompanha essa evolução, fica deslumbrado (e no meu caso, esperançoso) de que um dia, tenhamos o primeiro Assassin’s Creed com um remaster com além dos gráficos melhorados, mas principalmente os controles melhores.

Tudo em questão de jogabilidade fica mais polido, o combate, incrível, com finalizações que te fazem falar “WOW”; afinal de contas, a era em que passamos, era muito viril e muito mais diversificado por assim dizer, qualquer um que goste da temática Viking vai se sentir dentro de uma grande série sobre o tema, principalmente com os combates mais violentos.

Porém, não só de combates frenéticos que Valhalla sobrevive. Existe sim seus momentos mais, tranquilos, e MUITO OBRIGADO, Ubisoft por trazer de volta a interação com os pets, sério, é um alento para os fãs da franquia de longa data.

Além disso, os vislumbres são algo magníficos, dá vontade de simplesmente parar por momentos e só observar. Vale destacar também que além do já conhecido sistema de “cavalo automático”, aqui temos também o barquinho da alegri… digo, automático. Durante suas incursões por aí, você só deixa o barco seguir o fluxo do rio e espera só chegar no local, gosto.

E o que falar das linhas evolutivas do personagem? Eu me senti totalmente em The Elder Scroll V: Skyrim, de tanto que você pode moldar as suas habilidade e ir para um caminho de constelações dos mais variados para melhor os atributos do seu personagem.

Design e Áudio

Olha, como um jogo que melhora tudo, não poderia de ser diferente aqui. Todo o design da temática nórdica se faz presente, desde tatuagens em você e em NPC’s, e até mesmo em atividades que você participa contra alguns desses personagens.

Por exemplo, algumas atividades desse jogo é o Orlog, um jogo de dados que se passeia em uma estratégia de derrotar as pedras do inimigo, o que equivalem aos pontos de vida (Yugi, eu tô de olho) e por incrível que pareça, me lembra muito a mecânica dos dados masmorras, só que sem os monstros claro, Duke Devlin estaria orgulhoso. Apesar de não ter nenhuma comprovação certeira de que os Vikings jogavam esse tipo de jogo, foi colocado uma adaptação para que entrasse em Assassin’s Creed Valhalla, o que é bem legal.

Assassin’s Creed® Valhalla_20210310133437

Batalha de rimas e principalmente batalhas de quem bebe cerveja mais rapidamente, isso tudo contando um sistema de quick time events, que não cansam e muito menos são obrigatórios.

Bom, como vocês podem ver na imagem abaixo, o modo foto é o principal aliado de Valhalla para quem gosta de tirar bons takes do jogo, é de cair o c* da bund* como esse jogo é lindo. E aqui, se torna bem parecido com o que vimos em Odyssey, muitos lugares cheios de pessoas, mas áreas em que você se quiser, pode ficar ali tomando um ar fresco, mas, tomando cuidado com a vida selvagem sempre.

Já os áudios em Assassin’s Creed Valhalla também não deixam a desejar, desde seu corvo, Synin, que evolui os parceiros aviários de outros jogos e você pode simplesmente ver onde existem recursos e marcá-los e ir lá buscar, parece até um conceito nórdico que diz que Odin tem seus corvos para ver e ouvir tudo… hum… interessante. Eu não vou entrar no mérito, mas isso faz muito mais sentido quando você se aprofunda na história de Valhalla.

Mas, por fim, tudo é vivo, ao jogar com fone de ouvido, é possível ver diálogos perfeitos entre os NPC’s. A vida ao redor de Eivor é incrível, tudo é vivo.

Mas eu queria destacar em especial os momentos de incursões, para quem não sabem, existe uma função chamada Incursões e as Incursões Fluviais, que levam o jogador a lugares marcados ou extras do mapa para pilhar vilarejos, monastérios e até fortalezas. Ao chegar no local, você simplesmente toca um berrante e chama seus aliados para dar início aos ataques nesses locais, e meu deus, é um negócio de arrepiar quando isso acontece.

E então Luiz, vale a pena comprar Assassin’s Creed Valhalla?

Aí é que tá, vale só se você for muito fã da franquia. Eu mesmo adquiri o jogo em uma oferta muito boa na PSN que me dava direito aos conteúdos extras. Eu ainda não terminei a campanha, e vou demorar e muito para terminar, pois, como Assassin’s Creed Odyssey, tem muita coisa para fazer, e coisas que te levam a cada vez jogar mais e se distanciar do ponto principal.

Mas, eu não recomendo você pegar só o jogo base. Aliás, se você é da Ubisoft e está lendo isso, quero que leve esse recado aos seus supervisores. Eu sei que é que financeiramente bom para vocês venderem várias versões do jogo, mas eu, Luiz Guilherme, já estou de saco cheio de ter que pagar mais para ter uma versão completa do jogo. O que foi feito por exemplo em Assassin’s Creed III, Black Flag e até mesmo em Rogue, foi sacanagem com quem é fã, você perder histórias que complementam coisas no jogo seguinte, só pelo motivo de estarem em dlcs é brincadeira. PAREM COM ISSO, e me tragam Assassin’s Creed I Remaster para eu ficar mais feliz ainda.

Voltando, vale a pena esperar uma boa promoção na sua loja digital e pegar, assim você não fica triste em saber que no endgame, você não vai poder acompanhar os eventos extras. E saiba, você vai levar horas para jogar tudo o que tem, certamente vai mais de 200 horas de jogo, claro, contanto com o seu ritmo e disponibilidade.

Eu sei que faltou muita coisa, mas, vamos destrinchar melhor isso quando a review completa de Assassin’s Creed Valhalla vier, combinados?

Da minha parte, só vai. E até semana que vem, onde finalmente traremos Cyberpunk 2077 – A Experiência.

