The post The Last Of Us – Encerra qualquer Debate sobre qual é a melhor Adaptação de Videogame first appeared on Animes Online BR.
]]>Sinopse: The Last of Us é uma série distópica da HBO baseada na franquia de jogos de videogame de mesmo nome criada por Neil Druckmann. O drama narra um futuro pandêmico que foi devastador para humanidade, deixando os seres humanos à beira da extinção. O vírus transforma pessoas em canibais e se espalha rapidamente com uma simples mordida. Algumas décadas depois, os poucos sobreviventes que restaram vivem viajando ou em quarentenas protegidas por oficiais do governo. Este é o cenário em que acompanhamos Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente durão que é contratado para levar a jovem Ellie (Bella Ramsey) para fora da zona de quarentena opressiva onde vive. Os dois devem encontrar um grupo de rebeldes paramilitares que se rebelou contra as autoridades.
Tão dolorosamente fiel quanto fascinante e cheio de suspense, The Last of Us é um triunfo que encerra qualquer debate sobre qual é a melhor adaptação de videogame de todos os tempos. Liderada pelo aclamado criador do game, Neil Druckmann, e também pelo genial Craig Mazin, de Chernobyl, a série é meticulosamente projetada para satisfazer fãs e novatos.
A série conta uma história pós-apocalíptica que, como sua fonte, é ao mesmo tempo familiar e original, ação embalada e triste.
A série está repleta de easter eggs para os fãs da obra, especialmente em quadrinhos e pôsteres de filmes, a um livro de trocadilhos que fornece humor esporádico em meio à tensão esmagadora. Mais importante do que esses momentos, no entanto, é o drama que se intensifica a cada cena na tela.
Seja reproduzindo incidentes com precisão ou criando novos, os criadores canalizam estética e narrativamente o espírito de seu predecessor por meio de encontros e obstáculos que ecoam os elementos que tornaram a obra um grande sucesso. Esgueirar-se silenciosamente em torno dos inimigos, proteger-se atrás de carros em ruínas, vasculhar prédios e lojas destruídas são todos elementos fundamentais perfeitamente entrelaçados no material roteirizado da dupla.
Em outras palavras: se você gostou de jogar The Last of Us, provavelmente vai adorar vê-lo se desenrolar ao longo de nove cativantes episódios da série. Aqueles que nunca jogaram o game, entretanto, não terão nenhum problema em mergulhar neste mundo, cujo a história de uma pandemia global envolvendo um fungo mutante que, como explicado por um talk-show de TV no prólogo da série, pode controlar e devorar seu hospedeiro.
Como nos jogos, o vínculo da dupla protagonista vai amadurecendo lentamente, com cada passo ao longo de seu caminho fornecendo pequenas, mas significativas chances de baixar a guarda e, ao fazê-lo, sentir coisas que há muito tempo deixaram para trás. O otimismo é uma força e uma fraqueza em The Last of Us, assim como a moralidade é um conceito constante e perigoso.
O empurrão entre o certo e o errado, o egoísmo e o altruísmo está sempre presente quando Joel e Ellie se aventuram por um Estados Unidos devastado, entrando em contato com os mais diversos personagens: um casal gay carinhoso, um adolescente traidor e seu irmão mais novo surdo, uma implacável líder da resistência e um fanático religioso. Sejam tiradas diretamente do jogo ou inventadas especificamente para a série, essas figuras são tratadas pelos roteiristas com uma empatia e profundidade que expandem a realidade do programa e os dilemas éticos que as definem.
A proximidade de Joel e Ellie é o ponto crucial de The Last of Us, e Pascal e Ramsey compartilham uma química que vende suas evoluções conjuntas, a respeito do afeto um com o outro. A relação deles passa por uma transição enfatizada pelo fato de que eles têm segredos sombrios e feios que preferem manter enterrados.
Exibindo uma sutileza que tipifica a narrativa da série, os protagonistas assumem a maior parte do processo lado a lado, embora haja episódios onde abordam suas vidas individualmente e as suas respectivas histórias e os fardos que carregam.
As adaptações de videogame tiveram uma má reputação por 30 anos porque, na maioria das vezes, eram péssimas. Geralmente o erro que acontecia nessa adaptações era que os estúdios que produziram esses projetos adquiriram o hábito de fazer apostas ruins em diretores instáveis e que não respeitavam as obras originais.
É por isso que a tarefa mais difícil para Druckmann, relatada por ele, foi encontrar um diretor adequado, de cacife para o tamanha da obra. Ele acabou escolhendo Mazin, fã de longa data do jogo original. Conseguir o cara que acabou de fazer Chernobyl (Uma série Aclamada) para adaptar The Last of Us foi obviamente a melhor decisão. Mazin ser um fã de longa data de The Last of Us foi obviamente uma força criativa.
A série é um marco e deixa lições do sucesso da adaptação a todas as adaptações mal feitas que estavam à espreita por décadas à vista de todos, além de encerrar qualquer debate sobre qual é a melhor Adaptação de Videogame de todos os tempos.
The Last of Us está disponível no HBO Max.
Nota: 5/5
The post The Last Of Us – Encerra qualquer Debate sobre qual é a melhor Adaptação de Videogame first appeared on Animes Online BR.
]]>The post “Quem é Você, Alasca?” Série Atualiza o Livro de John Green para uma Nova Geração first appeared on Animes Online BR.
]]>Sinopse: Miles Halter é um adolescente obcecado pelas últimas palavras de pessoas famosas. Cansado da vida monótona e segura que leva em casa, o jovem decide se aventurar em uma nova escola, onde encontra alguém prestes a tirá-lo da mesmice: a ousada e incrivelmente charmosa Alasca Young. Baseado no livro homônimo de John Green.
Quem é você, Alasca? conta a história de Miles Halter (Charlie Plummer), um menino nerd e quieto que tem uma obsessão pelas últimas palavras das pessoas. Em busca de um significado para sua vida, Miles vai para um colégio internato no Alabama chamado Culver Creek, onde se junta a um grupo de amigos liderado pela impulsiva e enigmática Alasca Young (Kristine Froseth). A cada episódio começam a aparecer X dias antes, sugerindo um evento que está por vir.
O diretor da série é Josh Schwartz, cujos programas incluem os sucessos adolescentes The OC e Gossip Girl, ele que criou uma marca na televisão baseada em adolescentes que desejam pular direto para a idade adulta. Os personagens de suas séries costumam ser precoces e de espírito selvagem, determinados a viver, como Alasca diz, “uma vida mais do que insignificante”.
