Alucard - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Sun, 22 Aug 2021 02:15:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Alucard - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Por que amamos anti-heróis? https://animesonlinebr.org/anime/por-que-amamos-anti-herois/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-amamos-anti-herois https://animesonlinebr.org/anime/por-que-amamos-anti-herois/#respond Sun, 22 Aug 2021 15:00:21 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=24094 Em várias histórias seja em animes ou mangás, seriados ou filmes, temos um anti-herói que pode ser o protagonista ou não da história

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Em várias histórias seja em animes ou mangás, seriados ou filmes, temos um anti-herói que pode ser o protagonista ou não da história e ele chama a nossa atenção. Se ele não for o protagonista da história, pode chamar até mais atenção que o próprio e nós adoramos  isso… por que? Por que amamos anti-heróis?

A lista de anti-heróis pode ser grande dependendo do seu repertório. Vou citar dos mais famosos Hiei, Vegeta, Sesshoumaru, Ikki de Fênix (que existe um grande debate sobre ser mesmo anti-herói, assim como para Sasuke), Lelouch, Light (Raito), Deadpool, Walter White, Dexter e a lista é enorme!

Por que amamos anti-heróis
*imagem de legiaodosherois

O que esses caras tem em comum?

  • Querem ser o melhor? Não, alguns já são os melhores e para outros essa discussão não faz sentido.
  • Lutam somente pelos seus motivos? Também não, pois alguns são plenamente egoístas e outros tem motivos maiores ou seguem ordens. Por exemplo, Ikki luta por Athena como todo cavaleiro do Zodíaco.
  • São fortes para ca…ramba! Normalmente sim e essa força não precisa ser física, pode ser inteligência também. Ele tem uma capacidade de batalha no mínimo de igual para igual com o herói, na maioria das vezes. Se for o antagonista, claro. Quando o anti-herói é o protagonista, como Alucard, não tem como discutir.
  • Tem uma forte convicção? Sim! Isso todos eles tem. Convicção de suas ideias, pensar que sua forma de fazer as coisas é melhor e não costumam discutir, eles fazem!

Por que amamos anti-heróis

Não importa se o anti-herói é subordinado, atua em grupo ou sozinho. Ele faz tudo o que pode a sua maneira e não se importa com o que vão achar, pois ele tem certeza que fazer o que for necessário para vencer o próximo nível / o próximo inimigo / alcançar aquilo que quer.

E por que ele não é um herói?

Porque ele não age como um herói, no entendimento comum do que é ser um herói. Alguns pensam que os fins justificam os meios, outros não se importam com a vida de ninguém apesar de matarem somente sob ordens, outros pensam que devem fazer as coisas sozinho, alguns pensam que não precisam estar sempre juntos aos outros, etc.

Eles se opõem ao que seria comum ser um herói. Por isso às vezes o termo anti-herói é associado ao antissociais, lobos solitários e antipáticos. Entretanto o que define o anti-herói é ele não agir conforme as expectativas que temos de um.

Por que amamos anti-heróis

Entretanto não é porque ele não age como um herói que ele não é um. Em algumas histórias o herói é um anti-herói, em outras ele era um vilão que mudou de lado e decidiu lutar pelo mesmo objetivo do herói. Ou seja, ele continua com o comportamento de vilão e tem o mesmo objetivo do herói. A variedade é grande e podemos achar várias diferenças entre eles que também vão variar conforme a história.

Por que amamos anti-heróis?

Apesar de cada um ter um motivo para amar um anti-herói, por ele não seguir as regras / o protocolo / o padrão esperado, ele conquista a nossa atenção. O anti-herói pode ser absurdamente forte, ter um planejamento estratégico que quebra toda a defesa inimiga dele, ser aquele que precisa se esforçar muito para chegar no nível do protagonista, entre outros e quando ele chega no confronto é o diferencial!

Ele nos surpreende porque não sabemos o que esperar, mesmo conhecendo suas habilidades. Quando ele aparece na batalha pensamos agora já era, eita! agora ficou sério!, às vezes um wooow!!!. Isso quando não pensamos já tava no hora, finalmente, ‘tá atrasado. Ou quando ele não aparece que ficamos pensando Quando que esse maluco vai chegar, hein?.

Por que amamos anti-heróisOs anti-heróis nos surpreendem, causam expectativa e na maior parte das vezes, devido a seus diferenciais, os admiramos. Pode ser por ser incrivelmente dedicado a se tornar mais forte, por conseguir destruir a estratégia do inimigo antes da batalha começar ou por demonstrar um poder absoluto, nós os admiramos. Por isso os amamos.

Será que por isso podemos concluir por que amamos anti-heróis?

Nem toda história tem um anti-herói, mas quando esse elemento é presente na trama, parece que temos um gostinho a mais. Especialmente porque o anti-herói pode até mesmo agir errado, pode ser que a gente discorde do que ele está fazendo, mas com isso reconhecemos que ele age como ele é, como se fosse humano (apesar de não necessariamente ser um rs).

