Alexios - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Tue, 09 Mar 2021 20:39:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg Alexios - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Entrevista: Renata Pillonato (Dubladora de Kleta – Assassin’s Creed Odyssey) https://animesonlinebr.org/curiosidades/entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey https://animesonlinebr.org/curiosidades/entrevista-renata-pillonato-dubladora-de-kleta-assassins-creed-odyssey/#comments Wed, 10 Mar 2021 18:37:05 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=18442 Nessa semana em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres, eu trago uma convidada muito especial para conversar sobre dublagem e games. Renata

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Nessa semana em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres, eu trago uma convidada muito especial para conversar sobre dublagem e games. Renata Pillonato, libriana, atriz, professora, dubladora e do bem e que emprestou a voz para Kleta, personagem em Assassin’s Creed Odyssey.

Ela me concedeu uma entrevista falando sobre carreira, alguns segredos da dublagem, com quem já trabalhou e onde podemos encontrar a voz dela no mundo dos games, e vai por mim, foi incrível quando eu descobri onde podemos encontrar ela, numa franquia muito grande recém contada por esse que vos fala. Portanto, conheçam Renata Pillonato!

Renata tem uma carreira recente na carreira, há 5 anos ela trabalha com dublagem, e junto da Maximal Studio, um dos mais conceituados lugares de dublagem no país, e responsável pela localização da franquia de jogos Assassin’s Creed.

Ela teve a oportunidade de estar em Assassin’s Creed Odyssey e em Wolfstein: Young Blood. Em Assassin’s Creed, ela fez a personagem Kleta, presenta na DLC: O Legado da Primeira Lâmina. A personagem de Renata vive em Acaia e ajuda alguns náufragos e pede ajuda para Kassandra resolver alguns problemas na região.

Ao longo desses 5 anos, Renata pegou um mercado de dublagem nos games que ainda estava se encontrando, além disso, ela nos contou como foi o processo para entrar na Maximal e a reação dos seus familiares ao saber que passou para dublar no jogo da Ubisoft.

“Na verdade, fui eu que entrei em contato com eles. Justamente pelas pessoas daqui de casa que jogam, eu fui fuçando no negócio de games dublados e eu consegui fazer um registro de voz lá (Maximal). E a partir desse registro, eu consegui outros papeis antes de Assassin’s Creed Odyssey. E depois foi muito legal voltar a casa e ficar avisando todo mundo “a mamãe é muito fo**”.

E ainda contou que o namorado da filha dela conta por aí: “Gente, a minha sogra dublou em Assassin’s Creed”.

Renata também falou sobre o mundo dos games ser um mundo muito sério, respeitável e sobre o retorno de seu trabalho: “O mundo dos games é um mundo muito sério, respeitável. Quando a gente olha tudo o que está ao redor, a gente se sente muito gratificada”.

Assassin's Creed Odyssey

Renata também nos conta um pouco de como é a estrutura de localização e dublagem dentro de um estúdio.

“O diretor artístico recebe o texto traduzido, e ele vai dirigindo o trabalho, e se ele achar que deve mudar o contexto, se baseando no conhecimento dele, que foi o caso quando dublei Assassin’s Creed Odyssey, o diretor jogava, ele tem a autonomia de alterar o texto, nunca o dublador. Na dublagem de filmes e séries, você (atriz/ator) tem uma liberdade maior de mudar o texto, em games não.”

E ressalta, além do trabalho como professora de português, que ajuda muito, ela destaca principalmente o fato de ser atriz, que é algo primordial para dublar.

“Eu ser professora de português ajudar e muito, morei também dois anos nos Estados Unidos…, mas claro, o que ponto “x” que conta muito mais é ser atriz, saber atuar.”

O papo ficou um pouco mais quente quando entramos na velha discussão sobre famosos que tiveram a oportunidade de participarem de dublagens em games.

“Sobre esse assunto, eu tenho uma opinião formada. Seria covardia julgar essas pessoas pelo trabalho que fizeram. Quem exigiu se não me engano foi a Warner e tudo o que se falou em questão de críticas para a Pitty e o Roger foi totalmente injusto. Eles foram convidados para fazer o trabalho e não sabiam fazer.

Mas eu consegui ver pelo lado do “copo meio cheio”, as pessoas começaram a olhar para quem realmente sabia fazer aquele trabalho. Na dublagem, principalmente nos filmes da Disney que é mais comum, eles chamarem atores famosos para dublar. Ou seja, isso também é uma coisa injusta, eles são atores, mas a dublagem é um braço específico da arte cênica. Então, as pessoas acabam atacando os atores sendo que eles são meio que vitimas de uma condição.

Eu sou atriz, dubladora, agora, você querer pegar um cantor ou uma cantora para dublar, fica algo meio surreal”.

Já partindo para o meio da entrevista, falamos sobre como foi trabalhar com uma das vozes mais icônicas da cultura pop brasileiro. Letícia Quinto deu sua voz para Kassandra em Assassin’s Creed Odyssey e como foi para ela, Renata, trabalhar ao lado de Athena, digo, Saori, caramba, ao lado da Letícia.

“Eu me contive, juro (perguntada se teve vontade de chamar Letícia de Saori). Mas assim, nós gravamos sozinho, em dia e horários diferentes. Eu nunca me encontrei com ela durante as gravações. Depois nos encontramos fora, nós somos amiga de uma dubladora em comum, mas não tem como, ela fala “oi tudo bem?” e você fica congelado.