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Cronologia AC parte 6: Assassin’s Creed Unity https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-6-assassins-creed-unity/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-ac-parte-6-assassins-creed-unity https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-6-assassins-creed-unity/#respond Wed, 30 Sep 2020 18:55:29 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=13738 Cada vez mais próximos do final da nossa saga, hoje apresentaremos a história daquela Assassin’s Creed que mudaria os rumos da franquia até

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Cada vez mais próximos do final da nossa saga, hoje apresentaremos a história daquela Assassin’s Creed que mudaria os rumos da franquia até os dias atuais. Uns dizem que ele é injustiçado pelos seus bugs, outros, que hoje já se tornou um jogo razoável para bom. E eu, digo que ele foi salvo. Sejam todos bem-vindos a história de Assassin’s Creed Unity

Lançado em 11 de novembro de 2014, e não, isso não é uma dejavú, estamos no texto certo. Assassin’s Creed Unity foi um lançamento “gêmeo” da Ubisoft, e que tomaram rumos bem distintos durantes suas vidas. Um, como você anteriormente viu, foi lançado de forma exclusiva para a antiga geração de console, no caso Xbox 360 e Playstation 3, e teve seu relançamento anos depois para as atuais plataformas. E seu irmão, sim, foi um jogo exclusivo da atual geração de consoles, ganhando mais tarde a companhia de AC Rogue.

Se você não conhece a história, deva se perguntar “uau, a Ubisoft foi capaz de trazer a vida dois projetos tão grandes assim? ” Pois bem, foi, mas no caso de Unity, foi o filho que deu mais trabalho para colocar nos eixos.

Uma série de bugs, dos mais diversos, foram capazes de estragar a experiência de muitos que adquiriram Xbox One e um Play4 e também o jogo da empresa francesa. Foi um caos. O que resultou numa série de fãs que deram as costas para a franquia, fazendo com eles só voltasse, e olhe lá, dar uma nova atenção em Assassin’s Creed Origins, e sim Bayek, eu vou chegar em você ainda.

E não só fãs, mas os críticos desceram a guilhotina no jogo, muito por seus bugs que eram tão bisonhos que muitos, há época, não analisaram o jogo pela sua história. E por fim, a Ubisoft ganhou um apelido nada agradável por parte de todos, Bugsoft. Com isso, a estratégia da empresa mudou, decidindo frear os planos de todo o ano ter um jogo novo da franquia, por mais que os irmãos Frye estivessem prontos para dar as caras no ano seguinte. Uma lição na qual uma certa produtora de jogos esportivos e cheio de loot boxes deveria aprender, inclusive, rsrs.

Pois bem. Você pode me perguntar, “mas Luiz, então tudo foi um completo desastre e o jogo é uma caca total”. Eu te respondo, não. Com o passar dos anos, Unity foi ganhando correções e sim, hoje é um jogo que encontrou a luz. Sua história é riquíssima e muito boa, por sinal. Só vamos esquecer o multiplayer aqui, tudo bem?

Portanto, após essa introdução que talvez tenha feito você decidir sair do texto, que tal falaremos sobre essa história que se passa em um dos períodos mais intensos da civilização moderna, a Revolução Francesa.

[…] lembra-te, tudo é permitido […]

Contexto Histórico

Como já falado antes, Assassin’s Creed Unity reconta, da sua forma, o período histórico conhecido como Revolução Francesa. Que basicamente, contava com três estados dentro da sua nação, divididos como: Clero – Primeiro Estado, Rei e Nobreza – Segundo Estado e Povo – Terceiro Estado. Como já pode ser muito claro para você que está do outro lado, o terceiro estado não tinha direito a nada, enquanto o Clero e Nobreza eram os privilegiados daquela sociedade.

A França vivia um período econômico próximo ao colapso, não avança no capitalismo, como na Inglaterra por exemplo e sofria com frutos plantados lá atrás, que inclusive, tiveram ligação direta durante a Revolução Americana, retratada em Assassin’s Creed III.

Como resultado, os nobres e clero não queriam abrir mão de seus privilégios e queriam usar como bode expiatório a classe média e camponeses. Um custo alto foi posto em suas cabeças, que não tinham condições de pagar por tais tributos e acabaram dando cada vez mais, uma boa parcela do que recebiam com sua mão de obra.

E como consequências de 10 anos de revolução, as classes tiveram seus privilégios revogados, o feudalismo teve fim dando início a era do capitalismo, a queda do absolutismo não só na França, mas na Europa como um todo, a separação entre poderes e imposições das liberdades individuais, que tornava todos os homens iguais perante a lei.

Caso você queira saber mais sobre esse período, deixo aqui o link para ter mais detalhes.

A história

Começamos em 1314 no que seria o fim da ordem templária, já que o líder da ordem, Jacques de Molay foi morto queimado. Mas antes de tais ocorridos, foi possível ver as memórias de Molay.

E durante um combate com um de seus associados, ele pede para que o mesmo vá até o templo de Paris e esconda uma espada especial e um livro. Esse livro, nada mais era que um códex, escrito pelas mãos de Molay, que era um sábio.

Essa espada, nada mais era que uma espada do Éden, usada pelos humanos durante a guerra contra os precursores, afim de evitar o controle mental deles. Como não era apenas essa, muitos heróis da humidade empunharam esses artefatos ao longo da história, bem como Perseu, Genshis Khan e Arthur, sim, sua Excalibur era uma dessas. Essas espadas concediam poderes aos seus usuários, bem como teletransporte, lançar raios e enxergar com a visão de águia.

Após terminar essa memória, é revelado que o jogador do tempo atual é só um usuário de uma nova versão do Animus/Helix que foi comercializado pela Abstergo para o mundo todo contendo memórias de Assassinos como de Templários, mas claro, puxando para o seu lado, ao ponto de editar momentos cruciais para mostrar que os assassinos eram os caras ruins da história.

Vale lembrar que o usuário poderia rodar o software tanto como em jogo, como em filme.

Bishop aparece então diante de nós e revela-se ser uma agente assassina e lhe informa que a Abstergo estaria usando o Hélix para mudar o mundo e que eles não eram tão santinhos assim. Ela conversa com seu companheiro por rádio e pede para que seja carregado uma memória, a de Arno Victor Dorian e entramos no Palácio de Versalhes, dia 27 de dezembro de 1776.

Arno e Elise

Nascido em 1768, Arno Victor Dorian foi filho de Charles Dorian, um assassino renomado pelo credo e de Maria Dorian, que ao descobrir o que seu marido era, largou filho e esposo e sumiu do mapa.

