A Matter of Life and Death - Animes Online BR https://animesonlinebr.org viage com a gente no Animes Online BR Wed, 22 Sep 2021 18:26:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mundodosanimes.com/wp-content/uploads/2022/08/cropped-14c6bcf3-be6c-4046-ae51-74e8880e70ba-scaled-1-32x32.jpeg A Matter of Life and Death - Animes Online BR https://animesonlinebr.org 32 32 Precisamos falar sobre Iron Maiden – Senjutsu https://animesonlinebr.org/curiosidades/precisamos-falar-sobre-iron-maiden-senjutsu/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=precisamos-falar-sobre-iron-maiden-senjutsu https://animesonlinebr.org/curiosidades/precisamos-falar-sobre-iron-maiden-senjutsu/#respond Wed, 22 Sep 2021 19:00:39 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=25134 Olá você que está aí do outro lado da telinha, tem passado bem? Hoje nos encontramos não exatamente para falar de games ou um filme

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Olá você que está aí do outro lado da telinha, tem passado bem? Hoje nos encontramos não exatamente para falar de games ou um filme em específico, mas sim música. É isso mesmo! Vamos falar do álbum, o décimo sétimo álbum do Iron Maiden chamado Senjutsu

Senjutstu que em tradução livre é “Tática e Estratégia”.

Antes de qualquer coisa, não espere nada muito técnico, eu não tenho essa capacidade para avaliar “nuances” de uma música como um musico, mas posso e vou passar as minhas impressões, tentando ser o mais imparcial/parcial (em alguns momentos) sobre essa obra, estejam avisados. 

Não é segredo para ninguém que me conhece que a banda britânica Iron Maiden é com sobras o grupo que eu mais acompanho notícias, amo, enfim, todo essas coisas. E até mesmo falamos sobre o jogo da banda recentemente aqui no NSV Mundo Geek, analisando o jogo Legacy of The Beast, nome esse que também vinha sendo o da tour do grupo até a pausa da pandemia e tendo previsão de término ano que vem.  

Durante aquele texto, eu e boa parte da fanbase da banda, vivíamos a expectativa de um novo “single” e/ou álbum lançado no futuro. Pois é, na mesma semana, após a saída daquele texto The Writing On The Wall ganhou a luz do dia com um clipe simplesmente fantástico anunciando uma nova era da banda, que ainda não tinha sido revelado o nome do novo álbum. 

Dias depois, Senjutsu foi oficializado após uma campanha de marketing que envolveu principalmente o Instagram da banda que em 16 dias, fazia uma espécie de contagem regressiva em seus stories com os álbuns anteriores, culminando no 17º dia com a revelação do seu mais novo trabalho e a data de lançamento, dia 3 de setembro de 2021. 

A expectativa obviamente foi lá para cima, dedo no c* e gritaria tomaram conta dos fãs, inclusive esse que vos escreve. Ainda mais que no dia 19 de agosto, dia do meu aniversário, como se fosse um toque do destino, Stratego foi liberada pela banda como uma degustação do novo álbum.  

E assim nos restou esperar o tal dia 3 de setembro às 00hrs.  

Depois dessa pequena história, vamos falar especificamente do álbum. São 10 músicas, sendo as últimas 4 no segundo disco, uma música a menos do que o trabalho anterior da banda, The Book of Souls, lançado em 2015, e com uma hora e vinte e um minutos de duração.  

Na ordem, disco 1: Senjutsu, Stratego, The Writing on The Wall, Lost in a Lost World, Days Of The Future Past, The Time Machine. Disco 2: Darkest Hour, Death of The Celts, The Parchment e Hell On Earth. 

 

Bom, durante algumas falas de Bruce Dickinson, vocalista da banda, podíamos reparar que haveria coisas que o Iron Maiden nunca havia feito antes dentro do “rock”, uma quebra de paradigma numa banda que em seus momentos do passado sempre apostava em batidas de músicas rápidas e momentos épicos.  

Em Senjutsu, temos esses momentos, Stratego e Days Of The Future Past são músicas que perfeitamente estariam em álbuns clássicos da banda, por exemplo. Mas, como tudo na vida, o tempo passa e você não consegue manter o ritmo de antes, e é totalmente normal.  