Miles é um jovem tão desesperado para se encaixar e se destacar que quase dói olhar para ele. Sua nova vida em Culver Creek, uma escola criativa no meio da floresta, parece mais um acampamento de verão. Existem guerras de pegadinhas, bebidas, cigarros e desgosto.
Miles rapidamente se apaixona por um grupo nada funcional, composto pela enigmática Alasca, o Coronel (Denny Love) e o gênio Takumi (Jay Lee), que amam nada mais do que citar literatura e tentam superar o raciocínio um do outro. Não importa o quão inteligentes eles pensam que são, seus complexos de superioridade podem ser difíceis de se destacar ao longo de oito episódios.
Quem é você, Alasca? funciona bem como uma série, tanto para um público adolescente contemporâneo quanto para um público que seria adolescente quando esses personagens eram. Embora o ano de 2005 seja sutilmente reconhecível, confiando mais em coisas como o visual dos personagens e nas músicas da época, também não é tão irreconhecível para o público adolescente agora.
A cenografia de meados dos anos 2000 também ajudam a contar a história. O quarto do Alasca, com suas luzes cintilantes e livros espalhados, e o buraco fumegante sob a ponte, onde os alunos escrevem citações na madeira, evocam as características do local.
Citações retiradas do livro de Green também aparecem. “Vocês fumam para viver. Eu fumo para morrer”. “Se as pessoas fossem chuva, eu era uma garoa e ela um furacão”. “A única maneira de sair do labirinto do sofrimento é perdoar.” A versão para a TV de Quem é você, Alasca? reaproveita muitos desses trechos de diálogo sem contexto e corrige algumas das citações pretensiosas, trazendo a história para uma perspectiva do presente.
Quem é você, Alasca? continua sendo o mais controverso dos romances de Green, aquele que seus fãs amam e defendem apaixonadamente e aquele que seus críticos citam como um problema. O livro lida com temas pesados, mas nem todos eles com tanta sutileza quanto poderiam, e está atolado por só um ponto de vista de primeira pessoa limitado (Miles). Miles evoca visões das pessoas ao seu redor, não muito reais.
A série corrige isso. Há momentos focados no Alasca sem a presença de Miles, definindo-a como uma personagem própria e não apenas pelos olhos de Miles. Na verdade, todos os personagens, não apenas os alunos que são amigos de Miles, mas os professores também recebem mais dimensões, infundidos com mais humanidade do que apenas caricaturas da cabeça de Miles.
Kristine Froseth é brilhante como Alasca Young, projetando todo o desespero da personagem. Todos os atores trazem aquele senso de auto importância inflada que adolescentes inteligentes têm, junto com o pensamento adolescente de que tudo no colégio é literalmente a coisa mais importante que já aconteceu com você. Justaposto de forma inteligente com as abordagens mais equilibradas dos adultos, que são mais neutros e simpáticos do que os mostrados no livro.
A adaptação do livro pelo Hulu parece mais fiel à história que Green se propôs a contar no livro em si. Talvez seja por causa da década de fãs moldando a história a fim de melhorá-la. Para a grande quantidade de dramas adolescentes que ainda existem durante esta era, no meio a incrível falta de dramas adolescentes honestos e sérios, essa série realmente se destaca.
Quem é você, Alasca? por sua natureza e atualizações cuidadosamente calibradas, tem uma mensagem mais universal e relevante que seu livro base.
Quem é você, Alasca? está disponível na HBO MAX.
Nota Final: 5 / 5
The post “Quem é Você, Alasca?” Série Atualiza o Livro de John Green para uma Nova Geração first appeared on Animes Online BR.
]]>The post 5 séries de games que merecem adaptações animadas! first appeared on Animes Online BR.
]]>Mas, ainda sim, mesmo com vários jogos de sucesso sendo bem adaptados para as telas, ainda há muitos jogos que, mesmo sendo de excelente qualidade, clássicos, adorados por fãs no mundo todo, e/ou com vários pontos de destaque, não receberam animações, mas que deveriam, e muito! Não só para atrair novos fãs, como também porque se encaixam perfeitamente neste formato.
Então, resolvi fazer aqui uma lista de 5 séries de jogos que merecem adaptações animadas, não só para mostrar e justificar que de fato essas série merecem animações, como também para que, quem sabe, você tenha interesse em conhecer elas, e também querer uma animação delas no futuro!
Bom, sem mais delongas, vamos lá!
Para começar, vamos com um clássico dos jogos, Mega Man X.
Mega Man X foi a primeira série separada dos jogos originais de Mega Man, contando a história de uma dupla de protagonistas, sendo X um robô pacifista, mas que possui um enorme senso de justiça, e seu melhor amigo Zero, que mesmo tendo um passado misterioso, é um habilidoso e poderoso guerreiro, que juntos, devem proteger os humanos, e derrotar os Mavericks, Reploids que são considerados defeituosos, querendo independência dos homens, ou os destruírem, sendo boa parte desses adversários, aliados de Sigma, o maior vilão dessa saga.
Para sermos justos, de fato, a franquia Mega Man como um todo já recebeu inúmeras adaptações e animações diferentes, tanto da série principal como de sua várias outras séries, com adaptações tanto americanas como japonesas, e uma delas foi baseada no mundo de Mega Man X, sendo lançado junto ao jogo Mega Man Maverick Hunter X (Que era um Remake do primeiro jogo), intitulado The Day Of Σ.
Esse especial animado era uma prequela dos eventos do primeiro jogo, mostrando mais da relação dos personagens principais, e tendo como principal narrativa, os eventos que ocorreram no dia em que Sigma, que antes aliado de X e Zero, decide colocar o mundo em guerra.
Por mais que tenha sido a única adaptação da história do universo de Mega Man X para o mundo das animações (tirando a participação do personagem no desenho americano de Mega Man), ela conta muito bem sua narrativa nessa mídia diferente, cheia de detalhes dos jogos, e momentos bem legais, sendo indispensável a qualquer fã de Mega Man X.
E bem, acredito que essa opinião é parcial, mas creio que essa animação mostrou, pelo menos para mim, que não seria impossível contar bem a história dos jogos por meio de uma animação, já que, quando tentaram fazer isso, o resultado ficou bom e agradável.