Em 1776, durante uma festa em Paris, Arno se depara com o corpo de seu pai estendido, com um relógio de seu pai no chão que o garoto pegou e guardou para si. Talvez seja preciso relembrar, mas durante essa festa, Shay Patrick Cormac invadiu a festa com ajuda de Benjamin Franklin e assassinou seu alvo, Charles Dorian no final de Assassin’s Creed Rogue.

Depois desses eventos, François de La Serre, mestre dos templários franceses, praticamente adotou o garoto, que desenvolveu um laço forte com a filha de François, Elise. E para o garoto, a ordem dos assassinos e templários foi totalmente camuflado, mas para Élise não, ela já aos oito anos estava sendo treinada para assumir o lugar de seu pai.

Após um salto de tempo, vemos Arno, agora com 21 anos com o relógio de seu pai em mãos, mas no local onde estava e é abordado pelos irmãos, Hugo e Victor, que haviam ganhado o relógio de Dorian na noite passada, e após umas confusões, François aparece para amenizar os irmãos que foram embora.

François diz que vai buscar Élise para uma reunião importante, Arno é impedido de ir e o mesmo lhe diz que tem outras tarefas para que ele cumpra, após dar um sermão para o rapaz. Ao se despedirem, um carteiro às pressas, perde a chance de entregar uma carta para François e Arno aproveita da situação, e leva a carta até o destino de seu padrasto.

Após uma confusão com os irmãos Hugo e Victor, ele volta para a mansão e deixa a carta por baixo da porta e mais tarde descobre que naquele local de mais cedo, seria o local para a reunião com Élise, fica irritado, coloca uma roupa nova e decide invadir mais uma vez a área, o faz com sucesso, encontra Élise e trocam beijos. Como filho adotivo de François, ele acabou se apaixonando por Élise, e secretamente tinham um caso.

Ao sair da festa, o jovem Dorian vê seu padrasto sendo assassinado na sua frente por dois sujeitos que fugiram do local, ao tentar ajudar, alguém grita para os policiais sobre um assassinato, eles vão ao local e levam Arno preso, sendo injustiçado pela morte de seu padrasto.

Amizades estranhas

Levado até a Bastilha, Arno acorda no dia seguinte e se depara com uma figura que mantinha em mãos o relógio de seu pai, eles brigam e Arno diz que ele era louco por desenhar símbolos na parede, mesmo que não houvesse tais por ali. Mas, com a visão de águia despertada, o prisioneiro se revele para o garoto como amigo de seu pai e um assassino, Pierre Bellec.

Mestre Assassino, Pierre Bellec era um dos membros mais respeitados da irmandade francesa e era um pouco extremista sobre os métodos dos assassinos. Tornou-se assassino durante a guerra dos sete anos, e treinou vários assassinos, bem como Charles Dorian, pai de Arno e se tornando um grande amigo para ele.

Bellec estava “preso” pois queria encontrar mais marcas como aquela, portanto ele estava lá, basicamente porque queria e não por ter cometido algo. E ali mesmo, na prisão, ele começou a treinar o rapaz para seguir os passos de seu pai.

Após um ataque que viria a ser lembrado pelos historiadores como “A queda da Bastilha”, Arno e Bellec conseguem uma oportunidade para sair do local. Arno vai até Élise que desconfia de seu amado, que tenta argumentar que não matou seu pai, mas ela mostra para Arno que aquela carta que ele havia deixar na porta de seu pai, era um aviso para que ele tomasse cuidado, pois poderia sofrer um atentado. Élise parte e Arno procura a irmandade dos Assassinos para procurar pistas de quem fez aquilo com seu padrasto e acaba se tornando um membro do credo.

Lembram-se daquela reunião que haveria com Élise? Era para ela se tornar uma templária de forma oficial, mas né… acabou que não rolou.

Projeto Fênix

De volta ao mundo atual, Bishop mostra um vídeo sobre o Projeto Fênix da Abstergo, que graças aos estudos no corpo do sábio que morreu em AC Black Flag, foi possível descobrir que a primeira civilização tinha em seu DNA um triplo hélice, e não duplo como todos nós temos.

Se eles conseguissem ter mais DNA’s de triplo hélice, seria possível combinar com o Animus e ter acesso toda a sabedoria e conhecimento dos precursores, na qual, daria a chance para eles criarem um pedaço do Éden, por exemplo e para isso, precisavam descobrir mais paradeiros de sábios, para então conseguirem alcançar seu plano. Os Assassinos, por sua vez, descobriram os planos da Abstergo e estão contatando o máximo de usuários possível do Animus para que encontrem o paradeiro do sábio antes dos templários e realizar experimentos neles.

Bishop chama o usuário para ser um membro da irmandade, meio que sem ter o que fazer, ele entra e ela explica a razão por trás de reviver as memórias de Arno. Ele matou um sábio, e através dessas memórias, ela poderia descobrir a localização do corpo do sábio.

De volta

Ao voltarmos para as memórias de Arno, já o vimos com as vestimentas de assassino e já um pouquinho experiente. Por sinal, nota do redator, o uniforme de Arno é um dos mais bonitos da franquia Assassin’s Creed toda.

Ele ao lado de Bellec, estão investigando os ex associados de François de La Serre. A carta que François não chegou a ler, dizia que alguém muito próximo a ele tentaria contra sua vida. Bellec e Arno então vão investigar quem traiu François.

Bellec

E se deparam com Gabriel Sivert e uns capangas, eles então conseguem um livro com registros de Sivert e voltam até a irmandade. E ao se juntar com o conselho e o líder do conselho, Conde de Mirabeau diz que existe uma trégua entre assassinos e templários, e que eles também não poderiam interferir nos planos uns dos outros. Criticado por Bellec os outros membros do conselho deram ouvidos e concordaram que a trégua deveria acabar, já que De La Serre estava morto.

Contra a sua vontade, Mirabeau diz que Arno está liberado para matar todos os envolvidos nessa parada e descobrir as razões por trás de toda a briga. E no dia seguinte, após invadir a Catedral de Notre-Dame ele se coloca no lugar onde Gabriel Sivert se confessaria, e acaba matando o templário com sua lâmina enfincada no pescoço de seu alvo.

Existe um detalhe curioso aqui, ao matar Sivert, Arno consegue ver trechos de memórias de seus alvos, uma das características novas de pessoas descendentes da primeira civilização.

