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]]>Já que o assunto é músicas em animes, pensei em algo diferente, músicas ocidentais em animes.
O anime, que tem uma pegada investigativa, possui um tema quase homônimo interpretado pelo “pouco conhecido” Freddie Mercury. A música cantada pelo ex-vocalista do Queen estourou nos anos 80, mas originalmente foi lançada nos anos 50 pelo grupo The Platters.
Se Great Pretender possuí uma música lendária, JoJo tornou uma lendária. O grupo britânico é amplamente conhecido pelos amantes do rock, mas JoJo com seu encerramento trouxe a banda com “Roundabout” para o público otaku e até furou ambas as bolhas com os memes de “to be continue”. Além dos memes, há também o Lineu “chapado” em A Grande Família ao som da música.
Outra banda do Reino Unido que chegou aos animes foi Oasis. Os irmãos Gallagher podem ser ouvidos no anime de 2009 de Higashi no Eden.O tema Falling Down é abertura do primeiro anime da série que possui sequências em formatos de filme.
Apesar das minhas vontades, Duran Duran chegou aos animes, mas ao som de “Girl on film”. A abertura é perdida em algumas versões, mas está presente no anime original do falecido estúdio Gonzo, Speed Grapher.
Backstreet Boys? Temos! A boy band estadunidense não só tem uma, como duas músicas no mesmo anime. O grupo interpreta os temas de abertura e encerramento de Hanada Shounen-shi com os temas “The One” e “Drowning”. Bem que o N’Sync poderia soltar um novo Poké Rap.
Se alguém procura músicas acústicas, Mushishi é o anime! A série do gênero “mo paz” traz várias músicas acústicas, mas valem destacar o tema de abertura da primeira temporada “The sore feet song” da escocesa Ally Kerr, e na temporada seguinte Shiver, de Lucy Rose
OK, não é uma música ocidental, mas vale citar que temos o ex-guitarrista do Megadeth no som “Perfect World”, abertura de B: The Beginning. A série da Netflix, que descobri recentemente que há uma segunda temporada, possui membros também do Man With a Mission e KenKen.
“How You Remind me” é uma música originalmente lançada em 2001 pela banda Nickelback. Entretanto, em 2012, One Piece lançou o filme Guerra Z e acharam interessante juntar o anime com o cover de Avril Lavigne da música. É valido comentar que Avril teve um relacionamento com o vocalista do Nickelback, Chad Kroeger, no mesmo período e chegaram a compor algumas músicas juntos.
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]]>The post Pronto para uma aventura de RPG? Conheça a animação Vox Machina first appeared on Animes Online BR.
]]>São 12 episódios que variam entre momentos épicos e cenas corriqueiras com uma boa dose de comédia. Sendo assim, uma ótima escolha para se divertir no Prime Video.
Um dos maiores pontos é que a animação traz aquele sentimento de semelhança com muitas campanhas de D&D. Com direito a piadas clássicas sobre portas, batalhas que mostram os poderes das classes e uma história cativante. Sério, é demais ver como as habilidades da ficha de personagem funcionam em uma série.
D&D é a sigla para Dungeons and Dragons, que nada mais é que um sistema de rpg de mesa (O mais famoso deles).
Nele, o mestre senta-se com jogadores e cria um mundo cheio de histórias e desafios seguindo as regras ditadas nos livros (ou só se baseando nelas). De maneira bem resumida, o jogo conta com distinção entre vários fatores como classes, raças, mecânicas e estilos de monstros.
Se você é rato de rpg provavelmente já sabe. Mas se é iniciante ou não chegou a ouvir falar sobre Critical Role, agora é o momento. O grupo, que faz um sucesso absurdo devido às suas campanhas transmitidas online, deu origem a Vox Machina.
Esta foi a primeira campanha, transmitida como uma websérie, do grupo de dubladores. Começou em 2015 e teve 115 episódios acompanhando a história da party pelo continente e Tal’Dorei. Já em 2022 estreou como The Legend of Vox Machina, a série animada, com os dubladores originais na versão em inglês. (Se quiser ver legendado já sabe a dica)
Inclusive, 2022 está sendo um ano daqueles para quem curte Critical Role no nosso país. Sabia que foi anunciada a primeira exibição oficial nos cinemas do Brasil de um episódio deles? Trata-se da comemoração do 7ª Aniversário do Critical Role no Cinemark.