Também, acredito que vale a pena uma animação dessa série porque ela é recheada de vários momentos marcantes e icônicos, que valeriam a pena serem explorados melhor em uma nova adaptação da história podendo incluir mais detalhes, como por exemplo detalhar a relação de Zero e Iris, o conflito de X por não querer usar a violência para impedir o mal, o envolvimento de Axl com a Red Alert, a rivalidade dos heróis com Vile, e muito mais, realmente não faltam motivos para contar novamente essa história, que até hoje é muito amada pelos seus fãs, e que pode conquistar mais ainda.
Uma série de jogos que, pelo menos no ocidente, ainda é bem desconhecida, Puyo Puyo!
Se você não conhece, ou nunca ouviu falar de Puyo Puyo, não se preocupe, já que infelizmente, mesmo sendo uma franquia bem antiga, foram poucos os jogos que saíram do Japão, com exceção de alguns, mas isso está cada vez mais se tornando algo do passado, já que não só os últimos jogos da série estão sendo lançados no ocidente, como também estão conquistando muitos fãs novos, que nunca conheceram a série de jogos antes, mas se encantaram pelos seus personagens carismáticos, mundos coloridos, e claro, o próprio jogo Puyo Puyo, que mesmo parecendo bem simples, pode se mostrar completamente desafiador.
Mas oque é Puyo Puyo? Puyo Puyo é um jogo Puzzle, que tem como principal objetivo alinhar diversas bolinhas coloridas chamadas de “Puyos” em 4 da mesma cor para apagá-las, sendo possível realizar vários combos e encadeamentos muito bonitos de se ver, mas o verdadeiro desafio está em que seu objetivo é derrotar seu adversário, que assim como você, também está fazendo seus próprios combos, e a cada combo feito pelos integrantes, Puyos sem cor surgem na tela do oponente, o dificultando de progredir, sendo o vencedor, aquele que não só consegue apagar bem os Puyos, como também impossibilitar o adversário de fazer o mesmo.
Mas, além da jogabilidade bem divertida e intensa, Puyo Puyo também conta com todo seu universo! É possível afirmar que a série de jogos Puyo Puyo possui “3 fases”, por assim dizer, a primeira tendo como protagonista a Arle, uma maga aprendiz, que sempre junta de seu amigo Carbuncle, vivem várias aventuras, a segunda é a Amitie, uma energética garota da escola mágica de Prim Magic School, que tem como sonho ser uma grande maga, e a terceira, Ringo, uma jovem estudante da Suzuran Junior High, que é sempre muito curiosa. De fato, cada “fase” diferente traz consigo vários novos personagens, amigos e rivais, que trazem consigo, novas histórias e personalidades, mas não se engane, até os personagens mais antigos sempre aparecem com bastante frequência nos jogos, sempre marcando presença nas aventuras principais, ou em suas próprias. Mas também não se engane se você pensa que as histórias dos jogos de Puyo Puyo é super intensa, cheia de reviravoltas tudo mais, já que boa parte delas são bem descontraídas, leves, e muito bem humoradas, se aproveitando muito bem dos personagens únicos para fazer vários momentos bem divertidos. Além disso, o visual dos personagens de Puyo Puyo também são muito bonitos, bem coloridos, únicos, bonitos e cheios de personalidade.
E então, eu acredito que são essas as qualidades que fazem Puyo Puyo ser uma ótima pedida para uma adaptação animada, porque os seus personagens carismáticos e bem divertidos são ótimos para uma série animada, e acredito que nem precisa tanto de uma trama para envolver tanto, mas só a interação e aventuras nesse universo, podendo até mesmo ser em capítulos episódicos, já seria muito divertido de acompanhar, e se tiverem o mesmo estilo e qualidade e momentos divertidos dos jogos, eu não perderia um episódio. Se você nunca jogou Puyo Puyo, eu recomendo que jogue, não só porque são jogos bem divertidos, mas você ver como funcionam as narrativas e histórias dos jogos, e se possível, entender porque eu e muitos outros fãs ao redor do mundo adoram esses personagens e esse mundo divertido.
Agora, uma série de jogos de luta ótima, porém infelizmente ainda um pouco desconhecida, Under Night In-Birth!
Under Night In-Birth conta a história de Hyde Kido, um jovem que, em uma certa noite, foi atingido por um Void, uma criatura misteriosa que só surge na Hollow Night, um fenômeno sobrenatural que ocorre uma noite por mês. Ao ser atingido, Hyde se torna capaz de invocar e utilizar a Insulator, uma poderosa e lendária espada. A partir daí, ele encontra Linne, uma misteriosa garota de aparência bem jovem, que conhece muito bem esse fenômeno da noite, e Waldstein um enorme e poderoso lutador, com grande experiência em batalha.
Under Night In-Birth pode até ser um pouco desconhecido, mas se você nunca jogou, eu altamente recomendo que você jogue, é uma ótima série de jogos de luta, com personagens bons e diversos, uma jogabilidade e sistema bem divertido, é uma grande narrativa por trás, e se você gosta de Animes ou Visual Novels, é mais provável ainda que você vá gostar do jogo.
E bem, é aí que está, na minha opinião o principal motivo que eu adoraria ver uma adaptação animada de Under Night In-Birth, é que se encaixa muito bem no mundo das Animações, mais especificamente, no mundo dos Animes, servindo perfeitamente para esse tipo de mídia na minha opinião.
Na verdade, isso até faz sentido, já que um dos principais responsáveis pelo jogo foi a French Bread, que já trabalhou anos atrás com a série Melty Blood, e também com o jogo de luta, Dengeki Bunko Fighting Climax, ou seja, eles possuem muita experiência em trabalhos relacionados ao mundo das obras japonesas, sendo Under Night In-Birth a primeira obra original deles.
E há outro motivo também para que eu ache que esse jogo merece um Anime, porque seria uma ótima forma atrair mais pessoas a conhecer Under Night In-Birth, mostrando esse mundo e essa história numa forma mais acessível para quem não conhece, ou não gosta de jogos de luta, e acredito que a série não iria perder muito virando um Anime, porque, como afirmei anteriormente, tudo que cerca Under Night In-Birth se encaixa nesse estilo de animação.
Ou seja, faz todo sentido que Under Night In-Birth tenha todos os elementos e qualidades típicos de um bom Anime, e eu adoraria ver uma adaptação em Anime dessa história, principalmente com bastante ação e estilo de sobra, já que isso é algo que não falta no jogo!
Bem, agora uma das séries Crossover mais famosas e divertidas, Kingdom Hearts.