Ao retornar ao conselho, Arno ganha uma Phatom Blade, um upgrade da Hidden Blade, que permitia o usuário lançar dardos de longe para assassinar seus alvos mais facilmente. E então, ele parte para a área mais pobre da cidade atrás do Rei dos Mendigos.

Arno, ao ataque!

Ao encontrar Aloys la Touche, mão direita do Rei dos Mendigos, o Marquês de Sadé, ou Donatien Alphonse François de Sadé, o impede dizendo em linhas gerais, que seu objetivo era alcançar o trono de rei dos mendigos e por isso, era mais fácil Arno esperar o momento certo de atacar. Com o objetivo meio que semelhante, o assassino aceita os conselhos de Sadé.

Após seguir La Touche, ele descobre a localização do Rei dos Mendigos e vai até de encontro dele e o mata, revelando assim as motivações por trás da morte de seu padrasto. Ele queria ser um templário, mas De la Serre recusou a entrada dele, e assim, juntou forças com Sivert e planejaram a morte de François, sob as ordens de uma figura. Arno então encontra de Sadé, que sim, já era o Rei dos Mendigos e o mesmo lhe entrega o objeto que foi usado para matar François. E ainda lhe diz que só havia um ferreiro em Paris que conseguiria fazer tal material, seu nome era François Thomas Germain, e ao encontrá-lo, ele diz que quem encomendou tal objeto foi um homem chamado Lafrenière.

Após a perseguição e morte de Lafrenière ele vê em sua visão que foi ele quem escreveu a carta que deveria ser entregue até De La Serre e que haveria um ataque em um hotel, e ao voltar até o conselho, o assassino leva um esporro de todos por ter agido sozinho e sem consentimento de seus superiores, mas tem uma chance arrumar tudo indo até o local do ataque.

Lá, ele se depara com um grupo de templários e uma figura estranha que planejam matar Élise, imediatamente ele sai dali e vai até sua amada, e a salva. No dia seguinte, eles conversam sobre Élise ser protegida pelos assassinos, já que os templários queriam sua cabeça, mas ela, ainda não confiando, é convencida por Arno e é levada até a sede dos Assassinos, onde, mesmo com os olhos vendados, não tem a chance de saber onde está e Arno leva mais uma dura de seus superiores, mas Mirabeau estava disposta a conversar com a garota.

Ao voltarem até a casa do ferreiro, eles encontram um livro, onde ele confessa ter mandado matar o pai de Élise, eles são atacados e Arno diz para que ela vá até o líder do conselho dos assassinos mostrar a verdade, mas lá. Arno chega e encontra sua amada diante do corpo de seu mestre, ela diz que não foi ela, investigam a área e encontram uma taça com um cheio de veneno. Élise diz saber aonde encontrar quem vende, e após uma procura, o vendedor diz que quem comprou foi um assassino.

Entre nós

Depois de seguir todos os rastros do tal assassino, ele finalmente o encontra e descobre que não era nada mais que Pierre Bellec. O mesmo diz que já estava de saco cheio das atitudes de Mirabeau, e dizendo que a paz jamais poderia ser alcançada entre as duas ordens e que iria recomeçar a ordem, mais forte e com mais respeito, bem como fizeram Altaïr e Ezio. Ele convida Arno para conspirar que recusa. E após uma luta intensa, Bellec diz que se Arno não o matar, ele irá atrás e matar Élise, sem pensar duas vezes, o mestre é morto por seu discípulo.

Em Agosto de 1792, Arno recebe a missão de entrar no Palácio do Rei Luís XIV e pegar umas cartas que Mirabeau havia enviado para o rei com alguns planos, e ao chegar lá, ele é abordado por um jovem militar, chamado de Napoleão Bonaparte. Após um papo, Arno queima as cartas, mas pelas costas, Bonaparte abre uma caixa que continha um item brilhante, uma Maçã do Éden. Eles são atacados por um grupo pequeno e saem do local.

Para quem ficou perdido nessa parte, é só um detalhe básico. Napoleão estava atrás mesmo da Maçã do Éden. Esse item pertencia aos Reis da Franças por décadas, desde a idade média, e como vocês sabem, não existia apenas uma.

Ainda na hora de escapar do local, Arno vê a silhueta de Frédéric Rouille, e mais tarde, Napoleão daria a localização do templário que estava em reunião com La Touche. E ao encontrar o templário, ele o mata e vê em suas memórias que Rouille só ajudou os templários pelo simples fato de Mirabeau ter o ignorado na saída de uma assembleia, Germain, o ferreiro havia se tornado grão-mestre da ordem dos templários naquela época e Germain ainda queria destronar o Rei Luís XIV fazendo com que o povo passasse fome e para isso, ele teria ajuda de Marie Lévesque. Junto de Élise, Arno conta o que sabe sobre Marie e vão atrás de derrubar os planos de Marie, eles juntos acabaram com os planos dela, a matando, de virar a classe média e baixa de se voltarem contra o Rei. Após o plano dar certo, eles conseguem fugir num balão de ar, onde os sentimentos entre os dois volta a aflorar.

Guilhotina

Pulamos então para Janeiro de 1793, mas antes precisamos falar em que meados de 1792, o Rei Luís XIV foi preso, e a Convenção discutia sobre se ele deveria ser morto ou não. Arno e Élise, já em 1793 encontram com Sadé que dizem onde Le Peletier se encontra, ele dá a localização, e mata o templário envenenado. E nas memórias, ele pode ver que os planos de Germain era ver o povo se voltar contra o Rei, fazendo com que ele morresse e assim ele poderia repassar os ensinamentos de Jacques de Molay, tornando assim a França num território templário.

Em 21 de Janeiro de 1793, o Rei, em praça pública seria morto e Germain estaria lá para ver o show. Vale lembrar que o Rei Luís XIV não foi nenhum santo, e que sim, queria ver o povo passar fome, mas Marie queria evidenciar isso tudo para o público, portanto, ela conseguiu cumprir sua missão de um jeito ou de outro.

Arno se vê diante de Germain que explica seu plano que nada mais era que os templários precisariam renascer (huuum, já vi esse discurso antes nesse mesmo texto), e que as mortes de François de La Serre e do Rei Luís XIV eram o começo para que os templários tomassem o controle do povo. E assim, Rei Luís XIV perde sua cabeça para que todos vejam em praça pública.