Basicamente, The Legend of Vox Machina apresenta um grupo que é uma bagunça. Ao longo dos episódios a gente consegue perceber que eles podem funcionar juntos. Porque apesar de não serem lá aventureiros disciplinados, eles se gostam e cada um possui seu objetivo. Mas a gente gosta mesmo é do caos, e eles sabem dar esse gostinho especial.
São diversas mini histórias, como as missões secundárias de um jogo, e também dois plots de personagens da equipe. Com o foco muito mais na parte de um específico para dar uma sequência maior aos acontecimentos. E, olha, que trama cheia de babados.
Tendo isso tudo em mente, The Legend of Vox Machina é a animação que você deveria assistir se gosta de fantasia, D&D e passar bem o seu tempo. Porque, convenhamos, é uma história bem divertida.
E, apesar da primeira temporada não nos dar muita informação sobre todos os personagens ali, há a abertura para conhecer aos poucos. Imagino que na próxima temporada terá mais revelações ainda.
Além disso, você pode sempre correr para assistir a campanha original. Todos os episódios possuem legendas em português e estão disponíveis em: Vox Machina.
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]]>The post Inferno Cop: estático, estranho e engraçado first appeared on Animes Online BR.
]]>Inferno Cop é o primeiro trabalho lançado pelo Estúdio Trigger (Kill la Kill, Little Witch Academia) e dirigido por Akira Amemiya (SSSS.DYNAZENON), com 13 episódios de 3 minutos cada.
Um anime perfeito para tirar algumas gargalhadas e terminar numa sentada só.
“Bizarro”. Uma palavra que define muito bem o desenvolvimento do enredo de Infeno Cop. Sem pé nem cabeça, cada acontecimento e sequência de episódios não deixam de surpreender na estranheza. Mas sempre cômico, algo que esse anime nunca perde de vista.
A animação de Inferno Cop basicamente não existe. Grande parte do anime se dá através de PNGs parados se mexendo de um lado para o outro.
Pensar nesse anime me faz refletir sobre o quanto uma animação fluida com um desenho bonito é valorizada. Eu amo, mas não é isso que faz um anime ser bom ou não.
Saber o que se quer fazer e como fazer não depende do seu orçamento e em seguir as tendências do mercado, necessariamente.
No entanto, é perceptível em Inferno Cop uma maestria de como a “apresentação de slides” é feita. Há animes extremamente parados, mas por escolha ou não, não são tão bons, pois não sabem utilizar isso a favor da experiência.
Em 2017 anunciaram uma segunda temporada, mas desde então não se teve mais informações sobre e fãs como eu seguem na espera de um dia acontecer.
Vale ressaltar a existência de “Inferno Cop: Fact Files“. Uma série de curtas lançadas ao final de cada episódio, expandindo sobre o episódio que foi transmitido anteriormente.
No entanto, um outro anime da Trigger que lembra um pouco Inferno Cop, é Ninja Slayer The Animation. Eu não assisti o anime inteiro, na verdade apenas um episódio. Mas pelo que vi, ele mistura a “animação” parada de PNGs em movimento com certos momentos do episódio com uma fluidez e traços fortemente detalhados.
O protagonista, chamado de Inferno Cop, também aparece em um episódio de outro anime da Trigger: Space Patrol Luluco.
Você encontra Inferno Cop oficialmente no Brasil pela Crunchyroll
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]]>The post MDA #022 – ARCANE: League of Legends Ultrapassando Fronteiras first appeared on Animes Online BR.
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]]>Sinopse: Baseado no jogo League of Legends, Arcane é uma animação original da Netflix e reconta as histórias de origem dos personagens de Piltover e Zaun. A trama gira em torno de uma tecnologia mágica conhecida com hextec que dá a qualquer pessoa a habilidade de controlar energia mística e essa ferramenta acaba causando um desequilíbrio entre os reinos. Ao longo dos episódio, a série apresentará ao público os caminhos que os personagens percorrem para se tornar quem são, além de também apresentar inúmeros personagens novos.
Tanto o cinema quanto a televisão tentaram várias vezes aproveitar a grande popularidade dos videogames. Mas poucos filmes baseados em videogames fizeram sucesso enquanto a maioria fracassou. Eu temia que Arcane fosse um novo exemplo disso, mas na realidade foi muito diferente.