Por isso existe uma tendência do Maiden desde The Final Frontier (2010) de fazer músicas mais lentas, mas que jamais perdem a qualidade. Isso foi muito mais explorado em The Book of Souls, tendo como seu ponto máximo Empire of The Clouds com seus magníficos 18 minutos e um segundo de música. 

E aqui, essas músicas mais longas estão de volta, as últimas 3 músicas do álbum, somam quase 35 minutos de composições de Steve Harris, ou, carinhosamente chamado de “O Patrão”. Mas vou falar logo mais delas.  

Quando fiz minha primeira audição do álbum, fiquei muito impressionado como Senjustsu se desenrola. Começa meio denso, ganha uma cara Maiden anos 80 em Stratego e exploram algo totalmente novo com The Writing on The Wall.  

Lost in A Lost World é um puro suco do Iron Maiden, que pode não agradar, mas a mim, é uma das músicas favoritas do disco. Passando para The Days Of The Future Past que inicialmente teve uma resistência da minha parte, mas conforme escuto mais vezes, simplesmente estou adorando essa música.  

The Time Machine é de muito fod*, essa música ao vivo será um ponto alto da próxima turnê, e me soa como um recado aos fãs que pedem que a banda volta as suas origens. Darkest Hour é uma música surreal, me lembro muito Journeyman de Dance of Death e escutar ela é um primor aos ouvidos e te faz questionar se aquilo é Iron Maiden de tão fora da curva que ela é, maravilhosa.  

Agora vamos falar da trilogia do Patrão. Death Of The Celts é uma música ótima. Muita inspiração em The Clansman, do Virtual XI (1998), não é exagero dizer que se o Maiden quisesse dizer que era uma continuação ou uma The Clansman 2.0, poderia.  

The Parchment é para mim o ponto mais baixo do álbum como um todo, é boa, mas muito longa e parece que ela não vai para nenhum lugar. Se tivesse uns 8 minutos ao invés de 12:38, certamente ela ficaria melhor. 

E Hell On Earth, o que dizer dessa música? É muito difícil escolher a melhor música de um álbum da sua banda né? Mas Hell On Earth é para mim uma das 5 melhores de Senjustu. É SACANAGEM o que o Iron Maiden faz aqui. Ela lembra muito inclusive When the Wild Wind Blows, faixa que encerrava The Final Frontier.  

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Algumas considerações antes de encerrarmos. Senjutsu é um divisor de opiniões do Iron Maiden. Existem uns que dizem que é o melhor desde Seventh Son of a Seventh Son (1988), outros acreditam que o álbum é o pior desde a volta de Bruce e Adrian Smith no Brave New World (2000). 

Minha opinião, eu não gosto de ficar comparando álbuns, pois são momentos muito diferentes, mas, se fosse para dizer algo, eu acredito que Senjustsu está um pouquinho acima de The Book of Souls. Ainda que ninguém tenha perguntado, A Matter of Life And Death (2006) está no meu topo de álbuns favoritos do Maiden, o resto nem eu quero entrar nesse mérito.  

Sobre o Maiden usar de auto referências, beirando um “autoplágio” em algumas músicas, eu não me incomodo em nada. É óbvio que sempre queremos escutar algo novo, mas o Iron Maiden em especifico sempre buscou trabalhos deles mesmos para compor suas músicas e precisamos entender que se os caras não ligam mais em fazer isso, nós só temos que respeitar.  

E músicas longas, sempre ouve na história de 17 álbuns da banda. Músicas que pudessem passar de mais de 6, 7 minutos, é só pesquisar, hoje não é novidade, então, tá tudo certo.  

A última consideração que faço é justamente essas opiniões divididas, eu mesmo adorei o álbum na primeira audição, apesar de demorar quase um mês para falar oficialmente ela sobre o Senjutsu. Foi um processo que eu precisei levar de pouco em pouco, escutando várias e várias vezes o álbum, um processo mais rápido do que aconteceu com The Book of Souls, por exemplo. 