Ela é uma pessoa extremamente simples, simpática, amorosa, divertida, e humana, e não tem como, você ser tão fã e ser tão grato de escolher uma profissão como a da Letícia Quinto e o Rapha Rossato.”

Para quem não sabe, Raphael Rossato, além de Alexios no mundo dos games, é conhecido por emprestar sua voz ao Senhor das Estrelas, Peter Quill em Guardiões da Galáxia, Vingadores e Kristoff em Frozen.

Letícia tem como seu o maior papel sem sombra de dúvidas, a Deusa Athena/Saori Kido em Cavaleiros do Zodíaco, também foi a Sandy Bochechas em Bob Esponja e a Kagome Higurashi em Inuyasha.

Ainda sobre os encontros com os companheiros de profissão e como são feitos os testes, ela nos contou mais um pouquinho de como é feita a seleção e o processo de dublar “no escuro”.

Assassin's Creed Odyssey

“Nós nos encontramos sempre fora do estúdio, na recepção, mas sempre gravamos sozinhos. Você, o técnico e o diretor, sempre. E a gente nunca sabe o que vamos fazer, tanto em narração, dublagem, localização e até mesmo em locução.

Nós chegamos no estúdio, tem o roteiro, hoje em dia num computador, e nós temos o contato com o roteiro dentro do estúdio, você faz seu personagem e só. Cada um vai lá e grava o seu”.

Já para o fim da entrevista, Renata falou sobre suas referências na dublagem.

“Olha, eu sou fã anteriormente e atualmente, pessoas novas e veteranas. Mas tem algumas pessoas que vale muito a pena citar. Nestor Chiesse, a Mabel César que é atriz completa, o Wendell Bezerra criou um caminho para a dublagem admirável, ele é a nossa voz na dublagem, as pessoas sabem o que é dublagem por conta dele. Uma amiga, quando eu conheci, fiquei, não acredito que é você. E eu fiquei “oiii..” você é a Kate Kelly.

São muitas pessoas, daria para falar o dia todo sobre. E é um mercado que ainda é pequeno, mas com certeza vai crescer”.

Sobre o reconhecimento fora do Brasil sobre as dublagens no mundo dos games, a Renata deu sua opinião de como as empresas estão investindo cada vez mais no mercado nacional de dublagem.

“Olha, eu tenho uma amiga que mora em Londres e o marido comprou um jogo lá recentemente, e ele estava dublado em português lá. A coisa está bem melhor do que a gente imagina.

Um segundo ponto, a Maximal fez uma “parceria” com uma empresa americana chamada Keywords e eles tem um novo espaço, estúdio, e até cabines de higienização seguindo os protocolos anti Covid. E o investimento é bem alto nessa nova fase, eles vão trabalhar com voz original, quando você cria uma voz para o personagem.

Nós brasileiros somos muito talentosos no que fazemos, e estamos levando isso para o mundo dos games. Somos considerados a melhor dublagem do mundo! Precisamos investir mais em nós. E eu ouvir isso da minha amiga que o marido comprou um jogo em Londres em português, é um sinal de o mercado está crescendo”.

A Renata nos revelou em quais projetos gostaria de trabalhar, ou o tipo de personagem que ela gostaria de fazer também.

“Olha, eu nunca tinha parado para pensar nisso. Uma coisa que eu gosto muito de fazer, quando me chamam eu faço com muito prazer é quando o personagem é policial. Se algum personagem tipo a Olívia de Law&Order, isso seria muito legal, eu amo séries, mais que desenhos.

Ou alguma vilã da Disney, nesse nível, eu tive poucas oportunidades de fazer vozes caricatas, e eu sempre tive o sonho de ser dubladora. Eu me formei em administração, eu voltei para o Brasil e não queria mais trabalhar em escritório.

Por fim, a entrevista se encerrou e, aqui é um feeling da pessoa que vos fala, já diria a Marvel “A Renata voltará em breve…”

Confira também nosso especial sobre Assassin’s Creed, contando a história de Kassandra em Assassin’s Creed Odyssey.

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a Renata Pillonato pela disponibilidade da entrevista, foi um papo maravilhoso, poderíamos ficar horas ali conversando que a resenha seria muito boa, portanto, Renata eu sei que você chegou até aqui como alguns dos meus leitores. Quero te desejar o maior sucesso do mundo na sua carreira, como você bem se descreve em uma das suas redes sociais, você é uma pessoa do bem e realmente merece o mundo, obrigado mesmo pela oportunidade de bater esse papo, um abraço enorme para você e para a sua família, beijão!

E a você que acompanhou essa entrevista sensacional, a primeira que faço aqui pelo NSV, não poderia ter sido melhor. Um abraço para você também, e até semana que vem!!!

Assassin's Creed Odyssey

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Cronologia AC Parte 8: Assassin’s Creed Origins https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-8-assassins-creed-origins/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cronologia-ac-parte-8-assassins-creed-origins https://animesonlinebr.org/curiosidades/cronologia-ac-parte-8-assassins-creed-origins/#respond Wed, 28 Oct 2020 19:25:16 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=15116 Olá, estamos chegando ao final do nosso especial sobre a franquia Assassin’s Creed, e estamos para celebrar o novo capítulo da saga com

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Olá, estamos chegando ao final do nosso especial sobre a franquia Assassin’s Creed, e estamos para celebrar o novo capítulo da saga com a chegada de AC Valhalla. Mas antes de chegarmos no período dos Vikings e suas barbas e cabelos magníficos, vamos voltar a origem de tudo. Hoje conheceremos novos heróis e heroínas, tanto do passado, quanto do presente “atual”. Hoje, você conhecerá a história de Assassin’s Creed Origins, seja muito bem-vinda (a).