Baseado no universo League of Legends, Arcane é também uma aposta ousada da Netflix, tanto por romper com seu modelo de lançamentos de temporada inteira de uma vez, quanto por ter também distribuído a série oficialmente na Twitch.
O objetivo de Arcane era o de estender os limites do universo oferecido pelo jogo, para criar personagens mais cativantes, mais humanos e, acima de tudo, oferecer uma história totalmente independente do jogo. Os desafios foram inúmeros para o estúdio francês Fortiche, que conseguiu criar uma série de animação aberta a todos, entusiastas do jogo ou não.
Não tenho dúvidas de que quem já joga o jogo terá um elemento adicional, personagens ricamente desenvolvidos e construção de mundo detalhada, tudo realizado através de uma mistura visualmente deslumbrante de animação desenhada à mão e gerada por computador. Dessa forma a animação também deixa a história mais acessível para aqueles recém chegados a este universo que poderiam se sentir afugentados caso dependessem demais da mitologia pré-existente.
Arcane se passa no universo futurista de Runeterra, habitado por humanos, robôs e muitas criaturas fantásticas. Descobrimos o frágil equilíbrio que liga a moderna cidade de Piltover, cidade do poder e destinada ao progresso, e o escuro e tóxico distrito de Zaun, subterrâneo onde o crime e a pobreza andam de mãos dadas
A história de Arcane mostra duas irmãs distantes que se encontram em lados opostos de uma violenta disputa entre reinos rivais. Vi e Jinx, personagens principais da série, lutam para limitar o domínio apenas na cidade sobre os habitantes de Subferia/Zaun. Neste ambiente de tensão, as duas irmãs verão seus valores questionados após a descoberta de uma nova forma de tecnologia que só vai acentuar o ódio entre as duas cidades.
Lançado em três fins de semana consecutivos em três atos, cada um compreendendo três episódios de 40 minutos, Arcane segue a escalada das tensões entre esses dois reinos. A complexa relação entre as duas irmãs, Vi e Jinx, atua como o fio condutor da história, onde acompanhamos sua evolução.
Piltover empunha uma nova tecnologia conhecida como hextech, desenvolvida a partir da magia arcana, que seu alto conselho está sob pressão para usá-la como arma. Simultaneamente, Silco, o nefasto líder de Zaun, cultivou um soro viciante conhecido como cintila, que pode causar mutações violentas e extremas.
O primeiro ato segue um grupo de jovens de Zaun, que entram sorrateiramente em Piltover para roubar o que puderem. As irmãs Vi e Powder descobrem um esconderijo de cristais misteriosos no apartamento de um jovem cientista chamado Jayce. Quando as garotas acidentalmente causam uma explosão, um mandado de prisão é emitido e elas buscam refúgio com Vander, o proprietário de uma taverna popular de Zaun.
Antes que o primeiro ato termine, uma rixa se desenvolve entre Vi e sua irmã mais nova, que se separam. Powder busca refúgio em Silco, e quando o segundo ato começa alguns anos depois, ela se torna a vingativa Jinx, enquanto Silco solidifica sua posição como líder do movimento guerrilheiro de Zaun e planeja uma violenta campanha para conquistar a independência para a cidade.
Nos escalões superiores de Piltover, Jayce venceu sua luta para desenvolver hextec, bem como uma cadeira no conselho, o que o distancia da amiga de infância Caitlyn, mas o aproxima da conselheira Mel Medarda.
Rica em referências e detalhes, a série alimenta o desejo dos jogadores que navegam pelos episódios na esperança de encontrar um aceno para o jogo. Ao mesmo tempo, é uma ficção autônoma e roteiro bastante explicativo para iniciantes.
Outro grande detalhe da série é a qualidade de sua estética que atesta uma ambição gráfica completa. Artisticamente, a animação é uma reminiscência das características de Homem-Aranha no Aranhaverso por seu estilo híbrido que mistura animação digital e animação japonesa. O design do personagem também é muito elaborado, partindo de suas roupas, bem como no estilo Cyberpunk, até traços faciais e expressões que transmitem emoções geralmente difíceis de perceber em animação. O trabalho desenvolvido pelo estúdio Fortiche é uma sucessão de pinturas, ao mesmo tempo que mistura 2D e 3D com uma fluidez que confere ao conjunto um constante prazer visual.