Então, se você é fã, não tem problema algum você demorar para ter uma opinião formada sobre o disco, você pode até mudar de opinião com o tempo, ou não e ainda assim, está tudo bem.  

Notas para músicas? Temos!

NOTAS:
Senjutsu: 5/5
Stratego: 5/5
The Writing On The Wall: 5/5
Lost in A Lost World: 5/5
Days of The Future Past: 5/5
The Time Machine: 5/5
Darkest Hour: 6/5
Death Of The Celts: 5/5
The Parchment: 4/5
Hell On Earth: 6/5
Nota Final: 5.1 

(sim, eu falei que iria ser imparcial em alguns momentos)

Vida longa e próspera ao Senjutsu UP THE IRONS!

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Iron Maiden: Legacy of The Beast – A Experiência https://animesonlinebr.org/curiosidades/iron-maiden-legacy-of-the-beast-a-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=iron-maiden-legacy-of-the-beast-a-experiencia https://animesonlinebr.org/curiosidades/iron-maiden-legacy-of-the-beast-a-experiencia/#respond Wed, 14 Jul 2021 19:00:04 +0000 https://www.nsvmundogeek.com.br/?p=23010 Hoje é um dia diferente. Sim, estamos perto de um anúncio gigantesco da banda Iron Maiden. Hoje, no dia em que escrevo esse

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Hoje é um dia diferente. Sim, estamos perto de um anúncio gigantesco da banda Iron Maiden. Hoje, no dia em que escrevo esse texto, é dia Mundial do Rock, ritmo que da minha adolescência para cá me acompanha em todos os momentos da vida.

E aqui no NSV, não poderia deixar de ser diferente, por isso, quero compartilhar com vocês um jogo que talvez seja desconhecido do público em geral, Iron Maiden: Legacy of The Beast, focado no universo da banda britânica que pode estar indo para o seu décimo sétimo álbum de estúdio.

SCREAM FOR ME, NSV!!!

Desenvolvido por Nodding Frog Ltd e Roadhouse Games Ltd, com a data de lançamento em 5 de Julho de 2016, exclusivo para Android e iOS se tornou um material de Marketing novo para a banda naquele ano, já que um ano antes, o último álbum com músicas originais do grupo havia sido lançado, The Book of Souls.

Com cada vez mais sucesso de jogos voltados para mobile como Star Wars: Galaxy of Heroes, Plant vs Zombie mas principalmente Pokémon Go, a banda apostou em um novo rumo para alcançar não só seu público, mas como novos jogadores também e inicialmente eu diria que não deu tãooo certo assim, pelo menos não comigo.

Além de precisar de um celular potente para poder rodar o jogo, e ainda assim correr o risco de não dar certo, o jogo era muito pesado mesmo colocando nas mínimas configurações, era muito difícil rodar.

De lá para cá, atualizações vão, outras vem, personagens, decidi dar uma olhada em como estava ele depois de tanto tempo e fiquei um pouco surpreso em como o jogo se tornou mais robusto, jogável e principalmente visando os projetos futuros da banda, como veremos adiante.

A história

A história de Legacy of The Beast é bem simples. Uma batalha dividiu uma esfera mágica que continha a alma do Eddie (protagonista e mascote da banda) em várias partes e logo depois do tutorial, A Clarividente (referência direta a uma música da banda, The Clairvoyant) explica que temos que percorrer os mundos e recuperar os fragmentos da alma do Eddie e assim, partimos.

Mundos

Os mundos aqui fazem alusões diretas aos álbuns/músicas da banda ao longo dos anos desde 1980. Como podemos ver na imagem, o primeiro da esquerda é baseado em The Wicker Man, do álbum Brave New World (onde podemos ver também uma referência a capa do disco lançado em 2000), o do centro, alusão direta à Powerslave (1984) e o terceiro, e um dos meus mais favoritos álbuns, A Matter of Life and Death, de 2006.

Ao entrar nesses mundos, é possível ver uma estrutura que remete os primeiros jogos do Mario, onde você vai passando de fase em fase até chegar no objetivo final e conquistar seu objetivo.