Como um antigo mestre..

Germain ordena que seus capangas matem Arno e Élise o ajuda, falando que era para ele ir atrás do Grão-Mestre Templário, ele recusa dizendo que vai protegê-la, assim deixando Germain fugir. Depois disso, eles têm uma discussão grande, onde Élise diz que não precisa da ajuda de Arno e que ele não tem estomago para vingança e o deixa o rapaz.

Além disso, ao voltar para a irmandade, ele leva muitos sermões, já que segundo eles, Arno estaria ficando louco em prol de sua vingança pessoal, já que ele estava indo atrás de alvos e agindo sem consentimento, e após uma votação, ele é expulso da ordem dos assassinos.

Arno se vê em um estado caótico, onde não havia um dia em que não se encontrasse bêbado, e numa dessas ele perde o relógio de seu pai, o que o leva até o Palácio de Versalhes em uma noite, onde ele tem visões de seu pai assassinado. Élise aparece então com o relógio, e ele diz que não está atrás de vingança e sim, para que não acontecesse com Élise, o que aconteceu com seu pai, e que Germain não era sua preocupação e sim com Élise.

Ela então diz que precisa da ajuda de Arno, pois a cidade estava funcionando como um centro de morte 24/7, e que Germain era o responsável por isso. A guilhotina cantava em todo o momento e só os dois poderiam parar aquilo. Ele aceita, mas primeiro, deveriam ir atrás de La Touche.

Esse período foi o mais intenso da Revolução Francesa, que foi chamado de o Período de terror, os Jacobinos tomaram o poder e assassinavam quem se opunha a eles e o número de pessoas levadas a guilhotina, beirava os 18 mil.

Nem tudo acaba bem..

Arno vai atrás de La Touche, o mata, mas descobre que havia ainda mais um templário para sua conta, Maximilien Robespierre, que foi basicamente o cara que começou o período do terror na França, caçando seus adversários. Ele criou então um festival para que as pessoas reconhecessem o poder de um ser supremo, criando uma religião. E nesse festival, Élise e Arno se deparam com o que está acontecendo. Arno quer matar Max logo, mas ela diz que existe um outro jeito de acabar com o seu show.

Eles procuram meios de interver e Arno encontra um livro com pelo menos 50 nomes de pessoas que estavam ali presente que seriam mandadas para a guilhotina. Tudo isso assinado pelo próprio Maximilien e Élise deu um jeito de drogar Max e tudo viraria contra ele, fazendo ele perder a sua proteção e receber voz de prisão um tempo depois, porém, conseguindo escapar.

Mas, Arno e Élise vão atrás dele e a garota deixa ele sem o “maxilar”, (perdão, foi inevitável). Ele foi preso e condenado a guilhotina tempos mais tarde.

Arno e Élise vão atrás de Germain, e ao alcançar o Grão-Mestre, o assassino tenta atacar, mas é jogado para longe, já que Germain havia em posse a Espada do Éden. O que lhe concedia poderes mágicos, lembra?

Ao entrar no templo que estava a espada, Élise parte para cima do templário, que atira um raio e faz com que uma pedra cai sobre Arno. Ele consegue se livrar, e correr até sua amada, mas em uma explosão de raios, Élise morre.

Germain está no chão, quase sem forças, Arno apenas se aproxima dele e dá fim a sua vida, vendo suas lembranças. Na qual, Germain conversa com Arno e revela ser um sábio, e que sempre tem vislumbres da Primeira Civilização e que só compreendeu tais visões quando achou o códex de Molay. Ele afirma que tentou passar todos os conhecimentos para François de La Serre, mas que foi taxado de fanático e expulso da ordem pelo antigo Grão Mestre e por isso, ele fez o plano contra La Serre.

Arno ainda pergunta sobre a razão de todo o caos, e Germain responde que o único modo de controlar o homem é fazer ele temer a falta de liberdade. E que as pessoas pedissem por controle e que Arno apenas desacelerou um processo que não haveria mais como deter, e finalmente dá seu último suspiro.

Arno carrega o corpo de Élise para fora dali. E muito tempo depois, em 1808, Arno, já mestre Assassino, volta com Napoleão para recuperar os restos de Germain, colocando seus restos em alguma tumba em Paris. Bishop agradece pela sua ajuda, e é assim que termina a história de Assassin’s Creed Unity.

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Cronologia Assassin’s Creed Parte 3: Assassin’s Creed III https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-assassins-creed-parte-3-assassins-creed-iii/#respond Wed, 12 Aug 2020 19:00:37 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=11669 Hoje entramos numa nova era, o que podemos considerar o divisor de águas da franquia Asassin’s Creed. Após o término da saga Ezio

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Hoje entramos numa nova era, o que podemos considerar o divisor de águas da franquia Asassin’s Creed. Após o término da saga Ezio e sucesso estrondoso dos jogos anteriores, a Ubisoft foi além e nos presenteou no dia 30 de Outubro de 2012, o sucessor da trilogia Ezio, o Assassin’s Creed III.

É bom avisar que antes de você continuar esse texto, já contamos com dois textos além desse contando sobre os jogos anteriores da franquia, e que mais, depois do Assassin’s Creed III virão, portanto, caso você não queira spoiler, clique aqui, e aqui para ver os textos anteriores.

Não me recordo bem o ano que tive a oportunidade de jogar o AC III. Porém, há época, eu já havia jogado todos os jogos anteriores no meu saudoso XBOX 360, e me lembro de ter pego um kit de camisa, jogo e mouse pad e se não me falha a memória também um imã de geladeira. Sim, o Luiz de antigamente era esse tipo de cara, e eu não me arrependo de nada.

Mas, o hype foi tão grande, que na primeira vez em que rodei o jogo, que viria com a proposta de ser dublado, então pensei: “Por Juno! Isso dará muito certo”. E bem… deu, até chegar no AC Rogue.

Dito isso, vamos ao que importa, não é mesmo? Portanto, eu te pergunto… Você está prestes a vivenciar um novo momento na irmandade?

“… a verdade, lembra-te.. Nada é verdade”.