Tudo tem um começo, um meio e um fim. Nós tivemos, o que para muitos, foi o fim da franquia com a morte de Desmond Miles, no final de AC III. Mas também podemos olhar como fim ou meio, a que podemos chamar de “Era Moderna” da franquia que teve seu findar durante AC Syndicate no texto passado, depende muito da perspectiva. O começo também pode ser visto de outra forma, a qual foi o nosso primeiro encontro com a Irmandade dos Assassinos e seu confronto com Templários lá com Altaïr no AC I ou agora, com Origins.

Como o nome sugere, Origins é a origem de tudo (Kassandra não concorda muito, mas isso, veremos mais em breve). Mas sim, aqui existe o começo de todo esse confronto e nós iremos ver as razões e motivações de cada um. Pois bem, vamos lá?

[…] Para servir a luz […]

Contexto Histórico – Assassin’s Creed Origins

O período que se passa a história de Assassin’s Creed Origins é durante o Reino Ptolemaico, quando Cleópatra ascende, casando-se com se irmão Ptolomeu XV ao trono em 49 a.C, no que podemos chamar de “Baixo Egito” e “Alto Egito”. Onde a adoração aos Deuses já não era tão comum como antes e principalmente, a influência Greco-Romana em várias Cidades, bem como Alexandria era vista em várias estátuas e até mesmo estruturas prédios que se assemelhavam aos de Roma e Grécia.

Nesse período também, a Influência da República Romana era dominante no Egito, já que havia uma disputa, principalmente por Alexandria entre generais Romanos, tanto Júlio César e Pompeu.

Após uma sucessão de encrencas políticas, alianças inesperadas, Cleópatra foi deixando a política de lado, sem perder a majestade.

Antes da viagem

É bom amarrar umas pontas soltas que podem haver nesse texto, antes mesmo dele começar, portanto vamos lá.

No presente, somos apresentados a Layla Hassan, uma nova protagonista no presente atual da franquia Assassin’s Creed. Ela, nascida no Cairo, Egito, foi levada logo quando pequena para os Estados Unidos, passando a morar em Nova Iorque.

Algum tempo depois, ela foi descoberta por Sofia Rikkin, filha de Alan Rikkin, ex-CEO da Abstergo Industries e Membro da Ordem Templária. E aqui vai, para que não assistiu ao filme live-action lançado em 2018, Sofia Rikkin e seu pai estão presentes no lore da história e agora dentro, podemos dizer que sim o filme de certa forma faz parte do cânone oficial da franquia.

Pois bem, Layla agora recrutada por Sofia, ficou apenas na área de pesquisas de história da Abstergo, já que não lidava bem como regras e tudo mais. Apesar da proximidade com Sofia, Layla nunca pode trabalhar perto dos projetos que envolvia o Animus e ao viajar para Madri, na Espanha, para dar procedimento a um novo tipo de Animus, o que vemos no filme, Layla ficou desapontada e mandada para o Egito, com sua amiga de trabalho Deanna Geary a fim de recuperar um objeto para a empresa.

Assassin's Creed Origins
Layla pela primeira vez na franquia

Dentro de uma caverna, na Depressão de Qattara, encontrou as múmias dos Assassinos, Bayek e Aya e com uma versão portátil do Animus, na qual ela mesmo criou ao longo dos seus onze anos de Abstergo, ela resolve reviver as memórias deles, mesmo que não tivesse autorização de seus superiores para isso. Portanto vamos agora sim conhecer nossos heróis do passado.

Conhecendo novas caras

A cena inicial de Assassin’s Creed Origins mostra Bayek, residente do Oásis de Siwa, com sua esposa Aya e seu filho Khemu. Bayek acabou herdando de seu pai o título de Medjay de seu pai. Medjay eram conhecidos as pessoas que basicamente faziam os papéis de policiais da época. Fazendo favores a população e ajudando sempre que pudesse. Bayek foi um homem justo e devoto a sua família, ele via em Aya uma força incrível para continuar trilhando seu caminho, e Aya por sua vez, era uma grande mulher que planejava todos os passos de sua família. Ambos eram formidáveis guerreiros, pois precisam estar sempre a disposição de sua pequena aldeia em Siwa.

Ao lado de Bayek, também havia Senu, a sua Águia de Bonelli que, bem como em Odyssey, fazia a visão tática e de águia (literalmente) sob a cabeça de Bayek, fazendo com que ele adotasse estratégias em horas de combate.

A cena mostra a chegada de Ptolomeu XVIII, que após dar o golpe em sua irmã, ascendeu ao cargo de Faraó, cargo esse que era para muitos de um Deus, e o pior, muitas pessoas eram iludidas por isso, assim, criando por vezes imagens falsas de deuses em seu imaginário e em contos.