De fato, Kingdom Hearts é bem famoso, por mais que tenha sim a sua fama de possuir uma narrativa complexa e cheia de detalhes, possuindo várias qualidades únicas dele, não só possuindo seu charme próprio, mas também pela jogabilidade ótima da maioria dos jogos, personagens bem divertidos e interessantes, uma narrativa bem envolvente, e claro, toda a união feita pelo encontro de Final Fantasy, com o universo da Disney, criando assim uma trama bem única e fantástico.
Sendo um pouco mais direto e parcial, não só eu acredito que Kingdom Hearts merece uma adaptação animada, como eu acho até mesmo um leve desperdício algum projeto desses não existir até agora! Mas porque? Simples, Kingdom Hearts, se encaixa, e muito bem no mundo das animações!
Os personagens são ótimos, com visuais charmosos, cheios de personalidade, carisma, e profundidade, que aliados a trama, trazem uma história realmente divertida de se acompanhar, aliás, como já afirmado, a trama em si é bem envolvente, cheia de mistérios, momentos marcantes e fortes, bastante energia e força sentimental, fazendo com que quem acompanhe a história não queira perder nenhum detalhe ou acontecimento dessa narrativa, que sempre traz mais e mais elementos que enriquecem esse universo. Além disso, um dos maiores destaques dos jogos é a visita aos mundos dos personagens da Disney, sendo que esses mundos naturalmente funcionam bem no mundo das animações, já que boa parte deles se originaram nelas! Você pode até me julgar se quiser, mas acredito que as peças estão todas aqui para fazer uma animação de sucesso, podendo servir não só para introduzir novos jogadores a essa jornada fantástica, já que não é difícil ter dificuldade ao começar a jogar uma série com tantos títulos, como também uma adaptação animada até mesmo poderia explorar mais alguns elementos e características das histórias!
Mas, sendo justo, eu não posso afirmar que adaptações da história de Kingdom Hearts já não foram feitas. A franquia também recebeu vários mangás, que contam, e muito bem, a história por trás dos jogos, de uma forma que funciona muito bem nessa mídia, e também, essa mídia não é estranha para Kingdom Hearts, já que, não só algumas das histórias dos jogos foram retrabalhadas nas edições HD Remix, juntando todas as cenas desses jogos (Com até mesmo algumas Cutscenes extra!), como também Kingdom Hearts já lançou um filme, o Kingdom Hearts χ Back Cover, que mostra alguns dos eventos principais do jogo Kingdom Hearts Union χ, com várias adições e detalhes adicionais, ou seja, a ideia em si não é nova, na verdade, tanto não é nova ela vai acontecer!
Ano passado, mais especificamente em Maio, foi fortemente indicado que a história de Kingdom Hearts iria vir a ser adaptada para o Disney +, no formato de série animada, oque é ótimo! Mas desde então, mais nenhuma informação ou detalhe dessa animação foi ao ar, ou seja, é difícil afirmar com veracidade se de fato essa adaptação vai mesmo sair, e se sair, se será nos próximos anos ou não, mas independente de quando, eu ainda acredito que isso vá sim acontecer, e quando mais novidades surgirem, eu estarei aguardando ansiosamente para acompanhar essa série!
Por fim, para fechar, a série de jogos de luta com o maior estilo Heavy Metal até hoje, Guilty Gear! Bem, imagino que alguns fãs podem até estranhar Guilty Gear estar nesta lista, porque os jogos mais recentes da franquia já possuem filmes animados, contando os capítulos da história por trás de cada lançamento, e de forma muito bem feita, já que, com a produção incrível e maravilhosa da Arc System Works, o visual do jogo, que é em 3D é muito próximo ao visto nos Animes, conseguindo enganar muito bem quem vê o jogo e seu visual pela primeira vez.
Mas então porque o jogo está nesta lista? Porque, infelizmente, só os jogos mais recentes de Guilty Gear tiveram esses filmes dentro dos jogos, ou seja, os jogos antigos não contam a sua história nesse estilo, o’que é muito plausível e compreensível, pelas limitações dos consoles da época, e por vários outros motivos, essa característica realmente foi uma novidade recente na série. Então, eu realmente adoraria ver os capítulos anteriores de Guilty Gear no formato que os atuais são apresentados, ou até mesmo de forma diferente da dos jogos, independente do estilo de animação, seria ótimo ver uma animação dos primeiros capítulos de Guilty Gear, sendo até mesmo algo legal para quem quer acompanhar essa história, ou rever ela e relembrar alguns detalhes.
E são esses os jogos! Você concorda? Discorda? Tem algum jogo que você gostaria que recebesse uma animação? Conte para nós!
The post 5 séries de games que merecem adaptações animadas! first appeared on Animes Online BR.
]]>The post Dorohedoro: todos têm uma história first appeared on Animes Online BR.
]]>Façamos uma experiência mental, venha comigo. Vamos imaginar ocasiões marcantes sem que os protagonistas oficiais registrados sejam seus narradores. Aqui um exemplo: a minha mãe, nascida no longínquo ano de 1956, viu a ditadura militar brasileira surgir e morrer. Seu pai, nascido em 1918, atravessou as duas grandes guerras e ainda viu o Muro de Berlim cair. Eles, ainda que não os personagens principais, podem (ou no caso do meu avô, poderiam) relatar suas experiências.
Para onde quero ir com todo esse monólogo? Somos história, você e eu – apesar da nossa mediocridade (ou não né, não sei quem é você). Temos vozes e coisas a relatar, não precisamos ser esses grandes personagens, afinal somos já os trovadores das coisas que acontecem conosco, ainda que afastados do aspecto macro da Humanidade. Somos heróis no micro, e isso já está bom, somos suficientes. Uma boa narrativa reconhece o poder da pessoa miúda e, com muita alegria, garanto que Dorohedoro é uma história competente.
Lançado neste ano, Dorohedoro é a adaptação de doze episódios (e seis OVA) do mangá de mesmo título da Q Hayashida (cujo rosto e nome verdadeiros são desconhecidos). A obra de 23 volumes é ambientada na localidade fictícia do Buraco, um lugar miserável onde os humanos vivem com medo dos feiticeiros de outra dimensão, os quais lá aparecem apenas para desgraçar todo mundo. A série acompanha a jornada para recuperar a memória do gigantesco amnésico homem com cabeça de lagarto chamado Caiman. Ele é acompanhado pela sua melhor amiga de passado misterioso a Nikaido e, juntos, eles matam feiticeiros.