 

A história não acabou

Seguindo os eventos do final do jogo anterior, AC III começa com Desmond, seu pai, Rebecca e Shaun chegando no que seria a Cripta central, local que ficava nos Estados Unidos e que só foi possível achar graças as três figuras da Primeira Civilização, Juno, Júpiter e Minerva.

De possa da Maçã do Éden, Desmond abre a porta da cripta e lá dentro ativa um mecanismo, que mostra uma espécie de contador/porta mágica, que mostrava para todos o tempo que restava até a segunda explosão solar que dizimaria a terra, acontecer.

Desmond então entra em transe e fazendo com que as pessoas ao seu redor o coloque de volta dentro do Animus. Além disso, a missão que Rebecca para nosso protagonista é que ele precisa obter a chave para tal portão e nesse momento que somos jogados para o passado.

Tudo é permitido

Conhecemos então Haytham Kenway, nascido no dia 4 de Dezembro de 1725 em Londres. Dentro de uma ópera assassina, Haytham assassina um senhor, pega o medalhão que estava com seu alvo e escapa do local. Ao se juntar aos seus aliados, ele recebe a ordem de encontrar uma cripta que continha objetos da primeira civilização.

Enviado então para Boston, nos Estados Unidos, após 3 meses de viagem ele é recebido na América pela nossa primeira figura histórica: Charles Lee, soldado britânico e veterano na Guerra Franco-Indígena.

O mesmo diz que será nosso assistente e que nós, para obtermos sucesso, iriámos precisar recrutar 4 pessoas: William Johnson, John Pitcairn, Thomas Hickey e Benjamin Church, esse último inclusive é salvo por Haytham das mãos de um escravizador britânico.

Assassin’s Creed III
Haytham e Charles Lee

Já com seus colegas reunidos, William Johnson diz que uma tribo conhecida pelo nome de Kanien’kehá: ka mantinham artefatos parecidos com o medalhão que Haytham havia pego com o velho na ópera, e que Silas, o comandante britânico que mantinha Church preso, usava alguns índios dessa tribo como escravos.

Com o interesse em obter informações, eles vão até o Forte de Silas, atacam e libertam alguns índios e Haytham vai atrás de uma índia, chamada de Kaniethí: io, lhe mostra o medalhão e a mesma diz que sabe um local, mas em troca, ele teria que matar um general britânico Edward Braddock, já que o mesmo maltratava seu povo e o queria ver morto.

Após algumas semanas, Braddock é morto pelas mãos de Haytham e no reencontro, na frente da porta da caverna que no presente Desmond está, o medalhão acaba não servindo de nada, e ali, Kaniethí: io consola o britânico, rola um clima e é nisso aí que você está pensando, (eles jogam uno)

Alguns dias depois, com seus amigos reunidos, vemos Hayhtam fazendo o ritual de iniciação de seu amigo, e braço direito Charles Lee, só que com um pequeno porém, o ritual de iniciação Templária!!!!

E bem, é isso mesmo que você viu, em Assassin’s Creed III nesse tempo todo éramos um templário. Porém, vale ressaltar que no livro, Assassin’s Creed: O Renegado, sabemos das motivações de Haytham Kenway ter virado a casaca, já que antes ele era um assassino e virou templário.

Família, deuses e protagonista

Após sairmos do Animus e Desmond falar algumas coisas para seu pai, tomar uma porrada na cara do mesmo, explorar um pouco da caverna e trocar um papo com Juno sobre como eles tentaram e falharam em salvar a primeira civilização, somos levados de volta ao passado.

Lá, temos o vislumbre do pequeno Ratonhnhaké:ton, filho de Kaniethí: io e sim, dele mesmo, Haytham Kenway, aos seus quatro anos de idade, brincando com seus amigos de esconde-esconde na floresta, quando é abordado por Charles Lee e seu grupo de templários que não contava com a presença de Haytham.

Sob ameaça de morte por Lee, o garoto é forçado a falar a localização da sua aldeia, se recusa e Lee diz que vai o poupar pois é piedoso, enquanto o garoto pergunta o nome do homem diante de si, que responde e o indaga da razão da pergunta e recebe como resposta de Ratonhnhaké:ton um: “Pra eu te encontrar”.

Lee e seus colegas saem aos risos, enquanto o garoto fica desacordado após uma coronhada. Ao voltar para sua aldeia, ele encontra tudo pegando fogo e ao falar com sua mãe, ela lhe diz suas últimas palavras..

Tempos após isso, encontramos Ratonhnhaké: ton com seus 14 anos ao lado de seu melhor amigo caçando, e ao voltar para a tribo conversa com a anciã que lhe diz que ninguém pode abandonar aquele local, já que ali mantinha escondido um artefato antigo, que é entregue pelas mãos da anciã para o garoto, uma espécie de Maçã do Éden.

Juno então aparece para fala com o rapaz sobre a importância do artefato e que só ele poderia protege-lo, mas que para isso, teria que sair de sua aldeia em busca de um símbolo, o símbolo dos assassinos.

Com a benção da anciã, o garoto parte em busca de uma casa que ele avistará na colina que tinha tal símbolo. Ao chegar e bater na porta, ele se depara com um senhor de bengala e pede para que o senhor o treine, como resposta recebe um não é uma portada na cara. (Chorastes Daniel San?)

Ratonhnhaké: ton então fica na região e se depara com ladrões tentando invadir a casa do velho, mas evita que isso aconteça lidando com eles, então o velho vê as habilidades do garoto e decide chama-lo para entrar.

Seu nome era Aquiles Davenport, um ex membro da ordem dos assassinos, Grão-Mestre da ordem nas Colônias e que decidiu se afastar após ter sido poupado por um templário que o mantinha capturado. Ele então conta para o garoto tudo sobre o confronto histórico entre as duas filosofias, passando por Altair, Ezio e momento atual.

Assassin’s Creed III

Então, ao mostrar para o garoto seu manto já aposentado e dizer que o treinará para caçar os templários, bem como Charles Lee e Haytham e amigos, eles partem para Boston com a finalidade de comprar coisas para a casa do velho, e lá, ele avisa Ratonhnhaké: ton que ele precisa de um nome que não sofra retaliação dos colonos, e assim, o “batiza” de Connor, e bem como Aquiles, iremos chamá-lo por esse nome daqui para frente, ok?