Ali, Bayek estava para entregar um Íbex, um animal bovino para ser entrega para homenagear a chegada do novo Faraó. A caça foi feita com seu filho, Khemu e seu amigo, Chenzira. Após pedir para que seu filho fizesse um favor, Bayek e ele são abordados por homens mascarados, parecidos com os seguranças de Ptolomeu, eles chegaram até a caverna que Bayek e Khemu estavam com o amigo do garoto como refém e queriam ver o Medjay. O mesmo pediu para que Khemu fugisse, ele enfrentou alguns soldados, mas acabou desacordado.

Assassin's Creed Origins
Bayek e Khemu

Após um tempo no Templo de Amun, Bayek, amarrado, foi escoltado para dentro do templo e viram Khemu entre quatro soldados cercado. Ao mostrar uma relíquia para Bayek, um dos mascarados exigiu de Medjay que ele abrisse a porta do templo. Bayek sem saber o que fazer, pois não tinha conhecimento de tal artefato, muitos menos de como abrir a porta.

Entra em cena não, o Faraó, Ptolomeu XIII, nisso, Khemu consegue roubar uma faca de um dos mascarados, jogando-a para seu pai que se liberta, enfrenta uns guardas, mas um deles faz um movimento no qual faz com que Bayek acerte o abdômen de seu filho involuntariamente. Bayek no calor do desespero é mais uma vez desacordado pelos mascarados.

Questão de vingança

Tomado pelo ódio e a culpa em seu coração, Bayek enterra seu filho na Montanha dos Mortos. Ao lado dele, Aya, sem saber o que fazer, resolve viajar até Alexandria, onde seu primo, Phanos vivia. Bayek então começa a ir atrás de informações sobre os mascarados, ficando praticamente fora de Siwa por um ano.

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Após esse período, Bayek descobriu a identidade de um dos mascarados, Rudjek, que usava o pseudônimo de “A Garça”. “A Garça” foi perseguido por Bayek até a Pirâmide Torta de Sneferu. Onde cruzou com o guarda-costas de Rudjek, Hypatos pela primeira vez. Após conseguir escapar de Hypatos, ele foi até Rudjek que em uma tentativa nojenta, ataca em Bayek a faca que havia sido usada na morte de seu filho. Porém, Bayek bloqueia, diz que era matar a todos que estivessem envolvido na morte de Khemu e enfia a faca no meio do rosto de Rudjek, assim o matando.

Volta para casa

Depois de um tempo após a morte de Rudjek, aos arredores de Siwa, Hypatos encontrou Bayek e ambos lutarem até a morte. Bayek até pediu para que Hypatos parasse com aquilo, oferecendo uma trégua, mas o mesmo recusou. Então, Bayek deu um fim em sua vida.

Na saída da tumba onde se encontravam, Bayek encontra seu amigo, Hepzefa, que na ausência de Bayek, havia se tornado o Medjay da região. Ele estava lutando contra alguns soldados que ainda juravam lealdade ao Rudjek, nessa altura mais morto que tudo.

A dupla então cavalga até a cidade natal de ambos, onde Bayek descobre que as ações de Medunamun, um membro da Ordem que Bayek tem como alvo, havia montado uma base de operações no Templo de Amon. Bayek então na casa de seu amigo, começou a planejar seu próximo ataque, mas não sem antes ser tratado pela curandeira da vila, Rabiah.

Bayek então se encontra com Senu, que ele achará estar morta quando houve a treta envolvendo seu filho na tumba. Ao perceber que poderia se ferir, Bayek vai atrás de equipamentos para enfrentar os mais diversos desafios para alcançar sua vingança.

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Ao ajudar muitos de seus vizinhos, Bayek adentrou no templo, onde liberou alguns cidadãos e encontrou o sacerdote Íbis, que tambem era conhecido como Medunamun, após uma batalha, Bayek matou o sacerdote a base de socos, onde finalmente trouxe paz para sua região.

Encontrando sua amada

Após libertar os seus da tirania dos mascarados. Bayek atravessa o deserto até Alexandria para encontrar Aya. E após uma viagem fazendo umas missões no caminho, chegamos até Alexandria, onde ao lado da Grande Biblioteca, Bayek avista Aya do lado de uma estátua.

Phanos recebe Bayek e leva o Medjay até uma entrada de um esconderijo onde sua mulher se encontra. Eles se reencontram com um momento intimo, afinal, fazia mais de um ano que não se encontravam. Ela informa seu marido que localizou e matou dois mascarados. Acteon conhecido como “O Abutre” e Ketsos, “O Carneiro”.

Aya mostra também a Bayek uma carta que ligava a Ordem a Corte de Ptolomaica. Ela obteve essa informação com Apolodoro que em nome de Cleópatra tinha espiões rastreando os mesmos homens que o casal. Bayek não confiava em Cleópatra, mas sim em sua esposa.

Aya entrega nesse momento o que viria a ser a Hidden Blades num futuro, e ela avisa que estava sendo caçada pelos mercenários da época conhecido como Phylakitai de Alexandria e Bayek ficou a cargo de Gennadios.

Ao eliminar Gennadios, o mesmo em seu leito avisa que outros iriam atrás do casal e que suas atitudes estavam acima da lei. Após mais algumas missões, Bayek encontra uma pista de que Eudoros, “A Serpente”, estaria em sua casa de banho que frequentava já a bastante tempo. Ao entrar, houve duas tentativas, uma falha, mas a segunda, acidentalmente Bayek aciona sua Hidden Blade, não só assassinando seu alvo, bem como cortando assim seu dedo anelar. Ao cauterizar seu dedo e reportar sua esposa, a sensação era de alívio, e eles passam a noite juntos.