Tão inventivo quanto realista, cada cena, por mais inofensiva que seja, revela um número significativo de detalhes, que permitem que o universo retratado seja muito rapidamente entendido. Compreendemos rapidamente todo o esplendor de Piltover, cidade das invenções, por meio das pinturas vivas em múltiplas cores. Onde a cidade brilha à luz do dia, o gueto de Zaun se expressa por meio de luzes néon. Esse grande número de detalhes pode ser encontrado até mesmo nos trajes de seus habitantes, que enriquecem ainda mais a diversidade geral.
O mundo de Arcane está longe de ser utópico. Por meio da história dos personagens, muitas vezes traumática, entendemos melhor o que motiva suas ações. Os 9 episódios da primeira temporada se cruzam com temas pesados que às vezes são expostos sem filtro. A luta de classes, as responsabilidades para com as gerações futuras, o vínculo familiar, a ética ligada ao progresso e à tecnologia, esses temas complexos são todos evocados através das questões dramáticas de cada um de seus personagens.
A trilha sonora traz como abertura uma música exclusiva do Imagine Dragons: Enemy, bem como contribuições de nomes de peso como Bea Miller e Sting, vocalista do The Police, para complementar a trilha sonora envolvente.
Arcane conseguiu atingir a sua proposta, está num nível de cenário muito envolvente e convincente, ao cruzar boas doses de fantástico, ação e drama. Os conflitos são essencialmente movidos pelo medo do progresso ou ódio mútuo entre personagens, a tensão perpétua e empurra cada protagonista para cima ou para baixo e permite que a narrativa nunca perca o fôlego, avançando graças às divergências constantes.
Com uma segunda temporada já confirmada, Arcane surge como um dos melhores programas audiovisuais do ano, animada ou não.
Em suma, Arcane é a prova de que existem boas adaptações de jogos. A série não se baseia apenas em técnicas de animação impecáveis, mas também num universo deslumbrante, um cenário muito envolvente e sobretudo um esforço dos roteiristas em contar uma história acessível para quem nunca jogou League of Legends.
Arcane está disponível no Netflix.
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]]>The post Descubra os personagens da nova animação da Disney “Encanto” first appeared on Animes Online BR.
]]>Mas, afinal, quem são os Madrigal? Confira abaixo informações sobre cada personagem:
Mirabel é a única criança em sua família extraordinária que não foi abençoada com um dom mágico. Ela está determinada a provar que pertence à família – negando a todos, inclusive a si mesma, que se sente sozinha, mesmo em sua própria casa. Ainda assim, há algo muito especial em Mirabel – sua família apenas ainda não descobriu o que é. Os cineastas quiseram transmitir isso com pistas sutis, tanto na forma como ela interage com sua família como na sua aparência.
É a matriarca da família Madrigal. Sua firme determinação e esperança inabalável a levou ao mágico Encanto, onde ela criou os trigêmeos Julieta, Pepa e Bruno. Para sua surpresa e satisfação, cada um de seus filhos foi abençoado com um dom mágico em seu quinto aniversário, e a tradição continuou com cada um dos filhos de seus filhos – exceto com Mirabel. A Abuela valoriza os dons dados a cada um de seus familiares, garantindo que eles sejam usados para o benefício e a proteção de sua comunidade e para honrar o sacrifício do Abuelo Pedro.
São pais de três filhas, Isabela, Luisa e Mirabel. Julieta, uma dos trigêmeos de abuela Alma, foi abençoada com o dom de curar. Irradiando afeto e bondade, Julieta, no entanto, não utiliza varinha mágica. Sua magia é encontrada na comida que ela amorosamente prepara para todos que a precisam. Agustín, é meio que um peixe fora d’água por ter casado com uma família mágica. Estranho e propenso a acidentes, Agustín sempre tem as melhores intenções – especialmente quando se trata de suas filhas.
Isabela é praticamente perfeita, com uma abundância de graça e elegância – isso sem falar da habilidade mágica de fazer as plantas crescerem e as flores desabrocharem.
