Na semana passada, o NSV Mundo Geek foi convidado pela Paramount Pictures para conferir O Poderoso Chefão 50 Anos e no dia de hoje vamos falar como foi essa experiência. Partiu?
Vai ser diferente
Hoje vai ser diferente, serei breve. Normalmente eu venho aqui toda a semana, falo um pouco sobre a história de um jogo ou de um filme, nunca com spoilers, falo sobre coisa a, coisa b e dou uma nota no final e a gente se vê na semana que vem.
Mas hoje não. E vou te dizer minhas razões, falar sobre essa obra vai muito além de questões profissionais e beiram sim, as pessoais. O Poderoso Chefão é um caso fora da curva de qualquer mídia que eu consuma.
Assistir a essa obra toda vez é como se fosse a primeira. Exatamente por isso eu não me lembro da primeira, ou talvez seja só a memória fraca mesmo. Mas, eu sei que foram diversas, além do livro e o game, no qual até hoje não sei se realmente faz parte do cânone oficial da história.
Já que durante a história do game, você é o capanga da família Corleone responsável por muitas das ações da obra.
O convite
Quando me foi informado que nós fomos convidados e que era para me agendar para ver essa obra, eu fiquei muito emocionado. Era um sonho que eu até então não imaginava que poderia se realizar. Ver O Poderoso Chefão numa tela de cinema, e especialmente numa data tão importante, 50 anos da estreia original dessa obra. Era a única forma que eu ainda não tive a chance de ver essa obra e aconteceu.
O que representa?
Para entender o que O Poderoso Chefão representa para mim, é preciso entender um pouco da história. Basicamente a história dessa obra conta a história da família Corleone que, após o fim da Segunda Guerra, tenta continuar seu legado no mais alto escalação das famílias de mafiosos dos Estados Unidos.
É claro que eu não vou mais além disso, já que mesmo que a obra tenha 50 anos, eu sempre acredito que nenhuma experiência deva ser sacrificada, muito menos essa.
Mas o ponto desse tópico é o que representa pra mim, certo? Bom, representa o contexto de como a família é importante, para tudo.
É claro, não importa quem faz parte da sua família, ela só precisa ser a sua família e você cuidar dela. Seja um amigo (a), que é considerado da família como Tom Heagen, mesmo que não tenha um vínculo de sangue com ela, seja um pet que apareceu do nada na sua vida e entrou para a família, como o gato no início da obra.
O Poderoso Chefão representa família pra mim e o quanto ela serve para ser um alicerce importante em nossas vidas.
Por fim…
Como eu disse que não levaria muito tempo para falar sobre essa obra, vamos chegando aos refrescos. O Poderoso Chefão tem suas falhas? Tem, ainda que eu não consiga decifrá-las, mesmo vendo quantas vezes for essa obra.
Eu acredito que dentre todos os filmes, séries, jogos, livros, música, qualquer coisa relacionada a audiovisual, nada é mais perfeito do que O Poderoso Chefão, absolutamente nada.
Óbvio, você pode e deve discordar de mim, afinal eu acho O Exorcista, um filme chato, tanto que eu dormi.
Apesar que para a minha pessoa tem uma coisas ruim sim sobre essa obra, ela tem duas sequências, mas que estou disposto a revisitar e talvez rever meus conceitos.
E você percebeu que em nenhum momento eu tratei essa obra como filme? Sim, ele definitivamente não é um filme, é uma obra que definitivamente é uma experiência inesquecível para mim.
O Poderoso Chefão 50 anos está disponível hoje nos cinemas de todo o Brasil! E eu recomendo muito que você veja, se possível na sala de cinema mais próxima de você.