Jogabilidade

Bom, se você já jogou Star Wars: Galaxy of Heroes, a estrutura é a mesma. Você libera novos personagens ao longo da sua jornada com fragmentos de almas. Esses fragmentos podem e alguns

vão te dar uma nova versão do Eddie, outras vão dar personagens de suporte, como monstros, soldados e por aí vai.

A diferença aqui é que, diferente de Star Wars, você vai montar um time dos sonhos com os Eddie’s, mas sim, ele será a figura única enquanto você troca apenas o suporte ao redor deles com habilidades diferentes.

Vou exemplificar melhor, o primeiro Eddie, que vamos chamar de “Eddie Default” pode ser trocado pelas variantes temporais dele, bem como a versão Speed of Light Eddie (do álbum The Book of Souls”, A Múmia Eddie (Powerslave) e assim por diante. Cada Eddie tem seu atributo, como um tem poder arcano, o outro é mais focado no suporte, e o outro é voltado para a força bruta.

Dentro das batalhas, você pode trocar esse Eddie por até mais duas versões além da “Líder” que você equipa como a sua versão principal, e aí vem a porradaria.

Iron Maiden

No maior estilo Final Fantasy das antigas, você luta em turnos contra quem aparece diante de você, sejam personagens aleatórios, como até mesmo o Deus Hórus (alusão à Powerslave), usando habilidades de cada um dos seus personagens, até mesmo o “ataque de fúria”, um especial que o seu personagem principal (Eddie) tem depois de encher uma barra após apanhar e bater em quem vem pela frente.

Ainda o jogo conta com um sistema de amuletos, que você vai juntando, transformando-os em amuletos de níveis cada vez mais fortes e fortalecendo seus personagens com eles.

Por sinal, a evolução dos seus Eddie’s também vai fazer com que você progrida durante a sua jornada nos mundos de Legacy of The Beast. Com certos fragmentos de evolução, você sobe o nível dos seus personagens e os deixa mais poderosos do que antes, como também pode elevar o nível (estrela) deles.

Para terminar a jogabilidade. Você ainda conta com um modo PvP dentro do meu principal e um modo masmorra, que diariamente vai te recompensando conforme você progride lá dentro com itens cada vez mais raros.

Som/Imagem

Começando pela imagem, o jogo é verdadeiramente lindo quando está nos mais altos padrões gráficos. E todos os mundos fazem você se sentir dentro de um universo criado pelos álbuns da banda, sem tirar nem por.

Som… aaaa o som… que delícia é jogar um jogo do Iron Maiden e ter trilha baseadas em músicas do próprio Iron Maiden! Não toca a música por completo, é mais um recorte feito para o jogo, sem o vocal de Bruce Dickinson, mas para um fã, é completamente normal cantarolar junto com a música de fundo Man of Sorrow, The Book of Souls, Childern of The Damned, Iron Maiden, The Evil That Men Do, The Nomad e muitas outras músicas que se eu for ficando falando aqui, a gente só termina esse texto no dia em que ele precisa estar terminado.

Satélite 15 é uma música direto do álbum The Final Frontier de 2010.

Conclusão

Sim, demorou para esse jogo engrenar, mas agora talvez seja uma boa para você que é fã da banda ou fã de jogos mobiles dar uma oportunidade. Está muito melhor do que quatro anos atrás, mais bem polido e vai te garantir horas e horas de diversão fazendo as várias coisas que vão te levar a evolução de personagens.

E para você, que assim como eu estou de olho no que vem pela frente, o Eddie “Default” está vestido com a camiseta que anda fazendo barulho tremendo na fanbase do Maiden. A camisa de Belshazzar Feast está nele, o que aquece os motores para um novo single/anuncio de um novo álbum, o décimo sétimo da manda no dia 15/07 (amanhã).

Novo single?

Notas

Gráficos: 5/5
Jogabilidade: 5/5
Diversão: 5/5
Som: 5/5
Roteiro: 5/5

Nota Geral: 5/5

Te aguardo semana que vem para um texto novo aqui no NSV, se me permitem, deixo aqui você com aquela que se tornou a primeira música do Iron Maiden que eu escutei e mudou a minha vida, Dance of Death.

Abs

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