Não era o fim

Apesar de passarem juntos a noite, Bayek tinha a sensação de que Eudoros não era o último alvo que ele precisava tirar do caminho, mesmo com Aya tendo certeza de que a vingança deles teria terminado ali. Ela sugeriu que seu marido fosse até o Hipódromo Lagoon, onde encontraria Apolodoro e mais informações também.

Mais umas missões depois ao lado de Apolodoro, eles vão até a residência da Rainha ao seu encontro. Ao chegar diante da rainha que estava curtindo a vida, ela informa que a Ordem dos Antigos era responsável pelo poder de seu irmão e automaticamente seu exílio. Foi revelado então que a Cobra nada mais era como a Ordem num todo, e que Eudoros nada mais era que apenas o “Hipopótamo” dentro dessa cadeia. Além disso, os espiões enviados de Apolodoro encontram o “Escaravelho”, a “Hiena”, o “Lagarto” e por fim, o “Crocodilo”. Cada um em um canto específico do Egito. Então, em um acordo, Bayek se tornou o Medjay de Cleópatra, e prometeu que iria dar fim em cada membro restante da Ordem dos Antigos.

Aya e Cleópatra

Ao começar suas investigações, ele vai primeiro atrás do Escaravelho. Onde lá, descobre informações com Harkhuf, onde disse que a última pessoa que procurou informações sobre teve a língua cortada.

Bayek recebeu uma informação de que ao velho que havia tido a língua cortada, foi sequestrado e seu neto iria lhe ajudar com a caçada do Escaravelho. Ao conseguir, Bayek recebe um pergaminho que diz que as tropas do Escaravelho estão em Letópolis. E a filha de Ghupa, o velho, disse que seu marido, Taharqa poderia ajudar.

Ao ajudar Taharqa, o mesmo convida Bayek para um jantar e ao beber um vinho, Bayek se sente mal e só percebe um sorriso no rosto de Taharqa e um anel que tinha um desenho de Escaravelho. Após acordar, Bayek se encontra no Deserto, totalmente coberto na areia e apenas a cabeça sob o lado de fora, lá fora deixado para morrer junto com outras vítimas com Taharqa.

Com a ajuda de Senu e seu corcel, Bayek volta a Letópolis e assassina seu alvo. Kawab, o filho de Taharqa, jurou matar Bayek pois presenciou a morte dele pelas mãos do Medjay, e sua mulher teve que ouvir a explicação do mesmo.

Indo até Gizé, atrás da Hiena, ele conhece Mered, que lhe informa que o nome verdadeiro da Hiena era Khaliset e lhe pediu uns favores. E após umas idas e vindas, Bayek localiza um pergaminho na Grande Pirâmide de Gizé e rastreou Khaliset até lá.

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Abaixo da pirâmide, havia um complexo Isu, um templo relacionado a primeira civilização. Lá, havia uma mensagem que falava diretamente com a Layla Hassan. Além disso, ele achou o que procurava, as pistas mais que necessárias para seguir a Hiena. Lá, ela tentaria ressuscitar sua filha com o poder da câmara e uma sílica, mas Bayek interviu começando uma perseguição que levou ao lado de fora com uma tempestade de areia e acabou com a morte da Hiena.

Lagarto

Já em Memphis, Parsherenptah pediu ajuda do Medjay, para ajudar a quebrar a maldição que assolava sua esposa grávida e a cidade. Após investigar, e completando umas missões que envolviam múmias podres, e um touro envenenado que supostamente não queria a presença de Cleópatra nas redondezas.

Bayek e Aya trabalharam juntos para encontrar o Lagarto, que foi identificado por Bayek pela sua tosse e uma peça de roupa azul. Então, ele o mata dando fim na “maldição” que assolava Gizé.

Crocodilo

Restava então o Crocodilo, que Bayek então foi enviado para recuperar um livre que continha a verdadeira identidade do Crocodilo e seus atos corruptos. A filha de Khenut e sua filha que estavam o livro, foram raptadas pelo membro da Ordem e foram levadas para o Farol de Euhemeria. Bayek então lutou na Arena para derrotar Diovicos e Viridovix, e ao derrotar ambos ele conseguiu a identidade do Crocodilo, que se chamava Berenike, ele rastreou seus passos e ao chegar na sua vila, a matou.

Chacal e Escorpião

Ao ir embora com a Rainha, Aya manda uma carta para Bayek informando que haviam mais dois membros, Chacal e o Escorpião. Membros da Guarda Real de Ptolomeu e os possíveis culpados pela morte de seu filho. Ela então rastreou que Lucius Septimius que pretendia matar Pompeu.
Cleópatra pode ajuda para Aya, Bayek e Apolodoro para entrar no Palácio e encontrar Júlio César, eis que surge a icônica história da rainha enrolada no tapete. Bayek se aproveita da situação e mata o Escorpião, que era Potinus, mas é impedido de matar Lucius por César.

A origem

Cleópatra havia conseguido o trono de volta ao lado de Júlio César e viu seu irmão sendo morto por crocodilos. Septimius foi autorizado a viver e Bayek e Aya ficaram sem sua vingança. Mas, Bayek começou a unir colegas que estavam ao lado dele durante sua jornada e começaram a formar o credo, com o objetivo de defender o livre arbítrio e ameaçar qualquer atividade da Ordem dos Antigos.