Só aí já é muita coisa, contudo há muito mais para se ver. Do lado da sociedade de feiticeiros, temos En, o líder de uma organização criminosa; Noi, prima albina e musculosa de En e sua segurança particular; Shin, o parceiro igualmente forte da Noi; o covarde e semi-inútil Fujita; a completamente insana Ebisu… O mundo de Dorohedoro é duro, cruel, e recheado de muita violência, todavia – em contraste – o seu elenco é vibrante, engraçado, cujas personalidades transbordam já nos seus criativos designs.
Certa vez eu me deparei com a seguinte descrição para essa obra: “uma música com a letra realmente sombria, mas com uma melodia tão alegre que você quer dançar ao seu som”. É o perfeito sumário de Dorohedoro, encapsulando sua natureza e sua estética macabras além do frescor das situações cômicas bizarras provenientes de interações genuinamente humanas. Onde mais você pode ver dois seguranças da máfia mascarados discutindo o almoço num carro após a matança? Onde mais você pode ver aberrações jogando baseball? Onde mais você pode acompanhar um vilão surtando e transformando uma cidade inteira em cogumelos? Só as dimensões surreais de Dorohedoro podem oferecer esse tipo de entretenimento.
A própria abertura é um excelente indicativo da energia desconexa da obra. Seus visuais psicodélicos associados à abertura Welcome to Chaos pela banda (K)NoW_NAME (também responsável por todos os fechamentos) exalam a pura intensa semiose punk introduzindo o espectador a uma realidade distorcida e agressiva, porém certamente divertida.
Adentrei o caos desse universo ficcional sem saber o que esperar, então achei algo que me recheou de fascínio: diversidade. Seja em seus personagens, cenários, ou filosofias, você pode encontrar um pouco de tudo nos traços distorcidos na expansiva história de Dorohedoro.
Você pode assistir a Dorehodoro pelo serviço de streaming da Netflix.
The post Dorohedoro: todos têm uma história first appeared on Animes Online BR.
]]>The post Erased: o que nós poderíamos ter feito de diferente? first appeared on Animes Online BR.
]]>Baseado no mangá homônimo lançado entre 2012 e 2016 do Kei Sanbe, a animação de doze episódios estreou em 2016, obtendo uma recepção positiva. A série explora a jornada de Satoru Fujinuma, um homem de 29 anos em 2006 que sofre “Revivals”, um tipo de viagem no tempo que ele volta uns minutos no passado para impedir algum acidente de acontecer. Quando a sua mãe, Sachiko Fujinuma, é assassinada por uma figura sombria e ele acusado da sua morte, um “revival” intenso é engatilhado causando o retorno de Satoru à 1988, quando tinha apenas 11 anos e crimes misteriosos ocorreram em sua cidade natal. Agora criança, ele se enxerga no dever de impedir as desgraças de se concretizarem.
Erased é um desenho sensível, já adianto de antemão: seu protagonista se permite se importar com as pessoas ao seu redor e fazer a diferença em suas vidas. Essa empatia e desejo de ajudar o próximo são a sua força, seu propósito, porém também seu ponto fraco, o jogando em situações perigosas apenas para salvar alguém. Essa qualidade foi também aquilo que o fez carrregar uma grande culpa desde a infância, quando não pode impedir o assassinato dos Kayo Hinazuki, Hiromi Sugita, e Aya Nakanishi. Determinado, ele se aproxima desses três personagens para evitar que o assassino dessas crianças volte a repetir seus crimes no futuro e acabe matando sua mãe também.
A narrativa é desenvolvida com competência e graça, construindo com eficiência um tom de suspense que permeia todos os episódios. Sendo uma adaptação de uma mídia estática para audiovisual, seu diretor Tomohiko Ito comentou em entrevista ao Crunchyroll a sua preocupação em como transmitir as mensagens da obra no novo formato. Ele disse o seguinte:
“O programa pode ser rotulado como ‘viagem no tempo’, o que torna fácil para reutilizar cortes de coisas que já aconteceram, mas não queríamos fazer isso. A palavra ‘revival’ aparece bastante na história, sabe? É tratada como ‘replay’, como se repetíssemos um filme […]. Nós decidimos usar isso como uma metáfora, e mostramos as bordas de um rolo de filme aparecerem na estética.”
Diante da oportunidade de mudar o futuro sombrio, Satoru seguiu adiante e pôs a sua vida em perigo múltiplas vezes, na mais pura esperança de que as pessoas cujas vidas foram interrompidas tivessem um amanhã. Caminhando entre as suas formas de 11 e 29 anos, a sua segunda chance molda o presente, barganhando chances de fazer a coisa certa, mesmo que ele não saia vivo como resultado.
Erased é uma série empolgante, repleta de sentimentos genuínos, e plena na sua execução. Fez-me refletir sobre os caminhos não trilhados e nas consequências possíveis dessas rotas. Satoru teve a oportunidade de mudar o seu próprio futuro, mas e você, o que faria caso pudesse também?
Erased pode ser visto em sua totalidade pelo serviço de streaming da Crunchyroll.
The post Erased: o que nós poderíamos ter feito de diferente? first appeared on Animes Online BR.
]]>The post HQ Ritual Romano ganhará adaptação para TV first appeared on Animes Online BR.
]]>De acordo o site Variety o diretor de cinema espanhol, Paco Plaza, vai escrever e dirigir uma adaptação da graphic novel Exorcismo: O Ritual Romano. O quadrinho de terror criado por de El Torres, Jaime Martínez e Sandra Molina aborda os recantos mais sombrios do Vaticano e apresenta um caso de possessão demoníaca que poderia ter motivado a renúncia do papa Bento XVI. No Brasil, a graphic novel é publicada pela DarkSide Books com a história completa e prefácio assinado pelo próprio Plaza.
Conhecido pela franquia de suspense e terror [REC] (2007), e pelo filme de terror da Netflix, Verônica: Jogo Sobrenatural (2017), o diretor está acostumado a lidar com histórias assustadoras e de possessões demoníacas. Segundo Plaza em seu texto de abertura para a graphic novel, ele desde cedo sentiu uma atração irracional pelo sobrenatural e por tudo o que fosse aterrorizante:
“Minha maldição é viajar sem descanso por prateleiras de locadoras, lojas de quadrinhos, livrarias etc. na busca por novas histórias que acalmam ou nutrem aquele fogo interior que todos os amantes do gênero sentimos.”
Mais informações no Darkblog.
The post HQ Ritual Romano ganhará adaptação para TV first appeared on Animes Online BR.
]]>The post Livros e suas adaptações: opinião dos leitores sobre as obras – PARTE II first appeared on Animes Online BR.