Por que amamos anti-heróis

Será que o motivo de por que amamos anti-heróis é porque vemos essa certa humanidade de ele ser quem ele é, sem agir conforme o que esperam (ou que nós esperamos) dele?

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Castlevania: o melódico requiém da destruição https://animesonlinebr.org/anime/castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao https://animesonlinebr.org/anime/castlevania-o-melodico-requiem-da-destruicao/#respond Thu, 19 Mar 2020 14:11:25 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=6781 A natureza humana é de uma essência muito complexa, com algumas tendências ao caos. É o que nos torna imprevisíveis, tão bondosos a

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A natureza humana é de uma essência muito complexa, com algumas tendências ao caos. É o que nos torna imprevisíveis, tão bondosos a ponto de fazer a diferença ou tão cruéis, capazes até de levar devastação por onde passemos por razões diversas, seja tédio, ódio, injustiça, ou amor – razões que apenas nós mesmos podemos saber. Foi essa condição humana que o Drácula experimentou no começo de Castlevania e abriu as portas infernais da sua história.

Poster oficial da Netflix

Lançado em julho de 2017, o desenho animado é a adaptação do terceiro videogame da série de mesmo nome, Castlevania III: Dracula’s Curse, o qual acompanha as andanças de Trevor Belmont (Ralph C. Belmondo na versão japonesa) pelo território da Valáquia (uma província real dentro da Romênia). No jogo, Trevor é o último herdeiro do legado de sua família, a qual fora excomungada pela igreja, e o único capaz de derrotar Drácula em sua fúria violenta. Em sua aventura, ele conhece outros personagens os quais viram seus parceiros de time, Grant Danasty, Sypha Belnades, e Alucard, e, unidos, eles derrotam o Drácula.

Capa japonesa do Dracula’s Curse, com um estilo já datado e os personagens irreconhecíveis

Similar, mas não igual, a adaptação expande os conceitos introduzidos no jogo de 1989, carregando elementos de outros lançamentos da franquia, como as origens de Alucard (Symphony of the Night) ou a presença dos Mestres de Forja (Curse of Darkness). Como um monstro de Frankenstein gótico, os desenvolvedores construíram uma criatura única e independente, além de muito violenta e brutal, com os membros roubados de túmulos antigos.

Curiosamente, Castlevania foi um projeto que demorou ao menos uma década até ver a luz do dia. Sua produção começou como uma trilogia de filmes animados, encabeçada pelo Kevin Bolde e roteirizado pelo Warren Ellis. Lenta e gradativamente, o trabalho perdeu força e foi engavetado, guardado até o instante que Adi Shankar tirou o pó e conseguiu um contrato com a Netflix para a exibição, agora como uma série. A recepção foi tão positiva que o serviço de streaming pediu uma nova temporada aos produtores, os quais só tinham planejado duas. Em entrevista ao Collider, Ellis comentou sobre essa experiência:

“A segunda temporada era o final do meu plano original. Aí nós passamos, ou eu passei por um instante feliz e encantador e agradável, que foi quando a Netflix chegou e disse, ‘Nós gostaríamos de uma terceira temporada, por favor’. Aí o encanto, e alegria, e prazer somem e você passa pelo que nós roteiristas chamamos de momento ‘Oh merda’ que é quando você percebe que não tem ideia do que fazer a seguir.”

Independentemente de todos os problemas nesse longevo desenvolvimento, o produto é, e eu não digo isso com leveza, digno de atenção. Com a precisão de um experiente maestro, a história é conduzida na direção de uma linda tragédia, atentando-se à dor dos seus personagens de uma forma bastante verossímil. Por exemplo, o Drácula, no começo, amou profundamente a sua esposa humana Lisa e, com a sua violenta morte pelas mãos da Igreja, ele dá o passo final rumo ao caos destruidor, mergulhado no ódio cegante da sua perda. Não só ele, entretanto, recebe esse dedicado cuidado: todos os personagens que dão as caras, de uma forma ou de outra, são humanizados, perfeitos na sua imperfeição.

A trilha sonora da série é espetacular, com músicas que lembram aquelas usadas nos jogos. As vozes são boas, ao menos em português brasileiro, garantindo atuações convincentes. A animação é nada menos que magnânima, com designs interessantes, movimentos extremamente fluídos em momentos de luta, e sem nunca perder a energia mesmo nas horas mais paradas. O desenho, ainda que baseado numa propriedade intelectual já existente, é um dos programas mais carregados de personalidade que eu tive a felicidade de ver. 

Castlevania é uma tragédia que se estabelece na condição caótica do ser humano de causar a destruição, como o Drácula, e também de buscar a reparação e a paz, como Trevor, Sypha, e Alucard. Entre esses dois extremos, repousa a sigilosa e íntima escolha universal de escolher o seu próprio caminho. Afinal, o que é um homem além de uma miserável pilha de segredos?

Você pode assistir a todas as três temporadas de Castlevania no serviço de streaming da Netflix.

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