A primeira grande missão dos “Ocultos”, era de ir até o túmulo de Alexandre o Grande, já que a Ordem tinha interesse em algo lá. E ao chegar, Bayek e Aya encontram Apolodoro mortalmente ferido. Ele avisou que o Tenente de César, Flavius era o “Leão”, a verdadeira face da Ordem dos Antigos, e lá, ele pegou um orbe e o Cajado Real de Alexandre, assim, voltando para Siwa para a tumba.

De volta para casa, o já não mais Medjay encontrou a tumba aberta, lá Hepfeza estava morto. E ao rastrear Flavius até a cidade Romana de Cirene, Bayek enfrentou Flavius e depois de uma batalha onde ele enfrentou o romano, Bayek matou o homem que ele considerava ser o responsável pela morte de seu filho, que aparece dizendo que vai aguardar seu pai nos Campos de Junco. Ao voltar para Aya, com o que podemos chamar Maçã do Éden, ela avisa que irá até Roma atrás de Septimius e Júlio César. Os dois conversam na beira da praia onde o credo recebe oficialmente seu início.

https://youtu.be/5NBS10TXHUM

A agencia dos Ocultos começa a ganhar força no Egito e uma é fundada na Roma, pela própria Aya, que agora se Chama Amunet. Aya chega depois de umas encrencas marítimas até Roma, no Teatro de Pompeu onde está Júlio César e Septimius. Aya, pede para que Marcus Junius Brutus e Gaius Cassius Longinus vão colocar em prática o plano de matar César.

Septimius vê Aya a briga entre eles acontece de forma feroz, com o braço direito de César, que diz que agora o ditador romano é o pai da razão. O fim disso, é de Septimius sendo morto por Aya que após isso, vai atrás de Júlio César, trazendo uma das cenas mais icônicas da história de Assassin’s Creed, parabéns Ubisoft.

crédito ao canal Bruno Pereira.

Então Aya volta até Cleópatra e termina sua jornada enviando uma carta para Bayek.

Assassin's Creed Origins
Assassin’s Creed® Origins

Vale ressaltar que ao final da campanha, William Miles, pai de Desmond aparece no local onde Layla se encontra e pede para que ela se junte a causa dos Assassinos.

A mesma então aceita o convite e voltará ao lado de Kassandra e Alexios em Assassin’s Creed Odyssey, no nosso último encontro (pelo menos por enquanto) da Cronologia Assassin’s Creed, até lá.

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Assassin’s Creed Odyssey – A experiência https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assassins-creed-odyssey-a-experiencia https://animesonlinebr.org/review/assassins-creed-odyssey-a-experiencia/#respond Wed, 01 Jul 2020 19:00:17 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=9966 Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante

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Ao começar um jogo, o que você pensa? Vai se divertir, será desafiado, conhecerá muitos personagens, e que a história seja algo marcante em sua vida, certo? Pois bem, Assassin’s Creed: Odyssey, game da Ubisoft lançado em  2018 responde todas essas perguntas e ainda é uma forma encantadora de mostrar um pouco de história.

Vou começar essa review fazendo uma indagação que ao longo de Assassin’s Creed Odyssey me fez parar por alguns minutos antes de responder:

“[…] se um homem mata outro para salvar muitos, suas ações podem ser consideradas justas? Ou deve o homem ser punido”?

Sim, essa figura, bem como outras, históricas que passaram pela franquia Assassin’s Creed deixam sempre uma marca no jogador. Mas talvez essa, em especial seja a que mais mexeu comigo ao longo de todos os jogos da saga.

Geralmente, NPC’s não fazem questionamentos ou te fazem parar e refletir, mas aqui amigo (a):

Assassin's Creed Odyssey

Prefácio

Assassin’s Creed Odyssey começa já com a batalha de Leônidas e seus trezentos diante do exército Persa de Xerxes em 480 A.C. Aqui, as mecânicas de combate são apresentadas e a história é contada com uma dramaticidade e você sente o peso de uma batalha que não pôde ser vencida pelos Espartanos. E é aqui onde conhecemos o item que viria ser importante anos mais tarde, a Lança de Leônidas.

Assassin's Creed Odyssey
Referências

História

Após um salto de tempo, em 431 A.C. Você pode assumir o papel de Alexios ou Kassandra, sua irmã mais velha. Ambos são conhecidos no jogo como “Misthios”, que em tradução não literária pode ser: empregado contratado (a) ou contratado (a). Ou simplesmente mercenário (a).

Muitos dizem internet afora qual seria o personagem “ideal” para começar a Odyssey. Uns defendem que é Alexios, outros dizem que é Kassandra. Eu, fui de Kassandra.

E é na ilha de Cefalônia (Κεφαλληνία), que jogador começa sua aventura. E me surpreendeu o fato de que ao longo de 5 horas após o começo do jogo, ao sair da Ilha, o logo da Ubisoft e o título do jogo estampavam a tela da minha tv. O que significaria que a estrada realmente seria longa.

Antes de sair de seu “lar”, Kassandra é abordada por Elpenor, que traça o destino da protagonista ao pedir para que ela vá atrás de seu pai. Nikolaos de Esparta, ou o “Lobo de Esparta” como é conhecido pelos seus comandados.