]]>Ações geram resultados, que geram consequências que geram novas ações. Alguns escritores se perdem no meio desse processo, o que talvez tenha sido o caso de Rick Riordan, escritor responsável pela história dessa semana.
Roberto Donato e Grazieli Aquino (ambos com 24 anos) contaram um pouco sobre suas experiências com o segundo título escolhido, a primeira saga do semideus Percy Jackson, confiram:
Ocupação: Estudante
Minha nota pra o livro 8. Ele tem leitura fácil, linguagem atual e um tema adaptado para o público adolescente, com enredo envolvente e personagens bem desenvolvidos, porém o escritor está preso a um formato clichê de histórias juvenis, apresentando um problema que deve ser resolvido em um espaço curto de tempo. Já minha nota para o filme é 6. O filme tem uma pegada adolescente e apela para um tom de comédia romântica com aventura. São muitas as ocasiões que informações canônicas do livro são alteradas sem necessidade; como, por exemplo, a pelagem de Quíron que no livro era branca e no filme é castanha. Outro exemplo é Annabeth não se dar bem com Percy no livro e no filme apresentar um clima romântico entre os dois personagens logo no início. Apesar dos muitos personagens com personalidades boas, meu favorito é Grover Underwood.
Parcialmente, a escalação do elenco principal foi justa. Porém personagens chave, que aparecem durante a história do livro, na trama do filme acabaram tendo suas características alteradas, apenas por utilizarem de atores renomados para atrair o público. Os efeitos especiais foram muito bons em relação a escala em investimento para o filme, também contando com ótimos efeitos práticos. Achei as locações de cenários muito bons também, bem ambientados e suficientes para desenvolver a história. Sendo o lugar mais esperado por mim o acampamento meio sangue!
No segundo filme, Mar de Monstros, até ocorreu uma tentativa de corrigir algumas características de personagens. Como no caso de Annabeth, mas a melhor solução seria remake!
As maiores qualidades do livro em minha perspectiva são a linguagem atual, o natural desenvolvimento de personagens, a mistura de mitologia com elementos do mundo atual e o formato de aventura e fantasia apresentado. Entre os dois filmes o segundo filme foi o melhor, por ser mais fiel aos livros. Mas o meu livro favoritos da saga é O Ladrão de Raios, porque é onde é apresentada toda mitologia e personagens que compõem a história.
Houve várias discrepâncias no decorrer do filme. Mas as maiores diferenças entre o livro e o filme foram a descaracterização da Annabeth e o aparecimento da hidra no primeiro filme, sendo que ela aparece apenas em Mar de Monstros, e a característica de que Percy respira em baixo d’água, sendo que no filme ele apenas prende a respiração por 7 minutos.
Como fã estava muito ansioso para adaptação, como a maioria dos fãs, mas assistir algumas coisas me incomodou devido a fidelidade com a história, fora isso é um filme muito tranquilo de assistir.
Recomendo o livro por ser de uma leitura fácil que prende o leitor, apresentando vários elementos da mitologia grega. O livro acaba não só servindo como entretenimento, mas também como fonte de informações sobre a mitologia citada anteriormente. O longa é um bom filme para ver com a família, para se divertir, apenas.
A respeito dos três últimos filmes que “faltaram”, na verdade, acredito que o ideal para adaptar a história seria uma série. Isso devido à quantidade de acontecimentos, mas não vou negar que fiquei muito curioso para ver Cronos aparecendo.
Ocupação: Assistente administrativo
10! Minha nota para o livro é 10! O livro é excelente. Tem uma narrativa leve e divertida. Aborda a mitologia grega de uma maneira mais fácil de ser digerida (convenhamos, quem decora tantos nomes de deuses assim?). Já o filme? 5! Foi por conta do filme que me interessei em ler o livro, mas os roteiristas não colocaram nem 1/3 da história. Detalhes importantes do livro não foram colocados no enredo do filme, o que dificultou muito a adaptação da segunda obra, que, para mim, também foi uma decepção. Em comparação com os dois filmes, o primeiro é bem melhor. Principalmente em relação aos efeitos especiais. Mas o segundo deixou a desejar, principalmente com o ciclope. O que me leva a citar outra questão, que no segundo filme alguns personagens surgem do nada, e quem não leu os livros acaba ficando perdido.
Minha personagem favorita sem dúvidas é a Annabeth! É uma personagem forte, inteligente, estrategista. Muito difícil de não admirá-la. Eu amo a saga toda, mas tenho um carinho especial pelo primeiro livro Percy Jackson e o Ladrão de Raios. Foi ele que fez eu me apaixonar pela mitologia.
Como eu disse antes, assisti ao primeiro filme antes de ler o livro. A princípio tinha amado o filme e estava ansiosa pelo segundo. Depois de ler, mudei totalmente minha opinião. E fui assistir o segundo filme por teimosia, já sabia que iria me decepcionar.
Eu gostei muito dos atores, do Percy Jackson principalmente. Só que poderiam ter colocado a Annabeth loira, mas só no segundo filme que fazem isso. Não tiveram fidelidade com a obra: os personagens ficaram faltando, a idade dos personagens foi alterada (só para rolar um romance entre o Percy e a Annabeth logo no primeiro filme). A química instantânea entre Percy e Annabeth é ridícula, eles só têm 12 anos! Era para se odiarem logo de cara.
Os filmes também não foram muito fiéis à descrição dos cenários. Como, por exemplo, chalé do Percy Jackson, o cassino, o acampamento em si… São bem diferentes. A impressão que eu tive, foi que os roteiristas leram apenas a sinopse do livro e resolveram fazer o filme baseado naquilo. Sabemos que é uma adaptação e que não é possível colocar todos os elementos. Mas, como disse antes, mudaram as características da Annabeth, e colocaram o Grover como mulherengo e não incluíram a árvore da Thalia…
A história do livro é bem detalhada e cheia de aventura. A todo instante acontece algo para te tirar o fôlego. É o que te prende na leitura e faz querer terminar o livro, e, caso pare, tem a sensação que vai perder alguma coisa. Com toda certeza do mundo eu recomendo o livro! Para quem ama essas aventuras teen, esse livro é maravilhoso e vai se tornar um dos favoritos. Mas eu só recomendaria o filme caso a pessoa não tenha intenção de ler o livro, caso o contrário, é melhor colocar na lista de “filmes para nunca assistir”. A história é muito boa, merecia uma série (ouça-os Disney, as vozes dos fãs ecoam: série… série… série…). Mas a continuação dos filmes? De jeito algum!