Luisa é esforçada, determinada, recebeu o dom da superforça. Ela é a pessoa indicada para todo trabalho pesado. A personagem, por tanto, tinha que ter a cara desse papel. Segundo a designer de produção associada Lorelay Bové, os artistas se inspiraram em atletas de excelência. Ela é a rocha da família. Todos tendem a se apoiar em Luisa porque eles simplesmente assumem que ela tem tudo sob controle.
Pepa e Félix são a tia peculiar e o tio que ama diversão, além de serem os pais de Dolores, Camilo e Antonio. Pepa, uma dos trigêmeos de Abuela Alma, recebeu o dom de controlar o clima com suas emoções. No entanto, a previsão do tempo é muitas vezes imprevisível, pois as emoções de Pepa são abrangentes e estão em constante mudança. Félix, traz uma força fundamental para sua esposa profundamente passional – ele é descontraído e muitas vezes a alma da festa
Dolores é a prima de Mirabel que geralmente é a primeira a saber os maiores segredos da cidade, os maiores dramas e as revelações mais bombásticas. Ela não pode evitar: ela tem o dom de uma audição extraordinária. Sussurre se quiser, ainda assim Dolores consegue te ouvir. Dolores é baseada naquele membro de muitas das famílias que sempre tem um furo sobre todos os outros.
Camilo nasceu para entreter. Acrescentando seu dom mágico que lhe permite mudar sua aparência para ser quem ele quiser a qualquer instante, ele garantiu seu lugar sob o holofote. O motivo pelo qual ele sente a necessidade de mudar de forma varia, por um lado ele quer trazer alegria para as pessoas ao seu redor, mas no fundo, ele é um contador de histórias.
Antonio é tímido e tem um coração enorme. Ele tem uma conexão especial com Mirabel, buscando nela conforto e coragem – especialmente em um dia importante quando sua prima o encontra nervoso e escondido embaixo de sua cama. A bondade de Antonio é igualada apenas por sua nova habilidade mágica de se comunicar com os animais.
Bruno, o terceiro trigêmeo de Alma, é afastado da família Madrigal desde que Mirabel se lembra. Com o dom de ver o futuro, as previsões honestas, mas muitas vezes catastróficas de Bruno se mostraram problemáticas para Abuela e o resto da família, então ele desapareceu, tornando-se o tio sobre quem ninguém fala.
Esses são alguns dos personagens de Encanto a nova animação da Disney.
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]]>The post Dorama e Animação: 4 motivos para assistir ao slice-of-life Yumi’s Cells! first appeared on Animes Online BR.
]]>Onde assistir Yumi’s Cells?
Completinho no Viki: clique aqui.
Você pode ver 14 episódios de 1 hora direto ou dividir em mini episódios pelas pausas já definidas em cada parte.
Yumi’s Cells traz uma narrativa contrastante com qualquer série. Temos a cena descrita não só pela personagem principal, a Yumi, como também pelas suas células. No caso, as células seriam representantes de funções, sentimentos e habilidades da protagonista, tal qual as emoções em Divertida Mente.
Para quem curte anime, a temática pode lembrar de Cells at Work. O conceito é parecido, mas ao mesmo tempo bem diferente. Afinal, o foco deste dorama é sobre as células do cérebro e a história se intercala entre mundo interno e externo de forma singular. Como?
Baseado na webtoon de mesmo nome, o dorama Yumi’s Cells mostra o que leva a protagonista a tomar decisões desde acordar até xingar alguém. Cada episódio é como um novo dia que se acrescenta àqueles já vividos.
Apesar de inicialmente lembrar a produção da Disney, essa história vai por outro caminho. O dorama traz uma moça adulta e pensamentos que correspondem a esse momento da vida.
As Células de Yumi traduzem o viver pela perspectiva de uma pessoa já em seus 30 e poucos anos, que sofreu para um caramba com relacionamentos passados e trabalha numa grande empresa de macarrão. Por aí já podemos imaginar uma bagagem que virá.
E aí, algumas variáveis são acrescentadas, como ninguém mais, ninguém menos que aquela chama do desejo (Essa foi brega no último nível). Nesse caso chamarei de célula safadinha. ( ͡° ͜ʖ ͡°) Irritante e engraçada, aparecendo de supetão nos pensamentos da Yumi.