Fantasmas do Passado

Ao fazer isso, Kassandra não só viaja para encarar o fantasma de seu pai, mas também ao encontro de toda a sua família e do Culto do Cosmos, que tem ligação direta com a família de Kassandra. Ao encontrar Nikolaos, o jogador é colocado na primeira grande situação de escolha.

Ao finalizar o “primeiro arco” de Kassandra, você é levado mais fundo do mundo aberto do jogo. Ilhas e mais ilhas estão espalhadas para seu deleite, basta você ir explorar e ser feliz. Mas um conselho de amigo, faça isso com a dificuldade não nivelada, pois ao entrar num território como Beócia em nível baixo é morte na certa.

O que nos leva ao próximo ponto. A exploração.

Exploração em Assassin’s Creed Odyssey

Para começar tenha em mente que esse é o Mapa em AC Odyssey:

Assassin's Creed Odyssey

Já deu para reparar no quão enorme ele é, imagina você ter que navegar de Cefalônia até a ilha de Samos. Alguns lugares ficam fáceis de chegar por terra mesmo, com Phobos, seu cavalo que te acompanha durante a jornada.

Barco

Já por água é possível graças ao barco, que você adquire ajudando Barnabás e sua tripulação agora trabalha para você. E aqui eu tenho que destacar algumas coisas. Você consegue alterar sua tripulação a hora que quiser, tanto para o gênero masculino ou para uma tripulação feminina. Ou apenas manter a tripulação original do Barnabás.

Assassin's Creed Odyssey
Tripulação longo do jogo pode ser mudada

Ao explorar o mar, sua tripulação cantarola músicas, vibram com Kassandra a cada barco derrotado. Na hora de abordar um navio que está prestes a afundar, Kassandra solta um grito para motivar sua tripulação que responde batendo suas lanças, pés e gritando prestes ao entrar em combate.

Além disso, skins de personagens famosos da saga, como a da assassina Evie de Syndicate e outros personagens podem se tornar seus tenentes marítimos e até mesmo te ajudar em combate em terra firme, através de habilidades que você libera durante o seu progresso.

Tenentes esses, que você pode simplesmente recrutar abordando personagens de forma que os atordoe e você simplesmente vai lá e os recruta. Cada um dá sua contribuição para o navio, seja melhorando o casco do barco, até mesmo o dano de flechas de fogo que sua tripulação dispara em combate.

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Alto Mar em Odyssey

Ikaros e Phobos

Por terra, você tem dois aliados, sua águia, Ikaros e Phobos, seu cavalo. E por ambos, você sente um carinho enorme, pois, um tem como função, ser seus olhos pelo ar, facilitar a identificação de itens, alvos e auxiliar atacando bichos. O outro, te leva por quilômetros quando é possível e você sente uma raiva enorme de quando ele é atacado enquanto você está nele. Felizmente, ele não morre.

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Ikaros, os olhos de Kassandra nos céus.

Além disso, Odyssey coloca de volta uma função já explorada em Origins, a de domar animais. Ao usar flechar de atordoamento, você pode trazer os animais selvagens para o seu lado até quando você quiser, eles morrerem em batalha ao seu lado, ou simplesmente você pode liberar os bichinhos na natureza.

E conforme você melhora a habilidade de domar animais, mais espécies podem te ajudar. Mas vale dizer que, só vale um por vez. Não vá achando que você pode fazer a revolução dos bichos que não vai rolar.

Combate

Assassin’s Creed Odyssey não é fácil. Desde o Origins, o jogo teve uma curva de dificuldade em combates aumentada, e aqui não é muito diferente. Lógico que com o tempo, tudo pode ficar mais fácil, mas não significa que vai, graças ao sistema de nivelamento, o que isso significa Luiz? Simples. Conforme você vai aumentando seu nível durante o jogo, todos os outros inimigos serão do mesmo nível ou superior a você.

Na teoria isso é ótimo, já que isso significa que você não vai ficar forte sozinho, e garante um desafio maior quando você bate de frente com TODOS os seus oponentes, seja um lobo, até um capitão de acampamento.

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E conforme você vai melhorando as habilidades, elas serão o fato decisivo para você ganhar uma batalha ou luta. Já que você conta com técnicas que podem tirar escudo de inimigos, usar elemento de fogo e veneno em suas laminas, que podem e vão, se acertada com frequências, ser a sua carta na manga diante de seus oponentes.

Assassin's Creed Odyssey

O arsenal que Kassandra ou Alexios podem usar no jogo é vasto. Um par de adagas pequenas, espadas (uma em cada mão também é permitido), lanças, bastões e machados grandes fazem parte do seu inventário.

Ou seja, quem molda a jogabilidade é você, não existe uma maneira correta de jogar Assassin’s Creed Odyssey, a não ser, a sua maneira. Seja abordando de forma silenciosa ou mesmo entrando em confronto direto.

Gráficos e Áudio

Eu preciso dizer algo aqui. Assassin’s Creed sempre foi uma saga com o visual estupendo. Mas aqui é diferente, tudo é elevado a uma potência insana no quesito visual. Por todo canto que você simplesmente queira ir, tem uma visão de encher os olhos, e sério, é de aplaudir a forma que a Ubisoft consegue trazer de forma fiel como era o berço da civilização moderna.

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Estátuas, altares, templos, alto das montanhas, estradas que dão em bosques e visão para o mar. O próprio mar, que você simplesmente consegue ver a sombra do seu navio quando está em águas cristalinas. Ou até mesmo ao mergulhar em cavernas subterrâneas, onde os tubarões te atacam (rsrs de nervoso).