Sobre a segunda saga de livros – Os Heróis do Olimpo: algumas pessoas não gostaram da forma como foi escrita, intercalando a história de cada personagem. Mas isso foi umas das coisas que eu mais curti na segunda saga. Pois despertava ainda mais a curiosidade para saber o que ia acontecer no próximo capítulo. Outro ponto que foi motivo de crítica, mas que eu adorei, foi a junção dos personagens e a mudança de característica dos deuses da mitologia grega para a romana. Um detalhe bobo, mas que me cativou, foi colocarem uma personagem vegetariana, a Piper.
A chance de redenção desperdiçada no segundo filme é de cortar o coração. Apesar das diferenças em alguns pontos opinados, todos concordam que a falta de fidelidade com basicamente toda a história, tanto nas coisas simples quanto nas partes essenciais, levou os filmes ao fracasso. Somando as colunas, já temos três filmes infiéis de grande fracasso por reprovação dos fãs leitores. Mas, em contrapartida, temos dois títulos literários infanto-juvenis de grande sucesso. A que conclusão isso vai nos levar? Será que é possível uma obra infiel, mas boa (na opinião de quem leu o livro)?
Por fim, vou encerrando a segunda coluna da série Livros e Suas Adaptações. Mas eu quero ouvir de você, deixe aí nos comentários, o que achou sobre os livros da saga Percy Jackson e os Olimpianos, ou os filmes, ou ambos. Siga @lanterna_de_tinta que informarei quando as próximas colunas forem publicadas.
Gostou do que leu? Confira a primeira parte na coluna da semana passada clicando AQUI. Nela eu falo sobre o livro O Lar da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares e sua adaptação. Outra dica é a coluna em que entrevistei Raphael Draccon, onde falamos, brevemente, sobre sua carreira e sobre o mercado literário. O @raphaeldraccon postou em suas redes sociais esta semana (dia 30 de janeiro) que encerrou a escrita do seu quarto livro da série Dragões de Éter; Intitulado Estandartes de Névoa. A história se passa cinco anos desde os últimos acontecimentos do livro três, Círculos de Chuva, publicado pela primeira vez em 2014. Clique AQUI e conheça um pouco a respeito deste escritor brasileiro de fantasia. Boa semana, boa leitura e até a próxima.
The post Livros e suas adaptações: opinião dos leitores sobre as obras – PARTE II first appeared on Animes Online BR.
]]>The post Livros e suas adaptações: opinião dos leitores sobre as obras first appeared on Animes Online BR.
]]>Desde muito tempo, na história do cinema, livros vêm sido adaptados para as telas. Isso enriquecia a obra. Fazia com que o livro que virou filme alcançasse mais pessoas. Fazia com que o autor ganhasse novos leitores. Fascinava as pessoas, simplesmente por verem suas queridas histórias saindo do papel. Mas, hoje em dia, as coisas mudaram um pouco. O leitor anda exigente, não se contenta com pouco, com miséria. Quer que sua tão querida obra seja dignamente exposta em suas adaptações. O leitor quer qualidade, fidelidade, respeito. E quem pode nos culpar? A representação de algo que nos é importante deve ser condizente com aquilo que foi escrito originalmente, caso contrário, Hollywood, prepare-se para o fracasso.
Produzir um filme que antes era livro, HQ ou mangá é perigoso! E nosso primeiro livro desta série é um bom exemplo disto. Quem fala sobre ele é o Jean, o mais fiel ajudante de todo o multiverso (com 18 anos) e Liv (com 16), confiram:
Ocupação: Estudante
Foi esse livro que me introduziu no mundo literário, e fez surgir uma paixão dentro de mim, inclusive eu o li em uma semana, então eu dou nota 10 com toda a certeza, porque foi uma leitura muito prazerosa. O Ransom Riggs soube como me prender no livro. O mais interessante são a presença das fotos que, por mais que sejam meio sombrias, algumas me divertiam.
Antes de ler o livro eu assisti ao filme, minha paixão por esse universo começou aí. Tinha gostado tanto do filme que se eu pudesse dar nota 100 eu dava. Então aí eu descobri que tinha livro e depois que eu o li, eu reassisti o filme e foi vergonhoso saber que o Riggs trabalhou nisso. Para a história do filme eu daria 6, porque o rumo de uma história não tem nada a ver com o da outra. Ressaltando que o rumo que o livro toma é muito melhor.
Olha… Eu não tenho um único personagem favorito. Dentro dos peculiares que são mostrados eu gostos de quase todos. Mas, se for para escolher um personagem, eu escolheria a Olive Elephanta, porque ela é toda inocente, mas ainda é muito destemida, e o Addison o cão, que sem a ajuda dele o Jacob não conseguiria passar pelo o que eles passaram. Sobre o livro favorito eu diria que é o primeiro, porque é o que eu mais sinto vontade de reler, e me dá uma nostalgia quando eu me lembro das coisas que acontecem.
Levando em conta que alguns personagens mudaram no filme, foram trocados os nomes e peculiaridades, as idades, e de alguns até mudaram a própria personalidade, eu acredito que para o enredo do filme foi uma boa escalação. Os efeitos não foram ruins, foram bem legais até, porém não foi o filme que mais me impressionou nesse quesito. Como eu já falei, teve inúmeras mudanças, é uma lista sem fim. E graças a isso, a solução dos problemas do filme foi bem fraquinha. Em partes eu adorei o cenário, como a pequena ilha onde se localiza a casa da senhorita Peregrine, é exatamente como é descrito no livro.
A história do livro… Deixa-me até sem palavras. É muito cativante, os conflitos são muito bem pensados e é cada plot twist que aparece, que te deixa de boca aberta, então eu acho que as principais qualidades da história é a história. Não é um livro com muita análise psicológica (que particularmente eu não gosto), e como em todo livro, tem aquelas partes que são mais calmas, mas você não tem ideia do que te espera…
Foi um filme que levou muito hate. Mas eu até que entendo o que o Ransom tentou fazer, acredito que ele não quis correr o risco de fazer uma trilogia de filmes; porém o primeiro livro foi bem fechado, o final dele não pedia necessariamente uma continuação. Mesmo assim ainda tinham pontas soltas (o que permitia uma continuação). Eu acho que ele poderia ter seguido o enredo do primeiro livro e ter mudado só alguns detalhes para terminar a história. Então eu digo que eu senti falta de todo o enredo original; e também senti falta dos acólitos (os antagonistas) serem sombrios e frios como no livro, e não palhaços bobocas como foram no filme.