Na história, células personagens que são importantes entram em cena como as do amor e da razão. Cada célula representa uma parte da Yumi, com pensamentos, ações e falas que explicam a pluralidade que existe em dentro de cada pessoinha. Uma delícia ver as reações de cada uma delas!
Detalhes fofos: Os bonequinhos tem um design engraçadinho, né? Apesar do desenho original lembrar o traço de mangás, a animação em 3d não tem um estilo como àqueles que estamos acostumados em animes. Chega até a lembrar o Pororo que é um desenho infantil coreano sobre um pinguinzinho.
O interessante também é que as células do dorama, feitas por meio de animação, possuem um cenário próprio. Mesmo assim elas podem acabar voando para a realidade ou a realidade entrando na animação, como é o caso de sonhos ou memórias.
Não espere uma reviravolta maluca, amores mágicos ou qualquer coisa que possa destoar da nossa realidade. Yumi’s Cells é boa justamente por ser uma série que poderia estar acontecendo com, sei lá, sua vizinha. Ela passa por situações muito rotineiras e que podem ou não se tornar especiais.
A graça desse dorama é acompanhar as fases da vida diária de Yumi, seu romance, seus medos, suas oportunidades e até mesmo as vezes em que ela quebra a cara. E com um toque a mais que são as células. Esse modelo híbrido ajuda a gente a entender tudo que se passa na cabeça dessa pessoa para ver a situação de forma x ou y.
Com ações sendo corretas ou não aos nossos olhos, é uma experiência singular acompanhar o que a Yumi faz ou pensa. Não só ela, como também quando outros personagens aparecem com suas células ou cartas expostas ao público.
O que nos leva ao último tópico: a forma como os relacionamentos, principalmente amorosos são levados nesse dorama é extremamente verossímil com a realidade. Ponto importante para comédias românticas, e em especial para a Yumi, é o despertar do amor e aqui temos situações que podemos nos identificar.
Yumi’s Cells mostra que um amor fofinho para acontecer não precisa ser perfeito e que esse sentimento é capaz de influenciar em várias coisas na vida das personagens. É o tipo de dorama que nos mostra que precisamos nos deixar viver e sem procurar aquele ar de filme de princesa com parceiros totalmente fora da realidade e situações que parecem ter saído de um livro.
O romance aqui é resultado de personagens cheios de medos, qualidades e defeitos. E isso mostra que memórias bonitas não precisam ser criadas de grandes feitos em dias totalmente planejados. Junto a isso, temos também pequenos aprendizados que mostram os dois lados da moeda e a grande questão que é a importância de uma conversa. (Quando notar, você vai explodir)
Esse dorama é uma gracinha, mas ele também tem um jeito de quebrar o telespectador com um tapinha atrás do outro (da realidade). Desse jeito, quando você menos percebe aqueles tapas todos deixaram uma marca.
Além disso, Yumi’s Cells tem mais história por conta da webtoon (cheirinho de segunda temporada por aí, hein). Está aí a dica para quem gosta de séries slice-of-life e com a possibilidade de várias temporadas.
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]]>The post Revue Starlight: uma história sobre brilho first appeared on Animes Online BR.
]]>Revue Starlight é um projeto multimídia criado pela colaboração entre a Bushiroad, a Nelke Planning e o estúdio Kinema Citrus. Inicialmente, a franquia se iniciou com um musical teatral intitulado Shōjo Kageki Revue Starlight: The LIVE #1, o qual foi performado em setembro 2017. Sequencialmente, em 2018, lançaram 3 adaptações em mangá, assim como, um jogo para celular, e um anime de 12 episódios dirigido por Tomohiru Furukawa.
O foco desse texto será no anime, mas, acho de bom tom comentar rapidamente sobre o que eu vi além do anime.
Starlight acompanha a história de Aijo Karen (dublada por Momoyo Koyama), uma garota animada que estuda na Escola Musical Seisho para ser uma atriz, com o intuito de um dia encenar junto a sua amiga de infância.
A introdução no primeiro episódio é muito boa. O básico das personagens e da relação entre elas são elementos passados de forma tão natural. Seja de como a Karen não tem energia ao acordar e precisa de sua colega de quarto para conseguir chegar cedo na escola, até de como a presilha de cabelo é importante para ela, essas coisas são passadas para o expectador antes desses detalhes serem expostos por falas.