Lá também o garoto conhece Samuel Adams, político dos Estados Unidos considerado hoje um dos “Pais Fundadores” de seu país. Além disso, na vida real, ele foi primo de John Adams, segundo Presidente Americano. No jogo, Sam gosta de Connor e seus ideias, e vira um de seus grandes aliados.

Ao voltar para a casa de Aquiles, Connor é levado pelo mesmo até seu barco, onde aprende a velejar com o capitão de Aquíla. Após uma passagem de tempo, Connor se torna o capitão do barco, recebe de seu mentor duas hidden blade e o manto aposentado de seu mestre que o nomeia membro da Ordem dos Assassinos.

O dever chama

Com 17 anos, Connor já demonstra uma habilidade acima do normal, e cada vez mais focado em seu objetivo. E recebe em “sua” casa, a presença de seu amigo, Kanen’tó: kon, dizendo que britânicos planejam comprar as terras de sua aldeia natal, e que o comprador seria nada mais que William Johnson.  Connor então fica pistolaço da vida, crava com sua machadinha em uma das pilastras da casa, e ao ser indagado pelo velho, responde dizendo que aquilo significava guerra.

Ao se encontrar com Sam Adams, ele conta para o assassino que estava planejando um ataque uma carga de chá inglês nos portos, o que viria a ser chamado de “A festa do Chá”.

Contexto histórico

Pronto, nesse momento você deve ter chego aqui em saber exatamente em que parte da nossa história nos estamos falando, e tá tudo bem. Vamos lá.

A história de Assassin’s Creed III se passa entre os anos de 1754 e 1763, durante a chamada Guerra Franco-Indígena. Guerra essa que durou 7 anos entre Ingleses e seus nativos aliados, os Iroqueses e os Franceses de outro lado com seus povos nativos, os Algonquinos e os Hurões.

Além disso, após essa guerra, a independência dos Estados Unidos é abordada no período do jogo também, e a festa do chá é o início disso tudo, já que a taxação de impostos sob materiais bem como açúcar, selo e chá eram consideradas muito altas pelos colonos que se rebelaram contra seus colonizadores, guerra essa que viria ser iniciada em 1775. Esses impostos foram colocados pela coroa britânica de forma que recuperassem todo o dinheiro perdido durante a guerra de 7 anos, em suma, uma guerra levou a outra.

O vento da festa do chá, em dezembro de 1773, um grupo de colonos se disfarçou de índios, invadiram um navio inglês e jogaram todo o chá no mar.

No jogo, Connor decide participar de tal festa, pois sabia que Johnson enriquecia com o chá. Após seis meses, William volta decidido a comprar as terras e com mais dinheiro, porém, Connor o mata.

Mais sangue em suas mãos

Um tempo depois após a morte de William Johnson, Connor descobre que Charles Lee queria ser o líder das tropas coloniais, mas ele perde o carto para George Washington. Depois, convidado para participar de um plano com o colono Paul Revere, ele recusa, mas muda imediatamente de ideia ao saber que o plano envolvia matar John Pitcairn.

Envolvido na batalha de Bunker Hill, ao lado do General Israel Putnam, Connor obtém sucesso e mata Pitcairn, mas descobre ao pegar uma carta nas vestimentas de Pitcairn, ele descobre um plano para o assassinato de George Washington.

Assassin’s Creed III

Um informante vai até a casa de Connor e lhe diz que o mandante do assassinato era Thomas Hickey. Em Nova Iorque, Connor segue uns bandidos, mas é surpreendido com a própria presença de Hickey, vestido como um dos soldados das colônias. Connor se revela um assassino para Thomas, mas em uma perseguição são parados por dois guardas que os levam presos.

Encarcerado, Connor vê Hickey sendo libertado por Charles Lee, que diz que botará a culpa nas costas do assassino pela morte de George Washington, e o executará em praça pública. Mason Weems ajuda Connor a escapar da prisão, porém sem sucesso, graças a Lee que intercepta o Assassino e vem à mente o rosto do garoto que ele havia encontrado ainda quando era pequeno.

No momento da execução, Connor é salvo por aliados, dentre eles Aquiles, que lhe diz para correr, alcançar Hickey antes do mesmo dar um fim à vida de George Washington. Com após alguns golpes, Connor mata Hickey, que afirmou que não se importava com a causa dos templários e que só lhe importava ter “Uma cerveja na mão e uma teta na outra”.

Ele iria ser morto por soldados, mas aos gritos, Putnam disse para eles abaixarem as armas, já que Connor era um “herói”.

Algum tempo depois, Connor estava ao lado dos pais fundadores, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e Samuel Adams, presenciando assim o que seria a declaração de independência dos Estados Unidos no dia 16 de junho de 1775, na Filadélfia.

Um inimigo em comum

Ao se encontrar com George Washington, o mesmo pede ajuda para Connor em recuperar armamentos que foram roubados por um traidor, Benjamin Church.

Na busca por pistas, Haytham entra no caminho de Connor que diz que já que ambos estão indo atrás da mesma pessoa, já que Church também traiu os templários, porque não trabalham juntos por um momento?

Durante a caça de Church, Haytham pergunta sobre a mãe de Connor, e ele apenas diz que é culpa do templário ela estar morta. O mesmo afirmou que não tinha relação alguma com isso, que mandou Charles Lee desistir da área.

No forte durante buscar por Church, eles descobrem que ele partirá para longe, pegam, mas vão atrás dele com o Aquila, conseguem interceptar o barco e Benjamin Church é morto no processo.

Connor dá uma rateada em seus sentimentos, e diz para Aquiles que talvez seja possível Templários e Assassinos trabalharem juntos, mas logo é confrontado pelo mesmo dizendo que não existe chance alguma.

No processo de descobrir os planos dos britânicos, eles descobrem que o plano deles era sair da Filadélfia e atacar Nova Iorque com tudo, fazendo que Washington morra no processo. Então, ambos vão alertar o comandante que estava em um acampamento.

E é nesse momento que Haytham aparece com uma carta do comandante americano, que ordenou o ataque a aldeia de Connor. A justificativa era de que os Kanien’kehá: ka haviam se juntado aos britânicos e seriam uma ameaça.