Assassin's Creed Odyssey
Vida marinha mais viva do que nunca.

Áudio

O áudio do jogo precisa ser destacado, como brilhante. Eu comecei o jogo com a dublagem em PT-BR ao longo do começo do jogo, pude perceber duas vozes muito conhecidas entre os brasileiros. Ricardo Juarez, o Kratos dos dois últimos God of War fazendo o Rei Leônidas e Letícia Quinto, a Deusa Atena (Αθηνά) de Cavaleiros do Zodíaco como Kassandra (e sim, aos que tenham a dúvida, eu gritei SAORI, quando eu a ouvi pela primeira vez) e fiquei chocado ao saber que uma Deusa também fala palavrões.

Além do mais, todas as ambientações estão perfeitas, desde os passos de Phobos, aos cânticos da tripulação e os diálogos.

Eu jamais vou esquecer a primeira vez que mergulhei em alto mar, e simplesmente em meus ouvidos ecoou o som de uma baleia azul e eu a vi. Foi uma sensação diferente de tudo o que já vi em jogos de mundo aberto.

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Missões secundárias e curiosidades

Aqui é onde mora o calcanhar de todos os jogos de mundo aberto para o Luiz, as missões secundárias. Mas aí, eu sou obrigado a invocar um dos memes precursores da internet.

Eu não tenho nenhuma crítica para as missões secundárias desse jogo.

Assassin's Creed Odyssey

Tudo o que se refere a missões secundárias em AC Odyssey é algo fluído e principalmente, não obrigatório! Isso aqui é de se aplaudir. Você vai, conversa com o NPC, ele te passa a missão e você simplesmente fala “fo*&#@$” não vou fazer. E está tudo bem. O NPC, na maioria das vezes Espartanos diz que você não é um Guerreiro de Verdade? Fala, mas quem disse que o problema dele é problema meu?

Brincadeiras à parte, Odyssey está cheio de missões secundárias, algumas podem ser repetitivas, mas vou falar uma coisa, todos os NPC’s têm suas próprias motivações. Não é algo que você vai ver sempre. Cada um tem o seu background para pedir algo para a Misthios, e você, com o sistema de escolha, pode barganhar se fará ou não, saber mais detalhes da razão por trás daquele pedido, cara, é fantástico.

Em todo o canto, aparece uma missão, e algumas são de cortar o coração, como a “Fazendo Amizades” da garota Khloe. Outras, te fazem pensar e muito, como as missões que envolvem Sócrates (Σωκράτης). Algumas engraçadas, pelo o que o personagem é, como Alcibíades (Ἀλκιβιάδης).

Além dessas figurinhas históricas citadas acima, temos também muitos outros, já que estamos falando de Grécia não é mesmo? Platão (Πλάτων), Heródoto (Ἡρόδοτος), Péricles (Περικλῆς), só para citar algumas.

Curiosidades sobre Assassin’s Creed Odyssey

É muito incrível como o mundo em Assassin’s Creed Odyssey toma vida ao entrar nele. Todos os NPC’s têm diálogos para serem ouvidos. Dentro de cavernas, durante explorações, itens podem e vão aparecer diante de você, o que torna prazeroso andar por aí em cavernas e explorar seus mistérios.

  • O jogo tem um modo história, que simplesmente você entra de cabeça na Grécia Antiga e só tem uma missão, ver a história, literalmente ser contada na sua frente.
  • Caçadas especiais são postas para que o jogador encontre animais lendários, se assemelhando e muitos, os doze trabalhos de Hércules.
  • Fatos curiosos acontecem quando você está andando pelo mapa e começa a observar a vida no jogo, como por exemplo a foto a seguir que mostra algo bem peculiar.

Assassin's Creed Odyssey

Eu queria destacar como é sútil os relacionamentos em AC Odyssey. Para você que não sabe, é possível se relacionar com determinados Npc’s durante a jornada, e é impressionante ver certas linhas de diálogos, e suas reações podem ser das mais diversas. Mas sempre de forma sútil, ás vezes nem tanto, mas faz parte do flerte.

Sua relação com os Npc’s que Kassandra conhece ao longo do caminho, os torna importante para o jogador, você se preocupa, normalmente não recusa seus pedidos e faz suas missões secundárias sem titubear.

Kassandra e considerações finais

Como eu bem disse no começo do texto, eu escolhi Kassandra como a protagonista de AC Odyssey, e é tão gostoso quando você se importa com uma personagem forte, que ao mesmo tempo mostra seu lado frágil, humano, confuso (principalmente ao trocar uma ideia com Sócrates), não precisa sofrer com uma sexualização desnecessária para mostrar que ela pode ser, se ela, ou você quiser.

Kassandra, bem como Bayek em Origins, é um acerto em cheio da Ubisoft que precisava de um excelente protagonista desde a saga Ezio (pode discordar se quiser).

Eu só tenho que destacar um pequeno detalhe ruim durante minha experiência com Odyssey. O jogo por muitas vezes no Playstation 4 normal, dá uma leve travada, mas acredito que isso se deva ao fato de muita coisa ser gerada ao mesmo tempo. Tirando isso, minha experiência com Odyssey foi incrível e eu saio de sorriso mais que aberto, bem como foi com Assassin’s Creed Origins.

Notas:
Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 5/5
Nota Geral: 5

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