Vale ressaltar a introdução da melhor aluna da turma, Tendou Maya (Tomita Maho). Toda a cena que estava acontecendo para quando ela aparece, a trilha sonora que havia se silenciado por um momento, retorna forte quando ela se apresenta, e seguindo ela as outras alunas se posicionam para o início da aula. Através da feição e tom de voz, a Maya passa uma sensação de orgulho e superioridade, e por meio da reação de outras personagens é visto que ela é um objetivo a ser superado.
As protagonistas fazem parte da 99ª turma da Academia Seisho, que, durante o festival escolar, irá encenar a mesma peça por todos os seus três anos no ensino médio, o que servirá como uma forma de ver como elas se aprimoraram durante esse período. A peça em questão se chama Starlight, que é a obra que fez a Karen se apaixonar por teatro e querer ser uma atriz.
Na metade do episódio, Kagura Hikari (Mimori Suzuku), a amiga de infância da Karen acaba de voltar da Inglaterra e se transfere para 99ª turma. Apesar da animação de Karen por ver sua amiga, a Hikari age muito friamente com ela por muitos episódios. A Hikari é habilidosa e performa muito bem durante as aulas, mas lhe falta algo em sua atuação, algo que a Maya percebe, que a interpretação da Hikari carece de alma, de vontade, de brilho.
Uma das maiores temáticas de Starlight é o “brilho” das personagens. Esse elemento representa coisas como se destacar em cima do palco, confiança, motivação, até mesmo uma representação dos laços que elevam as personagens.
O brilho de cada uma é algo que tange a série inteira. Perder o brilho é como morrer para o palco: perder o nervosismo de subir em cena, a emoção de cantar, não saber o porquê está ali.
Os embates do anime são lutas para roubar o brilho umas das outras para que seu próprio prevaleça e seja ainda mais radiante.
Esse tópico é também uma questão de ideologia. A Maya acredita que aquela que está no centro do palco é a que mais brilha, que há apenas uma estrela no palco e que para chegar a isso ela deve arriscar sacrificar tudo. Contrariando, assim, a motivação da Karen de querer estrelar junto à Hikari.
Os visuais de Starlight são lindos. Antes de eu saber do que se tratava a obra, eu já havia me apaixonado pelos figurinos. Todavia, os cenários das lutas não ficam para traz, a cada luta um cenário novo que se encaixa tematicamente com o embate acontecendo e se moldando a vontade daquela que apresenta maior brilho.
As disputas de Starlight, as Audições, ocorrem no Teatro Subterrâneo da Academia Seisho. As 9 protagonistas lutam enquanto cantam, e tecnicamente dançam, com o objetivo de se tornar a Top Star e escolher seu Palco do Destino. Contudo, mesmo que seja um dos elementos mais importantes do anime, esse palco é algo abstrato, pode ser o que a pessoa quiser e quando ela quiser. Pode-se dizer, assim, que é o ápice da atriz, o momento em que ela mais brilha.
As lutas são muito bem coreografadas, e cada uma é bem única, não apenas por mudar as personagens participantes, mas também pelos cenários, as músicas e as temáticas que variam de embate para embate.
Todas as personagens são bem divertidas e tem suas peculiaridades, o enredo é focado na Karen e na Hikari, mas no geral, todas elas têm seu arco e seu tempo de tela.
A história é fantástica e bem amarrada, apresentando vários mistérios desde o primeiro episódio. Por que a Hikari age da maneira que age e como isso está ou não ligado com a falta de alma na performance dela?; Quem é aquela coisa encarregada das Audições e quais seus objetivos?; O que tem de tão especial no 99º festival da Seisho?
Sem dúvidas Starlight fez eu me apaixonar desde o primeiro episódio e se tornou um dos meus animes favoritos. No entanto, da primeira vez que vi muitos elementos ficaram confusos para mim, até ver pela segunda vez e perceber que esses tópicos estavam sendo preparados ao longo da série, eu apenas não havia prestado atenção.
Starlight é uma série cheia de metáforas. Uma das principais é a Tokyo Tower, que não só é um símbolo de amizade entre as protagonistas, mas a torre também carrega significados: a recuperação do Japão pós-guerra (a recuperação da Karen para subir de novo no palco); e a representação um Japão renovado e ambicioso.
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