Assassin’s Creed III
Connor, Haytham e George

Connor então parte sem o pai para salvar seu povo, e ao chegar lá, encontra a anciã que diz que seu povo se aliou à Charles Lee e irá atacar um pequeno grupo de Washington. No caminho, Connor faz com que seus companheiros fiquem desacordados e ao encontrar Kanen’tó: kon que o chama de traidor e o ataque, acaba sendo morto forçadamente pelo seu amigo de infância.

Kanen’tó: kon em suas últimas palavras, afirma que Lee havia dito que Connor ao lado dos Colonos queriam acabar com todas as tribos e que os britânicos iriam atacar Monmouth, aonde o grupo de Washington seria atacado, mas ao chegar no campo de batalha, Connor ajuda na vitória diz sobre a traição de Lee para Washington e ainda com ódio, diz que irá tomar a vida do Inglês.

Enquanto isso fora do Animus

Ao longo do jogo, você sai do Animus para ir atrás das fontes de energia que Shaun localiza espalhadas pelo mundo todo. Desmond então viaja até mesmo para o Brasil atrás dessas fontes, e durante algumas dessas missões, ele é abordado por Daniel Cross, que estava atrás das fontes e de Desmond. Cross é o protagonista da HQ do universo de AC, Assassin’s Creed: A Queda.

Em busca da terceira chave, William, pai de Desmond, se oferece para encontrar a terceira chave enquanto o filho está dentro do Animus. Mas ao acordar, desde a última memória de Connor. Desmond então vai até Roma, pois seu pai foi capturado pela Wirren Vidic, o mandatário da Abstergo e que manteve Desmond preso por anos lá.

Desmond então vai para Roma, atrás de Vidic, e lá, acaba matando todos, inclusive Vidic com o poder da Maçã do Éden, assim libertando seu pai. E eles voltam para que Desmond reviva por fim as últimas memórias de Connor.

Pais e Filhos

Ao entrar no Animus, somos levados direto para um diálogo entre Connor e Aquiles, onde o jovem assassino diz para seu mestre que com a eminente morte de Charles Lee, seu pai e ele poderiam trabalhar juntos.

Aquiles diz que é impossível e ainda e que o jovem deve matar os dois sem pestanejar. Então, como aliado Marques de La Fayette, ou simplesmente La Fayette, eles bolam um plano para atacar um forte, assim forçando a saída de Charles Lee, onde o assassino o confrontaria.

Na hora de partir, Connor vai se despedir de seu mestre e amigo, aquele que tudo o ensinou, Aquiles, que é encontrado morto, sentado em sua cadeira dentro de sua casa. Na mão direita havia uma carta escrito por seu mestre.

Ao cavar a cova para enterrar o corpo de seu mestre, o povo que trabalhava na fazenda veio dar seu adeus ao mestre assassino, Connor deixa uma pena para seu mestre dizendo que o deixará orgulhoso.

Então, hora de partir para Nova Iorque. E ao dar a ordem para começar o bombardeio, Connor é atingido por destroços que o deixam cambaleando, ainda assim ele consegue chegar ao posto que Charles Lee estava, mas lá, é recepcionado por seu pai, Haytham que luta com seu filho dizendo que Lee era importante para a Ordem dos Templários e que tinha de evitar sua morte, já que Lee seria a chave da vitória templária.

Porém, bem como seu amigo de infância, Connor arruma uma brecha e crava sua hidden blade em seu pai.

Após se preparar para a última batalha de sua vida, Connor encontra Charles Lee no funeral de seu pai, o mesmo diz que ainda não o matará pois quer ver que todos da sua aldeia e aliados sofram antes de sua morte.

Casos de família

Connor se livra de capangas de Lee, vai atrás de informações sobre Lee, consegue e parte para cima de Lee em uma perseguição pôr em cima de um barco em construção. Ambos caem, mas Connor vê uma estaca enfiada em sua costela, mas Lee, ao invés de fugir, fica de bate papo uol com o protagonista que pega sua arma e dá um tiro em seu nêmeses, mas que não foi o suficiente para mata-lo

Ai sim, após levar o tiro, Connor encontra Lee em um bar, senta-se com ele, ambos estão terríveis, dividem um último gole de bebida, até que Ratonhnhaké: ton enfim o mata.

Por fim, Ratonhnhaké: ton volta para o lugar de sua tribo, mas não encontra ninguém lá, a não ser uma caixa com o objeto que se assemelhava a Maçã do Éden. Juno aparece e o assassino diz que não obteve sucesso em sua missão, que era manter a vila. Porém, Juno afirma que as pessoas de sua tribo estão bem, só saíram dali para um local mais seguro. Juno ainda afirma que Connor manteve o medalhão em posse, o que significaria seu sucesso, e que o mesmo deveria ser escondido aonde ninguém pudesse encontrar, e após a conversa, a Maçã se desfaz.

O último ato de Ratonhnhaké: ton foi enterrar o medalhão na cova ao lado de Aquiles, a de seu filho, Connor Davenport.

O ciclo se fecha

Desmond e a galerinha do barulho encontram o medalhão no tempo presente e voltam para o portão mágico. O dia já era 21 de dezembro de 2012, data para o dia da explosão solar. Desmond então entra em uma câmera, onde Juno aparece para ele na frente de um pedestal dizendo para toca-lo, se o fizesse, o mundo seria salvo. Minerva entra e diz para Desmond não o fazer, pois isso significaria a libertação de Juno, a salvação da explosão, mas também seria sua morte.

Minerva diz para Desmond que se fizesse sua escolha em não salvar a humanidade, ele seria o líder da nova civilização, que ao passar dos anos, ele seria visto como um Deus. Porém, a história seria destorcida ao longo dos anos, fazendo com que a humanidade voltasse ao estado onde poderia ocasionar uma terceira explosão solar, assim o ciclo se reiniciando.

Desmond então pede para seus amigos se retirarem e para a sua história é dada um ponto final.

O mundo é salvo, tendo sido envolto por uma espécie de aurora boreal que faz com que a explosão solar não afete a terra.

E bem como a história de Desmond chegou a um fim, esse também é do Assassin’s Creed III.

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