Eu recomendo muito o livro, porque não é uma leitura cansativa, é uma que te deixa ansioso por mais. Uma que quando você vê o que acontece não é nada que você esperava, é tudo muito bem construído. Apesar do que eu disse, eu recomendo que você assista ao filme, mas assista primeiro e depois leia o livro. Porque foi uma experiência menos traumatizante ter feito isso, do que se eu tivesse feito o contrário; e também recomendo que você assista ao filme pensando ser um universo paralelo e não uma adaptação. É impossível uma continuação do filme, principalmente por eles terem resolvido o problema principal.
O enredo do quarto livro ainda não foi terminado, que é o primeiro livro de uma segunda trilogia que o Riggs confirmou, e eu acredito que essa trilogia tem um potencial tão bom quanto a primeira, é uma história que segue um rumo totalmente diferente e eu acredito ser promissora. Ainda tem muitos segredos a serem revelados, inclusive estou extremamente ansioso.
E eu ainda te pergunto: por que você ainda não leu??? Tá esperando o que???
Ocupação: Estudante
Os livros (Da trilogia O Lar da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares) são muito bons e te envolvem na história, como se você fosse uma personagem que está presente em cada situação. As fotos são extremamente legais, porque te ajudam a visualizar a cena que está acontecendo e dão um toque “sombrio” a história. Mas infelizmente algumas personagens acabam ficando meio excluídas, como um personagem secundário meio “irrelevante” de modo geral. Mas mesmo assim minha nota é 10!!
Apenas um filme foi feito, e ele não é bom. O filme é de longe uma péssima produção. Pra quem talvez não conheça a história o filme até seja interessante, mas pra qualquer um que leu o livro, torna-se extremamente ridículo. As personagens não são as mesmas, o enredo muda completamente. Eu não acredito que o filme mereça mais que 5. Eles apenas pegaram a essência dos livros e fizeram outra história completamente diferente.
Minha personagem favorita é de longe a própria senhorita Peregrine e o personagem principal, Jacob. A senhorita peregrine tem um ar de classe, mas transmite muita força e confiança. Você percebe o quanto ela ama e se preocupa com cada criança, e eu acho isso fantástico. Pois em meio a tanto caos eu ainda consigo sentir certa paz vindo dela. Já Jacob trás consigo a novidade do novo mundo, os poderes, as crianças, as circunstâncias e aventuras. Isso faz com que você descubra junto dele uma série de coisas, e isso te inclui ainda mais na história. Eu gosto mais do primeiro, embora os outros sejam incríveis. O primeiro trás um ar maior de mistério e novidade, isso te faz ter vontade de ler centenas de vezes (eu mesma já li 3 vezes).
Se for pensar o filme com uma produção independente, a escalação dos atores foi muito boa principalmente para o Jacob. Mas levando em conta a troca de personagens a escalação acabou ficando um pouco confusa e sem muito sentido. Os efeitos especiais acabaram ficando um pouco de lado para focar mais na emoção da história e a relação entre os personagens. Então ficaram meio que “só o básico”. Se eles tivessem pensado realmente que seria apenas um filme, eles poderiam ter dado um desfecho um pouco melhor para história. Mas não chega a ser a pior solução que eu já vi.
Gostei muito do fato de nada se relacionar a uma cidade grande, é tudo mundo quieto com certa paz e o interior trás uma sensação de “abandono” e “esquecimento”. O cenário é muito bem descrito nos livros e isso também te inclui na história, e como eu falei esse é um dos melhores pontos do livro. A história também te traz muitos mistérios isso dá vontade de desvendar todos.
Particularmente, no filme, eu senti muita falta de certo aprofundamento nas personagens. Parece que eles simplesmente brotaram ali do nada sem nenhum antes e nem depois, só estavam lá. Muito mecanizado. Senti muita falta da relação entre o Jacob e seu avô, que é o ponto principal disso tudo e o pontapé inicial para a história.
Eu estava muito ansiosa para o filme, esperando uma produção legal e um enredo maravilhoso. Ansiosa para ver aquilo saindo do papel entende? Como se a imaginação e a invenção de cada cena nas nossas cabeças de fãs fosse ganhar vida e se concretizar. Mas depois de assistir fiquei até triste, pois eu sou tão apaixonada pelos livros que ver aquilo tão mal feito me deixou triste, tanto pelo próprio Riggs quanto pela história e suas personagens. Olha… Eu até recomendo o filme, mas diria para ver o filme antes de ler o livro. Você vai ver como a história muda.
Eu recomendo muito o livro, acho uma leitura gostosa e cativante. Recomendo principalmente para quem gosta de um suspense com certas piadinhas e momentos mais sarcásticos, pois o livro transita bem entre esses dois polos de sentimentos.
O filme não permite uma continuação, pois na verdade ele fecha qualquer possibilidade de uma possível segunda história. Mas com todo esse hate que o filme sofreu, eu nem me atreveria a tentar um segundo… Ficaria com medo.
A pior atitude de um escritor é trabalhar na própria adaptação de seu livro e tomar atitudes que decepcionam os fãs. Para os fãs dos peculiares Riggs os esfaqueou nas costas, abusou das mudanças e falhou no final. Foi traidor para com sua própria obra, seu próprio mundo. O livro O Lar da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares e o filme O Lar das Crianças Peculiares têm uma relação de amor e ódio com seus leitores.
A tristeza, raiva, indignação e decepção de quem leu a história são justificadas. Um dos maiores pesadelos de um leitor hoje em dia é saber que sua querida e estimada obra será adaptada. Os fãs de animes que o digam, né, @ (cof… cof… Netflix)? Principalmente quando as mudanças são aparentemente infundadas, quando não podemos usar de nenhuma defesa para justificá-las. E não estamos falando aqui de perda de dinheiro e do filme não se pagar, mas perda de crédito e credibilidade. Porque quando vemos uma obra mal adaptada é revelada a maior preocupação do escritor, R$.
As pedras foram lançadas logo na primeira coluna da série, mas se sua opinião é diferente, deixe aí nos comentários, pois quero te ouvir. Siga @lanterna_de_tinta que informaremos quando as próximas forem publicadas. Gostou do que leu? Confira nossas duas colunas da série As Bibliotecas Mais Surreais do Mundo (Parte I AQUI e parte II AQUI). Despeço-me por hoje, uma boa semana, boa leitura e até a próxima.
The post Livros e suas adaptações: opinião dos leitores sobre as obras first appeared on Animes Online BR.
]]>